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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Carioca Shopping realiza última edição de 2025 da Campanha de Adoção Pet, neste sábado (6)

Divulgação

Ação oferece a última chance do ano para encontrar um novo companheiro que precisa de acolhimento

  

O Carioca Shopping promove, neste sábado (6), a última edição de 2025 da Campanha de Adoção Pet. Ao longo do ano, a iniciativa impactou a vida de diversos animais, entre cães e gatos, ao sensibilizar a comunidade sobre a importância de adotar pets resgatados das ruas. “A sensação é de missão cumprida. Temos a certeza de que, por meio de um gesto simples, contribuímos para garantir lares seguros, com amor e cuidado, para eles. Ter a ONG Entre Pegadas como parceira nessa missão é uma grande satisfação”, afirma gerente de marketing do empreendimento, Michelle Coutinho.

Das 14h às 18h, o espaço montado no segundo piso estará aberto ao público que deseja iniciar o ano com um novo melhor amigo. Para adotar, é necessário ter mais de 21 anos e apresentar documento de identidade, CPF e comprovante de residência, todos originais e cópias. Os candidatos também passarão por uma entrevista conduzida pelos organizadores, etapa que garante a responsabilidade e o compromisso dos futuros tutores.

Sobre a ONG Entre Pegadas:
Criado em maio de 2015, o projeto tem como objetivo promover boas práticas voltadas à causa animal, com foco na conscientização sobre a importância da castração e da posse responsável. Desde 2016, a ONG mantém um trabalho contínuo no CEASA-RJ e, desde então, já contribuiu para que milhares de animais fossem adotados e castrados, ajudando no controle populacional de colônias.

Serviço:

Campanha Adoção Pet | Carioca Shopping
Data: 06 de dezembro (sábado);
Horário: 14h às 18h;
Endereço: Avenida Vicente de Carvalho, 909, Vila da Penha (RJ);
Local: 2º piso, próximo à Renner;
Entrada gratuita;
Mais informações em
Link ou @carioca_shopping

 

Pesquisa revela que experiência de famílias com a prematuridade é marcada por medo, preocupação constante e informações contraditórias.


A vacinação é descrita como uma experiência que gera estresse moderado a intenso para 65% das pessoas entrevistadas, com 75% relatando dificuldades – entre elas a falta de orientação.

São Paulo, novembro de 2025 – A experiência das famílias com a prematuridade – condição em que o bebê nasce antes das 37 semanas de gestação, tem o seu período inicial marcado por medo, preocupação constante, insegurança com os cuidados e, ao mesmo tempo, sentimento de esperança. É o que revela a pesquisa “A Proteção aos Prematuros no Brasil”, realizada pelo Datafolha a pedido da Sanofi.

O estudo ouviu pais e mães de crianças entre 0 e 5 anos que nasceram prematuras, distribuídos por todas as regiões do país – majoritariamente mulheres, a maioria com filhos que passaram longos períodos em UTI neonatal.

Os Resultados revelam um cenário em que a fragilidade do bebê, o trauma da internação e a falta de informações consistentes se combinam e impactam diretamente a adesão ao calendário vacinal, fundamental para esses bebês que têm o sistema imunológico ainda mais frágil.

De acordo com o levantamento, 65% dos pais consideram a vacinação uma experiência de estresse moderado a intenso. Quase metade relata medo de reações adversas, 24% sentem ansiedade ou nervosismo e 11% chegam a sentir culpa por acreditar que o bebê está sofrendo. Essa sensibilidade emocional está profundamente conectada à história da prematuridade: 92% dos bebês passaram por internações na UTI neonatal, muitos deles com peso muito baixo, dificuldades ou de alimentação e, em alguns casos, risco de vida.

Para o infectologista pediátrico Dr. Daniel Jarovsky, esse impacto emocional precisa ser acolhido e compreendido. “Os pais de prematuras carregam uma memória de fragilidade intensa. Quando chega o momento da vacinação, muitos revivem aquele período crítico. Mas é justamente por terem maior risco de infecções graves que os prematuros precisam ser vacinados no tempo certo e com as recomendações específicas”, afirma.

A pesquisa também evidencia percepções equivocadas que atrasam a proteção. Um em cada quatro pais prefere adiar a vacina até que o bebê “fique mais forte”, embora as evidências científicas mostrem que a proteção precoce é fundamental. Além disso, 36% acreditam que prematuras seguem o calendário de bebês nascidos a termo, quando, na verdade, esses bebês têm um calendário vacinal com cuidados específicos, com recomendações relacionados à idade gestacional e peso.

Recomendado pela Sociedade Brasileira de imunizações (SBIm), esse calendário inclui vacinas como a hexavalente acelular (disponível no SUS para bebês nascidos de 33 semanas ou com menos de 1,5 kg e para todos os bebês no mercado privado). Trata-se de uma vacina indicada para todos os bebês, mas que tem valor especial para os prematuros, uma vez que tem menos reações e protege contra seis doenças com uma só aplicação: dfteria, tétano, coqueluche (pertussis), poliomielite, hepatite B e infecções causadas pelo Haemophilus influenzae tipo b (como meningite e pneumonia). Além de vacinas, inclui ainda outros imunológicos, como anticorpos monoclonais para a proteção contra o vírus sincicial respiratório (VSR), uma das principais causas de bronquiolite e pneumonia em bebês com menos de um ano.

