Pesquisar no Blog

segunda-feira, 21 de agosto de 2023

Ozempic ajuda mesmo no emagrecimento?

Especialista do CEJAM explica vantagens e desvantagens da medicação que vem ganhando popularidade entre os brasileiros


Nos últimos tempos, o Ozempic tem se tornado uma verdadeira febre entre as pessoas que desejam perder peso. Inicialmente utilizado no tratamento do diabetes tipo 2, esse medicamento passou a integrar também a rotina de muitos indivíduos que não se encaixam precisamente nesse diagnóstico.

"Ozempic é um dos nomes comerciais da substância semaglutida, que pertence à classe dos agonistas do GLP-1. Ela é utilizada para auxiliar os pacientes com diabetes tipo 2, caracterizado por resistência à insulina. Nesse caso, durante o seu uso, é essencial manter uma dieta adequada e atividade física", afirma a Dra. Verônica El Afiouni, endocrinologista do AME Itu, instituição administrada pelo CEJAM em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo.

A semaglutida simula no organismo humano a função do GLP-1, hormônio presente no intestino, responsável por controlar tanto os níveis de glicose no sangue como a satisfação alimentar, por isso, a sua utilização é positiva para o tratamento do quadro.

Quando prescrita especificamente para diabéticos, a substância pode ainda contribuir para a redução de eventos cardiovasculares, como infarto agudo do miocárdio e acidente vascular encefálico, assim como em doenças cardiovasculares já estabelecidas.

No entanto, o que vem chamado a atenção de muitas pessoas é uma característica específica: "Devido à saciedade gerada e o retardo do esvaziamento gástrico, ela auxilia ativamente no controle e na redução de peso de pacientes diabéticos que possuem obesidade, por exemplo", explica Dra. Verônica.

Com isso, muitas pessoas com sobrepeso, ou que simplesmente buscavam emagrecimento com fins estéticos, passaram a consumir a medicação de forma off label, ou seja, de uma maneira diferente daquela orientada em sua bula.

Até o momento, o remédio é aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) apenas para casos de diabetes 2. Mesmo assim, a demanda tem sido tão alta no Brasil que muitas farmácias enfrentaram escassez do produto este ano. E como sua compra não exige receita médica, a aquisição para outros fins torna-se ainda mais fácil.

“Usar qualquer medicação sem orientação médica é arriscado. No caso do Ozempic, de modo geral, podem ocorrer náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal, obstipação, entre outros sintomas”, afirma a endocrinologista.

Porém, a especialista ressalta que esses efeitos podem ser minimizados com o aumento gradual das dosagens utilizadas e que, normalmente, são transitórios, desaparecendo após algumas semanas de uso.

Já pessoas que sofrem com alterações na função dos rins precisam ficar atentos, pois o medicamento pode desencadear desidratação e insuficiência renal. Em indivíduos predispostos, pode colaborar para o aparecimento de pancreatite aguda. Quanto aos diabéticos, o uso em conjunto com outros antidiabéticos orais ou insulina pode gerar hipoglicemia no organismo.

É fundamental enfatizar que, quando utilizado com supervisão médica e seguindo as orientações corretas, o medicamento pode ser uma ferramenta valiosa para a saúde de muitas pessoas. No entanto, além desse auxílio profissional, é importante sempre associá-lo a um estilo de vida saudável e consciente.

Nova dosagem

Mesmo com a popularização do Ozempic no auxílio do emagrecimento, a Anvisa aprovou recentemente o primeiro medicamento injetável de uso semanal, focado especificamente no tratamento de pessoas com sobrepeso e obesidade.

Com nome comercial de Wegovy, a nova medicação contém 2,4 mg de semaglutida e promete reduzir em até 17% o peso corporal dos pacientes. Embora o medicamento já esteja disponível em países como Estados Unidos, Dinamarca e Noruega, ainda não há uma data definida para o início das vendas no Brasil.

Além de ajudar na perda de peso, que é o objetivo principal dessa dosagem, uma recente pesquisa conduzida pela farmacêutica Novo Nordisk também constatou uma diminuição nos riscos cardíacos para os dois grupos.

O estudo, divulgado neste mês de agosto, acompanhou pessoas com sobrepeso e obesas que já apresentavam problemas cardíacos e utilizavam a medicação. Ao longo de cinco anos, os resultados demonstraram uma redução de 20% no risco de acidente vascular cerebral (AVC) e infarto entre todos os participantes analisados.




CEJAM - Centro de Estudos e Pesquisas “Dr. João Amorim”
@cejamoficial
cejam.org.br/noticias.


Desvendando o Futuro: Autismo, Comunicação Alternativa Aumentativa e a Revolução da Inteligência Artificial

Quais As Novas Tecnologias De Comunicação E Sua Relação Com Os Indivíduos Com Transtorno Do Espectro Autista (TEA)


CAA é a sigla para Comunicação Alternativa Aumentativa e é toda prática comunicativa que difere da fala. Muitas pessoas com Transtorno do Espectro do Autismo (TEA) apresentam algum tipo de dificuldade para se expressar ou falar e, nesses casos, a CAA pode ser bastante eficiente.

