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sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Exposição inédita no Sesc Ribeirão Preto pergunta a crianças e adultos do que são feitos os sonhos

Imagem: divulgação

A experiência propõe uma imersão no universo onírico, convoca as famílias a construírem paisagens a partir do que imaginam
enquanto dormem; 

“Floresta Interior” é parte da programação gratuita do Sesc Ribeirão Preto e pode ser conferida pelo público de terça a sexta das 13h às 21h e aos sábados, domingos e feriados das 9h30 às 18h;

A visita pressupõe a presença de um adulto responsável durante todo o percurso;


O Sesc Ribeirão Preto abre hoje (06/08) a exposição “Floresta Interior”, do artista e educador Gui Teixeira com curadoria de Lucila de Jesus. O ponto de partida é uma pergunta em aberto: e se os sonhos fossem uma floresta dentro de nós? A instalação parte da ideia de que sonhar não é apenas uma função do cérebro, mas uma prática ancestral com dimensões coletivas e culturais profundas.

A pesquisa de Lucila de Jesus, psicanalista que investigou o universo onírico entre os Kamayura no Xingu durante o doutorado, atravessa a curadoria e dá lastro antropológico a essa leitura. Ela entende o sonho como comunicação silenciosa e as “Rodas de Sonho” como dispositivo de saúde pública e construção de sentido coletivo. A instalação se estrutura em três áreas nomeadas por verbos, conforme o partido projetual concebido por Gui Teixeira e desenvolvido pelo arquiteto e expógrafo, Affonso Malagutti.

Na zona Construir, o visitante é recebido por um conjunto de 22 mesas, baixas o suficiente para que crianças as utilizem com autonomia e organizem-nas livremente. Ao longo das paredes, estantes abastecidas com blocos de madeira, pedras, galhos, espumas e figuras de papel convidam o público a erguer arquiteturas imaginárias inspiradas nos próprios sonhos. A grande mesa central funciona como território de criação coletiva: os relatos que chegam do “Painel de Sonhos”, próximo à entrada, viram matéria para as construções. Na mesma área, um painel de madeira serve como mural coletivo de memórias oníricas. A mediação da equipe educativa do Sesc Ribeirão Preto é central no projeto: é ela que ativa a escuta, conecta os relatos e orienta o percurso.

Na área intermediária, chamada Compartilhar, painéis com chapas de acrílico translúcido dividem o espaço e funcionam como superfície para jogos de sombra. Fontes de luz variadas projetam nas paredes as silhuetas dos objetos dispostos sobre as mesas, cria uma encenação poética que muda a cada visita. A ideia é produzir bonecos de papel para teatro de sombras a partir dos personagens e seres descritos nos sonhos dos visitantes, acumulando ao longo dos meses um bestiário coletivo do imaginário.

No fundo da sala, a zona Sonhar muda completamente de registro. Uma divisória translúcida delimita o último terço do espaço, onde o piso de carpete preto cede lugar a um tatame de madeira recoberto pelo mesmo carpete e pontuado por peças modulares de espuma cinza, dispostas para descanso ou livre remontagem. A iluminação é mais baixa, a trilha sonora ligeiramente mais intensa e o ambiente convida ao repouso e à contemplação. É também o espaço de atividades programadas: rodas de partilha de sonhos, contações de histórias, pequenas palestras e apresentações musicais.

A experiência extrapola o espaço expositivo. O redário instalado no jardim interno do Sesc receberá caixas de som escondidas na vegetação, próximas às redes, que tocarão em volume muito baixo a paisagem sonora da exposição intercalada com relatos de sonhos enviados por WhatsApp pelos próprios visitantes. No corredor ao lado da sala expositiva, a “Parede Educativa” ocupa um espaço de alto fluxo com lousas em formas geométricas que evocam montanhas e ilhas, nas quais os visitantes são convidados a escrever e desenhar. A mesma ambientação sonora do redário pode ser ativada no local.

"Floresta Interior" é a primeira montagem dessa pesquisa de Gui Teixeira em formato expositivo. O projeto expográfico, assinado por Affonso Malagutti, e a iluminação cênica, concebida por Michel Mika Masson, foram desenvolvidos em diálogo direto com a proposta do artista.

Teixeira, que nasceu em 1977, formou-se em Artes Plásticas pela Fundação Armando Álvares Penteado em 1999 e concluiu o mestrado em Artes Visuais pela ECA-USP em 2010, pesquisa aproximações entre arte e pedagogia, entre o brincar e a ação política. Já participou do Programa Rumos Artes Visuais do Itaú Cultural, da exposição "Daquilo Que Me Habita" no CCBB de Brasília, da Mostra Sesc de Artes e da exposição "Deslize" no Museu de Arte do Rio.

Imersão em São Carlos

Para ampliar a experiência, a partir de 22 de agosto no Sesc São Carlos, o artista apresenta a instalação artística “Canteiro”, que transforma parte da área de convivência em um espaço voltado à construção coletiva.

