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quarta-feira, 25 de junho de 2025

Inverno exige atenção redobrada com a imunidade e nutricionista explica como a suplementação nutricional pode ser aliada

Com temperaturas mais baixas e aumento nos casos de doenças respiratórias, período demanda cuidados extras com a saúde. Especialista da Vitafor aponta a importância dos suplementos alimentares para turbinar as defesas do organismo                                                                 

O inverno começou oficialmente na última sexta-feira (21) e, junto com as temperaturas mais baixas, a imunidade fica mais vulnerável. Segundo dados do Boletim InfoGripe, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), os casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) nas primeiras 24 semanas epidemiológicas de 2025 já são 30% superiores aos registrados no mesmo período do ano passado. A circulação de vírus respiratórios como influenza, vírus sincicial respiratório (VSR) e até o SARS-CoV-2 tende a se intensificar durante o inverno, aumentando o número de infecções e complicações, especialmente em crianças pequenas e idosos.

Além disso, de acordo com estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) em parceria com a Universidade de São Paulo (USP), cerca de 99% da população brasileira apresenta deficiência de vitaminas e minerais, nutrientes fundamentais para o bom funcionamento do organismo e, especialmente, para a resposta imunológica.

A nutricionista Lucila Santinon, da Vitafor, ressalta a importância de uma alimentação equilibrada como fator essencial para garantir o aporte necessário de vitaminas e minerais para as defesas do organismo e ressalta como a suplementação nutricional pode contribuir. “A alimentação tem papel central na manutenção da imunidade, mas nem sempre conseguimos atingir as quantidades ideais de micronutrientes apenas com a dieta. A suplementação alimentar pode ser uma importante aliada nesses casos”, enfatiza a especialista.

Lucila explica que o sistema imunológico é formado por um conjunto de células, proteínas, tecidos e órgãos que defendem o organismo de agentes externos, como vírus e bactérias. E se o corpo não estiver com uma manutenção adequada, a imunidade pode vir a reduzir, sendo portal para doenças oportunistas com esta defasagem.

A nutricionista aponta que, dentre as vitaminas e os minerais que contribuem para a defesa do organismo, estão:  

-Vitamina A: conforme alegações de saúde registradas pela ANVISA, ela tem entre suas propriedades a modulação da imunidade;

-Vitamina C: A vitamina C auxilia no funcionamento do sistema imune, metabolismo energético de proteínas e gorduras, é um importante antioxidante para o organismo, com papel preventivo e terapêutico.

-Vitamina E: assim como a C, a vitamina E possui propriedades antioxidantes, auxiliando na diminuição e reparo de danos provocados por radicais livres. Ela também atua na cicatrização dos tecidos do corpo, sendo uma das substâncias que impactam o fortalecimento do sistema imunológico e ajudam no combate às doenças;

-Vitamina D: as células de defesa presentes no sistema imunológico, chamadas linfócitos, possuem receptores de vitamina D (VDR) e são diretamente influenciadas por essa vitamina na regulação da resposta imunológica. Além de ser essencial para a saúde e o desenvolvimento dos ossos, atuando como reguladora do crescimento, sistema cardiovascular, muscular, metabólico e insulinodependente;

-Zinco: extremamente importante para o organismo no combate a agentes invasores. A deficiência do zinco no corpo pode permitir maior ocorrência de infecções virais, afinal, ele interfere na manutenção da função do sistema imunológico e síntese das hemoglobinas;

-Selênio: mineral também com alto poder antioxidante, o selênio é facilmente absorvido pelo nosso organismo. Entre suas funções, realiza o controle de radicais livres participando na resposta do sistema imunológico a infecções.

“Às pessoas que possuem deficiência na quantidade dessas vitaminas e nutrientes, seja por insuficiência do próprio organismo de retenção ou em função de algum tratamento mais agressivo, mesmo com hábitos saudáveis, os suplementos atuam como importantes aliados na reposição”, ressalta a Lucila da Vitafor.

Além disso, outras situações cotidianas podem promover o desequilíbrio no organismo e, consequentemente, comprometer a imunidade, como noites maldormidas, exposição a agentes externos, estresse, sedentarismo, entre outras. “Por isso, é importante passar por uma avaliação com o profissional da saúde para entender as necessidades ideais para aumentar as defesas do sistema imunológico”, ressalta Lucila.

A nutricionista também alerta que a suplementação não deve ser vista como um substituto para uma alimentação equilibrada e saudável, mas sim como um complemento, especialmente em casos quando a dieta não é suficiente para atender as necessidades nutricionais individuais. 



Vitafor
Site: www.vitafor.com.br
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Instagram: @vitafornutrientes


Dia Mundial do Vitiligo: quais os sintomas da doença que afeta mais de 1 milhão de brasileiros

Médica especialista em Dermatologia Flávia Vilella destaca a importância do diagnóstico precoce do vitiligo e como a visibilidade da condição foi ampliada por figuras como Michael Jackson

 

No Dia Mundial do Vitiligo, nesta quarta-feira, 25 de junho, a médica especialista em Dermatologia Flávia Villela reforça a importância do diagnóstico precoce e do acompanhamento contínuo para a doença, uma condição que, embora não cause dor ou coceira, pode impactar profundamente a autoestima e o bem-estar psicológico dos portadores.