Essa tecnologia oferece recursos para que o indivíduo consiga se comunicar de forma efetiva com as outras pessoas. Para isso, são usados sistemas de baixa e de alta tecnologia. Os sistemas de baixa tecnologia incluem cartões, pranchas com figuras, quadros ou livros com fotos ou imagens que representam tarefas, ações ou objetos. Já os sistemas de alta tecnologia são, por exemplo, os vocalizadores e aplicativos.

A CAA pode ser usada para melhorar a comunicação em todos os aspectos da vida do autista, nas relações familiares, na escola e no trabalho. As pessoas com TEA podem aprender a usar essas ferramentas para entender o que as outras pessoas estão dizendo, pedir o que precisam, fazer comentários e responder às perguntas – explica a Dra. Gesika Amorim, Pediatra, Pós-graduada em Neurologia e Psiquiatria, especializada em Tratamento Integral do Autismo e Neurodesenvolvimento.

A Comunicação Alternativa e Aumentativa (CAA) é uma das áreas da Tecnologia Assistiva que tem por objetivo a ampliação das habilidades orais e de escrita. Ela é uma intervenção que faz o uso de sistemas alternativos de comunicação que não sejam vocais, incluindo sistemas de Comunicação Assistida e Não Assistida. Estudos têm demonstrado a efetividade da CAA para pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA).

Um exemplo de sistema de comunicação alternativa e aumentativa muito presente no contexto do autismo é o PECS (Picture Exchange Communication System), que é caracterizado por ser um sistema no qual a pessoa troca figuras por acesso a itens ou atividades. O PECS foi desenvolvido nos Estados Unidos em 1985 por Andy Bondy e Lori Frost, e foi implementado pela primeira vez com crianças autistas de pré-escola no Programa de Autismo de Delaware. Seu principal objetivo é ensinar comunicação funcional.

A CAA pode ser utilizada para possibilitar que pessoas que não conseguem se comunicar de maneira efetiva passem a ter como estabelecer relações de aprendizado, sociais e afetivas mais produtivas e saudáveis. É importante ressaltar que a implementação da CAA deve ser feita por meio da avaliação por uma equipe multidisciplinar, interdisciplinar ou transdisciplinar, para garantir que as necessidades da pessoa no espectro sejam atendidas – ressalta a Dra. Gesika Amorim.

A CAA faz parte da área conhecida como Tecnologia Assistida. Segue abaixo exemplos de ferramentas que são usadas:

Cartões de Comunicação: São vários cartões de comunicação com símbolos gráficos representativos de mensagens. Os cartões estão organizados por categorias de símbolos e cada categoria se distingue por apresentar uma cor de moldura diferente. As cores são: rosa para cumprimentos e demais expressões sociais, amarelo para sujeitos, verde para verbos, laranja para substantivos, azul para adjetivos e branco para símbolos diversos que não se enquadram nas categorias anteriormente citadas.

Prancha de comunicação com símbolos, fotos ou figuras: É uma pasta do tipo arquivo contendo várias páginas. Cada página representa uma prancha de comunicação temática.

Prancha de comunicação alfabética: É uma pasta que contém as letras do alfabeto e os números.

Já a inteligência artificial pode ajudar pessoas com transtorno do espectro autista de várias maneiras. Por exemplo, um aplicativo de comunicação por símbolos chamado Snap Core First é usado para a comunicação alternativa em um colégio em São Paulo. Atualmente já existem muitos aplicativos voltados para a CAA, como por exemplo, o Matraquinha, o Expressia, Letmetalk e o Livox são alguns exemplos.

Existem também aplicativos que ajudam a reconhecer imagens, rótulos de produtos e cédulas de dinheiro. Esses recursos vão melhorando com o aperfeiçoamento tecnológico. Além disso, a inteligência artificial pode ser usada para detectar o autismo através do método de aprendizagem de máquina – finaliza a Dra. Gesika Amorim.



Dra Gesika Amorim - Mestre em Educação médica, com Residência Médica em Pediatria, Pós Graduada em Neurologia e Psiquiatria, com formação em Homeopatia Detox (Holanda), Especialista em Tratamento Integral do Autismo. Possui extensão em Psicofarmacologia e Neurologia Clínica em Harvard. Especialista em Neurodesenvolvimento e Saúde Mental; Homeopata, Pós Graduada em Medicina Ortomolecular - (Medicina Integrativa) e Membro da Sociedade Brasileira de Neurologia Infantil.
https://dragesikaamorim.com.br
Insta: @dragesikaautismo

 

Dor de cabeça, queda de cabelo e baixa libido? Você pode estar com Burnou

Divulgação

A doença de Burnout muitas vezes é silenciosa e o indivíduo não percebe ou não se dá conta de que está vivenciando um problema, pois o Burnout pode se apresentar com sintomas diversos, sendo confundindo com outros tipos de doenças. Trata-se de uma patologia relacionada ao estresse no trabalho e ao estilo de vida de cada um, assuntos que têm tido cada vez mais evidência no Brasil e no mundo. 

