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quinta-feira, 6 de agosto de 2026

Quando o risco marítimo chega à bomba de combustível

A crise simultânea no Estreito de Ormuz e no Mar Vermelho revela que a economia global passou a depender menos da produção de petróleo e cada vez mais da capacidade de transportá-lo com segurança

 

 

Durante décadas, a segurança energética foi analisada sob uma lógica relativamente simples: quanto maior a oferta de petróleo, menor a probabilidade de uma crise. O cenário atual no Oriente Médio demonstra que essa premissa já não explica, sozinha, o funcionamento do mercado global.

 

Hoje, o principal fator de risco deixou de ser apenas a produção. A verdadeira vulnerabilidade está na logística que conecta produtores e consumidores. Petróleo disponível não significa petróleo entregue. Entre um poço e uma refinaria existe uma cadeia formada por navios, seguradoras, armadores, bancos, contratos, rotas marítimas e decisões que passam a ser reavaliadas sempre que a percepção de risco aumenta.

 

É exatamente isso que acontece com a combinação entre a instabilidade no Estreito de Ormuz e os ataques promovidos pelos Houthis no Mar Vermelho. Pela primeira vez em muitos anos, duas das principais artérias do comércio mundial de energia passaram a sofrer pressão simultânea.

 

O Estreito de Ormuz concentra uma parcela significativa das exportações de petróleo e gás do Golfo Pérsico e não possui alternativas capazes de absorver integralmente esse fluxo. O ponto central, porém, é que ele não precisa ser oficialmente bloqueado para produzir efeitos econômicos. Basta que armadores, seguradoras e operadores logísticos entendam que o risco deixou de ser aceitável.

 

O mercado marítimo reage muito antes da diplomacia. Diante da incerteza, navios aguardam instruções, alteram rotas ou simplesmente deixam de operar na região. Ao mesmo tempo, seguradoras elevam prêmios, restringem coberturas e incorporam custos que rapidamente se espalham por toda a cadeia global.

 

Mesmo quando há sinais de distensão política, a normalização operacional leva muito mais tempo. Um cessar-fogo pode ser anunciado em poucas horas. Reconstruir a confiança necessária para deslocar um petroleiro carregado com milhões de barris é um processo infinitamente mais lento.

 

O custo invisível que chega à economia


Na tentativa de reduzir a dependência de Ormuz, a Arábia Saudita ampliou o uso de oleodutos até sua costa no Mar Vermelho. A solução parecia lógica, até que os Houthis passaram a mirar justamente essa rota alternativa. Quando até os caminhos de contingência se tornam inseguros, o problema deixa de ser regional e passa a afetar toda a arquitetura logística do comércio internacional.

 

No transporte marítimo, a percepção de risco vale quase tanto quanto o risco efetivamente materializado. Um único ataque pode alterar dezenas de viagens, elevar o seguro em milhões de dólares por operação e tornar financeiramente inviáveis rotas que permanecem abertas do ponto de vista físico.

 

A conta também não termina no seguro. Rotas mais longas aumentam consumo de combustível, reduzem a disponibilidade de embarcações, pressionam os fretes e elevam custos em diversos segmentos do transporte marítimo. Cada navio que demora semanas adicionais para concluir uma viagem reduz, na prática, a capacidade mundial de movimentação de cargas.

 

É nesse momento que o Brasil entra na equação.

 

Embora seja um grande produtor de petróleo, o país continua dependente da importação de derivados, especialmente diesel, e participa de um mercado em que preços são definidos globalmente. Se petróleo, frete, seguro e câmbio sobem simultaneamente, o impacto alcança rapidamente o transporte rodoviário, a indústria, o agronegócio e, por consequência, o consumidor.

 

Mais do que uma eventual escassez de combustível, o risco é a formação de uma nova onda de inflação impulsionada pelos custos logísticos. Afinal, praticamente toda atividade econômica depende de transporte.

 

Existe ainda um componente frequentemente ignorado: as expectativas. Empresas antecipam compras, seguradoras revisam exposições, bancos restringem financiamentos e armadores tornam-se mais seletivos. O custo da incerteza aparece antes mesmo da falta de produtos.

 

A principal lição dessa crise é que segurança energética e segurança marítima tornaram-se conceitos inseparáveis. Diversificar fornecedores de petróleo já não basta. Será cada vez mais necessário fortalecer rotas, ampliar a capacidade de refino, investir em infraestrutura logística e reduzir vulnerabilidades que, até pouco tempo, eram vistas apenas como questões operacionais.

 

O Brasil está distante de Ormuz e de Bab el-Mandeb no mapa. Mas participa de um mercado em que o preço da energia, do transporte, do seguro e do financiamento é formado globalmente. Em um mundo cada vez mais conectado, a guerra já não altera apenas fronteiras. Ela redefine rotas. E são essas rotas que, no fim da cadeia, ajudam a determinar quanto o consumidor brasileiro pagará na bomba de combustível.

