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segunda-feira, 28 de junho de 2021

Circulação pode piorar com a alta queda de temperatura prevista para essa semana

O sangue tem um papel essencial na manutenção da temperatura corporal e no frio essa função se torna ainda mais importante. Isso porque se os vasos por onde passa o sangue são mais exigidos no inverno e, em pacientes com a saúde vascular já comprometida, podem surgir as complicações. Quem explica é o Dr. Caio Focássio, cirurgião vascular da capital paulista.

"O frio contrai as artérias (vasoconstricção) e dificulta ainda mais a chegada de sangue arterial principalmente nas extremidades e podem causar insuficiência arterial, ou seja, dificulta e estreita o acesso do sangue para os outros membros, em especial em pessoas que já sofrem problemas com a circulação", fala o médico.

De acordo com o especialista, o acúmulo de gordura nas artérias, causados pelo excesso de peso, diabetes, tabagismo e hipertensão as deixa ainda mais estreitas, então o processo de circulação se torna mais lento. "Quando há predisposição genética ou quadros de obesidade, alimentação desequilibrada e sedentarismo, a preocupação se torna ainda maior nessa época do ano", alerta o médico.

No entanto, alguns sinais podem ajudar a prevenir o problema. "Quando a circulação não anda bem é comum sentir dormência ou inchaço nos membros e formigamento nas mãos e nos pés, dor ao caminhar, paralisia ou fadiga muscular", fala.

Daí é hora de buscar ajuda médica já que o tratamento para as doenças circulatórias pode ser feito por meio de medicamentos e cirurgia quando for necessário. Mas, a prevenção é o melhor caminho, especialmente para pacientes que já tenham alguma doença que contribui para a obstrução das artérias.

Dr. Caio deixa algumas dicas:

• Usar roupas confortáveis e quentes, não deixe o corpo exposto ao frio;

• Evitar as peças justas (elas podem comprimir os músculos das pernas e cintura);

• Consumir alimentos ricos em fibras, já que auxiliam na boa digestão e controle do colesterol;

• Fazer exercícios físicos pelo menos 3 vezes na semana mesmo em casa;

• Evitar consumo de gorduras;

• Manter o controle adequado da pressão e diabetes não evitar de ir ao médico mesmo durante a pandemia;

• Beber muita água;

• Ter cuidado ao usar meias elásticas sem orientação médica - nesses casos ela pode piorar a situação.



FONTE: Dr. Caio Focássio - Cirurgião vascular formado pela Faculdade de Medicina da Santa Casa de São Paulo e Membro da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Pós graduado em Cirurgia Endovascular pelo Hospiten - Tenrife (Espanha). Médico assistente da Cirurgia Vascular da Santa Casa de São Paulo.

https://www.drcaio.com.br

Instagram: @drcaiofocassiovascular


Como o tratamento contra o câncer pode afetar a saúde bucal?

Acompanhamento odontológico é fundamental para a manutenção bucal de pacientes oncológicos


O cuidado com a saúde bucal é parte fundamental na manutenção da qualidade de vida e bem-estar de uma pessoa. Essa atenção deve ser reforçada, principalmente, para pacientes oncológicos, ou seja, aqueles que estão em tratamento contra algum tipo de câncer.

De acordo com o presidente da Câmara Técnica de Estomatologia do Conselho Regional de Odontologia de São Paulo (CROSP), Fábio de Abreu Alves, durante o tratamento radioterápico, o paciente pode adquirir complicações em sua saúde bucal. “É comum os pacientes apresentarem ulcerações (mucosite) decorrentes da ação direta da irradiação na mucosa bucal. Outro problema que acontece regularmente é a destruição das glândulas salivares que se encontram no campo irradiado, levando a diminuição do fluxo salivar e alterações na composição da saliva. E, por fim, alterações no reparo ósseo tanto da mandíbula quanto da maxila, efeito que pode causar necrose óssea, conhecida como osteorradionecrose”, diz o cirurgião-dentista.

O especialista recomenda que o paciente oncológico consulte regularmente um cirurgião-dentista para ser avaliado e fazer a adequação da boca e prevenção de doenças que possam surgir em decorrência da radioterapia, quimioterapia ou outros métodos de combate às células cancerígenas.

Terapias para o câncer de boca ou na região da cabeça e pescoço também podem afetar a saúde bucal e causar sérios prejuízos ao paciente, caso não haja acompanhamento de um cirurgião-dentista especializado. “Pacientes irradiados com tumores na região de cabeça e pescoço merecem atenção especial. A diminuição do fluxo salivar os deixam mais suscetíveis a doença periodontal e cárie. Essa cárie, quando associada à radioterapia, evolui rapidamente destruindo as coroas dentárias em poucos meses. Mas, as exodontias (processo de extração de dentes) devem ser evitadas devido ao risco de osteorradionecrose. Dessa forma, esses pacientes precisam de acompanhamento odontológico regular”, explica Alves.

