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sábado, 27 de julho de 2024

Astrólogo Victor Valentim sobre o comportamento de cada signo no frio

 Há quem ame e quem deteste; astrólogo explica

 

Você já reparou que cada pessoa encara o frio de uma maneira. Alguns amam, outros detestam. Uns se agasalham mais. Essa diferença pode ser devido a influência dos astros. O astrólogo e tarólogo Victor Valentim falou sobre como cada signo do zodíaco se comporta quando o frio chega. Tenho certeza de que vocês vão se identificar (ou identificar alguém) nessas descrições. 


Áries: O guerreiro do zodíaco. No frio, você pode até vê-lo sem casaco! "Frio? Isso não é nada!" diz o ariano, enquanto desafia o vento gelado só para mostrar que ele é mais forte. 


Touro: O taurino se transforma em um urso hibernando. A cama é o seu melhor amigo e o edredom, seu escudo contra o mundo. Se tiver uma caneca de chocolate quente por perto, melhor ainda. 


Gêmeos: Ah, os geminianos! Um dia estão amando o frio e tirando mil fotos com cachecóis estilosos. No outro, estão reclamando que preferem o verão. Nunca se sabe o que esperar, e essa é a diversão! 

Câncer: Os cancerianos são as mães do zodíaco. No frio, eles se preocupam em aquecer todo mundo. "Você já colocou cachecol? E luvas?" Sem falar no estoque infinito de chás e sopas caseiras. 


Leão: O frio não é páreo para o leonino! Sempre elegante, mesmo que precise usar 5 camadas de roupas. Eles transformam o inverno em uma passarela, prontos para brilhar com seus looks de inverno. 


Virgem: Os virginianos planejam tudo, até o frio. Eles têm uma lista com todos os itens essenciais para o inverno e um cronograma de quando usar cada um. Perfeccionismo até na hora de se agasalhar!

 

Libra: Para os librianos, o frio é uma desculpa perfeita para momentos românticos. Jantar à luz de velas, vinho e muita coberta. Eles aproveitam para fazer do inverno a estação do amor.

 

Escorpião: Misterioso como sempre, o escorpiano no frio parece saído de um filme noir. Cachecol cobrindo metade do rosto, olhar penetrante e um ar de mistério que deixa todos curiosos sobre o que eles estão tramando.

 

Sagitário: Sagitarianos não param nem no frio! Estão sempre prontos para uma aventura. Esportes de inverno? Passeios na neve? Eles estão dentro, desde que haja emoção e diversão.

 

Capricórnio: Capricornianos são práticos. Eles investem em roupas de inverno de qualidade, sempre preparados para enfrentar qualquer frio. Afinal, organização e preparação são suas palavras de ordem.

 

Aquário: Os aquarianos são criativos até no inverno. Podem ser vistos usando roupas que eles mesmos inventaram, experimentando novas formas de se aquecer e sempre com uma ideia revolucionária para driblar o frio.

 

Peixes: Ah, os piscianos! Eles sonham com o inverno perfeito. Envoltos em cobertores, com uma xícara de chá e livros de fantasia. Eles transformam o frio em uma oportunidade para mergulhar em seus próprios mundos mágicos.

 

E aí, se identificaram? O frio pode ser um desafio, mas cada signo tem sua maneira única e divertida de enfrentá-lo! Espero que tenham gostado e se divertido com essas descrições.


“Sai inveja”: Descubra os 5 amuletos para ficar protegido


O trabalho anda difícil? Pode ser por conta da inveja. A consultora espiritualista Kelida Marques, traz algumas dicas para eliminar o “olho gordo” da sua vida.

 

Os amuletos ainda estão muito presentes na sociedade atual, apesar de serem objetos relacionados a mitos antigos, a crença no poder desses talismãs continua forte em muitas pessoas, que os utilizam para afastar perigos e infortúnios. 

Eles podem estar na forma de animais, minerais, vegetais e outros símbolos, segundo a mística, embora todos tenham o propósito de protegê-lo de problemas, más intenções ou doenças, cada um deles tem um propósito específico. 

