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segunda-feira, 31 de maio de 2021

Especialista lista 9 pilares para um marketing estratégico

Camila Silveira explica que o cliente também é um vendedor

 

Qualquer que seja a área de atuação ou meta de uma organização, se esta não tiver resultados positivos, não conseguirá sobreviver no mercado. E para que a empresa consiga êxito neste quesito é de extrema importância o marketing estratégico. 

 

De acordo com a especialista em evolução empreendedora e marketing digital, Camila Silveira, o segredo de estruturar um marketing estratégico será pensar em seu cliente como a chave mestra para todo o desenvolvimento de suas ações e não apenas no produto ou serviço oferecido. Todas as atitudes da empresa devem passar a estar totalmente focadas em solucionar as dificuldades do seu consumidor e saber demonstrar esta importância gerando uma conexão próxima e fiel ao seu consumidor.  

 

A criadora da Comunidade Marketing e vendas para mulheres empreendedoras africanas e Inteligência Emocional para a Alta Performance listou 9 pilares para um marketing estratégico: 


 

1.) Clientes não compram produtos

 

Eles compram realização de sonhos e o grau de seu crescimento será proporcional ao grau de encantamento e admiração que conquistar.


 

2.) Cada cliente é, também, um vendedor

 

Quando passar a lhe admirar, será seu melhor vendedor sem estar na folha de pagamento, pois vai falar de seu bom negócio com uma experiência de consumidor a todos.


 

3.) Todos os seus colaboradores da empresa independente da função são vendedores. I

 

Isto não é exclusivo da área comercial pois vão fazer parte da satisfação completa do cliente.


 

4.) Todos que possuem clientes do mesmo interesse devem ser avaliados com atenção por nós

 

Parceiros podem triplicar diariamente seus clientes.


 

5.) Em toda estratégia de marketing a ser planejada, rasgue seu papel de vendedor e vista o papel de comprador

 

Assim, será assertivo em seus pensamentos.


 

6.) Vender sozinho torna um trabalho árduo, pouco rentável e dificilmente amplia seu potencial empresarial como o esperado. 

 

Comece agora a pensar quem são as pessoas que podem tornar-se distribuidor e parceiros "caça clientes", que podem começar a triplicar seus lucros e atuar de maneira interligada a sua empresa.


 

7.) Esteja ciente, com clareza, de qual sentimento você vende e todas as suas ações de marketing devem estar transmitindo a mesma ideia. 

 

Lembre-se dos 3D´s= Desejo, Dúvidas, Dores.


 

8.) Use tecnologia a favor dos clientes sem ser um robô.

 

 A tecnologia é mais uma forma de surpreender e deve ser utilizada para facilitar a vida do cliente e não apenas para vantagens à empresa.


 

9.) Todos na empresa, do porteiro ao presidente, são responsáveis pelo relacionamento com o cliente. 

 

Logo, é fundamental que todos estejam capacitados e motivados, sabendo transmitir os valores e conceitos da empresa.

 

De acordo com Camila, no marketing, no momento que vende e importa é o valor percebido pelo cliente e o significado que terá na vida dele.

 

"Aprender a falar a língua do cliente, entender o que eles dizem e falar da forma que eles entendam. Conectar-se com a imaginação e sonhos de seus clientes para surpreendê-los e mostrar que seu profissionalismo supera suas expectativas. Planejar a oferta (promoção) agregando o máximo de serviços e possíveis vínculos futuros. Refletir e dedicar forças para ter visão completa dos diferentes grupos de consumidores que necessitam de seu trabalho. Entenda que seus clientes estão em mudanças contínuas. Estimule a criatividade de forma constante para que seus clientes acompanhem este processo e sintam a necessidade de visitar para ter acesso a novidades e gerem efetividade nas relações comerciais. Represente o futuro para o seu cliente", conclui.


Detran.SP: junho é o mês de licenciar veículos com placa final 3

Licenciamento anual obrigatório é feito de forma eletrônica em todo o Estado de São Paulo

 

 

O Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran.SP) alerta : os proprietários de veículos de passageiros, ônibus, reboque e semirreboque com placa final 3 têm de 1 até 30 de junho para realizar o licenciamento anual obrigatório.

 

 No Estado de São Paulo, o procedimento é feito de forma totalmente digital, portanto o motorista não precisa ir mais a uma unidade de atendimento Detran.SP ou Poupatempo para emissão anual eletrônica do Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV-e), documento de porte obrigatório que permite a circulação do veículo. 

 

Vale reforçar que a falta de licenciamento é uma infração gravíssima e pode acarretar uma série de problemas para o condutor, como apreensão do veículo, multa de R$ 293,47 e sete pontos na carteira, conforme determina o Código de Trânsito Brasileiro (CTB)

 

Em 2021, o valor da taxa para licenciar veículos usados é de R$ 98,91, independentemente do calendário de vencimento. É importante reforçar que em 2021 não há cobrança de taxa do seguro DPVAT.