 

 

Larry Carvalho - advogado especialista em logística, direito marítimo e comércio exterior.


Dia dos Pais: 8 estratégias que impulsionam os comerciantes na data

Integração de dados, diversidade de meios de pagamento e experiência de marca estão entre as recomendações de especialistas para melhorar a experiência do consumidor

 

O Dia dos Pais de 2026, celebrado em 9 de agosto, chega como uma das janelas mais fortes do segundo semestre para o varejo. Projeções da CNDL/SPC Brasil indicam que 106,3 milhões de consumidores devem ir às compras na data, repetindo o movimento do ano anterior, quando o período faturou R$ 27 bilhões, segundo estudo do IBEVAR (Instituto Brasileiro de Executivos de Varejo) em colaboração com a FIA Business School.

 

O comportamento de 2025 mostra onde esse volume se concentra. De acordo com o Índice Cielo do Varejo Ampliado (ICVA), na semana da data, apurada entre 4 e 10 de agosto, o faturamento do varejo cresceu 5,9% ante o mesmo período de 2024, puxado pelo e-commerce, que avançou 8,9%, enquanto o presencial subiu 5,2%. 

 

Ou seja, o consumidor da data começa a jornada digital e conclui a compra em canais variados. Para transformar isso em crescimento, o comércio precisa ir além da gestão de estoque. Nesse cenário, especialistas apontam estratégias de operação que apoiam o varejo e garantem a fidelização de clientes, especialmente em datas movimentadas.

 

  • Integração logística através da tecnologia:

Apoiando organizações de diversos portes e setores – desde varejo e indústria até bens de consumo e e-commerce, a nstech, maior empresa de software para supply chain da América Latina, aposta na integração de todo o ecossistema logístico para resultados cada vez mais estratégicos, especialmente em datas comemorativas, como o Dia dos Pais. Segundo Helena, Diretora de Varejo da nstech, a organização para a data exige atenção especial ao aumento do fluxo de consumidores, e a personalização das operações para atender a cada necessidade específica é o grande diferencial. 

 

"No e-commerce brasileiro, por exemplo, frete e prazo chegam a representar mais de 70% dos abandonos de carrinho. E não é só no digital: na loja física, o pico do Dia dos Pais pressiona reposição e ruptura de gôndola, e a venda perdida por falta do produto na hora certa não volta. Nos dois canais, a raiz é a mesma, uma operação que não enxerga estoque e transporte em tempo real. Em uma data de pico como o Dia dos Pais, essa perda de receita escala. Só aumentar seu estoque em uma data sazonal não resolve: o que define quem converte é a capacidade de integrar venda, estoque e operação em tempo real, prometer um prazo competitivo e confiável, e cumpri-lo. Quem conecta a operação transforma a logística em argumento de venda. Quem não conecta perde o pedido antes do checkout", afirma a executiva.

 

  • Diversidade de meios de pagamento para não perder a venda no fim da jornada

Com atuação que vai do empreendedor individual aos maiores varejistas do país, a Cielo defende que oferecer meios de pagamento variados deixou de ser diferencial e virou condição para converter o pico da data. Além de ampliar as chances de conversão, a diversidade de opções permite atender diferentes perfis de consumidores, seus hábitos de compra e necessidades financeiras. Segundo a Pesquisa Cielo de Hábitos de Pagamento no Varejo, Pix e cartão de crédito aparecem empatados nas compras presenciais, com 57% cada, e o comportamento muda conforme o valor: o Pix domina as compras do dia a dia, enquanto o cartão lidera nas de maior valor, em que o parcelamento pesa na decisão. Na prática, isso significa aceitar Pix por aproximação e QR Code, débito, carteiras digitais e crédito parcelado, para oferecer mais conveniência ao cliente e evitar perdas de vendas por falta da forma de pagamento desejada.

 

O passo seguinte é estender a operação para os canais em que o cliente já conversa com a loja. O link de pagamento com autenticação 3DS encerra a venda dentro da própria conversa no WhatsApp ou no Instagram, com a segurança de um e-commerce tradicional e sem redirecionar o cliente para um site à parte quando a compra já está decidida. "Na semana da data, o lojista raramente perde a venda por falta de interesse, perde por atrito na hora de pagar", afirma Adriana Garbim, vice-presidente Comercial da Cielo. "Quem oferece Pix, débito, crédito parcelado e link de pagamento consegue atender diferentes preferências de pagamento e ampliar o potencial de conversão, sem que o consumidor precise trocar de loja."

