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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Diagnóstico tardio e automedicação podem agravar gonorreia



Doença sexualmente transmissível pode ser evitada com uso de preservativo


A gonorreia é uma infecção ocasionada pela bactéria Neisseria gonorrhoeae, que atinge, sobretudo, a uretra de homens e mulheres. A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu, em julho, um alerta informando que foram identificados três casos incuráveis da doença no mundo. O achado foi atribuído à mutação do agente causador, que gera resistência aos antibióticos tradicionais. A prevenção contra a transmissão é simples: basta o uso de preservativo nas relações sexuais. No Brasil, no entanto, apenas 56,6% da população entre 15 e 24 anos usa camisinha com parceiros eventuais, segundo dados do Ministério da Saúde.

“Dois fatores podem contribuir para o agravamento da doença e a mutação da bactéria: o diagnóstico tardio e o uso de automedicação. Por isso, o ideal é procurar um médico aos primeiros sinais de que algo está errado”, explica o urologista Ricardo Marcondes de Mattos, do Núcleo de Urologia do Hospital Vitória de São Paulo.

Os principais sintomas da gonorreia em homens são dor ao urinar, febre e secreção uretral com aparência de pus. Já nas mulheres, a doença pode causar corrimento e sangramento ao urinar. Um sinal que pode acometer ambos os sexos é dor ao manter relações sexuais.

“Observar qualquer uma dessas características – e, principalmente, mais de uma delas associadas – deve ligar um alerta. O diagnóstico é simples, com exames laboratoriais como análise direta e cultura da secreção”, informa Mattos. O tempo de incubação da bactéria é relativamente curto, de cinco a dez dias, e o tratamento é feito com antibiótico específico e prescrito pelo profissional que acompanhar o caso.

Entre as principais complicações que a gonorreia pode causar se não for tratada de forma rápida e eficaz estão inflamação nos testículos – podendo, em alguns casos, levar à infertilidade; estreitamento da uretra; e, em mulheres, inflamação nas trompas e no útero. “Com atenção à própria saúde e prevenção, as chances de reduzir a transmissão são imensas”, conclui Mattos.




#TipoMenina #LikeAGirl




PESQUISA DESCOBRE QUE METADE DAS ADOLESCENTES SE SENTEM

PARALISADAS PELO MEDO DE FALHAR DURANTE A PUBERDADE


Encomendada pela marca Always, o estudo embasa a nova onda da campanha



#TipoMenina #LikeAGirl que pretende mudar esse comportamento e encorajar as meninas a seguir em frente



Always, líder global em produtos para cuidados femininos e marca comprometida em promover a confiança das meninas, apresenta globalmente a quarta onda da campanha #TipoMenina #LikeAGirl, que esse ano tem como principal foco ajudar adolescentes a conquistar a autoconfiança, mudando a percepção das meninas sobre as adversidades, tentando encorajá-las a abraçar o fracasso como parte crucial da aprendizagem e crescimento. A inspiração da campanha tem como base a Pesquisa de Confiança e Puberdade de Always®*, que revela que metade das garotas se sentem paralisadas pelo medo do fracasso durante a puberdade. Esse medo é tão intenso que muitas jovens deixam de aproveitar oportunidades de crescimento importantes durante esse período, como assumir desafios e tentar coisas novas.  Os dados ainda apontam que que 7 entre 10 meninas evitam tentar coisas novas durante a puberdade por medo de falhar.

De acordo com a estudo, 80% das adolescentes relatam que a pressão para agradar aos outros e serem perfeitas faz com que elas temam cometer algum erro; e 75% concordam que as mídias sociais são um dos principais contribuintes desse sentimento. No entanto, os resultados da pesquisa mostram que perseverar mesmo tendo fracassado é uma atitude chave para aprender e desenvolver novas habilidades. Por isso, Always quer incentivar que as meninas abracem o fracasso e o utilizem como um impulso para construir a autoconfiança, empoderando essas jovens a continuarem crescendo e seguindo em frente #TipoMenina #LikeAGirl.

