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quinta-feira, 8 de março de 2018

Doença Renal Crônica



Diagnóstico precoce é primordial para a saúde de cães e gatos
 No mês internacional da prevenção às doenças renais, confira os cuidados necessários para o diagnóstico  precoce e o tratamento adequado da doença renal nos pets 


Março é reconhecido internacionalmente como o mês de cuidado e prevenção das doenças renais em humanos, mas o que pouca gente sabe é que a insuficiência renal também acomete cães e gatos com frequência, especialmente aqueles que estão alcançando uma idade mais avançada.
Fatores como hereditariedade podem contribuir para o desenvolvimento do mal, porém, por ser uma doença que tarda a apresentar sinais específicos, o diagnóstico precoce é a melhor opção para reduzir o agravamento da situação.
A DRC (Doença Renal Crônica) é uma alteração degenerativa, que ataca um ou os dois rins do animal e tende a aparecer conforme eles ganham mais idade. É considerada a principal causa de mortes em gatos acima de 5 anos e a 3ª para cães da mesma idade. É progressiva, incurável e seu diagnóstico, na maioria das vezes, é realizado tardiamente, quando mais de 75% da função renal dos pets está comprometida.
A predisposição também é um fator de risco para o desenvolvimento da doença. Os cães das raças Beagle, Bull Terrier, Chow Chow, Cocker, Pinscher, Pastor Alemão, Lhasa Apso, Shih Tzu, Maltês, Schnauzer, Daschund, Sharpei e Poodle e os gatos das raças Maine Coon, Abissinio, Siamês, Russian Blue e Persa possuem essa característica.
Mas algumas atitudes podem fazer a diferença: com o diagnóstico precoce e o tratamento e a nutrição adequados, os pets com doença renal ganham mais tempo e qualidade de vida. 

Diagnóstico Precoce
Até pouco tempo, o único exame disponível para o diagnóstico da DRC identificava a doença apenas quando 75% dos rins do animal estava comprometido. Agora, novos testes podem identificar a doença a partir de 25% de comprometimento do órgão.
Por isso, é importante levar o seu pet regularmente ao Médico-Veterinário e fazer os exames indicados.  Ele poderá indicar o tratamento adequado - que tem a nutrição como grande aliado - caso o diagnóstico para a doença renal ocorra.

Nutrição para pets com DRC
“Com controle de nutrientes como o fósforo e a proteína, e enriquecido com ácidos graxos e antioxidantes, o alimento adequado irá contribuir para o retardamento da evolução da doença, alívio dos sintomas e manutenção do peso do animal, já que mais de 20% dos pacientes renais apresenta anorexia e perda do apetite.” Conta Luciana Peruca, Coordenadora de Comunicação Científica da Royal Canin.
 Segundo estudos científicos, a nutrição adequada pode proporcionar um aumento de 2,4 vezes na expectativa de vida dos pacientes com DRC, contribuindo também para a melhor qualidade de vida. “Quanto mais cedo a doença renal crônica for diagnosticada, melhor será a contribuição da alimentação correta para o controle dos sintomas e da progressão da doença.” afirma Peruca.

Dar ou não dar um animal de estimação para seu filho?



Psicóloga destaca benefícios da convivência com animais desde a infância


A maioria das crianças sonha em ter um animalzinho de estimação, porém os pais muitas vezes entram em conflito com esta ideia, já que existem alguns receios em relação a convivência dos pequenos com esses bichinhos. A Dra. Carol Braga, Psicóloga Infantil e Familiar esclarece essa dúvida e conforta a decisão dos pais sobre o assunto.

"No aspecto emocional, através de estudos, não há registros de algo negativo em se ter um animal de estimação em casa, claro que devemos sempre avaliar as condições físicas de cada situação. Do ponto de vista emocional se trata de falarmos de amor, carinho, respeito, cuidado e dedicação! A convivência com os bichinhos estimula o desenvolvimento cognitivo, emocional, físico e social da criança" ressalta a psicóloga.

