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domingo, 30 de maio de 2021

Plataforma ajuda na busca por animais perdidos com alertas em tempo real

Usuários do Petspot recebem notificações quando um desaparecimento é registrado dentro do raio do CEP informado, que ajuda a agilizar o compartilhamento da informação e aumentar as chances de encontrá-lo

 

A plataforma digital Petspot busca ajudar tutores a encontrar animais de estimação perdidos, com o diferencial de notificar em tempo real o usuário cadastrado no caso de um desaparecimento dentro do raio do CEP informado por ele. Outras pessoas, mesmo que não tenham animais, podem se cadastrar na plataforma com o objetivo de ajudar um pet. 

 

 

E além de notificar animais desaparecidos ou encontrados na rua, o usuário ainda pode divulgar ou saber informações sobre adoções e outros serviços no segmento pet.  


 

Petspot surgiu após fundador perder sua gatinha 

 

A ideia de criar um canal para ajudar animais perdidos a encontrar seus tutores surgiu quando um dos fundadores perdeu sua gatinha Amy em 2013. 

 

Na época, ele estava envolvido em um projeto de Tecnologia da Informação e pensou em reunir o e-mail e telefone das pessoas que viviam próximas à sua residência, para contatá-las e pedir por informações relevantes que pudessem auxiliar na busca.

 

Três anos depois, a plataforma saiu do papel, quando um amigo acreditou na ideia e investiu um dinheiro para que fosse possível criar o primeiro protótipo. 

 

Hoje, a comunidade já conta com mais de 20 mil cadastros. 


 

Como acessar o Petspot 


A plataforma pode ser acessada em qualquer navegador pelo link petspot.app. É possível também baixar o aplicativo da comunidade, disponível na Apple Store e no Google Play. 

 

E não é preciso ter um pet para se cadastrar. Basta amar os animais e empatizar com a causa para acessar e ajudar a criar finais felizes. 

 

Projeto Instala os primeiros Comedouros para animais de rua em São João do Mereti (RJ)

 

O comedouro e bebedouro instalado pela Casa dos Direitos da Baixada - CDB e Riopae.

Em breve, mais comedouros serão instalados na capital e em outras cidades do estado


A Casa dos Direitos da Baixada - CDB, ONG que atua há mais de 10 anos pela proteção aos animais, entre outras causas, a partir da parceria com a empresa de assistência familiar, Riopae, lança projeto de instalação de comedouros e bebedouros pela primeira vez em São João de Meriti/RJ. Nesse mês de maio já foram instalados 10 comedouros no total em ruas do centro de Vilar dos Teles e nos bairros Trio de Ouro, Jardim Noya, Jardim Botânico, Jardim Meriti e na região central da cidade. Nos próximos dias, as instalações chegarão a mais dois bairros de Belford Roxo, município vizinho de São João de Meriti: Jardim Redentor e Jardim Glaucia. O projeto segue em expansão para que, nos próximos meses, os comedouros e bebedouros cheguem a outras cidades da baixada, na capital do Rio de Janeiro e nos municípios da Região dos Lagos. 

Os comedouros são canos de PVC adaptados para serem recipientes de ração e água, com adesivos dos parceiros no projeto. Ao lado são afixadas placas com explicação da funcionalidade dos comedouros e de que forma a população pode contribuir para ajudar a alimentar cães e gatos. Os comedouros serão abastecidos em dias alternados por voluntários da CDB. 

De acordo com Angélica Oliveira, fundadora da Casa dos Direitos da Baixada, a ONG fez um levantamento informal dos números de adoções e abandonos durante a pandemia.  “Constatamos que, no início, em 2020, houve um aumento de 31,5% de adoções em São João de Meriti. Porém, no decorrer da pandemia, o abandono de animais cresceu 39,5%”, explica Angélica, que hoje tem 39 pets para adoção, sendo que 11 estão na ONG e os demais em lares temporários, com protetores parceiros. “É muita alegria termos feito essa grande parceria com a Riopae e ter esse apoio não apenas para alimentar, mas também para castrar e vermifugar os animais que resgatamos das ruas, muitas vezes em condições de totais maus-tratos”, completa ela. 

Segundo levantamento do IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o número de animais abandonados no Rio de Janeiro durante a pandemia subiu 40%, chegando a 1,3 milhão. De acordo com dados da Secretaria Municipal de Defesa e Proteção dos Animais do Rio de Janeiro – SMDPA -, somente no Abrigo Municipal do RJ, Fazenda Modelo, há 950 pets, entre cães e gatos, aguardando um lar. Em 2020 foram adotados 265 e até abril desse ano, já foram 131. A secretaria projeta que até o final do ano serão mais de mil adoções. Nesse mesmo período, foram realizadas 46 mil castrações. Enquanto os eventos estavam proibidos, a Secretaria criou o programa Entrega Pet, para divulgar a adoção nas redes sociais, em conjunto com as ONGS parceiras. 

