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sexta-feira, 29 de maio de 2026

Serasa Experian explica a digitalização das duplicatas e impactos no acesso ao crédito em e-book gratuito para PMEs

·         Material ajuda PMEs a entenderem mudanças na legislação das duplicatas escriturais e como elas podem trazer mais segurança e eficiência à gestão de recebíveis



·         Ebook está disponível para download no portal de conteúdo da datatech

 

A digitalização do sistema financeiro brasileiro avança com a modernização de instrumentos tradicionais de crédito, como as duplicatas. Para apoiar pequenas e médias empresas (PMEs) nesse cenário, a Serasa Experian, primeira e maior datatech do país, lança um ebook gratuito que explica as mudanças na legislação que permitem que esses títulos — que representam vendas a prazo entre empresas — sejam emitidos e registrados de forma totalmente eletrônica, aumentando a transparência e a segurança das operações. 

Com o novo modelo, conhecido como duplicata escritural, as duplicatas deixam de depender de apenas processos físicos ou descentralizados e passam a ter registro digital em sistemas autorizados. Na prática, isso permite acompanhar de forma mais estruturada etapas como emissão, negociação e liquidação, reduzindo riscos como fraudes, inconsistências e conflitos de informação sobre recebíveis, além de marcar a transição para um modelo mais estruturado, digital e rastreável. O novo ambiente digital conta ainda com a atuação de entidades registradoras responsáveis por registrar e rastrear os dados das operações, o que aumenta a confiabilidade das informações e traz mais segurança às instituições financeiras. 

“A escrituração de duplicatas representa um avanço importante para o mercado de crédito ao ampliar as garantias disponíveis e, somado a análise adequada de quem emite os títulos e de quem os paga, tem o potencial de transformar a realidade das pequenas e médias empresas. Nosso objetivo é traduzir essas transformações de forma simples e acessível para que as PMEs possam se beneficiar deste movimento”, afirma Mariana Figueiredo, Diretora de Produtos e Tecnologia da Serasa Experian. 

O ebook apresenta, de forma didática, como funciona a duplicata escritural na prática, desde o registro eletrônico até a negociação dos recebíveis, além de detalhar o papel das entidades registradoras no controle e na rastreabilidade das operações. O material também explora os impactos dessa mudança na análise de crédito e traz orientações para que as PMEs se preparem para esse novo cenário, incluindo: 

  • como a maior disponibilidade e organização das informações contribui para decisões mais seguras;
  • a importância da organização de dados financeiros na análise de risco;
  • na avaliação de parceiros comerciais antes de fechar negócios;
  • o uso de informações confiáveis para reduzir riscos e melhorar a gestão do negócio. 

O ebook faz parte do portal de conteúdo da Serasa Experian, que reúne materiais educativos voltados a apoiar pequenas e médias empresas em diferentes momentos da jornada empreendedora, com temas que vão desde gestão financeira e acesso ao crédito até planejamento e tomada de decisão. 

O material está disponível para download gratuito e pode ser acessado junto a outros conteúdos, como artigos, ferramentas e análises, desenvolvidos para ajudar os empreendedores a conduzirem seus negócios com mais segurança e eficiência.


Experian
experianplc.com


Confira dicas para quem quer comprar um carro blindado

 

Magnific

Especialista aponta os principais cuidados que o consumidor deve ter antes, durante e depois da compra de um veículo blindado

 

O mercado de blindagem automotiva segue em expansão. Em 2025, o setor movimentou cerca de R$ 3,5 bilhões no Brasil, com previsão de crescimento de 16% em 2026, segundo a Abrablin (Associação Brasileira de Blindagem). Com mais opções disponíveis — entre veículos zero-quilômetro para blindar e seminovos já blindados —, a decisão de compra exige atenção a critérios que vão além do preço.

 

Ao mesmo tempo, o mercado automobilístico brasileiro também está aquecido. O segmento, em ano de alta, produziu cerca de 2,64 milhões de veículos, um crescimento de 3,5% e emplacou cerca de 2,69 milhões de unidades, segundo dados da ANFAVEA (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores). Além disso, as vendas cresceram 2,1%, de acordo com dados da Fenabrave (Federação Nacional Distribuição Veículos Automotores).

 

Nesse contexto, quem busca comprar um carro blindado parece encontrar um cenário favorável. Assim, Carlos Sanches, gerente comercial do showroom da Avallon Blindagens, listou os pontos essenciais para quem está considerando a compra de um blindado. 

 

Zero-quilômetro ou seminovo?

 

A primeira decisão é entre adquirir um veículo novo para blindar ou comprar um seminovo já com a blindagem instalada. Cada caminho tem implicações distintas em custo, previsibilidade e risco.

