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quinta-feira, 18 de setembro de 2025

Cerca de 45% dos médicos apresentam algum quadro de doença mental, aponta pesquisa da Afya

Freepik
Estudo mostra aumento de 13% em relação ao ano anterior e retorno ao patamar observado no período pós-pandemia; neste Setembro Amarelo, Afya lança campanha “Bora se Cuidar” para promover reflexão sobre saúde mental


Com rotinas de trabalho que podem ultrapassar 70 horas semanais e uma pressão constante pela excelência em toda jornada, médicos enfrentam condições que favorecem o esgotamento emocional. Nova pesquisa Qualidade de Vida do Médico, realizada pelo Research & Innovation Center da Afya, maior ecossistema de educação e tecnologia em medicina no Brasil, mostra que cerca de 45% desses profissionais apresentam algum quadro de doença mental. 

Para dar visibilidade a esse tema tão relevante e criar um espaço de acolhimento, neste Setembro Amarelo, a Afya lança a campanha “Bora se Cuidar”, que aposta na leveza para tratar da saúde mental e se propõe a ser um porto seguro não só para médicos, mas também para os estudantes, que enfrentam uma carga horária acima da média de outros cursos. 

A campanha conta com um vídeo protagonizado pelo influenciador médico Ricardo Kores, que traz a proposta “do riso à reflexão”. Além disso, há conteúdos de outros profissionais, podcasts e uma landing page exclusiva, que reúne diferentes formatos de apoio, como chat de ajuda, cartilha de autocuidado e calendário de eventos, permitindo que cada pessoa escolha o conteúdo que melhor se encaixa em seu momento. 

“A formação médica exige dedicação integral, o que, somado à cobrança por excelência e à dificuldade de reservar tempo para si, pode favorecer o esgotamento emocional. A Afya quer tornar essa jornada menos solitária e mais sustentável do ponto de vista emocional. O cuidado precisa começar ainda na base, durante a graduação, e se estender por toda a trajetória da Medicina”, destaca Stella Brant, vice-presidente de Marketing e Sustentabilidade da Afya.
 

Burnout, ansiedade e depressão

Em comparação com o ano anterior, o estudo Qualidade de Vida do Médico aponta um aumento de 13% no número de profissionais que relatam algum quadro de doença mental, um retorno ao patamar observado no período pós pandemia. 

O recorte de gênero também chama atenção: 51,8% das médicas foram diagnosticadas com algum transtorno em 2025, frente a 46,8% no ano anterior. “O aumento geral desses números pode estar relacionado à maior conscientização sobre saúde mental, que tem levado mais médicos a reconhecer sintomas, buscar apoio especializado e obter diagnósticos adequados”, explica o médico Eduardo Moura, que está à frente do Research & Innovation Center da Afya. 

O estudo também aponta que 1 a cada 2 médicos (58,2%) já vivenciaram algum grau de esgotamento relacionado ao trabalho, enquanto 4 em cada 10 convivem com um diagnóstico de transtorno de ansiedade. Apenas 24,7% dos respondentes afirmam nunca ter apresentado sintomas de ansiedade — o que significa que mais de 75% já vivenciaram algum grau de sofrimento ansioso ao longo da vida. 

A pesquisa também busca avaliar o número de diagnósticos de depressão entre médicos e médicas e se há tratamento e acompanhamento com um especialista. 

No caso específico da depressão, apenas 36,1% nunca apresentaram sintomas — ou seja, quase dois terços da amostra já vivenciaram, em algum grau, experiências depressivas. Além disso, 22,6% já foram diagnosticados em algum momento e atualmente não convivem com a condição. Hoje, 41,3% manifestam sintomas de depressão, sendo 25,7% diagnosticados formalmente com a condição. Ainda assim, parte desse grupo não realiza acompanhamento com especialista. 

Quanto ao diagnóstico de depressão, marque a alternativa que melhor se adequa ao seu estado atual:

Total

Feminino

Masculino

Nunca apresentei sintomas de depressão

36,1%

31,4%

42,6%

Já fui diagnosticado com depressão no passado, mas atualmente não tenho a doença

22,6%

24,6%

20,0%

Apresento sintomas de depressão, mas ainda não estou em acompanhamento com especialista

15,6%

15,7%

15,6%

Tenho um diagnóstico atual de depressão, trato e acompanho com especialista

22,3%

25,1%

18,2%

Tenho um diagnóstico atual de depressão, mas não trato

3,4%

3,2%

3,6%

As mulheres relatam a condição com mais frequência em todas as etapas do ciclo da doença. Elas são maioria tanto entre aquelas que têm diagnóstico atual e fazem acompanhamento (25,1%, contra 18,2% dos homens) quanto entre as que já foram diagnosticadas (24,6% contra 20%). 