 

Como Licenciar

 Para licenciar o veículo é preciso informar o número do Renavam e pagar, via internet banking, aplicativo ou caixa eletrônico, os débitos do veículo – IPVA, possíveis multas e a taxa de licenciamento.

 

O pagamento poderá ser feito via internet banking, aplicativo ou caixa eletrônico nos bancos conveniados (Santander, Bradesco, Banco do Brasil, Safra, Itaú, Caixa Econômica Federal) e nas Lotéricas.

 

Um dia após o recebimento, o CRLV ficará disponível para download e impressão no item ‘Licenciamento Digital’ nos portais do Poupatempo (www.poupatempo.sp.gov.br), Detran.SP (www.detran.sp.gov.br) e Denatran (portalservicos.denatran.serpro.gov.br), além dos aplicativos Poupatempo Digital, Detran.SP e Carteira Digital de Trânsito – CDT. O motorista poderá salvar o documento no próprio celular ou imprimir em papel sulfite comum (A4-branca).

 

Calendário de Licenciamento do Estado de São Paulo para veículos de passageiros, ônibus, reboque e semirreboque





 

Acidentes domésticos com idosos crescem 30% na pandemia; incidência pode aumentar no inverno

Punhos, quadril e ombro, seguidos de coluna vertebral, são os membros e articulações mais afetados nas quedas; ambiente seguro é fundamental


O isolamento social trouxe um aumento de 30% no número de acidentes domésticos com os idosos, sendo a grande maioria por queda. De acordo com a Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, um terço da população acima dos 65 anos sofre, pelo menos, uma queda por ano, proporção que cresce com o envelhecimento e, principalmente, com a chegada do inverno.

"Neste período do ano, os riscos de queda de pessoas na terceira idade aumentam devido às noites serem mais longas e ao uso de agasalhos, o que faz com que os idosos urinem mais, ou seja, aumenta a possibilidade de acordarem sozinhos e irem ao banheiro, local de maior ocorrência de acidentes graves, por conta da umidade que torna o ambiente escorregadio. Diminuição da visão, da audição, do reflexo do corpo, da flexibilidade e da firmeza também são fatores que podem agravar os acidentes", explica o coordenador de ortopedia do Vera Cruz Hospital, José Luis Amim Zabeu. "Além disso, é preciso sempre estar atento se a queda está relacionada a alguma patologia, como labirintite, osteoporose, artrose, doenças cardíacas, pulmonares e neurológicas, entre outros. Por isso, ressalto a importância dos cuidados médicos mesmo na pandemia, principalmente para doenças crônicas", afirma.

Ainda de acordo com o especialista, punhos, quadril e ombros são os membros mais afetados nessas quedas. Em seguida, vem a coluna vertebral. "Nas fraturas do punho, quadril e ombro, frequentemente é necessária a cirurgia", explica Zabeu, que alerta ainda para os índices de mortalidade após acidentes. "Ocorre que, estatisticamente, 25% dos idosos que sofrem uma fratura no quadril falecem em até um ano, por vários motivos: complicações da cirurgia, novas quedas ou piora de outras doenças preexistentes", destaca o médico do Vera Cruz Hospital.


Ambiente seguro

Por isso, segundo o ortopedista, é fundamental, principalmente neste momento de isolamento social, que o ambiente doméstico seja totalmente seguro, livre de riscos que podem estar escondidos em pequenos detalhes, como um tapete solto, por exemplo. "Adaptar a casa para essas limitações ou mesmo evitar o uso de objetos que possam representar riscos ajuda a reduzir as chances de acidentes domésticos envolvendo idosos. Podemos citar exemplos importantes, como não deixar móveis fora do lugar habitual, além de garantir a área de passagem livre de obstáculos", afirma.

Já no ambiente mais preocupante, o banheiro, as dicas segundo Zabeu, são: utilizar tapete antiderrapante na área de banho, instalar barras de apoio nas paredes próximas ao sanitário e ao chuveiro e até o uso de cadeira de banho para ajudar quem tem equilíbrio mais comprometido. "Luzes acesas são essenciais. Mas, se nada disso funcionar, após um bom diálogo, sugerimos inserir o uso de penicos e até fradas, dependendo da situação de saúde do idoso. Reforçamos que todos os acidentes são evitáveis, desde que o ambiente seja seguro. Por isso, mesmo que o idoso resista, o ideal é usar métodos de apoio, como andadores, além de calçados seguros", explicou.

O especialista afirma também a importância do movimento para esses idosos, mesmo durante o isolamento social. "Programe um horário para fazer caminhadas leves. Faça tudo com segurança, uso de máscara, mas mexa-se. O corpo não foi feito para ficar parado. Um idoso pode perder até 3% de força e massa muscular a cada semana", afirma.