 

"Comprar um seminovo blindado costuma oferecer melhor custo-benefício, porque a depreciação da blindagem já ocorreu. Porém, exige análise criteriosa do histórico, da blindadora, do estado estrutural da blindagem e do material utilizado", explica Sanches

 

No caso do zero-quilômetro, o cliente acompanha todo o processo e tem maior controle sobre materiais, blindadora e acabamento. Ainda assim, o gerente alerta que isso não elimina a necessidade de pesquisa. “Atrasos na entrega, dificuldades no pós-venda e problemas de produção são ocorrências que podem comprometer a experiência mesmo em veículos novos”, alerta.

 

Como verificar a procedência de um seminovo blindado

 

Para quem opta pelo seminovo, a procedência da blindagem é o ponto de partida. Sanches recomenda priorizar lojas com histórico de mercado e, preferencialmente, que sejam parceiras ou pertencentes a uma blindadora. Além disso, é fundamental solicitar que o veículo passe por revisão na fábrica antes da entrega.

 

A documentação necessária inclui certificado de blindagem com laudo técnico, nota fiscal, identificação da blindadora responsável, registro no documento do veículo e histórico de revisões. A inspeção física deve observar o acabamento interno, o alinhamento dos vidros, o funcionamento dos mecanismos, a presença de ruídos anormais, sinais de infiltração e a integridade das sobreposições balísticas.

 

Sinais de desgaste que merecem atenção

 

Mesmo em veículos bem conservados, alguns sinais podem indicar comprometimento dos materiais balísticos. Nos vidros, os alertas mais comuns são aspecto esbranquiçado, formação de bolhas nas bordas ou no interior, desalinhamento e dificuldade na subida e descida. 

 

Na estrutura, ruídos excessivos nas portas, rangidos incomuns, cheiro de umidade e problemas para abertura do porta-malas também são indícios de que a blindagem precisa de avaliação.

 

" Na blindagem da parte opaca (carroceria), possíveis comprometimentos podem não ser percebidos visualmente. Por isso, avaliações técnicas especializadas e manutenções preventivas são essenciais para preservar a integridade estrutural e a eficiência balística do veículo. ", afirma o gerente.

 

Durabilidade e vida útil dos componentes

 

A blindagem não tem prazo de validade definido, mas seus componentes se desgastam com o tempo e o uso. Os vidros blindados tendem a apresentar desgaste mais perceptível entre 5 e 10 anos, prazo que varia conforme o material, a qualidade do processo de fabricação e as condições de uso. Os materiais opacos costumam durar mais, desde que haja vedação adequada, proteção contra umidade e fixação correta.

 

"A manutenção da blindagem precisa ser feita rigorosamente para evitar esse tipo de situação. Uma blindagem antiga sem manutenção preventiva pode comprometer a segurança e gerar alto custo corretivo", ressalta Sanches.

 

Manutenção no dia a dia

 

A blindagem agrega peso ao veículo e altera estruturas internas, o que exige atenção redobrada a itens como suspensão, freios, amortecedores, máquinas de vidro, dobradiças, borrachas e vedações. No uso cotidiano, os cuidados se assemelham aos de qualquer veículo, com a diferença de que forçar portas ou vidros acelera o desgaste dos componentes reforçados.

 

"O usuário deve ter os mesmos cuidados que teria com um veículo comum, porém com atenção redobrada aos itens de desgaste por peso", orienta o especialista. 

 

A escolha dos materiais da blindagem faz diferença

 

Um dos pontos principais para alguém que busca comprar um carro blindado, muito além de valor, são os materiais utilizados.

 

Segundo Carlos, o tipo de material utilizado na blindagem influencia diretamente o peso, o desempenho e a segurança do veículo. Materiais mais modernos, como aramida e polietileno flexível, resultam em menor peso, melhor comportamento dinâmico, menor consumo e maior adaptabilidade à carroceria. 

 

Projetos que utilizam materiais mais pesados tendem a agredir mais a estrutura original, aumentar o consumo e gerar desgaste precoce.

 

O barato pode sair caro

 

Comprar apenas pelo preço é o equívoco mais frequente. Blindagem com valor abaixo do mercado pode indicar materiais de qualidade inferior, pontos de vulnerabilidade balística não cobertos e processo de produção inadequado. Ignorar a reputação da blindadora, não realizar perícia especializada no seminovo, desconsiderar o custo de manutenção anual e não verificar como são realizados os testes balísticos também estão entre os deslizes mais comuns.

 

Inclusive, o teste balístico é uma prática pouco reproduzida no mercado brasileiro e é um diferencial que pode ser relevante 

 

"A maioria realiza testes laboratoriais, mas o ideal é escolher blindadoras que realizam testes balísticos em carroceria real, com disparos nos pontos de vulnerabilidade. Isso garante que o carro receberá materiais realmente testados e aprovados em condições reais", conclui o gerente comercial.



Avallon Blindagens
www.avallonblindagens.com.br


Gestão por objetivos e resultados ganha força em tempos de hiperprodutividade

Uma pergunta que tenho feito de forma recorrente nos últimos tempos: a IA está aumentando a produtividade ou acelerando a geração de atividades, iniciativas e demandas? E mais: estamos sabendo determinar o que é prioridade? 