Atenta a essa situação, a Riopae, empresa carioca de assistência funerária, incluiu a defesa animal entre as suas ações de responsabilidade social, na Baixada Fluminense. A questão dos animais de estimação sempre esteve presente na companhia que, além de serviços em vida e pós-morte para pessoas, oferece planos de assistência pet, em que gatos e cachorros até 70 kg também recebem atendimento para remoção e cremação em caso de morte. “Pretendemos expandir as ações de combate aos maus-tratos, adoção consciente, cuidados com pets e parcerias com ONGS e empresas fabricantes de rações, além de disponibilizar serviços de saúde por meio das clínicas veterinárias parceiras da RIOPAE com cirurgias e castrações gratuitas”, afirma Vinícius Chaves Mello, diretor executivo da Riopae.

 

 A cachorrinha Kate, que foi resgatada, ficou entre a vida e a morte, e hoje está bem e adotada

Outra iniciativa da Riopae a favor dos animais é a intermediação dos pets disponíveis nos lares temporários e apoio às instituições, que atuam na divulgação dos pets para adoção. Esse é um dos trabalhos feitos pela VEMCER, associação sem fins lucrativos que promove eventos e feiras de doação. A Riopae divulga os pets em suas redes sociais, oferece cestas básicas para os protetores dos lares temporários e ajuda financeira para as necessidades advindas da pandemia. 

“Por conta da Covid, os eventos abertos ao público foram proibidos e todo esse trabalho ficou restrito às redes sociais. Então, a Riopae começou a intermediar essas adoções e divulgar nas redes sociais da marca, com o objetivo de ampliar a divulgação, mesmo com a retomada dos eventos presenciais”, conta Tatiana Figueiredo, fundadora da VEMCER.

 


Riopae

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Organizações de defesa dos animais elaboram projeto de lei para proibir a matança de pintinhos machos


PL 256 que proíbe a 
trituração, eletrocussão, sufocamento ou outros métodos similares dos animais, foi apresentado pelo deputado Carlos Giannazi (PSOL)    

 

As organizações Animal Equality Brasil em parceria com o Fórum Nacional de Proteção e Defesa Animal, a Mercy For Animals e a Sinergia Animal se uniram para elaborar um projeto de lei para proibir que milhões de pintinhos sejam massacrados vivos. De acordo com estimativas da Animal Equality, cerca de 25 milhões de pintinhos machos são triturados vivos - ou descartados por outros métodos cruéis, como asfixia - nos incubatórios do Estado de São Paulo. De acordo com o Fórum Animal, embora o PL tramite na ALESP é extremamente urgente que todos estados coloquem em pauta o assunto.  

Os pintinhos machos são considerados inúteis pela indústria de ovos. Eles também não servem para o abate porque a raça das galinhas poedeiras é diferente da raça dos frangos usados para produção de carne. Os animais são jogados ainda vivos em grandes trituradores ou sufocados em sacos plásticos. É comum encontrar trituradores em mau estado de conservação, com lâminas que não funcionam corretamente e prolongam ainda mais o sofrimento dos animais.  

A tecnologia para descobrir o sexo dos pintinhos quando ainda estão no ovo, que poderia salvar milhões de pintinhos em todo o mundo, já existe. No entanto, ainda não é possível aplicá-la em larga escala. Por isso, o PL prevê para os incubatórios se adaptarem, a partir da data em que a tecnologia estiver disponível no mercado. A multa prevista para as empresas que descumprirem a lei será de  100 UFESP, o equivalente a R$ 2.990.   

O descarte de aves só será permitido em casos de risco à saúde pública, justificada com laudo técnico, assinado pelo médico veterinário responsável e aprovado pela autoridade sanitária estadual. Em situações como essa, o descarte deverá ser realizado mediante insensibilização prévia dos animais, preservando ao máximo as aves do sofrimento.  

A Proposta de Lei (PL) foi apresentada pelo deputado Carlos Giannazi (PSOL). As organizações que elaboraram o texto do PL compõem a Coalizão de Proteção Animal para combater a crueldade contra animais de fazenda em todas as etapas da cadeia de produção de alimentos. Elas alegam que o massacre dos pintinhos fere o art. 225 da Constituição Federal e o disposto na Lei n.º 9.605/98. 

 

Por que a raiva é uma questão de saúde pública?

Recentemente, casos de raiva no estado do Rio de Janeiro despertaram um alerta sobre essa zoonose, uma doença infecciosa viral que acomete mamíferos, inclusive seres humanos. Ela é causada pelo vírus do gênero Lyssavirus, da família Rhabdoviridae e se manifesta por meio de uma encefalite progressiva e aguda, que mata cerca de 40 mil pessoas no mundo, a cada ano, a maioria, na Ásia e na África.

No Brasil, muito por conta do Programa Nacional de Profilaxia da Raiva (PNPR), instituído em 1973, o Brasil alcançou resultados relevantes no controle da raiva urbana. Desde 2004, houve significativa redução dos casos de raiva em cães e gatos, tornando a enfermidade praticamente eliminada dos centros urbanos do país. Consequentemente, caiu também a ocorrência de casos humanos por transmissão dessas espécies.

