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quinta-feira, 16 de março de 2017

Vai pedir serviço de motoboy? Fique atento a essa informação!





Atenção você, tomador de serviço. Sim, você mesmo que pede uma pizza, um remédio, quer enviar um presente, uma encomenda ou um documento a alguém e precisa do serviço de motofrete urgente, do tipo “pra ontem”, você conhece bem quem vai prestar esse atendimento? Não importa? Importa, sim, e muito.

Entenda o porquê dessa importância: Vamos começar pelas obrigações desse entregador, que se chama motofretista, popularmente conhecido como motoboy, daí você vai perceber o quanto é imprescindível saber quem contratar:

Usar a motocicleta hoje para enviar e receber entregas de modo rápido já faz parte da rotina do brasileiro, principalmente em se tratando de grandes cidades, onde o trânsito é caótico e a vida precisa seguir.

Muito bem, falamos em vida, e quando o assunto é trafegar sobre duas rodas, todo cuidado é válido, e isso, claro, não poderia - e não pode - ser diferente para o motoboy e, consequentemente, para o seu empregador - o patrão -, que preza pela vida de seus funcionários. Mas onde você entra nisso tudo? Calma, logo entenderá.

Vamos citar São Paulo, por exemplo, onde para um motoqueiro ter o direito de trabalhar como motoboy, ele tem que primeiramente solicitar o Condumoto, que é o certificado de capacitação para o transporte de pequenas cargas, mas, para isso ele deve antes passar por um curso de 30 horas de qualificação profissional, regulado pela resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contram), exigido pela lei federal 12009/09.

Existe uma série de outras obrigações antes de subir numa motoca e sair fazendo entregas, aliás, o entregador deve ter no mínimo 21 anos e estar habilitado por pelo menos dois anos em carteira na Categoria A. Na capital paulista, há outras restrições, entre elas a moto deve ter placa vermelha. Além dessa parte burocrática, o motofretista deve utilizar equipamentos obrigatórios de segurança, que incluem o uso de coletes com refletores, protetor de motor “mata-cachorro”, aparador de linhas de pipas, baú para transporte, e também fazer inspeção semestral de todos os equipamentos obrigatórios. Ufa, bastante coisa, não é mesmo?

Ok, mas você ainda deve estar se perguntando: e o que eu tenho a ver com isso se eu só quero uma pizza, um documento, uma entrega???

Pois bem, agora entra a empresa que contrata esse motofretista para trabalhar para você: essa deve estar regularizada no município, possuir o termo de Credenciamento, estar inscrita CNJP e cadastro de contribuintes mobiliários. Também deve arcar com todos os direitos do motoboy, entre eles registro em carteira, 13º, férias, INSS, FGTS, periculosidade. Tá, “e o kiko”???

Então, se você contrata uma empresa que está em conformidade com a lei e essa, por sua vez, só contrata motofretistas que estão dentro dessa legislação, tudo bem, você pode pedir sua entrega, seu envelope, sua encomenda, a comida ou o que for tranquilamente...

Agora, se você, tomador, estiver ansioso para apenas ter em mãos a tal pizza ou receber/enviar outra entrega qualquer, sem se preocupar se o contratado (empresa/motoboy) trabalha dentro da legislação, você pode ter sérios riscos, caso ocorra algum dano no meio do percurso. Isso porque a lei 12009/09 estabelece corresponsabilidade ao tomador de serviço, ou seja, o responsável solidário, no caso você, que também tem a obrigação de reparar o problema da mesma forma que o causador. Portanto, caso o motofretista cause algum prejuízo a terceiros e não tenha condição de arcar com esse dano, a empresa que o contratou e o tomador de serviço são obrigados a fazer essa reparação. E isso vale também para os pedidos de entregas feitos via aplicativos, onde nesse o risco passa a ser maior, já que, no caso, a plataforma digital é apenas uma intermediária, ou seja, quem “paga o pato” num eventual acidente ou incidente é o motoboy, mas se esse não tiver como bancar, adivinha pra quem vai sobrar?