O médico cearense especialista em longevidade, André Guanabara, explica que o Burnout pode aparecer, por exemplo, no sistema gastrointestinal, em problemas com o sono, e até depressão. "É a fadiga do corpo e da mente pelo excesso de trabalho. Mulheres se sentem mais sobrecarregadas, pois é comum fazerem jornadas triplas. Às vezes, o ato de bater metas e tentar ser cada vez melhor, acaba levando ao Burnout e muitas vezes as pessoas sequer percebem", diz. 

Guanabara cita sintomas dor de cabeça, libido mais baixa, ansiedade, queda de cabelo, manchas pelo corpo. "A doença pode ser identificada por meio do exame anamnese e exames laboratoriais e pelas endopatias ocasionadas pela doença que são o desequilíbrio das glândulas. Tudo isso é tratável, mas é preciso ter tratamento adequado, que começa com a terapia e mudança do estilo de vida, sendo muitas vezes preciso entrar com antidepressivo", explica Guanabara. 

A expressão Burnout surgiu da frase "To burn out", em inglês, usada pela primeira vez em 1974, pelo psicanalista Herbert Freudenberger, que observou que o seu trabalho não lhe trazia mais prazer como antes, e que estava trazendo sensação de esgotamento e falta de estímulo em razão da falta de energia emocional. Burnout passou a significar aquele que chegou ao seu limite, com grande prejuízo no desempenho físico e emocional. A doença é, portanto, caracteriza por sintomas graves de exaustão emocional. 

Segundo dados de pesquisa realizada em 2021 pela faculdade de medicina da Universidade de São Paulo (USP), no Brasil, 18% das pessoas são vítimas da Síndrome de Burnout, sendo que a maioria da população afetada tem menos de 30 anos. A doença foi incorporada à lista das doenças ocupacionais reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

 

Agosto branco: mês do combate ao câncer de pulmão

Incidência de câncer de pulmão é a terceira entre homens e a quarta entre mulheres


Agosto Branco é o mês de conscientização, combate e prevenção do câncer de pulmão. Essa doença é uma das formas mais comuns de câncer, sendo, segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (INCA), o primeiro em incidência em homens no mundo, e o terceiro em mulheres. O câncer de pulmão é um dos tipos que mais leva à morte de pacientes no Brasil. Ele é um grande desafio para a saúde pública, já que os sinais podem ser inespecíficos e frequentemente confundidos com outras patologias pulmonares.

Os dados são alarmantes e representam uma preocupação significativa para a saúde pública em todo o planeta. A campanha Agosto Branco deste ano vai destacar os aditivos utilizados nos produtos derivados do tabaco para conferir sabor e aroma. Conforme o entendimento do INCA, tais produtos incentivam a experimentação e o consumo por crianças, jovens e adolescentes. Marcela Roiz, do Programa Nacional de Controle de Tabagismo do INCA, afirma que o Brasil tem uma legislação bastante avançada. “Nossa política nacional de controle ao tabagismo é reconhecida mundo afora, uma das mais exitosas. O que temos observado é que o tabagismo vem caindo entre a população adulta, mas percebemos um ligeiro aumento de outras parcelas da população. Dispositivos eletrônicos vivem chamando a atenção entre os mais novos.”

Atualmente, as principais dificuldades dos tratamentos anticâncer incluem a crescente resistência dos tumores às drogas e a heterogeneidade do tumor. É necessário levar em conta que cada paciente é único, cada tumor é único e as respostas de tratamento também devem ser assim consideradas. Alguns tumores mostram-se resistentes a certos medicamentos e saber previamente quais terapias são mais eficazes para cada caso particular contribui para a tomada de decisão dos médicos oncologistas. 

Com os avanços da medicina, desde que seja realizado um diagnóstico precoce, a probabilidade de cura aumenta no câncer de pulmão. Dentre as novas ferramentas que proporcionam maiores chances de sucesso está o modelo “Organoides Derivados de Pacientes” (PDOs) - um cultivo celular que melhor reflete in vitro as condições observadas in vivo. O teste Onco-PDOTM, trazido para o Brasil pela Invitrocue, permite que as células do paciente sejam cultivadas e testadas para diferentes drogas, quimioterápicos e terapia-alvo, e analisa como as células respondem aos diferentes tratamentos.

A novidade dos testes de organoides, como o ONCO-PDO da Invitrocue, é que pela primeira vez oferece-se uma metodologia padronizada para testar o efeito que diferentes drogas podem ter nas células tumorais de cada paciente. A busca está centrada na avaliação da melhor opção de um medicamento para cada paciente, com o objetivo de auxiliar na escolha terapêutica.

O Teste Onco-PDO permite experimentar os diferentes tratamentos em laboratório sem que o paciente sofra os efeitos secundários gerados por este tipo de medicamentos, que geralmente são muito agressivos. Disponível no Brasil para câncer de mama, pulmão, colorretal, pancreático, gástrico, próstata e ovário, o Teste Onco-PDO permite que o médico escolha 8 de 60 drogas para testagem e o resultado demonstrará como as células responderam em laboratório, representando uma ferramenta de alto valor para a continuidade do tratamento. O relatório, gerado em até 21 dias, fornece informações de como os organoides derivados do paciente responderam aos diferentes tratamentos testados. 