“Os números mostram que o sofrimento emocional dos médicos não é pontual, é estrutural. Altos índices de ansiedade, burnout e depressão, somados às desigualdades de gênero, revelam a urgência de reposicionar o cuidado com quem cuida como prioridade estratégica. Isso exige políticas contínuas, integradas e sensíveis às realidades da profissão. Mais do que estatísticas, os dados escancaram urgências humanas que o país não pode mais ignorar”, afirma Moura.
 

Compromisso de longo prazo

O cuidado com a saúde mental de médicos e estudantes de medicina é uma causa da Afya. Em 2023, a empresa lançou, na sede da ONU, em Nova Iorque, este compromisso com o bem-estar de médicos e estudantes, durante o evento SDGs in Brazil, do Pacto Global da ONU. No ano seguinte, foi reconhecida com o Prêmio Nise da Silveira de Boas Práticas e Inclusão em Saúde Mental, concedido pela Câmara dos Deputados.

Em 2024, a campanha “Está tudo bem?” trouxe o debate sobre o estigma que impede médicos de procurar ajuda. Este ano, o objetivo é incluir também os estudantes na conversa, reforçando a importância de cuidar da saúde emocional desde a graduação.


Afya
www.afya.com.br
ir.afya.com.br


Vertex anuncia aprovação regulatória da ANVISA para TRIKAFTA® em crianças com fibrose cística a partir de 2 anos de idade

Mais de 400 crianças que vivem com fibrose cística no Brasil agora são elegíveis, pela primeira vez, a um medicamento que trata a causa subjacente da doença.

 

A Vertex Pharmaceuticals anuncia que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) aprovou o TRIKAFTA® (elexacaftor/tezacaftor/ivacaftor e

ivacaftor) para pacientes com 2-5 anos de idade e com mutação F508del. Esta aprovação significa que mais de 400 crianças[3] que vivem com fibrose cística (FC) e possuem pelo menos uma mutação F508del no gene regulador da condutância transmembrana da fibrose cística (CFTR) agora são elegíveis para receber o TRIKAFTA® que trata a causa subjacente de sua doença.

Atualmente, no Brasil mais de 2.000 pessoas acima de seis anos já são elegíveis ao tratamento e têm acesso a ele por meio do Sistema Único de Saúde (SUS). 

“Tratar a FC precocemente tem o potencial de desacelerar a progressão da doença, e essa aprovação traz uma nova esperança para famílias e crianças pequenas afetadas por essa condição”, afirmou Rodolfo Leão, diretor médico da Vertex Pharmaceuticals. “A expansão da indicação de TRIKAFTA® para incluir pacientes a partir de 2 anos de idade representa um marco significativo no nosso compromisso de oferecer medicamentos transformadores a todas as pessoas com fibrose cística.”

A Vertex trabalha na submissão da solicitação ao Comitê Nacional para a Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) para a incorporação do medicamentoTRIKAFTA® no SUS para crianças a partir de 2 anos de idade. A empresa segue dedicada a avançar na pesquisa sobre fibrose cística e a expandir o acesso a suas terapias para todos os pacientes elegíveis.


Sobre a Fibrose Cística

A fibrose cística (FC) é uma doença genética rara e de curso progressivo, que afeta mais de 109.000 pessoas, incluindo 94.000 pessoas na América do Norte, Europa e Austrália e mais de 4.000 pessoas no Brasil [3]. A FC é uma doença que compromete múltiplos órgãos, afetando os pulmões, fígado, pâncreas, trato gastrointestinal, seios nasais, glândulas sudoríparas e trato reprodutivo. A FC é causada por uma proteína CFTR defeituosa e/ou ausente devido a certas mutações no gene CFTR. As crianças devem herdar dois genes CFTR defeituosos — um de cada pai — para ter FC, e essas mutações podem ser identificadas por meio de um teste genético. Embora existam muitos tipos diferentes de mutações CFTR que podem causar a doença, a maioria das pessoas com FC possui pelo menos uma mutação F508del. As mutações CFTR levam à FC ao tornar a proteína CFTR defeituosa ou ao provocar uma deficiência ou ausência da proteína CFTR na superfície celular. A função defeituosa e/ou ausência de proteína CFTR resulta em um fluxo inadequado de sal e água para dentro e fora das células em diversos órgãos. Nos pulmões, isso leva ao acúmulo de muco anormalmente espesso e pegajoso, infecções pulmonares crônicas e danos progressivos nos pulmões, que eventualmente levam à morte de muitos pacientes.

Atualmente, os medicamentos da Vertex para FC estão sendo utilizados por mais de 75.000 pessoas em mais de 60 países nos seis continentes. Isso representa 2/3 das pessoas diagnosticadas com FC elegíveis para a terapia moduladora de CFTR.

