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domingo, 17 de julho de 2016

Elas crescem junto com a criança





     
Segundo especialista, é fundamental estar atento ao tamanho, peso e outras questões para evitar riscos durante as atividades 


A chegada das férias é, para muitos, o momento de investir mais tempo no esporte preferido e as atividades que contam com o brilho da bola costumam largar na frente. Mas, especialistas alertam sobre a importância de estar atento às brincadeiras que envolvem a redonda, principalmente na fase infantil.

"A bola tem um caráter mágico. Muitas vezes é o primeiro brinquedo da criança. Entretanto, quando não é utilizada de acordo com a fase correta, a brincadeira pode até resultar em uma lesão", pontua Douglas Moraes, professor de Educação Física que lida com crianças e adolescentes entre 02 e 16 anos, em escolas da rede pública e particular de São Paulo.

O especialista defende a escolha de modelos de bolas adequados à idade e alerta sobre suas funções no desenvolvimento neuromotor. Mais: segundo o profissional, a opção correta pode determinar até mesmo a identificação da criança com a prática esportiva.

Fique atento às dimensões: é fundamental que a criança pratique a atividade com uma bola que tenha tamanho e peso adequado à sua idade cronológica. Do contrário, além de desestimular a prática, a bola pode causar uma frustração do gesto motor ou uma lesão aguda ou crônica.

Acompanhe o crescimento: é produtivo utilizar bolas de diferentes pesos e tamanhos durante a atividade, mas o profissional precisa se atentar ao processo de crescimento da criança. É importante que a bola acompanhe esse crescimento para que se alcance o aprendizado adequado.

Prefira as coloridas: em fase de crescimento as crianças são muito sensíveis aos estímulos primários. E estímulos causados por figuras e objetos coloridos contribuem para aperfeiçoar as capacidades cognitiva e motora, entre outras funções. Com bolas não é diferente, o uso das coloridas contribui para a formação e facilita a manipulação do objeto.

Valorize o lúdico: a transição entre a brincadeira e a competitividade ou o rendimento precisa ser gradativa e respeitar os limites emocionais e físicos da criança, até para evitar que ela sinta dores, já que a dor limita o aprendizado das habilidades motoras.

Maior controle
Douglas indica a linha de bolas de iniciação da Penalty para o desenvolvimento de atividades esportivas em escolas, clubes e academias infantis. "São ideais para a introdução do público infantil à pratica de esportes. São mais vivas, quicam mais e o aluno desenvolve melhor o controle e domínio da bola" - afirma Douglas.

Disponíveis nas cores amarela, verde, azul e vermelha, as bolas de iniciação da Penalty são produzidas em quatro tamanhos diferentes (8, 10, 12 e 14), que apresentam variações de peso e medidas, e possuem uma textura exclusiva para aumentar a aderência da bola pela mão da criança. As bolas são matrizadas, confeccionadas em borracha, com câmara airbility, miolo slip system removível e lubrificado.

"A Penalty dedica uma atenção especial à linha de bolas de iniciação. São mais de três décadas investindo em pesquisas em desenvolvendo tecnologias exclusivas para garantir bolas mais precisas, resistentes e macias" - afirma Hugo Santana, gerente de produtos da Penalty.


Sobre a Penalty  
Criada em 1970, a marca Penalty®, especializada em produtos para a prática esportiva, é uma das precursoras e maior fabricante nacional de material esportivo. A Penalty foi fundada pelo Grupo Cambuci, única multinacional de esportes do Brasil, inaugurada em 1945 e presente em mais de 10 países, entre eles, Argentina, Chile e Japão. Na década de 1990, a marca seguiu com projetos de expansão e anunciou a criação da Penalty Argentina, primeira filial fora do Brasil, consolidando sua presença na América do Sul e no cenário internacional.

Como conciliar dois amores: pets e crianças



Médico veterinário esclarece dúvidas de oito mães blogueiras sobre a relação entre animais e crianças
O bebê vai chegar e não sabe como adaptar seu pet ao novo membro da família? Ou já tem filhos e gostaria de ter um bichinho de estimação, mas não sabe certamente quais são os limites dessa relação?

Os cenários são vários, mas não se desespere, a relação entre crianças e animais de estimação pode ser muito mais fácil do que imagina. O médico veterinário Márcio Waldman, da Petlove, esclarece oito principais dúvidas de mães blogueiras sobre como gerenciar esse relacionamento e adaptar o pet a nova rotina com o bebê.

O mais interessante é que essas incertezas podem ser as mesmas de outras mães. Confira:

Blog: A Casa do Pedrinho Mônica Rentroia, mãe do Pedro.