“Antes de nos aprofundarmos nesse sentimento tão comum, porém indesejado, precisamos ter algo em mente: ninguém pode ter poder sobre a sua vida, a não ser que você dê poder ao outro. Conhecer ferramentas para se apropriar do seu poder pessoal é o caminho para afastar a inveja, a do outro e a nossa. “ – explica Kelida Marques. 

Abaixo a espiritualista ajuda você a conhecer e descobrir amuletos de proteção para usar no dia a dia.

 

Estrela de cinco pontas: É um símbolo de referência para atrair boa sorte. Além de proteger a pessoa que o usa e ser um amuleto contra doenças, atrai bem-estar e fortuna para a vida de quem o usa. Este objeto está ligado ao pomo de Adão pela lenda de que, no caso de abrir o fruto ao meio, essa estrela de cinco pontas poderia aparecer.

Representa várias figuras geométricas: um pentágono, pentalfa ou pentagrama. Este pentagrama também é usado em rituais de magia branca. Sua forma está associada à de um homem com a cabeça no ponto superior e as pernas abertas nos dois pontos inferiores.

 

Olho de Horus: A origem deste amuleto vem da mitologia egípcia. Representa Udyat, o olho com propriedades mágicas que foi dado a Hórus, filho de Osíris, depois de perder o olho esquerdo. É um símbolo que dá estabilidade cósmica e que traz plenitude. Suas propriedades incluem proteção, cura, magia e purificação.

O Olho de Hórus também é um símbolo ligado ao sol e à ordem universal, qualidades que o tornam um dos amuletos de boa sorte mais usados.

 

A mão de Fátima: A origem deste amuleto é muçulmana e judaica, seu uso é difundido em todo o Oriente Médio e Norte da África. Ele protege você dos maus olhos e também é conhecido como Hamsa ou a mão de Deus. Acredita-se que tenha um significado semelhante à "Que Deus esteja com você" ou "Que Deus te abençoe".

 

Rosa de jericó: É uma planta natural em áreas desérticas da África, especialmente no Norte e no Oriente Médio. Sua propriedade mais notável é reviver se você o colocar na água depois de morrer. Graças a isso, é considerado um amuleto de proteção para o lar.

 

Yin Yang: São duas forças opostas e, ao mesmo tempo, vitais para representar a dualidade da vida. Por um lado, o yin é a parte feminina e escura que simboliza a terra, enquanto o yang é o lado masculino, a luz e o céu. É preto e branco na cor e pode ser usado em pingentes.

Em muitas mitologias e religiões do mundo, há uma grande variedade de objetos que recebem significado espiritual e protetor. Além de serem usados ​​como amuletos ou talismãs, alguns objetos também são usados ​​em rituais religiosos ou esotéricos.

 

Kelida Marques: Detentora de um dos principais canais do YouTube sobre Espiritualidade. Também é psicanalista, hipnóloga e terapeuta holística reikiana realiza atendimentos online, promove rituais de cura, benzimentos e vigília, de maneira constante e gratuita. Faz previsões, rituais, responde perguntas através do baralho cigano e fala com propriedade sobre conexões entre almas, cartas psicografadas, numerologia e terapias alternativas. Com toda essa bagagem espiritual (bruxa naturalista na linhagem de São Cipriano por tradição familiar) e profissional (formada em psicologia), a mística espiritualista atua unindo corpo, mente e espírito sempre com um pouco de magia. Também é uma das comentaristas da terceira temporada de Inexplicáveis do History Channel e lançou recentemente o livro psicografado que conta a verdadeira história de Maria Padilha | kelidaoficial



A importância dos avós para os netos

Esse vínculo não fortalece os laços familiares e contribui para o desenvolvimento emocional e social das crianças, fornecendo um senso de pertencimento e segurança

 

 Para a maioria dos adultos algumas das boas lembranças da infância envolvem a presença amorosa dos avós, as trocas de experiências, os bons momentos de conversas e histórias contadas. Para as crianças nada como visitar a casa deles e se deliciar com aquelas comidinhas que só a vovó sabe fazer. Visitando essas memórias saudosistas, podemos perceber que esse relacionamento entre avós e netos é único e especial, cheia de afeto e benefícios. Afinal, eles ocupam um lugar de muita importância na educação dos netinhos e também contribuem para o desenvolvimento emocional, social, intelectual e afetivo.  