Os atrasos vacinais são influenciados por barreiras práticas. O estudo mostra que 75% dos pais enfrentaram algum obstáculo para vacinar seus filhos, incluindo falta de vacinas, longas filas, horários incompatíveis e ausência de orientação adequada. Embora a maioria tenha conseguido manter o calendário em dia ou com pequenos atrasos, há casos em que dificuldades estruturais dos serviços de saúde ou inseguranças persistentes contribuíram para adiamentos mais significativos.


Desinformação ou falta de clareza sobre calendário vacinal

Sobre as orientações acerca da imunização fornecidas logo após o nascimento, 70% dizem ter recebido explicações claras sobre o calendário vacinal, mas 24% consideraram as informações confusas ou não receberam qualquer orientação.

A desinformação é outro elemento central explorado no questionário. 43% dos responsáveis ouviram informações contraditórias sobre vacinação de prematuros, originadas principalmente na família, redes sociais e, em alguns casos, de profissionais de saúde. Além disso, 28% relataram ter visto um profissional demonstrar insegurança diante da vacinação de um bebê prematuro, evidenciando a necessidade de qualificação permanente dos profissionais para a oferta de orientações adequadas.

A baixa clareza sobre o calendário vacinal também se relaciona ao conhecimento limitado sobre os CRIEs (Centros de Referência para Imunobiológicos Especiais), serviços do SUS que integram a RIE (Rede de Imunobiológicos para Pessoas com Situações Especiais) e são preparados para atender grupos vulneráveis, como prematuros, com imunobiológicos específicos e orientação qualificada.

Embora sejam fundamentais para garantir esquemas a esses bebês, a pesquisa mostra que apenas 39% dos responsáveis conhecem os CRIEs, enquanto 31% apenas ouviram falar e 30% desconhecem totalmente o serviço. Entre aqueles que conhecem, porém, 85% relatam que seus filhos foram vacinados ou orientados no local, evidenciando o potencial desses centros para reduzir inseguranças, corrigir informações contraditórias e apoiar profissionais na comunicação com as famílias.

“Os bebês prematuros têm necessidades de saúde específicas e urgentes, e isso inclui a imunização no tempo correto e com as recomendações adequadas. Quando quase metade das famílias relata ter recebido orientações contraditórias, fica evidente a necessidade de protocolos unificados e qualificação permanente dos profissionais. É papel de toda a rede garantir que nenhum bebê tenha sua proteção atrasada por falta de informação”, reforça Denise Suguitani, diretora da ONG Prematuridade.com.

Mesmo com esses desafios, o sentimento de segurança é significativo: 58% dos pais afirmam se sentir aliviados por entender que estão protegendo seus filhos ao vaciná-los. Denise destaca que fortalecer esse sentimento é essencial. “Informação clara, transmitida com empatia e consistência, transforma a vacinação em uma etapa de confiança, não de temor”, diz.


Sobre a pesquisa

A pesquisa “A Proteção aos Prematuros no Brasil “, conduzida pelo Datafolha a pedido as Sanofi, ouviu 200 pais e mães de bebês prematuros com até 5 anos, de todas a regiões brasileiras, incluindo capitais, regiões metropolitanas e cidades do interior. Cerca de 70% dos respondentes eram mulheres, 43% tiveram o parto pelo SUS e 92% dos bebês passaram por internação em UTI neonatal. O estudo investigou percepções sobre saúde, desenvolvimento, orientações recebidas, barreiras enfrentadas e o entendimento sobre o calendário vacinal específico para prematuros, recomendado pela SBIm.


Novembro Roxo

Em setembro, a publicação no Diário Oficial da União oficializou o dia 17 de novembro como o Dia Nacional da Prematuridade, por meio da Lei nº 15.198/2025, que reforça o compromisso com o alerta e a prevenção do parto prematura, além de também assegurar o direito de acompanhamento pós-alta dos bebês até os 2 anos de idade, com prioridade no atendimento e calendário especial de imunizações. A lei também institui o Novembro Roxo como mês oficial da causa e a semana do dia 17 como a Semana da Prematuridade, todos dedicados a reforçar ações de informação e mobilização social sobre o tema.

Para contribuir com a conscientização sobre o tema levar informação de qualidade à população, o TV Saúde Brasil Net, com apoio da Sanofi, lançou um documentário especial sobre prematuridade como parte da Série Saúde Brasil. Disponível gratuitamente no Youtube, a produção explica os diferentes graus de prematuridade, riscos associados, avanços da neonatologia e direitos das famílias, com entrevistas de profissionais de referência, como Dr. Arlley Cleverson Belo da Silva, médicoa especialista em Obstetrícia, Ginecologia e Medicina Fetal, Dra. Lilian Sadeck, Pediatra no Centro Neonatal da Criança e Adolescente das Clínicas da FMUSP e Dr. Renato Kfouri, Pediatra Infectologista e Presidente do Departamento de Imunizações da Sociedade de Pediatria.

O filme dedica ainda um espaço essencial à imunização dos prematuros, destacando a importância da proteção contra doenças respiratórias e infecciosas, para as quais esses bebês são particularmente vulneráveis. Além da visão técnica, o documentário ouve quem vive a prematuridade na prática. Denise Suguitani, diretora da ONG Prematuridade.com, e Kelly Gadelha de Oliveira Diniz mãe de um bebê prematuro, compartilharam suas experiências, desafios e aprendizados - trazendo humanidade, acolhimento e profundidade ao tema.