 

Sobre o TRIKAFTA®

Em pessoas com certos tipos de mutações no gene CFTR, a proteína CFTR não é processada ou dobrada corretamente dentro da célula, o que pode impedir que a proteína CFTR alcance a superfície celular e funcione adequadamente. TRIKAFTA® (elexacaftor / tezacaftor / ivacaftor e ivacaftor) é um medicamento oral desenvolvido para aumentar a quantidade e a função da proteína CFTR na superfície celular. O elexacaftor e o tezacaftor trabalham juntos para aumentar a quantidade de proteína madura na superfície celular. O ivacaftor, conhecido como potenciador de CFTR, foi desenvolvido para facilitar a capacidade das proteínas CFTR de transportar sal e água através da membrana celular. As ações combinadas do elexacaftor, tezacaftor e ivacaftor ajudam a hidratar e limpar o muco das vias aéreas.

TRIKAFTA® (elexacaftor / tezacaftor / ivacaftor e ivacaftor) é um medicamento prescrito aprovado para o tratamento da fibrose cística (FC) no Brasil para pacientes com idade a partir de dois anos que possuem pelo menos uma cópia da mutação F508del no gene CFTR. TRIKAFTA® também é indicado para o tratamento da fibrose cística (FC) em pacientes com 6 anos de idade com uma mutação no gene CFTR que seja responsiva com base em dados clínicos e/ou in vitro. Os pacientes devem conversar com seu médico para saber se possuem uma mutação do gene CF indicada.

 

Sobre a Vertex

A Vertex é uma empresa global de biotecnologia que investe em inovação científica para criar medicamentos transformadores para pessoas com doenças e condições graves. A empresa possui terapias aprovadas para fibrose cística, doença falciforme, beta-talassemia dependente de transfusão e dor aguda, e continua a avançar em programas clínicos e de pesquisa nessas áreas. A Vertex também conta com um sólido pipeline clínico de terapias em investigação em diversas modalidades para outras doenças graves, nas quais possui profundo conhecimento da biologia humana causal, incluindo dor neuropática, doença renal mediada por APOL1, nefropatia por IgA, nefropatia membranosa primária, doença renal policística autossômica dominante, diabetes tipo 1 e distrofia miotônica tipo 1.

Fundada em 1989, a Vertex tem sua sede global em Boston e sede internacional em Londres. Além disso, a empresa possui centros de pesquisa e desenvolvimento e escritórios comerciais na América do Norte, Europa, Austrália, América Latina e Oriente Médio. A Vertex é consistentemente reconhecida como um dos melhores lugares para se trabalhar na indústria, incluindo 15 anos consecutivos na lista dos Melhores Empregadores da revista Science e como uma das 100 Melhores Empresas para Trabalhar da Fortune. Para atualizações da empresa e mais informações sobre a história de inovação da Vertex, visite www.vrtx.com ou siga a companhia no LinkedIn, Facebook, Instagram, YouTube e X.

 

 

Referências:

  1. GBEFC - Grupo Brasileiro de Estudos de Fibrose Cística. 2021. Registro Brasileiro de Fibrose Cística ano 2021 RELATÓRIO ANUAL DE 2021. Disponível em: link [acessado em março de 2024].
  2. Ghizzi Pedra et al., Conferência Anual SPOR 2022, área de Washington, DC e virtual, 15-18 de maio de 2022.

3.    GBEFC e nova análise sobre a Fibrose Cística no Brasil: rumo a um tratamento para todos, junho de 2025 - www.gbefc.org.br/ckfinder/userfiles/files/Caracterizacao_Genetica_FC_REBRAFC_Rev_jun25.pdf

 

Canetas emagrecedoras não dispensam dieta: Nutricionista explica riscos e estratégias para manter o peso

Alice Paiva alerta que o medicamento sozinho regula o apetite, mas hábitos alimentares continuam sendo essenciais para resultados saudáveis e duradouros


As canetas emagrecedoras ganharam popularidade como recurso rápido para perda de peso, mas especialistas reforçam que elas não são milagrosas. Segundo a nutricionista Alice Paiva, especializada em emagrecimento e reeducação alimentar, o medicamento atua na regulação do apetite e da saciedade, mas não ensina o corpo a lidar com escolhas alimentares adequadas, tornando essencial a manutenção de uma alimentação equilibrada para preservar massa magra, melhorar o metabolismo e prevenir o efeito sanfona. 

Alice explica que o consumo adequado de proteínas por refeição ajuda a manter a saciedade por mais tempo, potencializando o efeito da caneta. Ela alerta que usar a medicação sem acompanhamento nutricional pode gerar perda desequilibrada de peso, com redução de massa muscular, queda do metabolismo, fraqueza e deficiências nutricionais. “Apenas 20 a 25 g de proteína por refeição já podem reduzir significativamente a perda de músculo durante o emagrecimento”, completa. 

Para a manutenção do peso, Alice reforça que os hábitos adquiridos durante o processo são decisivos. “Incluir fibras solúveis, como aveia e legumes, ajuda a controlar a glicemia e aumenta a saciedade, elementos que contribuem para manter os resultados a longo prazo”, explica. 

