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segunda-feira, 8 de junho de 2026

Arritmia cardíaca aumenta risco de AVC e afeta cerca de 900 mil brasileiros acima de 40 anos

Com procedimentos mais rápidos e abordagem menos invasiva, sistema de ablação por campo pulsado da Boston Scientific, melhora a qualidade de vida de quem convive com a arritmia cardíaca mais comum 

 

Estima-se que cerca de 900 mil brasileiros acima de 40 anos convivam com a fibrilação atrial (FA), sendo considerada a arritmia cardíaca sustentada mais comum no mundo1. A condição pode comprometer significativamente a qualidade de vida e aumenta o risco de Acidente Vascular Cerebral (AVC), além de estar associada a complicações como insuficiência cardíaca quando não tratada adequadamente2. Para muitos pacientes, isso significa conviver com sintomas como palpitações, cansaço, falta de ar e limitações na rotina3,4. 

Nos últimos anos, avanços da medicina vêm abrindo novas possibilidades de tratamento. Entre eles está o sistema FARAPULSE™, da Boston Scientific, que utiliza a tecnologia de ablação por campo pulsado (PFA) para atuar de forma precisa nas áreas responsáveis pela arritmia.

 

A VIDA ANTES E DEPOIS DO TRATAMENTO

A aposentada Maria Aparecida Ferreira, de 76 anos, ex-professora e ex-vice-diretora da rede municipal de ensino de São Paulo, começou a apresentar episódios recorrentes de aceleração cardíaca, passando a realizar acompanhamento médico com medicamentos e exames periódicos. 

Com o tempo, as crises passaram a impactar sua rotina e qualidade de vida. Em uma delas, os batimentos chegaram a 160 por minuto, levando a paciente a buscar atendimento de emergência. Em 2025, após um novo episódio sintomático, Maria foi indicada para realizar a ablação cardíaca com a tecnologia FARAPULSE™.

 

Segundo ela, o procedimento foi mais tranquilo do que imaginava e trouxe uma mudança significativa em sua qualidade de vida. “Eu tinha muito medo de fazer a ablação, mas hoje penso que, se soubesse como seria, teria feito antes. Não senti dor, a recuperação foi muito rápida e, desde então, não tive mais crises”, afirma. 

Após o procedimento, Maria deixou de utilizar medicamentos específicos para controle da arritmia e retomou atividades que fazem parte de sua rotina e bem-estar, como viajar e encontrar amigos. “Hoje vivo uma fase muito especial. Voltei a viajar tranquila, sem medo das crises, e me sinto muito bem”, completa.

 

COMO FUNCIONA A TECNOLOGIA

O FARAPULSE™ é uma tecnologia de ablação não térmica que utiliza pulsos elétricos de alta intensidade para inativar seletivamente as células cardíacas responsáveis pela fibrilação atrial. Diferentemente das técnicas tradicionais, que utilizam calor ou frio, a tecnologia atua de forma mais direcionada, contribuindo para a preservação de estruturas próximas ao coração, como o esôfago e o nervo frênico5. 

O procedimento é minimamente invasivo, realizado por meio de um cateter inserido pela veia da perna até o coração, e pode ter duração média inferior a uma hora6, possibilitando uma recuperação mais rápida. “O tratamento da fibrilação atrial evoluiu muito nos últimos anos e a ablação por campo pulsado faz parte dessa transformação”, afirma o Dr. Tamer El Andere membro da Sociedade Brasileira de Arritmias Cardíacas (SOBRAC) e mestre em cardiologia pela USP. 

“Além de permitir uma atuação mais seletiva no tecido cardíaco, a tecnologia contribui para procedimentos mais eficientes e com um perfil de segurança bastante favorável. Isso também se reflete na percepção do paciente, que muitas vezes retoma a rotina e a qualidade de vida de forma mais rápida”, complementa.

 

ACESSO E PARTICIPAÇÃO DA SOCIEDADE

Apesar dos avanços, o acesso a tecnologias mais modernas ainda é limitado no Brasil. Atualmente, novas abordagens para o tratamento da fibrilação atrial estão em avaliação pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), responsável por definir a cobertura obrigatória dos planos de saúde. 