Por ano, o Brasil tem mais de 400 mil pessoas diagnosticadas com câncer, segundo dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA). Na boca, a doença é mais comum entre os homens, com mais de 11 mil novos casos apenas em 2020. Apesar dos potenciais riscos à saúde bucal, tanto a radioterapia quanto a quimioterapia ou imunoterapia são métodos essenciais para o tratamento e cura para diversas formas de câncer, sobretudo o de boca.

Caso o paciente oncológico apresente inflamações na gengiva e sangramento, além de manchas esbranquiçadas em volta dos dentes, o cirurgião-dentista deve ser consultado para identificar potenciais cáries dentárias ou doença periodontal e realizar o tratamento necessário de forma rápida.

“O cirurgião-dentista tem participação fundamental em todas etapas do tratamento oncológico. Somos parte de uma equipe e o sucesso do tratamento depende de todos profissionais que cuidam do paciente oncológico”, completa o cirurgião-dentista.

 


Conselho Regional de Odontologia de São Paulo - CROSP

www.crosp.org.br

 

Confinamento faz crescer casos de miopia em crianças

Considerada uma epidemia pela OMS, a miopia infantil atinge aproximadamente 6,8 milhões de crianças, no Brasil


O número de casos de miopia nas crianças entre 6 e 8 anos cresceu, em 2020, até três vezes em comparação com os cinco anos anteriores, segundo um artigo publicado em janeiro deste ano na revista científica Jama Ophthalmology, da China.

Os resultados vêm de um estudo realizado em mais de 120 mil crianças, utilizando a técnica photoscreening para triagem de fatores ambliogênicos, como estrabismo e erros de refração significativos, em um ou ambos os olhos de crianças. Os pesquisadores concluíram que o confinamento domiciliar, devido à pandemia de Covid-19, parece estar associado a uma mudança substancial da miopia em crianças. O estado refrativo de crianças mais jovens pode estar mais sensível às mudanças ambientais do que as crianças mais velhas, visto que se encontram em um período importante para o desenvolvimento da miopia.

No Brasil, a situação é semelhante. Segundo dados do CBO (Conselho Brasileiro de Oftalmologia), aproximadamente 6,8 milhões de crianças já sofrem com a miopia. "A OMS estima que a miopia atinja metade da população mundial até 2050, por isso as atenções devem estar voltadas às nossas crianças, principalmente porque elas estão se tornando míopes em idades cada vez mais baixas", afirma Gerson Cespi, diretor geral da CooperVision no Brasil.

Especialistas recomendam estimular brincadeiras e atividades ao ar livre, quando forem seguras; uma hora por dia é o mínimo recomendado para minimizar o risco de progressão da miopia; limitar o uso de aparelhos como smartphones, tablets e televisores; ensinar as crianças a não usarem os aparelhos eletrônicos antes de dormir; diminuir a luminosidade da tela do celular, tablet ou computador, principalmente à noite; e nunca utilizar em ambientes totalmente escuros.

A boa notícia é que foi lançado recentemente no Brasil o Programa Brilliant Futures™, um tratamento de controle da miopia, desenvolvido especificamente para ser iniciado em crianças com 8 a 12 anos de idade. O tratamento foi criado com base no uso das lentes de contato MiSight® 1 day, as primeiras e únicas lentes de contato gelatinosas aprovadas pelo FDA americano (Food and Drug Administration), que podem desacelerar a progressão da miopia ao mesmo tempo que corrigem a visão no início do tratamento. Como parte de um estudo realizado com crianças, ao usarem as lentes de contato MiSight® 1 day, a progressão da miopia reduziu em média 59%, o que resulta em uma miopia mais baixa no futuro.

 

Como uma das causas da miopia é a hereditariedade, os pais também devem prestar atenção aos sinais que as crianças apresentam como estrabismo, necessidade de se sentar nas primeiras fileiras da sala de aula, ficar mais próximo das telas da televisão ou cinema, manter livros muito próximos ao rosto durante a leitura, não enxergar objetos distantes, piscar excessivamente e esfregar os olhos com frequência.

Ao perceberem os sinais, os pais devem procurar um oftalmologista e já podem solicitar uma avaliação sobre o tratamento com as lentes MiSight® 1 day.

 

CooperVision


Com a chegada do inverno, cuidados com a covid-19 devem ser reforçados

A chegada do inverno é um alerta para que sejam intensificados os cuidados para evitar doenças respiratórias, entre elas a COVID-19. As baixas temperaturas comuns nesta época do ano estimulam hábitos que, apesar de amenizar o desconforto térmico, facilitam a ocorrência destes problemas. 