A nutricionista destaca que o maior erro de quem acredita que a caneta é milagrosa é encarar o medicamento como atalho, sem mudar o estilo de vida. “Comer devagar e mastigar bem aumenta a liberação de hormônios da saciedade, efeito que o remédio sozinho não consegue substituir”, afirma. 

Entre os riscos de emagrecer apenas com a medicação estão deficiências nutricionais, perda de massa muscular, flacidez, alterações intestinais, queda de cabelo e baixa energia. “A falta de micronutrientes como magnésio e zinco pode reduzir a força muscular e prejudicar o metabolismo energético. O consumo de legumes coloridos garante antioxidantes que ajudam a reduzir inflamação, muitas vezes elevada em quem emagrece rápido com medicamentos”, complementa. 

Alice observa diferenças no comportamento de quem chega ao consultório já utilizando a caneta. Muitos estão frustrados porque emagreceram, mas perderam energia ou não conseguiram sustentar o resultado. Estudos mostram que o suporte psicológico combinado com nutrição aumenta a adesão e a percepção de saciedade, potencializando a eficácia do medicamento. 

O medicamento aliado à dieta é mais indicado para pessoas com obesidade, resistência insulínica, compulsão alimentar e histórico de tentativas frustradas de emagrecimento. Nesses casos, alimentos ricos em proteínas e baixo índice glicêmico ajudam a controlar a compulsão e estabilizam a glicemia, complementando a ação da caneta. 

Alice reforça que a parceria entre médico e nutricionista é essencial. “O médico avalia a indicação e acompanha a resposta clínica. O nutricionista ajusta a alimentação, previne deficiências, preserva massa magra e trabalha a reeducação alimentar. Uma abordagem multidisciplinar pode reduzir até 50% o risco de recuperação de peso”, conclui. 

Para a nutricionista, a caneta deve ser encarada como uma ferramenta temporária, nunca como solução definitiva. “O atalho pode até funcionar no começo, mas o peso perdido volta se não houver mudança real de hábitos. Pequenas mudanças diárias, como trocar refrigerante por água com gás e frutas, fazem mais diferença no longo prazo do que dietas extremas temporárias”, finaliza.
 

Alice Paiva - nutricionista esportiva especializada em emagrecimento e reeducação alimentar. Com vasta experiência no desenvolvimento de estratégias nutricionais personalizadas, Alice se destaca pela abordagem prática e eficaz, que permite a seus pacientes alcançarem seus objetivos de forma saudável e sustentável. Reconhecida pelo trabalho focado na educação alimentar, Alice incentiva escolhas inteligentes e substituições nutricionais que favorecem o equilíbrio e a qualidade de vida, sempre valorizando o sabor e o prazer à mesa.



É normal sentir tristeza após o parto?

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 Especialista do CEJAM explica diferenças entre a depressão pós-parto e o baby blues e reforça a importância do diagnóstico precoce para proteger mãe e bebê 

 

 O nascimento de um bebê costuma ser cercado de expectativas positivas, mas, para muitas mães, a experiência é atravessada por sentimentos de ​​medo e desesperança. Segundo dados da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), essa é a realidade de cerca de 25% das mulheres brasileiras nos primeiros 18 meses após o parto. ​​​ 

Trata-se da depressão pós-parto, um transtorno que pode surgir semanas ou até meses depois, com impacto direto na saúde física e mental da mãe, no desenvolvimento da criança e no equilíbrio de toda a família.

O puerpério é um período de intensas transformações hormonais, sobrecarga física e exigências emocionais. ​​O ​​ideal​​ ​​ social de que a maternidade seja vivida unicamente com alegria pode agravar o sofrimento, ao gerar culpa e isolamento nas mulheres que não se reconhecem ness​​e​​ contexto. “A depressão pós-parto não é uma fraqueza ou falta de amor pelo bebê. É uma condição clínica que precisa ser diagnosticada e tratada, assim como qualquer outro problema de saúde”, afirma Dr. Newton Silva, ginecologista da UBS Vera Cruz, gerenciada pelo CEJAM- Centro de Estudos e Pesquisa “Dr. João Amorim”, em parceria com a Secretaria Municipal d​​a​​ Saúde de São Paulo (SMS-SP).

O quadro se caracteriza por tristeza persistente, perda de interesse em atividades antes prazerosas, irritabilidade, choro frequente e fadiga extrema. Podem ocorrer também sintomas físicos, como dores musculares, cefaleia, alterações no apetite e insônia. Nos casos mais graves, há risco de automutilação ou pensamentos de ferir o bebê. “Os sinais de alerta aparecem quando sentimentos de ansiedade e desespero passam a interferir na rotina e no cuidado com a criança, e quando a mãe começa a duvidar de suas habilidades maternas. Esse é o momento de procurar ajuda médica imediatamente”, reforça o especialista.

Fatores como a falta de apoio familiar e social, histórico prévio de transtornos mentais, gravidez não planejada e estresse intenso aumentam as chances de desenvolvimento da condição.


