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quinta-feira, 20 de março de 2025

Destinos da Europa e Ásia Ampliam Cobrança de Taxa do Turista para Conter Excesso de Viajantes

Especialista em viagens corporativas analisa impactos da medida e como empresas podem se preparar para novas cobranças

 

A cada ano, destinos turísticos ao redor do mundo enfrentam um aumento significativo no número de visitantes, o que gera impactos sociais, econômicos e ambientais. Em resposta ao fenômeno do overtourism (turismo excessivo), diversas cidades e países da Europa e Ásia vêm adotando a cobrança de taxas específicas para turistas, como forma de controlar o fluxo de visitantes e financiar a infraestrutura local.

O modelo já está em vigor em destinos como Veneza, Barcelona, Berlim, Amsterdã, Butão e Japão, e as tarifas variam de alguns euros por dia até cifras mais elevadas, como no caso do Butão, onde turistas devem pagar US$ 200 por dia para visitar o país.

Segundo especialistas, embora a intenção seja tornar o turismo mais sustentável e minimizar impactos, as taxas ainda não se mostraram um fator determinante para a redução do volume de visitantes. Em Barcelona, por exemplo, mesmo com a taxa de hospedagem chegando a 7,50 euros por dia, o turismo segue em alta, e a cidade arrecada cerca de 100 milhões de euros por ano apenas com essa cobrança.

"A tendência global de taxação do turismo é um reflexo da necessidade dos destinos de equilibrar o desenvolvimento econômico com a preservação de sua infraestrutura e qualidade de vida para os moradores. Empresas que enviam colaboradores para viagens internacionais precisam estar atentas a esses custos extras, pois eles impactam diretamente o orçamento corporativo", explica Wilson Silva, diretor de marketing e tecnologia da R3 Viagens.


Como a Taxa do Turista Afeta Empresas e Viajantes Corporativos

Para turistas convencionais, as taxas podem representar um pequeno acréscimo no custo da viagem, mas para empresas que realizam viagens internacionais frequentes, esse impacto pode ser mais significativo. No caso de viagens corporativas, onde equipes participam de feiras, eventos ou reuniões em destinos estratégicos, esses custos adicionais devem ser considerados no planejamento orçamentário.

"As empresas precisam estar cientes dessas cobranças para evitar surpresas e garantir uma gestão eficiente dos custos de deslocamento. No caso de eventos corporativos, por exemplo, a escolha do destino passa a exigir uma análise mais detalhada, considerando não apenas passagens e hospedagem, mas também taxas adicionais", alerta Wilson.


Principais Destinos que Cobram Taxas de Turismo

Diversas cidades já aplicam a taxa do turista, e algumas estão ampliando sua cobrança. Entre os principais exemplos estão:

  • Butão: Taxa de US$ 200 por dia para cada visitante.
  • Veneza: Cobrança de 5 a 10 euros para turistas que visitam a cidade sem pernoitar.
  • Barcelona: Taxa de hospedagem de até 7,50 euros por dia.
  • Maiorca: Cobrança de até 6 euros por dia na alta temporada.
  • Berlim: Taxa de 7,5% sobre o valor da hospedagem.
  • Amsterdã: Imposto de 12,5% sobre o valor da diária.

A arrecadação dessas taxas é, em teoria, destinada à manutenção da infraestrutura turística, preservação ambiental e desenvolvimento de projetos sustentáveis. No entanto, especialistas alertam para a necessidade de transparência no uso desses fundos.

"Muitos viajantes aceitam pagar a taxa quando percebem que o valor é revertido para a conservação da cidade ou para a melhoria da experiência turística. No entanto, em alguns lugares, o destino da arrecadação ainda não está bem definido, o que gera dúvidas e críticas", destaca Wilson.


Tendências para o Futuro: Mais Taxas Virão?

Com o crescimento contínuo do turismo global, a previsão é que mais destinos adotem medidas semelhantes nos próximos anos. Em 2024, o Japão iniciou discussões para implementar uma taxa turística adicional em cidades como Quioto, onde a superlotação se tornou um problema recorrente.

Além disso, alguns governos estudam medidas mais restritivas, como limites diários de visitantes e proibições de entrada em áreas protegidas, a fim de minimizar o impacto ambiental.

"Empresas que organizam viagens corporativas ou eventos internacionais devem ficar atentas às mudanças na regulamentação de cada destino. A escolha do local para um congresso ou convenção precisa levar em conta não apenas a logística e a infraestrutura, mas também a viabilidade financeira diante dessas novas taxas", ressalta Silva.


Como Empresas Podem Reduzir o Impacto das Taxas Turísticas?