 


Hospital Vera Cruz

 

Microrganismos: heróis das plantas contra pragas e doenças

O solo não possui somente um, mas um número astronômico que demonstram a importância da vida microbiana nos solos. Esses diferentes microrganismos (bactérias, fungos, protozoários, etc.) somam mais de um bilhão de bactérias e cinco quilômetros de micélio fúngico em um único grama de solo. Apesar de pouco conhecidos, as bactérias e fungos presentes no solo desempenham, no entanto, um papel essencial, influenciando na qualidade e na produtividade do solo. 

O solo é um ecossistema por si só. Além de cumprir funções físicas (substrato) e químicas (nutrição), é um ótimo habitat para muitos organismos. A atividade e a diversidade desses microrganismos têm efeitos fantásticos na qualidade do solo e na ciclagem de nutrientes, como nitrogênio e fósforo. Os solos agrícolas não são exceção.

 

Os microrganismos estão presentes para melhorar as plantas em sua nutrição, mas também na ajuda a resistência ao estresse e na luta contra pragas e doenças.

 

A pesquisa tem desenvolvido produtos com objetivo de encontrar microrganismos que tragam benefícios reais às plantas, bem como preservar o equilíbrio do solo. Os bilhões de microrganismos desempenham uma ou mais funções no solo. A mesma função pode ser realizada por diferentes microrganismos.

 

Porém, a imensa quantidade desses microrganismos não é garantia de qualidade nos "serviços" prestados ao ecossistema. A noção de diversidade é tão importante, se não a mais. Entre as milhares de espécies de bactérias do solo, algumas são identificadas e reconhecidas por seu papel benéfico na agricultura. É o caso, por exemplo, das bactérias do gênero Bradyrhizobium, que se associam às leguminosas formando nódulos e convertendo o nitrogênio atmosférico em amônio, fonte de nitrogênio que pode ser aproveitada pela planta.

 

Outras bactérias também são capazes dessa transformação de nitrogênio, como os gêneros Azotobacter e Azospirillum. Uma vez que estes não vivem diretamente em simbiose com a planta, mas estão livres no solo. O nitrogênio que esses microrganismos transformam pode, portanto, beneficiar diferentes tipos de plantas.

 

Os microrganismos são a primeira riqueza do solo e do agricultor.

 

As bactérias do gênero Bacillus são bastante valorizadas por sua função de aumentar a disponibilidade de fósforo no solo, tornando o fósforo indisponível em formas disponíveis para a planta. Este microrganismo torna-se importante para melhorar a eficiência da adubação fosfatada, aumentando o aproveitamento do fertilizante, o que provoca aumento no rendimento das culturas.

 

Outros microrganismos permitem aumento no desenvolvimento das raízes das plantas, gerando um maior volume de solo explorado pelas plantas, garantindo melhor suprimento de água e nutrientes essenciais, otimizando o crescimento das plantas.

 

Este é particularmente o papel dos fungos micorrízicos, que aumentam a prospecção das raízes das plantas. A associação do micélio do fungo ligada as raízes das plantas permitem que volume do sistema radicular dobre. Essa simbiose é uma grande vantagem para solos de baixa disponibilidade de nutrientes e solos com déficit hídrico, conferindo melhor resistência à seca, evitando a estagnação da produtividade das culturas.

 

Depois de perceber os serviços prestados pelas comunidades microbianas em seus solos, o agricultor pode querer "cultivá-los".

 

Os microrganismos têm grande atuação na manutenção da fertilidade do solo através da ciclagem de nutrientes, mas também influenciando a disponibilidade de formas insolúveis de nutrientes. Desempenham um papel essencial na decomposição da matéria orgânica, tornando os microrganismos do solo fundamentais na fertilização do solo.

 

Em função dos benefícios dos microrganismos e o conhecimento das importantes atividades que desempenham no solo em prol da nutrição das plantas, ainda é fundamental a necessidade de adubar as culturas, pois nossos os solos tropicais são pobres em nutrientes. Vale ressaltar que a reposição de nutrientes ao solo através dos fertilizantes é necessária, principalmente, para devolver ao solo os nutrientes que são exportados pela colheita de produtos agrícolas.

 

Os microrganismos melhoram o aproveitamento dos fertilizantes, mas não criam nutrientes no solo.

 

Com o uso de biológicos vamos ter uma maior eficiência das adubações. A fixação do nitrogênio pelos microrganismos é um caminho para reduzir ou mesmo não aplicar fertilizante nitrogenado em leguminosas como a soja e o feijão. Parte do fósforo aplicado via fertilizante é fixado por componentes do solo, tornando indisponível às plantas. Alguns microrganismos têm a capacidade de excretar ácidos orgânicos ou enzimas que solubilizam o fósforo fixado, possibilitando, assim, a absorção pelas plantas. Associar o uso de fertilizantes com a ação dos microrganismos permite melhorar o aproveitamento dos fertilizantes pelas plantas e respeito a sustentabilidade ambiental.