 

  • Experiência de marca para fortalecer a conexão no ponto de venda:

Criar experiências relevantes dentro da loja deixou de ser um detalhe para se tornar um diferencial competitivo na atração e fidelização de clientes em datas de grande movimentação, independentemente do porte do comércio. Nesse cenário, o branding para ambientes e o design de experiências ganham espaço — agregando princípios inspirados na neuroarquitetura para tornar a visita ao ponto de venda mais envolvente e fortalecer a conexão entre consumidor e marca. Com atuação integrada em branding, comunicação e espaços, a DEA Design defende que o ambiente físico deve ser planejado de forma estratégica, refletindo a identidade da marca e contribuindo para uma experiência de compra mais intuitiva e memorável, principalmente em datas comemorativas.

"O consumidor nem sempre consegue explicar por que se sentiu bem em uma loja, mas essa percepção influencia diretamente sua experiência. Quando o espaço traduz de forma coerente o que a marca promete para ocasiões especiais como o Dia dos Pais, ele gera confiança e fortalece também o vínculo com o cliente. Já quando há incoerência entre ambiente e posicionamento, a experiência perde força. Por isso, o ambiente de marca deve ser pensado como uma extensão estratégica do posicionamento, capaz de criar conexões duradouras com o público", afirma Silvia Kanayama, gestora e sócia da DEA Design.

 

  • Inteligência dados na prevenção de fraudes no pagamento

Apoiando lojistas e operações de e-commerce, a Quod, datatech especializada em inteligência de dados, aposta na análise preditiva em tempo real para garantir transações de crédito seguras e livres de fricção nas vendas. Segundo Danilo Coelho, Diretor de Produtos e Dados da Quod, datas de forte apelo comercial, como o Dia dos Pais, geram um pico expressivo de transações em um curto espaço de tempo, criando o ambiente propício para fraudes e exigindo uma preparação tecnológica robusta por parte dos lojistas.

“Em datas comemorativas, há uma pressão para aprovar compras rapidamente, mas o varejista não pode afastar bons compradores com regras de antifraude excessivamente rígidas ou por conta de falsos positivos. O diferencial está em cruzar dados transacionais com inteligência analítica em tempo real para identificar comportamentos suspeitos na velocidade que o mercado exige, protegendo a rentabilidade do negócio e preservando a experiência do cliente”, afirma o executivo.


  • Atendimento automatizado e personalizado com IA

Especializada em agentes de IA para e-commerce e marketplaces, a Loopia aposta na automação do atendimento como estratégia para aumentar a conversão e agilizar a jornada de compra em datas sazonais, como o Dia dos Pais. A plataforma centraliza mensagens de canais como WhatsApp, redes sociais e marketplaces em um único ambiente e utiliza sua IA proprietária, a Luna, para compreender o contexto do consumidor, identificar intenções de compra e sugerir produtos de forma personalizada. 

Segundo Tiago Vailati, CEO da Loopia, o principal desafio do varejo em datas comemorativas é responder rapidamente ao consumidor sem perder personalização. “Quando o cliente recebe uma recomendação alinhada ao perfil de quem será presenteado e tem a dúvida resolvida em segundos, a decisão de compra acontece com muito mais facilidade. Em períodos de alta demanda, velocidade e relevância fazem diferença direta na conversão”, afirma. A empresa informa que a solução responde em menos de 30 segundos e resolve 92% das demandas de forma autônoma e aumenta a taxa de conversão de vendas dos lojistas em até 50%.

 

  • Experiência de compra para fortalecer o relacionamento com o consumidor 

Com consumidores pesquisando preços e transitando entre o ambiente digital e as lojas físicas antes de concluir a compra, oferecer uma experiência consistente passou a ser um fator decisivo para o varejo em datas comemorativas. Para o Circuito de Compras, maior shopping popular da América Latina, esse movimento reforça a importância de estratégias que vão além da operação, combinando organização do ponto de venda, atendimento qualificado e conhecimento do perfil do cliente para transformar vendas sazonais em relacionamento de longo prazo.

"O consumidor chega à loja muito mais informado e, muitas vezes, já pesquisou produtos e valores antes de tomar a decisão. Nesse cenário, o diferencial do lojista está na experiência que consegue oferecer. Um atendimento preparado, uma loja organizada e a preocupação em entender o que aquele cliente procura tornam a compra mais segura e agradável. O Dia dos Pais é uma oportunidade para vender mais, mas também para criar uma relação de confiança que incentive esse consumidor a voltar em outras ocasiões. A fidelização acontece quando o cliente percebe valor durante toda a jornada, e não apenas no desconto", afirma André Seibel, CEO do Circuito de Compras. 


·         Compreensão do comportamento do consumidor como diferencial

O consumidor inicia sua jornada de compra com pesquisas, comparações e avaliações antes de chegar ao ponto de venda e entender o que influencia suas escolhas. Para o PiniOn, empresa de pesquisa de mercado especializada em dados competitivos e comportamentais, acompanhar os hábitos de consumo é fundamental para que as marcas tomem decisões mais precisas, especialmente em períodos de alta movimentação, como o Dia dos Pais.