Diante desse cenário, empresas que realizam viagens internacionais com frequência podem adotar algumas estratégias para minimizar os impactos das novas taxas turísticas. Entre elas:

  • Planejamento antecipado: Conhecer as taxas cobradas nos destinos e incluí-las no orçamento da viagem.
  • Escolha estratégica de destinos: Optar por cidades com menor carga tributária sobre o turismo.
  • Gestão eficiente de viagens corporativas: Contar com o suporte de uma agência especializada que possa auxiliar na otimização de custos e na escolha dos melhores roteiros.


R3 Viagens


Por que investir na capacitação prática no turismo é essencial para o sucesso em 2025?

Não é novidade que o turismo é um setor dinâmico e cheio de particularidades. Porém, o que talvez ainda passe despercebido para muitos empresários é a velocidade com que as necessidades dos viajantes e do mercado mudam, exigindo uma preparação constante das equipes. Com a expectativa de que o turismo continue em recuperação e expansão, segundo projeções do Boletim Focus, acredito que 2025 será um ano decisivo para quem deseja se destacar no setor. E, para isso, a capacitação prática não é apenas recomendada — é essencial.

Por que a prática importa tanto? Simples: o turismo é uma indústria de experiências. Não se trata apenas de vender pacotes ou hospedagens, mas de garantir que todos  tenha uma vivência memorável, do atendimento inicial ao pós-venda. Isso só é possível quando as equipes estão preparadas para lidar com diferentes situações e, mais importante, para resolver problemas de forma eficaz. Um treinamento teórico pode ensinar técnicas, mas é a prática que desenvolve habilidades.

Nos últimos anos, vimos grandes mudanças no comportamento do consumidor. Viajantes estão mais exigentes, valorizando personalização e atendimento ágil. Não há espaço para erros frequentes, especialmente em períodos de alta demanda, como feriados e grandes eventos. Para atender a essas expectativas, a equipe precisa de mais do que informações, e sim prática em situações reais.

Lembro de um caso de sucesso de uma empresa parceira no setor hoteleiro, que investiu em treinamentos práticos com simulações de atendimento em alta temporada. O resultado foi imediato: a taxa de reclamações caiu 40% e o índice de avaliações positivas em plataformas digitais disparou. Esse é o poder da capacitação prática. Quando os funcionários se sentem preparados para agir com segurança, a experiência do cliente melhora, e os resultados financeiros acompanham essa evolução.

Em um setor sujeito a crises e mudanças abruptas, como a pandemia nos ensinou, a adaptação rápida é um diferencial competitivo. A prática contínua ajuda as equipes a estarem prontas para lidar com imprevistos. O treinamento pontual, aquele feito uma vez por ano, já não é suficiente. A capacitação deve ser constante e envolver diferentes áreas, desde o atendimento até a gestão operacional.

A Fundação Getulio Vargas (FGV) aponta que empresas que investem em treinamento contínuo registram até 22% mais eficiência em suas operações. Isso acontece porque os funcionários não só adquirem conhecimento, mas também desenvolvem confiança para aplicá-lo. No turismo, isso significa conseguir reagir rapidamente a mudanças no roteiro de um cliente, atrasos em voos ou imprevistos em reservas de hotéis.

Um dos grandes desafios do setor é entregar um atendimento personalizado sem comprometer a agilidade. Aqui, a prática novamente se torna uma aliada. Em um treinamento teórico, os colaboradores aprendem que precisam oferecer um atendimento personalizado, mas, na prática, é durante as interações reais que eles descobrem como interpretar os sinais do cliente, entender suas preferências e agir de forma proativa.

Por exemplo, durante o treinamento prático em agências de turismo, os colaboradores podem ser expostos a situações reais de atendimento, como um cliente em busca de um pacote customizado de última hora. Esse tipo de experiência prática prepara o profissional para oferecer não apenas opções genéricas, mas sugestões ajustadas às expectativas do cliente, criando um diferencial competitivo.


O impacto financeiro da capacitação 

Para aqueles que ainda encaram a capacitação como um custo, é importante destacar o impacto financeiro positivo que ela pode gerar. Não é coincidência que empresas com equipes bem preparadas tenham maiores taxas de fidelização e recomendação. Aqueles que estão satisfeitos retornam e recomendam o serviço, o que reduz os custos com aquisição de novos clientes. Além disso, um funcionário bem treinado comete menos erros, o que evita prejuízos operacionais.

Ainda de acordo com o Boletim, a previsão de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) para 2025 é moderada, exigindo que empresas busquem eficiência máxima. Isso significa fazer mais com menos, e a capacitação prática é uma ferramenta fundamental para isso. Ao preparar suas equipes para entregarem o melhor atendimento possível, você reduz desperdícios, aumenta a satisfação do cliente e, por consequência, melhora a margem de lucro.

Investir em treinamento não traz resultados apenas no curto prazo. Empresas que priorizam a capacitação contínua criam uma cultura de aprendizado e inovação. Isso é essencial no turismo, onde tendências e preferências mudam rapidamente. Se o foco for apenas no presente, a empresa corre o risco de ficar para trás quando o mercado evoluir.

