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segunda-feira, 7 de abril de 2025

Segurança na Gestão de Dados Potencializada por IA: Velocidade de Resposta, Assertividade e Inteligência aplicadas na Proteção do Negócio

A segurança de dados continua sendo uma prioridade das empresas, frente ao aumento exponencial do volume de dados gerados e armazenados em diferentes ambientes de redes. O advento de novas tecnologias e a digitalização acelerada, juntamente com a proliferação de dispositivos interconectados, amplificam os riscos de ataques, como ransomware, vazamentos de dados e acessos não autorizados. Nesse cenário, a proteção de dados deixou de ser uma questão apenas técnica, para ser a prioridade estratégica que garante a continuidade dos negócios.

Uma resposta a esses desafios tem sido o uso da Inteligência Artificial (IA) na gestão e proteção de dados. No entanto, seu uso em segurança de dados traz consigo desafios complexos, principalmente em relação às questões regulatórias e éticas, que estão em processo de definição tanto no âmbito nacional quanto internacional.


A Necessidade de Proteção de Dados no Contexto Atual

Considerando o cenário dinâmico e interconectado das empresas, sofrer um ataque compromete cada vez mais a integridade dos dados e a reputação da empresa, ao expor ou comprometer dados de clientes e segredos de negócio, regulamentações locais e globais. Um ataque de ransomware, por exemplo, é uma ameaça grave, pois além dos riscos para ambientes de múltiplas nuvens, exige um planejamento de dados preventivo e preditivo.

Neste contexto, a IA surge como uma ferramenta poderosa para a gestão de segurança de dados. Ela permite a automação de processos complexos, como backup e recuperação de dados, além de melhorar a capacidade de detecção e resposta a incidentes de segurança. A IA identifica padrões de comportamento anômalos que sinalizam possíveis ameaças, muitas vezes antes que elas se concretizem. Assim, a velocidade de resposta é alinhada a necessidade de continuidade do negócio, minimizando riscos de segurança, de impactos financeiros e de credibilidade da marca.


O Impacto da Inteligência Artificial na Segurança de Dados

A aplicação de IA na segurança de dados tem transformado o setor de maneiras significativas. Sua capacidade de analisar grandes volumes de dados em tempo real permite detectar comportamentos anômalos e prever riscos antes que se tornem críticos, diferenciando-se das abordagens tradicionais baseadas em regras fixas. Essa proatividade melhora a eficiência na prevenção de incidentes e reduz a dependência de intervenções manuais.

Além disso, a automação dos processos de recuperação de dados, como o backup e a restauração, é essencial para manter a integridade das informações e garantir a continuidade dos negócios. A IA, ao identificar as melhores práticas para restaurar sistemas de maneira eficiente e segura, minimiza o tempo de inatividade e evita a perda de dados valiosos.

Em um cenário cada vez mais dependente da nuvem, com dados distribuídos por diferentes provedores de serviços, a IA se torna ainda mais relevante. Ela permite o gerenciamento centralizado da segurança, não importa onde os dados estão armazenados, além de identificar vulnerabilidades e falhas que poderiam passar despercebidas por regras fixas pré-estabelecidas.


Desafios Regulatórios no Uso de IA

Embora a IA ofereça avanços para a proteção de dados, ela também levanta uma série de questões regulatórias. A rápida evolução da tecnologia cria desafios em termos de ética, transparência e regulamentação, que ainda estão sendo definidos em muitos países.

Em vários países esse tipo de questão tem sido debatido e, no Brasil, o tema é tratado no Projeto de Lei 2.338/2023, aprovado no Senado no fim do ano passado e que atualmente está em tramitação na Câmara de Deputados. 

Assunto é complexo e abrange muitos pontos, criando oportunidades para o mercado de proteção de dados - uma vez que, com o aumento das exigências regulatórias, as empresas enfrentam o desafio de equilibrar a inovação tecnológica com a necessidade de proteger os direitos dos indivíduos. Para isso, é fundamental que as organizações consigam executar eventuais atualizações e ajustem suas soluções de segurança, conforme novas legislações sejam aprovadas.


O Futuro da Proteção de Dados e da Inteligência Artificial

O futuro da segurança de dados dependerá de um equilíbrio entre inovação tecnológica e responsabilidade ética. A Inteligência Artificial, quando aplicada à proteção de dados, oferece benefícios significativos, mas sua implementação deve ser acompanhada por regulamentações claras e transparentes, que protejam os direitos dos indivíduos e promovam o uso ético da tecnologia. A criação de sistemas de governança adequados e a regulamentação constante serão essenciais para garantir que a IA seja utilizada de maneira segura, justa e sustentável, impulsionando a inovação sem prejudicar os direitos fundamentais da sociedade.