O Teste Onco-PDO está disponível para coletas em todo o Brasil. Para mais informações, consulte a Invitrocue Brasil. Para que a nova ferramenta possa ser utilizada, converse com o seu médico para uma avaliação precisa e análise das opções de tratamento! 



Invitrocue Brasil
www.invitrocuebrasil.com.br / invitrocue@invitrocue.com.br

 

Extrair ou não os dentes do siso? Seconci-SP esclarece

Remoção requer avaliação por parte do dentista, com base em exames prévios

 

Os dentes do siso ou terceiros molares são normalmente os últimos dentes a nascerem. Aparecem na boca entre os 16 e os 20 anos de idade, e por este motivo ganharam o apelido de “dentes do juízo”. Com o passar dos séculos, nossa arcada dentária diminuiu de tamanho e, consequentemente, há menor espaço para esses dentes na boca. Devido à falta de espaço, estes dentes apresentam posições diferentes dos demais, causando questionamentos, dúvidas e aflições: a solução é sempre a extração? Isso se aplica a todos os pacientes?

Para responder a essas questões, o dr. José Augusto Ferrari Amdi Cestari, cirurgião bucomaxilofacial e estomatologista do Seconci-SP (Serviço Social da Construção), explica que o dente do siso, na maioria das vezes, é um dente impactado: aquele que não conseguiu nascer parcial ou totalmente dentro do tempo esperado. “Ele se torna impactado devido à sua posição horizontal (deitado) em relação aos dentes vizinhos, recobrimento por osso denso ou excesso de tecido mole causado pela falta de espaço na arcada dentária”, afirma.

Segundo o dr. Cestari, “uma das maiores queixas dos pacientes que possuem os dentes do siso é a inflamação recorrente da região. Isto ocorre geralmente pelo excesso de gengiva que recobre parcialmente o dente impactado, facilitando assim o acúmulo de resíduos alimentares e ao mesmo tempo dificultando sua higienização, pois a escova e o fio dental não conseguem alcançar com efetividade a região contaminada. Por este motivo, os dentes do siso, assim como os dentes vizinhos, estão mais propensos a apresentarem cáries e problemas periodontais”.

“Outra queixa bastante comum é a presença de dentes apinhados (encavalados) causados pelos dentes do siso. O dente do siso ou qualquer outro dente não tem força suficiente para empurrar os outros. A causa principal do desalinhamento dentário ocorre pela mordida instável, dentes perdidos precocemente e pela falta de espaço da arcada dentária”, prossegue.

“Por este último motivo, a extração dos terceiros molares pode ser solicitada pelos ortodontistas. Aliás, um dos procedimentos cirúrgicos mais realizados pelo dentista é a remoção desses dentes”, comenta o cirurgião dentista.

O dr. Cestari alerta que “a remoção dos dentes do siso, como todos os procedimentos cirúrgicos, necessita de uma criteriosa consulta prévia inicial para avaliação geral do paciente, solicitação de exames de imagem e laboratoriais, orientações sobre as medicações pré-operatórias necessárias e complexidade de cada caso. Isso se torna obrigatório para evitar complicações como hemorragia pós-operatória, disfunção dos nervos, fraturas dos ossos, envolvimento do seio maxilar e infecções locais e generalizadas”.

“Por se tratar de um procedimento cirúrgico, o repouso após o procedimento é necessário, e este dependerá do nível de complexidade da cirurgia. A remoção dos dentes do siso sempre deve ser feita por um profissional habilitado e nunca deve ser realizada se o risco for maior que os benefícios a serem obtidos”, conclui.


Entenda o que é a demência frontotemporal, doença com a qual o repórter Mauricio Kubrusly foi diagnosticado

 Doença possui semelhanças com o Alzheimer, porém com diferenças significativas e pode afetar diferentes funções cognitivas

 

Ontem, o Fantástico revelou que o ex-repórter da Globo, Mauricio Kubrusly, deixou a cidade de São Paulo e foi viver na Bahia após ter sido diagnosticado com demência frontotemporal. “Maurício hoje vive no sul da Bahia com a esposa, Beatriz Goulart, e com Shiva, simpático cachorro que o acompanha na praia. Deixou São Paulo do coração para mergulhar na natureza depois que foi diagnosticado com Demência Frontotemporal (DFT). A memória se foi, mas, como ele sempre diz, permanece sua enorme paixão pela vida e pela gente brasileira”, foram as frases exibidas durante o programa. O jornalista havia deixado a Globo em maio de 2019, após 34 anos, mas já estava afastado da emissora por problemas de saúde meses antes. Essa foi a mesma doença com a qual o ator Bruce Willis já havia sido diagnosticado no início do ano. Mas afinal, o que é a demência frontotemporal e como ela afeta as pessoas?