Segundo Cris Poli (ex-SuperNanny Brasil), que tem 3 filhos, 5 netos e um bisneto, e é coordenadora educacional, na EDF-Escola do Futuro Brasil, a presença dos avós na vida dos netos é muito importante porque dá lugar a um relacionamento díspar e diferenciado de qualquer outro vínculo afetivo. “Os avós se relacionam com os netos de forma muito especial porque são a extensão do amor, cuidado e intimidade dos filhos. O olhar é diferente, os abraços são diferentes, as conversas e as brincadeiras são especiais.  Neste vínculo há cumplicidade, amizade, cuidado e respeito mútuo diferenciados. Ainda que seja muito difícil de explicar, posso dizer que é necessário e importante experimentar e usufruir desses presentes de Deus”, explica. 

Para ela, a contribuição dos avós na educação dos netos se dá de maneira singular e com muita responsabilidade. “Os avós devem estabelecer um relacionamento equilibrado, alternando a curtição dos netos com o respeito e o cumprimento das regras, limites, horários e princípios que os pais ensinam no dia a dia da família. Creio que esses detalhes são muito importantes para um convívio familiar saudável e enriquecedor que traz harmonia, alegria e paz para todos. Não é fácil, mas vale a pena a conscientização, principalmente da parte dos avós. São gerações diferentes (pais e avós) mas creio que é possível chegar a um consenso”, completa.

 

 Avós têm direitos e deveres 

 O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), do Brasil, determina quais são os direitos e deveres das avós na criação dos netos e estabelece a proteção e os cuidados necessários para o bem-estar das crianças e adolescentes.  

 Na Constituição Brasileira também consta alguns direitos aplicáveis aos avós, como o direito à convivência familiar e comunitária (artigo 227, caput) e o direito à educação (artigo 205, caput). Além disso, os avós também podem ter outros direitos e deveres previstos em leis específicas, tais como a Lei do Direito de Visita (Lei nº 8.069/90) e a Lei do Estatuto do Idoso (Lei nº 10.741/2003).


Benefício no relacionamento com os avós 

A ciência reconhece que esse relacionamento de avós e netos contribui com o desenvolvimento das crianças e é valioso na criação delas.  Segundo um estudo realizado pela Universidade de Oxford, no Reino Unido, as crianças que têm um forte vínculo com seus avós são menos propensas a ter problemas emocionais e comportamentais. Para esses pesquisadores existem vários motivos pelos quais os avós podem ter um impacto positivo no bem-estar dos netos, pois podem oferecer amor, apoio e orientação, além de fornecer uma perspectiva diferente sobre a vida.  

 Outro estudo da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, diz que os avós com a mente saudável aumentam as chances de sobrevivência dos filhos de seus filhos porque, assim, são capazes de transmitir a eles seus conhecimentos e habilidades. Como um reforço à teoria, eles identificaram vários genes mutações que protegem os idosos contra doenças neurodegenerativas como o Alzheimer, que passam a viver mais e, desta forma, colaborar mais com a formação dos netos.   

 O Boston College, nos Estados Unidos, comprovou em uma pesquisa feita durante 19 anos com 374 avós e 356 netos que os dois lados se beneficiam do relacionamento. Para os mais idosos o contato com uma geração muito mais nova gera a abertura de novas ideias. Já para os pequenos, esses adultos oferecem a sabedoria da maturidade, contribuindo com o conhecimento incorporado no seu desenvolvimento. Além disso, os avós têm muita história para transmitir e enriquecer o aprendizado. O estudo concluiu que nesse envolvimento os dois lados saem ganhando emocionalmente e, com isso, são reduzidas as probabilidades depressivas em ambas as partes.

