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segunda-feira, 20 de março de 2017

Equinócio






 Iluminação da Terra pelo Sol no momento do equinócio

Data e hora UTC dos solstícios e equinócios entre 2006 e 2025[1]
Ano
Equinócio
Março
Solstício
Junho
Equinócio
Setembro
Solstício
Dezembro
Dia
Hora
Dia
Hora
Dia
Hora
Dia
Hora
2006
20
18:26
21
12:26
23
04:03
22
00:22
2007
21
00:07
21
18:06
23
09:51
22
06:08
2008
20
05:48
20
23:59
22
15:44
21
12:04
2009
20
11:44
21
05:45
22
21:18
21
17:47
2010
20
17:32
21
11:28
23
03:09
21
23:38
2011
20
23:21
21
17:16
23
09:04
22
05:30
2012
20
05:14
20
23:09
22
14:49
21
11:11
2013
20
11:02
21
05:04
22
20:44
21
17:11
2014
20
16:57
21
10:51
23
02:29
21
23:03
2015
20
22:45
21
16:38
23
08:21
22
04:48
2016
20
04:30
20
22:34
22
14:21
21
10:44
2017
20
10:29
21
04:24
22
20:02
21
16:28
2018
20
16:15
21
10:07
23
01:54
21
22:23
2019
20
21:58
21
15:54
23
07:50
22
04:19
2020
20
03:50
20
21:44
22
13:31
21
10:02
2021
20
09:37
21
03:32
22
19:21
21
15:59
2022
20
15:53
21
09:14
23
0:40
21
21:48
2023
20
21:24
21
14:58
23
06:50
22
03:27
2024
20
03:06
20
20:51
22
12:44
21
09:21
2025
20
09:01
21
02:42
22
18:19
21
15:03

Na astronomia, equinócio é definido como o instante em que o Sol, em sua órbita aparente (como vista da Terra), cruza o equador celeste (a linha do equador terrestre projetada na esfera celeste).

No referencial da Terra, o Sol move-se ao longo do ano sobre a Eclíptica, que se estende sobre as treze constelações que formam o Zodíaco (As doze constelações associadas à astrologia mais a constelação de Ofiúco). Entre o plano eclíptico e o plano equatorial celeste há um ângulo esférico de 23,5 graus, aproximadamente, e estes planos interceptam-se definindo uma reta. Esta reta intercepta a esfera celeste em dois pontos. Em definição equivalente, o equinócio corresponde ao momento em que o Sol, em sua trajetória ao longo do Zodíaco, encontra-se sobre um dos pontos definidos pela interseção entre o plano eclíptico, o plano equatorial terrestre e a esfera celeste.

O equinócio ocorre duas vezes no ano, em março e em setembro. No equinócio ambos os hemisférios da Terra encontram-se igualmente iluminados pelo Sol.

O ponto do céu que o Sol ocupa no equinócio de março define o ponto vernal

Devido à precessão dos equinócios, a localização do ponto vernal ao longo dos milênios não é fixa, e define a era astrológica. Atualmente, encontramo-nos na era dos Peixes; ou seja, em dias atuais o ponto vernal localiza-se na constelação dos Peixes. No equinócio de setembro o Sol localiza-se na constelação da virgem.


Equinócio
A palavra equinócio vem do latim, aequus (igual) e nox (noite), e significa "noites iguais", ocasiões em que o dia e a noite duram o mesmo tempo. Ao medir a duração do dia, considera-se que o nascer do sol é o instante em que metade do círculo solar está acima do horizonte, e o pôr do sol (crepúsculo ou ocaso) o instante em que o círculo solar está metade abaixo do horizonte. Com esta definição, o dia e a noite durante os equinócios têm igualmente 12 horas de duração.[2]

Os equinócios ocorrem nos meses de março e setembro, quando definem mudanças de estação. Em março, o equinócio marca o início da primavera no hemisfério norte e do outono no hemisfério sul. Em setembro ocorre o inverso, quando o equinócio marca o início do outono no hemisfério norte e da primavera no hemisfério sul.

As datas dos equinócios variam de um ano para o outro, devido aos anos trópicos (o período entre dois equinócios de março) não terem exatamente 365 dias, fazendo com que a hora precisa do equinócio varie ao longo de um período de dezoito horas, que não se encaixa necessariamente no mesmo dia. O ano trópico é um pouco menor que 365 dias e 6 horas. Assim num ano comum, tendo 365 dias e - portanto - mais curto, a hora do equinócio é cerca de seis horas mais tarde que no ano anterior. Ao longo de cada sequência de três anos comuns as datas tendem a se adiantar um pouco menos de seis horas a cada ano. Entre um ano comum e o ano bissexto seguinte há um aparente atraso, devido à intercalação do dia 29 de fevereiro. Também se verifica que a cada ciclo de quatro anos os equinócios tendem a atrasar-se. Isto implica que, ao longo do mesmo século, as datas dos equinócios tendam a ocorrer cada vez mais cedo. Dessa forma, no século XXI só houve dois anos em que o equinócio de março aconteceu no dia 21 (2003 e 2007); nos demais, o equinócio tem ocorrido em 20 de março. Prevê-se que, a partir de 2044[3], passe a haver anos em que o equinócio aconteça no dia 19. Esta tendência só vai desfazer-se no fim do século, quando houver uma sequência de sete anos comuns consecutivos (2097 a 2103), em vez dos habituais três.