1)    Qual o tipo de animal indicado para as crianças e os benefícios que proporcionam com a convivência?
Cachorros, gatos e pássaros são geralmente os mais escolhidos para as crianças. Os benefícios são inúmeros, dentre eles o senso de responsabilidade, senso de natureza e respeito à vida. É muito comum ouvirmos que "após a chegada do pet o meu filho ficou mais responsável, mudou, etc".

Blog: Macetes de Mãe Shirley, mãe do Leonardo e do Caetano.

2)    Meu filho é asmático. Gostaria de saber quais as implicações de ter um pet em casa?
Como referência eu, Márcio Waldman, sou médico veterinário e asmático. Gatos podem ter alguma ação em desencadear crises, porém nem sempre o gato é a causa primária, geralmente poeira doméstica, ácaros, temperatura ambiente e produtos ingeridos têm uma ação maior no desencadeamento da doença asmática. Cachorros também podem facilitar crises asmáticas, mas têm um potencial menor. Somente como curiosidade, quando entrei em Medicina Veterinária na USP, em 1984, o meu médico, que é amigo da família, ligou para o meu pai e disse que era melhor eu estudar outra carreira, pois corria o risco de não terminar a faculdade. Ledo engano. Já sou formado há quase 30 anos. 

Blog: Maternidade Colorida – Paola Preusse, mãe da Maria Clara.

3)    Astrid, nossa Bulldog, sempre foi criada dentro de casa. Com seu primeiro cio próximo ao nascimento da Clara, a colocamos no quintal e lá ficou praticamente até agora. Saímos para trabalhar o dia inteiro e ela fica sozinha. Quando está dentro de casa conosco, a Clara pira com ela de tanta alegria, mas a cachorra vai onde nós, meu marido e eu, estamos. Clara chama, tenta dar brinquedo, mas nada da Astrid nos largar e ir brincar com ela. Como mudar isso?

Logicamente, a Astrid tinha uma relação com os familiares na casa e depois veio a Clara. Acredito que não tenha relação com o fato de ter ficado no quintal, mas sim com o fato de que os adultos alimentaram a Astrid e cuidaram dela durante muito tempo e ela desenvolveu uma relação mais próxima que com a Clara. Tenho certeza que com o tempo e estimulando a Clara a cuidar da Astrid, por exemplo, oferecer comidas, dar banho, ir passear junto, a vibe mude. 

Blog: Ser Mãe – Tania Santos, mãe da Melissa.

4)    Quais benefícios um pet pode trazer para uma criança ou bebê?
Alguns médicos opinam que colocar a criança numa “bolha” é pior para o desenvolvimento de seu sistema imunológico. Já vi inúmeros casos de bebês criados juntos com pets e que cresceram com saúde. Portanto, não deve haver receio de colocar uma criança ou bebê em contato com o seu pet. Converse com o seu veterinário e, claro, com o pediatra a respeito.

Blog: Bagagem de Mãe – Loreta Berezutchi, mãe do Pedro e da Catarina.

5)    Muitas pessoas dizem que é "perigosa" a relação do gato com crianças que têm doenças respiratórias. Isso é mito ou verdade?

Nem sempre gatos são os responsáveis por desencadear doença respiratória em crianças. Poeiras, ácaros domésticos, comida, temperatura ambiente dentre outros podem ser os desencadeantes primários. Pelos de gatos (junto com uma proteína da saliva) podem ajudar no quadro alérgico, mas como disse antes, geralmente tem um papel secundário no quadro. Converse com o veterinário e o pediatra a respeito. Já vi uma grande quantidade de crianças que têm doença respiratória terem gatos em casa. 

Blog: Amarelo Ouro – Thais Decoussau, mãe do Jacques Neto.

6)    Gostaria de algumas dicas para minimizar os ciúmes que possa vir a surgir no cachorro em relação ao bebê?
O ideal é que os pais deem atenção tanto para o cachorro como para o bebê, que brinquem e agradem o cachorro quando estão com o bebe no colo ou próximo. Assim, o cachorro entenderá que o bebê é mais um ente da família e não veio tomar o espaço do pet. Brincadeiras do tipo jogar a bolinha para o cachorro pegar, pode ajudar nesse processo de familiarização. Deixe a própria criança jogar.

Blog: Baú de Menino – Camila Pagamisse, mãe do Gabriel e do Daniel.

7)    A maior preocupação dos pais é que o bebê ou a criança tenha alergia aos pelos do bichinho, que na verdade é alergia do que contém nos pelos, como pele, saliva e urina. Como amenizar essa situação e criar um ambiente mais saudável para a criança?
Manter os pelos limpos, escovados e banhos frequentes podem evitar acessos alérgicos. Varrer e aspirar a casa com regularidade também ajudam nesse processo. 

Blog: 20 minutos para tudo – Ariane Oliveira, mãe do Gabriel.