As ações de vacinação antirrábica canina e felina resultaram em um grande ganho para a saúde pública, permitindo que o país saísse de um cenário anual de mais de 1.200 cães positivos para raiva e taxa de mortalidade de raiva humana por cães de 0,014/100 mil habitantes, em 1999, para nove casos de raiva canina e nenhum registro de raiva humana por cães, em 2018. De acordo com o Ministério da Saúde, 2020 foi o quinto ano consecutivo sem casos de raiva humana por variante canina.

Por isso, os recentes casos noticiados chamaram atenção. Eles ocorreram em dois municípios fluminenses. Em Duque de Caxias, no início do mês, foi confirmada pelo Instituto Municipal de Vigilância Sanitária, Vigilância de Zoonoses e de Inspeção Agropecuária (Ivisa-Rio) a morte por raiva de um cão atacado por um morcego. Em 2020, um caso de raiva humana, em Angra dos Reis, resultou na morte de um menino, mordido por um quiróptero, e que não recebeu a profilaxia adequada. Quando não tratada, a raiva evolui para óbito em quase 100% dos casos e, nos sobreviventes, deixa sequelas gravíssimas.

Segundo dados atualizados em dezembro de 2020, pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde (SVS/MS), entre 2010 e 2020, foram registrados 39 casos de raiva humana. Já o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), que recebe as notificações de raiva animal, informa que, de 2009 a 2019, foram notificados 49.562 casos em nove espécies, como bovinos, equídeos, cães e gatos, entre outros.

Isso mostra que a raiva ainda é uma zoonose que deve estar no radar de órgãos de governo, médicos-veterinários e da população em geral. “Faz-se prioritária a orientação de médicos-veterinários para a conscientização do público em geral voltada a aspectos de risco de transmissão de vírus da raiva por mamíferos não tradicionais, as formas de prevenção e ações pós-exposição ao vírus”, alerta Nélio Morais, presidente da Comissão Nacional de Saúde Pública Veterinária do Conselho Federal de Medicina Veterinária (CNSPV/CFMV).


Raiva no Brasil

O PNPR foi institucionalizado há quase 50 anos e já listava seis atividades estratégicas para o controle da raiva urbana e a eliminação de casos em humanos.

     • Atendimento das pessoas expostas ao risco de acometimento da doença;

     • Vacinação de cães e gatos;

     • Diagnóstico laboratorial;

     • Vigilância Epidemiológica;

     • Recolhimento de animais;

     • Educação em Saúde.

Apesar de rara em áreas urbanas, a raiva silvestre, sobretudo casos relacionados à transmissão por quirópteros, passou a figurar no cenário epidemiológico nacional como um grande desafio a ser trabalhado em busca de um controle sustentável. O morcego hematófago passou, então, a ser o principal transmissor dessa zoonose ao homem, no Brasil.

O Programa Nacional de Controle da Raiva dos Herbívoros (PNCRH), executado pelo Departamento de Saúde Animal (DSA), do Mapa, estabelece suas ações visando ao efetivo controle da ocorrência nos herbívoros, no Brasil, e não à convivência com a doença. Esse objetivo é alcançado por meio da vacinação estratégica de espécies suscetíveis e do controle populacional de seu principal transmissor, o Desmodus rotundus, associados a outras medidas profiláticas e de vigilância.

Estima-se que, em toda a América Latina, a raiva em herbívoros cause prejuízos anuais de centenas de milhões de dólares, devido à morte de milhares de cabeças de gado, além dos gastos indiretos com a vacinação de bovinos e tratamentos pós-exposição (sorovacinação) de pessoas que mantiveram contato com animais suspeitos. A notificação de casos suspeitos ao Serviço Veterinário Oficial é obrigatória.

“Embora não seja considerada uma enfermidade de grande risco pandêmico, é evidente que a raiva deve ser foco de avaliação de risco e prevenção, pois apresenta um elevado risco para a saúde pública. Pesquisas e desenvolvimento nas áreas de vigilância, monitoramento e formas de diagnóstico precoce são necessários. Esforços para entender e encontrar os gatilhos do desenvolvimento do quadro clínico e mitigar as causas de sua ocorrência devem ser encorajadas”, assinala Morais.


O que fazer em casos suspeitos ou confirmados de transmissão?

O gerenciamento atual para alguém exposto ao vírus da raiva é a Profilaxia Pós-Exposição (PEP), a qual deve ser iniciada o mais precocemente possível. Alguns fatores devem ser considerados para a adoção do esquema profilático adequado, como o tipo de exposição, a localização da agressão, o animal agressor e a condição do animal agressor, dentre outros, conforme orientação do Ministério da Saúde.