O documentário está disponível no Youtube e pode ser assistido aqui: https://bit.ly/docprematuridade

De acordo com o relatório Born Too Soon, da Organização Mundial da Saúde (OMS), o Brasil está entre os países com maior número absoluto de nascimentos prematuros no mundo. Os bebês nascidos antes de 37 semanas de gestação enfrentam riscos significativamente maiores à saúde, incluindo complicações respiratórias, cardíacas, neurológicas e atrasos no desenvolvimento cognitivo e motor.



Sanofi

ONG Prematuridade.com


Dezembro Laranja: 16 fatos essenciais que todo brasileiro precisa saber sobre o câncer de pele

Em meio à proximidade do verão e às altas taxas de radiação solar típicas de um país tropical como o Brasil, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) reforça a importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de pele, o tipo de tumor mais frequente no país e no mundo. A adoção de hábitos de proteção diária, o reconhecimento dos sinais de alerta e o acesso ao tratamento adequado podem evitar casos avançados, com menos danos e maior chance de cura 

 

A campanha Dezembro Laranja marca o movimento de conscientização sobre o câncer de pele, destacando o uso diário de proteção solar, o acompanhamento dermatológico e a identificação precoce de alterações suspeitas na pele. Neste contexto, a Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica (SBCO) listou 16 fatos essenciais que ajudam a dirimir dúvidas e orientar a população e profissionais da saúde sobre os principais cuidados para reduzir casos avançados.

De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), o câncer de pele é o mais comum no Brasil, com estimativa de 220.490 novos casos de câncer de pele não melanoma para 2025, além de 8.980 novos casos anuais de melanoma, o tipo mais agressivo. Na avaliação de Alberto Julius Alves Wainstein, cirurgião oncológico e membro da SBCO, este é um tipo de câncer que muitas das vezes é evitável. “Muitos dos fatores de risco ligados ao câncer de pele podem ser prevenidos, principalmente ao evitar a exposição solar sem proteção”, explica.

Embora a maioria dos casos ocorra em pessoas sem histórico familiar da doença, cerca de 10% dos melanomas estão associados a síndromes hereditárias, como o melanoma familial. Conforme reforça a SBCO em seus materiais educativos, pele clara com muitas pintas ou sardas, uso de câmaras de bronzeamento, falta de proteção solar adequada, atividades ao ar livre sem proteção e idade avançada são fatores de risco relevantes.



Confira abaixo 16 fatos essenciais sobre o câncer de pele:

  1. O câncer de pele é o tumor mais frequente no Brasil e no mundo

Ele responde por cerca de 27% a 30% de todos os tumores malignos registrados no país, somando os tipos melanoma e não melanoma.


  1. Existem dois grandes grupos: câncer de pele não melanoma e melanoma

Conforme explica a SBCO, o câncer de pele não melanoma é o mais incidente e, em geral, o de menor letalidade, enquanto o melanoma é menos frequente, porém muito mais agressivo. O tipo não melanoma acomete células que não produzem melanina; já o melanoma nasce dos melanócitos, responsáveis pela pigmentação da pele, cabelos e olhos. Essa diferença celular ajuda a entender por que o comportamento clínico e o risco de metástase são tão distintos entre os dois grupos.


  1. O câncer de pele não melanoma é muito comum e pode causar danos permanentes se não tratado

O carcinoma basocelular representa cerca de 80% dos casos de câncer de pele não melanoma e costuma se desenvolver nas camadas mais profundas da epiderme. O carcinoma espinocelular acomete as camadas mais superficiais, principalmente nas áreas mais expostas ao sol como rosto, orelhas, lábios e dorso das mãos. Apesar de apresentarem, em geral, baixa taxa de mortalidade, esses tumores podem causar deformidades importantes, invasão local e necessidade de cirurgias mais extensas quando o diagnóstico é tardio.


  1. O melanoma é menos frequente, mas responde por grande parte das mortes

Embora represente cerca de 4% a 5% dos tumores cutâneos, o melanoma é responsável por aproximadamente 40% das mortes por câncer de pele. Quando detectado em fase inicial, a taxa de cura ultrapassa 90%, mas cai para menos de 50% em tumores com espessura superior a 4 milímetros. Isso mostra como o momento do diagnóstico é decisivo para o desfecho da doença e por que qualquer alteração suspeita na pele deve ser valorizada.


  1. Os sintomas vão além da “pinta feia” e incluem feridas que não cicatrizam

Os sinais de alerta incluem manchas que coçam, descamam ou sangram, pintas que mudam de tamanho, formato ou cor e feridas que não cicatrizam em algumas semanas, especialmente em áreas expostas ao sol. No câncer de pele não melanoma, é comum o surgimento de lesões avermelhadas, espessas, com crostas ou aspecto de ferida persistente. Já no melanoma, as lesões tendem a ser mais pigmentadas, mas podem ter apresentações variadas, o que reforça a importância da avaliação médica.


  1. A regra do ABCDE é uma aliada no autoexame da pele

Para facilitar a identificação de lesões suspeitas, a SBCO e a Sociedade Brasileira de Dermatologia recomendam a regra do ABCDE: A de Assimetria (metades diferentes da lesão), B de Bordas irregulares, C de Cor variada (preta, castanha, avermelhada, azulada ou branca em uma mesma pinta), D de Diâmetro maior que 6 mm e E de Evolução (mudanças ao longo do tempo). Se uma pinta ou mancha apresenta uma ou mais dessas características, é sinal de que precisa ser avaliada por um especialista.