À medida em que se aproximam da idade adulta e olham para trás, muitas garotas reconhecem que os momentos de adversidade pelos quais passaram as ajudaram a crescer mais resilientes. Ainda a pesquisa mostra que os três principais ganhos obtidos pela maneira mais positiva de lidar com o fracasso são o aumento do conhecimento, força e da confiança. O que reforça a importância para a sociedade encorajar as meninas a seguir em frente, mesmo que não tenham sucesso imediato. O estudo também revela que as adolescentes precisam do apoio da comunidade a qual pertencem para realmente prosperar. Mais de 80% das garotas concordam que se elas sentissem durante a puberdade que falhar é algo natural, elas continuariam fazendo as coisas que amam, assumiriam mais desafios e cresceriam com mais autoconfiança.

"Os dados apontados pela Pesquisa de Confiança e Puberdade de Always®* que uma a cada duas meninas sente que, se falharem, a sociedade vai rejeitá-las. Isso é de partir o coração, além de ser alarmante", comenta Laura Vicentini, diretora de marketing de Always. "Sempre faremos tudo o que pudermos para reformular o significado do fracasso como algo que não deve ser temido, mas algo crucial para o crescimento e construção da confiança. Nosso objetivo é criar um ambiente onde as adolescentes sintam que têm todo o apoio para tentar coisas novas, cometer erros e serem encorajadas a seguir em frente".


DESTAQUES DA PESQUISA (GLOBAL)

• Mais de metade das garotas perdem confiança na puberdade;

• 50% das meninas se sentem paralisadas pelo medo de falhar durante a puberdade;

• 7 entre 10 meninas evitam tentar coisas novas durante a puberdade porque tem medo de falhar e 6 em cada 10 disseram que falhar durante a puberdade fez com que desejassem desistir;

• Metade das meninas sentem que a sociedade rejeita meninas que falham;

• 8 em cada 10 meninas relatam que a pressão social para agradar aos outros e para serem perfeitas são umas das principais contribuições para o medo do fracasso durante a puberdade;

• 75% das entrevistadas concordam que as mídias sociais contribuem para o medo das meninas falharem durante a puberdade

•. Os 3 principais ganhos sobre perseverar mesmo com o fracasso são aumento do conhecimento, da força e da autoconfiança.

• Mais de 80% das entrevistadas concordam que, se as meninas achassem durante a puberdade que falhar fosse algo natural, elas continuariam fazendo as coisas que amam, assumiriam mais desafios e cresceriam com mais autoconfiança.


LANÇAMENTO DO FILME #TipoMenina #LikeAGirl NO BRASIL

O novo vídeo da campanha #TipoMenina #LikeAGirl, lançado hoje, traz uma nova abordagem: um grupo de meninas foram acompanhadas durante um dia em suas vidas na escola. Desde projetos escolares até ensaios de teatro, jogos de xadrez, entre outras atividades, elas foram vistas em situações da vida real que capturam o quão intenso pode ser o medo de falhar e como isso se reflete no dia a dia delas. A ideia é que o vídeo seja uma inspiração para as meninas do mundo inteiro, e as incentivem a abraçar o fracasso com forma de aprendizagem e sigam em frente #TipoMenina #LikeAGirl.





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Metodologia de pesquisa
¹A fase V da Pesquisa Confiança e Puberdade de Always® foi conduzida pela MSLGROUP utilizando Research Now Panel, tendo sido entrevistados cerca de 1.000 meninas entre 16 e 24 anos e 500 homens entre 16 e 24 anos. A pesquisa foi realizada entre 9 e 24 de março de 2017.  

² A fase II da Pesquisa Confiança e Puberdade da Always® foi conduzida pela MSLGROUP utilizando Research Now Panel, tendo sido entrevistados cerca de 1.300 mulheres de 16 a 49 anos e 500 homens de 16 a 40 anos. A pesquisa foi realizada no período de 05 a 12 de dezembro de 2014. 

³A Fase III da Pesquisa Confiança e Puberdade de Always® foi conduzida pela MSLGROUP utilizando Research Now Panel, tendo sido entrevistados cerca de 1.300 mulheres de 16 a 24 anos e 500 homens de 16 a 24 anos.  A pesquisa foi realizada no período de 30 de abril a 8 de maio de 2015.