O neurologista do Hospital Edmundo Vasconcelos, Tiago Sowmy, explica que a demência frontotemporal, assim como a Doença de Alzheimer, são doenças crônicas neurológicas degenerativas, que se instalam ao longo de um período de tempo que pode abranger de meses a anos. “Ambas são doenças que afetam a cognição do indivíduo, o que pode prejudicar aspectos como a memória, linguagem (com leitura, escrita e fala), adequação do comportamento social, auto-organização, funções executivas e em alguns casos a perda da capacidade de reconhecimento de faces e de objetos”, detalha ele.

Porém, a demência frontotemporal é diferente do Alzheimer em relação à sua apresentação clínica e à sua fisiopatologia. Segundo o médico, é uma doença multifacetada e pode se apresentar de várias formas, com sintomas que podem ser mais comportamentais (variante comportamental da demência) ou mais relacionados à linguagem (afasia progressiva primária), em que ocorre dificuldades para falar, escrever e compreender ordens simples ou complexas advindas de outras pessoas. “No início, ambas podem se apresentar de maneira parecida. O paciente pode apresentar alguma dificuldade cognitiva sem grande repercussão, pois a doença ainda não se desenvolveu para que o diagnóstico fique mais preciso. Não é incomum que apenas durante o curso da patologia, de sua evolução clínica e da investigação laboratorial que fique discriminada qual o tipo de demência frontotemporal apresentada pelo paciente”, explica o especialista.

Os sintomas da demência frontotemporal são alteração do comportamento e de personalidade e, com o decorrer do tempo, podem surgir distúrbios cognitivos. Os sintomas comportamentais se iniciam com um quadro de desinibição, apatia ou falta de engajamento nas atividades diárias, podendo evoluir para um comportamento de impulsividade e comportamentos antissociais, inclusive com episódios de agressividade. “Não é incomum percebermos uma dificuldade para a realização de juízos de valor, ou seja, de julgamentos ou ainda uma inflexibilidade nas atitudes ou ações. É muito comum que o próprio paciente não tenha consciência da doença e dos sintomas que apresenta (anosognosia)”, destaca o médico. A tendência é que, por ser uma doença degenerativa progressiva, os sintomas se agravem ao longo do tempo, tornando a convivência e os cuidados ainda mais complexos, o que afeta a vida dos familiares e dos cuidadores.

Os sintomas da doença costumam iniciar com maior frequência na faixa dos 50 e dos 60 anos, sendo que 10% dos casos se dão acima dos 70 anos. Tiago Sowmy acrescenta que cerca de 40% dos pacientes diagnosticados têm antecedentes familiares, com alguns tipos de mutações genéticas.


Diagnóstico

Tiago indica que o primeiro passo para identificar a doença é a realização de uma investigação ampla que afaste outras patologias que possam explicar os sintomas. Entre os exemplos, ele aponta, estão casos de neurosífilis, doenças hepáticas, doenças metabólicas associadas à disfunção tireoidiana, depressão, transtorno bipolar e até mesmo o uso de drogas e medicações que possam simular os sintomas. “Após essas doenças serem descartadas, o médico responsável poderá realizar um diagnóstico clínico apoiado por exames de imagem que podem mostrar alterações e o surgimento de atrofias nas regiões dos lobos frontal e temporal. Além da ressonância magnética, podem ser utilizados exames de imagem, como o PET e o SPECT, que buscam avaliar não mais a anatomia ou estrutura do cérebro, mas principalmente o seu metabolismo e o seu funcionamento”, destaca o médico.

Para além disso, há ainda trabalhos científicos e pesquisas que podem identificar a presença de proteínas que se relacionam com uma das variantes da demência frontotemporal. Por fim, ainda reforça que há algumas alterações genéticas familiares que podem favorecer a manifestação da doença. “O diagnóstico também se baseia em uma avaliação neuropsicológica, feita por um profissional especializado que consegue mapear os domínios cognitivos mais afetados. A avaliação de todos esses aspectos será determinante para se fazer um diagnóstico mais apurado. Infelizmente ainda não existe um tratamento específico, mas o grande objetivo de um diagnóstico precoce é o controle de sintomas que o paciente possa apresentar, além de descartar doenças potencialmente tratáveis”, finaliza.



Hospital Edmundo Vasconcelos
www.hpev.com.br

Consulta pública ouve sociedade sobre a incorporação de novo tratamento para o tipo mais agressivo de câncer de pele ao rol de cobertura dos planos de saúde

 O imunizante Trumenba já está disponível na rede privada e oferece ampla cobertura para adolescentes e adultos jovens, a faixa etária mais atingida pela doença no Brasil

 

Está em vigor, até 29 de agosto, a consulta pública2 para conhecer a opinião da sociedade sobre a incorporação de uma nova terapia combinada para o tipo mais agressivo de câncer de pele3 ao rol da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que define os tratamentos de cobertura obrigatória pelos planos de saúde. Trata-se da combinação Braftovi (encorafenibe) + Mektovi (binimetinibe), aprovada para tratar pacientes com melanoma positivo para a mutação BRAF (V600E), considerando adultos em fase metastática e aqueles que não podem passar pela remoção cirúrgica4