 

Gustavo Leite - Vice-presidente para América Latina da Cohesity


Desafios e oportunidades: Maduros no mercado de trabalho e transições de carreira na maturidade


Em um cenário de rápidas transformações no mercado de trabalho, onde novas tecnologias e modelos de negócios estão constantemente moldando o futuro das profissões, a presença dos maduros nas companhias ganha cada vez mais relevância. Para muitos profissionais da minha geração, que passaram décadas construindo uma carreira sólida, a transição ou ingresso em uma nova área pode parecer desafiadora. Mas a verdade é que isso já é uma realidade para diversos profissionais longevos. 

No segundo trimestre de 2024, dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) indicaram que o número de profissionais com mais de 60 anos ocupados no Brasil alcançou aproximadamente 8,042 milhões. Em 2012, quando o levantamento começou, eram quase 5,0 milhões. Além disso, o crescimento da economia prateada no país tem levado o mercado a se tornar cada vez mais atento a esse público. Nesse contexto, é fundamental garantir a representatividade dessas pessoas nas empresas, para que possam orientar as marcas de forma estratégica. Paralelamente, muitos profissionais com 50 anos ou mais estão ingressando no setor de empreendedorismo sênior. Seja com consultorias ou mentorias, investindo e apoiando o desenvolvimento de startups ou, usando todo o seu conhecimento adquirido e habilidades em empresas de menor porte.

 

A experiência como vantagem competitiva

Uma das maiores vantagens dos profissionais maduros é a experiência acumulada ao longo dos anos. Como ex-executivo de uma grande seguradora multinacional, fui testemunha de como o conhecimento adquirido ao longo das décadas pode se tornar um ativo de imensurável valor para as empresas. Embora o domínio das tecnologias mais recentes seja essencial, a habilidade de tomar decisões embasadas, com base em uma visão ampla e experiências vividas, é um diferencial que muitos profissionais mais jovens ainda estão em processo de desenvolvimento.

Esse acúmulo de conhecimento e a capacidade de liderar com maturidade e ética são altamente valorizados em diferentes setores. Empresas estão cada vez mais reconhecendo o valor dos profissionais maduros, que podem trazer uma perspectiva de longo prazo para suas estratégias de negócios. A sabedoria adquirida ao longo dos anos não se resume apenas a habilidades técnicas, mas também a uma visão aguçada sobre o comportamento humano e a capacidade de resolução de crises complexas.
 

Desafios e oportunidades na transição

Naturalmente, a transição de uma carreira tradicional para uma nova fase, seja ela de consultoria, empreendedorismo ou de trabalho voluntário, pode apresentar desafios. A adaptação às novas formas de trabalho, como o home office ou o uso de ferramentas digitais, pode ser um obstáculo para alguns. Porém, é importante lembrar que, embora as ferramentas possam ser novas, a forma de liderar, negociar e influenciar pessoas permanece em grande parte a mesma.

Investir em atualização de habilidades técnicas, como o uso de plataformas digitais e redes sociais profissionais, pode ser um passo essencial para continuar relevante no mercado. Além disso, buscar uma mentalidade de aprendizado contínuo é fundamental para se manter competitivo e ágil.

Por outro lado, a maturidade proporciona uma perspectiva mais equilibrada sobre a vida profissional. A transição de carreira na maturidade permite que o profissional se envolva em projetos que talvez não tenha tido tempo ou coragem de assumir antes. Muitos ex-executivos, por exemplo, têm optado por se tornar mentores, assumindo cargos de consultoria ou investindo em startups, contribuindo com sua experiência para ajudar novas gerações de líderes a crescerem de maneira mais sólida e estratégica.
 

A importância do planejamento e autoconhecimento

Não é segredo que a transição de carreira exige planejamento. É necessário refletir sobre o que queremos para o futuro, quais interesses ainda não explorados desejamos seguir e como podemos utilizar nossa rede de contatos para abrir novas portas. O momento da aposentadoria ou da mudança de carreira deve ser visto não como uma pausa, mas como uma oportunidade para redirecionar nossa trajetória profissional.

O autoconhecimento desempenha um papel essencial nesse processo. Perguntar-se o que realmente motiva e o que deseja alcançar a longo prazo pode ser o primeiro passo para construir uma nova etapa profissional mais alinhada com seus valores e interesses. E, muitas vezes, é neste momento que os profissionais maduros descobrem novas paixões ou atividades que antes não imaginavam.
 

Conclusão

Em última análise, a transição de carreira para os maduros é uma oportunidade de reavaliação e reinvenção. Não se trata apenas de continuar trabalhando, mas de trabalhar com um novo propósito, com mais equilíbrio e em áreas que talvez nunca tenhamos considerado antes. Como alguém que já experimentou essa transição, posso afirmar que essa fase da vida é mais uma chance de evolução do que um fim.