Até o momento, a PEP tem taxa de sucesso de quase 100%, quando administrada corretamente, ou seja, logo após a exposição ao vírus. Como resultado, há poucos casos de raiva hoje, no Brasil, enquanto no mundo 95% deles ocorrem na Ásia e na África, onde a atenção médica após a exposição ao vírus ainda permanece como uma lacuna na atenção ao paciente. Isso significa que é possível evitar essa zoonose, desde que seja possível a realização da PEP apropriada.


Prevenção

Os principais cuidados a seguir são: manter em dia a vacinação de animais domésticos; evitar qualquer contato com animais silvestres, em especial morcegos; e prestar atendimentos de profilaxia imediatos, em caso de mordedura, arranhadura ou lambedura de ferimentos, meios pelos quais o vírus é transmitido.

Atualmente, a legislação federal que aprova as normas técnicas para o controle da raiva nos herbívoros no Brasil é a Instrução Normativa (IN) nº 5 do Mapa, de 1º de março de 2002, alterada pela IN nº 41, de 19 de junho de 2020. Várias Unidades da Federação possuem legislação própria que detalha ações específicas, em apoio às normas federais e quanto ao controle do Desmodus rotundus, além de atividades educativas, diagnóstico laboratorial, estímulo à vacinação dos herbívoros domésticos, cadastramento de abrigos e vigilância epidemiológica.

Vale lembrar que a reorganização de um determinado espaço determinará alterações ecológicas em menor ou maior grau, as quais modificam a circulação do agente infeccioso. O estudo de viroses, como a raiva, sua ocorrência, seus determinantes e processo de disseminação está incluído em epidemiologia. Por isso, sua análise deve ser realizada na perspectiva moderna de espaço virtual, e não territorial, e uma aplicabilidade de saúde única.

 


Fontes:

Site do CFMV,  Nota técnica da CNSPV/CFMV, publicada em 27/9/2019


PETS: DROGAVET ORIENTA SOBRE CUIDADOS E PREVENÇÃO DE DOENÇAS DE INVERNO

Crédito da foto: Priscilla Fiedler

Gripe canina e rinotraqueíte felina estão entre as enfermidades mais comuns na estação mais fria do ano

 

No dia 21 de junho começa oficialmente o inverno, estação que afeta, principalmente, os estados das regiões Sul e Sudeste. Nesse período, não são só os humanos que ficam mais sensíveis com a queda da temperatura, os pets também sentem a mudança climática e podem vir a adoecer se alguns cuidados não foram tomados. Para auxiliar os tutores, a DrogaVET, maior rede de farmácia de manipulação veterinária do País, orienta sobre as medidas de prevenção, diagnóstico precoce e tratamento ideal para as doenças de inverno.
 
Segundo a veterinária da DrogaVET, Alessandra Farias, tosse, secreção nasal, olhos lacrimejantes e falta de apetite são alguns dos sintomas de doenças que podem atingir cães e gatos no inverno, inclusive os que passam a maior parte do tempo dentro de casa. “Mesmo tendo a temperatura corporal mais elevada que a nossa, em torno de 38,5°C até 39,5°C, a pelagem dos pets não é suficiente para mantê-los aquecidos durante esse período. É mito achar que os pets não sentem frio, sejam eles filhotes, cães idosos ou cães com pelagem longa ou curta. E vale frisar que, em geral, todos os pets sentem frio da mesma forma, cães ou gatos”, detalha a especialista.
 
De acordo com a médica veterinária, uma das principais doenças que acomete os cães no inverno é a gripe canina, mais conhecida com a “tosse dos canis”. Os sintomas, via de regra, são tosse, espirros, secreção nasal e falta de apetite. “É necessário observá-los logo no início, já que a gripe nos cães se assemelha muito a engasgos. Em alguns casos quando a tosse é muito forte podem ocorrer até vômitos com aspecto de espuma, pois os pacientes podem entrar em crises de tosse devido à piora do quadro”, detalha Alessandra.
 
Com os gatos os cuidados devem ser os mesmos. Segundo a veterinária, mesmo parecendo mais resistentes que os cães, o inverno também potencializa a propagação de algumas doenças, como a Rinotraqueíte Felina, causada por um vírus altamente contagioso entre as espécies felinas. “Há maior incidência de casos em locais com grande quantidade de gatos e, geralmente, ocorre nos dias mais frios, com sintomas que vão de febre à desidratação, passando por secreção nasal, secreção ocular, falta de apetite, apatia e dificuldade de respirar e espirros”, pontua a profissional.
 
Além das doenças já citadas, a veterinária elenca outras enfermidades comuns no período do inverno. “Segundo os estudos do Coronavírus Canino, de 2015, publicado na Revista Cientifica Eletrônica de Ciências Aplicadas da Faculdade de Ciências Sociais e Agrarias de Itapeva - SP (FAIT) e do Diagnóstico e Controle da Cinomose Canina, de 2013, da Publicações em Medicina Veterinária e Zootecni (PUVET)*, tanto o Coronavírus Entérico Canino quanto a Cinomose ocorrem mais no inverno. “No primeiro caso, os sintomas são: diarreia intensa, perda de apetite, vômito, desidratação, aumento de temperatura corporal, tremores e apatia, lembrando que esse Coronavírus não é o mesmo que causa a COVID-19 em humanos. No segundo, da Cinomose, os sintomas são: vômito, febre, perda de apetite, dificuldades motoras e respiratórias, perda de equilíbrio, apatia, fraqueza, tosse, contrações musculares involuntárias e convulsões. Essas doenças podem, inclusive, ser prevenidas com as respectivas vacinas, sendo de suma importância estar em dia com o calendário de vacinação”, observa Alessandra.