Segundo a Sociedade Brasileira de Dermatologia, mais de 1 milhão de brasileiros convivem essa doença crônica autoimune da pele, caracterizada pela perda de pigmentação, resultando no aparecimento de manchas brancas. Esse fenômeno ocorre quando os melanócitos, células responsáveis pela produção de melanina, são destruídos.

A visibilidade da doença vitiligo também aumentou ao longo dos anos, com a presença de figuras públicas como Michael Jackson, que lidaram abertamente com a condição. "O vitiligo não é uma doença infecciosa e não traz riscos à saúde física, mas seu impacto psicológico pode ser significativo. As manchas podem gerar insegurança e afetar a forma como o paciente se relaciona com os outros e consigo mesmo", afirma Flávia Villela.

Fatores como predisposição genética, estresse e exposição excessiva ao sol podem agravar o quadro de vitiligo. "O diagnóstico precoce é essencial para um tratamento mais eficaz. Quando a condição é identificada nos estágios iniciais, o tratamento tende a ser mais bem-sucedido, ajudando a minimizar a progressão e os efeitos estéticos", explica a médica.

A escolha do tratamento deve ser individualizada, levando em consideração o tipo e a extensão das lesões. Nos primeiros sinais, o combinado de terapias, como fototerapia, medicações tópicas e orais, pode oferecer resultados significativos na redução das manchas e até mesmo na repigmentação da pele.

A prevenção contra a exposição solar excessiva também é um ponto crucial destacado pela médica. "As áreas sem pigmentação têm maior sensibilidade à radiação UV, o que pode acelerar o envelhecimento da pele e aumentar o risco de danos. Por isso, é fundamental que os pacientes usem protetor solar com FPS elevado, mesmo em dias nublados, e adotem cuidados diários com a pele", orienta Flávia Villela.

A visibilidade do vitiligo tem aumentado ao longo dos anos, especialmente com a revelação de figuras públicas que compartilham suas experiências com a condição. Um dos exemplos mais conhecidos é o cantor Michael Jackson, que, ao lidar com o vitiligo, já mencionou a doença em várias entrevistas. Além disso, celebridades como Sophia Alckmin, filha do ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, a modelo Luiza Brunet, a estilista Natália Deodato, ex-participante do BBB 22, e outros famosos, também já falaram abertamente sobre a doença. Essa maior visibilidade é crucial para que aqueles que convivem com o vitiligo se sintam mais aceitos e acolhidos, sem medo de julgamento.

Neste Dia Mundial do Vitiligo, a médica destaca a importância de ampliar a conscientização. "A aceitação social do vitiligo é fundamental para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Além do tratamento médico, é necessário um movimento social que promova o respeito e a inclusão, criando um ambiente mais acolhedor para todos", conclui Flávia Villela.


Grupo investiga biomarcadores para a detecção precoce da doença de Alzheimer

A doença de Alzheimer é a principal causa de demência
no mundo, afetando mais de 35,6 milhões de pessoas
imagem: Çiğdem Onur/
Pixabay

A partir da análise do genótipo de 500 voluntários, projeto de pesquisa busca desenvolver um painel de biomarcadores prognóstico e para diferenciação do Alzheimer de outras demências com testes sanguíneos

 

Pesquisadores da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) estão desenvolvendo um painel de biomarcadores para a detecção precoce da doença de Alzheimer e para a diferenciação da doença de outros tipos de demência, por meio de testes de sangue. O projeto de pesquisa, apoiado pela FAPESP, tem como base a análise do genótipo de 500 voluntários com e sem a doença.

Um dos achados mais recentes do grupo de pesquisadores, publicado na revista Neurobiology of Aging, foi a identificação de que uma alteração genética rara – relacionada à doença de Alzheimer – também está associada a níveis elevados da proteína ADAM10. No trabalho, 85 indivíduos com comprometimento cognitivo e a condição genética apresentaram níveis elevados da proteína no sangue.

A proteína é conhecida entre os cientistas pelo papel de clivar (quebrar) a proteína precursora da beta-amiloide, impedindo assim a formação de placas no cérebro – um dos marcos da doença de Alzheimer.

“A ADAM10 é uma antiga candidata a biomarcador da doença de Alzheimer que, nos últimos anos, tem ganhado destaque devido ao avanço de equipamentos ultrassensíveis que permitem detectar essas moléculas em concentrações muito baixas no plasma sanguíneo”, explica Márcia Regina Cominetti, do Laboratório de Biologia do Envelhecimento (Laben-UFSCar), uma das coordenadoras do projeto.