8)    Temos que ter algum cuidado mais específico de higiene dos pets quando o bebê chega? Por exemplo, aumentar a frequência de banhos?
Se você já mantém uma rotina de higiene com seu pet, como escovação dos pelos e banhos regulares, não é necessário mudar a rotina com a chegada do bebê. Contudo, caso o seu bebê seja alérgico e tenha a comprovação de que a pelagem do cachorro ou gato possa estar estimulando uma das reações, aumentar a quantidade de banhos pode ajudar. Se não existir alergia, o ideal é manter a quantidade de banhos no mesmo nível de antes.


Sobre a Petlove
A Petlove é a maior loja virtual de produtos pet do País. Fundada em 1999 pelo médico veterinário Márcio Waldman, atuou sob o nome PetSupermarket até 2012, quando teve sua marca reposicionada no mercado para refletir melhor seus valores. Nesse mesmo ano, a empresa recebeu aporte de três fundos de investimento: Monashees Capital, Tiger Global e Kaszek Ventures. Atualmente, a Petlove é a maior loja virtual de produtos pet do Brasil e única com aplicativo para compra de produtos, disponível para iOS e Android. O portfólio da Petlove possui mais de 10 mil itens entre rações, aquários, areias, brinquedos, petiscos, coleiras entre outros objetos do universo pet. Tanto no site, quanto no aplicativo, é possível assinar produtos para recebê-los em casa na frequência desejada, funcionalidade ideal para programar a compra de itens essenciais como ração e areia, por exemplo. A Petlove considera que tornar mais prática a vida de seus clientes é importante para que eles tenham mais tempo para curtir seus bichinhos

Cidades que você precisa conhecer na China



Se você pretende visitar a China algum dia em sua vida, pode se deparar com um problema bem comum entre os aventureiros que também escolheram esse destino: onde ir em um país com tamanhas dimensões? Para te ajudar nessa difícil escolha, fiz uma lista de lugares que, sem dúvida, valem a pena visitar e separei dicas imperdíveis para quem vai viajar para a China. Confira!

Beijing – em sua primeira viagem ao país, nada melhor do que começar pelo básico: a capital. Mesmo sendo uma das cidades mais poluídas da China, Beijing tem como maior símbolo a rosa, que é espalhada aos montes em canteiros e jardins pela cidade. A visita já começa valorizada, pois Beijing abriga 4 dos 48 Patrimônios da Humanidade tombados pela Unesco. Dentre as maravilhas encontradas na capital estão a Muralha da China, a Cidade Proibida, o Templo do Céu e a Cidade Olímpica. Além disso, você também poderá visitar uma das ruas mais típicas do país, a Wangfujing, famosa por seus espetinhos de escorpião e pelo restaurante Quanjude, um dos responsáveis por servir o Pato de Pequim, prato de maior representatividade da culinária nacional chinesa, como se fosse a feijoada para nós brasileiros.

Shanghai – muitas vezes comparada com as grandes metrópoles mundiais como Nova York, Tóquio e Singapura, Xangai, como é conhecida no Brasil, é a maior cidade da China e conta com uma população de mais de 24 milhões de pessoas, de todos os tipos e lugares do mundo. A cidade, dividida em dois lados pelo rio Huanpu, carrega consigo o antigo e o novo, a tradição e a modernidade, o burburinho e a calmaria. Entre os turistas, é famosa por seus marcos históricos como o Templo de Jin’an, o Jardim Yu e o Tiazinfang, um local charmoso cheio de galerias de arte. Outras atrações são seus museus, entre eles o Museu de Shanghai e Museu de Arte da China.

Hangzhou e Suzhou – duas cidades próximas a Shanghai que receberam o apelido de “Veneza Oriental”, por serem cortadas por rios e canais navegáveis por gôndolas. No primeiro destino, as principais atrações são os templos, as plantações e a cerimônia tradicional do chá. Já Suzhou se destaca pelo Mercado das Pérolas e o Museu da Seda. A cidade também exerce grande atração para noivinhas de plantão, visto que possui um shopping de 72 mil m² só de vestidos e acessórios para o grande dia!

Chengdu – para fechar a visita com chave de ouro, não pode faltar no seu roteiro a surpreendente cidade dos pandas.  Localizada na província de Sichuan, no sudoeste da China, Chengdu possui uma espécie de Jardim Zoológico gigante só com pandas!
É claro que essas cidades representam apenas um pedacinho da diversidade cultural e territorial do país. Mas, já é um bom começo para sua primeira visita! Agora, se você não gosta muito de invernos rigorosos nem de verões escaldantes, minha última dica é agendar sua viagem para os meses de abril ou maio. 




Sumara Lorusso - formada em letras e tradução pela Unibero e tem fluência em mais de cinco idiomas, incluindo o Mandarim. É presidente da Nin Hao, escola referência no ensino do idioma, há dez anos no mercado.
Nin Hao

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