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segunda-feira, 20 de março de 2017

8 fatos incríveis que você desconhecia sobre redes submarinas



De tubarões a navios, mergulhadores e dólares, o mundo das redes submarinas é único, para dizer o mínimo. Em que outro lugar você poderia trocar histórias de aventuras em alto mar ao mesmo tempo que configura repetidores ópticos em uma viagem transoceânica de mais de 8.000 km?

Você sabe o que causa a maioria das falhas em cabos submarinos? Qual é o comprimento do cabo submarino mais longo do planeta? Os tubarões estão realmente comendo a Internet? Quanto tempo um cabo deve durar? Ative seu cérebro e prepare-se para aprender com esses incríveis fatos das redes submarinas. Neste artigo, vamos fazer um teste sobre os seus conhecimentos aquáticos e ver o quanto você já conhece desses fatos incríveis a respeito dos cabos submarinos no mundo.

1 – Desculpe, tubarão. De acordo com a análise do Comitê Internacional de Proteção dos Cabos (International Cable Protection Committee) que abrange o período de 2007 a 2014, não foi registrada qualquer falha de cabo atribuída a tubarões. Por outro lado, as atividades de ancoragem e pesca realizadas por seres humanos representam cerca de 75% de todas as falhas dos cabos submarinos. Somos realmente o nosso pior inimigo.

2 – Feliz aniversário! Os cabos submarinos não são algo assim tão novo. Em 1854 foi iniciada a instalação do primeiro cabo telegráfico cruzando o Atlântico ligando a Terra Nova (Canadá) à Irlanda. A primeira transmissão foi feita quatro anos mais tarde. O nome do navio que lançou aquele cabo? HMS Agamemnon.

3 – Alcance global. De acordo com um relatório de 2010 sobre a Confiabilidade da Infraestrutura Global de Comunicações por Cabos Submarinos, quase 100% do tráfego intercontinental de comunicações eletrônicas do mundo é realizado por meio da infraestrutura de cabos submarinos. Sim, 100%. Sem a rede de cabos submarinos, teríamos continentes isolados, contando apenas com conectividade terrestre.

4 – Construído para durar. A vida útil típica de um cabo submarino é de 25 anos, embora muitos devam durar ainda mais, presumindo um nível mínimo de danos ao longo de sua vida útil. Vão pescar em outro lugar, pessoal!

5 – Chega até onde for necessário. Já tentou saber o comprimento do mais longo cabo submarino? A rede de cabos submarinos SEA-ME-WE-3 tem cerca de 39.000 km de comprimento e conecta 33 países em 4 continentes. Isso equivale a cerca de 10% da distância entre a Terra e a Lua. 

6 – Desconectado. Até hoje, a Antártida é o único continente não conectado à Internet por meio de cabos submarinos. Por possuir uma população esparsa e um movimento de até 10 metros por ano da placa de gelo, trata-se de um ambiente muito desafiador. Por enquanto, a população de pinguins imperadores pode contar apenas com cartões postais.

7 – Leões, tigres e deslizamentos? Não são só os seres humanos que podem causar danos aos cabos submarinos. Maremotos, deslizamentos submarinos e fortes correntes oceânicas podem causar estragos a cabos submarinos. Foi isso o que aconteceu na costa de Taiwan em 2006 e 2009, bem como na costa do Japão em 2011. Respeitemos a Mãe Natureza!

8 – Cabos, cabos por toda parte. De acordo com a base de dados online de cabos submarinos TeleGeography, existem 358 cabos submarinos nas águas de todo o mundo. Bem menor do que os mais de 2.200 satélites na órbita da Terra. Estes, contudo, não precisam lidar com tubarões e redes de barcos de pesca no espaço.

Mesmo sem percebermos e com grande confiabilidade em sua estrutura, estamos todos interligados através dos oceanos pelos cabos que levam e trazem nossas comunicações. Apesar de todas as ameaças aparentes e desafios em sua implementação e manutenção, os cabos seguem firmes em sua missão de conectar os continentes. 