Segundo Matheus Magnus, Head de Vendas do PiniOn, a pesquisa de comportamento tem um papel estratégico ao transformar percepções dos consumidores em direcionamentos para o negócio. “O varejo precisa entender o que está por trás da decisão de compra do consumidor. A pesquisa busca identificar quais fatores influenciam a escolha, quais são as expectativas do público e como as marcas podem criar experiências mais conectadas com esse momento. Em datas comemorativas, esse entendimento é fundamental para desenvolver ações mais eficientes, que convertam mais vendas, e construir uma relação mais próxima com o consumidor” , afirma.

 

·         Invista em parcerias de afiliados para ampliar o alcance de campanhas 

Com atuação estratégica no desenvolvimento de soluções para conectar algumas das maiores marcas do mundo a públicos altamente engajados, a Rakuten Advertising é uma rede global de afiliados e marketing de performance. A empresa combina dados, tecnologia e expertise para criar estratégias que impulsionam o engajamento, aumentam as vendas, fortalecem a fidelização de clientes e geram resultados consistentes para os negócios.

Segundo Augusto Parra, diretor de client services no Brasil, datas sazonais como o Dia dos Pais representam uma oportunidade para diversificar os canais de aquisição de clientes. "O marketing de afiliados permite que as marcas ampliem seu alcance por meio de parceiros estratégicos, como criadores de conteúdo, portais e influenciadores, impactando consumidores em diferentes momentos da jornada de compra. Além de aumentar a visibilidade das campanhas, esse modelo contribui para uma melhor conversão, já que conecta a marca a públicos com maior potencial de compra", afirma.


Quanto custará ir à Copa do Mundo de 2030? Nomad mostra que planejamento antecipado reduz orçamento em mais de 80%

Foto de Amir Mortezaie na Unsplash 
Fintech revela que quem começar a investir em 2026 precisará guardar cerca de R$ 980 por mês, contra quase R$ 5.000 mensais para quem deixar para 2029


Com o fim da edição da América do Norte, os olhos dos torcedores apaixonados por futebol já começam a se voltar para a Copa de 2030. O próximo torneio será histórico: pela primeira vez acontecerá em três continentes ao mesmo tempo. Os países-sede principais serão Portugal, Espanha e Marrocos, com jogos comemorativos marcados para o Uruguai, Paraguai e Argentina.

Com uma logística inédita e multiplicidade de destinos e moedas, como o Euro e o Dirham marroquino, o sonho de acompanhar o torneio das arquibancadas exigirá um planejamento financeiro robusto. Uma simulação realizada pela Nomad, fintech pioneira em soluções financeiras globais para brasileiros, mostra que a antecedência é o maior trunfo do torcedor para não pesar no bolso.
 

O tempo é o melhor amigo do seu bolso 

O histórico de grandes eventos esportivos comprova que os preços de passagens aéreas, hospedagens e ingressos tendem a subir exponencialmente conforme a data se aproxima. Em 2026, quem deixou para organizar a viagem na última hora pagou bem mais caro do que quem se planejou com antecedência.

Embora a federação organizadora ainda não tenha divulgado a tabela de preços dos ingressos para 2030, a fase de grupos da edição recém-encerrada teve bilhetes variando de US$ 60 a US$ 620 por jogo.

Para mostrar na prática o impacto da preparação antecipada, a Nomad utilizou sua ferramenta gratuita, a Calculadora Investir para Viajar, em uma simulação ilustrativa com o objetivo de acumular R$ 60 mil até junho de 2030, considerando um rendimento hipotético de 1% ao mês:

  • Começando agora (julho de 2026): o viajante precisa separar e investir cerca de R$ 980 por mês.
  • Esperando até 2029 para começar: o valor mensal salta para quase R$ 5.000 por mês para atingir o mesmo objetivo no tempo limite.
  • O fator tempo: iniciar o planejamento com quatro anos de antecedência representa um esforço mensal cerca de 80% menor para o orçamento.

"O grande segredo das viagens para eventos globais dessa magnitude não é apenas quanto você guarda, mas saber o quanto realmente precisa e, principalmente, quando você começa a guardar ", avalia Bruno Guarnieri, CRO da Nomad. "Quando o torcedor começa a se planejar quatro anos antes, ele transforma o tempo e os juros compostos em seus maiores aliados. Além de diluir o impacto no orçamento mensal, dolarizar ou investir esse patrimônio progressivamente protege o viajante contra as flutuações cambiais até 2030."
 

Como usar a calculadora da Nomad 

A ferramenta está disponível gratuitamente no portal da fintech. Para fazer uma simulação personalizada, o usuário precisa apenas inserir o destino desejado, o prazo da viagem e o seu perfil de viajante (do mais econômico ao premium) para descobrir o valor ideal de aporte mensal: Link


Última semana de inscrições para o VestibulaZé oferece preparação gratuita para vestibulares e ENEM na zona sul de São Paulo

Com apoio da Fundación MAPFRE, iniciativa da Casa do Zezinho oferece até 150 vagas para estudantes que desejam ingressar no ensino superior.