  1. Nem todo melanoma é escuro: existem formas pouco pigmentadas

Ao contrário do imaginário popular, melanoma não é apenas uma pinta preta. O subtipo amelanótico praticamente não tem pigmentação e pode ser róseo, avermelhado ou de cor semelhante à pele ao redor, o que dificulta a identificação. Justamente por isso, qualquer lesão nova que cresça, mude de aspecto ou provoque coceira, dor, sangramento ou descamação merece atenção, mesmo que não seja escura.


  1. A exposição solar inadequada é o principal fator de risco e o dano é cumulativo

A radiação ultravioleta (UVA e UVB) é a principal responsável pelo desenvolvimento do câncer de pele. As queimaduras solares na infância e adolescência aumentam o risco de tumores na vida adulta, pois o dano se acumula ao longo dos anos. Os raios UVA estão presentes do nascer ao pôr do sol e se relacionam ao envelhecimento da pele e ao desenvolvimento de alguns tipos de câncer; já os raios UVB são mais intensos entre 10h e 16h e causam vermelhidão, queimaduras e aumento importante do risco de tumor.


  1. Idade, tipo de pele, histórico familiar e profissão também influenciam o risco

A prevalência de câncer de pele não melanoma é maior em pessoas de pele clara, acima dos 40 ou 45 anos, que trabalharam por muitos anos ao ar livre sem proteção. No entanto, conforme alertam especialistas, a média de idade ao diagnóstico vem diminuindo, em parte por hábitos de exposição solar intensa e uso de bronzeamento artificial. Ter histórico familiar de melanoma, imunidade baixa ou síndromes genéticas específicas também aumenta o risco, exigindo vigilância redobrada.


  1. Todas as etnias podem ter câncer de pele, mas algumas regiões têm incidência maior

O câncer de pele pode acometer pessoas de todos os tons de pele, inclusive negras. Embora peles claras sejam mais vulneráveis aos danos da radiação ultravioleta, pessoas negras e orientais podem desenvolver tumores em áreas menos comuns, como plantas dos pés e palmas das mãos.

No Brasil, a região Sul concentra o maior número de casos de melanoma, em razão do predomínio de fototipos claros. No cenário internacional, países como Austrália e Nova Zelândia lideram as estatísticas da doença, o que reforça o impacto da combinação entre clima e características genéticas da população.


  1. Prevenção passa por filtro solar diário e barreiras físicas de proteção

Proteção solar não é só “assunto de praia”. O uso de filtro solar com fator de proteção (FPS) de, no mínimo, 30, reaplicado a cada duas horas ou após entrar na água e suar excessivamente, é recomendado sempre que se estiver ao ar livre, mesmo em dias nublados. Chapéus de abas largas, óculos escuros com proteção UV, roupas com tecido específico ou de trama mais fechada e permanecer em áreas sombreadas são medidas simples, mas decisivas para reduzir o risco de câncer de pele ao longo da vida.


  1. O tipo de barraca e a faixa de horário fazem diferença na proteção

Nem toda sombra protege da mesma forma. Barracas de praia feitas de algodão ou lona podem absorver até metade da radiação ultravioleta, oferecendo proteção mais confiável. Já barracas de nylon deixam cerca de 95% dos raios UV atravessarem o material. Por isso, mesmo na sombra, é indispensável usar filtro solar e evitar se expor nos horários de maior risco, entre 10h e 16h (ou 17h, em horário de verão), quando a radiação UVB é mais intensa.


  1. Bronzeamento artificial é comprovadamente cancerígeno e não é opção segura

Cabines de bronzeamento artificial utilizam lâmpadas que emitem radiação ultravioleta em níveis que podem ser ainda mais nocivos do que a exposição direta ao sol. No Brasil, essa prática é proibida para fins estéticos justamente pelo risco de câncer de pele. Mesmo assim, ainda persiste o mito de que um “bronzeado de base” seria protetor, o que não é verdadeiro: qualquer escurecimento da pele é sinal de dano celular. A recomendação das entidades médicas é clara: bronzeamento artificial não deve ser utilizado.


  1. O diagnóstico está cada vez mais preciso, graças a exames específicos

O primeiro passo costuma ser o exame clínico da pele, realizado por dermatologista ou cirurgião oncológico. Para aprofundar a avaliação, a dermatoscopia utiliza lentes de aumento e iluminação especial para analisar estruturas que não são visíveis a olho nu. Tecnologias como microscopia confocal in vivo e dermatoscopia digital permitem registrar imagens em alta resolução e acompanhar a evolução das lesões ao longo do tempo, contribuindo para decidir se é necessário remover a área suspeita.


  1. A confirmação do tipo de câncer depende sempre da análise em laboratório

O diagnóstico definitivo é feito por biópsia, com remoção parcial ou total da lesão e posterior exame anatomopatológico. Esse exame identifica se o tumor é melanoma ou não melanoma, qual o subtipo, a espessura e outras características que ajudam a definir o prognóstico e o tratamento. Em alguns casos, técnicas complementares, como estudo de mutações genéticas e análises de proteínas (proteômica), auxiliam no planejamento terapêutico e na escolha de medicamentos-alvo, especialmente nos melanomas mais avançados.


  1. Tratamento é, em geral, cirúrgico e funciona melhor quando o tumor é descoberto cedo

Na maioria dos casos de câncer de pele não melanoma, uma cirurgia relativamente simples, em consultório ou centro cirúrgico, é suficiente para remover a lesão com margens de segurança e obter altas taxas de cura. Em alguns quadros, podem ser utilizados tratamentos como terapia fotodinâmica, criocirurgia ou imunoterapia tópica. Já no melanoma, a abordagem é eminentemente cirúrgica: além da excisão da lesão, pode ser necessária a biópsia do linfonodo sentinela e, em situações selecionadas, a associação com imunoterapia, quimioterapia ou radioterapia.