4A Pesquisa Confiança e Puberdade Continue Jogando #TipoMenina de Always® foi conduzida pela MSLGROUP Research, tendo sido entrevistados 1.006 mulheres de 16 a 24 anos e 508 homens de 16 a 24 anos nos Estados Unidos.  A pesquisa foi realizada no período de 8 a 13 de de novembro de 2016.

Sobre o #TipoMenina #LikeAGirl de Always®
O movimento #TipoMenina #LikeAGirl desenvolvido pela marca Always® está sendo alimentado por milhões de meninas em todo o mundo que estão mudando o sentido do termo #TipoMenina #LikeAGirl para dar a ele significados maravilhosos. Lançada em junho de 2014, a campanha #TipoMenina #LikeAGirl de Always® foi inspirada na percepção de que o início da puberdade e a primeira menstruação marcam o momento em que a autoconfiança das meninas está mais baixa e palavras negativas podem contribuir para essa queda na autoconfiança.

A campanha demonstrou o efeito profundo da expressão "Tipo menina" na autoconfiança das meninas e inspirou um movimento que começou a mudar a percepção do público. De acordo com a Fase II do Estudo Confiança e Puberdade de Always®, após assistirem ao vídeo #TipoMenina #LikeAGirl, a maioria das pessoas (76% das mulheres na faixa dos 16 a 24 anos e 59% dos homens) disse que o vídeo mudou sua visão sobre a expressão "Tipo menina".

Mas a campanha não poderia parar por aí. Em 2015, um novo estudo de Always® revelou que 72% das meninas sentem que a sociedade as limita quando lhes diz o que devem ou não ser. E mais da metade das meninas sente que as limitações impostas pela sociedade seriam iguais ou piores daqui a dez anos, mostrando falta de esperança em uma mudança. Always® não poderia aceitar isso e lançou a campanha Unstoppable #TipoMenina #LikeAGirl para empoderar todas as meninas e mostrar ao mundo que elas podem ser ou fazer tudo o que quiserem. Para mais informações sobre o movimento #TipoMenina #LikeAGirl, visite www.alwaysbrasil.com.br.




P&G


 

Infarto, e se a vítima for você




O ataque cardíaco, mais conhecido como infarto, tem como principais causas o colesterol alto, a hipertensão e o tabagismo. Fatores conhecidos por parte da população e que juntas são responsáveis por quase 30% das mortes no Brasil. 

Muito se fala sobre sintomas, precauções e formas de intervir quando nos deparamos com alguém nessas condições, geralmente em lugares públicos e com grande movimentação de pessoas. Mas o que fazer quando se está sozinho e, pior, quando se é a vítima do infarto. 

Todos nós estamos sujeitos a infartar e, por isso, nessas horas é bom saber o que fazer. De acordo com o Dr. Rogério Krakauer, cardiologista e presidente da regional ABCDM da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), em geral o infarto se apresenta como dor ou opressão no tórax, mas existem outros sintomas que também requerem atenção. 

Dores que oscilam de intensidade e que podem irradiar para o braço esquerdo, queixo, pescoço e costas e, que muitas vezes, são associadas a náuseas, palidez cutânea e suor frio, gastrite e moleza são algumas delas. Paradas cardiorrespiratórias podem ocorrer sem o infarto e nesses casos as pessoas podem sentir forte palpitação ou apenas tontura forte, perda de sentidos ou desmaio. 

“Se uma pessoa estiver sozinha e sentir alguns desses sintomas é importante tomar uma aspirina para uso adulto, geralmente de 500 mg, ou então, três aspirinas infantis, nesse caso de 300 mg cada e, após isso, chamar alguém próximo e procurar rapidamente o serviço médico”, orienta Krakauer. 

Para o especialista é impossível sentir que o coração está parando, o que sentimos na verdade é tontura, palidez, suor frio, náuseas, sensação de desmaio e fala desconexa, sintomas que evidenciam um infarto e que requerem cuidado. Aconselha-se a nesses casos inspirar e forçar uma tosse profunda e de maneira prolongada varias vezes para estimular o sistema nervoso enquanto não chega ao hospital. 





Dr. Rogério Krakauer - cardiologista e presidente da regional ABCDM da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp). 





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