A obra combina uma pintura com tinta de lousa, que convida o público a desenhar com giz, e prateleiras com peças de madeira reutilizada ou de reflorestamento, com a finalidade de permitir que visitantes montem e remontem estruturas em um processo contínuo de criação compartilhada. Inspirado nas ideias de Friedrich Fröbel e no movimento do Kindergarten, o projeto associa o canteiro de obras ao canteiro de plantas, propõe um espaço em que construção, cuidado, imaginação e participação se unem em uma obra em permanente transformação.


Serviço

Floresta Interior

Artista: Gui Teixeira

Curadoria: Lucila de Jesus

Projeto expográfico: Affonso Malagutti

Iluminação: Michel Mika Masson

Encerramento: 28 de fevereiro de 2027

Local: Sesc Ribeirão Preto – Rua Tibiriçá, 50, Centro

Horários: terça a sexta, das 13h às 21h; sábados, domingos e feriados, das 9h30 às 18h

Entrada: gratuita

Agendamento de grupos escolares e instituições para visitas mediadas: agendamento.ribeirao@sescsp.org.br


Os carros que eram sonho de consumo dos pais há 80 anos

Divulgação
MAP O Lincoln Continental Coupe nasceu de um projeto de Edsel Ford, filho de Henry Ford


Produzidos em 1946, o Lincoln Continental Coupe e o Mercury Eight Sedan estão entre os destaques do Museu do Automóvel de Pomerode, em Santa Catarina, e ajudam a contar a retomada da indústria automobilística após a Segunda Guerra Mundial 

 

Os carros que eram sonho de consumo dos pais há 80 anos

Produzidos em 1946, o Lincoln Continental Coupe e o Mercury Eight Sedan estão entre os destaques do Museu do Automóvel de Pomerode, em Santa Catarina, e ajudam a contar a retomada da indústria automobilística após a Segunda Guerra Mundial 

Antes de Mustang, SUV ou carro elétrico, os carros mais desejados por muitos motoristas eram o Lincoln Continental Coupe e o Mercury Eight Sedan. Lançados em 1946, eles chegaram ao mercado quando as montadoras norte-americanas retomavam a produção de veículos para o público após anos dedicados ao esforço de guerra.

Além de representarem o retorno da indústria ao mercado civil, os dois automóveis passaram a ocupar posições distintas dentro da linha da Ford. Enquanto o Lincoln Continental tornou-se referência entre os modelos de luxo, o Mercury Eight conquistou espaço ao oferecer conforto e desempenho por um preço mais acessível.

O Lincoln Continental Coupe nasceu de um projeto de Edsel Ford, filho de Henry Ford. O modelo destacou-se pelo desenho elegante, acabamento refinado e exclusividade, tornando-se um dos automóveis americanos mais admirados da época.

Já o Mercury Eight Sedan posicionava-se na categoria intermediária premium. Com linhas marcantes e motor V8 Flathead, combinava conforto e desempenho em uma faixa de preço inferior à dos veículos de luxo.

Os dois compartilhavam o motor V8 Flathead, conhecido pela robustez e confiabilidade, além de um desenho característico do imediato pós-guerra, anterior ao estilo mais exuberante que marcaria os automóveis americanos na década de 1950.

 

Um passeio pela história 

O Museu do Automóvel de Pomerode reúne um acervo de clássicos originais das décadas de 1940, 1950 e 1960, todos em funcionamento. Entre os destaques estão o Mercury Eight 1946, o veículo mais antigo da coleção, o raro Cadillac Eldorado Biarritz 1959 e modelos como Mustang, Galaxie, Corvette, Bel Air, Fleetline, Lincoln e Crown Victoria.

Instalado em uma área de 1.000 metros quadrados, o espaço oferece uma experiência que percorre diferentes fases da indústria automobilística, com veículos preservados, cenários para fotos, loja temática e tour interativo.

 

Mês dos Pais

Em agosto, pais acompanhados de um visitante pagante têm entrada gratuita no MAP. A promoção é válida durante todo o mês e integra a programação especial do museu para o Dia dos Pais.

 

Serviço

MAP Museu do Automóvel de Pomerode

Rua Hermann Weege, 544 – Centro

Dias de semana 10h às 18h

Finas de semana e feriados 9h às 18h

www.museupomerode.com.br


Galeria Estação reúne sete artistas para ampliar os limites entre arte e linguagem na exposição Uma língua nova

Com curadoria de José Augusto Ribeiro e colaboração do Museu de Imagens do Inconsciente, coletiva reúne 60 obras e propõe um novo olhar sobre a produção de artistas historicamente associados ao campo da saúde mental, recusando leituras baseadas em diagnósticos e afirmando a potência singular de cada um deles

 