 

A Casa do Zezinho entra na última semana de inscrições para o VestibulaZé, cursinho popular gratuito voltado à preparação de jovens para o ENEM e vestibulares. A iniciativa, realizada com apoio da Fundación MAPFRE, busca ampliar o acesso ao ensino superior para estudantes da região do Capão Redondo e bairros vizinhos, na Zona Sul de São Paulo. 

O programa oferece vagas para até 150 estudantes, com aulas no período noturno ministradas por professores voluntários. O conteúdo contempla disciplinas como Matemática, Português, Redação, Biologia, Química, Física, História, Geografia, Filosofia, Sociologia, Atualidades, Inglês e Artes, preparando os participantes para diferentes processos seletivos. 

Além do conteúdo acadêmico, o VestibulaZé busca fortalecer a confiança dos estudantes e ampliar suas perspectivas de futuro, oferecendo uma preparação acessível e de qualidade para quem deseja ingressar no ensino superior. Tia Dag, fundadora da Casa do Zezinho, reforça que a educação é uma das principais ferramentas para transformar realidades. “O VestibulaZé nasceu para mostrar aos nossos Zezinhos e Zezinhas que a universidade também é um lugar para eles. Cada estudante que decide se preparar para esse caminho, amplia suas possibilidades de futuro e inspira outras pessoas da comunidade a acreditarem que esse sonho é possível.” 

As inscrições seguem abertas até esta semana e podem ser feitas pelo Link



20 anos da Lei Maria da Penha: cresce no Brasil a maior rede feminina de apoio ao recomeço após relacionamentos abusivos e separações

 Pesquisa inédita com 3.300 mulheres mostra que a maioria das mulheres não se arrepende da separação e aponta liberdade, saúde emocional e independência financeira entre as maiores conquistas do recomeço

 

Em agosto de 2026, quando o Brasil celebra os 20 anos da Lei Maria da Penha, um fenômeno silencioso chama a atenção: nunca tantas mulheres buscaram redes de acolhimento para reconstruir suas vidas depois do fim de um relacionamento.

 

Criada para enfrentar a violência doméstica e familiar, a Lei Maria da Penha transformou a forma como o país reconhece e combate esse tipo de violência. Vinte anos depois, especialistas apontam que um dos maiores avanços foi encorajar milhares de brasileiras a romper o silêncio e buscar proteção, apoio e autonomia.

 

É nesse cenário que o canal Separações se consolida como a maior comunidade feminina brasileira dedicada ao recomeço. Com mais de 1 milhão de mulheres reunidas nas redes sociais, a plataforma tornou-se um espaço de acolhimento emocional, orientação jurídica, educação financeira e fortalecimento da autoestima para quem enfrenta separações, divórcios ou o encerramento de relacionamentos marcados por sofrimento.

 

Os números mostram que a necessidade é real

 

Segundo o IBGE, o Brasil registrou 428.301 divórcios em 2024, o equivalente a mais de 1.100 separações formalizadas por dia. Ao mesmo tempo, a Pesquisa Nacional sobre Violência contra a Mulher, realizada pelo DataSenado, mostra que, embora haja sinais de redução da violência declarada nos últimos 12 meses, milhões de brasileiras ainda convivem com agressões e cresce a percepção de que apenas a existência da lei não garante proteção suficiente.

 

Outro dado reforça a urgência do tema: o Fórum Brasileiro de Segurança Pública registrou 1.571 feminicídios em 2025, o maior número da série histórica, demonstrando que o enfrentamento da violência contra a mulher continua sendo um dos maiores desafios do país.

 

Mais do que discutir o fim de um casamento, o ecossistema “Separações” atua como um ambiente seguro para mulheres reconstruírem suas vidas, compartilhando experiências sobre maternidade solo, saúde emocional, reorganização financeira, autoestima, carreira e direitos.

 

À frente da iniciativa está Vivi Reis, que transformou sua própria experiência de um divórcio vivido de forma solitária em um movimento nacional de apoio feminino.

 

“A Lei Maria da Penha abriu caminhos fundamentais para proteger mulheres da violência. Mas existe uma etapa que começa depois da denúncia ou da separação: reconstruir a vida. É justamente nesse momento que milhares de mulheres descobrem que não precisam caminhar sozinhas”, destaca a idealizadora do canal.

 

A força desse movimento também aparece em pesquisa nacional realizada pelo próprio canal “Separações”, com 3.300 mulheres de todas as regiões do país. O levantamento revelou que:

 

* 81,3% não se arrependem da separação;

* 50% afirmam que a maior conquista foi a liberdade;

* 45,1% relatam melhora significativa da saúde emocional;

* 44,2% perceberam melhora da situação financeira.

