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sexta-feira, 5 de dezembro de 2025

Banco Central bloqueia mais de 1.600 golpes em 48 horas com nova ferramenta

Banco Central - Reprodução

O Banco Central acaba de acender um alerta — e, ao mesmo tempo, entregar uma solução.


Nos dois primeiros dias de operação, a nova ferramenta BC Protege+ barrou 1.630 tentativas de abertura fraudulenta de contas bancárias, um recorde para um sistema que nem completou 48 horas no ar.

Mais do que um recurso tecnológico, o BC Protege+ é uma resposta direta à escalada de golpes digitais no país e um passo importante para devolver controle às pessoas sobre seu próprio CPF — um ativo hoje tão vulnerável quanto valioso.

Aderência imediata: mais de 145 mil brasileiros ativaram a proteção

Logo nas primeiras horas, a adesão mostrou o tamanho da demanda reprimida por segurança.

Desde a estreia, às 10h de segunda-feira (1º), o sistema já acumulava:

145,5 mil usuários ativos,

1,9 milhão de consultas de instituições financeiras,

263 fraudes bloqueadas nas primeiras 5 horas,

7,8 mil cadastros logo na largada,

500 mil consultas registradas apenas no período da manhã.

A diretora de Cidadania e Supervisão de Conduta do Banco Central, Izabela Moreira Correa, resumiu o impacto:

“É uma ferramenta de prevenção a fraudes, proteção ao cidadão junto ao sistema financeiro.”

Com o aumento de vazamentos de dados e golpes de identidade, o BC aposta no Protege+ como uma camada essencial de blindagem.

Como funciona o BC Protege+: o bloqueio que coloca o cidadão no controle

A lógica é simples e poderosa: se alguém tentar abrir uma conta em seu nome, o sistema impede — automaticamente.

Para ativar a proteção, basta:

Acessar o Meu BC no site do Banco Central,

Entrar com conta gov.br nível prata ou ouro,

Habilitar a verificação em duas etapas.

Uma vez ativado, o bloqueio:

impede abertura de conta corrente, poupança ou conta de pagamento,

inclui também proibição de cadastro indevido como representante em contas de terceiros, obriga bancos a consultar o sistema antes de qualquer abertura, notifica o titular caso haja tentativa, exige desativação temporária caso o próprio usuário queira abrir uma conta legítima.

Além disso, a ferramenta permite visualizar: quais instituições consultaram seu CPF ou CNPJ e por qual motivo — algo que aumenta a transparência e ajuda a rastrear tentativas suspeitas.

O BC Protege+ é gratuito, simples de ativar e já provou ser eficaz. E, pela primeira vez, o Brasil está virando o jogo: em vez de correr atrás dos golpes, está impedindo que eles aconteçam.

A era da autodefesa digital integrada ao sistema financeiro começou.

 

Bruno Lois - redator(a) da StartSe

Fonte: https://www.startse.com/artigos/banco-central-bloqueia-mais-de-1600-golpes-em-48-horas-com-nova-ferramenta/?utm_campaign=Newsletters&utm_medium=email&_hsenc=p2ANqtz-8vmw8c3DnRFlTmO-dd75bQSyIGiIaJcXcze-UBa5QzWxnJnfoBOXaSSDJEpVYf8w_lXwVzcwYm_S0K4P0qZ7SJp9uksNQOqOTEq672snZUnfSCoQg&_hsmi=392953760&utm_content=392953760&utm_source=hs_email


Cinco dicas para garantir uma renda extra com papelaria criativa no Natal

Especialista em empreendedorismo criativo dá dicas de como lucrar no segmento com uma das datas mais importantes do ano

 

O slogan tradicional “Já é Natal!”, que antes ecoava apenas em dezembro, parece ter ganhado um reforço de peso nos últimos tempos. Já é possível encontrar panetones nas gôndolas dos mercados e as decorações natalinas podem ser vistas antes mesmo do Halloween e da Black Friday. É uma antecipação que, para o varejo brasileiro, se traduz em números robustos. No mundo digital, a expectativa também já é alta! Nesta perspectiva, a papelaria criativa também ganha força explorando um mundo de possibilidades, e a especialista em empreendedorismo criativo e produtos personalizados, Ju Delamura, dá dicas para quem deseja começar a empreender com a data.

"Eu sempre digo que o Natal começa antes de dezembro. Quem trabalha com produtos personalizados precisa se antecipar — porque o processo envolve testes, criação, produção, divulgação e, muitas vezes, encomendas sob medida. O ideal é começar a planejar a coleção de Natal no máximo até o meio de outubro para iniciar a produção em meados de novembro. Essa antecipação permite testar ideias, montar kits, fazer fotos bonitas para divulgar (inclusive a IA pode ajudar muito com essa etapa) e entender o que o público está buscando naquele ano. Além disso, dá tempo de negociar melhor com fornecedores e evitar o estresse de última hora. Quem se organiza cedo consegue vender mais e entregar com qualidade, enquanto muitos ainda estão pensando no que vão fazer", ressalta Ju. 