 

Principais cuidados durante o inverno
 

Como qualquer outra época do ano, o inverno traz doenças típicas de sua temperatura. De acordo com a veterinária, a melhor forma de tratamento é a prevenção. “Assim como para nós, humanos, os cuidados são: manter os pets hidratados, com uma alimentação balanceada e utilizar vitaminas para manter a imunidade alta”, recomenda.

Biscoitos medicamentos manipulados com a medicação e nutracêuticos
 
Crédito da foto: Priscilla Fiedler

Já para os pets acometidos por essas doenças, o tratamento recomendado, em geral, é aliar antibióticos com terapia para controlar as infecções secundárias. “Na DrogaVET, por exemplo, conseguimos associar as fórmulas das vitaminas e de nutracêuticos aos medicamentos recomendados pelos veterinários dos pets, auxiliando na recuperação do animal”, explica a especialista. 

A veterinária complementa dizendo que o importante é manter atualizado o calendário de vacinação, com checagem anual. “Dessa forma os animais estarão sempre protegidos”, alerta Alessandra, informando, adicionalmente, que o banho e a tosa no inverno também estão liberados, mas com cautela na frequência.  Segundo a especialista, o excesso retira a proteção natural dos pelos e da própria pele contra o clima e uma das opções é intercalá-los com os banhos secos. “Na DrogaVET, por exemplo, temos as opções de banho seco e lenços umedecidos para higiene do pet”, menciona Alessandra.

Os lenços umedecidos da DrogaVET auxiliam na higienização e hidratação da pele dos pets
 
Crédito da foto: Priscilla Fiedler
 

A parte da hidratação também é importante. “Há hidratante para evitar o ressecamento da pele dos coxins, sendo recomendado hidratá-los independente da época do ano, ajudando a prevenir possíveis fissuras na pele; e há produtos para hidratação da pelagem e os próprios nutracêuticos, ideais para promover a saúde da pele e dos pelos”, recomenda a profissional

Outros cuidados destacados pela veterinária são para os cães que dormem na parte externa da casa. “O ideal é utilizar casinhas adequadas com camas, disponibilizar cobertas, mantas ou até vestir os pets com roupas próprias para protegê-los do frio, lembrando que as roupinhas devem ser trocadas regularmente não só para a higiene, mas também para pentear a pelagem ou quando estiverem úmidas. Deve-se verificar também, em todos os tipos de pets, o peso do animal, já que, durante o inverno, eles tendem a perder calor do corpo e, consequentemente, o peso”, alerta a profissional.
 
Para finalizar, Alessandra destaca que, nos animais com artrose, a situação tende a piorar nos dias mais gelados e úmidos e, nos animais idosos, o recomendado é fazer suplementação com Ômega 3, Colágeno do tipo 2 para as articulações, Condroitina e Glucosamina para manter as articulações saudáveis, e ter atenção especial a eles e aos filhotes, mantendo-os sempre aquecidos. “Tomando todos esses cuidados e mantendo as vacinas do cão ou do gato em dia, essa estação pode ser tranquila, sem afetar a saúde dos pets”, finaliza a veterinária.


 

DrogaVET
 

https://drogavet.com.br

Campanha: https://agenteentendeseupet.com.br 


QUATRO DICAS PARA PREVENIR DOENÇAS DERMATOLÓGICAS EM SEU PET DURANTE O INVERNO

Com a queda da umidade e as baixas temperaturas, os cuidados devem ser redobrados


A prevenção é sempre a melhor forma de evitar o aparecimento de doenças e problemas de saúde. Com os cães, os melhores amigos do homem, não poderia ser diferente. Quando eles chegam à fase adulta, cerca de 32% das visitas ao veterinário é por motivos relacionados a doenças dermatológicas, segundo levantamento realizado pela Comissão de Animais de Companhia (COMAC) do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos Veterinários (SINDAN).

“As doenças dermatológicas podem ser causadas por bactérias, fungos e diversos outros microrganismos, portanto os cuidados preventivos são essenciais”, explica Salua Carolina Cataneo, Dermatologista veterinária e Gerente de produtos da Soft care, marca da Pet Society.