Notadamente a inteligência artificial trouxe o ganho de velocidade, sonhado há tempos. Hoje as empresas conseguem colocar produtos e serviços no mercado em muito menos tempo, escalar a produção de conteúdo, automatizar rotinas, validar campanhas, montar apresentações, interpretar dados e desenvolver softwares com uma agilidade impensável há poucos anos.

Em contrapartida, surge uma questão cada vez mais relevante: a inteligência artificial está, de fato, elevando a produtividade ou apenas ampliando a quantidade de atividades, projetos e solicitações sem direcionamento estratégico? A resposta pode estar menos na tecnologia em si e mais na forma como as empresas organizam sua gestão.

A IA diminuiu significativamente o esforço necessário para executar tarefas, mas não reduziu a complexidade de definir prioridades. Em organizações sem objetivos bem estruturados, isso pode provocar um efeito colateral importante: o aumento contínuo de testes, projetos paralelos e iniciativas sem critérios claros de relevância ou continuidade. O resultado é um cenário cada vez mais frequente: empresas entregam mais volume, mas não necessariamente avançam na mesma proporção, porque produtividade não depende apenas da quantidade de execução, mas da capacidade de concentrar energia no que realmente gera impacto para o negócio.


Força estratégica

Na era da inteligência artificial, a gestão por OKRs - Objectives and Key Results - assume um papel ainda mais estratégico. Desenvolvida para alinhar objetivos, direcionamento e capacidade de execução, a metodologia ganha força em um contexto no qual o excesso de possibilidades pode gerar desorganização e perda de foco.

Se anteriormente o principal obstáculo das empresas estava na limitação operacional, agora o desafio mudou: definir com precisão quais iniciativas realmente devem receber atenção e investimento. Com objetivos estratégicos bem estabelecidos, a IA deixa de funcionar apenas como um recurso de aceleração operacional e passa a potencializar resultados de maneira mais consistente e alinhada ao negócio.

Com metas objetivas e indicadores claros de resultado, as empresas tomarão decisões com mais critério e direcionamento. Em vez de concentrar esforços na pergunta “o que a IA permite fazer?”, a discussão passa a ser “o que faz sentido acelerar dentro da estratégia do negócio?”. O foco deixa de estar no volume de produção e migra para a geração de valor real.

A própria lógica da liderança também tende a mudar com o avanço da inteligência artificial. Gestores devem gastar menos tempo supervisionando rotinas operacionais e dedicar mais atenção à construção de contexto, definição de prioridades e alinhamento estratégico. Em um ambiente onde executar tarefas se tornou mais simples e acessível, a capacidade de escolher caminhos e definir foco ganha ainda mais relevância.

Esse talvez seja um dos principais aprendizados da nova dinâmica da produtividade: organizações não se destacarão apenas por fazer mais, mas por compreender com precisão onde concentrar seus esforços. Nesse contexto, inteligência artificial e modelos de gestão orientados por objetivos atuam de forma complementar. Enquanto a IA amplia velocidade e capacidade operacional, esse tipo de gestão garante direção, coerência e alinhamento estratégico para que a aceleração gere resultados consistentes

 

Pedro Signorelli - um dos maiores especialistas do Brasil em gestão, com ênfase em OKRs. Já movimentou com seus projetos mais de R$ 2 bi e é responsável, dentre outros, pelo case da Nextel, maior e mais rápida implementação da ferramenta nas Américas. Mais informações acesse: http://www.gestaopragmatica.com.br/


Corpus Christi em Jericoacoara: 5 experiências para aproveitar o feriado além dos roteiros tradicionais


 

De caminhadas pelas dunas a esportes de vento e experiências gastronômicas, vila cearense aposta em um turismo mais desacelerado e conectado à natureza 

 

Com a chegada do feriado prolongado de Corpus Christi, celebrado neste ano em 4 de junho, uma quinta-feira, Jericoacoara (CE) volta a aparecer entre os destinos mais desejados por viajantes que buscam alguns dias de descanso em meio à natureza, ao clima quente e a experiências fora da rotina. Inserida no Parque Nacional de Jericoacoara, uma das principais áreas de preservação ambiental do litoral brasileiro, a vila combina turismo de natureza, biodiversidade e paisagens que misturam dunas, lagoas, mar e ecossistemas costeiros protegidos.

Conhecida pelas ruas de areia, pelo pôr do sol nas dunas e pelo estilo de vida desacelerado, Jericoacoara também vem fortalecendo um turismo mais voltado à experiência e à forma como o visitante se conecta com o destino. Muito além dos roteiros tradicionais, a vila reúne atividades que combinam natureza, bem-estar, gastronomia, aventura e desaceleração, características que fazem de Jeri uma das apostas para o feriado prolongado de junho. Confira cinco experiências para aproveitar o destino durante o Corpus Christi:

 

Esse Mundo é Nosso


1. Assistir ao pôr do sol nas dunas

Um dos programas mais tradicionais de Jericoacoara continua sendo também um dos mais simbólicos da experiência na vila. No fim da tarde, moradores e turistas sobem as dunas para acompanhar o pôr do sol, transformando o momento em um encontro coletivo ao ar livre, com vista para o mar e para as paisagens naturais da região.