A especialista, ainda, elenca cinco dicas para dar o pontapé inicial com a papelaria criativa:


1️ Posicione-se como uma empreendedora desde o primeiro dia, não como "alguém que faz papelaria"

“A primeira coisa é mudar a mentalidade: mesmo que a ideia seja começar com uma renda extra, é importante encarar o Natal como um negócio de verdade. Estamos falando da data mais importante do ano para o comércio, então dá sim para ter um bom faturamento, mesmo começando agora. Eu sempre reforço que quem entra nesse mercado precisa agir com intenção — pensar em planejamento, organização e posicionamento, ainda que de forma simples. Não é um “bico”: é uma oportunidade real de empreender com propósito e criatividade.”

 

2️ Faça divulgações locais e autênticas

“Às vezes a gente pensa que precisa de grandes influenciadores ou de anúncios pagos, mas quem está começando pode aproveitar o círculo mais próximo: amigos, familiares, colegas de trabalho, grupos da escola dos filhos, clientes antigos. Parcerias com microinfluenciadores da sua comunidade também ajudam bastante — são pessoas que realmente geram confiança e podem divulgar seu trabalho de forma mais próxima e verdadeira. E claro, as redes sociais são importantes, mas é preciso ter paciência: no início o alcance pode não ser grande. O segredo é falar com quem já confia em você e ir construindo uma base sólida de clientes. É isso que faz a diferença no fim do ano — e pode ser o pontapé para continuar vendendo depois do Natal”.

 

3️ Não deixe de lado os itens clássicos do Natal

“Bolinhas personalizadas, topos de bolo, tags de presente e enfeites de árvore vendem bem todos os anos. São produtos que têm apelo emocional e preço acessível, então as pessoas compram tanto para presentear quanto para decorar a própria casa. Esses itens funcionam porque fazem parte da tradição do Natal. Todo ano as pessoas querem renovar ou personalizar algo, então são apostas seguras — especialmente para quem está começando”.

 

4️Se capacite e teste os materiais previamente

“É essencial se capacitar e testar os materiais antes, para entender o que funciona e ganhar segurança. E quanto antes começar o processo de aprendizado, melhor — assim dá tempo de colocar tudo em prática e chegar preparado para vender bem no Natal. Minha dica especial é: me acompanhe nas redes sociais, porque nos próximos meses vou focar bastante em conteúdos, ideias, materiais e treinamentos gratuitos voltados justamente para essa época do ano. O Natal é uma grande oportunidade, e quero ajudar quem está começando a aproveitar isso da melhor forma”.

 

5️ Tenha organização!

“Organização é tudo. Eu sempre recomendo planejar o calendário de produção e entrega com antecedência, definindo prazos realistas para cada etapa. Isso evita correria e garante qualidade em cada peça. Na parte de divulgação, é importante mostrar o processo — os bastidores, as ideias, os produtos sendo feitos. Isso cria conexão e confiança com o público. E na entrega, o ideal é já ter embalagens prontas e combinar prazos claros com os clientes. Com planejamento e constância, dá pra atender bem, vender mais e ainda curtir o clima do Natal sem tanto estresse”. 

A especialista ainda revelou quais produtos estarão em alta durante o Natal 2025. “Uma tendência que sempre se repete no Natal são as bolinhas personalizadas, que continuam sendo sucesso. Mas também vejo muito espaço para itens de mesa posta, como porta-guardanapos e plaquinhas personalizadas, e adesivos decorativos em fachadas de comércios. Vale apostar em materiais com brilho, glitter e nas cores tradicionais do Natal, como vermelho e verde. E, mais do que seguir modinhas, o importante é fazer o básico bem-feito — aqueles produtos que todo mundo ama e que sempre vendem bem nessa época. Outra tendência forte são os kits personalizados — por exemplo, combinações de caneca, velas, tags, biscoitos ou mini decorações. É uma forma de aumentar o valor do presente e criar uma experiência completa. E claro, tem outros produtos personalizados que seguem em alta: enfeites com nomes da família, plaquinhas de porta, bolinhas de árvore, capas de almofada e até etiquetas personalizadas para presentes. São pequenos detalhes que deixam o Natal mais único — e têm um ótimo potencial de venda”, conta Delamura.

 


Ju Delamura - profissional com uma característica altamente empreendedora, que está literalmente impressa em seu DNA. Paulistana, de 33 anos, desde cedo desenvolveu o gosto pelo universo da personalização. Formada em Engenharia Civil, deixou o “mundo concreto” para ir atrás de um sonho, e se tornou especialista em empreendedorismo criativo e personalização digital. Ingressou no mercado em 2019 e hoje, Ju já formou mais de 4000 alunos através de seus cursos. Ju encontrou no universo criativo, utilizando equipamentos de corte como os da marca Silhouette, sua vocação digital. IG: @judelamura
Site: https://www.judelamura.com.br/



Silhouette Experts
https://www.silhouette.com.br


Fim de ano: emprego deve encerrar 2025 com saldo positivo, mas em ritmo mais lento

Serviços e Comércio mantêm desempenho superior a 2024; contratações sazonais reforçam recorde no Comércio
 

Embora em ritmo menor, a expectativa é que o emprego termine o ano em patamar superior ao de 2024 nos setores do Comércio e dos Serviços em São Paulo. Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), mesmo com a perda de fôlego, os segmentos devem registrar saldo positivo de vagas — e, no caso do Comércio, o estoque recorde deve ser reforçado principalmente pelas contratações de fim de ano.
 