Com abertura em 25 de agosto e visitação até 26 de setembro de 2026, a Galeria Estação apresenta a exposição coletiva Uma língua nova. A mostra, que tem curadoria de José Augusto Ribeiro, reúne um conjunto de 60 obras de Arnold Schmidt, Aurelino dos Santos, Clovis Aparecido dos Santos, Enio Sérgio, Esther Morgannah, Josef Hofer e Ranchinho, propondo reflexões sobre linguagem e alteridade a partir de uma série de trabalhos produzidos por artistas diagnosticados com transtornos mentais e deficiência intelectual, convidando o público a vivenciar uma gramática própria e uma forma singular de construir imagens, narrativas e modos de existir. O vernissage, com início às 18h, incluirá, às 20h, um bate-papo entre o curador, o psiquiatra Dr. José Gallucci Neto e Eurípedes Junior, músico, pesquisador, museólogo e idealizador do Museu de Imagens do Inconsciente, ao lado da Dra. Nise da Silveira, que assinam textos do catálogo de Uma língua nova. 

O título da mostra foi inspirado no conto No Quadrado de Joana, de Maura Lopes Cançado, escritora que ocupa lugar central na reflexão sobre literatura, sofrimento psíquico e luta antimanicomial. Para Ribeiro, a expressão "uma língua nova" sintetiza a experiência compartilhada pelos artistas reunidos na exposição ao projetar a invenção de linguagens que não se subordinam aos códigos estabelecidos pela história da arte, pela medicina ou pela cultura, afirmando modos particulares de percepção e criação. 

"Nosso interesse era reunir artistas muito diferentes entre si, produzindo em contextos igualmente distintos. Essa diversidade impede interpretações homogêneas sobre esse conjunto de obras, justamente porque ele não constitui um tipo unívoco de produção", afirma o curador. "Cada artista parece desenvolver uma linguagem própria que escapa aos repertórios artísticos mais conhecidos e validados no circuito da arte. O título descreve, justamente, essa situação de liberdade na criação de imagens e objetos." 

Embora dialogue com uma tradição que valorizou a produção artística como expressão legítima, Uma língua nova não pretende reafirmar a categoria da chamada "arte da loucura". Ao contrário, parte do princípio de que essas obras devem ser vistas antes de qualquer enquadramento clínico ou biográfico, reconhecendo sua força estética, inventividade formal e autonomia poética. A idealização da exposição também está intimamente ligada à trajetória da própria Galeria Estação. Ao longo das últimas duas décadas a instituição reuniu em seu acervo trabalhos de artistas que produziram à margem dos circuitos tradicionais da arte. 

"Todas as mostras que fazemos são muito importantes para nós. Esta tem algo mais: uma emoção singular. Nela reunimos sete artistas que têm em comum alguma condição cognitiva e durante toda a vida exerceram e exercem o talento e a criatividade como a linguagem através da qual se revelam. Dos sete conheci pessoalmente apenas o Ranchinho e o Clovis. No caso dos outros minha relação foi diretamente com as obras.

O curador convidado, José Augusto Ribeiro, pesquisou e conviveu com as obras até ter certeza de que a seleção é a que agora mostramos. Além dele, temos o privilégio de publicar textos de outras duas pessoas muito especiais. O convite ao Eurípedes Junior e ao Dr. José Gallucci Neto se deve ao fato de que ambos convivem, cada um em sua especialidade, com pessoas com algum transtorno mental. Esperamos que Uma língua nova seja uma exposição que, além de chamar atenção para questões que talvez preferíssemos evitar, também emocione o público", afirma Vilma Eid, sócia-fundadora da Galeria Estação, no texto de apresentação da exposição.

 

Linguagens singulares 

Longe de constituírem um grupo homogêneo, os sete artistas reunidos na mostra apresentam trajetórias, contextos e processos criativos profundamente distintos. Há autores que passaram por longos períodos de institucionalização psiquiátrica e outros cuja produção se desenvolveu em ambientes familiares; artistas autodidatas e criadores que estabeleceram relações consistentes com museus, ateliês e centros de pesquisa; brasileiros e europeus; desenhistas, pintores e escultores cujas obras nasceram de experiências absolutamente particulares. 

Essa diversidade constitui um dos fundamentos da curadoria. Em vez de buscar semelhanças biográficas, Ribeiro aproxima produções que compartilham outra característica: a capacidade de instaurar sistemas próprios de representação, independentes de convenções acadêmicas ou expectativas do circuito artístico. 

Nesse percurso, o visitante encontrará o universo simbólico das pinturas e esculturas de Clovis Aparecido dos Santos, as construções visuais de Arnold Schmidt, a produção intensa de Ranchinho – presente na mostra com 14 pinturas –, a pesquisa formal de Josef Hofer, as esculturas de influência asteca e inspiração marítima de Esther Morgannah e as abstrações multicoloridas das obras de Enio Sérgio, compondo um panorama que evidencia não uma identidade comum, mas a riqueza de diferentes modos de imaginar, organizar e reinventar o mundo. 