Depressão pós-parto ou baby blues? 

Segundo o ginecologista, é comum que, nos primeiros dias após o parto, a mulher apresente instabilidade emocional, choro fácil e sensibilidade aumentada, reações conhecidas como baby blues. “É uma disforia passageira, marcada por mal-estar e ansiedade. Surge, geralmente, entre o segundo e o terceiro dia após o parto e desaparece espontaneamente em até duas semanas. Apesar do desconforto, não compromete de forma significativa a funcionalidade da mãe”, ​​pontua.​​​​

Já a depressão pós-parto é mais duradoura e incapacitante, exigindo intervenção profissional. Enquanto o baby blues está diretamente ligado a ajustes hormonais e à adaptação à nova rotina, a depressão envolve um conjunto mais complexo de fatores biológicos, psicológicos e sociais. “O isolamento da puérpera, a tristeza persistente, a falta de motivação e a dificuldade em estabelecer vínculo com o bebê não são comuns no baby blues e merecem atenção redobrada de familiares e amigos”, orienta o médico.


Tratamento  

No baby blues, a principal abordagem é o acolhimento e o suporte emocional. O quadro tende a se resolver espontaneamente, mas contar com rede de apoio, descanso adequado e compreensão do parceiro e familiares é fundamental. Grupos de puérperas, rodas de conversa em Unidades Básicas de Saúde e o acompanhamento pelo enfermeiro ou médico durante o puerpério ajudam a reduzir a intensidade dos sintomas e ​​prevenir​​ agravamentos.

Já a depressão pós-parto requer intervenção profissional. Segundo Dr. Newton, a combinação de psicoterapia e tratamento medicamentoso costuma ser a mais eficaz. “A escolha de antidepressivos seguros, com baixa passagem para o leite materno, permite que a mãe mantenha a amamentação. O acompanhamento psicológico ajuda a reorganizar a rotina, reduzir a ansiedade e resgatar o prazer nas atividades diárias”.

Pesquisas indicam que abordagens integrativas, como atividade física orientada, técnicas de respiração, mindfulness e suporte de grupos terapêuticos, podem potencializar os resultados, sempre sob supervisão de profissionais de saúde. Em casos graves ou de risco para a mãe e o bebê, pode ser necessário encaminhamento para atendimento especializado em saúde mental, como os Centros de Atenção Psicossocial (CAPS).

“O ponto mais importante é não normalizar a tristeza persistente no pós-parto. Quanto mais cedo a intervenção, mais rápido e completo tende a ser o processo de recuperação”,​​ reforça Dr. Newton.


Linha de Cuidados Materno-Infantil no SUS 

A Linha de Cuidados Materno-Infantil, oferecid​​a​​​ pelo SUS, integra ações desde o pré-natal até o puerpério, com protocolos específicos para identificar e acompanhar casos de depressão pós-parto. Segundo Edcley Soncin, gerente da UBS Horizonte Azul, gerenciada pelo CEJAM em parceria com a ​​SMS-SP​​, e responsável regional pela Linha de Cuidados Materno-Infantil, o objetivo é oferecer atenção integral e humanizada, com foco tanto na saúde física quanto mental da mãe. “As equipes das UBS e da Estratégia Saúde da Família são treinadas para observar sinais de sofrimento psíquico e encaminhar as mulheres para atendimento especializado, quando necessário. Esse cuidado pode incluir psicólogos, psiquiatras e outros profissionais da rede”, explica.

Durante o pré-natal, gestantes recebem orientações sobre mudanças emocionais e passam por triagens para detectar ansiedade ou tristeza intensa, acompanhamento que continua no pós-parto, inclusive em visitas domiciliares. “A articulação entre médicos, enfermeiros, psicólogos, agentes comunitários e assistentes sociais garante um cuidado multidisciplinar. Nosso compromisso é que todas as mulheres tenham acesso a um cuidado digno e contínuo”, reforça Soncin.

 

CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim” 
@cejamoficial


Cirurgiã vascular cita 8 mitos e verdades sobre varizes

 A associação do problema apenas à estética ainda adia o início do tratamento, alerta especialista

 

De acordo com a Sociedade Brasileira de Angiologia e de Cirurgia Vascular do Rio de Janeiro (SBACV-RJ), 47,6% da população adulta no Brasil apresenta algum grau de insuficiência venosa crônica, condição que pode evoluir para trombose ou úlceras de difícil cicatrização se não for tratada precocemente. Apesar da alta incidência, a percepção de que varizes são apenas um incômodo estético ainda afasta milhares de pessoas do consultório médico.

A cirurgiã vascular Dra. Camila Kill, mestre em cirurgia pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo e CEO da Vascularte, afirma que a desinformação é uma das principais barreiras para o cuidado. “Muitos pacientes chegam assustados, porque acreditam que o tratamento envolve cortes, anestesia geral e internação. Quando entendem que existem métodos como o endolaser, feitos em consultório, sem cicatrizes e com alta no mesmo dia, a postura muda completamente”, explica.