Os animais são verdadeiros facilitadores sociais, onde estão, atraem atenção e geram interação entre as pessoas, principalmente entre as crianças, que se encantam facilmente com estes seres vivos. E no ambiente familiar, sem dúvidas, esses animais estreitam o relacionamento entre os membros da família e essa união é essencial para o desenvolvimento da criança.

" Os pets são capazes de despertar nas crianças o afeto, o companheirismo e o senso de responsabilidade com o próximo, pois em qualquer lugar que estejam, necessitam de cuidados e atenção especial. Neste momento, inclusive, os pais podem atribuir pequenas tarefas para os filhos realizarem e auxiliarem no dia a dia do bichinho, transmitindo os princípios da responsabilidade e estimulando a autoestima dos pequenos, já que estes se sentirão prestativos e fazendo parte de algo importante" destaca a profissional.

De acordo com estudos científicos, crianças que convivem com seus animais de estimação apresentam menores chances de contrair asma ou alergias, pois desenvolvem um sistema imunológico mais resistente.

O convívio com animais de estimação desde a infância também favorece emocionalmente a criança, reduzindo os índices do desencadeamento da ansiedade infantil, uma vez que a preocupação e os cuidados que devem ser dedicados aos bichinhos faz com que os pequenos foquem no presente, sem se sentirem angustiados e preocupados com o que vem pela frente. Além disso, o vínculo com os animais faz com que o organismo libere ocitocina, responsável por proporcionar sensação de bem-estar.

Além dos benefícios já citados, a convivência com os animais também tira a criança da zona de conforto, da tendência ao sedentarismo e estimula a criatividade e habilidades motoras. "Uma dica valiosa para os pais que querem incluir um animalzinho de estimação na rotina da criança, é de estimular a prática de atividades físicas, como passeios em parques, brincadeiras com brinquedos apropriados para animais, etc." orienta a psicóloga.

A profissional também ressalta que a decisão de ter ou não um pet na rotina familiar deve ser feita a partir das condições da família e da preferência dos pequenos, além disso, é importante também pesquisar as raças mais adequadas às crianças.

Os animais também são uma vida e merecem cuidados adequados, por isso, tome uma decisão responsável!



Especialista comenta o gasto exagerado de 16 bilhões com reprovação de alunos no Brasil

Especialista faz uma análise sobre o impacto da reprovação nas escolas e no aprendizado
Como em qualquer investimento, não alçar o êxito esperado, geralmente se tem um prejuízo, seja de tempo, econômico ou qualquer outro, relata o Coordenador do curso de Pedagogia da Universidade Presbiteriana Mackenzie, Ítalo Francisco Curcio. “Por isso, altos índices de insucesso no aproveitamento escolar resultam em diversos prejuízos, que, em última instância, no âmbito social e em nível de orçamento econômico, resultam em gastos milionários de pouco proveito, mas que também serve como um alerta”. 

O Brasil gastou quase R$ 16 bilhões ao reprovar em 2016 cerca de 3 milhões de alunos da educação básica, o equivalente a 10,26% de estudantes da rede pública, de acordo com análise dos dados mais recentes do Censo Escolar.

Curcio explica que esses números mostram que os modelos de ensino e metodologias precisam mudar. “A sociedade evoluiu, o comportamento social mudou, não somente no Brasil, mas, pode-se dizer que mudou no mundo todo e, infelizmente, métodos e estratégias de ensino e de avaliação escolar continuam praticamente inalterados há décadas, talvez há séculos. No geral, o que se tem hoje é um modelo obsoleto, ultrapassado e que gera perdas, ao contrário de resultados”.

Não atingir os objetivos estabelecidos num Plano de Ensino, num conceito contemporâneo de Educação, deve implicar na revisão do Processo Ensino-Aprendizagem utilizado, avaliar onde ocorreram as falhas, e não descarregar a responsabilidade somente no aluno, analisa o especialista. “A reprovação, retenção ou repetência, independentemente da palavra utilizada, por ser algo, sobretudo, frustrante, leva invariavelmente à desistência escolar, que por sua vez, resulta num imenso prejuízo social e, certamente, financeiro.



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