Ao reunir essas produções em um mesmo espaço, Uma língua nova também dialoga com um capítulo decisivo da história da psiquiatria brasileira. Sem transformar esse contexto em tema central da exposição, a curadoria destaca o legado de pesquisadores como Osório César e Nise da Silveira, pioneiros ao compreender a produção artística como forma legítima de expressão, rompendo com leituras exclusivamente patologizantes da experiência psíquica. Essa perspectiva ganha fôlego no texto de catálogo do psiquiatra Dr. José Gallucci Neto, que propõe um deslocamento fundamental: em vez de buscar nas obras a confirmação de um diagnóstico, convida o espectador a reconhecer nelas a singularidade de uma experiência estética. Segundo ele, a criação artística não pode ser reduzida a sintoma, tampouco compreendida como consequência do sofrimento mental. Cada obra estabelece uma relação própria com a linguagem, produzindo sentidos que ultrapassam enquadramentos clínicos. 

Nesse contexto interpretativo, a exposição também se aproxima da trajetória do Museu de Imagens do Inconsciente (MII), cuja contribuição para a preservação e o estudo dessas produções permanece incontornável. A interlocução com a instituição foi decisiva para a mostra, permitindo incorporar obras de Esther Morgannah e Enio Sérgio, que têm trabalhos apresentados pela primeira vez em São Paulo, e ampliar o horizonte inicialmente formado pelo acervo da Galeria Estação. 

Como observa Eurípedes Junior, músico, museólogo, curador e pesquisador que atuou por 30 anos no MII, autor de Do Asilo ao Museu: Nise da Silveira e as coleções da loucura (Editora Holos, 2024), esse patrimônio não representa apenas um capítulo da história da psiquiatria, mas um conjunto de obras que conquistou reconhecimento artístico próprio, exigindo novas formas de preservação, pesquisa e difusão. Ao longo das últimas décadas, esse acervo deixou de ocupar exclusivamente o campo da saúde mental para integrar o debate sobre arte brasileira e produção contemporânea. 

Essa mudança de perspectiva também atravessa a própria concepção curatorial. Ao comentar o processo de pesquisa, Ribeiro ressalta que a exposição não pretende construir um panorama sobre doença mental, mas criar uma situação em que cada artista pudesse ser reconhecido por sua potência inventiva. 

É justamente nesse ponto que o diálogo com Maura Lopes Cançado revela convergência. A expressão "uma língua nova" não funciona como metáfora da loucura, mas como símbolo de resistência às classificações. Assim como a escritora construiu uma obra que tensiona os limites entre literatura, experiência e linguagem, os artistas que compõem a exposição elaboram universos visuais que nascem de regras próprias, indiferentes às convenções estéticas ou aos sistemas tradicionais de interpretação.

Ao reunir artistas de origens, gerações e percursos tão distintos, a Galeria Estação reafirma uma vocação que acompanha sua trajetória desde a fundação em 2004: ampliar o campo da arte brasileira a partir de produções que desafiam fronteiras culturais, sociais e estéticas. Em Uma Língua Nova, esse compromisso encontra uma de suas expressões mais contundentes.

 

SERVIÇO

Exposição Uma língua nova

Curadoria de José Augusto Ribeiro

Período: de 25 de agosto a 26 de setembro de 2026

Abertura: 25 de agosto de 2026, às 18h. Bate-papo com José Augusto Ribeiro, Dr. José Gallucci Neto e Eurípedes Junior, às 20h.

Espaço expositivo: 2º andar e mezanino

 

Galeria Estação

Endereço: Rua Ferreira Araújo, 625 - Pinheiros, São Paulo.

Horários de funcionamento: segunda a sexta, das 11h às 19h; sábados, das 11h às 15h; não abre aos domingos.

Telefone: (11) 3813-7253

Email: contato@galeriaestacao.com.br

Site: www.galeriaestacao.com.br/

Instagram: @galeriaestacao

 

Após sucesso de público no Rio de Janeiro e em Porto Alegre, musical “O Céu de Bibi Ferreira” estreia em São Paulo no Centro Cultural FIESP



Depois de emocionar plateias no Rio de Janeiro e conquistar o público em uma bem-sucedida temporada em Porto Alegre, o musical “O Céu de Bibi Ferreira” chega pela primeira vez a São Paulo para uma temporada gratuita no Teatro do SESI-SP, no Centro Cultural FIESP. As apresentações acontecem de 20 de agosto a 20 de setembro, de quinta a sábado, 20h, e aos domingos, 19h.

A montagem celebra a vida e a obra de uma das maiores artistas da história do teatro brasileiro, revisitando sua trajetória com sensibilidade, força poética e intensidade cênica. No Rio de Janeiro, o espetáculo integrou a programação de reabertura do Teatro Sesc Ginástico, onde foi recebido com grande adesão de público e crítica. Em seguida, realizou temporada em Porto Alegre, reafirmando sua força junto ao público e consolidando sua trajetória. Agora, chega à capital paulista, cidade que marcou a carreira de Bibi Ferreira, para uma aguardada temporada.