O responsável pelo Centro de Medicina Torácica e da Unidade de Enfisema Pulmonar Grave do Hospital Edmundo Vasconcelos, Luis Carlos Losso, explica que, no inverno, há um aumento da incidência de infecções respiratórias pela tendência à aglomeração das pessoas em lugares com janelas e portas fechadas para a proteção contra o frio. Nesses ambientes mal ventilados, segundo o especialista, a proximidade facilita a transmissão de vírus e bactérias. 

“A circulação do ar é fundamental quando pensamos na diminuição da transmissão de doenças respiratórias como a COVID-19. Por isso, é necessário deixar os ambientes arejados. Essa recomendação deve ser seguida nas casas, nos ambientes de trabalho, no comércio e em outros locais, principalmente quando as medidas de relaxamento começam a ser implantadas pelas autoridades sanitárias. Outro hábito que merece atenção é o distanciamento social. No inverno, as pessoas tendem a se aglomerar mais para evitar o frio, mas o ideal é que isso não ocorra”, reforça o médico. 

O uso de aparelhos de condicionamento de ar, aquecedores e lareiras também merece atenção. O motivo, de acordo com o responsável Centro de Medicina Torácica e da Unidade de Enfisema Pulmonar Grave, é que o ar aquecido provoca desidratação do ar ambiente, o que resseca o muco protetor das vias aéreas. “O ressecamento da superfície do epitélio respiratório destrói anticorpos e enzimas que atacam germes invasores, predispondo a infecções”, complementa. 

Para passar pela estação mais fria do ano com menos riscos, é preciso seguir os cuidados de prevenção contra o novo Coronavírus: usar máscara, manter distanciamento social, lavar as mãos sistematicamente e de modo correto e, para quem já está incluso no plano nacional de vacinação, imunizar-se com as duas doses. Losso incluí ainda entre os cuidados tomar a vacina contra a gripe e contra pneumonia a fim de reduzir os riscos dessas doenças.

 

Hospital Edmundo Vasconcelos 

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Tel. (11) 5080-4000

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Seconci-SP alerta: milhares de pessoas contraíram hepatite e não sabem

 Nove em cada dez pessoas que têm a doença ignoram este fato, segundo a OMS

 

O Dia Mundial de Luta contra as Hepatites Virais (28 de julho) é o ponto central da campanha do Julho Amarelo, que visa alertar a população sobre essa doença frequentemente assintomática. De acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), as hepatites B e C afetam 325 milhões de pessoas no mundo e, dessas, 290 milhões desconhecem que têm a doença, ou seja 9 em cada 10. “Esses números são alarmantes, considerando que a hepatite é evitável, tratável e tem cura”, afirma o dr. Moacir Augusto Dias, gastroenterologista do Seconci-SP (Serviço Social da Construção). 

Antes da pandemia da Covid-19, a hepatite era a segunda causa de morte entre as doenças infecciosas, com a tuberculose em primeiro lugar. “O termo hepatite refere-se a uma inflamação do fígado, que pode ser provocada por vírus, consumo abusivo de álcool, drogas e medicamentos; além de causas genéticas, metabólicas e por doenças autoimunes”, explica o médico. 

A transmissão da hepatite A e E está muito relacionada a condições inadequadas de saneamento básico, pois é decorrente da ingestão de alimentos e água contaminada por fezes de pessoa com hepatite. “Os tipos B, C e D ocorrem pela troca de fluidos corporais, como no contato sexual e de sangue, pelo compartilhamento de alicates de unha, lâminas de barbear e agulhas, caso das tatuagens, piercings e drogas injetáveis. Além da transmissão materno-fetal. As hepatites A e B são as únicas para as quais existem vacinas. Como a hepatite D necessita do vírus da B para se desenvolver, a vacina contra a hepatite B acaba por também proteger contra o tipo D”.  

Os sintomas das hepatites são cansaço, febre, mal-estar, tonturas, enjoo, vômito, dor na parte superior do abdômen, na região do fígado; urina escura e fezes claras, como massa de vidro.  

O sinal mais característico é a icterícia, que corresponde à coloração amarelada dos olhos e da pele. “A questão é que algumas pessoas não apresentam esse quadro e são designadas como anictéricas, ou seja, não desenvolvem esse ‘amarelão’. Daí convivem com a hepatite sem saber”, destaca dr. Moacir. Segundo o Ministério da Saúde, este é o caso de mais de 500 mil pessoas no Brasil contaminadas pela hepatite C e que desconhecem essa condição.  

Em alguns casos, como nas hepatites A e E, a cura pode ser espontânea, sem necessidade de medicação. O Seconci-SP realiza os testes para detectar a doença. Uma vez confirmada, a notificação é compulsória e o paciente é encaminhado para um dos Centros Estaduais de Referência para Tratamento de Hepatite, onde serão feitos outros exames, como o da carga viral e distribuídos os medicamentos gratuitamente.  