 

Pinterest


2. Explorar lagoas e piscinas naturais menos movimentadas 

Além dos pontos mais conhecidos, como Lagoa do Paraíso e Lagoa Azul, o entorno de Jericoacoara também abriga áreas mais tranquilas e piscinas naturais acessíveis por caminhadas ou pequenos trajetos pelas dunas. A proposta faz parte de um movimento que valoriza experiências menos óbvias e mais conectadas à natureza local.

 

Pinterest

 

3. Viver a experiência de uma vila feita para caminhar 

Com ruas de areia e uma estrutura compacta, Jericoacoara proporciona uma dinâmica diferente da maioria dos destinos turísticos brasileiros. Muitos deslocamentos podem ser feitos a pé, sem necessidade de carro, permitindo que o visitante desacelere e explore a vila no próprio ritmo durante o feriado.

 

@bistrocaicara


4. Conhecer a gastronomia local entre bares, cafés e restaurantes intimistas 

A gastronomia se tornou um dos destaques da experiência em Jeri. Entre restaurantes focados em frutos do mar, culinária regional e propostas contemporâneas, a vila reúne desde espaços mais despojados até experiências intimistas espalhadas pelas pequenas ruas de areia. Cafés, bares e restaurantes acompanham o clima descontraído do destino e atraem diferentes perfis de visitantes. 

Kitetrips


5. Experimentar esportes de vento e atividades ao ar livre 

Reconhecida internacionalmente pelo kitesurf e windsurf, Jericoacoara também vem ganhando destaque entre praticantes de wing foil, modalidade impulsionada pelos ventos característicos da região. Além dos esportes, os visitantes encontram opções como cavalgadas, passeios de UTV e caminhadas pelas dunas, ampliando as possibilidades para quem busca uma experiência mais ativa durante a viagem.

Segundo Paula Simões, empresária e presidente da Associação das Pousadas de Jericoacoara, o destino vem atraindo cada vez mais turistas interessados em viagens com propósito e experiências mais autênticas. “Hoje, as pessoas querem viajar com mais intenção, viver experiências reais e aproveitar melhor o tempo de descanso. Jericoacoara consegue unir natureza, gastronomia, esporte e bem-estar de uma forma muito própria, criando uma conexão diferente com quem visita a vila”, afirma.

O movimento também vem sendo incentivado pela Associação das Pousadas de Jericoacoara por meio do projeto Jeri Secreto, iniciativa que busca apresentar um lado menos óbvio do destino e estimular descobertas além dos roteiros tradicionais. Com clima agradável durante o outono, paisagens naturais preservadas e experiências para diferentes perfis de viajantes, Jericoacoara reforça seu espaço como um dos principais destinos brasileiros para aproveitar o feriado de Corpus Christi.

 

Condomínios ainda ignoram riscos da LGPD e podem enfrentar ações judiciais

Uso de reconhecimento facial, aplicativos e portarias digitais amplia necessidade de proteção de dados de moradores e visitantes

 

A digitalização dos condomínios trouxe mais praticidade para moradores e administradores, mas também aumentou os riscos relacionados à exposição de dados pessoais. Informações de moradores, registros de visitantes, imagens de câmeras, cadastros em aplicativos, documentos e até dados biométricos passaram a circular diariamente em sistemas digitais, muitas vezes sem protocolos adequados de proteção. 

Mesmo após quase seis anos da entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), muitos condomínios ainda negligenciam a adequação às normas de segurança da informação, o que pode gerar processos judiciais, indenizações e até multas. 

“O condomínio também é responsável pelo tratamento de dados pessoais. Hoje existe um volume enorme de informações sendo coletadas diariamente e muitos síndicos ainda não percebem o tamanho da responsabilidade que isso representa”, explica Humberto Watanabe, especialista em gestão de condomínios e CEO da Ghaw Terceirização de Serviços. 

Segundo o especialista, o cenário mudou rapidamente nos últimos anos com a expansão das portarias remotas, sistemas de reconhecimento facial, aplicativos de gestão condominial e controles digitais de acesso. Porém, em muitos casos, a preocupação com a segurança desses dados não acompanhou a evolução tecnológica. 

“Hoje é comum condomínios armazenarem imagens, documentos, dados biométricos e informações de visitantes sem critérios claros de armazenamento, acesso e descarte. Isso aumenta muito o risco de vazamentos e uso indevido dessas informações”, alerta.
 