A capacitação também é uma forma de reter talentos. Profissionais que se sentem valorizados e veem oportunidades de crescimento tendem a permanecer na empresa, o que reduz a rotatividade e os custos relacionados à contratação e treinamento de novos funcionários.

Para mim, o caminho é claro: quem investir em treinamento prático e contínuo estará um passo à frente. E não se trata apenas de sobreviver, mas de prosperar. Afinal, no turismo, não basta atender às expectativas. É preciso superá-las.




Cleib Filho - CEO da 100 Limites Expedições, onde liderou a expansão da empresa no turismo de aventura, consolidando-a como referência no setor. Com uma carreira dedicada ao turismo, Cleib também atua como mentor de agentes de viagens, compartilhando seu know-how em palestras que abordam estratégias de sucesso e desenvolvimento no mercado de aventura, inspirando profissionais a fortalecerem suas atuações no setor.
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100 Limites Expedições
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Trabalho autônomo e exaustão: como evitar o burnout e proteger sua saúde mental?

Pexels
O número de trabalhadores brasileiros afastados de seus postos para tratar ansiedade, depressão, burnout etc. não para de subir. Segundo o Ministério da Previdência Social houve um aumento de 68% no número de afastamentos por transtornos mentais, isso significa mais de 400 mil trabalhadores.

 

Há uma crise de Saúde Mental e ela não se limita àqueles que trabalham como CLTs. Ainda que não seja possível chegar a números tão concretos (já que não é comum que os autônomos peçam afastamentos pela Previdência), os profissionais freelancers ou independentes também devem estar atentos aos sinais e cuidados com a saúde mental.

 

O que está afetando aos profissionais?

As causas mais comuns observadas pelo relatório também assolam os profissionais que trabalham de maneira independente:

  • Luto causado pela pandemia;
  • Estresse emocional;
  • Insegurança financeira;
  • Separações e divórcios;
  • Aumento da informalidade.

Tudo isso somado ao dado trazido pela última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) que aponta que os autônomos trabalham até 6 horas a mais por semana, em comparação com quem trabalha de carteira assinada. 

Essa perigosa combinação de fatores pode acarretar em problemas de saúde sérios para aqueles que se dedicam ao mercado independente, fazendo com que sofram em silêncio e afetando suas rotinas.

 

Como proteger a sua saúde mental?

Para aqueles que trabalham de maneira autônoma é fundamental manter uma rotina equilibrada entre trabalho e descanso. A IPSE- Association of Independent Professionals and the Self-Employed (Associação de Profissionais Independente e Autônomos), localizada no Reino Unido, uniu algumas dicas para ajudar no cuidado do dia a dia:

  • O céu não é o limite – obviamente que sempre queremos nos desenvolver e aumentar os lucros, mas nem sempre isso é possível. Estabeleça metas reais, não muito altas, para não gerar estresse e frustração.
     
  • Uma coisa de cada vez – é importante organizar sua agenda para que você tenha um tempo pré-estabelecido para se dedicar a cada tarefa. Tente deixar um espaço entre um serviço e outro para ajustar o foco.
     
  • Desconectar também é trabalhar – pode parecer difícil, mas é fundamental manter um horário de trabalho delimitado e desconectar quando termine o seu dia. Não é porque você trabalha de casa, que deve trabalhar 24h.
     
  • Cuide da sua saúde física – não subjugue o poder de manter uma alimentação saudável, praticar exercícios físicos e ter boas noites de sono. Tudo isso pode contribuir para melhorar a sua rotina profissional.
     
  • Aprenda a dizer não – aprender a recusar trabalhos, ainda que possa parecer doído, é um passo importante. Pense que é melhor dizer não aceitar do que prestar um serviço não tão bom. Esse é um passo importante para organizar a sua agenda de trabalho.

Falar e cuidar da saúde mental no meio autônomo é muito importante. Já que, segundo a própria IPSE, o aspecto que mais gera impacto negativo é a busca por novos clientes e serviços (53%), algo inevitável para quem trabalha por conta própria. Por isso, é importante entender o estresse e balanceá-lo com outros fatores positivos que compensem esta balança. 

Segundo a Cronoshare, plataforma de serviços dedicada ao setor de autônomos, mais de 80% das solicitações de psicólogos ou psicanalistas são atendidas prontamente pelos profissionais, “é uma área muito bem coberta. É importante que os profissionais registrados, que utilizam da plataforma para buscar novos trabalhos, saibam que ela também é uma ferramenta para buscar por bons profissionais a ajuda que precisam”, afirma a marca. 

*Caso esteja enfrentando problemas, busque ajuda profissional.
 