Abaixo compartilhamos algumas dicas para manter a pele do seu pet sempre saudável:


- Hidrate a pele e a pelagem do animal

A hidratação previne o ressecamento e a coceira, que muitas vezes pode evoluir para uma dermatite ou desencadear infecções bacterianas. Há diversos hidratantes disponíveis no mercado, mas os mais eficientes são os que unem prebióticos, posbióticos e probióticos em uma única formulação. É o caso do SKB-On Complex, que auxilia na proteção da barreira cutânea, melhorando as defesas naturais da pele do animal. “Essa combinação de ativos diminui a inflamação e a penetração de alérgenos ambientais, que são os grandes causadores de dermatites. Além disso, a formulação possui lactobacilos, bactérias do bem, que estimulam a imunidade da pele contra disbiose que é a desregulação da microbiota cutâneo”, explica Salua Carolina Cataneo, Dermatologista veterinária e Gerente de produtos da Soft care, marca da Pet Society.


- Banhos com produtos específicos

Quando os tutores dão banho em casa ou levam para algum petshop, é importante se certificar de que os produtos possuem formulação adequada para os pets. “Devem sempre priorizar o uso de formulações com pH fisiológico e preferencialmente com extratos naturais, sem parabenos e que tenham a proposta de restabelecer e manter saudável a barreira cutânea”, enfatiza Salua. Alguns exemplos são as linhas Megamazon e Pet Society Super Premium, que são livre de parabenos e visam a reconstrução dos fios, do pet. Para os tutores que levam no petshop, é importante certificar-se de que os produtos usados são de uso veterinário. Uma linha bastante recomendada é a Hydra.


- Controle de sarnas e pulgas

As sarnas e as pulgas são a causa número 1 das dermatites encontradas nos consultórios. Portanto, é sempre importante fazer o controle adequado de todos os pets da casa.


- Consulta com veterinários especialistas

Os cuidados não podem ser limitados ao tutor, que sempre deve buscar ajuda especializada antes de optar por qualquer tratamento. “As consultas com veterinários devem ser realizadas, no mínimo 1x ao ano. Havendo algum problema de pele, a recomendação é buscar ajuda especializada imediatamente, pois as doenças podem evoluir, acarretando até a morte do animal”, explica Salua Carolina Cataneo, Dermatologista veterinária e Gerente de produtos da Soft care, marca da Pet Society.

 


Soft Care

https://softcarepetsociety.com.br/


Saúde do pet: cuidados importantes com parasitas

Especialistas em medicina veterinária orientam sobre a prevenção de doenças e proteção do ambiente familiar


Quando o pet entra para a família é uma felicidade para seus tutores. Sem dúvida, os animais de estimação são considerados como filhos para muitos e, por isso, o cuidado com a saúde é essencial para o bem-estar de todos.

Especialmente se o pet for filhote, o cuidado deve ser maior por estar mais suscetível a contrair parasitas e doenças. Em geral, a vermifugação começa a partir da sua segunda semana de vida, sendo administrada a cada 15 dias.

Quando há nitidamente uma verminose, ou seja, se o pet apresenta sintomas característicos, o tutor deve recorrer ao médico veterinário, que irá diagnosticar o parasito. O diagnóstico pode ser realizado por meio de exames clínicos e/ ou parasitológicos. Com isso, o tratamento torna-se mais assertivo e eficiente, com a escolha do medicamento correto.

A médica veterinária Thais Matos, especialista da área de Confiança & Segurança da DogHero , maior empresa de prestação de serviços para animais de estimação da América Latina, explica que os produtos contra vermes para o pet, por exemplo, acumula funções tanto terapêuticas como preventivas.

"Quando a presença de parasitas é diagnosticada no pet, é recomendado um vermífugo para exterminar o problema. Este deve ser adequado ao tipo de parasito e aos sintomas causados. O vermífugo para o pet atua tanto na prevenção, como no tratamento. Por isso é importante saber como e quando dar essa medicação - sempre se atentando às doses e periodicidade prescritas pelo profissional", orienta Thaís.

Caso a vermifugação seja feita de forma preventiva, considerando que o pet está saudável, é preciso seguir o protocolo de vermifugação. "Deve-se levar em conta o peso, raça, idade, sexo, risco de contaminação, podendo haver diferença nas dosagens de pet para pet", completa.

Outro alerta da veterinária é sobre as pulgas e os carrapatos em cães e gatos, que se proliferam de forma rápida e são de fácil transmissão. Além de infestar o ambiente, esses parasitas podem causar alergia, muita coceira e até transmitir doenças.

"Ao permanecer atento e fazer a prevenção do controle desses parasitas, o tutor protege a sua família. Antes mesmo de encontrar uma pulga ou carrapato no pet, é possível usar produtos para esses cuidados específicos. Algumas dessas doenças também podem ser transmitidas a humanos, por isso é importante proteger os pets para evitar contaminação", alerta Thaís.

De acordo com a médica veterinária e coordenadora de conteúdo da Petlove, Jade Petronilho, as doenças causadas por pulgas e carrapatos podem colocar a vida do pet em risco e a melhor forma de preveni-las é com seguindo um calendário rigoroso com o uso de antiparasitários específicos para cada espécie.