Riscos vão além das multas

A exposição indevida de dados pode trazer consequências financeiras e jurídicas para os condomínios. Entre os problemas mais comuns estão:

  • compartilhamento indevido de imagens de câmeras de segurança;
  • exposição de moradores em grupos de WhatsApp;
  • vazamento de documentos de visitantes;
  • acesso irregular a cadastros de moradores;
  • armazenamento inseguro de informações pessoais;
  • uso inadequado de dados biométricos.

Além das penalidades previstas na LGPD, moradores e visitantes que se sentirem prejudicados podem ingressar com ações judiciais por danos morais. “A LGPD não se resume apenas a evitar multas. O principal ponto é garantir privacidade, segurança e transparência no uso das informações pessoais. Hoje, qualquer incidente envolvendo dados pode gerar desgaste para a imagem do condomínio e conflitos entre moradores”, afirma Humberto Watanabe.
 

Treinamento e políticas internas são fundamentais

De acordo com o especialista, muitos problemas acontecem por falta de orientação das equipes que atuam nos condomínios. Porteiros, zeladores, administradores e empresas terceirizadas precisam estar preparados para lidar corretamente com os dados pessoais. 

“O treinamento é essencial para evitar erros simples do dia a dia, como compartilhar informações sem autorização ou armazenar documentos de forma inadequada. Muitas vezes o problema não está na tecnologia, mas na falta de processos internos”, destaca.
 

Entre as medidas recomendadas para adequação à LGPD estão:

  • criação de políticas internas de proteção de dados;
  • definição de regras de acesso às informações;
  • controle sobre armazenamento e descarte de documentos;
  • revisão de contratos com empresas terceirizadas;
  • treinamento das equipes operacionais;
  • maior transparência sobre coleta e utilização de dados;
  • revisão do uso de reconhecimento facial e biometria.

A responsabilidade pela proteção das informações não é apenas do síndico. Administradoras, empresas de portaria remota, prestadores de serviços e fornecedores de tecnologia também precisam atuar em conformidade com a legislação. 

“A tecnologia trouxe muitos benefícios para os condomínios, mas também aumentou a responsabilidade sobre os dados pessoais. A adequação à LGPD deixou de ser uma questão opcional e passou a ser uma necessidade de gestão e segurança”, finaliza Humberto Watanabe.

 

Quer estudar fora no inverno? O passo a passo para não cair na armadilha dos papéis

Enquanto o estudante foca na experiência cultural e
a organização pessoal, a agência de intercâmbio
atua como o “escudo” burocrático.
Envato

Intercâmbios nas férias crescem 12%, mas medo da burocracia atinge quase 70% dos jovens. Saiba como agências atuam como escudo protetor contra o estresse pós-visto

 

O cronômetro para quem planeja estudar no exterior em julho já começou a correr. Faltando exatos dois meses para o embarque, a fase que deveria ser de celebração costuma ser atropelada pela ansiedade e por detalhes burocráticos que podem comprometer a viagem.
 

De acordo com os dados inéditos da Pesquisa Selo Belta 2025, a busca por cursos de curta duração durante as férias de julho cresceu 12% em relação ao ano anterior, impulsionada pelo desejo de aprimoramento profissional rápido e experiências multiculturais. No entanto, o levantamento também revela que a principal preocupação de 68% dos intercambistas é a complexidade dos processos de visto e a segurança no destino. 

A recomendação é clara: enquanto o estudante foca na experiência cultural e na organização pessoal, a agência de intercâmbio atua como o “escudo” burocrático. 

Além da burocracia, o domínio do inglês surge como um pilar fundamental para o sucesso da jornada. Chegar ao destino com uma base sólida no idioma não apenas facilita a comunicação básica e a resolução de imprevistos, mas acelera drasticamente a curva de aprendizado e a integração cultural. Investir em intensivos de última hora e na prática constante nos meses que antecedem o embarque pode transformar a experiência de "sobrevivência" em uma vivência de plena imersão e confiança. 

“A proficiência no inglês é o que permite ao intercambista transitar entre o aprendizado acadêmico e a vivência social com segurança. Sem essa preparação, o aluno perde grandes oportunidades de networking e vivência real no exterior”, afirma Rodrigo Berghahn, Coordenador Pedagógico da Minds Idiomas.
 

Pensando nisso, Alexandre Argenta, presidente da Belta, traz um checklist para se preparar para o intercâmbio:

 

Vistos e documentação: Conferir a validade do passaporte (mínimo de 6 meses após o retorno) e status das solicitações de visto. Pode acontecer de o estudante escolher um destino que não haja necessidade de um visto para entrar no país, o que diminui a burocracia para realizar o intercâmbio;
 

Saúde e proteção: Contratação de seguro viagem específico para estudantes e verificação das vacinas exigidas pelo país de destino;

 

Câmbio e planejamento financeiro: Monitoramento das taxas para carregamento de cartões internacionais;
 

Conexão e Logística: Confirmação de transfers, chips de celular internacionais e documentos da acomodação; 

“O intercâmbio não começa no aeroporto, ele começa no planejamento. Nesses 60 dias finais, o papel da agência com Selo Belta é garantir que o estudante não seja pego de surpresa por uma mudança de regra consular ou uma exigência sanitária de última hora”, afirma Alexandre Argenta, presidente da Belta. “Nossa missão é filtrar a burocracia para que o aluno cuide apenas do seu aprendizado e da sua adaptação”. 