 

Os dois medicamentos foram lançados pela Pfizer no Brasil neste ano. O uso combinado para pacientes com melanoma recebeu, na semana passada, o parecer favorável da ANS para a incorporação ao rol5. Cerca de metade dos pacientes com melanoma metastático apresenta tumores positivos para a mutação BRAF6

 

Durante o programa de desenvolvimento clínico de Braftovi (encorafenibe) + Mektovi (binimetinibe), os pesquisadores constataram que a combinação mais do que dobrou a sobrevida livre de progressão da doença (14,9 meses), na comparação com o grupo de controle (7,3 meses), que recebeu um inibidor da mutação BRAF de forma isolada¹. De administração oral, o que favorece a adesão ao tratamento, a nova terapia combinada também levou à redução ou ao desaparecimento do tumor na maioria dos participantes do estudo (63%)1.

 

“A incidência do melanoma cutâneo vem aumentando nas últimas décadas, na maior parte do mundo. Embora não seja o tumor de pele mais comum, sem dúvida é o mais letal, pela grande facilidade de se espalhar para outros órgãos. Por isso, é fundamental avançar na oferta de tratamentos que possam proporcionar uma vida melhor e mais longa a esses pacientes”, afirma a diretora médica da Pfizer Brasil, Adriana Ribeiro. “Voltadas a aspectos específicos do tumor, as terapias-alvo permitem direcionar o tratamento mais adequado a cada caso, melhorando o prognóstico dessa doença tão desafiadora que é o melanoma”, complementa.

  

Participação popular

 

A consulta pública é um mecanismo de participação social que concede, a qualquer pessoa interessada, a possibilidade de contribuição e opinião nas decisões de saúde7. Essa oportunidade favorece a ampliação da voz dos pacientes, familiares e da população em geral nos processos de incorporação e oferta de medicamentos pela rede pública, via Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec), ou pelo sistema privado, via ANS, no âmbito dos planos de saúde.

 

Todas as Consultas Públicas relacionadas à saúde suplementar abertas neste momento estão reunidas no site do Ministério da Saúde, na página da ANS. Podem participar pacientes, familiares, profissionais de saúde e toda a sociedade. No caso de Braftovi (encorafenibe) + Mektovi (binimetinibe), o formulário para contribuir está disponível no link a seguir:

https://www.ans.gov.br/index.php/?option=com_cpgenerica&view=comentario&cp=91&n=114

 

 



Pfizer
www.Pfizer.com
www.pfizer.com.br
Twitter: @Pfizer
@Pfizer News
LinkedIn, YouTube
Facebook.com/Pfizer
Facebook.com/PfizerBrasil




Referências


1. PFIZER INC. Braftovi (encorafenib) + Mektovi (binimetinib). Disponível em: www.braftovimektovi.com/how-braftovi-mektovi-may-help

2. DIÁRIO OFICIAL DA UNIÃO. Disponível para acesso em: www.gov.br/ans/pt-br/assuntos/noticias/sociedade/consulta-publica-114-ans-recebe-contribuicoes-para-atualizacao-do-rol

3. SIEGEL, R. L.; MILLER, K. D.; JEMAL, A. Cancer statistics, 2018. CA Cancer J Clin. 2018 Jan;68(1):7-30.

4. PFIZER BRASIL. Bula para profissionais de saúde. Disponível para acesso em: www.pfizer.com.br/files/Braftovi_Profissional_de_Saude_03.pdf.

5. AGÊNCIA NACIONAL DE SAÚDE SUPLEMENTAR. Relatório resumido de recomendação preliminar. Disponível em: Recomendao_Preliminar_UAT_100.pdf (www.gov.br)

6. ALQATHAMA A. BRAF in malignant melanoma progression and metastasis: potentials and challenges. Am J Cancer Res. 2020;10:1103–14. Acesso disponível em: https://pubmed.ncbi.nlm.nih.gov/32368388/

7. LOPES ACF, NOVAES HMD, SOÁREZ PC. Participação social na gestão de tecnologias em saúde em âmbito federal no Brasil. Rev Saude Publica. 2020;54:136. Disponível para acesso em: https://www.scielo.br/j/rsp/a/ypvNJdHgtgdnJqZNn5smV4K/?lang=pt&format=pdf.


Aceitação do pagamento de pedágio com cartão por aproximação é ampliada para todo o Rodoanel

Modelo de recebimento já é aceito em 129 praças de pedágio do Estado. Nos Trechos Leste e Sul a aceitação é na modalidade débito

 

A partir desta segunda-feira (21), as praças de pedágio dos trechos Sul e Leste do Rodoanel Mário Covas (SP-021) passam a aceitar pagamento com cartão de débito por aproximação. Com a adesão desses segmentos do anel viário a essa modalidade de cobrança, todo o Rodoanel está equipado para esse modelo de pagamento, já que o sistema já era aceito nas 13 praças do Trecho Oeste. 