Com texto de Gabriel Chalita, direção de Gustavo Barchilon e direção musical de Carlos Bauzys, o espetáculo reúne quatro atrizes em cena, Giulia Nadruz, Fernanda Biancamano, Carol Botelho e Kiara Sasso, que se desdobram em múltiplas facetas de Bibi Ferreira. Em um jogo cênico que atravessa memória, identidade e emoção, a montagem costura canções, relatos e personagens marcantes da artista.

A dramaturgia propõe um encontro entre o íntimo e o universal, conduzindo o público por reflexões sobre arte, amor e permanência. Mais do que uma homenagem, o espetáculo se constrói como uma experiência sensorial e afetiva, capaz de atravessar gerações e de apresentar às novas plateias a dimensão artística de uma mulher que transformou o teatro musical brasileiro.

“Receber ‘O Céu de Bibi Ferreira’ no Teatro do SESI-SP é uma oportunidade de celebrar o legado de uma das maiores artistas da história do teatro brasileiro. Ao homenagear sua trajetória por meio de uma montagem de excelência artística, o espetáculo aproxima diferentes gerações de uma personalidade fundamental para a cultura nacional. Ao acolher esta produção, o SESI-SP reafirma seu compromisso com a democratização do acesso à cultura, oferecendo ao público uma programação gratuita e de qualidade que valoriza a memória das artes cênicas e fortalece a produção artística brasileira”, afirma Anna Helena da Costa Polistchuk, analista de Atividades Culturais do Centro Cultural FIESP. A realização é da Luar de Abril Produções, com direção de produção de Guilherme Logullo. A equipe criativa conta ainda com cenografia de Natália Lana, desenho de luz de Ana Luzia de Simoni, figurinos de Karen Brusttolin e direção de movimento de Roberta Serrado e Natacha Travassos.

 

Equipe criativa


Gabriel Chalitaautor
Escritor, dramaturgo e filósofo, Chalita é autor de mais de 90 livros, com mais de 12 milhões de exemplares vendidos. Membro da Academia Paulista de Letras e da Academia Brasileira de Educação, é conhecido por unir profundidade filosófica e lirismo em suas obras teatrais. Entre seus sucessos estão ‘Nelson Gonçalves – O Amor e o Tempo’, ‘Entre Franciscos – O Santo e o Papa’ e ‘O Território do Amor’.


Gustavo Barchilondiretor
Diretor premiado e reconhecido como um dos grandes nomes do teatro musical contemporâneo, Barchilon já comandou montagens como ‘Funny Girl’, ‘Something Rotten’ e ‘SpongeBob’, recebendo indicações ao Prêmio Bibi Ferreira e ao Did Awards. É diretor artístico do tradicional Baile do Copacabana Palace, e foi chamado pela Broadway World de “o príncipe dos musicais brasileiros”.


Carlos Bauzysdireção musical
Compositor, maestro e educador musical formado pela NYU/Tisch School Of The Arts, Bauzys assinou a direção musical de grandes sucessos como ‘Os Produtores’, ‘Cantando na Chuva’, ‘Sunset Boulevard’ e ‘Aparecida – Um Musical’. No exterior, integrou produções no Off-Broadway, e desenvolve pesquisa em percussão corporal e música aplicada à cena, aliando excelência técnica e sensibilidade artística.

 

 

Ficha técnica

Texto: Gabriel Chalita
Direção: Gustavo Barchilon
Direção musical: Carlos Bauzys
Elenco: Giulia Nadruz, Fernanda Biancamano, Carol Botelho e Kiara Sasso
Cenografia: Natália Lana
Iluminação: Ana Luzia de Simoni
Figurino: Karen Brusttolin
Direção de movimento: Roberta Serrado e Natacha Travassos

Desenho de som: Gabriel D’Angelo
Direção de produção: Guilherme Logullo
Realização: Luar de Abril Produções Ltda.

 

SERVIÇO

O Céu de Bibi Ferreira

Temporada: 20 de agosto a 20 de setembro
Sessões: quinta a sábado, 20h; domingo, 19h 

Local: Centro Cultural FIESP – Teatro do SESI-SP | Av. Paulista, 1.313 (em frente à estação Trianon-Masp do metrô)

Classificação: livre
Duração: 70 min

Centro Cultural FIESP – Assessoria de comunicação

Mariana Soares: 11 96439 0232 – mariana.soares@sesisenaisp.org.br
Karina Costa: 11 3146 7381 | 11 98125 4426 – karina.costa@sesisp.org.br 

Larissa Oliveira: 11 96439 1273 – larissa.osantos@sesisp.org.br 

Ana Beatriz Milhorança: 11 3146 7397 – ana.milhoranca@sesisp.org.br

Kamilly Arruda: 11 3146 7811 – kamilly.arruda@sesisp.org.br

 