De acordo com o estudo, a condição genética (alterações no alelo E4 do gene APOE) pode resultar no aumento de moléculas ADAM10 inativas no sangue. Isso, portanto, reduziria a quantidade de moléculas ativas – diminuindo também a capacidade de inibir a formação de placas beta-amiloide no cérebro.


Doença complexa

A doença de Alzheimer é a principal causa de demência no mundo, afetando mais de 35,6 milhões de pessoas. Além de não ter cura, seu diagnóstico continua sendo um grande desafio para a medicina. Quanto antes for identificada, maior a possibilidade de adiar o aparecimento de seus sintomas. Isso porque até agora a provável reversão do processo neurodegenerativo só é possível em um estágio anterior da doença, conhecido como comprometimento neurocognitivo leve – caracterizado por declínio cognitivo, mas sem afetar significativamente a funcionalidade do indivíduo.

Nesse contexto, os pesquisadores da UFSCar buscam desenvolver testes sanguíneos de prognóstico com base na ADAM10 capazes de identificar, entre os indivíduos com comprometimento cognitivo leve, quais têm maior risco de desenvolver Alzheimer.

“Nossos estudos indicam que não apenas no caso dessa condição rara, mas também nas outras causas de doença de Alzheimer, a ADAM10 atua numa via anterior ao processo de formação das placas beta-amiloide. Com isso, é possível, se tudo correr como a nossa hipótese prevê, que ela seja um marcador prognóstico, indicando, antes da formação desses marcos patológicos, se a pessoa tem chance ou não de desenvolver a doença”, diz a pesquisadora.

Cominetti ressalta que, atualmente, a detecção de placas beta-amiloide no cérebro e da proteína TAU hiperfosforilada (outro marco da doença de Alzheimer) apresenta alta precisão no diagnóstico. “No entanto, diferenciar uma demência da outra ainda é um grande desafio. Nesse sentido, uma combinação de biomarcadores poderia, por exemplo, viabilizar triagens populacionais mais amplas por meio de exames de sangue”, afirma.

Por meio de uma parceria entre os departamentos de Química e Gerontologia da UFSCar, o projeto de pesquisa desenvolveu um sensor que se baseia nos níveis de ADAM10 do sangue para diferenciar idosos saudáveis ou com Alzheimer. O teste ainda está sendo validado em estudos com os 500 voluntários.

“Estamos caminhando em busca de marcadores de prognóstico para a doença. Muitas pessoas se perguntam qual o motivo de buscar um diagnóstico, se ainda não existe a cura para o Alzheimer. O fato é que trabalhamos no longo prazo. Em algum momento pode aparecer uma cura e então será de extrema importância ter um método diagnóstico como o que estamos nos propondo a desenvolver”, diz.

Outro aspecto importante do projeto destacado por Cominetti é a construção de um banco de dados diverso não só geneticamente, mas também muito heterogêneo em fatores de risco para o Alzheimer, como escolaridade, renda e qualidade de vida. “Finalizamos o sequenciamento genético dos 500 voluntários, criando um banco sem igual no mundo. Além de refletir a variabilidade genética brasileira, o banco de dados é resultado de uma população que apresenta características distintas da do Norte Global, onde a maioria das pesquisas é conduzida. Isso é importante, pois é sabido que a relevância dos fatores de risco para Alzheimer pode variar entre regiões ricas e pobres”, explica Cominetti.

O artigo Higher soluble ADAM10 plasma levels are associated with decreased cognitive performance in older adults carrying APOEε4 pode ser lido em: www.sciencedirect.com/science/article/abs/pii/S0197458025000703.

 

Maria Fernanda Ziegler

Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/grupo-investiga-biomarcadores-para-a-deteccao-precoce-da-doenca-de-alzheimer/55021



Com serviços gratuitos, Pague Menos promove ação de conscientização e prevenção ao diabetes em todo o Brasil

A iniciativa reforça o compromisso da empresa com a promoção da saúde e a prevenção de doenças crônicas que afetam milhões de brasileiro
 

Em celebração ao Dia Nacional do Diabetes (26/06), a rede de farmácias Pague Menos, segunda maior rede de farmácias do país, realiza, até 30 de junho, a Semana de Rastreio à Diabetes, com exame de glicemia gratuito em todas as unidades que contam com o serviço do Clinic Farma, os consultórios farmacêuticos da rede. Além disso, durante todo o mês de junho, os clientes poderão aproveitar uma promoção especial no pacote de exames de hemoglobina glicada, perfil lipídico e avaliação corporal por apenas R$ 72,30. 

O diabetes é uma condição que exige atenção constante e cuidados preventivos. Dados da Federação Internacional de Diabetes mostram que, em 2021, cerca de 15,7 milhões de brasileiros conviviam com a doença, representando 10,2% da população nacional. As projeções são ainda mais preocupantes: até 2045, o número pode chegar a 23,2 milhões de pessoas no Brasil. "A prevenção é o melhor caminho para evitar que complicações graves relacionadas à condição surjam, como problemas cardiovasculares, renais e visuais. Por isso, ações como a Semana de Rastreio são fundamentais para promover o monitoramento da doença e até mesmo iniciar o tratamento o quanto antes", destaca Socorro Simões, diretora do Hub de Saúde da Pague Menos. 