 

Com objetivo de melhorar a percepção da população em relação às funções e os benefícios dos fertilizantes, foi estabelecida no Brasil, em 2016, a iniciativa Nutrientes Para a Vida (NPV). A NPV possui visão, missão e valores análogos aos da coirmã americana, a Nutrients For Life. Sua principal missão é destacar e informar a respeito da relevância dos fertilizantes para o aumento da qualidade e segurança da produção alimentar, colaborando com melhores quantidades de nutrientes nos alimentos e, consequentemente, com uma melhor nutrição e saúde humana.

 



 

Valter Casarin - engenheiro agrônomo, coordenador científico da iniciativa Nutrientes para a Vida (NPV)

 

Como inovar na comunicação com o cliente?

A transformação da comunicação com os clientes para os meios digitais já era uma necessidade sinalizada há anos no mundo corporativo. Com a pandemia, se tornou uma urgência e obrigatoriedade para que pudessem continuar operando e atendendo suas demandas. Muitos comércios que antes dependiam de suas lojas físicas e da predominante atratividade visual, migraram para uma nova forma de operar online – onde a inovação aliada à comunicação é um fator crucial para o destaque da empresa em meio à alta competitividade.

Essa tendência foi comprovada em uma pesquisa feita pela KPMG e executada pela Forrester Consulting. Em seus dados divulgados, 67% dos entrevistados disseram ter acelerado suas estratégias de transformação na pandemia, junto com 63% que afirmaram ter aumentado os orçamentos para tais investimentos. No Brasil, 62% dos executivos disseram que a sobrevivência de suas empresas é o principal motivador para a realização de investimentos em transformação digital.

Mesmo com grandes investimentos, o efeito surpresa da pandemia fez com que muitas empresas enfrentassem dificuldades para atingir uma comunicação massiva e, ao mesmo tempo, personalizada nos meios digitais. Os caminhos encontrados foram vários: enquanto algumas se preocuparam em trazer seus colaboradores para o atendimento online, outras alinharam seu foco no desenvolvimento de sistemas e robôs para desempenhar tal função. Ambas são válidas, mas uma coisa é certa: em qualquer estratégia de inovação na comunicação, os grandes protagonistas e líderes desse processo são as pessoas, e não a tecnologia em si.

O papel da tecnologia é de apresentar todas as possibilidades de caminhos a serem percorridos, abrindo espaço para meios que tornem atingível este objetivo. Se analisarmos o caso dos robôs, como exemplo, eles são excelentes ferramentas que, por meio da inteligência artificial, são capazes de aprender constantemente o comportamento dos consumidores e conhecer suas necessidades, a fim de manter um relacionamento próximo de acordo com cada perfil, tornando a experiência do usuário muito mais rica.

Contudo, cabe destacar que sempre existe um cérebro por trás da inovação – quem pensa, planeja e desenvolve. As pessoas são os grandes líderes da inovação na comunicação com o cliente; essenciais para o monitoramento desses sistemas e para garantir seu funcionamento de forma eficaz.

Por outro lado, sempre teremos novos produtos para aperfeiçoar cada vez mais a usabilidade do cliente. Como exemplo, o RCS (Rich Communication Services) é um novo serviço de mensageria protocolado pelo Google para trazer uma experiência de comunicação muito mais rica para dentro do SMS. Ele permite um combo de ações fascinante: ver um carrossel de imagens, receber vídeos, desempenhar ações de forma rápida por meio de botões e muito mais.

Todas essas novas tecnologias estão proporcionando enormes facilidades e revoluções na comunicação com os clientes. As empresas que apostarem nessas oportunidades, com certeza irão sair na frente de seus competidores. Mesmo que possam enfrentar dificuldades no começo, a tendência é que desenvolvam um aprendizado constante e estratégico para seu destaque no mercado.

Em suma, não há nenhum segredo para inovar na comunicação com os clientes, mas sim algumas dicas que podem contribuir significativamente. É preciso estar atento a tudo que há de novo no mercado e, principalmente, ter pessoas com um mindset inovador e disruptivo em seu time. Dessa forma, as chances de crescer muito mais rapidamente do que a concorrência são enormes, independente de porte ou segmento. O que importa, de fato, é se preocupar ao máximo em garantir uma experiência próxima e assertiva com seus consumidores.


 

Bernardo Borzone - diretor de receitas responsável pelas áreas de Customer Success, Comercial e Marketing na Pontaltech, empresa especializada em soluções integradas de voz, SMS, e-mail, chatbots e RCS.

 

Pontaltech

https://www.pontaltech.com.br/


Os impactos da pandemia no consumo de tabaco: campanha da OMS estimula a parar de fumar

A campanha do Dia Mundial Sem Tabaco de 2021, comemorada em todo o mundo no dia 31 de maio, e lançada pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para vigorar durante todo o ano, é intitulada "Comprometa-se a parar de fumar durante a covid-19".