O elevado nível de ocupação formal, o avanço da massa de rendimentos, a desaceleração da inflação e a maior injeção de recursos do décimo terceiro salário em relação ao ano passado devem estimular a demanda e, consequentemente, a geração de vagas. Por outro lado, o custo elevado do crédito, a menor geração líquida de vagas, a demanda mais moderada por serviços corporativos, os juros restritivos e a maior cautela empresarial diante da desaceleração econômica tendem a limitar esse avanço.


 
Serviços atingem recorde de 7,78 milhões de vínculos
 
O setor de Serviços encerrou setembro com 33.787 novas vagas formais, resultado de 407.710 admissões e 373.923 desligamentos. Embora o resultado tenha sido maior do que em agosto, quando haviam sido criados 22,6 mil postos, o avanço ocorreu em ritmo mais moderado do que em setembro do ano passado, quando o saldo foi de 38.086 vagas — uma diferença de 11,3%.

 
[Tabela 1]
Serviços no Estado de São Paulo — setembro
Fonte: Caged/FecomercioSP

 



As atividades administrativas e os serviços complementares responderam por 11.858 postos, o equivalente a cerca de 35% do saldo do mês. Em seguida, vieram transporte, armazenagem e correio, com 7.236 novas vagas; alojamento e alimentação, com 4.536; saúde humana e serviços sociais, com 4.223; e atividades profissionais, científicas e técnicas, com 3.731. Em sentido contrário, houve retração nas atividades financeiras e de seguros, com 852 postos a menos; em atividades imobiliárias, com redução de 22; e em outras atividades de serviços, com queda de 677 vínculos.
 
Com isso, o estoque total de empregos formais nos serviços paulistas alcançou novo recorde, chegando a 7,78 milhões de vínculos. Entre janeiro e setembro de 2025, o setor acumula 261.145 novas vagas, após cerca de 3,56 milhões de admissões e em torno de 3,3 milhões de desligamentos — saldo 11% inferior ao registrado no mesmo período de 2024, quando aproximadamente 294 mil vagas foram geradas.
 

[Gráfico 1]
Saldo do Emprego Celetista nos Serviços do Estado de São Paulo
Série histórica (13 meses)

 



 
Comércio segue em alta, mas desaceleração se intensifica
 
No Comércio, setembro registrou abertura de 4.611 postos de trabalho, com 153.617 admissões e 149.006 desligamentos. Embora o saldo seja positivo, confirma a desaceleração já observada em agosto, quando haviam sido criadas 12,5 mil vagas — uma redução de 39,7%. 

 
[Tabela 2]
Comércio no Estado de São Paulo - setembro
Fonte: CAGED/FecomercioSP

 


O comércio varejista somou 2.294 novos empregos, enquanto o atacadista gerou 1.511 postos e o segmento de comércio e reparação de veículos obteve saldo de 806. O estoque total do setor atingiu 3,04 milhões de vínculos formais, o maior nível da série recente.

 
Entre janeiro e setembro, o setor acumula criação líquida de 55.217 vagas, resultado de 1,36 milhão de admissões e 1,3 milhão de desligamentos.
 

[Gráfico 2]
Saldo do Emprego Celetista no Comércio do Estado de São Paulo
Série histórica (13 meses)

 



 
Capital paulista registra melhor resultado do ano nos Serviços
 
Na capital, o setor de Serviços criou 14.038 vagas em setembro, decorrentes de 180.075 admissões e 166.037 desligamentos. Foi o segundo melhor resultado de 2025, atrás apenas de fevereiro (25,4 mil), superando o saldo de agosto (7.691). Em comparação com setembro de 2024, quando haviam sido abertas 19.204 vagas, houve queda de 26,9%.
 
As atividades administrativas e os serviços complementares concentraram 9.072 vagas, o equivalente a 65% do saldo total. Alojamento e alimentação abriram 1.706 postos, ao passo que atividades profissionais, científicas e técnicas criaram 2.335 vagas, enquanto educação gerou 1.248 postos. Já outras atividades de serviços sofreram recuo de 1.153 vagas, enquanto atividades financeiras e de seguros reduziram 978 vínculos.
 

[Gráfico 3]
Saldo do Emprego Celetista nos Serviços da cidade de São Paulo

Série histórica (13 meses)

 



O estoque total dos Serviços na cidade atingiu 3,4 milhões de empregos, novo recorde histórico. Entre janeiro e setembro, foram geradas 81.373 vagas líquidas, após 1,51 milhão de admissões e 1,43 milhão de desligamentos.


 
Comércio paulistano perde força
 
Ainda na capital paulista, o Comércio registrou saldo de apenas 90 vagas formais em setembro, uma forte desaceleração em relação a agosto, quando haviam sido criados 4.693 postos. O número também representa queda de 96,8% em comparação com setembro do ano passado, quando o setor gerou 2.833 empregos.
 