A maturidade no mercado de trabalho é uma janela de novas possibilidades, e os profissionais maduros têm tudo o que é necessário para não apenas se adaptarem, mas para prosperarem. É hora de dar espaço para a sabedoria adquirida ao longo dos anos brilhar, transformando a experiência em uma verdadeira força para o futuro.
 



Marcos Eduardo Ferreira - Empreendedor, Investidor Anjo, Especialista em Longevidade e Mercado Securitário. Possui experiência de 32 anos como Executivo na MAPFRE. Nos últimos 15 anos, ocupou o cargo de CEO no Brasil e América do Sul, período em que também viveu como expatriado em Bogotá (2017 a 2020). Após essa trajetória profissional, decidiu embarcar em um período sabático, com o objetivo de reorganizar sua vida familiar e aprimorar seus conhecimentos em temas relacionados à Longevidade. Durante esse período de pausa, Marcos cursou a 1ª Turma do Programa de Especialização em Mercado de Longevidade da FGV – SP. Além disso, investiu em startups e, cofundou o Homens de Prata, canal no Youtube. Em julho de 2022, lançou a Silver Hub - Aceleradora e Agregadora de Negócios, com foco no apoio ao desenvolvimento de empreendedores e startups que oferecem produtos e serviços para o público 50+. Marcos é um entusiasta do empreendedorismo e um observador ativo dos impactos da longevidade, além de ser um grande incentivador da economia prateada.

A água que sai da sua torneira é mesmo segura?

Enquanto a população mantém a atenção voltada a restaurantes e estabelecimentos comerciais, os números mais recentes do Ministério da Saúde revelam um dado incômodo: a maior parte dos surtos de doenças transmitidas por alimentos (DTHA) no Brasil acontece dentro de casa. 

 

Um levantamento do Ministério da Saúde revelou que, entre 2014 e 2023, mais de um terço (34%) dos 6.847 surtos registrados ocorreu em residências — número que supera em mais de duas vezes os casos registrados em restaurantes e padarias (14,6%).

 

A informação desmonta uma crença popular: a de que o maior risco à saúde está ao comer fora. Na verdade, o ambiente doméstico também esconde perigos silenciosos que muitas vezes são ignorados. Um deles está no que se bebe. E não, não basta confiar no tratamento da companhia de saneamento.

 

“Mesmo quando falamos de regiões com abastecimento regular e tratamento municipal adequado, isso não significa que a água que chega ao copo está segura”, afirma Paula Eloize, mestre em segurança dos alimentos pela Universidade de Lisboa e referência nacional no tema. 

 

“O que muitas pessoas esquecem é que o percurso da água até a torneira envolve caixas d’água mal higienizadas, encanamentos antigos ou com microfissuras e até instalações contaminadas dentro da própria residência”, acrescenta.

 

Segundo ela, não é incomum encontrar reservatórios com limo, restos de sujeira e até insetos mortos em vistorias domiciliares. “A água pode sair potável da estação, mas não chegar potável até o consumo. 

 

E é aí que mora o perigo. A caixa d’água precisa ser higienizada pelo menos a cada seis meses, com produto adequado e escovação manual das paredes internas. Sem isso, você está exposto a contaminações que não vê”, reforça Paula Eloize.


 

Microrganismos invisíveis, consequências visíveis

 

O consumo de água contaminada está diretamente associado a doenças como hepatite A, cólera, giardíase, febre tifóide e diversas infecções intestinais. Os sintomas mais comuns incluem náusea, vômitos, diarreia, febre e desidratação. 

 

Em casos mais graves, especialmente entre crianças, idosos e pessoas imunocomprometidas, pode haver necessidade de internação — o que gera também impacto direto nos cofres públicos. 

 

Estima-se que o Brasil gaste anualmente mais de R$ 99 milhões com internações causadas por doenças de origem hídrica, segundo levantamento do DATASUS.

 

Além da água ingerida diretamente, há riscos associados ao preparo de alimentos. Paula Eloize alerta: “A água da torneira pode ser usada para cozinhar, sim — desde que seja fervida. A fervura mata bactérias e parasitas, o que já é um bom avanço. Mas não elimina metais pesados nem resolve problemas relacionados ao flúor, que é um benefício à saúde bucal e deve ser mantido”, completa.

 

Ela reforça também que os alimentos crus, como frutas e verduras, devem ser lavados com solução específica, e que não se deve confiar apenas no enxágue. “O maior erro é lavar com água da torneira e achar que está limpo. Quando falamos em segurança dos alimentos, a contaminação pode estar em detalhes”.


 

Cozinha limpa não é, necessariamente, cozinha segura

 

Paula Eloize também chama atenção para outro ponto sensível: a percepção equivocada de que um ambiente limpo é, automaticamente, um ambiente seguro. “Não basta estar visualmente limpo. A higienização precisa seguir critérios técnicos. Uma esponja suja, um pano úmido, uma tábua de carne com ranhuras ou mesmo o ato de manipular alimentos crus e, na sequência, mexer na salada, são práticas perigosas”, destaca a especialista.