 

Os resultados mostram que, para muitas brasileiras, romper um relacionamento difícil representa não apenas o fim de um ciclo, mas o início de uma trajetória marcada por autonomia, segurança e qualidade de vida.

 

Duas décadas após a sanção da Lei Maria da Penha, cresce a compreensão de que enfrentar a violência contra a mulher exige mais do que proteção legal. É necessário fortalecer redes de acolhimento, informação, autonomia econômica e apoio emocional para que o recomeço seja possível.

 

Nesse contexto, o canal “Separações” se consolida como um dos maiores movimentos digitais brasileiros voltados ao fortalecimento feminino, transformando histórias individuais em uma comunidade que já reúne mais de um milhão de mulheres unidas pela certeza de que nenhuma precisa enfrentar esse processo sozinha.

 

Interesse de homens por produtos de autocuidado cresce 98% antes do Dia dos Pais, revela estudo da Navegg

 Levantamento aponta crescimento do interesse por autocuidado, corrida, reforma da casa, games e experiências, revelando novas oportunidades para marcas na data

 

O comportamento de consumo dos brasileiros para o Dia dos Pais está mudando. Levantamento da Navegg, maior plataforma de dados de comportamento digital da América Latina e parte do grupo dentsu, identificou crescimento de 98% na intenção de compra de produtos de autocuidado em relação ao ano anterior, indicando que beleza e bem-estar vêm ganhando espaço entre o público masculino.

Os 2,7 milhões de consumidores interessados no segmento buscaram por cosméticos para cabelo, produtos de skincare, cosméticos naturais, vestuário e medicamentos, refletindo uma mudança de comportamento que amplia o potencial do mercado masculino de beleza e bem-estar.

O esporte também ganha protagonismo na data. Mais de 3 milhões de consumidores demonstram interesse por conteúdos relacionados à prática esportiva, com destaque para o crescimento de 162,5% no interesse por corrida de rua. A busca por artigos fitness, bicicletas, vestuário esportivo e alimentação saudável reforça a consolidação da atividade física como parte da rotina de bem-estar de muitos pais.

Outro segmento que chama atenção reúne aproximadamente 4,3 milhões de consumidores interessados em arquitetura, reforma e projetos de faça-você-mesmo. O levantamento aponta crescimento de 88,1% no interesse por esse universo em comparação com 2025, impulsionado pela procura por ferramentas, materiais de construção, móveis, jardinagem e marcenaria.

Os games seguem entre os principais interesses relacionados ao período. Cerca de 3,5 milhões de usuários demonstram afinidade com esse universo, acompanhado de crescimento de 45% na intenção de compra de consoles em 2026. Jogos eletrônicos, tecnologia e cultura geek aparecem entre as categorias de maior interesse, reforçando o papel dos games como uma das principais formas de entretenimento dos brasileiros.

As experiências presenciais também registram avanço. O estudo identificou crescimento de 54,3% entre consumidores interessados em shows, bares, restaurantes e eventos sociais, segmento que reúne aproximadamente 1,4 milhão de usuários e evidencia a busca por experiências compartilhadas durante a data.

Já entre os consumidores que associam o Dia dos Pais aos encontros em família, aproximadamente 3,4 milhões de usuários demonstram interesse por conteúdos relacionados à ocasião. A Navegg identificou aumento de 42% na intenção de compra de utensílios para churrasco entre pais com filhos, reforçando a relevância das refeições compartilhadas como um dos principais momentos de celebração da data. Comidas, bebidas, cervejarias e experiências gastronômicas aparecem entre as categorias de maior afinidade.

O entretenimento dentro de casa também mantém espaço entre os hábitos de consumo. Cerca de 2,7 milhões de usuários demonstram interesse por conteúdos ligados ao lazer doméstico, acompanhado de crescimento de 23% na intenção de compra de serviços de streaming de filmes e séries, ampliando oportunidades para plataformas digitais e marcas voltadas ao entretenimento.

Como tendência complementar, o levantamento também identificou crescimento de 45% no interesse por conteúdos relacionados ao Dia dos Pais entre mulheres solteiras com filhos pequenos, público que reúne mais de 4,5 milhões de usuárias na base da Navegg. Moda, beleza, acessórios e vestuário aparecem entre as principais categorias de interesse desse segmento, indicando que ele também participa das decisões de compra relacionadas à data.

O estudo mostra ainda que o interesse pelo Dia dos Pais está distribuído em todo o país, reforçando a relevância da data para o varejo e para estratégias de marketing baseadas em dados comportamentais. Ao compreender os diferentes perfis de consumo e suas intenções de compra, as marcas podem desenvolver campanhas mais relevantes, personalizadas e alinhadas aos interesses de seus públicos.