A campanha busca conscientizar a população sobre a importância do monitoramento regular dos níveis de glicose no sangue e outros indicadores de saúde. "Muitas pessoas convivem com o diabetes sem saber, o que aumenta os riscos de complicações. Nosso objetivo é facilitar o acesso a exames e informações, ajudando nossos clientes a cuidarem melhor de sua saúde e prevenir problemas futuros", acrescenta. A ação também reforça o papel das farmácias como um hub de saúde, que conta com pontos estratégicos de cuidado primário e oferece serviços acessíveis e de qualidade. Com mais de 1.100 unidades do Clinic Farma espalhadas pelo Brasil, a Pague Menos se consolida como uma aliada na promoção da saúde e bem-estar da população.


Frio favorece infecções íntimas: saiba como se proteger da candidíase e outras condições

Freepik
Ginecologista Loreta Canivilo alerta e orienta sobre cuidados essenciais para evitar desconfortos e infecções ginecológicas

 

Com a chegada do inverno, aumentam não apenas os casos de gripes e resfriados, mas também as infecções ginecológicas, como a candidíase, vaginoses e infecção urinária. O frio, aliado a hábitos típicos da estação, pode criar um ambiente propício para o desequilíbrio da flora vaginal, favorecendo o surgimento de desconfortos íntimos que afetam a saúde e a qualidade de vida das mulheres.

Segundo a ginecologista Loreta Canivilo, a combinação de roupas mais apertadas e menos ventiladas com a diminuição na ingestão de água e na exposição ao sol compromete a imunidade e altera o pH vaginal. “No inverno, é muito comum que as mulheres usem calças justas, meias-calças e roupas íntimas de tecidos sintéticos por longos períodos. Isso reduz a ventilação na região íntima e aumenta a umidade, criando um ambiente ideal para a proliferação de fungos e bactérias”, explica a especialista Loreta.

De acordo com o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), cerca de 75% das mulheres ao longo de suas vidas são afetadas por candidíase, que é uma infecção ginecológica. A candidíase, uma das infecções mais frequentes nessa época, é causada pelo crescimento excessivo do fungo Candida albicans. Os sintomas incluem coceira intensa, ardência, vermelhidão e corrimento esbranquiçado. Já as vaginoses bacterianas são causadas por desequilíbrios na microbiota vaginal, podendo gerar odor forte e secreção acinzentada.


Como prevenir infecções ginecológicas no inverno?

A ginecologista Loreta Canivilo orienta que a prevenção deve começar com hábitos simples no dia a dia. “Evite o uso prolongado de roupas muito justas e tecidos sintéticos. Dê preferência a calcinhas de algodão, e, se possível, durma sem roupa íntima para que a região respire durante a noite”, recomenda.

Além disso, manter a higiene íntima com produtos neutros e evitar duchas vaginais também são medidas importantes, lavar delicadamente a área externa da região genital, evitando inserir sabonete no canal vaginal. A especialista reforça ainda a importância da hidratação e de manter uma alimentação equilibrada, rica em fibras, probióticos naturais e alimentos que ajudam a fortalecer o sistema imunológico.

Em casos de dor, ardor ou corrimento persistente, a recomendação é procurar um ginecologista para avaliação adequada e tratamento correto. “Não se automedique. Cada tipo de infecção tem uma causa específica e precisa ser tratada com o medicamento adequado. O uso incorreto de antifúngicos ou antibióticos pode piorar o quadro ou provocar resistência microbiana”, alerta Canivilo.


Alívio dos sintomas e tratamento

Para aliviar desconfortos leves, compressas mornas, uso de roupas leves em casa e ingestão de bastante água podem ajudar. Em tratamentos específicos, o médico pode prescrever cremes vaginais ou medicamentos orais conforme a infecção diagnosticada.

Loreta Canivilo também enfatiza o papel da consulta de rotina: “Consultas periódicas ao ginecologista são fundamentais, especialmente em épocas do ano que favorecem o surgimento de infecções. A prevenção começa com informação e acompanhamento adequado”.

 

Dra. Loreta Canivilo - A médica ginecologista, obstetra e gineco-endocrinologista Loreta Canivilo é especialista em reposição hormonal feminina, estética íntima feminina e no tratamento de doenças do útero e endométrio. A profissional possui diversas pós-graduações em instituições de referência, como o Hospital Sírio-Libanês, onde se especializou em Reprodução e Ginecologia Endócrina, e o Hospital Albert Einstein, onde estudou Medicina em Estado da Arte. Também é especialista em Nutrologia e Endocrinologia pela Faculdade Primum, referência em educação médica. Nas redes sociais, Loreta já acumula mais de 80 mil seguidores (@draloreta), oferecendo conteúdos explicativos sobre saúde da mulher, gestação, reposição hormonal e implantes. Além disso, é idealizadora de um projeto social, em parceria com o Instituto Primum — onde também ministra aulas —, que promove atendimento gratuito de saúde feminina para mulheres em situação de vulnerabilidade.