Atenção permanente

O desafio do câncer de pele no Brasil exige atenção contínua, especialmente em um país tropical com altos índices de radiação solar durante todo o ano. Na avaliação de Wainstein, informação de qualidade e vigilância cutânea são elementos centrais para mudar esse cenário. “Além de ser um câncer potencialmente evitável, a boa notícia é que a maioria dos casos pode ser identificada em estágios iniciais, desde que haja atenção às mudanças na pele e o paciente mantenha acompanhamento regular com especialista”, reforça o cirurgião oncológico.

Conforme destaca o especialista, o tratamento costuma ser simples e altamente eficaz quando o diagnóstico é feito precocemente, sendo a cirurgia a principal abordagem terapêutica. Na maioria dos casos, a remoção completa da lesão é suficiente para garantir a cura e evitar procedimentos mais complexos. “O tratamento cirúrgico é rápido e seguro, mas, dependendo do tipo e da profundidade do tumor, outras abordagens podem ser recomendadas, como terapias tópicas, radioterapia ou imunoterapia. O mais importante é que o paciente seja avaliado precocemente para definir a melhor estratégia”, conclui Wainstein.

 

 

SAIBA MAIS

https://sbco.org.br/cancer-de-pele-tudo-que-voce-precisa-saber/
https://sbco.org.br/como-e-feito-o-diagnostico-do-cancer-de-pele/
https://sbco.org.br/saiba-mais-sobre-o-cancer-de-pele-nao-melanoma/
https://sbco.org.br/como-e-feito-o-diagnostico-de-melanoma/
https://sbco.org.br/o-que-e-melanoma-e-como-identificar-uma-lesao-suspeita/
https://sbco.org.br/cancer-pele-melanoma-maligno/
https://sbco.org.br/atualizacoes-cientificas/melanoma-responde-por-4-entre-10-mortes-alerta-sbco/

Sociedade Brasileira de Cirurgia Oncológica - SBCO

 

Shopping União promove campanha de doação de sangue

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As doações serão realizadas em parceria com a ONG Amor Se Doa e o H Hemo nos dias 10 e 11/12 

 

Nos dias 10 e 11 de dezembro, das 10h às 16h, o Shopping União de Osasco irá promover mais uma edição da campanha de doação de sangue, em parceria com a ONG Amor Se Doa e o H Hemo.

A ação acontece devido à baixa nos estoques de sangue, um cenário recorrente nesta época do ano devido ao aumento das demandas hospitalares e redução do número de doadores. A iniciativa reforça o compromisso do Shopping União e de seus parceiros em incentivar a solidariedade e facilitar o acesso à doação, contribuindo para salvar vidas e apoiar a rede de saúde.

As doações irão ocorrer no Piso Avenida (próximo ao Poupatempo) e para participar basta se inscrever por meio do site (sujeito a esgotamento, conforme a demanda de doadores):


Para a doação, os participantes deverão seguir às seguintes regras:

  • Portar documento oficial de identidade com foto;
  • Preferencialmente beber bastante água antes da doação e se alimentar bem, evitando apenas alimentos gordurosos nas três horas que antecedem o procedimento;
  • Pesar acima de 54 kg;
  • Não estar em jejum;
  • Ter entre 16 e 69 anos (menores de 18 precisam de autorização do responsável ou tutor legal);
  • Estar descansado;
  • Quem fez tatuagem, doar somente após 12 meses (em alguns casos 6 meses – consultar o projeto para mais informações);
  • Para recém-vacinados com CoronaVac, doar após 48 horas; para demais vacinas, doar somente após 7 dias.


Serviço

“Campanha de Doação de Sangue” – Shopping União de Osasco

Endereço: Avenida dos Autonomistas, 1.400 – Vila Yara, Osasco-SP, no Piso Avenida (próximo ao Poupatempo)

Quando: 10 e 11/12

Horário: 10h às 16h


Shopping União de Osasco
www.shoppinguniao.com.br


Voltar a praticar esportes após prótese bilateral de quadril é possível

Após uma artroplastia bilateral, Thomaz Abreu Neto voltou
 a praticar o que mais gosta: corridas de rua. Arquivo pessoal

Paciente que tinha fortes dores no quadril correu a maratona de Curitiba sete meses após prótese de quadril e está voltando ao duathlon: “cirurgia foi simples e recuperação rápida e tranquila”. 

 

Muitas pessoas convivem diariamente com dores no quadril, mas têm receio de operar. A história do programador de Controle Numérico Computadorizado (CNC) aposentado Thomaz Pereira Abreu Neto, 61 anos, é um exemplo de como os avanços da medicina têm devolvido qualidade de vida e a performance esportiva a pessoas que sofrem com artrose de quadril. 

Após anos de dor e limitação, Thomaz passou por duas cirurgias de prótese total de quadril, realizadas pelo ortopedista de Curitiba, Dr. Thiago Fuchs, especialista em quadril e joelho. E com pouco tempo de recuperação ele já estava novamente correndo maratonas. Agora planeja voltar ao triathlon, algo impensável para ele antes do tratamento.

 

Sintomas e tratamento

Thomaz conta que começou a sentir dores no quadril esquerdo quando ia trabalhar, ao sentar na moto, até que não conseguia mais subir em um ônibus, entrar no carro ou ir a pé ao mercado perto de casa. Sentia muita dor na virilha. Nessa época, ele praticava triathlon. Porém, foi parando com a atividade quando as dores foram piorando. Ao consultar o ortopedista a indicação foi clara: cirurgia para colocação de uma prótese, devido ao desgaste causado na articulação. 