 

Outro fator crítico é a temperatura dos alimentos. A chamada “zona de perigo” — entre 5°C e 60°C — é o intervalo onde bactérias se multiplicam rapidamente. “Muita gente deixa a comida esfriando em cima da pia por horas. Além disso, é preciso manter alimentos quentes acima de 60°C e frios abaixo de 5°C. Parece detalhe, mas pode fazer toda a diferença”, reforça Paula Eloize.


 

Do supermercado à mesa: a responsabilidade é sua

 

Para a especialista, a segurança dos alimentos não é exclusividade de restaurantes ou da indústria. “Ela começa no supermercado, com escolhas seguras. Continua na forma como armazenamos os produtos em casa, e termina na manipulação correta dos alimentos. É uma cadeia de cuidados, e qualquer elo frágil pode colocar toda a família em risco”, afirma.

 

Por isso, as orientações são claras: 

  • Limpe a caixa d’água a cada seis meses;
  • Evite utilizar água diretamente da torneira para consumo sem fervura ou filtragem adequada;
  • Verifique o estado do encanamento da sua casa;
  • Não armazene alimentos prontos fora da geladeira por mais de duas horas;
  • Nunca reutilize tábuas, facas e panos sem lavagem adequada;
  • Treine sua equipe doméstica e fale sobre riscos invisíveis com quem prepara a comida no dia a dia.

 

O maior risco pode estar onde você menos espera

 

Quando dados oficiais mostram que mais de um terço dos surtos alimentares acontecem em casa, a responsabilidade pela saúde da sua família ganha nova dimensão. 

“Não basta fiscalizar restaurantes”, conclui Paula Eloize. “É preciso informar, educar e empoderar a população para que cada cozinha seja um espaço de cuidado — e não de risco”.


BOLETIM DAS RODOVIAS

Pontos de lentidão nas rodovias concedidas sentido capital nesta manhã

 

A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo na manhã desta segunda-feira (07).

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação 5x5 - A Rodovia Anchieta (SP-150) tráfego lento do km 16 ao km 10 e congestionado do km 22 ao km 17. No sentido litoral, o tráfego é normal. Já a Rodovia dos Imigrantes (SP-160) tem tráfego normal, sentido litoral e lento, sentido capital, do km 19 ao km 14.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

A Rodovia Anhanguera (SP-330) registra pontos de lentidão no sentido capital do km 14 ao km 11+360, do km 24 ao km 21, do km 61 ao km 60 e do km 109 ao km 104, sentido interior, o tráfego é lento do km 55 ao km 58. Na Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), o tráfego é normal, sentido interior, no sentido capital, congestionado do km 18 ao km 13+360.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

A Rodovia Raposo Tavares (SP-270) apresenta tráfego normal em ambos os sentidos. Na Rodovia Castello Branco (SP-280), o tráfego é lento, sentido interior do km 20 ao km 25, pista expressa e marginal, no sentido capital, o tráfego é lento do km 30 ao km 24 e do km 19 ao km 13+290.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

Há lentidão do km 22 ao km 15 no sentido capital, no sentido interior o tráfego é normal.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.



domingo, 6 de abril de 2025

Abril Laranja: falta de acesso a serviços veterinários agrava o problema de abandono animal

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No Brasil há 30 milhões de animais abandonados. Para Martha Rodrigues, CEO da Guapeco, a acessibilidade a serviços veterinários pode reduzir o índice de abandono


O mês de abril foi escolhido pela Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade a Animais (SPCA) como o mês dedicado às campanhas e ações de prevenção à crueldade contra animais. Representada pela cor laranja, a campanha visa conscientizar e sensibilizar as pessoas sobre a causa animal. Durante o Abril Laranja, Martha Rodrigues, CEO da Guapeco, plataforma pioneira em planos de saúde pet como benefício corporativo no Brasil, chama atenção para uma questão estrutural: o custo e a dificuldade de acesso a serviços veterinários são fatores que contribuem para o abandono de animais no país.

No Brasil, o cenário de abandono de cães e gatos é um dos pontos críticos a serem enfrentados. O Índice de Abandono Animal, encomendado pela MarsPetCare, apurou que o país conta com mais de 30 milhões de indivíduos abandonados. A falta de acessibilidade a serviços de saúde contribui para piorar esse quadro. Uma pesquisa da Quaest revelou que cerca de 50% dos tutores de pets já deixaram de levar seus animais ao veterinário por conta dos custos. Martha explica que esses custos impactam diretamente no volume de abandonos.