Cronoshare
www.cronoshare.com.br


Além de mixar mais canais, consumidor volta a fragmentar compras

Estudo da Kantar aponta escolhas dos brasileiros no último trimestre de 2024

 

O último trimestre de 2024 antecipou o cenário de compras que será visto este ano: consumidores mais equilibristas, escolhendo o melhor canal para manter o número de categorias no carrinho – mesmo que isso signifique comprar menos por conta de um tíquete de preço mais alto. É o que aponta o estudo Consumer Insights 2024, da divisão Worldpanel da Kantar.

 O maior exemplo desse comportamento é visto nas pessoas com menor poder aquisitivo. Na comparação entre o primeiro e o segundo semestre de 2024, as classes D e E aumentaram em 11% o número de canais visitados, mas apresentaram queda de 9% no volume por viagem. 

Apesar do mix de canais, o atacarejo segue como destaque entre as escolhas dos brasileiros. Sua penetração no médio prazo (entre o último trimestre de 2023 e o último trimestre de 2024) cresceu 12 pontos percentuais, a maior no período, representando + 6,9 milhões de novos compradores no canal. 

O estabelecimento ainda desponta por se adaptar e ocupar novos espaços na cesta do consumidor. Entre o último trimestre de 2023 e o mesmo período do ano seguinte, a contribuição de crescimento desse canal foi de 5% em missões maiores, que são suas fortalezas, mas também começou a se destacar em produtos premium, missões menores (+2%) e em compras realizadas nos 10 primeiros dias do mês, que representam 42,8% do valor gasto no atacarejo. 

Outro canal que merece visibilidade é o e-commerce. Ele mantém crescimento acelerado e expande seu espaço em todos os formatos, com destaque para WhatsApp, que teve penetração de 16% em 2024. As cestas com maior ganho em penetração neste meio de acesso, por sua vez, são Bebidas (+3 p.p.), Higiene & Beleza (+1 p.p.) e Comida para animais de estimação (+1 p.p.). 

Ainda é importante ressaltar que o consumidor do e-commerce está mais propenso a experimentar novos produtos e a pagar mais pela comodidade. Prova disso é que, dentro da categoria premium, eles estão dispostos a gastar, em média, duas vezes mais do que em outros canais. 

O Consumer Insights, realizado pela divisão Worldpanel da Kantar, acompanha de forma contínua o comportamento de consumo de bens não duráveis, fornecendo uma visão detalhada do mercado brasileiro, com destaque para alimentos, bebidas, produtos de limpeza e itens de higiene e beleza. Para este estudo, foram consultadas seis regiões metropolitanas: Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP).

 

Kantar
www.kantar.com/brazil


IA: como ela afeta o senso crítico?

A inteligência artificial faz parte das inúmeras ferramentas tecnológicas criadas como parte da busca constante da nossa sociedade pela evolução. É claro que, assim como muitos recursos, a IA proporciona uma série de benefícios para automatizar e facilitar diversas tarefas do nosso cotidiano. Porém, assim como toda moeda tem seus dois lados, ela também pode apresentar desvantagens significativas, principalmente, no prejuízo ao pensamento crítico das pessoas, o que tende a afetar, significativamente, suas responsabilidades profissionais.

Essa é uma das tecnologias que mais vem se difundindo no mercado global. Em 2024, como prova disso, 72% das empresas do mundo já adotaram a IA, um avanço significativo de 55% em comparação a 2023, conforme dados da pesquisa “The state of AI in early 2024: Gen AI adoption spikes and starts to generate value”, realizada pela McKinsey.

No Brasil, especificadamente, 83% dos profissionais utilizam esse recurso em seu dia a dia, segundo o “Índice de Tendências de Trabalho”, da Microsoft e LinkedIn, destacando suas vantagens para economizar tempo, estimular a criatividade e permitir que se concentrem em atividades mais relevantes. Porém, nem sempre, essa maior eficiência é usufruída de forma inteiramente positiva por muitos profissionais, utilizando essa ferramenta na maior quantidade possível de atividades e, com isso, os deixando ‘preguiçosos’ quanto ao desenvolvimento e aplicação do senso crítico em suas funções.

O fato de suas praticidades possibilitarem que muitas tarefas sejam realizadas em um menor período e com maior eficiência gera, consequentemente, um maior tempo ‘ocioso’ dos profissionais em sua jornada – o que, nem sempre, é preenchido positivamente por eles.

Por mais que essa adoção constante de tecnologias cada vez mais robustas seja benéfico para otimizar cada vez mais tarefas internas, o tempo ‘de sobra’ que os profissionais terão com essa agilidade deve ser investido em seu aprendizado e treinamento, de forma que acompanhem as tendências de sua área e se mantenham atualizados frente às demandas do setor e dos consumidores, assegurando seu bom desempenho internamente e competitividade.

Se tratando da IA, como exemplo, por mais que ela já esteja fortemente difundida no mercado, muito ainda pode ser descoberto quando a suas aplicações. Além disso, novas tecnologias surgem a todo o momento, demandando cada vez menos tempo para que sejam aprendidas e incorporadas. Ciclos de adaptação que, antigamente, demoravam anos a serem concluídos, hoje podem ocorrer em poucos dias, o que pode tornar um recurso obsoleto rapidamente.