Diversas políticas públicas têm sido adotadas no mundo para o controle do tabagismo, já declarado como epidemia global (como reconhece o Tratado Internacional conhecido como "Convenção-Quadro para o Controle do Tabaco", com mais de 180 países signatários). Dentre elas, destaca-se a adoção de embalagens padronizadas de cigarros, ambientes livre de fumo, campanhas de cessação, entre outras.

A cessão do tabagismo, estimulada pela campanha do Dia Mundial de Tabaco desse ano, tornou-se mais relevante em razão do impacto da pandemia do novo coronavírus.

Destacamos dois importantes fatores: o primeiro, a constatação de aumento do número de fumantes durante a pandemia (de acordo com pesquisa da Fiocruz, o consumo de cigarro aumentou para 34% dos fumantes brasileiros durante a pandemia), e, o segundo, o agravamento da doença da covid-19 para fumantes (de acordo com Boletim da ACT, de maio de 2021: "A OMS compilou evidências que demonstram que fumantes correm maior risco de desenvolver sintomas graves e morte por covid-19.").

Criar um estímulo que reflita no comportamento do consumidor tem sido objeto de estudos em diversas áreas que defendem a saúde pública.

Este é o objetivo de Takuji Narumi, professor assistente de pesquisa em realidade virtual e interface cibernética da Universidade de Tóquio, no Japão, que vê no chamado "hackeamento de alimentos" uma oportunidade de fazer experiências com a mente.

"A tecnologia está de fato oferecendo soluções para alguns problemas graves relacionados à alimentação, como a batalha contra a obesidade. O projeto Meta-Cookie aplica a realidade virtual ao campo da culinária para regular a quantidade de alimentos que comemos e brincar com a nossa sensação de saciedade". Explica Takuji, "se a comida parece maior, você se sente satisfeito; se diminuirmos, você pode comer mais".

Neste episódio inaugural de "Food Hacking", o apresentador veste um par de óculos especiais de realidade virtual enquanto segura um biscoito de verdade. "Por meio dos óculos, os pesquisadores conseguem primeiro tornar o biscoito maior ou menor. Fazer isso, diz Narumi, mostrou que alimentos virtualmente aumentados para 50 por cento maiores levam a um consumo 10 por cento menor".

Com o objetivo de reduzir a beleza e o apelo de produtos de tabaco aos consumidores, a Austrália foi o primeiro país a adotar as embalagens padronizadas de cigarros, "que aumentam a visibilidade e a eficácia das advertências de saúde e diminuem a capacidade do produto e sua embalagem de enganar os consumidores quanto aos danos causados pelo tabaco" (vide https://www.toabaccofreekids.org).

Assim, as descreve a Campaign for Tobacco-Free Kids, organização americana sem fins lucrativos, que defende a redução do consumo de tabaco. "Embalagens padronizadas de produtos derivados do tabaco exigem que a embalagem tenha textura e cor padronizados e uniforme; obriga a padronização do formato e tamanho dos maços, assim como dos materiais dos quais os mesmos são feitos; e proíbe que haja qualquer marca, logo ou outro elemento promocional em qualquer área da embalagem e dos produtos individuais, ou mesmo próximos. Apenas os nomes da marca e do produto, a quantidade do produto e informações para contato podem aparecer na embalagem, em fontes padronizadas, junto com informações obrigatórias como advertências de saúde e selos com o valor dos impostos sobre o produto".

No ano passado, "A Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC) lançou uma nova ferramenta com inteligência artificial para combater o tabagismo, considerado o maior risco controlável para doenças cardiovasculares, a principal causa de mortes no país. Trata-se de um assistente virtual que auxilia interessados em abandonar o cigarro ou reduzir o consumo, tendo em vista os riscos do vício para quem contrair a covid-19 . Conforme estudo do Centro de Pesquisa e Educação para Controle do Tabaco da Universidade da Califórnia (EUA), os fumantes têm 2,25 vezes mais chances de complicações graves decorrentes do novo coronavírus . Por meio do chatbot, que simula um ser humano conversando com o usuário, é possível tirar dúvidas e receber orientações sobre tratamentos para parar de fumar. À medida em que interage com as pessoas, o algoritmo aprende e se torna cada vez mais específico e profundo na conversa". (https://www.tecmundo.com.br).

A campanha da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), segundo Diego Alves, "apoiará a criação de ambientes mais saudáveis e que proporcionem o abandono do tabagismo. Dentre as entregas da campanha, está a inteligência artificial Florence, que apoiará quem deseja parar de fumar, elaborando um protocolo individualizado a partir de guias internacionais de cessação. Há, ainda, apoio via mídias sociais, como aplicativos de mensagens e parcerias com programas nacionais, como é o caso do Brasil. Já o programa Allen Carr é uma plataforma virtual para apoiar o fumante a se libertar do tabaco. O programa é conduzido por um profissional qualificado da Allen Carr’s Easyway que usou o método ele próprio para parar de fumar."