No total, já são 129 praças de pedágio do Programa de Concessões Rodoviárias do Estado, fiscalizado e gerenciado pela ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo, que aceitam o pagamento por aproximação. Delas, 81 aceitam cartão de crédito e débito e 48 somente débito. 

 

Trecho Sul e Leste do Rodoanel

 

As onze praças de pedágio dos trechos Sul e Leste do Rodoanel, segmento rodoviário operado pela  da SPMar, foram equipadas para receber este tipo de pagamento com cartões que tenham a tecnologia NFC (Near Field Communication), que não exige a digitação de senha. Basta conferir se o seu cartão utiliza essa plataforma.

 

Atualmente, a forma de pagamento já é aceita em mais de 73% das praças de pedágio das rodovias concedidas do Estado de São Paulo. Das 20 concessionárias sob sua gestão, 16 já implantaram essa modalidade de cobrança. “Com o pagamento com cartão por aproximação, o motorista ganha mais conforto e segurança, com paradas mais ágeis nas praças de pedágio e maior fluidez do trânsito”, explica Milton Persoli, diretor geral da ARTESP.

 

O uso desta tecnologia começou em 2020, com investimentos das concessionárias Ecovias e Ecopistas, as primeiras a implantar a ferramenta nas praças de pedágio das rodovias do Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI) e do Corredor Ayrton Senna/Carvalho Pinto.

 

Rodovias que aceitam pagamento por aproximação com cartão de débito e crédito 

 

Tebe – 3 praças de pedágio

Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP - 326) – Praça Colina  

Rodovia Comendador Pedro Monteleone (SP - 351) - Praça Pirangi

Rodovia José Della Vechia/Orlando Chesini Ometto (SP - 323) - Praça Monte alto

 

Rota das Bandeiras – 8 praças de pedágio

Rodovia Dom Pedro I (SP - 065)  - Praça de Igaratá

Rodovia Dom Pedro I (SP - 065) – Praça   de Itatiba 

Rodovia Dom Pedro I (SP - 065) – Praça de Atibaia 

Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP - 332) - Praça de Paulínia A e Paulínia B

Rodovia Professor Zeferino Vaz (SP - 332) – Praça de Engenheiro Coelho

Rodovia Engenheiro Constâncio Cintra (SP - 360) - Praça de Jundiaí

Rodovia Romildo Prado (SP - 063) –Praça de Louveira 

 

Ecovias  - 7 praças de pedágio

Rodovia Cônego Domênico Rangoni (SP - 055) – Praça de Santos

Rodovia Padre Manoel da Nóbrega (SP - 055) – Praça de São Vicente

Rodovia Anchieta (SP - 150) - Praça de Riacho Grande  

Rodovia dos Imigrantes (SP - 160) – Praças de Diadema, Eldorado, Batistini, Piratininga

 

Ecopistas – 4 praças de pedágio

Rodovia Ayrton Senna (SP - 070) - Praças de Itaquaquecetuba, Guararema, São José dos Campos, Caçapava

 

CCR ViaOeste – 8 praças de pedágio

Rodovias Castello Branco (SP - 280) - Praças de Osasco, Barueri, Itapevi e Itu

Rodovia Raposo Tavares (SP - 270) - Praças de São Roque, Alumínio e Araçoiaba da Serra

Rodovia Senador José Ermírio de Moraes (SP - 075) -  Praça de Sorocaba  

 

CCR SPVias – 10 praças de pedágio

Rodovia Castello Branco (SP - 280) - Praças de Quadra,  Itatinga e Iaras

Rodovia Raposo Tavares (SP - 270) - Praça de Alambari

Rodovia João Mellão (SP - 255) - Praça de Avaré  

Rodovia Francisco Alves Negrão (SP - 258) - Praça de Itararé e Buri

Rodovia  Antônio Romano Schincariol (SP - 127) - Praças de Morro do Alto (Tatuí) e Morro do Alto (Itapetininga)  

Rodovia Francisco da Silva Pontes (SP - 127) - Praça de Gramadão

 

CCR AutoBAn  - 10 praças de pedágio

Rodovia Via Anhanguera (SP - 330) - Praças de Perus, Valinhos (1 e 2), Nova Odessa, Limeira

Rodovia dos Bandeirantes (SP - 348) - Praças de Caieiras,  Campo Limpo, Itupeva, Sumaré e Limeira  

 

CCR RodoAnel – 13 praças de pedágio (nas saídas e acessos a outros trechos)

Rodovia Governador Mário Covas (SP - 021) / Trecho Oeste –  Praças  Raimundo Pereira de Magalhães;  Bandeirantes (ramo F); Bandeirantes (Ramo A); Anhanguera (Ramo F); Anhanguera (Ramo  E); Anhanguera (ramo A); Castelo Branco (ramo E); Castello Branco (Ramo A); Padroeira (ramo F); Padroeira (Ramo A);  Raposo Tavares (ramo E); Raposo Tavares (ramo A);  Osasco (ramo E).  