Segundo a especialista, o endolaser consiste na introdução de uma fibra óptica na veia safena, guiada por ultrassom, para aplicar energia térmica que fecha o vaso doente. O procedimento dura em média 30 minutos, é realizado com anestesia local e permite ao paciente caminhar logo após a aplicação. “A tecnologia trouxe mais segurança, menos dor e uma recuperação rápida, o que aumenta a adesão ao tratamento e evita complicações futuras”.

O receio ainda leva muitos pacientes a adiar a consulta, mesmo diante de sintomas como dor, inchaço, câimbras e peso nas pernas, que podem surgir antes das veias ficarem aparentes. “A maioria dos atendimentos envolve mulheres acima dos 35 anos, mas cresce a busca de homens após os 50. Esperar pelas alterações externas é um erro. O diagnóstico precoce por ecodoppler permite indicar soluções menos invasivas e mais eficazes”, afirma a médica. 

A especialista citou  os principais mitos e verdades sobre o tema:

“Varizes são apenas estéticas” – Mito

Apesar da aparência visível, as varizes estão ligadas à insuficiência venosa crônica, que pode evoluir para úlceras de difícil cicatrização.

“Só pessoas idosas têm varizes” – Mito

A condição pode surgir ainda na juventude, especialmente em quem tem histórico familiar, sedentarismo ou faz uso de anticoncepcionais.

“Se não sinto dor, não preciso me preocupar” – Mito

A doença pode se desenvolver de forma silenciosa. Sinais como inchaço, câimbras, queimação ou coloração diferente na pele já são indícios de comprometimento vascular.

“O tratamento exige cortes e internação” – Mito

Técnicas como o endolaser substituem a cirurgia tradicional: são realizadas em consultório, com anestesia local, sem cicatrizes e permitem alta no mesmo dia.

“Varizes podem evoluir para doenças graves” – Verdade

Sem acompanhamento, a insuficiência venosa pode levar a trombose, flebites e úlceras que comprometem a qualidade de vida.

“O diagnóstico precoce facilita o tratamento” – Verdade

O exame de ecodoppler identifica alterações antes que as veias fiquem aparentes, possibilitando procedimentos menos invasivos e mais eficazes.

“Existem opções modernas e seguras” – Verdade

O avanço das técnicas minimamente invasivas aumentou a adesão ao tratamento. O endolaser é um exemplo de procedimento rápido, eficaz e com recuperação imediata.

“O acompanhamento médico deve ser contínuo” – Verdade

Como a insuficiência venosa é crônica, a prevenção inclui hábitos saudáveis, hidratação, atividade física e uso de meias de compressão, mesmo após o procedimento.  



Dra. Camila Kill - médica cirurgiã vascular que, desde o início da carreira, dedica-se exclusivamente ao cuidado de pacientes com varizes. É mestre em cirurgia pela Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo. É CEO e fundadora da Lumivie Clinique, clínica especializada em cirurgia plástica e estética localizada em Pelotas (RS), e também da franquia Vascularte, voltada para tratamentos de varizes 100% ambulatoriais e sem cirurgia, com três unidades em funcionamento no Brasil e expansão prevista para 2025. Além disso, é mentora da LMV Club, mentoria voltada para médicos empresários que desejam potencializar suas unidades por meio do desenvolvimento da liderança, gestão e vendas.
Para mais informações, visite o Instagram.


Vascularte
Instagram.


Gaming for Cause: La Roche-Posay e Tyler Ninja promovem maratona global pela prevenção do câncer de pele

Com transmissão de 24h no Twitch, o evento beneficente reunirá gamers e especialistas em uma ação inédita de conscientização sobre o diagnóstico precoce da doença


A La Roche-Posay tem o orgulho de anunciar Tyler "Ninja" Blevins como parceiro na causa da conscientização sobre o câncer de pele. No dia 19 de setembro o gamer, que descobriu e tratou duas vezes um melanoma, irá comandar o Gaming for Cause, uma transmissão global de 24 horas diretamente do seu canal oficial no Twitch. A ação reunirá outros grandes gamers, influenciadores e profissionais da saúde a fim de arrecadar fundos para a realização de exames gratuitos de pintas em comunidades ao redor do mundo.

Jogando títulos populares como Fortnite, os participantes irão educar o público sobre a prevenção, o diagnóstico precoce do câncer de pele e a importância dos exames regulares, com retransmissões também nos principais streamers e conteúdos complementares no YouTube. O público poderá interagir em tempo real e as doações serão feitas de forma transparente, com QR codes disponíveis durante as transmissões. 