Círculo de Atores encena espetáculo solo que coloca Bernard Shaw em história envolvendo algoritmos e redes sociais


Inspirada nos prefácios de On the Rocks e Ándrocles e o Leão, de Bernard Shaw, a montagem traz para o cenário dos algoritmos a chamada 'dissonância de Pilatos' — o eterno choque entre a conveniência do poder e a busca pela justiça. O espetáculo solo mostra uma influenciadora digital que constrói, ao vivo e para seus seguidores, a defesa da aniquilação do outro

 

Explorando o universo das redes sociais e algoritmos, o solo A Impossível Versão Moderna da Paixão estreia no dia 18 de agosto, terça-feira, às 20h, no O Andar. Com direção de Nicolas Caratori, a trama coloca em cena uma blogueira, interpretada por Priscilla Olyva, que, inserida na cultura do ressentimento e das simplificações das redes sociais, confronta-se com a visão de mundo proposta por Jesus, a partir de textos de Bernard Shaw (1856-1950). A temporada vai até 23 de setembro, com sessões sempre às terças e quartas, às 20h.

 

Em cena, uma influenciadora digital constrói, ao vivo e para seus seguidores, a defesa da aniquilação do outro: a ideia de que certos “elementos perigosos” precisam ser eliminados para o bem da ordem. Vídeos, comentários e um discurso que sorrateiramente evolui do humor para a doutrina. Mas, para sustentar esse argumento até o fim, ela é obrigada a convocar seu contraponto mais radical: Jesus, reencenando, diante de Pilatos, o julgamento que a história evoca há dois mil anos: insurreição, blasfêmia e a verdade versus as conveniências das razões de Estado.

 

Inspirada nos prefácios de On the Rocks e Androcles e o Leão, de Bernard Shaw, a montagem traz para o cenário dos algoritmos a chamada 'dissonância de Pilatos' — o eterno choque entre a conveniência do poder e a busca pela justiça. Ecoando as reflexões do autor, o espetáculo expõe como a verdade é sacrificada sempre que o sistema precisa eleger um culpado.

 

“Entre o feed e o fórum, entre o meme e o Evangelho de João, a peça monta e desmonta o mesmo dilema que atravessou Roma e as fogueiras da Inquisição e persiste, até hoje, em qualquer debate sobre a barbárie e intolerância com o outro. No texto, Shaw entende que Jesus revolucionou o mundo por meio de uma mensagem de paz, desapego e perdão e afirma que não tivemos a coragem e a capacidade de segui-lo. Há dois mil anos, o mundo dos endinheirados e dos poderosos escolhe seguir Barrabás”, conta Nicolas Caratori.

 

A montagem integra o projeto contemplado pela 45ª edição do Programa Municipal de Fomento ao Teatro para a Cidade de São Paulo e reafirma o compromisso da companhia com a difusão da obra de Shaw no Brasil, aliando pesquisa, democratização de acesso e ações de formação de público. 

 

SOBRE O AUTOR

Autor de mais de 60 peças e vencedor do Prêmio Nobel de Literatura, Bernard Shaw construiu uma obra marcada pela inteligência crítica e pelo humor. Em seus textos, a religião, a política e a moral aparecem não como dogmas, mas como campos de investigação sobre os mecanismos da sociedade. Saiba mais no documentário https://www.circulodeatores.com.br/documentario-shaw 

 

FICHA TÉCNICA


A partir da obra de Bernard Shaw. Concepção/Encenação: Nicolas Caratori. Elenco: Priscilla Olyva. Elenco de apoio e movimentação de elementos: Bianca Contin e Samuel Kobayashi. Diretor Assistente: Caio Pedrosa. Tradução: Thiago Ledier e Sergio Mastropasqua. Adaptação: Caio Pedrosa e Luana Frez. Cenografia: Fernando Passetti. Sonoplastia: Alexandre Martins. Pesquisa e Criação de Vídeo: Lara Lazaretti. Figurinista (criação e costura): Yass Santos. Iluminação: Nicolas Caratori. Assistência e Operação de luz: Bianca Contin. Operação de som: Valdilho Oliveira. Operação de vídeo: Caio Pedrosa. Fotografia: Ronaldo Gutierrez. Design Gráfico: Thiago Balbi. Mídias Sociais: Naísa Marques. Assessoria de Imprensa: Adriana Balsanelli e Renato Fernandes. Direção de Produção: Selene Marinho. Equipe de Produção: André Roman / Teatro de Jardim, Nicolas Caratori, Patricia Pichamone, Sergio Mastropasqua, Caio Pedrosa e Bianca Contin. Supervisão e Produção de Figurino: André Roman. Consultoria Teórica: Rosalie Rahal Haddad. Realização: Círculo de Atores. ACESSIBILIDADE: Tradução em Libras: Fabiano Campos. AUDIODESCRIÇÃO: Cinema Falado e Iuri Saraiva.