“A complicação mais temida da hepatite é se tornar crônica ou se apresentar na forma fulminante. Os tipos B e C podem ainda evoluir para cirrose e câncer no fígado. Nos exames de rotina, como os periódicos, por exemplo, pode-se incluir o exame de sangue para detectar se a pessoa teve ou tem hepatite. Diante do resultado, o médico pode tomar a conduta adequada para tentar evitar que a doença traga consequências indesejadas”, destaca o dr. Moacir.

 

Covid-19 provoca aumento em quase seis vezes nos casos de gravidez ectópica

O desenvolvimento de um embrião fora da cavidade uterina traz riscos para a gestante e deve ser diagnosticado o mais breve possível



Uma revisão de estudos conduzida pela George’s University of London, no Reino Unido, mostrou um panorama dos efeitos da pandemia de Covid-19 durante a gestação e possíveis repercussões que a contaminação da gestante pode trazer ao feto.

 

Segundo o estudo, mais mulheres grávidas morreram, tiveram complicações ou deram à luz bebês natimortos durante a pandemia do que em anos anteriores.

 

Dentre os resultados maternos e fetais globais que pioraram durante a pandemia, um ponto que chamou a atenção de especialistas foi o crescimento em quase seis vezes do diagnóstico de gravidez ectópica no último ano.

 

“O aumento dos casos de gravidez ectópica possivelmente está relacionado ao processo inflamatório provocado pelo coronavírus, dificultando a passagem do óvulo fecundado, que acaba por se desenvolver fora do útero”, aponta o Dr. Thomaz Gollop, Professor Colaborador de Ginecologia da Faculdade de Medicina de Jundiaí.

 

Este aumento é especialmente preocupante pelo risco que a gestante corre caso o problema não seja identificado.

 

“Se não diagnosticada, com a evolução da gestação ectópica, pode ocorrer o rompimento da trompa e uma grave hemorragia”, alerta o Dr. Thomaz.

 

Gravidez ectópica

A gravidez ectópica é considerada a principal causa de morte materna no primeiro trimestre da gestação, responsável por 9% dos óbitos maternos durante o ciclo gravídico-puerperal.

 

Segundo um trabalho apresentado recentemente na Faculdade de Medicina de Jundiaí, a incidência é de 1% a 2% nos países industrializados.

 

“Após a primeira ocorrência, a recorrência é de cerca de 15%. Se houver dois ou mais episódios, essa taxa pode chegar a pelo menos 25%”, explica Rafaela Pescarini Fabricio, aluna do 6º ano da Faculdade de Medicina de Jundiaí, uma das autoras do trabalho.

 

As chances de uma gravidez ectópica são, portanto, maiores entre mulheres que já tiveram um caso anterior, mas a maior incidência também está associada a cirurgia tubária prévia, endometriose, doença inflamatória pélvica, uso de contraceptivo de emergência e tabagismo.  

 

Diagnóstico e tratamento 

 

O diagnóstico pode ser feito através de um exame clínico detalhado, exames laboratoriais e muitas vezes já nas primeiras consultas do pré-natal, por meio da ultrassonografia.  

Conforme a localização do embrião e o tempo gestacional, algumas opções poderão ser indicadas, incluindo o tratamento medicamentoso, com metotrexato, ou cirúrgico, com videolaparoscopia.


Como escovar os dentes da forma correta?

Mais do que a quantidade certa de pasta de dente, confira dicas da Presidente ABHA para uma melhor escovação


Desde pequenos somos ensinados em casa ou nas escolas que a escovação dental é muito importante e, por isso, deve ser executada no mínimo três vezes ao dia. No entanto, depois de adultos, pouco se é falado sobre esse tema tão importante da saúde. Desse modo, a Presidente da Associação Brasileira de Halitose, Dra. Cláudia Gobor, dentista especialista em halitose, ensina um passo a passo de como escovar os dentes da forma ideal e ainda dá dicas de como manter uma boa saúde bucal.

Divida a sua boca em quatro regiões.

A dentista explica que, em uma escovação correta, o ideal é “dividir a boca em superior direito e esquerdo e inferior direito e esquerdo”;

Escove cada uma das partes.

Após a separação mental, escove cada uma das partes, sempre “sem pressa”, comenta a Dra. Isso porque, uma escovação bucal ideal demora cerca de 2 minutos;

Os movimentos da escovação.