Voltando à nossa questão lá em cima, se você não conhece quem vai prestar o serviço de entregas rápidas, melhor rever esse conceito.

Para evitar dor de cabeça, procure empresas regulamentadas, assim você poderá receber sua encomenda com a tranquilidade que merece!

 


Fernando Souza - presidente do SEDERSP (Sindicato das Empresas de Distribuição de Entregas Rápidas do Estado de SP)





Ajude o Instituto Gabi sem gastar nada doando, apenas, parte do Imposto de Renda devido



 
Pessoas físicas e jurídicas podem doar parte do Imposto de Renda devido ao Instituto Gabi e, assim, ajudar nos projetos que atendem crianças, adolescentes e jovens com deficiência. Essa repasse não envolve qualquer custo adicional


 
É comum ouvir as pessoas dizendo que não sabem o que o Governo faz com tanto dinheiro arrecadado em impostos. Porém, em se tratando do Imposto de Renda, há uma maneira de utilizá-lo ajudando quem precisa, incluindo neste grupo o Instituto Gabi – ong localizada na zona sul da cidade que, há 16 anos, apoia crianças, adolescentes, jovens com deficiência e suas famílias.

Pessoas físicas e jurídicas podem doar parte do Imposto de Renda devido para uma obra social. É um ato permitido por lei e que não traz nenhum custo extra ao doador. Empresas podem reverter 1% do total a ser pago e pessoas físicas, 6%, calculado no modelo completo da declaração.

O valor deve ser depositado na conta do FUMCAD - Fundo Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente - por meio de depósito identificado.  “Se a doação for feita diretamente para o Gabi, não há isenção de imposto”, alerta o presidente e fundador do Instituto Gabi, Francisco Sogari. “Já temos, inclusive, um projeto aprovado junto ao Fundo, aguardando apenas a arrecadação de recursos, cujo nome é “Ritmos Gabi: no compasso da percussão e dança contemporânea para cidadania e inclusão social”.   


Mais impostos – Também é possível ajudar o Instituto Gabi por meio da Nota Fiscal Paulista. Basta arrecadar cupons fiscais sem CPF nem CNPJ cadastrados, entrar em contato com a ong e os enviar para que sejam devidamente processados.

“E, quem quiser, também pode ser voluntário para cadastrar essas notas no sistema, algo que se pode fazer de casa mesmo, sem precisar vir até aqui, ou visitar comerciantes para que disponibilizem uma urna de coleta de notas fiscais em seus estabelecimentos”, convida Sogari. “Esta é uma fonte de renda de extrema importância para o Gabi e precisamos nos fortalecer com mais voluntários para cadastramento e coleta de notas, uma vez que há prazo para fazer este processo”.

Quem quiser ser voluntário ou obter mais informações sobre a doação de parte  Imposto de Renda devido pode contatar o Instituto Gabi pelos telefones (11) 5564-7709 ou 5031-0144.



Mais sobre o Instituto Gabi e como contribuir

Iracema Barreto Sogari atua há mais de 25 anos em educação para pessoas com deficiência e, há 16, fundou o Instituto Gabi com o marido, o jornalista Francisco Sogari, que preside a ong. Durante esses anos, o Instituto Gabi atendeu o máximo de pessoas que o procuravam – mas, a lista de espera é grande.

As crianças, adolescentes e jovens atendidos frequentam a casa diariamente, por meio período. Ali, participam de atividades de vida diária e oficinas, complementados pelo atendimento de fonoaudiologia e psicologia. Um assistente social realiza o trabalho com as famílias, incluindo projeto de geração de renda. O Instituto Gabi entende que a família é o alicerce de onde parte todo o trabalho. “As pessoas com deficiência passam quatro horas por dia no nosso atendimento. No restante do dia, estão com a família, daí a importância desta célula na vida destas pessoas”, destaca Iracema.