O comércio varejista registrou leve retração, com 378 vagas a menos, enquanto o atacado abriu 375 postos e o segmento de comércio e reparação de veículos criou 93. Mesmo assim, o estoque total de empregos no Comércio paulistano atingiu 929,3 mil vínculos formais, o maior nível da série histórica. De janeiro a setembro, o setor acumula 17.686 novas vagas.
 

[Gráfico 4]
Saldo do Emprego Celetista no Comércio da cidade de São Paulo

Série histórica (13 meses)

 



Nota metodológica

A Pesquisa de Emprego no Estado de São Paulo (PESP) passou por reformulação em sua metodologia e, agora, analisa o nível de emprego celetista do comércio e serviços do Estado de São Paulo a partir de dados do novo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), elaborado pelo Ministério do Trabalho – passando a se chamar PESP de Comércio e Serviços. 

FecomercioSP
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Quando o sistema para: continuidade de negócios é a nova prioridade das empresas digitais


Um clique errado, uma atualização malsucedida ou uma falha em nuvem — e de repente o mundo corporativo trava. E não precisamos ir muito longe para buscar exemplos: em outubro passado, um apagão global causado por instabilidade no AWS afetou mais de 6,5 milhões de usuários e expôs uma verdade incômoda: a dependência tecnológica das empresas nunca foi tão grande, e sua fragilidade tão evidente. A continuidade de negócios, antes restrita a planos de contingência, tornou-se assunto de sobrevivência estratégica. 

O incidente escancarou como um erro técnico pode paralisar economias inteiras. Bancos ficaram sem acesso a sistemas de pagamento, hospitais suspenderam atendimentos e companhias aéreas enfrentaram atrasos em massa. A interrupção, que durou poucas horas, custou centenas de milhões de dólares e deixou claro que nenhuma organização – nem mesmo as mais avançadas digitalmente – está imune a falhas. Nesse novo cenário, a pergunta que ecoa entre executivos e diretores de tecnologia é simples: quanto tempo sua empresa aguentaria parada? 

A resposta, em muitos casos, é desconfortável. O custo médio de uma hora de inatividade de sistemas críticos já ultrapassa US$ 1,4 milhão em grandes empresas, segundo estudos internacionais. Falhas em serviços de nuvem, ataques de ransomware e interrupções de cadeia digital colocam operações inteiras em risco – e o prejuízo não é apenas financeiro. Quando o sistema para, param também a reputação, a confiança do cliente e a credibilidade institucional. Ainda assim, boa parte das organizações continua subestimando o problema, confiando em planos antigos e em uma ilusão de resiliência que raramente resiste ao primeiro teste real.

 

Falhas recentes e seus impactos financeiros

O apagão da AWS em outubro de 2025 não foi um ponto fora da curva — foi mais um episódio em uma sequência de falhas que vem testando a capacidade de reação das empresas. Poucos meses antes, em julho, uma atualização defeituosa em um software global de segurança havia derrubado mais de 8 milhões de computadores no mundo, afetando companhias aéreas, bancos e redes hospitalares. 

Cada minuto de inatividade pode significar milhares de transações não processadas, contratos atrasados, clientes insatisfeitos e danos reputacionais duradouros. Estimativas recentes da New Relic apontam que o custo médio global de downtime ultrapassou US$ 25 mil por minuto em 2025, e que as grandes corporações já acumulam mais de US$ 400 bilhões anuais em perdas por falhas de TI. No Brasil, o cenário não é diferente: metade das empresas brasileiras admite prejuízos entre US$ 1 milhão e US$ 5 milhões por ano devido a interrupções tecnológicas, seja por erros humanos, panes em nuvem ou ataques cibernéticos. 

O impacto também é estrutural. Uma falha em um serviço crítico de nuvem pode afetar simultaneamente milhares de negócios dependentes da mesma infraestrutura — e é isso que torna o risco tecnológico hoje tão sistêmico. Pequenas startups e grandes indústrias operam sobre as mesmas plataformas digitais, o que transforma um erro técnico isolado em um problema coletivo. A economia global, afinal, roda sobre sistemas interconectados — e a cada nova falha, fica mais claro que o elo fraco da cadeia digital pode estar em qualquer lugar.

 

Percepção e preparo: o grande descompasso da gestão

Apesar da frequência e do impacto dessas falhas, muitas organizações ainda acreditam que estão mais preparadas do que realmente estão. Pesquisas recentes revelam um descompasso preocupante entre a confiança da alta direção e a maturidade operacional das equipes responsáveis pela continuidade. Um levantamento global da PwC em 2025 mostrou que 46% dos executivos C-level se declaram “muito confiantes” na capacidade da empresa de reagir a incidentes tecnológicos graves — mas apenas 18% dos gestores técnicos compartilham dessa percepção. 

No Brasil, esse distanciamento é ainda mais evidente. Segundo dados da Grant Thornton, 79% das companhias reconhecem estar mais expostas a ataques e falhas digitais do que há três anos, mas apenas 44% têm a alta administração diretamente envolvida na gestão de continuidade e cibersegurança. Em outras palavras, a maioria dos conselhos e diretorias ainda trata o tema como responsabilidade do setor de TI, não como parte essencial da estratégia corporativa. 