Assim como a maioria dos pacientes, ele teve medo. E fez de tudo para evitar a cirurgia: fisioterapia, massagista, colágeno e uma infiltração na articulação, que aliviou a dor apenas temporariamente. Um ano após, a dor só aumentava, e ele tomou coragem para operar. Fez primeiro o lado esquerdo e passados mais alguns meses, recuperado da primeira cirurgia, ele operou o lado direito, que também estava com a articulação desgastada. 

Já sabendo que a cirurgia é muito tranquila, Thomaz operou o segundo lado no fim de abril deste ano. E desta vez, a recuperação foi muito mais rápida. Tanto que, poucos meses depois, já estava de volta às maratonas. Correu os 5Km da prova do Erastinho (Hospital Erasto Gaertner) em outubro, além dos 5 Km da Coxa Run e os 10 Km da Maratona de Curitiba, agora em novembro. 

“No final dessa última maratona eu chorei de emoção, porque eu consegui, sem dor nenhuma. O medo foi embora. Hoje eu tenho boa mobilidade, faço tudo. Me movimento normal, incluindo na academia, corrida, tudo. Se eu soubesse que a cirurgia e a recuperação seriam tão tranquilas, não tinha esperado tanto”, conta ele. 

“Os pacientes que deixam de correr ou de fazer esportes por causa da artrose devem saber que, com uma cirurgia bem feita e uma reabilitação adequada, é possível retornar aos esportes praticados anteriormente, inclusive os de alto impacto, sem dor”, explica o ortopedista Thiago Fuchs, que é reconhecido por realizar cirurgias em atletas amadores e profissionais.

 

Técnica minimamente invasiva

Thomaz passou por uma artroplastia total de quadril realizada com técnicas avançadas e minimamente invasivas, que preservam músculos e permitem reabilitação acelerada. Isso reflete o que há de mais moderno na ortopedia: abordagens precisas, menor trauma cirúrgico e fisioterapia ativa desde os primeiros dias. 

A artrose de quadril, ou osteoartrite coxofemoral, é uma das principais causas de limitação de movimento em adultos. No Brasil, estima-se que cerca de 10 milhões de pessoas convivam com algum grau da doença, segundo a Sociedade Brasileira de Quadril (SBQ). 

Quando o desgaste da cartilagem chega a estágios avançados, o atrito entre os ossos provoca dor intensa e limita funções simples, como andar, entrar em um carro ou subir escadas. Nesses casos, a prótese total de quadril é a solução mais eficaz e segura. 

A demanda por esse procedimento tem crescido: entre 2012 e 2021, foram realizadas mais de 251 mil artroplastias de quadril no país, segundo levantamento da Research, Society and Development Journal. Em 2024, as taxas chegaram a cerca de 28 cirurgias por 100 mil habitantes, um aumento significativo impulsionado pelos avanços nas técnicas cirúrgicas. 

“O objetivo das próteses de quadril não é apenas eliminar a dor, mas devolver ao paciente a liberdade de se movimentar, de voltar a fazer o que ama. E isso inclui o esporte”, destaca o Dr. Thiago.


 

Canetas emagrecedoras: nutri revela estratégias para blindar o resultado e não engordar de novo

Entenda por que só 'fechar a boca' não funciona e aprenda com um nutricionista funcional a estratégia para um emagrecimento definitivo e saudável
 

Virou febre. Nas rodas de amigos, no escritório, na academia. As canetas emagrecedoras chegaram com a promessa de um emagrecimento quase mágico. E, sejamos honestos, elas entregam. A fome some, os quilos caem e o jeans antigo volta a servir. A eficácia é tanta que até a OMS (Organização Mundial da Saúde) já emitiu diretrizes sobre o tema. 

Mas aqui vai o choque de realidade que ninguém conta: o remédio é uma ferramenta temporária. Se você não usar esse período para reprogramar seu corpo e sua mente, o reganho de peso não é uma possibilidade, é uma certeza. O alerta do nutricionista funcional e responsável técnico da Growth Supplements, Diogo Cirico, é direto: sem uma mudança de comportamento alimentar, você está apenas alugando um corpo mais magro. 

A obesidade é uma condição crônica. O remédio alivia o sintoma (o apetite voraz), mas não cura a causa. O verdadeiro jogo é jogado no prato e o objetivo não é apenas perder peso, é perder gordura e blindar sua saúde. “Pense bem: o que acontece quando você simplesmente para de comer? O remédio age direto no seu cérebro, desligando o interruptor da fome e, por vezes, até causando náuseas. O resultado? Uma queda brutal nas calorias. Parece ótimo, certo? Errado. Quando o déficit calórico é extremo, o corpo entra em modo de emergência. Ele não queima apenas a gordura estocada; ele começa a devorar a própria massa muscular para obter energia. Esse processo se chama catabolismo. É o erro fatal que faz muita gente terminar o tratamento mais flácida, fraca e com o metabolismo mais lento do que antes”, detalha.
 

Crie uma rotina

Não espere a fome (que não virá) para se alimentar. Programe ao menos três refeições ao dia, mesmo que pequenas. Esqueça a ideia de "pular o jantar", seu corpo precisa de nutrientes. “Monte seu prato com inteligência. Consuma frutas, legumes, verduras e proteína”, orienta Cirico.

