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terça-feira, 15 de agosto de 2017

Como a prática ortomolecular pode ajudar em cada fase do envelhecimento



O envelhecimento é um processo fisiológico inevitável, crônico e irreversível, porém, é possível que ele aconteça de forma saudável, quando tomamos as medidas necessárias para proteger, fortalecer e retardar esse envelhecimento. Tais medidas incluem atividade física, alimentação saudável, menos stress e suplementação alimentar através do tratamento ortomolecular.

Segundo o médico Marco Antônio Campos Casemiro, especialista há mais de 20 anos em prevenção, tratamento do envelhecimento e reeducação alimentar através da prática ortomolecular, as funções física e mental diminuem à medida que envelhecemos, mas uma suplementação feita de forma orientada e correta, pode ajudar a reduzir os sintomas e os riscos de algumas doenças. “A prática ortomolecular propõe avaliar os pacientes, desvendar as carências de nutrientes e oferecer às células os elementos necessários ao seu metabolismo, com isso ela terá condições de produzir energia, fabricar substâncias vitais, degradar os radicais livres, agir nos mecanismos de reparo celular e de vigilância imunológica, ações importantíssimas para quem se encontra acima dos 40 anos”, explica Dr. Casemiro.

De acordo com o especialista, dos 30 aos 45 anos aparecem os cabelos brancos, rugas, diminuição da capacidade física e um declínio progressivo da maior parte dos hormônios. Nesta fase, pode ser necessária a suplementação de silício por exemplo, um dos componentes mais importantes para reconstituição do cabelo e que age contra seu envelhecimento. Para uma aparência mais jovem da pele, vários suplementos podem ser indicados, como a vitamina A, que melhora a saúde natural dos níveis de colágeno e elastina, o CoQ10, que ajuda a regenerar as células da pele, a vitamina C, que minimiza o aparecimento de rugas e a vitamina E, poderoso antioxidante que mantém a pele saudável e brilhante.

Dos 46 aos 65 anos estão associadas doenças degenerativas crônicas progressivas, que podem ser prevenidas ou controladas através dos tratamentos ortomoleculares. Para quem já manifestou doenças, os antioxidantes tem o poder de ajudar no controle da doença e diminuir o número de medicamentos. “Essas doenças estão diretamente ligadas ao aumento de radicais livres, que oxidam as estruturas celulares. Nestes casos, o tratamento oferece uma proteção extra ao organismo”, explica o médico especialista em prática ortomolecular.

A partir dos 65 anos o envelhecimento pode ser fisiológico (senescência) ou patológico (senilidade). “Com a reeducação alimentar, orientação de atividade físicas, correção de hábitos e suplementos ortomoleculares, que neutraliza os radicais livres, com efeitos anti-inflamatórios, desintoxicantes e energéticos, podemos melhorar o desempenho físico e mental, diminuir o estresse, aumentar a qualidade de vida e evitar a senilidade. Lembrando que, a adoção de estratégias preventivas sempre se mostra muito mais promissora do que tratar um problema já instalado”, finaliza Dr. Marco Casemiro.









Trabalho: sacrifício ou realização?



Quantas vezes saímos de casa para ir ao trabalho com a sensação de fadiga, queixas de estresse, ansiedade e, até mesmo, com doenças físicas? Além de prejudicar a saúde esses sentimentos aumentam a desconfiança a respeito da profissão que escolhemos, já que podem ser causados por fatores como: excesso de tarefas, medo da demissão, conflitos interpessoais no ambiente de trabalho, percepção de não conseguir alcançar os objetivos estabelecidos e desequilíbrio entre o desempenho exigido e a crença de não possuir as capacidades necessárias.

Com o passar dos anos, a distância entre as expectativas profissionais e as limitações pessoais pode ficar cada vez maior na nossa cabeça e, assim, criar um profundo mal-estar. Para melhor compreendermos todos esses sentimentos, vou contextualizar com uma explicação sobre a origem do trabalho: por muito tempo, os gregos e os romanos, por exemplo, consideravam-no uma obrigação servil, destinada aos escravos e prisioneiros. Apenas a partir de 1700, o trabalho começou a se tornar uma atividade cada vez mais difundida entre todas as classes sociais e, gradualmente, uma mudança ocorreu na representação desse conceito. Deste modo, começaram a enxergá-lo como uma atividade digna, orientada a atingir objetivos e realizações.

Todo este cenário está relacionado à origem etimológica da palavra “trabalho”. No latim, “tripalium” denomina um instrumento de tortura e “labor” (lavoro, em português) significa esforço, dor e pena. Ou seja, ambos têm como raiz uma conotação emocional amarga, dolorosa, negativa, de sofrimento, fadiga, exploração, punição e restrição da liberdade individual.