A Pesquisa Selo Belta 2025 reforça que o mercado brasileiro está mais maduro. O item “Credibilidade da Agência” subiu para o topo dos fatores de decisão na hora da compra do intercâmbio. Em um cenário global dinâmico, ter o respaldo de uma instituição que audita suas associadas é o que separa o sucesso da frustração. 

“A ansiedade do pré-embarque é natural, mas ela não deve ser paralisante. Quando o intercambista escolhe uma agência Selo Belta, ela está comprando tranquilidade. Enquanto ele decide o que levar na mala, nós estamos validando o seguro, checando o contrato com a escola e garantindo que o suporte 24h esteja ativo”, reitera Argenta.



Belta - Associação Brasileira de Agências de Intercâmbio
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Mala de mão sob nova regra: o que mudou no portão de embarque

Tecnologia de medição automática nos EUA e regras tarifárias mais rígidas no Brasil marcam o fim da era do "olho clínico" na bagagem de cabine. Para a R3 Viagens, o impacto recai sobre quem mais viaja a trabalho — e exige planejamento, não improviso. 

 

Durante anos, a mala de mão funcionou na base da tolerância: se o agente de embarque não reparasse, ela passava. Esse cenário está mudando rapidamente nos dois lados do Atlântico, e o viajante corporativo é o mais afetado.

Nos Estados Unidos, as companhias aéreas começaram a substituir o “sistema de confiança” por fiscalização ativa. A United instalou medidores automáticos de bagagem em 35 aeroportos no fim de 2025, com planos de expandir para mais de 80 unidades até o fim de 2026. American e Delta já testam sistemas semelhantes. Na prática, máquinas medem a bagagem antes do embarque e sinalizam automaticamente as peças fora do gabarito, que passam a ser despachadas — muitas vezes com cobrança e sempre com perda de tempo.

No Brasil, o movimento tem natureza diferente, mas leva ao mesmo lugar: mais rigidez. A Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) não retirou o direito à bagagem de mão em voos domésticos — segue garantido o limite de até 10 kg, dentro das dimensões definidas por cada companhia. O que mudou foi a postura comercial das empresas, que passaram a separar com muito mais clareza o “item pessoal” da “mala de mão”, vinculando esta última à tarifa contratada. Em categorias básicas, apenas o item pessoal (que cabe sob o assento) está incluído; a mala de cabine virou benefício de tarifas superiores.

O padrão mais usado pelas companhias brasileiras — Azul, GOL e LATAM — gira em torno de 55 x 35 x 25 cm, já incluindo rodas e alças, com peso entre 10 kg e 12 kg conforme a empresa e a tarifa. O detalhe que mais gera atrito no embarque é justamente esse: rodas e alças contam na medição, e bolsos externos estufados são o que mais reprova a mala no gabarito.


O custo invisível para a empresa

Para a R3 Viagens, agência de gestão de viagens corporativas (TMC) com mais de uma década de mercado, a mudança vai muito além do incômodo individual. Ela tem impacto direto na produtividade e no custo das empresas que mantêm equipes na estrada.

“Quando uma mala é barrada no portão, o que se perde não é só tempo: é a tranquilidade do colaborador antes de uma reunião decisiva, é a fila inesperada, é o custo de uma taxa que ninguém previu no orçamento da viagem. Nosso papel não é só emitir a passagem. É antecipar esses pontos de fricção. A nova regra não é uma ameaça para quem viaja com método — é um problema apenas para quem ainda conta com a sorte no balcão.”

— Wilson Silva, CEO da WS Labs e responsável por Marketing e Tecnologia da R3 Viagens

Silva reforça que a diferença está na informação certa, na hora certa. “O viajante corporativo experiente não decora regra de companhia aérea: ele recebe, no momento da emissão, o que vale para aquele trecho específico. Tecnologia serve exatamente para isso — transformar uma regra confusa em uma instrução clara antes do embarque.”


Planejamento como vantagem competitiva

Para Roberto Ruiz Junior, CEO da R3 Viagens, o episódio é um exemplo de como o setor de viagens corporativas amadureceu.

“O mercado deixou de tratar a viagem como um evento isolado e passou a tratá-la como parte da operação da empresa. A bagagem de mão é um detalhe pequeno que, multiplicado por centenas de viagens ao ano, vira um problema grande de eficiência e de experiência. Nosso compromisso é que tecnologia e atendimento andem juntos: a tecnologia avisa o viajante sobre a regra do trecho; o atendimento humano resolve quando algo foge do script, no aeroporto, em tempo real.”

