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sexta-feira, 11 de agosto de 2017

Desapega: Como facilitar a mudança sem se prender a velhos hábitos



 Mudança é uma das coisas mais difíceis e estressantes que existem, sendo um momento no qual você deve, literalmente, fazer com que anos e anos de história caibam em algumas poucas caixas de papelão. Apesar disso, no entanto, esse também pode (e deve) ser encarado como um momento de renovação, uma oportunidade de analisar tudo aquilo que você tem e ver se isso deveria ou não ocupar um espaço nessa nova fase de sua vida. Não acredita? 

Então veja algumas excelentes dicas que separamos para você a respeito de como não se apegar ao que não lhe serve mais! 

Abaixo, você pode visualizar como ficou esse material super rico visualmente: 











Ciência da Felicidade



Nunca pare de pensar! Pensamentos têm poder


No mundo moderno, tudo está em constante crescimento e desenvolvimento. Numa sociedade em evolução, uma das condições para sobreviver é ter como um dos objetivos desenvolverse e prosperar. Já na administração de negócios, nada fica sem mudar; nada fica como está. Tudo muda dia a dia; tudo evolui sempre. À exceção daqueles que trabalham sozinhos, todos têm chefes ou subordinados. Se você ocupa uma posição de comando, precisa entender de administração. Se trabalha sob as ordens de outra pessoa, precisa compreender seu modo de pensar.

É fundamental nunca parar de pensar. Os pensamentos têm poder. Nós somos influenciados por aquilo que ocorre à nossa volta, sujeitos a constantes mudanças. Uma companhia está fadada a estagnar, a sair perdedora em relação à concorrência e até acabar fechando se seus administradores, executivos e funcionários não tiverem a consciência de que vivemos numa sociedade em evolução, que exige nova mentalidade gerencial.

As inovações constantes são fundamentais. Os administradores precisam prover o que o mercado exige. Por isso, têm de pensar, apresentar ideias que satisfaçam a essas exigências e sejam adequadas ao propósito do negócio. As ideias também precisam gerar lucro. Cargos que não se traduzem em lucro são logo eliminados. É muito importante que você tenha abundância de ideias e que saiba concentrá-las em seu objetivo. Isso vale também para as pessoas que montam seu próprio negócio e têm em geral um monte de ideias. Para que gerem lucro, é preciso adequálas ao propósito específico que se tem em mente.

*As reflexões desta coluna são extraídas de As Leis da Invencibilidade”, do autor e líder espiritual japonês Ryuho Okawa (IRH Press do Brasil). Seus mais de 2.200 livros publicados, traduzidos para 28 idiomas, já venderam mais de 100 milhões de exemplares no mundo todo.


MAIS SOBRE “AS LEIS DA INVENCIBILIDADE”

Não se trata de mais um livro teórico, mas de um guia para sobreviver e vencer em tempos de recessão econômica. Baseado em palestras proferidas por Ryuho Okawa, com comentários sobre a situação econômica do Japão, o livro parece escrito sob medida para os brasileiros que hoje sofrem com a recessão – do trabalhador desempregado aos empresários, passando por administradores e executivos, sem ignorar os governantes. O livro “As Leis da Invencibilidade” é dividido em cinco grandes capítulos. No primeiro, “os princípios do sucesso”, o autor apresenta suas sete regras de ouro para uma pessoa ser bem-sucedida na vida. O segundo capítulo, “como ser vitorioso nos confrontos”, surpreende pela análise de Okawa sobre vitórias e derrotas – e como isso ajuda a construir a própria felicidade, a inovar as empresas e a vencer a concorrência. O capítulo três, “como desenvolver uma mente estratégica e gerencial”, é totalmente voltado para o mundo dos negócios. Apresenta cinco pontos fundamentais para o desenvolvimento e a prosperidade de uma organização. O quarto capítulo, “como superar uma recessão”, é uma aula prática de como agir e enfrentar tempos de recessão econômica. No último capítulo, “o modo ideal de ser”, o autor fala das armadilhas do otimismo, dos requisitos da boa administração e da importância de usar o poder da sabedoria. Acesse www.okawalivros.com.br e saiba mais.





O Potássio e a segurança alimentar nacional: qual a saída?