Fontes

  • Navegg – Estudo Dia dos Pais 2026
  • Pesquisa Game Brasil
  • Olympikus + Box1824
  • Mercado Livre / Nubimetrics
  • ABRASEL
  • G1/Fantástico
  • Nexus


Quer estudar no exterior? Veja três formas de reduzir os custos do intercâmbio

Especialista explica como planejamento, trabalho durante os estudos e escolhas estratégicas podem tornar o intercâmbio mais acessível.

 

De acordo com a Pesquisa Selo Belta, os intercambistas brasileiros investiram em média US$ 8.283 (cerca de R$ 46.219) para realizar o sonho de estudar em outro país. Embora o investimento possa parecer elevado, Renata Barbalho, CEO da Espanha Fácil, assessoria especializada em intercâmbio e imigração, explica que existem estratégias que ajudam a viabilizar o projeto, como planejamento financeiro, escolha adequada do destino e busca por oportunidades de trabalho durante a experiência no exterior. 

“Quando vemos os custos em euro ou dólar, o valor pode parecer alto, mas é importante não esquecer que, durante o intercâmbio, é possível conciliar os estudos com o trabalho, recebendo na moeda local para ajudar a custear a experiência. Além de contribuir para as despesas do dia a dia, essa oportunidade permite ao estudante desenvolver habilidades profissionais e ampliar a vivência cultural no país de destino”, explica a executiva, que reuniu três dicas para tornar o intercâmbio uma experiência mais acessível. 


Três dicas para um intercâmbio acessível antes e depois do embarque

Escolha países que permitem trabalho: Segundo a Pesquisa Selo Belta 2026, 25,8% dos entrevistados afirmam que pretendem estudar e trabalhar durante a estadia em outro país, percentual superior ao dos que desejam se dedicar exclusivamente aos estudos (20%). Para Renata Barbalho, além de enriquecer o currículo, a experiência profissional pode ajudar a custear o próprio intercâmbio. No entanto, é importante escolher países que permitam essa prática, e, se possível, aqueles que liberam mais horas de trabalho para estudantes. 

“Muitos países permitem que estudantes internacionais trabalhem durante o período de estudos, mas nem todos oferecem uma carga horária que possibilite uma renda significativa. Se o objetivo é ajudar a custear a experiência, destinos como a Espanha são a melhor escolha. No país, a jornada de trabalho tradicional é de 40 horas semanais, e os estudantes podem trabalhar até 30 horas, com uma remuneração próxima à de um trabalhador em regime formal. Dessa forma, é possível contribuir com as despesas do intercâmbio e também aproveitar o período para investir em experiências turísticas”, destaca.  


Não espere chegar para aprender o idioma: A especialista destaca que não é necessário desembarcar no país com fluência, já que o próprio intercâmbio tem como objetivo proporcionar o aprendizado da nova língua. No entanto, para quem pretende buscar uma oportunidade profissional ainda no início da estadia, chegar com algum nível de proficiência pode fazer diferença. 

“Essa é uma dica que eu sempre dou: se você quer chegar e conseguir um emprego, estude o idioma antes de embarcar. Hoje, cursos de espanhol voltados para a internacionalização, como o que disponibilizamos online,  podem abrir portas para diversas oportunidades de trabalho na Espanha, pois, além do conteúdo básico, abordam as diferenças regionais do país. O espanhol falado em Madri, por exemplo, tem características diferentes do usado na Catalunha”, explica. 


Cuidado na escolha da moradia: Renata aconselha pesquisar com atenção os custos de moradia, não apenas com o aluguel, mas o orçamento total. Some renda mensal, contas, transporte, internet e eventuais despesas do condomínio que possam ser atribuídas ao inquilino por escrito. Tanto para quem vai alugar quanto para quem busca moradias estudantis, contar com uma assessoria imobiliária pode economizar tempo e dinheiro, além de evitar golpes. Nesse serviço, a equipe busca opções conforme localização, características e orçamento, negocia com agência ou proprietário, orienta sobre as condições online e revisa o contrato para o inquilino, é um investimento que pode evitar muita dor de cabeça”, conta. 

Renata ainda aconselha sobre a importância de uma assessoria de intercâmbio para formatar a viagem de acordo com os interesses e necessidades de cada um. A profissional acrescenta que, na hora de fechar um pacote, é preciso ter certeza de que o curso escolhido permite o visto de trabalho, entre outros pontos. Mais do que intermediar cursos, o papel da assessoria é garantir que todo o processo seja realizado de forma segura, clara e em conformidade com a legislação do país, enfatiza a CEO da Espanha Fácil. 


Contabilidade que só calcula imposto pode custar caro à empresa

Margem, fluxo de caixa e impacto tributário passaram a orientar decisões sobre preços, investimentos e expansão


A reforma tributária colocou a gestão contábil no centro de decisões que vão muito além do pagamento de impostos. Desde janeiro de 2026, o país vive o ano de teste da CBS e do IBS, com alíquotas de 0,9% e 0,1%, respectivamente. A Receita Federal também informou, em julho, que prepara o cronograma para adequação dos documentos fiscais eletrônicos às novas exigências. Para as empresas, a mudança ocorre em um período no qual conhecer custos, margens e efeitos dos tributos sobre cada operação se tornou determinante para planejar os próximos anos.

