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sexta-feira, 16 de março de 2018

10 dicas para reduzir suas chances de perder a visão por causa do glaucoma



 As pessoas engajadas em atividade física, de forma moderada a vigorosa, podem reduzir significativamente o risco de glaucoma


“O glaucoma é uma das principais causas de perda de visão em todo o mundo, afetando quase 60 milhões de pessoas. Há tratamento pode retardar sua progressão, mas não há cura. Anteriormente, se pensava que o estilo de vida não desempenhasse um papel tão relevante na prevenção do glaucoma, mas vários estudos recentes mostram que os fatores de estilo de vida podem influenciar a pressão ocular, que é um importante fator de risco para a doença”, afirma o oftalmologista Virgílio Centurion, diretor do IMO, Instituto de Moléstias Oculares.

A Academia Americana de Oftalmologia listou hábitos que podem ajudar a minimizar o risco de perda de visão provocada pelo glaucoma. Confira:


01)                       Exercite-se regularmente: um estudo recente mostrou que as pessoas que praticam atividade física, de forma moderada a vigorosa, parecem ter um risco 73% menor de desenvolver glaucoma. “Isso ocorre porque o fluxo sanguíneo e a pressão dentro do olho podem mudar com o exercício, o que pode afetar o risco de glaucoma”, explica a especialista em glaucoma do IMO, a oftalmologista Márcia Lucia Marques;

02)                       Adote uma dieta rica em frutas e vegetais, especialmente folhas verdes e frondosas: um estudo mostrou que as pessoas que comem mais vegetais com folhas verdes têm cerca de 20-30% menos risco de desenvolver glaucoma. Por quê? “Os nitratos presentes nos vegetais verdes podem ser convertidos em óxido nítrico, o que pode melhorar o fluxo sanguíneo e ajudar a regular a pressão dentro do olho”, explica a médica;

03)                       Beba café com moderação: melhor ainda, tome chá em vez de café. Um estudo mostrou que as pessoas que consumiam pelo menos uma xícara de chá quente diariamente tinham 74% menos probabilidades de desenvolver glaucoma em comparação com aqueles que não consumiram chá quente. Um pouco de café é bom, mas a ingestão excessiva de cafeína não é. “Um estudo descobriu que beber 5 ou mais xícaras de café aumentou o risco de desenvolver glaucoma. Como o chá pode ajudar? Os antioxidantes e os flavonoides contidos no chá podem melhorar a capacidade do corpo de evitar os efeitos nocivos dos radicais livres”, afirma Marcia Marques;

04)                       Considere tomar um suplemento de magnésio: estudos sugerem que uma ingestão adequada de magnésio na dieta pode ser benéfica para pacientes com glaucoma. Por quê? O magnésio melhora a circulação e parece ter um efeito benéfico na visão dos pacientes com glaucoma;

05)                       Escove os dentes, use fio dental e visite o dentista regularmente: um estudo recente mostrou que a perda dentária pode estar ligada ao aumento do risco de glaucoma. “Isso ocorre porque a doença periodontal pode desencadear uma resposta inflamatória que pode contribuir para o desenvolvimento do glaucoma”, diz a oftalmologista;

06)                       Não fume: estudos indicam que fumar aumenta o risco de glaucoma e tem um impacto negativo global sobre a saúde ocular;

07)                       Mantenha um peso corporal saudável: estudos mostram que pessoas com maior índice de massa corporal (IMC) estão em maior risco de diabetes e o diabetes coloca as pessoas em risco de desenvolver glaucoma. “Ter um IMC muito baixo também está associado ao aumento do risco de glaucoma”, observa Marcia Marques;

08)                       Evite posturas invertidas em ioga:  estudos mostram que as posições de cabeça para baixo podem aumentar a pressão dos olhos e não são recomendadas para pacientes com glaucoma. Há muitos exercícios de ioga que não têm esse efeito;

09)                       Evite gravataspesquisadores dizem que  gravatas muito apertadas podem aumentar o risco de glaucoma, aumentando a pressão arterial dentro dos olhos;

10)                       Faça exames oftalmológicos regulares, especialmente se você tiver um histórico familiar de glaucoma: pesquisadores identificaram recentemente certos genes que aumentam o risco de glaucoma. “As pessoas com maior risco de glaucoma  são pessoas de ascendência africana, pessoas com diabetes e pessoas com antecedentes familiares de glaucoma. Você também apresenta  um risco maior se tem um pai ou irmão/ irmã com glaucoma”, diz a médica.