Martha viveu de perto a realidade de resgatar e cuidar de um animal abandonado. Sua gatinha, Amabile, hoje com três anos, foi deixada sozinha no local de trabalho de sua mãe quando tinha apenas quinze dias de vida, pesando apenas 215 gramas e com os olhos gravemente comprometidos. O histórico da gatinha sugere que ela foi a única sobrevivente de uma ninhada ou a que nasceu mais debilitada, o que pode ter levado ao abandono. Ao levá-la ao veterinário, Martha recebeu a notícia de que a gatinha dificilmente sobreviveria e, caso resistisse, perderia os dois olhos e nunca enxergaria.

“Ali começou nossa batalha pela vida da Amabile. Consultamos um veterinário especialista e um oftalmologista, iniciando um protocolo intensivo de cuidados. Ela precisava ser alimentada na mamadeira a cada três horas, não conseguia manter a temperatura corporal e precisava de auxílio até para fazer suas necessidades. Os primeiros quinze dias após o resgate exigiram atenção constante. Contra todas as previsões, conseguimos reverter o quadro. Amabile manteve os dois olhos por dois anos e meio, mas no ano passado precisou remover um deles. Apesar de nunca ter enxergado, ela se desenvolveu muito bem. Hoje, pesa quase cinco quilos, é extremamente inteligente e tem uma vida boa”, conta a tutora e executiva da Guapeco.

O acesso a cuidados básicos, como vacinas, consultas preventivas e castração, além de reduzir o risco de abandono e prevenir doenças, também impacta a saúde financeira dos tutores. Martha explica que isso acontece porque tratar doenças que poderiam ser prevenidas com vacinas, como a cinomose, por exemplo, é extremamente caro e inviável para a grande maioria das famílias brasileiras.

“Por outro lado, os custos de manter os pets vacinados e com consultas em dia são muito menores e podem ser administrados com mais facilidade, ainda mais se a família contar com o apoio de veterinários de custo popular ou com planos de saúde pet”, destaca.

Com abrangência nacional, a Guapeco possibilita aos tutores de que seu animal possa ser atendido tanto na rede referenciada ou no seu médico-veterinário de confiança. A HRtech reembolsa valores em serviços como consultas, vacinas, exames, procedimentos cirúrgicos e até mesmo diárias de internação a depender do plano contratado. A plataforma se diferencia ao oferecer o benefício de saúde para, além de cães e gatos, que representam 70% dos pets dos brasileiros, as animais não convencionais. O benefício não possui limite de idade, contribuindo para a proteção e cuidados dos animais mais idosos e que requerem uma assistência maior.


Como contribuir com a causa animal

Para quem deseja ajudar, Martha destaca que há diversas formas de contribuir. Oferecer lar temporário a animais resgatados, evitar a compra de pets e priorizar a adoção são atitudes fundamentais para combater o abandono. A executiva destaca que muitas pessoas procuram imediatamente uma ONG ou um protetor independente para resolver a situação, mas essas redes de apoio estão sempre sobrecarregadas e endividadas, sem conseguir atender à alta demanda. 

"Vale lembrar que antes de adotar um pet, é preciso avaliar se a família está preparada para essa responsabilidade. Cuidar de um animal exige dedicação e planejamento para toda a vida dele", reforça Martha.



Dicas para viajar com os animais

Antes de viajar, providencie uma plaqueta com seu nome, endereço e telefone, e coloque-a na coleira do animal. 

 

Para as pessoas que possuem animais de estimação, as viagens representam um momento de indecisão. Posso levá-lo? Ele ficará bem sem a minha companhia, em casa? Ou talvez fosse melhor deixá-lo em um hotel para animais, ou com um cuidador profissional? Tanto para quem pretende mantê-los em casa durante este período, quanto para aqueles que desejam levá-los, um veterinário especialista em comportamento animal pode ajudá-lo nessa hora.

 

Segundo a editora da Revista Ecotour News, Vininha F. Carvalho, uma opção é ter alguém que possa ficar em sua casa, de confiança e, que possa tratá-lo com carinho e dedicação. A rotina é mantida e o animal permanecerá no local em que se sente mais seguro. Contudo, nem sempre isto é viável.

 

Por outro lado, um animal sociável pode ter nos hotéis para pets uma alternativa interessante, pois oferece a vantagem de poder interagir com outros animais. Entre as duas opções, estão o pet siter ou pet walker, que pode visitar sua casa e passear com o cão durante o período em que você estiver fora, preferencialmente duas vezes ao dia. Atualmente, no Brasil e no exterior, a maioria dos hotéis permite a presença de animais, isto facilita na definição do roteiro.

 

Pela liberdade e praticidade, o carro costuma ser o meio de transporte mais recomendado para levar os animais nas viagens. É importante ele esteja acostumado a andar de carro. Caso contrário, é necessário prepará-lo para a viagem semanas antes. Voltas curtas ajudam o animal a se sentir mais familiarizado com a experiência.