É dever dos profissionais, dessa forma, terem a proatividade de não apenas incorporar essa tecnologia ao que for, realmente, vantajoso, como também aproveitar este tempo de sobra para estudar e redesenhar suas responsabilidades neste cenário digital, avaliando a melhor forma de se manterem economicamente ativos e frente aos concorrentes, contribuindo com o mercado com maior eficácia e qualidade conforme as demandas do público-alvo.

Entenda quais são as maiores necessidades da sua área e de que forma atendê-las, sempre priorizando por agregar valor às operações. Quais outras tarefas podem ser importantes para alavancar o potencial competitivo, e onde investir tempo e recursos para garantir o aprendizado contínuo nesse sentido.

Mesmo que haja uma corresponsabilidade entre empregador e empregado quanto ao incentivo deste estudo, aqueles que terão maior chance de prosperar neste cenário de extrema digitalização, serão os que adotarem uma postura mais proativa sobre isso, indo atrás de seu conhecimento por interesse próprio, ao invés de esperar este incentivo pela empresa.

A IA, assim como outras tecnologias, ainda será muito mais explorada e aplicada na rotina profissional, criando inúmeras oportunidades de melhora de desempenho. Porém, aqueles que não souberem aproveitar o ‘tempo livre’ que esse recurso possibilitará em suas jornadas, certamente terão maiores chances de perderem espaço e empregabilidade no mercado, pela falta de senso crítico e análise em suas tarefas e aprendizado contínuo que são peças-chaves para a prosperidade de todo profissional.

  

Ricardo Haag - headhunter e sócio da Wide Executive Search, boutique de recrutamento executivo focado em posições de alta e média gestão.



Wide
https://wide.works/


O dia depois do ataque hacker na empresa: saiba o que priorizar


A ocorrência de um incidente de segurança que resulte em uma invasão hacker é, sem dúvida, um dos maiores pesadelos para qualquer empresa hoje. Além do impacto imediato nos negócios, há implicações legais e de reputação que podem perdurar por meses ou até anos. No Brasil, a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) estabelece uma série de requisitos que as empresas devem seguir após a ocorrência de tais incidentes.

 

De acordo com um relatório recente da Federasul – Federação de Entidades Empresariais do Rio Grande do Sul -, mais de 40% das empresas brasileiras já foram alvo de algum tipo de ataque cibernético. No entanto, muitas dessas empresas ainda enfrentam dificuldades para cumprir os requisitos legais estabelecidos pela LGPD. Dados da Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) revelam que apenas cerca de 30% das empresas invadidas declararam oficialmente a ocorrência do incidente. Essa discrepância pode ser atribuída a diversos fatores, incluindo a falta de conscientização, a complexidade dos processos de conformidade e o medo de repercussões negativas na reputação da empresa.


 

O dia após o incidente: primeiros passos


Após a confirmação de uma invasão hacker, a primeira medida é conter o incidente para evitar a sua propagação. Isso inclui isolar os sistemas afetados, interromper o acesso não autorizado e implementar medidas de controle de danos.

 

Em paralelo, é importante montar uma equipe de resposta a incidentes, que deve incluir especialistas em segurança da informação, profissionais de TI, advogados e consultores de comunicação. Essa equipe será a responsável por uma série de tomadas de decisões – principalmente as que envolvem a continuidade do negócio nos dias seguintes.

 

Em termos de conformidade com a LGPD, é preciso documentar todas as ações tomadas durante a resposta ao incidente. Essa documentação servirá como evidência de que a empresa agiu de acordo com os requisitos legais e poderá ser utilizada em eventuais auditorias ou investigações pela ANPD.

 

Nos primeiros dias, a equipe de resposta deve realizar uma análise forense detalhada para identificar a origem da invasão, o método utilizado pelos hackers e o alcance do comprometimento. Este processo é vital não apenas para compreender os aspectos técnicos do ataque, mas também para coletar evidências que serão necessárias para reportar o incidente às autoridades competentes e também à seguradora – caso a empresa tenha realizado um seguro cibernético.

 

Há aqui um aspecto muito importante: a análise forense também serve para determinar se os atacantes ainda estão dentro da rede da empresa – uma situação que, infelizmente, é muito comum, ainda mais se após o incidente a empresa estiver sofrendo algum tipo de chantagem financeira mediante a liberação de dados que os criminosos tenham eventualmente roubado.