A consequência é um ciclo de vulnerabilidade. Muitas empresas possuem planos de continuidade desatualizados, raramente testados e, em alguns casos, sem orçamento definido para recuperação de desastres. Pesquisas de 2025 indicam que apenas uma em cada dez organizações mantém um plano de continuidade operacional abrangente e ativo, e 43% admitem desalinhamento entre as estratégias de risco e os objetivos do negócio. O resultado é previsível: quando a falha acontece, a resposta é lenta, fragmentada e frequentemente improvisada — o que amplia o tempo de inatividade e os custos de retomada.

 

Governança, tecnologia, processos e cultura: a equação da resiliência

A continuidade de negócios não depende apenas de um bom plano técnico. Ela nasce da integração entre governança, tecnologia, processos e cultura — um equilíbrio que poucas empresas realmente alcançam. No nível de governança, o primeiro passo é deslocar o tema do departamento de TI para o centro da estratégia corporativa. Empresas mais maduras criam comitês de resiliência compostos por executivos de tecnologia, finanças, riscos e operações, com reuniões periódicas para revisar indicadores de disponibilidade e testar respostas a incidentes. Esse envolvimento direto da alta direção é o que diferencia organizações que apenas reagem de aquelas que antecipam falhas e mitigam perdas. 

Do ponto de vista tecnológico, a lição é clara: prevenir é mais barato do que reparar. Infraestruturas distribuídas, observabilidade avançada e automação de resposta se tornaram pilares da continuidade digital. Relatórios recentes mostram que empresas que implementaram monitoramento full-stack — com visibilidade sobre cada camada do ambiente — reduziram pela metade o custo de incidentes críticos. 

Da mesma forma, a redundância de dados e a replicação entre diferentes provedores de nuvem, antes vista como custo extra, passou a ser tratada como investimento em sobrevivência. O mesmo vale para práticas de backup imutável, segmentação de redes e restrição de acessos privilegiados, que hoje fazem parte da rotina das corporações com maior maturidade em segurança e disponibilidade. 

Mas tecnologia sozinha não sustenta uma operação resiliente. É nos processos que a continuidade ganha forma. Planos de recuperação de desastres e de resposta a incidentes precisam ser vivos — testados, revisados e adaptados constantemente. As organizações que se destacam nesse aspecto realizam simulações regulares de falhas para avaliar o tempo de reação e a clareza das responsabilidades. 

Cada simulação revela falhas humanas, lacunas de comunicação e dependências ocultas, permitindo ajustes antes que o cenário real aconteça. Esse tipo de exercício, cada vez mais comum em bancos e empresas de infraestrutura crítica, tem mostrado resultados expressivos em reduzir o tempo de parada.

Por fim, a cultura organizacional é o elemento que sustenta todo o sistema. 

Resiliência não se decreta — se constrói. Ela surge quando todos os colaboradores entendem que continuidade de negócios é responsabilidade coletiva, e não um plano guardado no servidor. Programas de conscientização sobre segurança, boas práticas de TI e treinamentos periódicos ajudam a criar o senso de pertencimento e urgência necessários para agir rápido diante de falhas. Empresas que cultivam essa mentalidade tendem a se recuperar mais rapidamente, porque a reação não depende de ordens hierárquicas: ela acontece de forma coordenada e natural. 

A dependência tecnológica das empresas atingiu um ponto em que a continuidade de negócios deixou de ser uma escolha — é uma questão de sobrevivência. A cada incidente fica mais claro que nenhuma organização está imune a falhas e que o verdadeiro diferencial competitivo está na capacidade de reagir rapidamente. Empresas que tratam resiliência como parte da governança, investem em infraestrutura inteligente e cultivam uma cultura de preparo reduzem drasticamente o impacto das crises. 

Em um mercado em que minutos equivalem a milhões, estar preparado é o novo seguro de reputação e receita. A continuidade de negócios não é mais um plano de contingência esquecido em gavetas: é uma disciplina estratégica que protege o valor, a confiança e a operação das empresas que sustentam a economia digital.

 

Sylvio Sobreira Vieira - CEO & Head Consulting da SVX Consultoria


SVX Consultoria
https://svxconsultoria.com.br


Quer ser aprovado em concurso em 2026? Siga essas 5 dicas

Existem algumas dicas que você pode implementar no seu ano novo para multiplicar as suas chances de ser aprovado em um Concurso, afirma o Caio Temponi, jovem aprovado 18 vezes em vestibulares

 


Com o ano de 2026 se aproximando e as tradicionais metas de ano novo começam a ser escritas, milhares de candidatos já começam a organizar seus estudos para conquistar uma vaga em concursos públicos.

Mas, de acordo com Caio Temponi, jovem aprovado 18 vezes em vestibulares, o segredo não está apenas em estudar muito, mas sim em estudar da forma correta e ter um bom direcionamento estratégico nos estudos.

“A aprovação em um concurso é uma soma de estratégia, disciplina e constância nos estudos. Não adianta apenas acumular horas é preciso transformar o seu estudo em resultados palpáveis”, destaca Caio Temponi.