 

Tamoios – 2 praças de pedágio

Rodovia dos Tamoios (SP - 099) – Praça Jambeiro e de  Paraibuna 

 

Renovias – 9 praças de pedágio

Rodovia Gov. Dr. Adhemar Pereira de Barros (SP - 340) – Praça Jaguariúna

Rodovia Dep.Mário Beni (SP - 340) - Praça Estiva Gerbi

Rodovia Prof. Boanerges Nogueira de Lima (SP - 340) – Praça Casa Branca

Rodovia Prof. José André de Lima (SP - 340) – Praça Mococa 

Rodovia Gov. Dr. Adhemar Pereira de Barros (SP - 342) – Praça Espirito Santo do Pinhal 

Rodovia Gov. Dr. Adhemar Pereira de Barros (SP - 342) - Praça Águas da Prata 

Rodovia Dom Tomás Vaquero (SP - 344) – Praças Aguaí  e S. João da Boa Vista

Rodovia Dep. Eduardo Vicente Nasser (SP - 350) – Praça Itobi 

Rodovia Dom Tomás Vaquero (SP - 344) – Km 219 - Praça de Aguaí

 

EcoNoroeste – 7 praças de pedágio

Rodovia Washington Luís (SP - 310) - Praças de Agulha, Araraquara e Catinguá

Rodovia Brigadeiro Faria Lima (SP - 326) - Praças de Taiuva e Dobrada

Rodovias Carlos Tonanni/ Nemésio Cadetti/ Laurentino Mascari/ Dr. Mário Gentil (SP - 333) - Praças de Itápolis e Jaboticabal

 

Rodovias que aceitam pagamento por aproximação só com cartão de débito 

 

AB Colinas - 9 praças de pedágio

Rodovia Engº. Ermênio de Oliveira Penteado (SP - 075) - Praça Indaiatuba

Rodovia Engº. Ermênio de Oliveira Penteado (SP - 075) - Praça Indaiatuba (Bloqueio Sul)

Rodovia Engº. Ermênio de Oliveira Penteado (SP - 075) - Praça Indaiatuba (Bloqueio Norte)

Rodovia Fausto Santomauro (SP - 127) - Praça Rio Claro

Rodovia Cornélio Pires (SP - 127) - Praça Rio das Pedras

Rodovia Castelo Branco (SP - 280) - Praça Boituva

Rodovia Castelo Branco (SP - 280) - Praça Boituva (Bloqueio)

Rodovia Dom Paulino Bueno Couto (SP - 300) - Praça Itupeva

Rodovia Marechal Rondon (SP - 300) - Praça Porto Feliz

 

ViaRondon – 8 praças de pedágio

Rodovia Marechal Rondon (SP - 300) - Praças de  Avaí, Pirajuí, Promissão, Glicério, Rubiácea, Lavínia, Guaraçaí e Castilho

 

Intervias – 9 praças de pedágio

Rodovia Monsenhor Clodoaldo de Paiva (SP - 147) – Praça Mogi Mirim  

Rodovia Engº João Tosello (SP - 147) - Praça Limeira 

Rodovia Dep.Laércio Corte (SP - 147) – Praça Iracemapolis 

Rodovia Wilson Finardi (SP - 191) - Praça Araras 

Rodovia Wilson Finardi (SP - 191) - Praça Rio Claro 

Rodovia Vicente Botta  (SP - 215) - Praça Santa Cruz Palmeiras e Descalvado

Rodovia Anhanguera (SP - 330) - Praça Leme, Pirassununga

 

ViaPaulista – 11 praças de pedágio

Rodovia Anhanguera (SP - 330) – Praças de Santa Rita do Passa Quatro e São Simão 

Rodovia Antônio Machado Sant’Anna/Comandante João Ribeiro de Barros/Otávio Pacheco de Almeida Prado/João Mellão/Eduardo Saigh (SP - 255) – Praças de Guatapará, Boa Esperança do Sul, Jahu, Botucatu, Itaí e Coronel Macedo

Rodovia Cândido Portinari (SP - 334) – Praças de Batatais e Restinga 

Rodovia Engenheiro Thales de Lorena Peixoto Júnior (SP - 318) – Praça de São Carlos

 

SPMAR - 11 praças de pedágio (nas saídas e acessos a outros trechos)

Rodovia Governador Mário Covas (SP -021). No Trecho Sul:  km 50 (saída do Trecho Sul para o Oeste); km 70,2 - pista Externa sentido Litoral (saída para Imigrantes); km 70,3 - pista Externa sentido Capital (saída para Imigrantes); km 71,4 - pista Interna (saída para Imigrantes); km 75,5 - pista interna (saída para Anchieta); km 86 - pista externa (saída para o Trecho Leste); SPA 086/021 (saída para Avenida Papa João XXIII).  No Trecho Leste: Km 88 -pista interna (saída para Avenida Papa João XXIII); Km 87 - pista interna (saída para o Trecho Sul); Km 124,7 - alças interna e externa (saída para a Rodovia Ayrton Senna); km 128 - pista externa (saída para a Via Dutra).


Posts mais acessados