Muito pacientes dizem que se sentem impotentes contra uma doença como o glaucoma. “Ao oferecer informações sobre como o estilo de vida pode influir na doença, esperamos poder capacitá-los a melhorar sua qualidade de vida imediatamente. Como não há dados clínicos suficientes para fazer recomendações gerais sobre fatores de estilo de vida, o paciente deve discutir com seu oftalmologista quais as mudanças específicas que podem ser apropriadas para cada caso”, explica a especialista em glaucoma do IMO, a oftalmologista Márcia Lucia Marques.




IMO, Instituto de Moléstias Oculares

Conexão entre corpo, mente e autoestima: um desafio diário



 A psicóloga e coach Michelle Matos destaca os pontos importantes na busca pelo equilíbrio


Para fazer as coisas acontecerem na vida, é necessário buscar o equilíbrio entre três elementos essenciais ao ser humano: o corpo, a mente e a autoestima. Juntos, eles influenciam diretamente na construção de caráter e na forma como cada indivíduo conduz sua jornada.

Para brasiliense Michelle Matos, psicóloga e coach de Imagem, manter o equilíbrio entre esses três elementos é de extrema importância para uma boa qualidade de vida. Todas as cicatrizes, traumas e lembranças ruins que podem afetar esse equilíbrio devem ser encaradas como uma maneira de desenvolverem nossa melhor versão. Essa busca é difícil, mas não impossível. É um exercício diário”, afirma a especialista. 

Para o corpo, é muito importante ter um estilo de vida em que você possa equilibrar sua rotina e um mindset positivo. Uma dieta equilibrada pode ajudá-lo a ter a energia necessária para trabalhar e fazer o que for preciso em seu dia a dia. Praticar exercícios, com frequência, também propiciarão equilíbrio em sua vida. 

Para a mente, buscar atividades que estimulem o cérebro, além de potencializar o nosso raciocínio, pode nos trazer muitas inspirações. Um exemplo é aprender um novo idioma, um novo esporte ou iniciar um novo projeto. Isso pode lhe dar motivação e ajudar a desenvolver uma nova e positiva perspectiva.

“É preciso, ainda, fazer um exercício para superar as ideias limitantes que bloqueiam as possibilidades de mudança e crescimento. Ignorar aqueles velhos pensamentos, como: “você não pode dançar”, “você é muito alto (a) para isso”, “você é uma garota”, “você não deveria jogar futebol” e muitos outros que se tornaram parte do cotidiano, e não lhe dão a oportunidade de se desenvolver como sempre quis. É hora de acreditar em si mesmo e mudar”, destaca a brasiliense, que mora há mais de oito anos na Europa. 

A autoestima é o fator responsável por desenvolver boa parte da vida, podendo afetar as pessoas em vários sentidos. É uma avaliação que você faz de si mesmo e, por muitas vezes, ela pode ser cruel e impedir o crescimento pessoal de cada sujeito. Michelle acrescenta que dependendo de como você se sente em relação a si mesmo, isso afetará positivamente ou negativamente os demais aspectos da vida. “A autoestima é o valor que você dá a si mesmo. Valorize-se, faça atividades que te agrade, aprecie sua companhia, não se diminua e busque sempre destacar seus pontos fortes e positivos”, conclui.