 Brian Lavallee - diretor de soluções da Ciena 
Twitter @Ciena, LinkedIn, blog Ciena Insights ou http://www.ciena.com.



Ruas da Vila Olímpia são tomadas por ações inusitadas nesta segunda-feira



Dia Internacional da Felicidade motivou um grupo de pessoas a compartilhar felicidade com desconhecidos


No Dia Internacional da Felicidade, data proposta pela ONU para apoiar os novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável, um grupo de pessoas utilizou o horário de almoço da empresa para compartilhar com desconhecidos pequenas atitudes que pudessem promover um dia mais feliz nas ruas da Vila Olímpia, um dos principais centros empresariais da cidade de São Paulo.

A iniciativa, promovida pelo Grupo Gaia, maior grupo de securitizadoras do Brasil, reuniu os colaboradores em seus horários de almoço para criar um ambiente de promoção à felicidade nas ruas. A ideia vai de encontro com os valores da empresa, que trabalha com uma cultura corporativa baseada em pilares como felicidade, gratidão e desenvolvimento das equipes. A empresa instalou um tobogã em sua sede, sala de meditação, redário a três metros de altura, balanços e tem estampado nas paredes da entrada os 10 valores que baseiam a corporação. A cultura corporativa liderada pelo empresário João Paulo Pacifico rendeu mais de 120 mil seguidores no LinkedIn interessados em saber mais sobre a empresa e seus valores.

Vestidos de Smurfs, personagens escolhidos pela ONU para a campanha que incentiva pessoas em todo o mundo a buscarem pequenas maneiras de atingir as metas de Desenvolvimento Sustentável (veja campanha no vídeo: https://goo.gl/rQIFsc), a equipe da Gaia foi às ruas com ações de gentileza, gratidão, garra, fortalecimento de equipes, celebração, entre outros.

Uma das equipes, baseada na gentileza ajudou um rapaz a vender seus brownies, outros utilizaram a gratidão para demonstrar às pessoas do dia a dia, como equipe do restaurante, estacionamento, loja de doces, suas importâncias para eles. Uma das equipes auxiliou a engraxar sapatos e servir refeições em um restaurante. Fizeram festa com os motoristas parados nos semáforos e ainda pararam as pessoas para saber o que as faz sorrir e tiveram até a surpresa de uma das participantes contar que estava chateada durante o almoço, mas que a brincadeira da equipe mudou o dia.

“Nosso aniversário foi no sábado, completamos oito anos, costumamos fazer festas surpresas aos colaboradores, porém, neste ano, decidimos inovar. Criamos uma gincana, onde, dentro dos nossos valores, as equipes promoveram ações que geraram felicidade aos outros, compartilhando nossa cultura e colaborando com a meta da ONU de fazer um mundo mais feliz. Os resultados foram surpreendentes e levaram um pouco mais de felicidade às ruas de São Paulo", comenta Pacifico.

Empresas como o Grupo Gaia, Google, Facebook, entre outras tem demonstrado que é possível fazer um mercado corporativo com menor índice de stress e com mais valorização dos colaboradores, resultando em aumento da felicidade. Um ponto que precisa ser repensado pelas empresas em todo o mundo.





Sobre o Grupo Gaia
Fundado em 2009, o Grupo Gaia é o maior grupo de securitizadoras do país, atuando no setor imobiliário, agropecuário, crédito financeiro e gestão de cobrança.  Além das quatro empresas do mercado financeiro com mais de R$14 bi em operações, o Grupo possui ainda a ONG educacional Gaia+, que já beneficiou mais de 2 mil crianças em 2 anos, e a Gaia Esportes, que já realizou mais de 30 eventos esportivos.
Mas, tão importante quanto os negócios do Grupo, são seus 10 valores, que começam com Pratique a Gratidão e encerram com Celebre. Essa inovadora cultura, chamada de Onda Azul, traz como um dos principais pilares a felicidade no trabalho. E isso pode ser conferido no escritório da empresa, que conta com tobogã, balanço, rede e, estampado na parede, sua missão: Desenvolver empresas saudáveis, felizes e com propósito.