 

Além disso, a LGPD, em seu artigo 48, exige que o controlador de dados comunique à Autoridade Nacional de Proteção de Dados (ANPD) e aos titulares dos dados afetados acerca da ocorrência de um incidente de segurança que possa acarretar risco ou dano relevante aos titulares. Esta comunicação deve ser feita em prazo razoável, conforme regulamentação específica da ANPD, e deve incluir informações sobre a natureza dos dados afetados, os titulares envolvidos, as medidas técnicas e de segurança utilizadas para a proteção dos dados, os riscos relacionados ao incidente e as medidas que foram ou que serão adotadas para reverter ou mitigar os efeitos do prejuízo.

 

Com base nessa exigência legal, é essencial, logo após a análise inicial, preparar um relatório detalhado que inclua todas as informações mencionadas pela LGPD. Nisso, a análise forense também ajuda a determinar se houve extração e roubo de dados – na extensão que os criminosos eventualmente estejam alegando.

 

Este relatório deve ser revisado por profissionais de conformidade e pelos advogados da empresa antes de ser submetido à ANPD. A legislação também determina que a empresa faça a comunicação clara e transparente aos titulares dos dados afetados, explicando o ocorrido, as medidas tomadas e os passos seguintes para assegurar a proteção dos dados pessoais.

 

A transparência e a comunicação eficaz, aliás, são pilares fundamentais durante a gestão de um incidente de segurança. A gestão deve manter uma comunicação constante com as equipes internas e externas, garantindo que todas as partes envolvidas estejam informadas sobre o progresso das ações e as próximas etapas.

 

Avaliação das políticas de segurança é ação necessária


Paralelamente à comunicação com as partes interessadas, a empresa deve iniciar um processo de avaliação e revisão de suas políticas e práticas de segurança. Isso inclui a reavaliação de todos os controles de segurança, acessos, credenciais com alto nível de acesso, bem como a implementação de medidas adicionais para prevenir futuros incidentes.

 

Em paralelo à revisão e análise de sistemas e processos afetados, a empresa deve focar, também, na recuperação dos sistemas e na restauração das suas operações. Isso envolve a limpeza de todos os sistemas afetados, a aplicação de patches de segurança, a restauração de backups e a revalidação dos controles de acesso. É essencial garantir que os sistemas estejam completamente seguros antes de serem colocados de volta em operação.

 

Uma vez que os sistemas estejam novamente operacionais, é preciso conduzir uma revisão pós-incidente para identificar lições aprendidas e áreas de melhoria. Esta revisão deve envolver todas as partes relevantes e resultar em um relatório final que destaque as causas do incidente, as medidas tomadas, os impactos e as recomendações para melhorar a postura de segurança da empresa no futuro.

 

Além das ações técnicas e organizacionais, a gestão de um incidente de segurança requer uma abordagem proativa em relação à governança e à cultura de segurança. Isso inclui a implementação de um programa contínuo de melhorias em segurança cibernética e a promoção de uma cultura corporativa que valorize a segurança e a privacidade.

 

A reação a um incidente de segurança exige um conjunto de ações coordenadas e bem planejadas, alinhadas às exigências da LGPD. Desde a contenção inicial e a comunicação com as partes interessadas até a recuperação dos sistemas e a revisão pós-incidente, cada passo é essencial para minimizar os impactos negativos e garantir a conformidade legal. Mais do que isso, é preciso olhar de frente as falhas e corrigi-las – acima de tudo, um incidente deve levar a estratégia de cibersegurança da empresa a um novo patamar.

 


Ramon Ribeiro - CTO da Solo Iron

Solo Network
www.solonetwork.com.br


Restrição dos celulares nas escolas: o que já se pode observa


Com a restrição dos celulares nas escolas, os estudantes estão mais estimulados e atentos


Sancionada em 13 de janeiro, a Lei nº 15.100/2025 restringe o uso de celulares nas escolas durante aulas, recreios e intervalos, mas permite para fins pedagógicos com autorização do professor e para casos de acessibilidade, saúde e segurança. 

A legislação vai ao encontro de pesquisas que atentam ao caráter prejudicial do celular nas escolas. De acordo com o Datafolha, 62% da população é a favor da proibição, chegando a 65% entre pais de crianças até 12 anos; e mais 76% acreditam que o uso dos dispositivos prejudica mais do que ajuda no processo de aprendizagem. Mas, após esses dois meses de vigência, qual a avaliação do impacto dessa ação?

 

O cenário da volta às aulas sem celular em sala 

No cotidiano, é perceptível que as relações interpessoais se intensificaram, aproximando ainda mais os estudantes, embora alguns ainda enfrentem dificuldades de interação. Além disso, a entrega dos deveres de casa melhorou significativamente, e as aulas têm sido mais produtivas. No geral, as turmas estão mais calmas, concentradas e engajadas. 

Levando em conta esse cenário, muitas crianças estão buscando novas formas de ocupar o tempo. Leituras na biblioteca e jogos de tabuleiro, bem como o interesse pelos esportes aumentou consideravelmente. Além dos ganhos acadêmicos, houve um fortalecimento do próprio processo de aprendizagem. O hábito de copiar e memorizar conteúdos, por exemplo, também mostrou benefícios e preencher o caderno de forma organizada se revelou essencial para a assimilação do conhecimento. 