Recentemente, o tema passou por uma etapa de consulta pública, permitindo que pacientes, profissionais de saúde e a sociedade em geral contribuíssem com opiniões e experiências para subsidiar a análise da agência. Com o processo em fase final de avaliação, a expectativa agora é pela divulgação do resultado, que poderá representar um avanço importante para ampliar o acesso dos pacientes a opções mais modernas de tratamento. A discussão sobre a fibrilação atrial, portanto, vai além da inovação tecnológica e envolve também acesso, informação e participação social.

 

Sobre a Boston Scientific

A Boston Scientific transforma vidas por meio de tecnologias médicas inovadoras que melhoram a saúde de pacientes em todo o mundo. Como líder global em tecnologia médica há mais de 45 anos, avançamos a ciência pela vida, fornecendo uma ampla gama de soluções de alto desempenho que atendem às necessidades não atendidas dos pacientes e ampliam o acesso à saúde. Nosso portfólio de dispositivos e terapias auxilia médicos a diagnosticar e tratar doenças e condições cardiológicas – incluindo questões estruturais e do ritmo cardíaco –, vasculares e demais intervenções periféricas, digestivas, oncológicas, neurológicas e urológicas complexas. Saiba mais em www.bostonscientific.com.br e nos siga no Instagram, Facebook (@bostonscientificbrasil) e no LinkedIN (boston-scientific-latam). 

Atenção: a lei restringe a venda desses dispositivos por meio de ou por indicação de um médico. Indicações, contraindicações, avisos e instruções podem ser encontrados nos rótulos de cada dispositivo ou www.IFU-BSCI.com. 

Essas informações são apenas para propósitos educacionais. Esses produtos estão para demonstração por propósitos de informação e podem não ser aprovados ou estar para venda em certas localidades. Este material não se destina ao uso na França. 2026 Copyright Boston Scientific Corporation ou seus afiliados. 

Este material é apenas para fins informativos e não se destina a diagnóstico médico. Esta informação não constitui aconselhamento médico ou jurídico, e a Boston Scientific não faz nenhuma representação sobre os benefícios médicos incluídos nesta informação. A Boston Scientific recomenda fortemente que você consulte seu médico sobre todos os assuntos relacionados à sua saúde. 

Este conteúdo tem apenas fins informativos e não constitui aconselhamento/recomendação médico(a). A BSC recomenda fortemente que você consulte seu médico sobre todas as questões relacionadas à sua saúde ou para esclarecer quaisquer dúvidas. 

INFORMAÇÃO IMPORTANTE: Estes materiais destinam-se a descrever situações clínicas comuns e passo a passo de procedimentos para o uso de tecnologias referenciadas, mas pode não ser apropriado para cada paciente ou caso. As decisões sobre o atendimento ao paciente dependem do julgamento do médico profissional em consideração com todas as informações disponíveis para cada caso individualmente. A Boston Scientific (BSC) não promove ou incentiva o uso de seus dispositivos fora de sua rotulagem aprovada. Os estudos de caso não são necessariamente representativos dos resultados clínicos em todos os casos assim como resultados individuais pode variar.

Os resultados dos estudos de caso não são necessariamente preditivos de resultados em outros casos. Os resultados em outros casos podem variar.

   

Referências: 

(1) Cubillos L, Haddad A, Mould J, Kuznik A. Burden of disease from atrial fibrillation in adults from seven countries in Latin America. Int J Gen Med. 2014 Sep;441. 

(2) Thrall, Graham et al. “Quality of life in patients with atrial fibrillation: a systematic review.” The American journal of medicine vol. 119,5 (2006): 448.e1-19. doi:10.1016/j.amjmed.2005.10.057 

(3) Rienstra M. Symptoms and Functional Status of Patients With Atrial Fibrillation. (2012) https://doi.org/10.1161/CIRCULATIONAHA.111.069450 Comentado [FA9]: 

(4) MacRae CA. Symptoms in Atrial Fibrillation. Circ Arrhythmia Electrophysiol. (2009) Link 

(5) de Campos, Maria Clara Azzi Vaz et al. “Pulsed-field ablation versus thermal ablation for atrial fibrillation: A meta-analysis.” Heart rhythm O2 vol. 5,6 385-395. 30 Apr. 2024, doi:10.1016/j.hroo.2024.04.012. 

(6) Schmidt, B. et al. European real-world outcomes with Pulsed field ablation in patients with symptomatic atrial fibrillation: lessons from the multi-centre EU-PORIA registry. Europace, v. 25, n. 7, 2023.


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