Fertilidade em crise e o colapso da natalidade: um problema mundial

Publicação, divulgada no mês dedicado à conscientização sobre infertilidade, traz dados de entrevistas de pessoas jovens em 14 países, representando um terço da população mundial sobre questões relativas à sua saúde reprodutiva e planejamento familiar.

 

Um documento publicado na semana pelo Fundo Populacional das Nações Unidas (UNFPA) intitulado “A crise real da fertilidade” chamou a atenção em todo o planeta. A publicação, divulgada no mês dedicado à conscientização sobre infertilidade, traz dados de entrevistas de pessoas jovens em 14 países, representando um terço da população mundial sobre questões relativas à sua saúde reprodutiva e planejamento familiar. As respostas revelam dados alarmantes, pois a maioria dos entrevistados acredita que seu direito de escolher quando e como ter um filho e formar uma família está em risco devido a vários fatores incluindo a instabilidade política e econômica, mudanças climáticas e guerras. 

A UFNPA não é a primeira a soar o alarme sobre a crise na fertilidade mundial, mas os números impressionam visto que cerca de 20% dos entrevistados admitem que talvez não possam ter o número de filhos que desejariam, enquanto 1 em cada 4 não conseguirá escolher o melhor momento para ter um bebê. Para 39% a situação econômica instável é um fator que comprometeu ou poderá comprometer a decisão de ter mais filhos ao passo que 1 em cada 5 considera ter menos filhos em razão da situação mundial instável atual e futura. A publicação traz ainda o testemunho de vários jovens que revelam medo, preocupação e ansiedade em relação ao futuro, o que reflete na decisão de talvez não formar uma família nem ter filhos. 

O Brasil foi um dos países incluídos na pesquisa e entre as principais barreiras relatadas pelos brasileiros que limitariam o número de filhos desejados estão: questões financeiras (39%) e habitacionais (18%), desemprego ou falta de estabilidade no trabalho (26%), instabilidade política (21%) e falta de um parceiro (15%). Dados recentes divulgados pelo IBGE revelam que a natalidade no Brasil vem caindo e em 2023 atingiu o menor nível em quase 50 anos, enquanto os nascimentos em mulheres acima de 35 anos aumentaram. Nos Estados Unidos, também houve uma redução na natalidade de 14% enquanto os partos em mulheres acima de 40 anos aumentaram 193%. Tais números revelam a tendência mundial de adiamento da maternidade em prol dos estudos e da dedicação ao mercado de trabalho.  

Como a fertilidade feminina reduz rapidamente após os 35 anos, essas mulheres correm o risco de enfrentar dificuldades para engravidar. A solução seria congelar óvulos para burlar o envelhecimento ovariano, mas tal tratamento não está disponível para todas. Cabe aqui ressaltar que estudos recentes têm apontado a idade paterna acima de 44 anos como possível fator de infertilidade. 

Para piorar a situação, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), cerca de uma em cada seis pessoas enfrentam dificuldades para engravidar em todo o mundo. Estudos recentes corroboram a queda significativa da fertilidade nos últimos 70 anos e que deve seguir caindo até 2100 com reflexos negativos na economia, seguridade social e força de trabalho, comprometendo o bem-estar de todos a e a prosperidade das nações. Hábitos como tabagismo, sedentarismo dieta rica em ultraprocessados e o aumento da obesidade adicionam ingredientes insalubres que afetam a fertilidade. Realizar o sonho da maternidade para milhões de mulheres pode significar a realização de exames e tratamentos sofisticados e caros que infelizmente não estão disponíveis para todas.  

O relatório da UNFPA conclui que as barreiras para evitar gestações não planejadas e constituir família são as mesmas: instabilidade econômica, falta de parceiros que apoiem a gravidez e a criação dos filhos, precariedade de assistência médica para prevenção de infertilidade assim como seu diagnóstico e tratamento. A solução para enfrentar a crise reprodutiva segundo a UFNPA seria assegurar que as pessoas possam escolher livremente de maneira consciente sobre seu planejamento familiar de modo que tenham o direito de decidir se quiserem, quando e como formar suas famílias. Dessa forma, desenvolver e implementar políticas públicas educativas sobre planejamento reprodutivo e infertilidade, além de oferecer tratamento especializado para aqueles que necessitarem e estabelecer programas de prevenção são medidas fundamentais se quisermos construir um futuro com justiça social e econômica para todos.   