     O Brasil é de fato o maior celeiro do mundo. Em relatório divulgado recentemente pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), a instituição previu uma colheita de 232,023 milhões de toneladas de grãos e, se o número atual for confirmado, representará um crescimento de 24,3% em relação à safra 2015/2016. Dada à importância do agronegócio no cenário econômico atual, se faz necessária a adoção de políticas públicas que reconheçam a vocação agrícola do país.

            Dentre as práticas agrícolas que possibilitaram incrementos na produtividade, como o melhoramento genético, manejo varietal, controle fitossanitário, irrigação, destaca-se neste artigo o uso de fertilizantes. O ano de 2016 registrou o maior volume de entregas, com 34,083 milhões de toneladas, superando em 5,8% a marca de 2014, até então a maior já registrada, com 32,209 milhões de toneladas. Os dados publicados pela Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda) mostram crescimento de 5,19% ao ano na entrega de fertilizantes no período de 1987 a 2016, contra 1,68% ao ano da área cultivada no mesmo período. 

            Embora reconhecida a contribuição dos fertilizantes, a agricultura brasileira vem se tornando cada vez mais dependente desse insumo. Especificamente em relação ao potássio (K), em 2016 foi importado o montante de 8,84 milhões de toneladas de matéria-prima, sendo quase a totalidade (8,77 milhões de toneladas) na forma de cloreto de potássio (KCl), o que representa dependência externa de mais de 90% do potássio utilizado como fertilizante no país. Tal situação cria uma vulnerabilidade na agricultura e um grande problema de segurança alimentar no Brasil.  

            Este problema tem exigido a busca por fontes alternativas e a utilização de pós de rochas silicatadas tem sido umas delas. Os pós de rochas, ou remineralizadores, foram recentemente incluídos na Lei dos fertilizantes (Lei n° 6.894/1980) por meio da Lei n° 12.890/2013, como categoria de insumo agrícola. Mais recentemente foram publicadas as Instruções Normativas 5 e 6, de 10/03/16, que definem as garantias mínimas e os limites de elementos potencialmente tóxicos permitidos nos remineralizadores. A rochagem, como também é conhecida essa prática, tem a pretensão de aproximar os setores de mineração e agricultura, aproveitando subprodutos das atividades de mineração, cujo acúmulo ou descarte é problemático, para enriquecimento dos solos agrícolas. 

            Os pós de rochas silicatados são fontes multinutrientes de liberação lenta, o que garantirá efeito salino mínimo dessas fontes quando comparado às de alta solubilidade, como o KCl. Também possuem a característica de menor susceptibilidade à lixiviação e maior efeito residual no solo, possibilitando assim a aplicação dos nutrientes em dose única, o que diminuirá os gastos com maquinário e consumo de óleo diesel. Dentre outros efeitos benéficos dos silicatos, pode-se destacar a neutralização da acidez do solo, melhoria do desempenho das culturas em situações de estresse pela absorção do silício (Si), como redução da incidência de doenças e pragas, elementos potencialmente tóxicos e déficit hídrico, além do ânion silicato competir com o ânion fosfato pelos sítios de adsorção do solo, diminuindo a fixação do fósforo. 

            O fonolito do Planalto de Poços de Caldas, um silicato de potássio com teores totais de 8% de óxido de potássio (K2O) e 54% de dióxido de silício (SiO2), é uma importante alternativa e vem apresentando crescimento no cenário nacional nos últimos anos. Trata-se de uma solução que possui elevada solubilização dos nutrientes dado o processo único de formação geológica.

Em 2016, o volume de entregas dessa alternativa atingiu 34,23 mil toneladas, dos quais 1,7% foram exportados, o que representou um incremento de 17% em relação ao ano anterior. Este número é ainda mais expressivo quando analisado desde o ano de 2013, apresentando aumento da ordem de 173,3%.  

Estudos realizados em diversas universidades e instituições de pesquisas pelo Brasil têm comprovado a eficácia da substituição total do cloreto de potássio em diversos cultivos, desde hortaliças a cereais e frutíferas, com aumento significativo da produtividade e da qualidade do produto agrícola, o que vai contribuir grandemente para o crescimento e fortalecimento da agricultura nacional. 




Fernando Guerra - Engenheiro Agronômico da Yoorin Fertilizantes






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