Para ela, o equilíbrio entre o corpo, a mente e autoestima é o segredo para se desenvolver da melhor maneira possível. “Assumir suas raízes e todo o processo que viveu com consciência trará certeza sobre para onde está indo, tornando, assim, o caminho mais prazeroso e significativo. Você sempre é responsável por suas escolhas e como você quer viver. Às vezes, uma boa reflexão sobre o passado e o presente pode conectá-lo com seu verdadeiro eu. Que tal concentrar-se em desenvolver sua melhor versão e sentir-se mais seguro sobre a pessoa que você é?”, convida Michele Matos.


Veja as 7 dicas de Michelle Matos para melhorar a conexão consigo mesmo:

1 - Usar o espelho para se olhar e dizer eu te amo, repetidas vezes pela manhã. Se conectando com o seu eu.

2 - Busque sempre estar aprendendo, estudando ou se desafiando diante de alguma coisa nova.

3 - Viajar o máximo possível, conhecer diferentes culturas e possibilidades. Expandindo suas experiências de vida.

4 - Busque uma rotina saudável, comer bem, praticar esportes. Essa energia gerada tem grande influência no resto da sua vida!

5 - Ter um ciclo social variado com pessoas de estilos e gostos diferentes.

6 - Tirar um minuto do seu dia para agradecer. Gratidão traz prosperidade.

7 – Procure ser uma pessoa tolerante e disciplinada.






Michelle Matos – Brasiliense, psicóloga e psicanalista (pela Université Paris VIII – Vincennes - Saint Denis), Michelle Matos mora na Europa há sete anos, continente onde teve a oportunidade de residir em cidades como Dublin, Londres, Paris e Berlim, sua cidade atual. Com a moda sempre presente em sua vida, Michelle viu no Coaching de Imagem a possibilidade de aliar sua formação à sua vocação. Hoje, além de profissional da área, Michelle mantém um blog – criado em 2013 – com artigos sobre Comportamento, Moda, Coaching e inspirações do seu dia a dia. Seu objetivo é ser boa ouvinte e ajudar indivíduos a se encontrarem, a trazerem o melhor de si, alcançando, assim, seus objetivos.


Pais devem estar atentos ao calendário vacinal dos bebês



Tétano, difteria, coqueluche e outras doenças podem ser evitadas por meio de vacinas ainda no primeiro mês de vida


O nascimento de um bebê gera várias mudanças na rotina da família. Dentre elas, estão as contínuas visitas ao pediatra e uma novidade que pega de surpresa todos os casais de primeira viagem: o calendário vacinal dos pequenos. Geralmente, esse período se inicia no primeiro dia de vida e se estende até os 18 meses de idade. Por isso, é necessário que os pais estejam atentos aos prazos solicitados para cada tipo de vacina.

Segundo o Dr. Jessé Alves, médico infectologista do Laboratório Exame, quando uma criança nasce, seu sistema imunológico está exposto a uma série de doenças, como tétano, difteria, coqueluche, diferentes tipos de meningites e hepatites. “Esses problemas de saúde possuem elevado potencial de gravidade e podem colocar a saúde em risco”, explica o especialista.

Alves esclarece que vacinas como a tríplice bacteriana, a poliomielite e a meningite, precisam ser realizadas em duas ou três doses e com reforço após os 12 meses de idade. “A forma e o tempo de execução das doses são feitos dessa maneira porque quando os esquemas vacinais são curtos ou incompletos, a imunidade do bebê ainda não é capaz de garantir uma resposta a longo prazo”, afirma. No caso das vacinas como varicela e tríplice viral (vírus vivos atenuados), precisam ser iniciadas somente após os 12 meses de vida. 

De acordo com dados recentes do Ministério da Saúde, em 2017 o Brasil registrou 15.813 novos casos de meningite. O médico afirma que números como esses reforçam o alerta de que doenças comuns como meningites, gripe, coqueluche e outros agentes infecciosos, ainda circulam em nosso meio e se as crianças não forem vacinadas corretamente, podem ser acometidas por estarem vulneráveis.




Exame
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