 

Para evitar que ele fique muito agitado, o animal antes da viagem pode ser estimulado a ficarem cansados, principalmente os hiperativos. Dar um passeio de coleira pela vizinhança poderá ajudá-lo a gastar mais energia. Dessa maneira ele ficará mais calmo durante a viagem, quem sabe até dormirá. É imprescindível, também, saber se o animal está bem para poder encarar algumas horas de estrada. Além disso, ele deve estar com as vacinas em dia, em especial a antirrábica.

 

Alguns animais sentem enjoos com o balanço do carro e, para evitar que isso aconteça, é recomendável em viagens de até 12 horas, ele não deve ser alimentado nas três horas que antecedem a partida, nem durante o trajeto. E ainda, que o animal esteja acostumado com a estrada e não sofra de náuseas e vômitos, a recomendação é oferecer uma quantidade menor do que o habitual de alimento, antes da viagem, até para não estimular a defecação.

 

Em trajetos muito longos é importante parar para descanso, oferecer água e dar uma volta com o animal. Mas é preciso tomar cuidado com a quantidade de água oferecida, pois o excesso pode causar indisposição.

 

"O horário deve ser definido de acordo o clima, que precisa ser ameno e com pouco trânsito para evitar que ocorra o estresse. As paradas devem ser obrigatórias para que possam atender as necessidades fisiológicas. Jamais o deixe sozinho dentro do carro, principalmente em dias quentes, isto pode ser fatal", orienta Vininha F. Carvalho

 

A temperatura dentro do carro precisa ser agradável, de forma que o animal não receba luz direta do sol e conte com boa ventilação. Ar condicionado é bem-vindo, desde que esteja numa temperatura ambiente. Os animais não podem viajar soltos dentro do carro e, sim, acomodados numa caixa de transporte apropriada, grande o bastante para que o animal possa permanecer de pé, e que consiga dar uma volta em torno de si mesmo.

 

"Para o transporte aéreo, existem diversas restrições de acordo com cada companhia. Não é recomendado transportar, por exemplo, fêmeas prenhes, animais idosos e/ou portadores de doenças cardiorrespiratórias ou neurológicas. Cães braquicéfalos, ou de “focinho curto”, como boxers, pequinês, buldogues e pugs geralmente são proibidos de viajar em aviões.

Antes de viajar, providencie uma plaqueta com seu nome, endereço e telefone, e coloque-a na coleira dele. Também vale a pena adicionar o nome e endereço de onde vai estar hospedado", conclui Vininha F. Cavalho.

 

Check-up veterinário é importante para descobrir doenças crônicas dos pets

Em Goiás, um projeto de Lei reconhece essa necessidade e oferece auxílio para hemoterapia animal

 

Assim como os humanos, os animais de estimação também precisam de cuidados regulares para se manterem saudáveis. O check-up preventivo é uma ferramenta essencial para detectar problemas antes que se tornem graves. A consulta periódica com um veterinário é fundamental nesse processo. 

A médica veterinária Joyce Samara Queiroz Castro, especialista em Farmacologia e Terapêutica Veterinária, docente da Una Itumbiara (ecossistema Ânima), ressalta a importância dos exames preventivos. “Os principais exames recomendados incluem hemograma completo, ureia e creatinina, além de avaliações de colesterol, das funções hepáticas e glicemia. Em alguns casos, de animais que têm alguma doença crônica pré-existente, solicitamos exames mais específicos, podendo também diminuir o intervalo de tempo entre esses check-ups”, explica. 

Além dos exames, Joyce enfatiza a necessidade de observar sinais no dia a dia. “Mudanças no comportamento do animal devem ser um sinal de atenção. Se o seu pet estava ativo e agora está mais quieto ou parou de comer, isso pode indicar que algo não está certo”, alerta. Outros sintomas, como vômitos frequentes, fezes amolecidas ou aumento na ingestão de água também são indicativos de que um check-up é necessário. 

Para garantir uma saúde preventiva eficaz, a especialista recomenda “manter a carteira de vacina dos pets em dia, das primeiras vacinas às anuais; manter controle de pulgas e carrapatos corretamente, vermifugação esporádica e check-ups anuais. E o mais importante: oferecer aos pets um ambiente acolhedor com sombra, água, comida e muito amor e carinho”, completa. 

Estar atento a esses sinais pode fazer toda a diferença na saúde do seu melhor amigo. Confira quais são:

- Alterações no comportamento: prostração ou apatia.

- Mudanças nos hábitos alimentares: parar de comer ou beber.

- Sintomas físicos: vômitos frequentes, diarreia ou tosse.

- Coceiras excessivas ou irritações na pele.

 

Projeto de Lei para hemoterapia animal 

Está em trâmite na Assembleia Legislativa de Goiás o projeto de lei 4747/23, que visa estabelecer o Programa Estadual de Hemoterapia Animal, com o objetivo de democratizar o acesso a tratamentos hematológicos para animais de estimação, diante da escassez de clínicas e doações na área. De autoria do deputado Gustavo Sebba (PSDB), o programa prevê a criação de hemocentros para tratamentos e um banco de sangue animal virtual, além de exigir que hospitais veterinários públicos tenham alas específicas para hemoterapia. Leia o projeto na íntegra aqui.