Para conseguir atingir todos os dentes sem machucar a boca, o correto é fazer “movimentos de cima pra baixo na arcada superior e debaixo pra cima na arcada inferior, simulando assim um movimento circular na parta externa, e também movimentos de vai e vem na parte de cima e na parte interna dos dentes, todos eles sem colocar muita força”, explica Cláudia; preste atenção nesta questão... devemos segurar a escova com dois a três dedos, como se estivesse com uma caneta na mão... desta forma a força transmitida pros dentes na hora de escovar vai ser mais branda.

A língua também faz parte da boca.

Muita gente esquece, na hora da escovação, de dar atenção à língua. No entanto, pouca coisa adianta escovar somente os dentes e manter ali parado a saburra ou biofilme lingual. A dentista alerta que “a saburra lingual, que é aquele aspecto branco que fica na superfície da língua, é uma enorme causadora de mau hálito, já que, naquela região ficam acomodadas bactérias, restos alimentares e células que descamam da boca e que geram a halitose”, alerta a especialista.

Sobre o fio dental.

É bastante discutido na comunidade da saúde bucal sobre o melhor momento de se passar o fio dental. Todavia, o ideal mesmo é que, “independente da ordem - antes ou depois da escovação - o fio dental deve ser passado uma vez ao dia, rigorosamente e muito bem passado, para evitar o armazenamento de resíduos no meio dos dentes, local onde a escova de dentes não consegue alcançar”, comenta.

Ademais à escovação, é importante também tomar outros cuidados para manter uma boa saúde bucal. Manter uma hidratação diária ideal, ingerindo 2 litros de líquidos por dia ajuda na “salivação e na limpeza da boca,  e de certo modo ajuda a evitar o aparecimento do mau hálito”, alerta a Dra. Além disso, ter uma alimentação saudável é essencial, já que em determinados alimentos existem nutrientes que estimulam o fortalecimento dos dentes e a prevenção de infecções e outras doenças bucais.

 


Cláudia Christianne Gobor - Cirurgiã Dentista especialista pelo MEC no tratamento da Halitose, Presidente da Associação Brasileira de Halitose

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Rua da Paz, n° 195, Sala 102, Mab Centro Médico, Centro/ Alto da XV, Curitiba- PR

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Saiba por que é importante o uso de prótese auditiva mesmo em casos de surdez profunda

O cérebro precisa de estímulo sonoro para identificar os diversos tipos de sons conduzidos pelo ouvido. Em caso de surdez mais grave, ruídos mesmo não identificados podem servir de alerta


Há como reverter um caso de surdez severa profunda, daquelas em que a pessoa praticamente não ouve mais? A resposta é sim, embora os casos sejam raros e, normalmente, as chances de conseguir escutar de forma clara são pequenas. Mas é possível, se houver uma condição mínima de recepção de som, oferecer ao menos a possibilidade de ouvir sons de alerta. Ainda que a capacidade de identifica-los não exista mais.

"Sempre que houver algum resquício auditivo no paciente para uma condição sonora, mesmo que seja em altos decibéis, nossa obrigação é adaptar esse paciente para uma prótese auditiva", explica Marcia Bonetti, fonoaudióloga e responsável técnica da Audiba, empresa de próteses auditivas. "Porque esse paciente precisa seguir com sua vida e certamente vai precisar, por exemplo, atravessar a rua. E com esse aparelho, vai poder ouvir uma buzina ou algum ruído que o impeça de sofrer um acidente", informa.

A tecnologia empregada atualmente em aparelhos auditivos já permite que casos de surdez severa profunda sejam atendidos para permitir à pessoa que enfrenta o problema seguir recebendo estímulos sonoros, ainda que não seja mais capaz de entender exatamente o significado do que está recebendo.

Dados de 2020 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelam que 5% da população brasileira, algo em torno de 10 milhões de pessoas, sofrem com algum problema relacionado à surdez. Desse total, 2,7 milhões não conseguem ouvir absolutamente nada.


Prevenção é o melhor caminho

É preciso, porém, agir de forma preventiva. O que significa, em casos em que o problema não é de nascença ou estar atento aos primeiros sinais da perda de audição. Que podem ser o volume excessivo da TV, a dificuldade de entender o que as pessoas estão dizendo - e a necessidade constante de pedir para que o interlocutor repita o que foi dito -, quadro de irritabilidade frequente e até certo desejo de evitar contato com amigos e parentes. "Quanto mais o paciente demorar para procurar ajuda de um profissional para fazer a adaptação a um aparelho auditivo, mais difícil essa adaptação se torna".

O ouvido é um condutor sonoro. Ele faz a captação dos sons para que o cérebro processe e identifique essas informações. Deixar o problema evoluir significa também deixar de mandar estímulos sonoros para o córtex cerebral responsável pela audição. O que faz com que o órgão pare de processar e codificar as informações. Como resultado, é possível até ouvir sons, mas começa a ficar mais difícil identifica-los, entender exatamente o que está sendo dito ou o que chega através dos ouvidos. "É como ir à academia, quanto mais você se exercita, mais músculos ganha. Quanto mais som eu mandar para o cérebro, maiores as possibilidades de que ele os identifique", compara Marcia.