Mas, se você estiver enjoado e só puder focar em uma coisa na sua dieta enquanto usa a caneta, foque na proteína. “Uma dieta baixa em calorias e pobre em proteínas é a fórmula do desastre muscular. É ela que fornece os aminoácidos, os "tijolos" que constroem e reparam seus músculos, impedindo que seu corpo os use como combustível”, explica o nutricionista. A recomendação é incluir uma fonte de proteína magra em todas as refeições. Peito de frango, peixes, ovos, cortes magros de carne (patinho, filé mignon suíno) são seus maiores aliados. Quando comer carne for difícil, suplementos como whey protein podem ser de grande ajuda para atingir sua meta. “Há ainda vegetais ricos em proteína, como feijão, lentilha, grão-de-bico e sementes”, completa.
 

Use a 'mágica' do remédio para criar o hábito

A real é que o remédio te dá uma vantagem única: ele silencia o desejo por besteiras e a fome emocional. “Essa pode ser uma janela de oportunidade perfeita para reeducar seu paladar. Usar essa fase apenas para comer menos é como ganhar na loteria e gastar tudo em um dia. Quando o efeito do medicamento passa, o comportamento antigo volta com tudo, e o efeito sanfona é quase certo”

O nutricionista orienta aproveitar a falta de fissura por doces e frituras para introduzir novos sabores. Descubra o prazer de uma salada crocante, de uma fruta suculenta, de um prato colorido. “O remédio não é a dieta, ele é a ferramenta que te ajuda a construir a dieta que você vai amar seguir para sempre”, pontua. 

Para garantir que seus músculos fiquem onde estão, a proteína precisa de uma parceira: a musculação. O treino de força sinaliza para o corpo que os músculos são importantes e, por isso, não podem ser queimados para garantir energia. “Aqui entra outra estratégia. Para treinar bem, você precisa de energia. Escolha os carboidratos de qualidade, especialmente antes de treinar. Batata-doce, mandioca, arroz integral, aveia são o combustível que vai te dar força para levantar peso”

No fim das contas, as canetas podem abrir a porta, mas é você quem precisa atravessá-la. O sucesso a longo prazo não está na seringa, mas sim no seu prato e nos novos hábitos. “Use a ciência a seu favor para construir uma versão mais forte e saudável de si mesmo, uma que perdure muito depois da última aplicação. No final, é tudo sobre mudança de hábitos”, conclui Cirico.


Férias seguras: cuidados simples podem evitar até 90% dos acidentes com crianças, diz médica do Hospital Sepaco

As férias escolares estão chegando. O período, marcado por mais tempo livre das crianças e mudanças na rotina familiar, exige atenção redobrada dos responsáveis. De acordo com a médica Talita Lodi Holtel, coordenadora da unidade de internação pediátrica e pronto socorro infantil do Hospital e Maternidade Sepaco, 90% dos acidentes que levam à morte de crianças e adolescentes, de 1 a 14 anos, podem ser evitados com medidas simples de prevenção.

Segundo a especialista, quedas, queimaduras, afogamentos, intoxicações e objetos engolidos continuam liderando as ocorrências entre crianças, especialmente entre bebês e menores de 12 anos. 

 “As quedas são sem dúvida o tipo de acidente mais comum. Mas também observamos muitos ferimentos causados por objetos cortantes, mordeduras de animais e ingestão acidental de produtos de limpeza ou medicamentos, que devem sempre ser mantidos fora do alcance. Se a criança ingerir algo acidentalmente e tiver uma intoxicação, não se deve provocar vômito, pois isso pode agravar queimaduras internas quando o produto é corrosivo", alerta Talita.”

Os números reforçam a gravidade dos acidentes envolvendo crianças. No Brasil,  os acidentes, incluindo os automobilísticos, são hoje a principal causa de morte entre 1 a 14 anos de idade, resultando em aproximadamente 13 óbitos diários e mais de 120 mil hospitalizações por ano, de acordo com o Ministério da Saúde. Apenas os acidentes domésticos foram responsáveis por 1.616 mortes de crianças de 0 a 14 anos entre 2020 e 2021 (792 em 2020 e 824 em 2021).

De acordo com a Sociedade Brasileira de Pediatria, um estudo realizado na cidade de São Paulo com 1.036 crianças reforça esse panorama: 54,1% dos acidentes registrados foram quedas, seguidas por ferimentos com objetos cortantes (13,1%) e mordidas de animais (9,8%).

 

Como prevenir acidentes em casa

A médica listou medidas simples que ajudam a reduzir os riscos dentro e fora de casa. 

  • Deve-se instalar telas e grades em janelas e escadas. Não se deve esquecer sequer as basculantes de banheiro, que, por serem altas, muitas vezes ficam desprotegidas. Recentemente, uma criança em São Paulo caiu acidentalmente após colocar uma mesa embaixo de uma basculante.
  • Na hora do banho, a criança deve estar acompanhada por conta do ambiente escorregadio.
  • Na cozinha, panelas devem estar sempre com os cabos virados para dentro/
  • Produtos de limpeza e remédios devem ser sempre armazenados em locais elevados e trancados.
  • Não se deve reaproveitar embalagens de refrigerante para guardar produtos diferentes, as crianças podem achar que se trata da bebida e ingerir.
  • Bebês não devem dormir em sofás ou camas sem proteção.
  • No caso de bebês e crianças pequenas, os objetos pequenos, que passam pelo interior de um rolo de papel higiênico, devem sempre ficar fora de alcance.
  • Não deixar baldes ou bacias com água dentro de casa, uma pequena quantidade de líquido pode levar ao afogamento. 