O que sustenta a entidade é um convênio com a Prefeitura de São Paulo, doações particulares e um bazar permanente de roupas e objetos na própria sede da ong, de onde vem o recurso para o pagamento de profissionais e das contas da entidade. Recentemente, a ong conquistou uma sede própria, a Sede Administrativa e Multidisciplinar. Neste espaço, outras atividades e atendimentos de saúde serão promovidos para que o Gabi alcance a tão sonhada sustentabilidade.








quarta-feira, 15 de março de 2017

Pesquisa realizada pela Atento revela comportamento dos consumidores paulistas



O Dia do Consumidor, comemorado no dia 15 de março, motivou o Núcleo de Estudos e Tendências da Atento, líder mundial em gestão de clientes e terceirização de processos de negócios (CRM/BPO), a entrevistar cerca de 380 consumidores do Estado de São Paulo, a fim de entender o comportamento de compra dos paulistas na atualidade. Entre janeiro e fevereiro, a empresa entrevistou homens (50%) e mulheres (50%), sendo a maioria da classe C (72%) e com idades entre 26 a 45 anos (78%). O levantamento mostra que cerca de 90% das pessoas frearam o consumo por causa da crise econômica e, mesmo assim, 26% ainda gastam mais do que recebem

Entre os itens que mais pesaram no orçamento estão alimentação (53%), contas de consumo, como energia, água e telefone (47%), impostos e taxas (40%), moradia/aluguel (34%), educação (29%), juros do cartão de crédito (24%), transporte (20%), saúde (19%), lazer (15%), roupas, calçados e outros (13%).

A análise revelou, ainda, que 89% dos consumidores paulistas conhecem os órgãos reguladores, como Anatel, Banco Central, Procon, entre outros. Deste total, 47% afirmaram já terem acionado estes órgãos em algum momento da vida. Um outro dado que chama atenção é a nota que os consumidores dão para o seu nível de conhecimento sobre os seus direitos: 6,5, dentro de uma escala de 0 a 10. Além disso, o pesquisa apontou que o número de contatos realizados pelas empresas para cobrar dívidas em atraso é o que mais os incomodam. 32% dos paulistas afirmam estarem insatisfeitos com essa questão. A insistência motiva apenas 1% desses consumidores a quitar suas dívidas e que 46% estariam dispostos a acertar dívidas em atraso se pudessem contar com acordos, como diminuição no valor ou parcelamentos mais acessíveis.

Por outro lado, 52% dos paulistas estão otimistas em relação a melhoras na economia em 2017, apesar de o cenário ruim no mercado de trabalho ainda ser o fator que mais os preocupa. Segundo a pesquisa, 71% dos entrevistados ainda temem o desemprego. A inflação (14%) e a diminuição de renda (13%) são as outras maiores fontes de preocupação.

No que diz respeito ao atendimento, o estudo constatou que “ser atendido com agilidade, sem precisar repetir a história, mesmo que os canais de atendimentos sejam diversos”, é o que mais satisfaz o consumidor quando ele precisa contatar alguma empresa. Cerca de 50% afirmaram que a qualidade do atendimento prestado é o que mais pesa na fidelidade a uma marca. Para 18%, se o produto ou serviço adquirido apresentar algum problema, é essencial ter facilidade para a resolução, seja qual for o canal escolhido, enquanto para 16% o ideal mesmo é que não haja falhas ou intercorrências em nenhum momento do processo.

De acordo com os resultados, para 1/3 dos moradores do Estado de São Paulo os canais digitais é  o meio de comunicação preferido na hora de contatar uma empresa, embora 53% ainda utilize o contato por canais de voz. Para eles, o telefone ainda é o canal mais fácil, rápido e resolutivo para solucionar problemas, dar sugestões, realizar reclamações e até mesmo negociar dívidas. Site da empresa ou contato via e-mail são citados como os favoritos por 31% dos consumidores, enquanto 8% optam pelo uso de chat. Aplicativos para troca de mensagens, SMS, mídias sociais e atendimento presencial são os preferidos dos demais.






Atento




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