 

Márcia Mendonça Carneiro - Diretora científica Clínica Origen BH. Professora Titular- Departamento de Ginecologia e Obstetrícia – Faculdade de Medicina da UFMG


Atenção Viajante: Medicamentos Comuns no Brasil Podem Ser Proibidos no Exterior e Gerar Problemas na Alfândega

Planejamento de viagem internacional vai além de reservas e passagens: levar medicamentos comuns pode gerar multas, deportações e até prisões em outros países.

 

Ao preparar uma viagem internacional, poucos brasileiros se atentam para um detalhe que pode transformar férias dos sonhos em uma verdadeira dor de cabeça: a legislação internacional sobre medicamentos. Analgésicos, antitérmicos, descongestionantes e até anticoncepcionais populares no Brasil podem ser considerados substâncias proibidas ou controladas em outros países — e isso pode resultar em sanções severas, como multas, apreensões, deportações e até prisão.

Segundo Wilson Silva, diretor de marketing e tecnologia da R3 Viagens, “a informação é o melhor aliado do viajante moderno. É fundamental entender que o que é considerado seguro no Brasil pode ser visto como perigoso em outro país. Nossa missão é garantir que cada cliente viaje com tranquilidade e segurança, cuidando de todos os detalhes, inclusive os menos óbvios, como o transporte de medicamentos.”

 

Diferenças regulatórias: uma questão de saúde pública e soberania nacional

A divergência entre o que é permitido no Brasil e o que é aceito no exterior se deve a inúmeros fatores. Cada país tem sua própria agência reguladora — como a ANVISA no Brasil, o FDA nos Estados Unidos e a EMA na Europa —, com critérios diferentes de aprovação e monitoramento de medicamentos.

Enquanto a ANVISA pode autorizar um remédio com base em uma análise de risco-benefício aceitável para a população brasileira, outras agências podem rejeitá-lo com base nas mesmas evidências, priorizando outros critérios de segurança ou considerando diferentes perfis genéticos populacionais.

Além disso, fatores econômicos, culturais e até políticos influenciam diretamente essas decisões. Medicamentos que podem ser usados na produção de drogas ilícitas, por exemplo, são rigorosamente controlados ou banidos em alguns países, independentemente de seu uso terapêutico no Brasil.

 

Os 10 medicamentos brasileiros que mais geram problemas no exterior

A R3 Viagens compilou uma lista dos medicamentos brasileiros mais suscetíveis a causar problemas em aeroportos internacionais:

  1. Dipirona – Proibida em países como EUA, Japão e Austrália, devido ao risco de agranulocitose.
  2. Ritalina (Metilfenidato) – Considerada substância ilegal na Rússia; posse pode levar à prisão.
  3. Nimesulida – Banida na Europa e em países como Canadá e Japão por toxicidade hepática.
  4. Sibutramina – Suspensa na União Europeia por risco cardiovascular elevado.
  5. Diane 35 – Proibida temporariamente na França após casos fatais de trombose.
  6. Avastin (Bevacizumabe) – Proibido nos EUA para tratamento de câncer de mama por falta de eficácia comprovada.
  7. Mytedom (Metadona) – Criminalizado na Rússia, mesmo com prescrição médica.
  8. Clobutinol – Retirado do mercado europeu por riscos cardíacos.
  9. Arcoxia (Etoricoxibe) – Rejeitado pelo FDA por aumentar pressão arterial e risco de infarto.
  10. Descongestionantes nasais com pseudoefedrina ou fenilefrina – Altamente controlados ou considerados ineficazes nos EUA e na Europa.

 

Como se proteger e evitar problemas

1. Planeje com antecedência:
A recomendação da R3 Viagens é verificar as regras do país de destino com no mínimo 30 dias de antecedência. Sites de embaixadas, consulados e órgãos oficiais são as melhores fontes para essa pesquisa.

2. Tenha toda a documentação:
Leve a receita médica original e, se possível, uma versão em inglês com uma breve descrição do diagnóstico. Medicamentos controlados exigem ainda mais atenção. Também mantenha a nota fiscal dos medicamentos.

3. Transporte adequado:
Medicamentos devem sempre ser levados na bagagem de mão, com suas embalagens originais. Recipientes acima de 100ml podem ser barrados na segurança do aeroporto, especialmente no caso de líquidos.

4. Busque alternativas:
Se o medicamento for proibido no país de destino, solicite ao seu médico uma alternativa permitida internacionalmente. Para tratamentos prolongados, pode ser mais seguro adquirir o medicamento localmente, com prescrição médica.

5. Equipamentos médicos:
Itens como insulina, seringas ou inaladores devem estar acompanhados de laudo médico. Verifique também compatibilidade elétrica de aparelhos e eventuais exigências sanitárias locais.

6. Contate o consulado:
Em caso de dúvida, o contato direto com o consulado do país de destino é essencial. Eles podem orientar sobre exigências específicas e sobre como proceder em situações de emergência.