Assim, em casos de perda profunda ou severa, o trabalho do profissional fonoaudiólogo responsável pela adaptação à prótese é encontrar o aparelho que atenda melhor à necessidade do paciente. Ainda que ele não seja mais capaz de compreender o estímulo sonoro que recebe, vai poder receber sons importantes para estar consciente do que se passa ao seu redor.

E nesses casos, é fundamental que o paciente seja acompanhado pela empresa ou profissional que faz a adaptação ao uso da prótese. "O acompanhamento é fundamental para que a adaptação seja bem sucedida", esclarece Marcia. "É preciso acompanhar o paciente para fazer os ajustes necessários de acordo com os exames, para saber se a resposta é positiva em relação à prótese, para a higienização adequada, para o acompanhamento da pessoa que está fazendo uso do aparelho", detalha. O acompanhamento precisa ser mensal, até que o profissional responsável pela adaptação entenda que é possível dar alta, e que a pessoa está perfeitamente adaptada à prótese.

 


Audiba

www.audiba.com.br

 

51% das brasileiras têm ou já tiveram dificuldades para menstruar, diz estudo

 Principalmente as mulheres dos 18 aos 24 anos, 56% delas.


Além da gravidez, existem diversas razões que podem fazer com que a mulher não menstrue. As causas mais comuns são os desequilíbrios hormonais, porém, não menstruar também pode ser sinal de um problema de saúde mais sério. Ou até mesmo sinal de SOP - Síndrome dos Ovários Policísticos.

E conforme constatou o Trocando Fraldas em seu mais recente estudo, 51% das brasileiras têm ou já tiveram dificuldades para menstruar. Principalmente as mulheres que estão tentando engravidar, 54% delas. 

O estado em que mais mulheres têm ou já tiveram dificuldade para menstruar é o Acre, com 74% das entrevistadas. No Distrito Federal, o percentual é de 53%. Já em Minas Gerais e em São Paulo, pelo menos 48% das participantes têm irregularidades no ciclo. E o Espírito Santo, é o estado em que menos mulheres têm ou tiveram esse problema, 44% das entrevistadas.

Quando a irregularidade no ciclo se repete e a mulher não sabe o que fazer, o melhor é sempre consultar um médico. Porém, pelo menos 18% das brasileiras não têm coragem de mencionar o fato para seu médico. Já entre as que estão tentando engravidar, 16% não falam com o médico. 

Os dados por estado demonstram que, o estado em que mais mulheres falariam com seu médico é o Tocantins, com 90% das participantes. No Rio de Janeiro e em São Paulo, 86% e 81%, respectivamente, falam ou falariam com o médico sobre irregularidades no ciclo. E o Amapá é o estado em que menos mulheres falariam com seus médicos, com 70% das entrevistadas.



Conheça os principais métodos preventivos contra a gripe

 Campanha Nacional de Vacinação é a principal forma de no combate à doença


A 23ª edição da Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe foi iniciada no Brasil em 12 de abril. O Ministério da Saúde estima imunizar cerca de 90% dos brasileiros contra a influenza, doença que atinge milhares de pessoas todos os anos. De acordo com a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS), no período do outono e inverno, a gripe atinge cerca de 5% a 15% da população, resultando em até 5 milhões de casos graves e 500 mil mortes ao redor do mundo.

Dr. Nelson Tatsui, Diretor-Técnico do Grupo Criogênesis e Hematologista do HC-FMUSP, explica que a doença geralmente se manifesta por meio de irritação na garganta, tosse seca e congestão nasal e pode evoluir para febre, dor no corpo e expectoração. "Os sintomas são similares aos apresentados pelo coronavírus, mas para gripe já existe um forte controle preventivo. A campanha se torna importante para reduzir a circulação da influenza, diminuir o número de hospitalizações, além de facilitar o diagnóstico da Covid-19 por exclusão, uma vez que os sinais apresentados são semelhantes", aponta.

Segundo o especialista, o influenza passa por diversas mutações ao longo do ano, impedindo sua erradicação. Com isso, as doses do imunizante também são fortalecidas e modificadas ano após ano. "É extremamente importante nunca deixar de se vacinar, pois o organismo precisa estar sempre protegido contra as novas cepas", recomenda. Estudos apontam que a vacinação é o melhor método de prevenção contra o vírus, pois reduz de 39% a 75% a mortalidade por complicações.