— Roberto Ruiz Junior, CEO da R3 Viagens


O que o viajante pode fazer agora

A R3 Viagens reúne orientações práticas para que profissionais e gestores de viagens reduzam o risco de transtornos no embarque:

  • Confira o limite de cada trecho, não do “voo”. As companhias não concordam entre si, e a tarifa contratada altera o que está incluído. A regra que vale é a da companhia daquele segmento específico.
  • Meça a mala em casa, já cheia e fechada. Rodas e alças contam na medição. Bolsos externos estufados são a principal causa de reprovação no gabarito.
  • Distinga item pessoal de mala de mão. Em tarifas básicas, frequentemente só o item pessoal está incluído. Levar uma segunda peça pode gerar cobrança extra no balcão.
  • Antecipe a compra de bagagem. Em algumas companhias, adquirir a franquia com mais de 48h de antecedência reduz significativamente o custo em relação à compra no balcão.
  • Tenha um plano B se viajar no limite. Mantenha documentos, eletrônicos e medicamentos no item pessoal, garantindo que o essencial siga com você mesmo que a mala maior precise ir para o porão.

Para a R3, a lógica do viajante experiente permanece a mesma de sempre: menos volume significa mais controle. A diferença é que, em 2026, a margem para improviso ficou menor — e o planejamento, mais valioso.

 

R3 Viagens
Site: www.r3viagens.com.br
Lazer: www.r3destinos.com.br
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Mães multitarefa: um talento caro demais para perder

Como gestora, observo de perto a tensão gerada pela expectativa dos múltiplos turnos de trabalho, que ainda recaem desproporcionalmente sobre as mulheres. Brinco que a mulher consegue dirigir, olhar a criança pelo retrovisor e ouvir música ao mesmo tempo, enquanto muitos homens precisam abaixar o som do rádio para procurar o número de uma casa. Mas essa capacidade de ser multitarefa tem um custo alto para a saúde mental da mulher: a sobrecarga.

De acordo com um levantamento recente lançado pela Organização Internacional do Trabalho (OIT), em parceira com o Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS) as brasileiras dedicam em média 9,8 horas a mais por semana ao trabalho de cuidado não remunerado do que os homens. Essa carga é ainda maior entre mulheres negras, que chegam a dedicar 22,4 horas semanais. Globalmente, as mulheres realizam 76,2% de todo o trabalho de cuidado não remunerado no mundo, dedicando 3,2 vezes mais tempo do que os homens.

O dado aponta que 606 milhões de mulheres realizam trabalhos de cuidado não remunerados em tempo integral, em contrapartida a 41 milhões de homens. Os números escancaram a urgência de políticas públicas de apoio e a necessidade de reestruturação na forma de pensar do mundo corporativo, pois ignorar essa sobrecarga sistêmica é aceitar a perda de talentos femininos vitais para a inovação.

Essa sobrecarga se traduz em um dilema profissional que custa caro às empresas. O relatório ‘Women in the Workplace 2025’, divulgado pela McKinsey em dezembro do ano passado, por exemplo, aponta que até mesmo mulheres altamente motivadas podem se sentir desencorajadas a buscar uma promoção quando enfrentam pouco suporte ou demandas concorrentes sobre seu tempo, questionando se se o avanço é possível ou se vale o custo, especialmente sem o apoio e equilíbrio adequados. É natural associarmos as “demandas concorrentes” citadas à essa jornada tripla.

É por isso que oferecer modelos de trabalho híbridos ou horários flexíveis deixou de ser um diferencial para se tornar uma resposta pragmática. Hoje, a vida pessoal e a profissional estão muito mescladas. Uma empresa que busca extrair o melhor de seus talentos precisa entender que apoiar o bem-estar e a vida familiar é parte da equação para uma performance sustentável. A prova de que o caminho inverso funciona está em casa: recentemente, promovemos uma de nossas gerentes de vendas para seu primeiro cargo de liderança. Sendo mãe e residente fora do eixo Rio-São Paulo, vive em Fortaleza, no Nordeste, sua promoção para um cargo que normalmente exigiria mudança de cidade mostra que o verdadeiro potencial floresce quando a empresa busca meios para conciliar diferentes rotinas.

O impacto foi além do individual. Ao trazer uma líder com uma nova perspectiva, uma mulher nordestina em uma posição historicamente ocupada por perfis do Sudeste, enriquecemos o time e a estratégia. A própria colaboradora nos relatou como a diversidade de experiências engajou o crescimento de todos, somando sua visão de negócio à bagagem dos colegas. Isso valida, na prática, que a diversidade não é apenas uma pauta social, mas um ativo que gera inovação.

Para apoiar essa visão, na Biogen, implementamos iniciativas que buscam ativamente reduzir a carga mental de nossas colaboradoras. Além da já conhecida Short Friday, temos programas e ações focadas no bem-estar e no equilíbrio.