 

Tabela-resumo: onde o problema pode acontecer

Medicamento

Uso Principal

Países com Restrição

Motivo da Proibição

Dipirona

Analgésico/Antitérmico

EUA, Japão, Austrália, Europa

Agranulocitose

Ritalina

TDAH/Narcolepsia

Rússia, Europa

Derivado de anfetamina

Nimesulida

Anti-inflamatório

Canadá, Japão, Espanha

Risco hepático

Sibutramina

Emagrecedor

Europa

Risco cardíaco

Diane 35

Anticoncepcional hormonal

França

Tromboembolismo

Avastin

Anticancerígeno

EUA (para câncer de mama)

Eficácia duvidosa

Mytedom

Analgésico potente

Rússia

Classificado como droga ilícita

Clobutinol

Antitussígeno

Europa

Efeitos cardíacos

Arcoxia

Anti-inflamatório

EUA

Aumento de pressão arterial

Pseudoefedrina/Fenilefrina

Descongestionante nasal

EUA, Europa

Uso em drogas ilegais/ineficácia

 

 

A importância do planejamento em viagens internacionais

Para a R3 Viagens, uma agência de viagens corporativas com mais de 10 anos de experiência no mercado (conheça a empresa), a segurança e o bem-estar do viajante vêm sempre em primeiro lugar. Seja para viagens a negócios, lazer de alto padrão ou eventos corporativos, a empresa oferece um serviço completo de consultoria, suporte e inteligência de viagem — incluindo alertas sobre riscos sanitários e exigências alfandegárias.

“Nosso trabalho vai muito além de emitir passagens. Atuamos como parceiros estratégicos para empresas e viajantes frequentes, orientando sobre todas as questões críticas da jornada, inclusive as que envolvem saúde e regulamentação. Uma viagem segura começa com informação”, afirma Wilson Silva, diretor da R3 Viagens.

 

R3 Viagens


CONITEC abre consulta pública para inclusão de semaglutida no SUS

  • Semaglutida 2,4 mg será o primeiro tratamento para obesidade disponível na rede pública de saúde.
  • Serão beneficiados pacientes com obesidade que tenham histórico de doença cardiovascular estabelecida, sem diabetes, a partir de 45 anos de idade.
  • À base de semaglutida, o medicamento demonstrou cientificamente ser o único para obesidade, aprovado e disponível no Brasil, que também reduz o risco de doenças graves do coração.

 

A Novo Nordisk, líder global em saúde, comunica que a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (CONITEC) abriu uma consulta pública para ouvir a sociedade civil e a classe médica até o dia 30 de junho de 2025 sobre a inclusão de semaglutida 2,4 mg na rede pública de saúde para o tratamento da obesidade em pacientes com histórico de doença cardiovascular estabelecida, sem diabetes, a partir de 45 anos de idade. Se aprovado, este será o primeiro tratamento medicamentoso para a doença disponível na rede pública de saúde brasileira. 

Segundo o atlas Mundial da Obesidade 2025, lançado em março pela Federação Mundial da Obesidade, um bilhão de pessoas vive com sobrepeso em todo o mundo e o número pode passar de 1,5 bilhão até 2030. Só no Brasil, quase 1/3 dos adultos vive com a doença, que cresce de forma acelerada no país. O levantamento mostrou que 68% dos brasileiros adultos estão vivendo com sobrepeso, sendo que esse número chega a 31% quando se fala em obesidade. 

“Atualmente, o Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) de sobrepeso e obesidade do Sistema Único de Saúde (SUS) recomenda apenas intervenções de mudança de estilo de vida, como dieta e atividade física, e, em casos mais graves, a cirurgia bariátrica. No entanto, existe uma lacuna significativa entre essas opções, pois muitos pacientes não respondem adequadamente apenas às mudanças de estilo de vida, mas ainda não são elegíveis ou preferem não recorrer à cirurgia. Além disso, em situações mais graves, para ser submetido à uma cirurgia tão invasiva, o paciente também precisa perder peso antes do procedimento. Semaglutida 2.4 mg preenche essa lacuna ao oferecer, pela primeira vez na rede pública, uma opção farmacológica comprovada e eficaz para o tratamento da obesidade, ajudando pacientes que precisam de uma intervenção adicional antes de considerar uma cirurgia, ou ainda, na manutenção dessa perda significativa de peso”, afirma Priscilla Mattar, vice-presidente da Área Médica da Novo Nordisk no Brasil. 

A semaglutida 2,4 mg é o primeiro tratamento para obesidade com benefício cardiovascular comprovado, além de ser, no país, o primeiro análogo semanal do GLP-1 aprovado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA) para tratar pessoas que vivem com obesidade e sobrepeso com ao menos uma comorbidade relacionada ao peso1. Aprovada pela ANVISA em janeiro de 2023, a semaglutida 2,4 mg chegou às farmácias brasileiras em agosto de 2024.