5 práticas que transformam seu desempenho em concursos:


1. Comece antes, mesmo que pareça pouco

Deixar para estudar apenas quando o edital sair é um erro clássico e que afeta muito seus estudos. Iniciar a preparação com antecedência permite revisar mais vezes e ter mais tempo, aprender com calma e reduzir a ansiedade.

“Quem começa cedo cria vantagem competitiva, porque chega no edital apenas ajustando detalhes, não correndo contra o relógio”, explica Caio Temponi;



2. Revise mais do que estuda conteúdo novo
“A memória depende de repetição, por isso, revisões semanais e mensais são essenciais para que o conteúdo permaneça acessível no longo prazo. Técnicas como flashcards, resumos enxutos e revisões por ciclos ajudam o cérebro a consolidar o conhecimento”;



3. Resolva questões todos os dias, mesmo nos dias ruins
A prática constante é um dos pilares da aprovação. Resolver questões durante as sessões de estudo é uma estratégia importante que ajuda a entender como a banca pensa, identificar pontos fracos e melhorar o tempo de prova.

“Questão é treino real. Quanto mais você treina, mais previsível o exame se torna pois você passa a entender melhor os padrões e relacioná-los com as informações técnicas que você tem”, explica Caio Temponi;



4. Tenha um plano de estudo viável, não perfeito
Metas exageradas geram frustração. O ideal é ter um cronograma adaptado à realidade do candidato, trabalho, família, tempo disponível, e manter constância. Um planejamento possível é sempre melhor do que um planejamento ideal, mas impossível de cumprir;



5. Cuide da saúde física e mental
Sono, alimentação e pausas são tão importantes quanto a quantidade de horas estudadas. Corpos cansados aprendem menos, e mentes exaustas erram mais. Praticar exercício físico, dormir bem e controlar o estresse são ações que aumentam diretamente a performance cognitiva.

“Para estudar e, principalmente, aprender os conteúdos do concurso que vai prestar é fundamental estar com a saúde física e mental bem equilibrada, ter uma boa base é essencial para ter bons resultados”, explica.

“Estudar é um ato de constância. Quem organiza o ano, cria rotina e respeita o próprio ritmo chega mais longe”, afirma Caio Temponi.

 

Caio Temponi - pesquisador pelo CPAH - Centro de Pesquisa e Análise Heráclito - mentor e palestrante com altas habilidades. Foi aprovado em 1º no vestibular da EPCAR aos 12 anos, aos 13, em Medicina, totalizando 5 aprovações, também em Direito na UFRRJ, aos 14 anos, foi aprovado no ITA, um dos maiores vestibulares do Brasil, totalizando 18 aprovações como o mais jovem do Brasil, o que lhe renderam 2 títulos no Livro dos Recordes. Além disso, Caio é membro da Intertel, sociedade de pessoas com QI acima de 99 de percentil.

 

Trump prioriza talentos estrangeiros e redesenha cenário da imigração americana

Segundo especialistas, prioridade ao visto H1-B revela estratégia para suprir falta de mão de obra especializada nos EUA, apesar de medida desagradar base governista e beneficiar brasileiros que pretendem trabalhar nos EUA 

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Os Estados Unidos estão em fase de reconfiguração da força de trabalho. Se, de um lado, houve maior saída de imigrantes e queda nos índices de aprovação de vistos, por outro lado pessoas qualificadas e com experiência de mercado estão com mais facilidade para entrar em solo americano. As possibilidades são ainda maiores quando o imigrante possui planejamento e organização documental, conforme explica Henrique Scliar, especialista em mobilidade global.

Scliar avalia que o cenário abre oportunidades para profissionais com trajetória reconhecida, e eles têm encontrado espaço para avançar em processos de vistos e ingressar em áreas consideradas estratégicas da economia americana.

“Se você tem experiência comprovada, boa formação e atua em uma área estratégica, as possibilidades de aprovação aumentarão. Além disso, o governo tem dado prioridade a processos que apresentam planejamento, documentação bem organizada e objetivos claros. Erros ou informações incompletas podem resultar em atrasos significativos, negação do pedido e até mesmo a proibição de entrar nos EUA”, afirma.

O sinal público mais recente dessa orientação ocorreu durante o evento EUA–Arábia Saudita, em Washington, quando o presidente Donald Trump mencionou a importância de profissionais estrangeiros para setores como tecnologia, semicondutores, energia e infraestrutura avançada. Ele afirmou que “não dá para abrir uma fábrica gigantesca de chips de computador por bilhões de dólares, como no Arizona, e achar que vai contratar pessoas desempregadas para operá-la”.

A fala foi interpretada por especialistas como um indicativo de que o governo busca priorizar categorias de trabalhadores com formação técnica e experiência consolidada. O tema voltou a aparecer em entrevista à Fox News, quando Trump defendeu o uso de vistos voltados a ocupações especializadas. Segundo ele, há setores que não conseguem suprir suas demandas apenas com a mão de obra local.


Redução da base imigratória pressiona mercado

O país registrou a primeira retração imigratória desde os anos 1960, com a saída de 1,5 milhão de imigrantes entre janeiro e agosto de 2025. Para especialistas, isso pressiona ainda mais a necessidade de mão de obra qualificada, ampliando as oportunidades para quem possui experiência comprovada e documentação organizada.