  

Una


Patas que "curam": qual a influência de pets na recuperação de pacientes

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Prática tem efeitos positivos na diminuição do estresse, alívio da dor e distração dos doentes, além de provocar sensação de ambiente familiar 

 

Quem tem um animal de estimação sabe bem que sua presença faz toda a diferença para o bem-estar do tutor; mas, mais do que isso, pets também podem ajudar crianças, adultos ou idosos durante a recuperação de tratamentos. O contato por apenas dez minutos com um cão ou gato — de pequeno ou grande porte, vai depender de cada caso — já é capaz de aliviar dor e trazer mudanças em casos de ansiedade e depressão, segundo pesquisadores da Universidade de Saskatchewan, no Canadá.

 

Esse breve contato já ajuda o corpo a reduzir a pressão sanguínea, o colesterol e o nível de triglicérides, de acordo com pesquisas dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) e do Instituto Nacional de Saúde (NIH), nos Estados Unidos. A presença dos pets também auxilia na produção de endorfina, agindo como um analgésico natural, e serotonina, regulando humor, sono e apetite.

 

Conhecida como “zooterapia”, a prática pode ajudar pacientes hospitalizados, pacientes com câncer, entre outros casos, atuando como um complemento ao tratamento vigente. No tratamento do câncer, por exemplo, os pets ajudam a desviar a atenção dos efeitos colaterais dos remédios e da quimioterapia. 

 

Como parte da zooterapia, existem dois métodos: a Terapia Assistida por Animais (TAA), e a Atividade Assistida por Animais (AAA). A primeira é utilizada com o objetivo de amenizar dores de pacientes durante recuperação ou tratamento, feita com critérios específicos e diagnósticos, e precisa ser acompanhada por profissionais da área da saúde; já a segunda, é com foco recreativo, sem gerar análise de pacientes, e envolve visitação, recreação e distração com o contato com os animais. 

 

“O importante é sempre avaliar com o médico do caso qual é a abordagem mais adequada. Também é indispensável avaliar se o pet em questão está mesmo saudável e com as vacinas em dia, além de entender se a sua personalidade é compatível para essas situações. Tomados todos os cuidados, a prática tem tudo para ser proveitosa”, comenta Marina Meireles, médica comportamentalista do Nouvet, centro veterinário de nível hospitalar em São Paulo. 

 

Para além de alguns minutos em contato, uma recuperação acompanhada de um animalzinho pode causar um efeito prolongado e melhorias na prática de atividades físicas, comunicação, memória e concentração. “Ter os pets presentes também pode estimular uma humanização do ambiente clínico ou hospitalar, distraindo os pacientes e revivendo um cotidiano familiar”, comenta Marina.

 

Com crianças, a prática também se mostra bem-vinda. Para elas, ter que lidar com muitos médicos, o ambiente hospitalar ou os efeitos dos tratamentos pode ser mais delicado e difícil. Então, incentivar a interação entre elas e os pets pode melhorar o humor, a disposição, a comunicação e a paciência durante a hospitalização.

 

“Existem diversas instituições que promovem esses momentos de forma gratuita com hospitais públicos e privados para levar leveza a um cenário tão delicado. Pets são uma ótima fonte de felicidade, diversão e amor e podem fazer toda a diferença na recuperação de crianças, adultos e idosos”, complementa a veterinário do Nouvet. 

 

 Nouvet

 

Petiscos: Quais os benefícios para os pets?

Divulgação

Quem resiste a um petisco saboroso? Assim como os seres humanos, os pets também apreciam pequenos agrados, que podem ser muito mais do que simples guloseimas. Estudos indicam que aproximadamente 80% dos tutores utilizam os snacks para recompensar ou agradar os animais, mas a escolha e a frequência de uso são fatores determinantes para garantir benefícios à saúde dos pets.

A médica-veterinária e gerente de produtos da Pet Nutrition, Bruna Isabel Tanabe, destaca que os petiscos são uma excelente ferramenta para reforço positivo, alimentação emocional, enriquecimento ambiental e até mesmo suporte nutricional. "Quando utilizados de forma correta, os snacks contribuem para o adestramento, são aliados da nutrição complementar, auxiliam na higiene bucal e no bem-estar emocional dos pets. Adicionalmente, eles são uma ferramenta que fortalece a relação entre tutor e animal, promovendo estímulos positivos e melhorando a qualidade de vida dos pets”, conta.