Como ocorrem os cruzamentos de dados no imposto de renda das pessoas físicas?



 Tributarista explica quais são as principais fontes de dados da Receita Federal. Até as redes sociais são utilizadas no cruzamento de informações.


Todo ano, o Fisco realiza a atualização dos dados do contribuinte em seu banco de dados, permitindo a consulta e comparação com os dados da nova declaração de imposto de renda. A advogada tributarista da Contax Contabilidade e Planejamento Tributário, Mara Denise Poffo Wilhelm, alerta que, caso seja encontrada alguma irregularidade, em comparação aos dados do ano anterior, é expedida uma notificação de que há dados incompatíveis na declaração de imposto de renda apresentada. Mas, poucas pessoas conhecem como esse processo funciona na prática.

Mara explica que o cruzamento de dados inclui a troca de informações prestadas por empresas, instituições financeiras, operadoras de cartão de crédito, planos de saúde, médicos, dentistas, cartórios e imobiliárias. “Todas elas são obrigadas a entregar declarações para o Fisco, contendo os dados do contribuinte (CPF) e os valores das referidas transações, sob pena de multas”, alerta a especialista.

As declarações enviadas por diversos órgãos/instituições são confrontadas com as declarações do imposto de renda no banco de dados, sem ter necessidade de qualquer conferência humana dos fiscais. Em seguida, Mara explica que são emitidas as notificações ou o bloqueio dos valores passíveis de restituição do imposto de renda. Confira as declarações que são determinantes no cruzamento de dados da Receita Federal:


Declaração de Serviços Médicos e de Saúde (DMED): Documento obrigatório para pessoa física e jurídica que seja prestadora de serviço do ramo da saúde. “Na DMED são informados todos os valores recebidos de pessoas físicas e dados cadastrais, em decorrência de pagamento pela prestação de serviços de saúde, plano privado e assistência à saúde” descreve Mara.  Essas informações vão para o banco de dados da Receita Federal e são cruzadas com o imposto de renda de pessoa física. “Portanto, ao efetuar sua declaração de imposto de renda, não é possível utilizar recibos médicos de terceiros, de anos anteriores, majorar valores, lançar despesas de quem não é dependente. Havendo valores divergentes, o crédito terá que ser explicado”, enfatiza Mara.


Declaração de Imposto Retido na Fonte (DIRF): Documento apresentado pela fonte pagadora, sejam empresas ou contratantes, quando se referir a serviços prestados por autônomos. Na DIRF, o Fisco tem acesso aos rendimentos pagos a pessoas físicas domiciliadas no país, valor do imposto sobre a renda e contribuições retidas na fonte, rendimentos pagos ou creditados para seus beneficiários, pagamentos, créditos, entregas ou remessas a residentes ou domiciliados no exterior e pagamentos a plano de assistência à saúde empresarial. Portanto, Mara alerta que, ao efetuar a declaração de imposto de renda, é necessário lançar todas as fontes de renda, informando corretamente os valores recebidos, descontos de INSS e de IRRF, bem como lançá-los nos campos corretos, pois esses dados serão confrontados com os que estão na base da Receita Federal.


Declaração de Informação sobre Atividades Imobiliárias (DIMOB): deve ser apresentada pelas pessoas jurídicas e equiparadas que comercializaram imóveis que construíram, lotearam ou incorporaram para comercialização; que intermediaram aquisição, alienação ou aluguel de imóveis ou realizarem sublocação de imóveis; bem como aquelas constituídas para a construção, administração, locação ou alienação do patrimônio próprio, de seus condôminos ou sócios. Exemplo mais comuns são imobiliárias, construtoras e incorporadoras. Nesta declaração são informados todos os rendimentos obtidos com aluguéis, bem como todas as transações de compra e venda de imóveis.
Para quem é locador é importante ficar atento para o lançamento deste rendimento e na hipótese de ter realizado operações de compra e venda, realizar a apuração do ganho de capital, verificando ainda as hipóteses de isenção deste imposto, pois esses dados serão confrontados com os que estão na base da Receita Federal.