Bruno Lossio, especialista em mobilidade global e sócio de Scliar, destaca que essa combinação de redução da base imigratória com incentivo à entrada de profissionais qualificados está relacionada à necessidade de suprir demandas do mercado.

“O governo está tentando equilibrar proteção do sistema com atração de talentos. Há uma tentativa clara de privilegiar estrangeiros capazes de suprir demandas reais do mercado americano”, explica.


Contradição estratégica: restrição para uns, prioridade para outros

O discurso recente das autoridades americanas indica uma diferenciação entre perfis imigratórios. Para Hugo Serri, advogado licenciado nos EUA e especialista em imigração, declarações públicas têm peso na orientação interna. Segundo ele, “é raro um presidente citar categorias específicas de visto. Quando isso acontece, o recado é direto para o USCIS (Serviços de Cidadania e Imigração dos Estados Unidos) e costuma afetar a forma como os critérios são interpretados”.

Ao mesmo tempo, comunicados recentes do Departamento de Estado orientaram consulados a considerar fatores como obesidade grave e filhos com necessidades especiais como elementos relevantes para negar vistos permanentes, sob o argumento de custo para o sistema de saúde. Embora distintos, esses movimentos ocorreram no mesmo período e foram analisados pelos especialistas como parte de uma política que diferencia perfis imigratórios conforme o impacto econômico esperado.


Oportunidades para brasileiros

O Itamaraty estima que 2 milhões de brasileiros vivem nos EUA. Em 2019, mais de 502 mil foram registrados como imigrantes legais, enquanto o Pew Research apontou 230 mil brasileiros não autorizados em 2022. Com o novo cenário, brasileiros com formação robusta passam a ter mais espaço para avançar com processos de vistos profissionais.

“Há uma janela real de oportunidade. O governo está apertando de um lado, mas abrindo para quem tem carreira sólida e pode contribuir para o desenvolvimento econômico e tecnológico dos Estados Unidos”, reforça Lossio.

Ele lembra que documentação detalhada e planejamento cuidadoso fazem diferença. “Muita petição é negada ou atrasada por erros evitáveis. Assessoria técnica é crucial.”


Outras possibilidades de vistos

EB-1: Voltado para profissionais de destaque internacional: cientistas, artistas, executivos, acadêmicos e atletas. Não exige oferta de trabalho. É um dos vistos mais valorizados pelo governo quando o foco é mérito.

EB-2 NIW: Para profissionais altamente qualificados que demonstram capacidade de gerar impacto nos EUA nas áreas de interesse estratégico, como tecnologia, saúde, educação, energia e engenharia. Dispensa oferta de emprego.

Os especialistas alertam, no entanto, que mesmo em um cenário favorável para profissionais qualificados, o planejamento continua sendo essencial e pode definir o sucesso do pedido em qualquer categoria de visto. Scliar esclarece que o processo imigratório envolve definir a categoria de visto mais adequada ao perfil, reunir toda a documentação com antecedência, comprovar experiência profissional e alinhar os objetivos da mudança.

“A assistência de um profissional especializado em imigração é fundamental para navegar por esse labirinto burocrático e garantir que todas as etapas sejam cumpridas corretamente”, orienta Scliar.

 


Bruno Lossio - advogado em Direito Internacional e Imigratório, sócio em três escritórios de advocacia, dois deles sediados nos Estados Unidos: a Premium Global Mobility Partner, referência em planejamento imigratório, e a SLS Legal Advisory, com sede em Washington, D.C. No Brasil, também é sócio do LSF Advogados Associados, no Rio de Janeiro. Coordena o Centro de Estudos e Atualizações em Direito Internacional do Instituto Nêmesis, contribuindo para a formação de uma nova geração de advogados. Sua trajetória e visão estão registradas no livro “Incendiários- Os Códigos das Mentes Imparáveis”, em que mostra que, com estratégia, coragem e propósito, é possível transformar o conhecimento jurídico em liberdade geográfica e realização pessoal.

Henrique Scliar - especialista em Mobilidade Global, Direito Internacional, Tributação e Expatriação Corporativa, com mais de 10 anos de experiência; Especialista em Direito Tributário pela Universidade Candido Mendes; LL.M em Direito Imigratório pela University of Southern California (USC); possui ampla vivência em imigração para os Estados Unidos e Portugal; Sócio-CEO da Premium Global Mobility Partner e do escritório SLS Legal.

Hugo Serri - advogado licenciado nos Estados Unidos (Alabama e Washington, D.C.) e iniciou sua carreira jurídica no Brasil em 1999, após se formar em Direito pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro. Com uma sólida formação internacional, possui dois títulos de Master of Laws (LL.M.), um em Direito Comercial Internacional pelo King’s College London (2012) e outro em Prática Jurídica Americana pela University of Denver (2019). Desde 2021, exerce a advocacia nos Estados Unidos com foco em Direito Imigratório. Tem ampla experiência na representação de clientes em processos de remoção, incluindo casos de asilo e cancelamento de remoção, perante cortes de imigração e órgãos administrativos.