"Hoje em dia, temos diversas opções de produtos disponíveis no mercado, como as coleiras antipulgas, comprimidos, pipetas, spray, entre outros, e a escolha deve ser preferencialmente feita junto ao médico veterinário que acompanha o pet, que levará em conta o estilo de vida, condição de saúde e idade do animal", ressalta Petronilho.

Jade explica ainda que as coleiras antipulgas são fáceis de serem usadas e que algumas opções atuam também como repelentes, mas precisam de cuidados especiais. "Colocadas no pescoço do pet, elas podem ficar ali por meses, atuando da mesma forma e comumente não sofrendo alterações em sua ação mesmo que sejam molhadas por algum motivo. Se o tutor tem mais de um pet e eles têm o costume de brincar mordendo o pescoço um do outro, isso deve ser repensado, pois algumas coleiras podem conter substâncias tóxicas se estiverem em contato com a boca".

Outra dica da especialista é nunca deixar a "sobra" da coleira antipulgas pendurada. "Os produtos contidos na coleira não foram elaborados para serem ingeridos e podem causar um quadro de intoxicação acidental". O pai ou mãe de pet deve seguir as orientações do fabricante e cortar o excesso, fazendo assim com que ela fique perfeitamente ajustada no pescoço do animal de estimação.

Para contribuir com os pais e mães de pets de todo o Brasil, na solução das principais dúvidas sobre cuidados com a saúde dos animais de estimação, a
DogHero e a Petlove lançaram o e-book "Guia Rápido de Saúde dos Pets". Elaborado pelos especialistas em medicina veterinária das empresas, o conteúdo traz informações importantes sobre: check-up, vacinas de cães e gatos, alimentação, a importância do médico veterinário e ainda explicações sobre cuidados com pulgas, carrapatos, mosquitos e vermes.

O e-book "Guia Rápido de Saúde dos Pets", está disponível gratuitamente para download e impressão na página exclusiva do blog .

 

DogHero

Petlove


Rotina de inverno: Cães precisam de cuidados especiais de acordo com sua idade e raça

 Veterinário dá dicas sobre frequência de banhos, cuidados, atividades físicas e alimentação para os dias frios

 

Embora o inverno ainda não tenha começado, os dias frios já anunciam que teremos uma estação rigorosa pela frente. E assim como os tutores, os pets podem sentir muito frio, principalmente de acordo com a idade e a pelagem: cães filhotes e idosos, assim como as raças que apresentam pelo mais curto - como Chiuahua, Pug, Bulldog, Boxer, Pinscher e Fox Paulistinha -, são mais suscetíveis ao frio e precisam de alguns cuidados especiais.

De acordo com o veterinário e proprietário do Clube de Cãompo, Aldo Macellaro Jr, medidas simples como colocar uma roupa no pet e aquecer sua pequena cama com mantas e cobertores podem ajudá-los a sentir menos frio, entretanto, a rotina de cuidados vai um pouco além disso. Pensando na saúde e bem-estar dos animais nesse período, a seguir, o especialista destaca uma série de dicas como orientação aos tutores.

 

Cachorro toma banho no inverno?

Os banhos no inverno podem acontecer com menos frequência, o que pode variar de acordo com a raça e ambiente que o pet habita. Em média, os banhos nesse período podem ser dados a cada 30 dias em cães de pelagem mais curta e que vivem em áreas externas. Já os cães de pelagem longa e que vivem dentro de casa, podem tomar banhos a cada 15 dias. "O mais importante é preservar a saúde do animal, eles não precisam estar sempre perfumados. Caso o tutor opte por uma frequência de banhos mais espaçada não há problema, mas alguns cuidados precisam ser mantidos como a limpeza dos ouvidos, escovação dos dentes e da pelagem, principalmente em cães de pelo longo que costumam sofrer com nós. Animais que tomam banho em pet shops não costumam ter problemas nesse período, mas caso o tutor opte por dar banho em casa, é muito importante escolher um horário mais quente do dia, evitar banhos ao ar livre, usar água morna, secar bem os pelos e proteger os ouvidos, para que não entre água. Cães da raça Cocker Spaniel, por exemplo, precisam de cuidados redobrados nesse sentido, pois apresentam problemas auriculares com maior frequência", explica Aldo Macellaro Jr.



Alimentação deve ser balanceada

Os pets devem receber uma alimentação balanceada ao longo do ano, independentemente das estações. Porém, com o inverno o animal acaba se exercitando menos e, consequentemente, gastando menos energia, o que pode levar ao aumento de peso. "Esse ponto merece bastante atenção, pois muitos tutores acabam compartilhando suas refeições, o que pode ser muito prejudicial para a saúde do cão. No inverno a dieta precisa ser seguida com ainda mais rigor, pois a obesidade abre portas para outras doenças mais graves", destaca o veterinário.



Está muito frio para fazer um passeio?