 

SERVIÇO 

O Andar 

Rua Dr. Gabriel dos Santos, 88 - Santa Cecília, São Paulo - SP, 01231-010, Brasil

Temporada: De 18 de agosto a 23 de setembro. Terças e Quartas às 20h.

Recomendação etária: 16 anos. Duração: 60 minutos

Vendas pelo Sympla: https://bio.site/A_IMPOSSIVEL 



https://www.circulodeatores.com.br/
@circulodeatores
@smartecultura

 

Em agosto, espaço ºAndar, na Santa Cecília, tem programação intensa com teatro e cursos todos os dias da semana!

Cena da peça O Rinoceronte - Divulgação


Entre os destaques do mês, estão os espetáculos ‘O Princípio do Espanto’, ‘O Rinoceronte’, ‘O Marinheiro’ e ‘Lavando a Alma’; o show de China Filho e cursos de dança criativa, voz e expressão, atuação e palhaçaria 

 

Agosto começa com programação intensa no espaço ºAndar, em sua nova sede da Santa Cecília. Tem atrações todos os dias da semana, com direito a muito teatro, cursos e um show. 

O centro cultural foi inaugurado em 2017 pelas produtoras Ana Paula Dias e Anayan Moretto e agora celebra uma nova fase com programação intensa já definida até o final do semestre.

Com a proposta de acolher artistas e profissionais de diversas áreas e de promover a criação, a formação e a difusão artísticas, o novo espaço conta com uma sala de espetáculos em formato black box e sete salas destinadas a estúdios de som e imagem, coworking, ensaios, aulas e atividades artísticas diversas, possibilitando a realização simultânea de diferentes ações.


Teatro todos os dias

Dando continuidade à programação do projeto Segundas de Solo, a atração de agosto é o espetáculo O Princípio do Espanto, do Grupo Morpheus de Teatro, com atuação e direção de João da Silva Araujo, em cartaz de 3 a 31 de agosto, às segundas, às 20h. Sem recorrer à fala, constrói uma narrativa sensível e provocadora, na qual o gesto, a presença e o silêncio tecem uma relação profunda entre criador e criatura. 

Na trama, um boneco acredita conduzir o mundo à sua frente — manipula objetos, cria movimentos, apaixona-se. No entanto, desconhece completamente aquilo que o move: o homem por trás de seus gestos. Ao mesmo tempo, esse homem, criador e condutor, também carrega sua própria cegueira. Convencido de seu controle, ignora as forças invisíveis que o atravessam e o conduzem. Assim, homem e boneco compartilham uma condição: a ilusão do domínio e o mistério de sua própria origem.

Com direção de Nicolas Caratori e atuação de Priscilla Olyva, A Impossível Versão Moderna da Paixão, a partir da obra do irlandês Bernard Shaw, fica em cartaz de 18 de agosto a 23 de setembro, às terças e quartas-feiras, às 20h. A peça propõe uma discussão sobre redes sociais, algorítmos e a aniquilação do outro.

Em cena, uma influenciadora digital constrói, ao vivo e para seus seguidores, a defesa da aniquilação do outro: a ideia de que certos “elementos perigosos” precisam ser eliminados para o bem da ordem. Vídeos, comentários e um discurso que sorrateiramente evolui do humor para a doutrina. Mas, para sustentar esse argumento até o fim, ela é obrigada a convocar seu contraponto mais radical: Jesus, reencenando, diante de Pilatos, o julgamento que a história evoca há dois mil anos: insurreição, blasfêmia e a verdade versus as conveniências das razões de Estado.

A história de um casal que tenta sobreviver à dor de perder alguém querido é tema de , com direção de Beatriz Barros, texto de Gildon Oliveira e atuação de Heloisa Jorge e Fábio Osório Monteiro. Na trama, Célia e Sebastião vivem confinados em uma cozinha simples e organizada, ambiente que concentra as memórias da família e onde a ausência do filho Emanuel se torna uma presença constante. 

Entre lembranças afetuosas da infância do menino e os silêncios que atravessam o cotidiano, o espetáculo investiga as diferentes maneiras de lidar com o luto e os impactos da violência sobre os vínculos familiares. O trabalho fica em cartaz até 12 de agosto com apresentações às terças e quartas-feiras, às 20h.

Já o espetáculo O Marinheiro, com texto de Fernando Pessoa e direção de Elias Andreato, pode ser conferido até 21 de agosto, às quintas e sexta-feiras, 20h. Escrita em 1913, a única peça teatral concluída pelo poeta português retrata três mulheres que velam o corpo de uma jovem durante a madrugada. À medida que a noite avança, o diálogo entre elas abandona a lógica cotidiana e se transforma em uma delicada travessia entre lembranças, sonhos, medos e invenções. 

Em um território onde realidade e imaginação se confundem, a palavra deixa de apenas narrar para construir mundos, deslocando personagens e espectadores para um espaço de permanente dúvida. Em cena, estão Cristina Mutarelli, Michele Matalon e Muriel Matalon.