Com o aumento das taxas de câncer de pele em todo o mundo — especialmente do melanoma —, a La Roche-Posay reforça a urgência de ampliar as mensagens de prevenção e detecção para diferentes públicos. Ao se conectar ao universo gamer, a marca busca engajar especialmente a Geração Z e os homens, que ainda demonstram menor adesão a hábitos de proteção solar. Pesquisas revelam que apenas 18% dos homens usam protetor solar regularmente no rosto, contra 42% das mulheres. É importante destacar que o melanoma, quando diagnosticado e tratado precocemente, tem altas chances de cura, sobretudo entre os mais jovens. 

O Gaming for Cause surge como um passo natural na trajetória da marca, que há anos atua ativamente na prevenção e detecção do câncer de pele por meio de iniciativas como o programa Save Your Skin. A ação abraça novas plataformas e vozes para ampliar uma mensagem vital: a educação sobre os riscos da exposição solar e a importância dos exames regulares de pintas como medida que salva vidas.


Ninja: Um campeão da causa
 

Tyler “Ninja” Blevins é mais que um ícone dos games, é um fenômeno global. Com 74 milhões de seguidores engajados em diversas plataformas digitais, ele transcendeu a indústria do jogo e se tornou um porta-voz inclusivo, que conecta audiências no mundo todo e mobiliza diferentes gerações. Mas é sua jornada pessoal como sobrevivente de melanoma por duas vezes que torna essa parceria profundamente significativa.

A experiência real com o câncer de pele traz autenticidade e urgência ao Gaming for Cause, permitindo uma conexão única com o público sobre a importância da saúde da pele. “Estou muito animado em me unir à La Roche-Posay no Gaming for Cause. Minha luta pessoal contra o melanoma me mostrou como a detecção precoce é vital. Este evento não é apenas sobre jogar, é sobre salvar vidas ao conscientizar sobre a saúde da pele de uma forma que ressoe com gamers no mundo todo. Vamos jogar por um propósito!”, afirma Blevins.

 

Doação que gera um impacto real

O Gaming for Cause garante um caminho direto para cada doação. Os fundos arrecadados serão destinados à Union for International Cancer Control (UICC), que fará a distribuição para ONGs locais em diversos países, financiando exames gratuitos de pintas nas comunidades que mais precisam. No Brasil, todas as doações serão direcionadas especificamente para a ONG SAS Brasil, que já atua como parceira da La Roche-Posay, focada na prevenção, conscientização e no diagnóstico do câncer de pele desde 2021 e com mais de 50 mil atendimentos no histórico.

“Temos muito orgulho de lançar o ‘Gaming for Cause’ e unir o poder dos games à nossa expertise dermatológica. Este evento representa um passo ousado em nossa missão ‘Save Your Skin’, permitindo que alcancemos e eduquemos milhões de pessoas sobre prevenção e detecção do câncer de pele. Ao lado do Ninja e da UICC, estamos confiantes de que podemos gerar um impacto profundo e duradouro na saúde da pele em escala global’’, afirma Alexandra Reni-Catherine, Diretora-Geral Global da La Roche-Posay.

“Estamos muito felizes em unir forças com a La Roche-Posay e o Ninja no ‘Gaming for Cause’. Essa colaboração inovadora nos permite alcançar novos públicos com mensagens críticas sobre prevenção e diagnóstico precoce do câncer de pele. Os fundos arrecadados apoiarão diretamente nossa rede de organizações locais para oferecer exames de pintas que salvam vidas em comunidades ao redor do mundo, gerando uma diferença real na luta contra o câncer’’, complementa Cary Adams, CEO da Union for International Cancer Control (UICC).

Para mais informações e para apoiar o Gaming for Cause 2025, acesse:
www.gamingforcause.laroche-posay.com

 

SOBRE A LA ROCHE-POSAY
Em 2025, a La Roche-Posay celebra 50 anos de soluções dermatológicas que transformam vidas. Criada por um farmacêutico em 1975, a marca está presente em mais de 60 países e é recomendada por mais de 100 mil dermatologistas no mundo. Oferece uma linha única de cuidados diários desenvolvidos para todos os tipos de pele — de recém-nascidos a pacientes oncológicos —, desde proteção solar até produtos para reparação de peles fragilizadas. Com fórmulas de alta tolerância, mínimo de ingredientes e eficácia rigorosamente testada, a marca é parceira da comunidade médica na evolução do cuidado dermatológico. Comprometida com a saúde da pele e com o meio ambiente, fabrica seus produtos em unidades movidas 100% por energia renovável e investe continuamente em iniciativas como embalagens sustentáveis. Saiba mais em www.laroche-posay.com e acompanhe no Instagram, TikTok, YouTube e Facebook.


