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quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Calvície preocupa cada vez mais as mulheres



 Genética, distúrbios fisiológicos e emocionais são as principais causas da calvície, também chamada de alopecia


Considerado um dos maiores atributos da beleza feminina, o cabelo serve como uma moldura para o rosto. A calvície ou alopecia é caracterizada pela redução total ou parcial de cabelos ou pelos em determinada área da pele. O problema, que afeta principalmente os homens, tem se tornado cada vez mais usual também em mulheres, afetando a vaidade e causando problemas na autoestima. Segundo a American Academy of Dermatology, de um total de 2 bilhões de pessoas no mundo que enfrentam os efeitos da calvície, mais de 100 milhões são mulheres.

No Brasil, estima-se que o problema atinja cerca de 40% da população feminina. De acordo com Vanessa Cotta, visagista e terapeuta capilar do Platinum Visage, o afinamento dos fios caracteriza o primeiro sinal da calvície, seguido pela interrupção do seu crescimento. Com a progressão do problema, que normalmente afeta a região frontal da cabeça, há uma rarefação capilar que começa a ser visível. Em casos mais graves, há ausência de cabelos na parte superior e frontal da cabeça.  

A calvície pode ser desencadeada por diversos fatores, entretanto, o principal deles é hereditariedade. A alopecia androgenética feminina é relacionada a hormônios masculinos, mais especificamente à testosterona. Ela pode ocorrer por um aumento na sensibilidade ao hormônio ou até mesmo pela concentração do mesmo no corpo. “A calvície também pode estar ligada ao excesso de oleosidade, uso exagerado de produtos químicos, distúrbios de tireoide, má alimentação, consumo de certos medicamentos ou a fatores emocionais”, conta Vanessa. Após cirurgias, tratamentos rádio ou quimioterápicos e no pós-parto, a queda também pode ser mais intensa, entretanto, passageira. Já a alopecia por tração é associada à tensão frequente à qual submetemos os cabelos quando fazemos certos tipos de penteados.

O fato de o cabelo cair não configura necessariamente a alopecia. A queda de até 100 fios diários é considerada saudável para que haja renovação do tecido. Porém, a profissional ressalta que é interessante observar três fatos: se os cabelos costumam nascer na mesma proporção em que caem; se existem falhas pontuais em determinadas áreas do couro cabeludo ou se o cabelo cai ao longo do dia ou durante a escovação/banho.

A pessoa também deve reparar se há uma diminuição ou afinamento dos fios no alto da cabeça. Sentir dor no couro cabeludo ao escovar os cabelos ou após banho de sol também é um sinal importante. Antes de dar início a qualquer tratamento, deve-se observar o grau em que a calvície se encontra. Fraca (inicial e fácil de ser interrompida, tratada com loções e shampoos), moderada (estágio que deve ser analisado para a adoção do tratamento ideal, podendo ser tópico e/ou associado a via oral) e avançada (onde são usados métodos mais invasivos, como microagulhamento ou implantes). 


Tratamento

De acordo com Vanessa, o objetivo do tratamento é recuperar os fios e, principalmente, a saúde do couro cabeludo. “A tricologia conta diversas técnicas de tratamento, cada uma alinhada de acordo com o problema presente. Independente do procedimento adotado, ele deve ser conjugado à uma boa alimentação e a um bom estado emocional. Mesmo não existindo cura para a calvície, é possível retardar o processo de queda através do controle dos agentes causadores, aumentando o tempo de vida do cabelo. O tratamento, além de prevenir a queda, elimina a seborreia, controla a oleosidade e trata o couro cabeludo de acordo com a necessidade de cada pessoa. Ele costuma ser longo (pode durar meses) e contínuo”, finaliza.






10 dicas para escolher o seu protetor solar



É um erro acreditar que o produto mais caro – ou comprá-lo durante uma viagem ao exterior – aumenta a eficácia da fotoproteção


O inverno brasileiro é caracterizado por dias ensolarados, secos e de temperatura amena. Esses dias, assim como os de calor excessivo, também demandam cuidados com a pele e a escolha apropriada de um protetor solar que atenda às necessidades de cada um. Mas, na hora de escolher o protetor mais adequado, o consumidor se depara com uma prateleira repleta de opções. Diante delas, muitas dúvidas surgem: qual é a mais adequada ao meu tipo de pele? Maior preço é sinônimo de eficiência? Além disso, é comum ouvir de alguém que comprou um protetor solar em outro país, que certas marcas e tipos não estão disponíveis no mercado brasileiro. Eles são melhores do que os comercializados nacionalmente?

Para responder a estas dúvidas, SUNDOWN®, marca de amor e proteção de sol a sol, selecionou algumas dicas que são pouco comentadas, mas não menos importantes. Confira!


1. Regionalidade
O Brasil é um país referência em pesquisas, desenvolvimento e produção de proteção solar. No caso da Johnson & Johnson, o campus de São José dos Campos, localizado na região do Vale do Paraíba, é responsável pelo desenvolvimento global de produtos do segmento. Os produtos desenvolvidos e produzidos aqui são feitos especialmente pensando no tipo de pele e nos hábitos dos brasileiros, além de considerarem o clima do país. Sendo assim, não adianta “importar” essa tecnologia após durante uma viagem para aumentar a eficácia. Pelo contrário. “Os produtos vendidos na Europa ou América do Norte foram feitos sob medida para aquelas regiões, levando em consideração as características da população e o clima, que são muito diferentes do nosso”, diz José Pelino, diretor de engajamento científico da Johnson & Johnson.