Felizmente, a concepção contemporânea de trabalho orientou-se em direção a ideias opostas, que apresentam uma visão como algo direito do ser humano, espaço para a valorização dos talentos e capacidades individuais, criatividade, satisfação profissional e realização pessoal. Entretanto, em alguns momentos da nossa vida, pode parecer que o trabalho lembre mais o significado da antiguidade e esteja mais relacionado à punição do que a realização.

O importante nesta questão é saber equilibrar as “identidades” profissional e pessoal. Conhecer a si mesmo, saber seus fatores individuais de caráter e pensá-los em conjunto com os aspectos ambientais da organização da empresa, ao conteúdo profissional e à relação com a equipe podem ser pontos importantes de reflexão para viver o trabalho não como um peso e um castigo, mas como um espaço de realização e satisfação pessoal.





Eduardo Shinyashiki - mestre em neuropsicologia, liderança educadora e especialista em desenvolvimento das competências de liderança organizacional e pessoal. Com mais de 30 anos de experiência no Brasil e na Europa, é referência em ampliar o poder pessoal e a autoliderança das pessoas, por meio de palestras, coaching, treinamentos e livros, para que elas obtenham atuações brilhantes em suas vidas. Mais informações: www.edushin.com.br





Ultrassom das carótidas investiga risco de doença cardiovascular e AVC



As carótidas são artérias localizadas nos dois lados do pescoço, responsáveis por transportar sangue rico em oxigênio para o cérebro.  Quando um desses vasos calibrosos não está em pleno funcionamento, talvez pelo acúmulo de placas de gordura (calcificadas ou não) em suas paredes, o cérebro fica sem o suprimento necessário e o paciente pode sofrer um AVC (acidente vascular cerebral). Vale dizer que até 15% dos AVCs isquêmicos são causados por aterosclerose das carótidas. Além de servir para diagnosticar doenças nessas artérias, o exame tem a função de avaliar o espessamento médio-intimal (EMI) da parede da artéria carótida comum, que é considerado fator de risco cardiovascular, incluindo doença arterial coronariana precoce.

“Há casos em que a disfunção erétil de origem arteriogênica pode ser a primeira manifestação de doença cardiovascular por aterosclerose”, diz Leonardo Piber, médico ultrassonografista do CDB Medicina Diagnóstica, em São Paulo. “Metade dos pacientes que sofreram infarto geralmente já tinham placas obstruindo vasos do coração. De modo geral, as pessoas não devem achar que podem comer de tudo, sem censura, e que o organismo não vai se ressentir mais adiante. Quando o paciente tem uma dieta pouco saudável, rica em carnes vermelhas, carboidratos, sal e açúcar, mais cedo ou mais tarde surgem problemas de saúde. Principalmente se, além disso, ele for fumante, sedentário ou se tiver pais que já sofreram infarto ou derrame”.

O médico explica que o ultrassom das carótidas com Doppler é um dos melhores exames para avaliar o problema. “Trata-se de um procedimento rápido e indolor que evidencia o espessamento da artéria carótida. O resultado costuma ser usado como referência da doença vascular. Por exemplo, quando um paciente adulto (menos de 65 anos) tem um espessamento de artéria maior que um milímetro, o risco de ele sofrer um infarto ou um AVC é seis vezes maior. Neste caso, seu médico cardiologista deverá fazer um controle mais rígido das taxas de colesterol e triglicerídeos, da pressão arterial e, inclusive, maior controle do peso”.

Na opinião do especialista, quem tem histórico familiar de doenças do coração deve se prevenir desde os 35-40 anos. “Nessa faixa etária, é sempre bom procurar um médico, fazer um check-up completo do coração e dar início a um projeto de vida que contemple evitar o acúmulo de placas de gordura nas artérias. Até mesmo um simples exame de sangue poderá apontar o risco de a pessoa sofrer um infarto em cinco ou dez anos. Mas quem tiver condições de fazer toda a bateria de exames, incluindo o ultrassom das carótidas, terá uma noção mais próxima da realidade sobre o que deve fazer para preservar a saúde por mais tempo e evitar um infarto ou um derrame cerebral. Geralmente, uma dieta saudável e equilibrada, exercícios aeróbicos e o abandono do fumo e do álcool em excesso, vão ajudar bastante – associados, muitas vezes, a medicamentos de uso contínuo”. 





Fontes:Dr. Leonardo Piber -  médico ultrassonografista do CDB Medicina Diagnósticawww.cdb.com.br




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