DOI – Declaração sobre Operações Imobiliárias: esta declaração é apresentada exclusivamente pelos Cartórios, que informam à Receita Federal todos os documentos que foram registrados oriundos de transações e compra e venda, com os valores exatos dessas operações. As operações abrangidas nessa declaração incluem: inventários, arrematações judiciais, imóveis que forem dados como garantia em alienação fiduciária, ou seja, todas as transações imobiliárias.

“A DOI juntamente com a DIMOB são importantes ferramentas para cruzamento de dados, razão pela qual, merece atenção redobrada do contribuinte para apuração do ganho de capital, ou lançamento correto de suas receitas”, destaca Mara.


DIMOF - Declaração de Informações sobre Movimentação Financeira: é obrigatória a apresentação desta declaração pelos bancos de qualquer espécie, cooperativas de crédito e associações de poupança e empréstimo, e para as instituições autorizadas a realizar operações no mercado de câmbio. Nela são declarados: depósitos à vista e a prazo, em conta de depósito ou conta de poupança; pagamentos efetuados em moeda corrente ou em cheques, em conta de depósito ou conta de poupança; emissão de ordens de crédito ou documentos assemelhados, em conta de depósito ou conta de poupança; resgates à vista ou a prazo, em conta de depósito ou conta de poupança; aquisições de moeda estrangeira; conversões de moeda estrangeira em moeda nacional; transferências de moeda estrangeira e de outros valores para o exterior.

Pode-se afirmar que na DIMOF estão todas as informações sobre as transações bancárias dos contribuintes e quando estas não forem condizentes com sua renda, serão passíveis de notificação do Fisco para averiguar a omissão de receitas.


DECRED - Declaração de Operações com o Cartão de Crédito: é obrigatória a apresentação desta declaração pelas administradoras de cartão de crédito. Inclui dados como: pagamentos efetuados no mês pelos titulares dos cartões, pessoa física ou jurídica, a qualquer título, em relação a todos os cartões emitidos, inclusive adicionais; repasses efetuados no mês a todos os estabelecimentos credenciados, pessoa física ou jurídica, deduzindo-se os valores correspondentes a comissões, aluguéis, taxas e tarifas devidas à administradora de cartão de crédito.
“A DECRED é muito utilizada pelos Fiscais da Receita Federal para fazer os cruzamentos entre os valores gastos pelos contribuintes com o cartão de crédito, para verificar se estão compatíveis com a sua renda declarada no imposto de renda”, alerta Mara.


OUTROS TIPOS DE CRUZAMENTOS
Além das diversas declarações, a Receita Federal ainda conta com informações oriundas dos órgãos públicos municipais, estaduais e também federais, que trabalham de forma conjunta quando detectam irregularidades em um contribuinte, avisando os demais órgãos federados para a fiscalização. Estão nessa situação, por exemplo, o ITCMD – Imposto sobre Transmissão de Causa Mortis e Doação, que é pago na doação ou no caso de heranças em virtude de falecimento; o ITBI - Imposto sobre Transmissão de Bens Imóveis, pago à Prefeitura no momento de aquisição de imóveis; Detrans, Capitania dos Portos e a Anac – Aviação Civil, que também informam ao Fisco sobre a compra e venda de carros, motos, embarcações e aeronaves.

Somado a isso tudo, Mara alerta que têm que ser considerados, ainda, os cruzamentos existentes entre os próprios contribuintes, que podem efetuar transações entre pessoas físicas; compra e venda de bens, como carros, motos, imóveis; pagamento de pensão alimentícia; lançamento de dependentes, doações, dentre outras situações. Mara alerta ainda para cuidar com a exposição nas redes sociais, pois a Receita Federal está cruzando até informações postadas no Facebook ou Instagram que não condizem com a declaração do contribuinte. O processo em conjunto com outros cruzamentos visa identificar, por exemplo, laranjas e sonegadores.



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