De acordo com Dr. Nelson, a gripe está associada às estações mais frias do ano. "O vírus permanece ativo o ano inteiro, mas a diminuição da temperatura, a baixa umidade do ar e o maior nível de poluição atmosférica, favorecem a transmissão do influenza", explica. Doenças como sinusite, otite e pneumonia também são características da época e podem se manifestar como complicações da gripe.

Todo ano, o influenza afeta entre 20% a 30% das crianças e cerca de 10% dos adultos. O médico destaca que o público infantil e gestantes fazem parte do grupo prioritário nas campanhas de vacinação, pois têm grandes chances de desenvolver outras enfermidades. "A gripe deixa o organismo ainda mais debilitado e diminui a imunidade, servindo de porta de entrada para quadros mais graves. Os pequenos estão desenvolvendo seu sistema imunológico e mulheres grávidas ficam mais suscetíveis à contração de infecções", esclarece.

O médico enfatiza que os métodos preventivos são a melhor forma de evitar a contaminação. "Lavar sempre as mãos, manter-se hidratado e evitar lugares sem ventilação estão entre alguns cuidados que podem ser priorizados, porque afastam a infecção. A vacina é fundamental para se proteger", finaliza.



Criogênesis

https://www.criogenesis.com.br

 

Casos de miopia aumentam consideravelmente. Entenda o por quê

Estima-se que até 2050, metade da população mundial será míope


Estima-se que 28% da população mundial, hoje, tenha algum grau de miopia. No entanto, o problema de visão tem crescido tanto que estima-se que até 2050 ao menos metade da população será míope. Mas, por que isso acontece?

Segundo o Dr. Hallim Féres Neto, Oftalmologista do Conselho Brasileiro de Oftalmologia, o uso de telas artificiais - a alteração na produção de dopamina devido à luz artificial no lugar da luz natural favorece a miopia. "O que realmente se sabe é que o sol influencia na estabilização do grau. O aumento de tempo em telas é a consequência do menor tempo ao ar livre que já vinha diminuindo nos últimos anos, mas foi nesse último ano que chegou a praticamente zero", conta.

Um estudo chinês foi publicado no JAMA no começo deste ano, trouxe dados interessantes:

após acompanhar cerca de 120 mil crianças e adolescentes chineses entre 6-13 anos desde 2015, descobriram que nas crianças entre 6 a 8 anos havia 5% de míopes em 2019. No final de 2020 miopia na mesma faixa etária chegou a 20% e o aumento aconteceu também em todas as outras faixas etárias do estudo.

Dr. Hallim conta que a miopia é caracterizada pela dificuldade de enxergar o que está longe da gente e quando muito alta, aumenta o risco de outras doenças oculares. "Um grau acima de 6 de miopia traz 21,5 mais chances de descolamento de retina e 40 vezes mais chance de maculopatia miópica, doenças que podem causar cegueira. Em comparação, uma pessoa com 1,5 grau de miopia tem o dobro de chances de alguém que não tem miopia de sofrer desses males", exemplifica. 

A Sociedade Brasileira de Pediatria preconiza que a exposição às telas varie de acordo com a idade da criança:

- Até 2 anos não devem ter contato com telas

- 2 e 5 anos até 1 hora por dia, fracionada e supervisionada

- 6-10 anos, até 2 horas fracionadas e supervisionadas

-11-18 anos até 3 horas

- Sem telas durante refeições e desligar pelo menos 1 hora antes de dormir.

"Eu tenho dois filhos pequenos e sei que nesse último ano isso foi inviável. Só de horário de escola eles têm mais tempo de tela do que isso. E no horário livre eles não estão tão livres assim para poder brincar onde e com quem quiserem", lembra o oftalmologista, que recomenda, então, seguir a "regra dos 20": "a cada 20 minutos na tela, olhar por 20 segundos pela janela. Isso faz com que a musculatura dos olhos relaxe para focar o que está longe, reduzindo a tensão interna dos olhos".

Também é fundamental receber luz natural e educar as crianças para prevenir o excesso de telas - o que começa no exemplo dos pais.

 


Dr. Hallim Feres Neto @drhallim - CRM-SP 117.127 | RQE 60732 • Oftalmologia Geral • Cirurgia Refrativa • Ceratocone • Catarata • Pterígio • Membro do CBO - Conselho Brasileiro de Oftalmologia • Membro da ABCCR - Associação Brasileira de Catarata e Cirurgia Refrativa • Membro da ISRS - International Society of Refractive Surgery • Membro da AAO - American Academy of Ophthalmology

 

As 11 profissões mais perigosas do mundo

Profissões como detetive particular, eletricista, bombeiro e desarmador de minas trazem riscos que podem ser fatais

 

Você já parou para se perguntar quais são as profissões mais perigosas do mundo?

Muitas pessoas, na hora de escolherem suas carreiras, não pensam nos riscos que aquela profissão pode causar à sua segurança e saúde.