Outro destaque é a montagem do clássico do Teatro do Absurdo O Rinoceronte,  de Eugène Ionesco,  com direção de Marcelo Lazzaratto, que pode ser conferida até 30 de agosto, aos sábados, às 20h, e aos domingos, às 19h. Em uma sociedade que passa a aceitar o absurdo como natural, o verdadeiro perigo não tem chifres nem pele grossa. Diante do coro coletivo, a Cia Paquiderme traz para o palco uma experiência visceral e arrebatadora sobre o poder da resistência. Você ainda pensa por si mesmo. Em cena, estão Alexandre Romanelli, Antonia Pinheiro, Carol Schmid, Carol Soares, Catarina Savietto, Fernanda Costa, Jorge Pitta e Roberta McDonald. 

Por fim, a Cia Fábrica de Teatro encena a comédia musical Lavando a Alma, com texto e direção de Danilo Dal Lago, até 30 de agosto, aos domingos, às 16h. Com uma pitada de absurdo e uma homenagem à soul music nacional, o espetáculo se passa na tradicional lavanderia Soul Wash, conduzida por três dedicadas colegas, que lavam roupas com o respeito e devoção de quem lava a própria alma. Até que a herdeira do negócio, Alma, quer transformar o local em uma lavanderia automática, dispensando a função das lavadeiras. Em cena, estão Camila Flávio, Larissa Garcia, Olívia Peralta e Thami Leão, e a direção musical é de Chiara Guttieri


Música

Celebrando o primeiro ano do lançamento de seu álbum de estreia, China Filho apresenta “Caderno Cinza — O Show” no dia 27 de agosto, às 20h. O trabalho mistura ritmos recifenses com a musicalidade tropical brasileira e outras sonoridades latinas. 

Com estética urbana e inspirada nos anos 1980, o artista resgata influências do brega, da cumbia, do rock e do manguebeat, criando uma experiência POP autoral que combina melancolia, drama e música em um show inédito.


Cursos

Em agosto, a programação de cursos d’º Andar também está enorme. Vão rolar por lá as atividades Imersão Dança Criativa, com Adriana Vilchez Magrini Liza (29/8, das 9h às 17h);  Oficina de Voz e Expressão, com Julia Klüber (16/8, das 10h às 15h); e Da Ideia Amor à Cena, com  Malú Bazán (de 11/8 a 24/11, às terças, das 14h30 às 18h30).

Já a atriz e diretora Maristela Chelala ministra  os cursos de teatro Módulo 1 - Iniciante, (4/8 a 17/11, às terças, das 19h30 às 22h); Módulo 2 – Intermediário, (3/8 a 30/11, às segundas, das 19h30 às 22h); e Módulo Palhaçaria (5/8 a 25/11, às quartas, das 19h30 às 22h).


O ºAndar ainda reúne outras atividades, como cursos, experimentos e leituras. Para conferir a programação completa do espaço, acesse https://oandar.com/

 

Serviço


ºAndar

Endereço: Rua Dr. Gabriel dos Santos, 88 - Santa Cecília (Metro Marechal Deodoro)

Convênio com o Estacionamento no nº131 -  R$20,00 (com carimbo na bilheteria)

Para detalhes da programação e o serviço completo de cada atração, acesse o site www.oandar.com
Siga o perfil no Instagram @o.andar.

Programação: 

 

Teatro 

até 31/8 - O Princípio do Espanto, com Grupo Morpheus de Teatro, segundas, às 20h 

até 12 de agosto  -  , com direção de Beatriz Barros, texto de Gildon Oliveira, às terças e quartas-feiras, às 20h 

até 30/8 - O Rinoceronte, com direção de Marcelo Lazzaratto, sábados, às 20h, e domingos, às 19h

 

até 21/8 - O Marinheiro, com direção de Elias Andreato, às quintas e sextas, às 20h 

18/8 a 23/9 - A Impossível Versão Moderna da Paixão, com direção de Nicolas Caratori, às terça e quartas,  às  20h 

 

 até 30/8 -  Lavando a Alma, com a Cia. Fábrica de Teatro, aos domingos, às 16h

 

Música


27/8 - China Filho apresenta Caderno Cinza - O Show - quinta-feira, às 20h

 

Cursos

até 17/11 - Módulo 1 - Iniciante, com Maristela Chelala, terças, das 19h30 às 22h

até 30/11 - Módulo 2 -  Intermediário, com Maristela Chelala, às segundas, das 19h30 às 22h

até 25/11 - Módulo Palhaçaria, com Maristela Chelala, às quartas, das 19h30 às 22h

11/8 a 24/11 - Da Ideia Amor à Cena, com Malú Bazán, às terças, das 14h30 às 18h30.

16/8 - Oficina de Voz e Expressão, com Julia Klüber, domingo, das 10h às 15h

29/8 - Imersão Dança Criativa, com Adriana Vilchez Magrini Liza, sábado das 9h às 17h.


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