No contexto do adestramento, os petiscos atuam como reforço positivo, incentivando a repetição de comportamentos desejáveis. Ao associar um comando ou ação correta a uma recompensa alimentar, o cão compreende que determinada atitude traz benefícios, facilitando o aprendizado e a socialização. Esse método é amplamente utilizado por treinadores e médicos-veterinários comportamentalistas para ensinar obediência, truques e até mesmo corrigir comportamentos inadequados.

Em termos nutricionais, os petiscos podem complementar a dieta diária dos animais, contribuindo com nutrientes adicionais, como proteínas, vitaminas, minerais e fibras. "Existem produtos formulados com ingredientes que podem favorecer determinadas funções do organismo, como suporte à mobilidade, digestão e saúde da pele e pelagem. Entretanto, a inclusão desses alimentos na rotina deve ser orientada por um médico-veterinário, garantindo que sejam oferecidos de forma equilibrada e compatível com a dieta do pet. Desta forma, vale lembrar que os petiscos devem representar, no máximo, 10% da quantidade de calorias diárias indicadas”, explica a profissional.

A saúde bucal também pode ser beneficiada pelo consumo de petiscos formulados para promover a mastigação e a limpeza mecânica dos dentes. Certos tipos de snacks ajudam a remover a placa bacteriana e o tártaro e contribuindo para um hálito mais fresco. Além disso, alguns produtos contêm ingredientes específicos, como enzimas e compostos antibacterianos, que auxiliam na redução da proliferação de microorganismos prejudiciais à cavidade oral dos pets.

No aspecto comportamental, os petiscos também podem ser benéficos. “Mastigar um snack específico pode ser reconfortante para cães e gatos, ajudando a aliviar a ansiedade em momentos desafiadores, como visitas ao consultório veterinário, tempestades, fogos de artifício e mudanças na rotina. Além disso, a inserção de petiscos em brinquedos interativos estimula o instinto de busca e solução de problemas, promovendo enriquecimento ambiental e reduzindo o tédio, fator que pode desencadear comportamentos destrutivos”, detalha Bruna.

A inclusão responsável de petiscos na rotina dos pets não apenas proporciona momentos de prazer, mas também contribui significativamente para o bem-estar. Com escolhas conscientes e moderação, esses alimentos podem ser aliados valiosos na promoção de uma vida longa e saudável para os animais de estimação.



Pet Nutrition
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Como a alimentação pode ajudar o pet em dias de altas temperaturas

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Diferente dos humanos, que regulam a temperatura corporal por meio do suor, os pets controlam a troca de calor do corpo e conseguem manter a temperatura ideal por meio da respiração e da sudorese. Porém, o ato de respirar rápido ou ofegante pode significar que o pet está cansado ou que a temperatura pode estar incomodando.

Para isso, existem alternativas que podem fazer a diferença para que eles enfrentem o calor de forma confortável e segura. A alimentação, por exemplo, é uma das principais aliadas. Destacam-se as frutas que ajudam na hidratação, além de oferecerem vitaminas, sendo uma opção de petisco saudável.

“As frutas hidratam naturalmente, a exemplo da melancia e do melão. Ambos possuem alto teor de água para ajudar a manter os pets hidratados. Outras, como a banana madura e a manga, fornecem carboidratos de fácil digestão. Geladas ou congeladas, as frutas são uma ótima maneira de aliviar o calor.”, explica Gabriela Corte Real, nutricionista veterinária de A Quinta Pet, foodtech de alimentação natural para pets.


Frutas recomendada e proibidas

Gabriela recomenda frutas como banana, melão, melancia, maçã (sem semente, pois são tóxicas para eles), morango, manga e água de coco. Já uva e uva-passa, carambola e açaí, além de frutas que contenham caroços grandes como abacate, devem ser consumidos somente a polpa pelo risco de obstrução e toxidade, retirando assim todas as sementes.


A seguir, a especialista sugere algumas formas de oferecer e preparar:

·         Congeladas – cortes as frutas em pedaços e congele para oferecer petiscos refrescantes.

 

·         Sorvete natural – bata as frutas em um pouco de água e congele em forminhas de gelo.

 

·         Picolé caseiro – congele pedacinhos de fruta em caldo de carne (sem tempero) ou com iogurte natural (que não tenha açúcar).

 

·         Mix de frutas com água de coco – misture:

o    1 copo de água de coco;

o    1 pedaço de manga madura sem a casca (ou outras frutas da preferência do pet);

o    1 pedaço de maçã madura sem a casca e sementes;

o    ½ banana madura.

Preparo: bata todas as frutas e a água de coco no liquidificador até conseguir uma mistura homogênea. Despeje em uma forminha de picolé, finalizando com um palitinho de petisco espetado.

 

·         Mix de frutas com iogurte natural  Misture uma ou várias frutas com iogurte natural, desde que ele não tenha açúcar (somente leite e fermento lácteo – probióticos). Bata no liquidificador e despeje nas forminhas. Pode oferecer prontamente ao seu pet ou congelar e oferecer na forma de picolé.


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