SOBRE NINJA (TYLER BLEVINS)
Tyler “Ninja” Blevins é um dos maiores nomes do entretenimento e dos games no mundo. Com mais de 74 milhões de fãs em plataformas digitais, tornou-se um fenômeno cultural em 2018, ao jogar Fortnite no Twitch ao lado dos rappers Drake e Travis Scott, além do jogador da NFL Juju Smith-Schuster. Desde então, acumulou feitos inéditos no universo gamer e de criadores de conteúdo: foi pioneiro na transmissão simultânea em tempo integral no Twitch e YouTube; primeiro gamer a ter uma skin oficial no Fortnite; Chief Innovation Officer da GSQ; investidor na TMRW Sports’ TGL; Nutcase, entre outros. Já foi listado entre as 100 pessoas mais influentes da TIME (2019) e é patrocinador do Ninja Esports Lounge no Boys & Girls Club de Auburn Hills, Michigan. Com sua base global massiva, Ninja continua a ser uma figura pioneira no entretenimento e nos games.

 

SOBRE A UNION FOR INTERNATIONAL CANCER CONTROL (UICC) 

A Union for International Cancer Control (UICC) é a maior e mais antiga organização internacional de combate ao câncer. Fundada em 1933, reúne mais de 1.100 instituições associadas em 170 países e territórios. Sua missão é unir e apoiar a comunidade global na redução do impacto do câncer, promovendo mais equidade e garantindo que o controle da doença permaneça como prioridade nas agendas globais de saúde e desenvolvimento.

 

5 hábitos para ajudar a combater a depressão


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No mês de Setembro Amarelo, psicanalista dá dicas de pequenas mudanças na rotina que beneficiam o cérebro


O Setembro Amarelo chama a atenção para a necessidade de falar sobre saúde mental e a valorização da vida. Mais do que isso, é um convite para olhar para dentro de si e perceber quando a mente dá sinais de sobrecarga e reconhecer a hora de buscar ajuda. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão já é considerada uma das principais causas de incapacidade no mundo e, no Brasil, estima-se que mais de 10% da população sofra com o transtorno. Para a psicanalista e especialista em comportamento humano, Gisele Hedler, adotar algumas mudanças no estilo de vida podem ser fundamentais para combater a depressão e a ansiedade. 

“O nosso cérebro ama rotinas, e os hábitos são rotinas automáticas que ajudam a nossa mente a não gastar energia que desenvolvemos ao longo do tempo, muitas vezes sem perceber. Essas ações repetitivas têm um impacto profundo em nossas vidas, moldando nossa produtividade, saúde, sucesso e felicidade.”, explica Gisele, que comenta cinco pequenos hábitos para implementar na rotina e ter mais qualidade de vida. Confira.

 

1. Comece o dia agradecendo

Assim que acordar, respire profundamente 5 vezes e agradeça por mais um dia de vida. A prática diária da gratidão, reconhecendo as coisas boas da vida, nos ajuda a manter uma perspectiva positiva, segundo a especialista.

 

2. Se exponha a luz do sol e se exercite

Ao levantar, se exponha à luz solar e faça alongamentos, evitando ao máximo o uso de telas. Hedler explica que a luminosidade do sol ajuda o organismo a regular o seu horário biológico e os exercícios físicos, por sua vez, auxiliam estimulando o cérebro a produzir alguns hormônios responsáveis pelo bem-estar. “Se você não tiver acesso a área externa, abra a janela e olhe para o céu. Esse hábito ajudará você a ter mais energia, pois a rotina em contato com a claridade vai descarregar cortisol que você precisa para começar o dia”, comenta.

 

3. Abrace seus familiares

Abrace com mais frequência e mais intensidade as pessoas que moram com você, seja o companheiro, os filhos e até mesmo os pets. Os abraços demonstram apreço, cultivam a paciência e estimulam a liberação de dopamina e serotonina, hormônios responsáveis pelo prazer e bem-estar, respectivamente.

 

4. Se desconecte digitalmente por um momento

Reserve momentos do dia para desconectar-se digitalmente, seja desligando o celular, silenciando as notificações ou até mesmo colocando no modo avião. Isso pode promover um equilíbrio saudável entre o mundo online e offline.

 

5. Tenha um hobbie

Cultive o hábito de ter hobbies, seja leitura de livros, andar de bicicleta, cuidar de plantas ou até mesmo cozinhar. Isso expandirá sua mente e perspectivas, além de ser um exercício para o cérebro.

Para Gisele Hedler, o Setembro Amarelo deve ser visto não apenas como um mês de conscientização, mas como um chamado para a prática diária do cuidado emocional. “Saúde mental não é luxo, é necessidade. Assim como cuidamos do corpo, precisamos cuidar da mente, e isso inclui hábitos saudáveis, conexões humanas e a busca por ajuda quando necessário”, reforça.

  

Gisele Hedler - empresária e uma entusiasta em Nutrição Funcional. Além da psicanálise, Gisele é especialista em saúde emocional, física e espiritual e está à frente da Faculdade de Saúde Avançada, que conta com mais de 30 mil alunos pelo mundo. A instituição se destaca por desenvolver e acompanhar profissionais de saúde com formações em Nutrição Funcional. Além disso, ela conta com um colágeno de desenvolvimento próprio com uma fórmula premium que oferece saúde em estética.

 

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