Para materializar essa visão na Biogen, e para além da já conhecida Short Friday, criamos um ecossistema de apoio. Oferecemos suporte direto à saúde mental com o programa Spring Health, que disponibiliza terapia e coaching, e amparamos as famílias com licença maternidade e paternidade estendidas e auxílio-creche. Além disso, fomentamos o diálogo através de iniciativas como os Win Talks, encontros sobre os desafios da mulher no mercado de trabalho, e de nossos comitês de diversidade, como o Women’s Innovation Network (WIN), criando uma rede de suporte que fortalece o sentimento de pertencimento e segurança psicológica.

No entanto, o caminho é complexo e exige vigilância. O mesmo estudo da McKinsey aponta uma tendência preocupante: a descontinuidade de programas de desenvolvimento para mulheres e a queda nas opções de trabalho remoto. O alerta se torna ainda maior ao evidenciar que mulheres em home office têm menos probabilidade de serem promovidas do que homens no mesmo modelo. Isso nos mostra que precisamos ir além da flexibilidade e construir uma cultura de avaliação baseada em impacto e confiança.

O apoio à maternidade nas empresas transcende a criação de políticas. Trata-se de redesenhar o próprio conceito de sucesso e presença, garantindo que as mulheres não tenham que escolher entre a carreira e o bem-estar. O futuro do trabalho será feminino e flexível, ou não será sustentável.

 

Priscila Damiani - diretora de RH da Biogen Brasil


Enem 2026 impulsiona procura por cursos online gratuito

Considerada a plataforma brasileira de cursos EAD online e gratuitos, a Kultivi oferece aulas de Português, Matemática, Inglês, Espanhol, Filosofia e História Contemporânea voltadas ao tradicional exame

 

Com a divulgação do edital do Enem 2026 na última semana, milhões de estudantes brasileiros já começaram a intensificar a rotina de estudos para uma das provas mais importantes do país. O movimento acompanha o crescimento do próprio exame: somente em 2025, o Enem registrou mais de 4,8 milhões de inscrições em todo o Brasil, número 11,22% maior em comparação com 2024 e 38% acima do registrado em 2022, segundo dados do Inep. 

O aumento da procura também acompanha uma transformação no comportamento dos estudantes brasileiros. Dados do Censo da Educação Superior apontam que o Brasil ultrapassou pela primeira vez a marca de 10 milhões de estudantes no ensino superior e que mais da metade dos alunos já estuda na modalidade EAD. Além disso, cerca de 67% dos novos ingressantes optaram pelo ensino a distância em 2024. 

Nesse cenário, a Kultivi, maior plataforma brasileira de cursos EAD online e gratuitos, registra crescimento no interesse por conteúdos voltados à preparação para o exame. A edtech reúne centenas de aulas gratuitas e com certificado, permitindo que estudantes de diferentes regiões do país estudem no próprio ritmo, de qualquer lugar e sem custo. 

Entre os conteúdos mais procurados para o Enem estão os cursos de Português, Matemática, Inglês, Espanhol, Filosofia e História Contemporânea. As aulas abordam desde interpretação textual, gramática e produção de redação até raciocínio lógico, resolução de exercícios, temas históricos, pensamento filosófico e conteúdos recorrentes nas provas de Linguagens, Ciências Humanas e Matemática. 

Além das disciplinas tradicionais do exame, a plataforma também oferece cursos voltados à área de desenvolvimento pessoal, que auxiliam estudantes na organização da rotina de preparação para vestibulares e concursos públicos. Entre os temas disponíveis estão técnicas de estudo, revisão de conteúdo, produtividade, gestão do tempo e estratégias para evitar a procrastinação — desafios cada vez mais presentes entre estudantes que conciliam trabalho, escola e preparação para provas. 

Segundo Claudio Matos, CEO da Kultivi, o período de divulgação do edital costuma impulsionar a procura por plataformas gratuitas de estudo. “O Enem ainda representa uma das principais portas de acesso ao ensino superior no Brasil. A partir da divulgação do edital, muitos estudantes começam a organizar a rotina de preparação e procuram alternativas acessíveis para conseguir estudar com qualidade”, afirma. 

O executivo destaca ainda que a expectativa da plataforma para este ano é ampliar o alcance entre estudantes que não conseguem investir em cursos pagos. “Percebemos um crescimento constante na busca por educação gratuita e flexível. Nossa expectativa para o Enem 2026 é alcançar ainda mais alunos que precisam conciliar estudo, trabalho e outras responsabilidades, oferecendo conteúdo gratuito e acessível para todo o país”, completa. 

Outro diferencial apontado pela plataforma é justamente a flexibilidade. Como as aulas ficam disponíveis online, os estudantes conseguem adaptar os estudos à própria rotina, realidade especialmente importante para quem trabalha, está concluindo o ensino médio ou não consegue investir em preparatórios tradicionais. 

Além dos cursos específicos para o Enem, a Kultivi também oferece conteúdos gratuitos em áreas como idiomas, carreira, concursos públicos, tecnologia e desenvolvimento pessoal.



Kultivi
https://kultivi.com/

 

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