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sexta-feira, 17 de outubro de 2025

Dificuldade de idosos em consumir proteína agrava risco de osteoporose, aponta especialista

Getty Images
 No Dia Mundial da Osteoporose, nutricionista esportiva explica como a baixa ingestão de carnes e laticínios na terceira idade cria um déficit perigoso para os ossos e músculos

 

Em um país com uma população que envelhece rapidamente, a osteoporose, que já atinge 10 milhões de brasileiros, segundo dados da Abrasso (Associação Brasileira de Avaliação Óssea e Osteometabolismo), representa uma ameaça crescente, especialmente para os idosos. No Dia Mundial da Osteoporose (20/10), Caroline Yoshioka, nutricionista esportiva e consultora da Ajinomoto do Brasil, empresa referência em aminoácidos, alerta para um fator de risco muitas vezes negligenciado: a dificuldade que essa faixa etária tem em consumir a quantidade ideal de proteína, um nutriente tão vital quanto o cálcio para a saúde dos ossos. 

O problema é um ciclo vicioso. Com o envelhecimento, há uma necessidade maior de ingerir proteínas para prevenir a perda de massa óssea e muscular (sarcopenia). No entanto, é comum que idosos diminuam o consumo de carnes e laticínios por restrições de apetite ou dificuldades de digestão. Esse déficit nutricional deixa o esqueleto duplamente vulnerável, sem a matéria-prima para sua estrutura e sem a proteção de músculos fortes para evitar quedas. 

"As proteínas e os aminoácidos essenciais têm um papel complementar ao cálcio na formação e manutenção da matriz óssea. A contribuição deles vai além da simples construção muscular, sendo eles determinantes para a estrutura, resistência e o metabolismo do tecido ósseo", explica Carolina. 

É neste cenário que a tecnologia de alimentos se torna uma aliada. Para compensar dietas com baixo aporte proteico, os aminoácidos isolados surgem como um diferencial. Por serem de fácil digestibilidade, eles garantem que o corpo receba os "tijolos" necessários para a construção da matriz óssea e o fortalecimento muscular, sem a necessidade de grandes volumes de comida. Essa é uma estratégia nutricional que visa atender às necessidades específicas de quem tem dificuldade em atingir a ingestão ideal de proteínas pela alimentação tradicional. 

"A deficiência de alguns nutrientes, como os aminoácidos essenciais, pode impactar no enfraquecimento ósseo e muscular, uma vez que o osso não terá matéria-prima para se reconstruir. Isso porque a atividade física e a nutrição andam lado a lado, promovendo um fortalecimento muscular e uma remodelação óssea eficiente, aumentando a densidade mineral e resistência estrutural", destaca a nutricionista. 

Alinhada as necessidades dos consumidores, a Ajinomoto do Brasil anunciou sua entrada no segmento de Nutrição para Saúde, apresentando para o mercado o suplemento alimentar, AminoMov. Composto pelos nove aminoácidos essenciais, cálcio, vitaminas D, B6 e C, e micronutrientes, o produto desempenha um papel fundamental na saúde óssea e muscular. 

“AminoMov foi desenvolvido para auxiliar o envelhecimento saudável da população no geral, combinando saudabilidade com sabor. O produto oferece uma alta dose de leucina, principal aminoácido essencial para o fortalecimento muscular e ósseo, além de qualidade comprovada pelo selo Pure Amino Acid da Ajinomoto Co.®, e visa proporcionar um suporte nutricional eficaz para a manutenção de um corpo saudável e ativo, promovendo maior vitalidade e autonomia”, explica André Igi, gerente de Nutrição para Saúde e Esporte da Ajinomoto do Brasil. 

A divulgação deste material colabora diretamente para os seguintes ODS:





Ajinomoto do Brasil
www.ajinomoto.com.br.

 

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