Em Golden Holocaust, Robert N. Proctor professor de História da Ciência da Universidade de Stanford, esclarece a importância nos dias de hoje de a convicção das pessoas não serem medidas simplesmente pelo fato de estarem expostas a textos, e afirma: "Se as convicções pudessem ser medidas simplesmente pela exposição a textos, então os professores não teriam necessidade de dar notas. Nós poderíamos apenas qualificar os livros".

Assim, nesse 31 de maio: Ação para cessação!

 


Renata Domingues Balbino Munhoz Soares - advogada, professora e coordenadora do Grupo de Estudo "Direito e Tabaco", da Universidade Presbiteriana Mackenzie. Doutora em Direito Político e Econômico e autora do livro "Direito e Tabaco. Prevenção, Reparação e Decisão", pela editora GrupoGen.


Enzima de fungo amazônico pode aumentar a eficiência na produção de etanol de segunda geração

Molécula descrita por pesquisadores da Unicamp na revista Scientific Reports atua sobre diferentes açúcares presentes em várias fontes de biomassa vegetal, o que a torna atraente também para outros setores industriais (fungo da espécie Trichoderma harzianum; foto: Maria Augusta C.Horta/Unicamp)

 

Pesquisadores da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) identificaram no fungo amazônico Trichoderma harzianum uma enzima capaz de degradar biomassa. Além de caracterizar a molécula, os pesquisadores usaram técnicas de engenharia genética para produzi-la em larga escala, reduzindo custos e viabilizando sua utilização industrial.

A descoberta, publicada na revista Scientific Reports, abre caminho para o maior aproveitamento dos resíduos da cana-de-açúcar na fabricação de biocombustíveis, uma vez que o desenvolvimento de um coquetel de enzimas de baixo custo representa um dos principais desafios para a produção de etanol de segunda geração (derivado do bagaço e da palha da cana-de-açúcar).

“A enzima quebra diferentes açúcares presentes em várias fontes de biomassa vegetal, o que a torna muito versátil e interessante não só para a produção de etanol de segunda geração como também para uso na indústria alimentícia e cosmética, por exemplo”, revela Maria Lorenza Leal Motta, pesquisadora do Centro de Biologia Molecular e Engenharia Genética (CBMEG-Unicamp) e primeira autora do artigo.

O trabalho, conduzido durante o mestrado de Motta, bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), contou com apoio da FAPESP para a prospecção de fungos que realizam a degradação de substratos celulósicos e promovem a geração de açúcares livres, que possam ser explorados para a produção de biocombustível.


Nova estratégia de prospecção

Além da descoberta de uma nova enzima para a produção de etanol de segunda geração, o grupo também inova na forma de buscar soluções para a degradação de celulose. “Estamos há alguns anos desenvolvendo uma metodologia de prospecção desses fungos a partir de uma abordagem que envolve evolução, expressão gênica e genoma. Isso é interessante, pois torna nosso trabalho mais assertivo. Com o tempo, estamos criando uma espécie de baú com informações relevantes sobre enzimas com potencial uso para a indústria”, afirma Anete Pereira de Souza, professora do Instituto de Biologia da Unicamp e orientadora de Motta.

metodologia de prospecção envolve estudos de evolução das linhagens de fungos associados a diferentes ferramentas de análises de variações genéticas, genes, proteínas e metabólitos. “É uma abordagem diferente, que nos permite utilizar vários filtros até chegar a um candidato interessante para ser estudado”, conta.

Com isso, os pesquisadores têm mostrado que os fungos do gênero Trichoderma apresentam grande potencial para a produção de enzimas ativas por carboidratos (CAZYmes), incluindo membros de famílias de glicosídeo hidrolases (GH).

Souza ressalta que quase todas as enzimas utilizadas no Brasil para a degradação de biomassa são importadas e desenvolvidas para o uso de países do Norte global. “A prospecção de enzimas da biodiversidade nacional traz inúmeras vantagens, não só pela redução dos custos como também em ganhos de eficiência na produção de etanol. É mais provável que um fungo da Amazônia esteja mais adaptado para degradar celulose de biomassa em um contexto como o nosso”, explica Souza à Agência FAPESP.


Produção em série

Para descobrir a nova enzima, os pesquisadores utilizaram diferentes linhagens do fungo, sequenciaram seu transcriptoma (conjunto de moléculas de RNA expressas em um tecido) e realizaram anotações funcionais. Com a sequência e técnicas de biotecnologia foi possível produzir as enzimas a partir de bactérias Escherichia coli.

Motta explica que as enzimas pertencentes à família GH54 foram pouco estudadas e exploradas. “O trabalho de caracterização dessa enzima revelou uma série de qualidades físico-químicas interessantes para a indústria que não eram conhecidas até então para essa família de enzimas. Isso sugere que as demais moléculas dessa família ainda pouco conhecidas também possam apresentar características semelhantes às que encontramos”, diz Motta.