Isso reforça os resultados de um estudo publicado na Psychological Science em 2024, que apontou que os estudantes que anotam à mão têm melhor aprendizagem do que os que digitam em aparelhos eletrônicos.

 

O que ainda precisa evoluir 

Nessa trajetória, muitos desafios ainda se fazem presentes. Isso porque, em colégios que utilizam amplamente a tecnologia, adaptações são necessárias. Afinal, muitos professores, por vezes, recorrem ao celular. 

Por isso, é importante que as próprias equipes pedagógicas também adotem o hábito de evitar o uso do celular nos ambientes escolares. Quando um aparelho toca em sala de aula, seja no bolso de um professor ou de um estudante, isso pode desencadear reações que interferem no processo de aprendizagem e gatilhos que despertem o desejo de usar o smartphone. 

Não menos importante, alguns estudantes, acostumados a interagir apenas via redes sociais, agora precisam se relacionar com pessoas, o que pode ser bastante desafiador. Há situações em que esse impacto é tão grande que pode levá-los a relatar angústia e desorientação, sem saber como agir sem o celular. Nesse contexto, o grande desafio tem sido conciliar o uso pedagógico da tecnologia com a rotina escolar.

 

O que fazer daqui pra frente 

É essencial que cada instituição implemente ações para garantir uma transição assertiva. Um dos passos fundamentais é a comunicação clara com as famílias, explicando os procedimentos adotados e o uso adequado da tecnologia, com base nas diretrizes da BNCC (Base Nacional Comum Curricular). Isso é possível de duas maneiras: proibindo radicalmente ou sensibilizando. Têm mais êxito instituições que traçam regras claras que conscientizem os jovens sobre a importância de não usar o celular no ambiente escolar, evidenciando os impactos negativos que isso pode acarretar. 

Da mesma forma, a parceria entre a escola e a família desempenha um papel essencial não só no cumprimento das normas estabelecidas, bem como na conscientização dos estudantes. Para se ter uma ideia, muitos pais, cientes das medidas disciplinares adotadas pela escola, orientam seus filhos a não levarem os aparelhos para a escola, evitando, assim, possíveis conflitos e favorecendo um ambiente de aprendizagem mais frutuoso. 

Além disso, a preocupação com a saúde mental dos estudantes deve seguir sendo uma prioridade. Não se trata apenas de impor restrições, mas de acolher. A recomendação é observar como cada uma lida com essas mudanças e realizar o acompanhamento, para mapear possíveis isolamentos. 

De modo geral, o saldo desses primeiros meses de restrição dos celulares nas escolas é extremamente positivo. Embora uma análise mais ampla do impacto nas notas só seja possível ao longo do ano, especialmente com os exames e vestibulares no final do período letivo, já se percebe um efeito significativo que tende a se manter a longo prazo.

 

Fernanda Cifali - Orientadora Educacional das Séries Finais do Ensino Fundamental e Ensino Médio da unidade do Rio de Janeiro da Rede de Colégios Santa Marcelina, instituição que alia tradição à uma proposta educacional sociointeracionista e alinhada às principais tendências do mercado de educação.



Aprimoramento em IA para finanças cresce 75% em três meses. Setores além do de tecnologia buscam reduzir gaps de aprendizado

A proficiência em IA se tornou essencial. O Índice de Aprendizado do 4º trimestre de 2024 da Udemy mostra que o treinamento em IA tem se acelerado em diversos setores

 

Do setor financeiro às fábricas, as empresas estão intensificando o treinamento em IA para aprimorar as habilidades doa seus funcionários num mercado de trabalho que está em rápida evolução. O Índice de Aprendizado do 4º trimestre de 2024 da Udemy mostra a velocidade dessa transformação. As tendências trimestrais de consumo de cursos entre os mais de 17.000 clientes da Udemy Business mostram que o aprimoramento em IA não está mais restrito às equipes de tecnologia, ele se tornou uma necessidade para empresas de diversos setores.

 

Aprimoramento em IA cresce no setores financeiro, na indústria e no setor de serviços profissionais 

O Índice de Aprendizado do 4º trimestre de 2024 da Udemy identificou que a adoção de habilidades de IA está avançando mais rapidamente no setor financeiro, na indústria e no setor de serviços profissionais, segmentos que historicamente demoraram mais para adotar treinamentos em IA. Agora, a proficiência no tema está se tornando um requisito básico nesses e em outros setores: 

·         O consumo de cursos de IA no setor financeiro cresceu 75% de um trimestre para outro no quarto trimestre de 2024, em comparação com um aumento de 42% no terceiro trimestre, refletindo um crescimento em áreas como análise financeira, avaliação de riscos e automação.