9 destinos brasileiros para praticar esportes náuticos neste verão

Crédito Prefeitura Municipal de Angra dos Reis 

Com o aumento das temperaturas, cresce a procura por roteiros no litoral brasileiro para a prática de wakeboard, mergulho e passeios em família e amigos. De Angra ao Amazonas, passando pelo Pantanal, pela Represa de Furnas, por Salvador e Florianópolis, diferentes perfis de navegadores encontram cenários perfeitos para aproveitar cada minuto na água a bordo de lanchas que unem desempenho, conforto e segurança em projetos pensados para o esporte e o lazer.
 

 

Verão, calor e mar formam o cenário perfeito para um movimento que só cresce no Brasil: a prática de esportes náuticos. De norte a sul, destinos com boa infraestrutura de marinas, águas abrigadas e contato direto com a natureza entram no radar de quem quer trocar filas e trânsito por dias de wakeboard, mergulho, pesca esportiva, passeios de lancha em família e muita adrenalina a bordo.

“Percebemos, ano após ano, um aumento no público que busca embarcações versáteis, aptas tanto para o lazer em família quanto para esportes náuticos”, afirma Fernando Assinato, CEO da Fishing Raptor, marca brasileira com mais de 30 anos de história e cerca de 3 mil embarcações navegando pelo mundo, com modelos que vão de 26 a 51 pés.

“Nosso último lançamento, a Fishing 310 Saint Tropez, nasce para atender essa demanda: casco em V profundo insubmergível, motorização de popa dupla, solário na proa e cabine com banheiro fechado em um layout que equilibra desempenho e conforto. É a porta de entrada ideal para quem deseja ingressar no mercado náutico com segurança e curte tanto os esportes nas águas quanto o lazer. Outro modelo bastante procurado é a Fishing 410 Solarium, com portas laterais que ampliam a área de popa, um próximo passo para quem já vive o mar”, completa.

Entre os destinos que ganham espaço entre os donos de lanchas Fishing Raptor estão clássicos do litoral brasileiro, com boas condições de navegação e estrutura para receber quem pratica esportes náuticos. Confira a lista de alguns destinos indicados pelo maior fabricante de lanchas de lazer e esportes náuticos.

 

Paraty e Angra (RJ) – Entre ilhas, costões e águas mais abrigadas, a Costa Verde é ideal para mergulho, wakeboard e wakesurf, além de passeios em família por refúgios acessíveis apenas de barco. A combinação de mar calmo e cenários de Mata Atlântica preservada cria o ambiente perfeito para quem quer praticar esportes e relaxar a bordo.

 

Ilhabela e Ubatuba (SP)

Tatiana Alarcon 
Ilhabela Praia de Jabaquara

Com dezenas de praias e acesso pela rodovia, Ubatuba permite combinar mergulho, pesca esportiva e esportes com prancha. As ilhas e os costões oferecem áreas calmas para ancoragem e convivência a bordo. A charmosa Ilhabela é mais um destaque para mergulho, pesca esportiva e lazer, com estrutura de marinas.  

 

Florianópolis (SC) 

A capital catarinense une mar aberto para quem gosta de emoção nas ondas e baías abrigadas, perfeitas para wakeboard, mergulho e passeios de lancha. A estrutura de marinas e a vida à beira-mar ampliam as experiências. Além disso, gera fácil acesso à refúgios únicos para observação da fauna e da flora e para quem gosta de mergulho como a região de Bombinhas e Porto Belo.

 

Pantanal (MS) 

Corumbá é a principal porta de entrada para a pesca no Pantanal Sul. O Rio Paraguai e seus afluentes são mundialmente famosos por espécies nativas de grande porte para a pesca sustentável.

 

Amazonas (AM) 

Considerada a meca da pesca esportiva mundial de água doce. A pesca ocorre principalmente nos rios da Bacia Amazônica (como o Rio Negro), exigindo embarcações adaptadas (barcos-hotéis ou lanchas de pesca com motores de popa como as da Fishing Raptor).

 

Natal (RN)

 

Setur 
Natal (RN)


Os barcos da Fishing Raptor são famosos mundialmente para quem gosta da pesca oceânica. Natal é a representante do Nordeste. A região possui águas quentes e claras, excelente para pesca de atum (principalmente o Yellowfin) e Dourados em alto-mar. As condições do vento e a profundidade próxima à costa favorecem a navegação.

 

 

Foz do Iguaçu (PR)

Foz do Iguaçu é um ponto importante no mapa da pesca esportiva brasileira, especialmente para quem busca pesca em água doce. 

 

Salvador (BA)

A capital baiana é referência em pesca oceânica e esportes náuticos no Nordeste, com mar aberto, águas quentes e boa estrutura náutica. A região é conhecida pelas saídas para pesca de espécies como marlins e dourados, além de oferecer excelentes condições de navegação para quem deseja alternar dias de esporte em alto-mar com passeios costeiros por áreas como a Baía de Todos-os-Santos. 

 

Represa de Furnas (MG)

Embora não seja litoral, a represa é conhecida como o "Mar de Minas" e é um polo de lazer náutico de água doce. Oferece águas calmas e vasta extensão, ideais para esportes de velocidade e lazer familiar.

  

Fishing Raptor
www.fishing.com.br/ | www.instagram.com/fishing_raptor/


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