Mas saiba que a atividade física é essencial para a saúde física e psicológica do cão. Além de ajudar a controlar o peso, proteger de doenças cardíacas e articulares, os cachorros precisam estar em movimento, interagindo com outros animais e explorando novos ambientes. "Apesar do frio, os passeios precisam ser feitos pelo bem do pet. Quando eles passam muito tempo trancados em casa podem ficar ansiosos e até agressivos por manter a energia contida. Pode ser uma voltinha rápida pelo bairro e depois, complementar com mais alguma brincadeira de interação entre o pet e o tutor", exemplifica o especialista.



Vacinas precisam estar em dia

A vacinação do pet é fator importante para preservar sua saúde e deve estar sempre em dia. Mas no inverno, com as temperaturas mais baixas e possíveis quedas na imunidade, algumas doenças respiratórias infecciosas acometem os animais com mais frequência como a tosse dos canis, também conhecida como traqueobronquite infecciosa canina, e a vacinação é a melhor forma de prevenção. "Essa infecção pode ser causada por vírus ou bactérias e costuma apresentar sintomas como tosse frequente, espirros, secreções no nariz, boca e olhos, chiado na respiração, febre e vômitos. A tosse pode ser confundida com engasgos, por isso é preciso estar atento, alguns casos podem evoluir para pneumonia. As vacinas hoje disponíveis são indispensáveis para evitar essas contaminações e complicações", ressalta Aldo Macellaro Jr.



Frio, dor ou ambos?


Este é um ponto que requer muita atenção, especialmente quando diz respeito aos cães com idade mais avançada, que possuem massa muscular e camada de gordura reduzidas, um processo natural do envelhecimento. "Pode ser que o pet com mais idade durma por mais tempo e com o frio fique mais encolhido. Quando ele acorda, pode ser acometido por fortes dores articulares e agravar os casos de artrite e artrose, por exemplo. Nesses casos, é preciso estar atento ao que parece ser uma preguiça e ajudar o animal a se movimentar, para evitar que chegue a quadros mais críticos de dor e desconforto. Em alguns casos é preciso buscar ajuda veterinária para a realização de exames, diagnóstico e tratamento mais adequado", conclui Macellaro Jr.

 

Clube de Cãompo


“Gatificação” do seu lar: saiba como construir um ambiente interativo e reservado para seu gato

Divulgação
Espaço pode ajudar a deixar seu pet mais ativo e saudável


 


Conceito voltado para a transformação de um ambiente propício para a vivência e a convivência de felinos, a “gatificação” tem ganhado a atenção dos tutores e do mercado pet. Isso porque “gatificar” o seu lar é criar um espaço em que os seus gatos sejam estimulados com exercícios, brincadeiras, arranhadores e locais confortáveis para relaxar, fazendo com que novos artefatos e objetos sejam criados para atender a esta demanda. Ter um espaço reservado exclusivamente para o seu pet é ótimo até mesmo para estreitar os laços entre vocês, pois há todo um cuidado com a própria decoração da casa, para que o local tenha a cara dos dois.

 

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), cerca de 24 milhões de brasileiros possuem um gato e outros 54 milhões possuem um cachorro dentro de casa. Isto é, os números não mentem: os brasileiros amam um bichinho de estimação, e, com eles tão presentes em nossas vidas, não há outra saída a não ser tornar o nosso lar o lar deles também. Alguns especialistas chamam essa mudança e adaptação do ambiente doméstico de “enriquecimento ambiental” para o pet, visto que cria estímulos que afetam a rotina do bichano para torná-lo mais ativo e saudável.

 

Se você está considerando fazer um enriquecimento ambiental para o seu gato, é muito importante, primeiramente, levar em consideração algumas informações básicas sobre ele. A idade e a personalidade do seu gato, bem como o tamanho da sua casa, são essenciais para você iniciar um planejamento de enriquecimento doméstico. Gatos naturalmente são mais individualistas e independentes, e é muito importante que os tutores fiquem ao menos 20 minutos por dia interagindo com eles para que estimulem mais a interação com o tutor. Essa interação pode ser escovação dos pelos, carinhos, brincadeiras com objetos como bolinhas e varinhas, etc. 

 

Uma coisa muito legal e que o seu gato vai adorar é a instalação de nichos para felinos, principalmente em locais altos, sempre com uma opção de saída segura para o gato não se sentir acuado ao descer do nicho. Esconderijos também são uma boa opção, pois gatos gostam de se sentir seguros (e, eventualmente, esperar a oportunidade de assustar o tutor ou um irmãozinho felino ou canino de brincadeira!). Arranhadores também podem compor o local, e a ideia é ótima, sobretudo, se o seu gato tende a afiar as unhas em sofás ou tecidos da casa.

 

Itens básicos, como potes de água, caixas de areia e ração, também fazem parte de um ambiente “gatificado” – dê preferência sempre para colocar esses itens em locais diferentes e distantes entre si. Por exemplo, tenha duas caixas de areia, dois potinhos com comida e dois potes com água em locais diferentes, para estimular a movimentação dos gatos. Dessa maneira, estimulando os instintos e o movimento do seu gato, ele gastará mais energia e se tornará mais saudável.


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