Entre as características encontradas está a capacidade de quebrar açúcares presentes nas cadeias laterais da hemicelulose, polissacarídeo complexo formado por vários açúcares e outros componentes que estão presentes no bagaço e na palha da cana-de-açúcar. “Essa enzima produzida de maneira mais rápida e barata em laboratório, por meio da E. coli, apresentou atividade em diferentes tipos de açúcares [galactopironosídeo, arabinopironosídeo e fucopironosídeo] que estão presentes nas cadeias laterais envolvendo a parte central da hemicelulose. Isso mostra que um coquetel enzimático composto por diferentes tipos de enzimas, principalmente as que atuam na remoção dessas cadeias laterais, poderia melhorar a eficiência da conversão da hemicelulose e, consequentemente, dos resíduos de cana-de-açúcar em etanol de segunda geração”, diz Motta.

Isso porque, como ressalta a pesquisadora, as enzimas que atuam na cadeia principal da hemicelulose, como as beta-xilanases e as endo-beta-xilanases, só conseguem ter acesso a ela se as cadeias laterais já tiverem sido removidas. “No caso da produção de etanol, essa nova enzima poderá auxiliar na melhor conversão da hemicelulose em glicose disponível para a fermentação, o que a torna muito interessante comercialmente”, pontua.

Além de apresentar atividade em diferentes substratos, a nova enzima tem uma série de qualidades bioquímicas que a tornam conveniente para o uso em processos industriais. “Ela atua em uma ampla faixa de pH [de 5 a 9] e de temperatura [40°C a 65°C] e, mesmo assim, a atividade relativa permanece acima dos 50%. Isso é interessante porque diversos processos industriais como a fermentação usada para a produção de etanol, por exemplo, ocorrem sob variação de pH e temperatura”, conta.

Outra característica interessante é a necessidade de a enzima ter uma molécula de íons metálicos para que a atividade catalítica seja mantida (metaldependência). “Verificamos que os íons de magnésio foram os que mais influenciaram na atividade da enzima e uma hipótese para isso é que eles ajudam a manter estável a conformação do sítio catalítico da enzima”, explica Motta.

O artigo A novel fungal metal-dependent α-L-arabinofuranosidase of family 54 glycoside hydrolase shows expanded substrate specificity (doi: 10.1038/s41598-021-90490-2), de Maria Lorenza Leal Motta, Jaire Alves Ferreira Filho, Ricardo Rodrigues de Melo, Leticia Maria Zanphorlin, Clelton Aparecido dos Santos e Anete Pereira de Souza, pode ser lido em www.nature.com/articles/s41598-021-90490-2.

O artigo Integrative genomic analysis of the bioprospection of regulators and accessory enzymes associated with cellulose degradation in a filamentous fungus (Trichoderma harzianum) (doi: 10.1186/s12864-020-07158-w), de Jaire A. Ferreira Filho, Maria Augusta C. Horta, Clelton A. dos Santos, Deborah A. Almeida, Natália F. Murad, Juliano S. Mendes, Danilo A. Sforça, Claudio Benício C. Silva, Aline Crucello e Anete P. de Souza, pode ser lido em https://bmcgenomics.biomedcentral.com/articles/10.1186/s12864-020-07158-w.

O artigo The synergistic actions of hydrolytic genes reveal the mechanism of Trichoderma harzianum for cellulose degradation (doi: 10.1016/j.jbiotec.2021.05.001), de Déborah Aires Almeida, Maria Augusta Crivelente Horta, Jaire Alves Ferreira Filho, Natália Faraj Murada e Anete Pereira de Souza, pode ser lido em www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0168165621001243?.

 

 

Maria Fernanda Ziegler

Agência FAPESP

https://agencia.fapesp.br/enzima-de-fungo-amazonico-pode-aumentar-a-eficiencia-na-producao-de-etanol-de-segunda-geracao/35985/


domingo, 30 de maio de 2021

Lei do RJ que proíbe uso de animais em testes de cosméticos é considerada constitucional pelo STF

 Lei que proíbe a utilização de animais para testes de produtos cosméticos, de higiene pessoal, perfumes, limpeza e seus componentes no âmbito do Estado do Rio de Janeiro teve sua constitucionalidade garantida pelo Supremo Tribunal Federal (STF) na última quinta (27). A ADI nº 5995/RJ foi ajuizada pela ABIHPEC - Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos.