Devido à órbita da Terra, as datas em que ocorrem os equinócios não dividem o ano em um número igual de dias. Isto ocorre porque quando a Terra está mais próxima do Sol (periélio) viaja mais depressa do que quando está mais longe (afélio).


Referências culturais
Em várias culturas nórdicas ancestrais, o equinócio da primavera era festejado com comemorações que deram origem a vários costumes hoje relacionados com a Páscoa da religião cristã.[carece de fontes]


Referências
  1.  
  United States Naval Observatory (22 de dezembro de 2013). «Earth's Seasons: Equinoxes, Solstices, Perihelion, and Aphelion, 2000-2025»
    NEMIROFF, Robert; BONNELL, Jerry (23 de setembro de 2010). «Equinox and the Iron Sun» (em inglês). NASA. Consultado em 1 de setembro de 2015

Fonte: Wikipédia



domingo, 19 de março de 2017

Biólogo explica como se prevenir e tratar a esporotricose, doença que mata gatos e já está acometendo homens



No estado do Rio de Janeiro, entre 2013 e 2015, pelo menos 5 mil pessoas foram diagnosticadas com esporotricose, uma doença que atinge principalmente gatos, causada por um fungo (Sporothrix shenckii) que vive naturalmente no solo. Nos animais, a doença se manifesta principalmente com a formação de feridas na pele, geralmente com pus, sem cicatrização e rápida evolução. E pode leva-los à morte. Já nos homens, a doença pode ser notada pelo surgimento de pequenos caroços vermelhos sob a pele, principalmente nas áreas dos braços, pernas ou até mesmo no rosto. Com o tempo, podem também se transformar em feridas. 

“Embora a micose afete outros animais, é muito mais comum nos gatos, que naturalmente acabam se transformando também nos principais transmissores do Sporothrix shenckii aos homens”, diz o Biólogo Luiz Eloy Pereira, vice-presidente do CRBio-01 – Conselho Regional de Biologia – 1ª Região (SP, MT e MS).  Pereira conta que o contágio se dá geralmente por meio de escoriações na pele, como arranhões, provocadas pelas unhas dos felinos. “O fungo pode estar nas garras do animal, que ao arranhar uma pessoa acaba o transmitindo”, explica o Biólogo. “Ao notar qualquer possível sinal da doença, o ideal é procurar um médico”, completa.

Entre os homens, para evitar o contágio, a principal recomendação é que se faça uma boa higienização na área em que sofreu o arranhão. E, se houver qualquer suspeita da doença no gato, leve-o a um veterinário para, se confirmado o diagnóstico, dar início imediato ao tratamento. Geralmente ele é feito com o antifúngico itraconazol. Quanto mais rápido for realizado o diagnóstico e começar o tratamento, melhor. “Mas é importante que seja prescrito por um especialista. Pois há outros medicamentos que também podem ser indicados, e somente ele poderá apontar qual é o mais adequado”, alerta o vice-presidente do CRBio-01. 

Outro apelo feito pelo Biólogo é que ao identificar a doença no gato, que o bichano não seja abandonado. “Existe tratamento e o bicho pode se recuperar. Mas para isso precisa receber os cuidados necessários. Além de evitar a proliferação da doença, o abandono também se caracteriza como maus tratos, e pode ser considerado até como crime”, conclui Pereira.





ESPOROTRICOSE - mais um equívoco que coloca os animais na posição de vilões. Tem tratamento e cura.




"O aparecimento da doença em alguns municípios está provocando uma discussão grande que passeia por vários temas como a ausência de cultura de posse responsável e falta de políticas públicas de controle populacional de animais não domiciliados. Com o título "doença do gato" e "doença causada pelo gato" está se alimentando uma crise de desinformações, causando pânico e ações crueis contra a maior VÍTIMA, o GATO. 

A esporotricose não é uma doença causada por gatos. Ela é uma doença causada por um FUNGO chamado Sporothrix schenckii que vive na terra e em vegetações espinhosas. Os gatos adquirem a doença assim como os humanos e os cães. São apenas mais uma vítima dessa terrível doença. 

O número de abandono e maldades com gatos já é grande, com esse desserviço a estatística pode aumentar avassaladoramente. Gatos precisam estar contaminados com o fungo para manifestarem a doença. E só assim podem transmitir para humanos e outros mamíferos. 

No entanto esporotricose tem tratamento e cura. Consulte seu veterinário. 



Quintal de São Francisco



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