O contato com indivíduos perigosos, ou a possibilidade de sofrer acidentes e traumas, podem ser motivo de desistência da profissão.

Já para aqueles que amam o que fazem, isso é apenas parte do trabalho.

Veja a seguir uma lista que preparamos com as principais profissões de alto risco.

 

Correspondentes de guerra

O correspondente de guerra é aquele jornalista que precisa estar onde todos querem fugir: guerras ou conflitos armados.

Por apurar os fatos direto do front de uma zona de guerra, os riscos da profissão são altíssimos, envolvendo tiros, torturas, sequestros e mortes.

 

Dublê de filmes

Por trás de quase todo ator, existe um dublê contratado para estar presente nas cenas mais perigosas.

Os riscos fazem parte da rotina do profissional, pois eles atuam em cenas de tiroteio, de acidentes, atropelamentos, quedas, incêndios, entre outras. O que envolve, lesões, fraturas, machucados e, às vezes, à morte, dependendo do que está sendo filmado.

 

Desarmador de minas

Desativar minas terrestres requer muita estratégia, experiência e uma dose de sorte. Um erro mínimo provocado pelo profissional pode ocasionar sua morte, ou a perda de partes do corpo.

Apesar dos avanços tecnológicos, desarmar minas requer a precisão que só um ser humano pode ter. Enquanto robôs conseguem desarmar minas de maneira eficaz em 80% dos casos, o resultado alcançado por um profissional humano é de 99,6%.

 

Mineradores

O trabalho dentro das minas subterrâneas está sujeito a altos riscos e graves acidentes. Em 2013, o acidente e o resgate dos 33 mineiros que ficaram dois meses soterrados em uma mina do Chile revelaram ao mundo as condições precárias da profissão.

A busca por metais preciosos pode ocasionar a morte, já que durante a atividade é possível que ocorram deslizamentos de terra, explosões e incêndios. Além disso, dentro das minas o profissional também enfrenta altas temperaturas e um ambiente claustrofóbico.

 

Bombeiros 

A carreira de bombeiro é uma das mais admiradas do mundo - seja pela responsabilidade e coragem do profissional - e ao mesmo tempo uma das mais perigosas.

Os bombeiros não atuam apenas em incêndios, mas em acidentes, desabamentos e deslizamentos com o intuito de salvar vidas. Os riscos, portanto, envolvem queimaduras, asfixia e fraturas, podendo ser fatais.

 

Construção civil

O risco faz parte da vida dos trabalhadores da construção civil, que exercem atividades em lugares altos, manuseiam máquinas de corte, solda e outros produtos químicos.

Não é à toa que os profissionais da construção civil são as maiores vítimas por morte acidental no ambiente de trabalho. Além disso, muitos trabalhadores sofrem com condições precárias de trabalho e falta de equipamentos de segurança. 

 

Eletricista

Os riscos que envolvem a profissão do eletricista são fatais, não existindo oportunidade para o erro.

Mesmo com todo o aparato de segurança, as intervenções elétricas expõem o trabalhador a altos riscos de eletrocussão, que levam as vítimas, na maioria das vezes, à morte.

 

Detetive

Ser um detetive particular e investigar fatos para um cliente envolve todos os perigos relacionados à segurança, já que o profissional está exposto a situações de violência, agressão, perseguição e sequestros.

Por isso, os detetives estão sujeitos a uma série de riscos, como acidentes, lesões e ferimentos de bala, que podem até ocasionar a morte.

 

Caminhoneiro

A profissão de caminhoneiro também se enquadra dentre as mais perigosas, trazendo altos riscos para os profissionais.

Muitos viajam de norte a sul sem descanso estando sujeitos a acidentes nas estradas -, muitas vezes ocasionados por falta de sono - assaltos e roubos de carga, o que podem provocar a morte do motorista ou graves problemas de saúde. 

 

Piloto de avião

Os riscos envolvendo os pilotos de avião, apesar de não tão recorrentes, costumam ser fatais. Acidentes aéreos, quedas e explosões podem ocorrer durante um voo, levando não só os pilotos, mas os passageiros à morte.

Além disso, o piloto ainda tem que lidar com fatores externos que oferecem riscos, como mudanças climáticas e falhas de equipamento, em que um erro na tomada de decisão também pode ser fatal.

 

Pescador

Muitos nem imaginam que a pesca pode ser uma atividade de alta periculosidade.

Os pescadores estão sujeitos a afogamentos, ferimentos com equipamentos - pelo manuseio de gaiolas pesadas e outras ferramentas de pesca - e condições climáticas extremas.

Além disso, os profissionais também enfrentam condições precárias nas embarcações e falta de fiscalização trabalhista, o que contribui para a precarização da pesca.


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