2. Ocasião de uso
Estudos meteorológicos indicam que o Brasil, por ser um país tropical, tem uma quantidade maior de radiação que chega a ser nociva à saúde humana, se não houver cuidados apropriados com a proteção da pele a exposição solar. Devemos lembrar que o protetor solar deve ser um item básico no dia a dia da população.

Para promover essa conscientização, SUNDOWN® introduziu no mercado a linha SUNDOWN® Todo Dia, com textura leve, fragrância suave e adequado para ser usado no rosto e corpo, oferecendo ao consumidor um aliado na hora de proteger a pele do sol todos os dias. “Para o uso no dia a dia, recomenda-se que o consumidor opte por fragrâncias mais suaves e com fácil aplicação. Para as outras situações, há uma vasta gama de itens com ações bronzeadoras, colorações diferentes e fragrâncias que remetem àquele momento feliz de praia, brincadeiras na água, férias e finais de semana”, comenta o especialista.


Dicas gerais
3. O protetor solar deve ser adequado para cada tipo de pele e o consumidor deve sentir conforto durante o uso. 

4. Peles secas se adaptam melhor aos protetores que possuem o benefício de hidratação. Protetores que contam com antioxidantes em suas fórmulas podem ser aplicados com objetivo complementar a prevenção contra o envelhecimento precoce da pele.

5. Para peles oleosas são indicados protetores de toque seco e com o benefício do controle de oleosidade e brilho.

6. As versões em spray oferecem mais praticidade e são ideais para o momento de reaplicação do produto. Os protetores solares em spray para pele molhada contam com a vantagem de poder ser aplicados até na pele molhada, (como é o caso de SUNDOWN® pele Molhada).

7. O protetor deve ser aplicado na quantidade de 2mg/cm2, aproximadamente 35g em um adulto. A medida certa de protetor solar para cada parte do corpo é a equivalente a uma colher de chá. Para aplicar o protetor no corpo inteiro, a regra são nove colheres de chá: uma para o rosto, colo e o pescoço, duas para o tronco (frente e costas), uma para cada braço e duas para cada perna.

8. As nove colheres de chá equivalem a 200ml por aplicação – a mesma quantidade contida num frasco de protetor solar padrão - o que deveria durar dois dias. No caso do protetor em spray, recomenda-se borrifá-lo próximo a pele, fazendo movimentos de vai e vem e depois espalhando com as mãos para garantir uma cobertura homogênea.

9. Quando exposta ao sol sem proteção, a pele leva um tempo determinado para ficar avermelhada. Quando se usa um filtro solar com FPS 15, por exemplo, a mesma pele leva 15 vezes mais tempo para ficar vermelha.

10. Hoje, existem protetores que protegem a pele imediatamente após a aplicação, mas é sempre importante buscar esta informação na rotulagem. O protetor deve ser reaplicado de duas em duas horas e no corpo inteiro se a pele estiver exposta continuamente ao sol. Caso não haja exposição constante, o ideal é reaplicar o protetor no corpo duas ou três vezes por dia.




Johnson & Johnson Consumo do Brasil
(www.jnjbrasil.com.br






Como remodelar os braços flácidos?



Na hora de acenar de longe para um conhecido, a imperfeição do braço fica mais evidente


Se tem algo que é um incomodo para muitas mulheres na hora de escolher uma roupa de manga cava é aquela pele sobrando no tríceps braquial. Sim, a flacidez que se evidenciam mais no momento do “tchauzinho” é um pesadelo para muitas mulheres! Quais serias os motivos que provocam esta imperfeição indesejada?

A aparência desagradável se dá não somente pela mudança de peso, mas também por causa do envelhecimento e de fatores hereditários. Os exercícios físicos pode ser uma maneira de reverter à situação e fortalecer os músculos, porém, para obterem resultados mais rápidos, muitos estão optando pela cirurgia plástica. O procedimento é conhecido como “dermolipectomia braquial”, que reduz o excesso de pele e gordura entre as axilas e o cotovelo, remodela e deixa os contornos mais suaves, proporcionando assim uma aparência mais natural. O estilo de vida e a saúde podem ser determinantes na hora de descobrir se esta cirurgia pode ser indicada para você. “No geral não há muita restrição para este procedimento, principalmente para adultos que tenham realmente uma flacidez significativa na pele do braço e que são saudáveis sem nenhum tipo de doença grave que pudesse prejudicar a cicatrização”, afirma Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional de Cirurgia Plástica.

Para realizar a “dermolipectomia braquial”, o tipo de anestesia é geral ou local com sedação, com tempo de internação de cerca de 24 horas. No pós-operatório, o paciente deve evitar por 30 dias o excesso de movimentos, principalmente ao levantar os braços, visto que a cicatriz se encontra na axila e acabará sendo forçada nestas situações. Quanto menor for a tração sobre a cicatriz, menor será o seu alargamento.

Quem sonha eliminar o desagradável movimento do músculo flácido na hora do “tchauzinho” mas tem dificuldades de pagar à vista, é bom lembrar que há como parcelar em locais como o Centro Nacional - Cirurgia Plástica, que funciona como uma assessoria administrativa que oferece crédito. O médico receberá à vista, mas o paciente terá condições especiais para pagar, podendo realizar o procedimento agora e continuar a pagar mesmo durante a recuperação. “O resultado definitivo da dermolipectomia é atingido após seis meses da cirurgia, período necessário para a acomodação dos tecidos e o amadurecimento da cicatriz.”, finaliza Korn.





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