·         O consumo de cursos de IA na indústria aumentou 50% de um trimestre para outro no quarto trimestre de 2024, com a automação baseada em IA e a manutenção preditiva se tornando fundamentais para a eficiência operacional.

·         O consumo de cursos de IA no setor de transportes se recuperou no quarto trimestre de 2024, crescendo 11% de um trimestre para outro após uma queda no terceiro trimestre, mostrando que houve um novo investimento em IA para logística e otimização da cadeia de suprimentos.

·         O consumo de cursos de IA no setor governamental aumentou 8% de um trimestre para outro no quarto trimestre de 2024, indicando um avanço constante na capacitação em IA no setor público.

 

O aprimoramento em IA também cresceu significativamente no Brasil, com um aumento de 24% no consumo de cursos de IA de um trimestre para outro no quarto trimestre de 2024. Outras habilidades que registraram crescimento no país incluem:

1.   IA - 24%

2.   Inglês (idioma) - 19%

3.   Kotlin - 17%

4.   Angular - 10%

5.   C# - 2%

As inscrições em cursos de preparação para certificações na Udemy também mostram a demanda por habilidades de IA em diversos setores. Essas inscrições indicam as habilidades que os alunos desejam validar junto aos seus empregadores. No quarto trimestre, o consumo do curso sobre a certificação AWS Certified AI Practitioner aumentou 85%, mostrando que mais profissionais querem comprovar as suas habilidades de IA por meio de credenciais e certificações.

O Relatório de Tendências de Habilidades e Aprendizado Global 2025 da Udemy mostra o crescimento da IA:

·         A demanda por habilidades de IA quase quadruplicou em apenas 12 meses (291%), evidenciando a crescente necessidade de alfabetização em IA.

·         O uso da IA generativa para eficiência nas empresas cresceu quase dez vezes (859%), com as empresas buscando aproveitar ferramentas de produtividade impulsionadas por IA e integrar a tecnologia ao trabalho diário.

 

Proficiência em IA: uma habilidade essencial para o futuro do trabalho

 

Está claro que a IA se tornou uma habilidade fundamental em diversos setores e que aqueles que a adotarem terão as melhores oportunidades no futuro.

 

"A proficiência em IA não é mais uma habilidade de nicho, ela está se tornando tão essencial quanto as habilidades de informática há 30 anos", afirma Mischa Fisher, economista da Udemy. "As empresas estão acelerando o treinamento em IA porque não podem se dar ao luxo de esperar. A automação está transformando os setores, a escassez de mão de obra está aumentando e os negócios precisam de eficiência baseada em IA para se manterem competitivos. Aqueles que não priorizarem o aprimoramento agora correm o risco de ficar para trás numa economia em que a integração da IA está se tornando a norma."

 

Para candidatos a vagas e profissionais

As habilidades de IA não são mais apenas um diferencial no currículo. Elas estão se tornando essenciais para contratações e promoções e também para o crescimento profissional a longo prazo. Os empregadores buscam cada vez mais profissionais que possam integrar a IA ao seu fluxo de trabalho para impulsionar a eficiência e a inovação. Para se manter competitivo, os profissionais devem:

 

·         Alfabetizar-se em IA: Fazer cursos para aprender fundamentos da IA, ferramentas de automação e aplicações específicas para o setor em que atuam.

·         Aplicar a IA: Compreender como a IA pode aprimorar a tomada de decisões, automatizar tarefas repetitivas e melhorar a produtividade.

·         Obter certificações em IA: Credenciais como a AWS Certified AI Practitioner validam a expertise na área.

 

Para líderes empresariais

O aprimoramento em IA não é mais opcional, é uma necessidade para os negócios. Empresas que não estiverem preparadas para a IA correm o risco de ficar para trás, com a automação e a tomada de decisões baseadas em IA se tornando a norma. Para se manterem competitivas, as empresas devem:

·         Integrar o treinamento em IA: Oferecer cursos de IA alinhados aos objetivos do negócio.

·         Incentivar a adoção interdepartamental da IA: A IA não é apenas para equipes de tecnologia. É preciso treinar profissionais de finanças, operações, RH e atendimento ao cliente para usarem ferramentas de IA.

·         Recompensar a proficiência em IA: Reconhecer e premiar funcionários que usam a IA para melhorar a eficiência e os resultados.

É preciso preparar carreiras e equipes para o futuro com habilidades de IA

A ascensão da IA nas empresas faz parte de uma transformação maior e contínua, em que novas tecnologias continuarão a redefinir funções e exigências de habilidades. Saber utilizar a IA de forma eficaz no trabalho já é essencial, mas essa demanda continuará a evoluir conforme a tecnologia avançar. Os profissionais e organizações mais bem sucedidos serão aqueles que adotarem o aprendizado contínuo, garantindo que permaneçam sempre à frente, acompanhando a evolução do mercado de trabalho.

 

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