"A decisão do STF, ao declarar constitucional a lei do Estado do Rio de Janeiro na parte que veda a utilização de animais em testes para a produção de cosméticos e afins, representa uma vitória da causa do bem-estar animal em todo o mundo, em prol da eliminação da imposição desnecessária de sofrimento aos animais. Privilegiou-se a diretriz constitucional de proteção à fauna e do reconhecimento da ética animal como um valor intrínseco e independente do interesse dos humanos. A decisão do STF impulsiona ainda, haja vista a densidade dos votos vencedores, a edição de legislações semelhantes em outros Estados no Brasil e até mesmo a edição de uma lei semelhante em nível federal, na linha do movimento global capitaneado por entidades como a Humane Society Internacional - HSI, a quem representamos nesta causa", esclarece Gustavo Ramos, sócio do escritório Mauro Menezes & Advogados, que representou a A HSI - Humane Society Internacional no caso.

A HSI - Humane Society Internacional, entidade sem fins lucrativos, com sede em Washington, atua na proteção dos direitos dos animais desde 1991 em dezenas de países do mundo foi admitida no feito na qualidade de amicus curiae e é representada pelo escritório Mauro Menezes & Advogados. De acordo com Gustavo Ramos, sócio do escritório e advogado da entidade na causa, o alcance do julgamento pode sinalizar aos demais Estados brasileiros eles podem editar leis no mesmo sentido, como já fizeram os Estados de SP, MG, AM, PA, PE, PR, SC, MS e DF.


Pesquisa mostra como os animais de estimação foram fundamentais para a saúde mental dos tutores durante a quarentena

Tutores relatam que a companhia de um pet fez com que a quarentena contra a Covid-19 fosse menos estressante e que os animais também estão mais felizes e saudáveis


Uma pesquisa da American Pet Products Association (APPA) e divulgada pela Boehringer Ingelheim nos Estados Unidos indica que a quarentena decorrente das medidas contra a Covid-19 tornou-se mais aceitável com a companhia de pets em casa. E os índices de novas adoções naquele país estão crescendo.

De acordo com o estudo intitulado The APPA COVID-19 Pulse Study: Pet Ownership During The Pandemic, 72% dos tutores de pets concordam que a convivência frequente com seus animais de estimação ajudou a reduzir o estresse e aumentar o senso de bem-estar durante a quarentena. Além disso, 70% afirmam que passaram a ficar mais tempo com os pets e 60% se sentem mais conectados a eles. Outro dado interessante, e fundamental para a melhora do sistema imunológico das pessoas, é que 39% afirmam que estão se exercitando mais junto aos seus pets neste período.

"Esse estreitamento das relações entre pessoas e pets tem sido essencial como suporte emocional para ambos nesse período tão difícil. O reconhecimento desse importante papel dos pets tem também impulsionado as pessoas a quererem conhecê-los melhor e fazerem mais por eles. Isso é fantástico e já percebemos o reflexo disso em uma maior busca por serviços veterinários, inclusive na área do comportamento", explica a Dra. Daniela Ramos, médica-veterinária comportamentalista do PSICOVET Centro, um espaço veterinário instalado em São Paulo (SP) totalmente dedicado ao comportamento dos pets.

A relação com o trabalho também mudou. A quarentena em casa e adoção do home office incentivou 13% dos entrevistados a mudarem de emprego durante a pandemia. Outro dado importante é que muitos já se preocupam com a volta ao cotidiano pré-pandemia: 55% das pessoas dizem se sentir culpadas em deixar o animal de estimação sozinho em casa na volta ao trabalho nas empresas e 38% estão propensas a adquirir um novo pet para fazer companhia, ao seu outro pet, durante a sua ausência depois que a pandemia acabar.


Ambiente saudável para humanos e pets

A Boehringer Ingelheim acredita no conceito de "One Health", ou "Saúde Única", em que animais saudáveis são fundamentais para um ambiente com pessoas saudáveis, já que a saúde dos pets está interligada à saúde das pessoas por meio do convívio diário e da saúde pública veterinária. É nesse contexto que as soluções da empresa evitam e combatem doenças dos animais que afetam as pessoas.

A empresa chama a atenção para o fato de que, para se ter um ambiente familiar saudável, por exemplo, é muito importante mantê-lo livre de pulgas e carrapatos. Para evitar esse tipo de problema, a Boehringer Ingelheim Saúde Animal dispõe os antiparasitários Frontline®, para cães e gatos, e o Nexgard®, apenas para cães, que eliminam pulgas e carrapatos e ajudam no controle ambiental e conforto da casa.

 


Boehringer Ingelheim Saúde Animal

A vida de animais e humanos estão cada vez mais interligadas de maneira profunda e complexa. Nós sabemos que quando os animais estão saudáveis, os humanos também estão. Em todo o mundo, nossos 9.700 funcionários estão dedicados a entrega valor por meio da inovação, enquanto melhoram o bem estar de ambos.

O respeito pelos animais, pessoas e meio ambiente está no coração do que fazemos. Desenvolvemos soluções e serviços para proteger os animais de doenças e dores. Nós apoiamos nossos clientes no cuidado da saúde de seus animais e protegemos nossas comunidades contra enfermidades que ameaçam a vida e a sociedade.

https://www.boehringer-ingelheim.com/animal-health/overview.


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