Para Vanderlei Goulart, contador e diretor-presidente da Meta Assessoria Empresarial, empresa especializada em soluções contábeis, fiscais e de gestão para empresas, tratar a contabilidade somente como responsável por guias, declarações e obrigações fiscais reduz a capacidade do empresário de enxergar o próprio negócio. “Quando a contabilidade olha apenas para o que já aconteceu e para aquilo que precisa ser entregue ao Fisco, a empresa perde uma parte importante da informação que poderia usar para decidir. Os números precisam mostrar onde está a margem, quanto a operação realmente gera de resultado e qual é o impacto tributário das escolhas feitas pelo empresário”, afirma.


Contabilidade começa antes do imposto

Na prática, informações que já fazem parte da rotina contábil podem responder a questões diretamente ligadas à gestão: quais produtos ou serviços entregam maior margem, quanto do faturamento é convertido em resultado, onde estão os custos que mais cresceram, qual é a necessidade de capital de giro e até que ponto uma expansão cabe no caixa.

Para Vanderlei, o erro está em analisar o faturamento isoladamente. Uma empresa pode vender mais e, ainda assim, comprometer a rentabilidade caso custos, despesas e carga tributária avancem em ritmo superior à receita. “Faturamento alto não significa necessariamente negócio saudável. O empresário precisa entender quanto sobra depois de pagar fornecedores, equipe, despesas financeiras, impostos e toda a estrutura necessária para vender. É essa leitura que permite saber se crescer está realmente deixando a empresa mais rentável”, explica o especialista.

Esse acompanhamento também muda a qualidade das decisões de expansão. Antes de abrir uma unidade, contratar funcionários, ampliar estoques ou investir em equipamentos, projeções de fluxo de caixa e rentabilidade permitem estimar o efeito da decisão sobre a estrutura financeira. A contabilidade deixa, assim, de registrar apenas o passado e passa a fornecer informações para escolhas futuras.


Reforma tributária aumenta a necessidade de planejamento

A transição tributária tornou essa mudança ainda mais urgente. Em 2026, as empresas começaram a conviver com as novas regras da CBS e do IBS, enquanto a substituição dos tributos atuais ocorrerá de forma gradual. Em 2027, PIS e Cofins serão extintos. Entre 2029 e 2032, ICMS e ISS serão progressivamente substituídos pelo IBS, até a entrada integral do novo modelo em 2033. 

Para as empresas, isso significa que decisões sobre formação de preço, aproveitamento de créditos, contratos, fornecedores e estrutura operacional precisarão considerar os efeitos do novo sistema. “Não basta esperar a mudança tributária acontecer para depois calcular o impacto. A empresa precisa projetar como suas margens, preços e fluxo financeiro podem ser afetados. É justamente nesse ponto que contabilidade, tributação e gestão precisam conversar”, diz Goulart.

A Receita Federal estabeleceu ainda novas obrigações relacionadas à emissão de documentos fiscais com destaque individualizado da CBS e do IBS e às declarações previstas para determinados regimes. Em julho de 2026, o Fisco e o Comitê Gestor do IBS informaram que um novo cronograma de implementação dos documentos fiscais eletrônicos seria divulgado até o fim do mês.

Para Vanderlei, a mudança de mentalidade começa quando o empresário deixa de procurar a contabilidade somente para saber quanto precisa pagar. “A pergunta mais importante não deveria ser apenas quanto tenho de imposto neste mês, mas o que os números estão mostrando sobre a empresa. Quando essa informação chega à gestão com qualidade, ela ajuda a corrigir decisões antes que o problema apareça no caixa”, conclui. 



Vanderlei Goulart - fundador, CEO e diretor-presidente da Meta Assessoria Empresarial, contador, perito contábil e consultor empresarial, com pós-graduação em Auditoria e Perícia e mais de 30 anos de atuação no mercado. Atua no suporte estratégico a empresas nas áreas de gestão contábil, fiscal, trabalhista e planejamento empresarial, com foco em tomada de decisão, eficiência operacional e sustentabilidade financeira dos negócios.

Também é instrutor da Associação Gaúcha de Supermercados (AGAS), onde ministra treinamentos sobre gestão de crise, finanças e capacitações voltadas aos níveis tático e estratégico do varejo. É fonte para comentar temas relacionados a tributação, ambiente de negócios, varejo, gestão empresarial e impactos econômicos no setor produtivo.
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Meta Assessoria Empresarial
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Fonte de pesquisa 

https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-e-atividades/reforma-tributaria-do-consumo/entenda 

https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-e-atividades/reforma-tributaria-do-consumo/orientacoes-2026 

https://www.bcb.gov.br/publicacoes/ref/202605

 

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