 

Cuidados fora de casa 

Nas férias, é comum que as crianças e adolescentes aproveitem o tempo fora de casa. Algumas medidas devem ser tomada para que a diversão não se transforme em aborrecimento. 

– Jamais deixe as crianças sozinhas em piscinas, que devem ter sempre portões e redes de proteção. Na hora de cuidar das crianças perto da água, fique atento. Qualquer descuido pode acarretar consequências graves. 

– Nada de deixar as crianças sem proteção solar. A  recomendação é utilizar filtros adequados à faixa etária, sempre com FPS acima de 30, e redobrar os cuidados em ambientes como praia e neve, onde a incidência de radiação é maior. Chapéus, roupas com proteção UV, protetor labial e óculos escuros completam a lista de precauções.

– Fique atento aos mosquitos. É fundamental o uso de repelentes apropriados para cada idade e atenção especial ao entardecer, quando as picadas são mais frequentes.

 

Na Estrada 

Além de todos esses cuidados, a pediatra lembra que, antes de botar o pé na estrada com as crianças, é preciso pensar em cuidados específicos. Para a médica do Sepaco, a vacinação deve ser a primeira medida a ser tomada assim que o destino for definido. Ela reforça também a importância da higiene durante deslocamentos, especialmente em locais onde a água pode não ser potável. 

“O ideal é consumir sempre água mineral lacrada e ter um antisséptico como álcool gel à mão. Em destinos mais inóspitos, o pediatra pode orientar o uso de hipoclorito ou permanganato para tornar a água segura para lavar alimentos e utensílios infantis”, explica.

A especialista orienta ainda que as famílias preparem um kit de medicamentos para a viagem, sempre com orientação do pediatra que acompanha a criança, e mantenham o uso de cadeirinhas e assentos adequados no transporte, independentemente da distância percorrida. 

Com todos esses cuidados, férias vão ser apenas sinônimo de diversão.

 

Hospital e Maternidade Sepaco


GSH Banco de Sangue de São Paulo reforça necessidade de doações neste fim de ano

 

 

Com a chegada das festas de fim de ano, período marcado por viagens, recessos e maior fluxo nas estradas, o GSH Banco de Sangue de São Paulo reforça um pedido urgente: para que a população coloque a doação de sangue como prioridade. 

A instituição lembra que, nessa época, os estoques de todos os tipos sanguíneos tendem a cair significativamente, enquanto a demanda por bolsas de sangue segue constante. A situação torna-se ainda mais crítica para os tipos O- e A-, atualmente em níveis muito baixos. 

O O- é essencial em emergências, quando não há tempo hábil para realizar testes de compatibilidade. Pode ser utilizado em qualquer paciente e é o tipo recomendado pelo Ministério da Saúde para transfusões em recém-nascidos de até 4 meses, o que torna sua disponibilidade fundamental. 

Já o A- é considerado raro, apenas cerca de 6% da população pertence a esse grupo sanguíneo. Por ser um tipo com compatibilidade restrita, sua reposição é essencial para atender demandas específicas. 

“Pacientes com anemia falciforme, em tratamento oncológico, vítimas de acidentes e aqueles que passarão por cirurgias dependem diretamente das doações de sangue para manter seus cuidados. Essas necessidades não diminuem no fim do ano e, por vezes, até aumentam devido ao maior número de acidentes”, destaca Janaína Ferreira, líder de captação do GSH Banco de Sangue. 

O GSH Banco de Sangue de São Paulo convida todos a se juntarem a esta corrente pela vida. As doações podem ser feitas diariamente – inclusive aos sábados, domingos feriados, das 7h às 18h, na Rua Tomás Carvalhal, 711, no bairro Paraíso.

 

Requisitos básicos para doação de sangue: 

  • Apresentar um documento oficial com foto (RG, CNH etc.) em bom estado de conservação;
  • Ter idade entre 16 e 69 anos desde que a primeira doação seja realizada até os 60 anos (menores de idade precisam de autorização e presença do responsável legal no momento da doação);
  • Estar em boas condições de saúde;
  • Pesar a partir de 50 kg;
  • Não ter feito uso de bebida alcoólica nas últimas 12 horas;
  • Após o almoço ou ingestão de alimentos gordurosos, aguardar 3 horas.
  • Não é necessário estar em jejum, evitar alimentos gordurosos
  • Se fez tatuagem e/ou piercing, aguardar 12 meses. Exceto para região genital e boca (12 meses após a retirada);
  • Se passou por endoscopia ou procedimento endoscópico, aguardar 6 meses;
  • Não ter tido Doença de Chagas e Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST);
  • Em caso de diabetes, deverá estar controlada e não fazer uso de insulina
  • Candidatos que apresentaram sintomas de gripe e/ou resfriado devem aguardar 7 dias após cessarem os sintomas e o uso das medicações;
  • Aguardar 48h para doar caso tenha tomado a vacina da gripe, desde que não esteja com nenhum sintoma.

Consulte a equipe do banco de sangue em casos de hipertensão, uso de medicamentos e cirurgias.

 

Serviço:

GSH Banco de Sangue de São Paulo

Endereço: Rua Tomas Carvalhal, 711 – Paraíso
Contatos.: (11) 99704-6527 (WhatsApp) e pelos telefones (11) 3373-2000 / 3373-2001
Atendimento: Diariamente, inclusive aos finais de semana, das 7h às 18h. Estacionamento gratuito no local.

 

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