 
Acesso e impacto financeiro 

"Essa submissão representa um passo importante no compromisso da Novo Nordisk em ampliar o acesso da população a tratamentos inovadores e eficazes. A obesidade é uma doença grave que impacta diretamente a saúde pública e a economia do Brasil, contribuindo para mais de 60 mil mortes prematuras anualmente no país, relacionadas a condições como diabetes tipo 2 e AVC. Oferecer um tratamento medicamentoso comprovado para a obesidade na rede pública pode não apenas salvar vidas, mas também reduzir os custos associados ao tratamento das doenças crônicas ligadas ao sobrepeso", ressalta Leonardo Bia, vice-presidente de Assuntos Corporativos e Sustentabilidade da Novo Nordisk no Brasil. 

De acordo com um estudo realizado pelo Departamento de Medicina Preventiva da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), dos 6 bilhões de reais que foram utilizados em 2019 com tratamento de doenças crônicas, aproximadamente 22% ou 1,5 bilhão de reais foram atribuídos ao excesso de peso e à obesidade. 

Para participar da consulta pública, a população deve acessar este link e enviar suas contribuições até o dia 30 de junho de 2025.

 


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Referência 

1) Lincoff AM, Brown-Frandsen K, Colhoun HM, et al. Semaglutide and Cardiovascular Outcomes in Obesity without Diabetes. N Engl J Med. 2023; 389:2221-2232.


Diabetes: epidemia silenciosa que atinge todos

Em livro, especialista em Nutrição Funcional mostra como a reeducação alimentar e um estilo de vida mais consciente podem ajudar a prevenir, controlar e até reverter a doença


Uma em cada nove pessoas adultas no mundo vive com diabetes — e milhões ainda não sabem que têm a doença. O impacto do estudo IDF Diabetes Atlas 2025 vai muito além de quem recebe o diagnóstico: afeta familiares, redes de apoio, ambientes de trabalho e sobrecarrega os sistemas de saúde, afetando direta ou indiretamente uma parcela significativa da população mundial.

Diante dessa epidemia silenciosa, cresce a importância da educação em saúde como estratégia para controle e prevenção da progressão da doença. É com esse foco que a terapeuta ortomolecular Cintia Oliveira lança o livro Diabetes em Remissão: A Revolução da Alimentação Consciente. A obra reúne orientações práticas sobre como a alimentação pode atuar diretamente no controle da glicemia e no enfrentamento do quadro clínico da diabetes. 

Voltado a pessoas que acabaram de receber o diagnóstico, estão em processo de adaptação ao tratamento ou buscam evitar o uso de insulina, o livro enfatiza a importância das mudanças no estilo de vida. Melhorias na alimentação, prática regular de atividades físicas, controle do estresse e sono de qualidade podem reduzir os riscos de complicações e, em alguns casos, levar à remissão do quadro clínico do diabetes tipo 2.

Os erros alimentares podem descompensar a diabetes e dificultar o controle da glicemia. Eles acontecem, na maioria das vezes, por falta de conhecimento ou de consciência alimentar, que levam a maus hábitos.

 (Diabetes em Remissão, p. 44)


Entre os temas abordados estão o papel dos macronutrientes, o índice e a carga glicêmica dos alimentos, a importância das fibras, da hidratação e da saúde intestinal, além da relação entre o transtorno metabólico e a hipertensão. A autora também explica como interpretar rótulos e diferenciar alimentos in natura de produtos ultraprocessados, e apresenta dietas recomendadas por sociedades médicas, como a mediterrânea e a low carb. Um dos capítulos é dedicado a desvendar as crenças limitantes que frequentemente impedem a adoção de novos hábitos. A autora reconhece que, mais do que saber o que fazer, é preciso enfrentar as barreiras emocionais e comportamentais que dificultam a mudança — um passo essencial para, de fato, 'virar a chave'.

A proposta de Cintia, que atuou como educadora em diabetes e se especializou em Nutrição Funcional, é oferecer ao leitor ferramentas para entender melhor a própria condição de saúde e fazer escolhas mais conscientes. Diabetes em Remissão não substitui o acompanhamento médico, mas propõe ser um guia acessível e informativo para quem deseja assumir um papel ativo no controle da doença e investir em uma vida com mais autonomia e bem-estar.


Ficha técnica:

Título: Diabetes em remissão
Subtítulo: A Revolução da Alimentação Consciente
Autora: Cíntia Oliveira
ASIN:
B0DPB32SR3
ISBN: 978-65-01-28695-2
Páginas: 111
Formato: 13 x 21cm
Preço: R$ 36,74
Onde encontrar:
UICLAP

Sobre a autora: Cintia Oliveira é jornalista, especialista em direitos humanos e atuou como educadora em diabetes, unindo comunicação e saúde em sua trajetória. Em busca de compreender melhor essa doença crônica e promover uma abordagem mais integral do cuidado, formou-se também em Enfermagem, Nutrição Funcional e Terapêutica Ortomolecular. Brasileira, já viveu em Angola e Portugal, e atualmente mora na Bélgica.

Instagram: @muitomaisaudehoje

 

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