 

 Aproveitando o tempo

Os avós, que normalmente já viveram a maioria das coisas que planejaram viver e se encontram numa fase mais tranquila e com menos urgências de realizações, desfrutam de mais tempo e podem aproveitar melhor os filhos dos seus filhos. Muitas vezes, dando aos netos, aquilo que não tiveram tempo de dar aos seus próprios filhos. Por isso, passear e estar com os pequenos não é uma obrigação, mas uma oportunidade deliciosa de curtir e se divertir com eles de forma mais leve e prazerosa. 

 Mas, nem tudo é só diversão, alguns avós são parceiros dos pais, que trabalham e são muito ocupados, compartilhando tarefas como cuidar, fazer as refeições, levar a escola, ajudar nos estudos e até mesmo contribuir financeiramente com os gastos referente às crianças.  Mesmo tendo essa importância nesse revezamento de cuidados em algumas famílias, os avós precisam ser respeitados em suas individualidades, tendo tempo para o seu próprio descanso e bem estar, de forma que preservem a sua saúde física e mental. 

 

Benefício para a famílias 

Sem sombra de dúvidas, esse vínculo fortalece os laços familiares e contribui para o desenvolvimento emocional e social das crianças, abastecendo o senso de pertencimento e segurança. Essa convivência é um grande privilégio, já que os avós transmitem a herança de valores, princípios de vida e tradições culturais, que são passadas de geração para geração e se tornam pilares familiares. 

Eles proporcionam conhecimento e a importância de preservar a identidade da família e fortalecem a conexão com as raízes, além de facilitar a compreensão da própria história. Com eles, os filhos dos filhos entendem de onde vieram, quais são os princípios da família e podem vislumbrar a possibilidade de um futuro embasado em vínculos de afeto e respeito. 

Isso porque a família desempenha um papel fundamental na vida de qualquer pessoa, formando uma base sólida embasada em aprendizado, amor, carinho, suporte, entre outros valores. Dentro dessa rede, a relação entre avós e netos certamente ocupa um lugar de destaque e vale ser cultivada e respeitada.


Uma viagem sinestésica chamada Avós

Se tem uma palavra na língua portuguesa que cheira a bolo de cenoura com cobertura de chocolate e bolinho de chuva polvilhado com açúcar, é o vocábulo "avós". E pensar que todo esse mar de água doce, repleto de ondas do tamanho da imaginação e do poder lúdico das princesas e dos heróis, cabe em apenas quatro letras.  

Letras essas que, justiça seja feita, deveriam entrar para a classe dos adjetivos! E dos mais positivos, por sinal. Pensa só: a pessoa acorda num domingo ensolarado, abre a janela, estica as pernas inchadas pelo calor da velocidade do tempo e os punhos com túnel de carpo e, ainda assim, consegue pensar: “Nossa! Hoje estou tão avós!”. 

O primeiro motivo para que essa mudança aconteça é bem claro, e ai do filho, filha, nora ou genro que entrar na frente com um “não”. Avós tudo fazem, ainda que cansados e querendo deitar no sofá para dormir, digo, assistir qualquer coisa na TV, mandar mensagem bíblica com florzinha para a Arlete da hidro ou cochilar, ops, acompanhar o último capítulo da novela das seis do canal cinco. 

Vocês já pararam pra pensar que, se toda a turma engravatada, lá pelas bandas de Brasília, tivesse metade da agilidade deles, a mesma que faz surgir aquele bolo de cenoura com cobertura de chocolate em menos de 20 minutos, os problemas estariam resolvidos? E falando em comida, não posso deixar de mencionar o olhar de desnutrição que eles têm para com os netos: “Tão magrinho, meu filho. Vem cá comer um pote de biscoito de nata.” 

Avós também têm um "Q" de David Copperfield! A diferença é que, na magia da galera da plantação de algodão na cabeça, as coisas são reais. Parte dela, dessa magia, é atribuída à capacidade que eles têm de gerar ideias que possam entreter os rebentos de suas crias.  

É deles também o título de melhores companhias para ir aos estádios de futebol ver o time do coração jogar. “Quando eu tinha a sua idade, os jogadores entravam em campo com mais raça”, esbraveja ou esbravejam após o jogador perder um gol feito.  

Mas, em outra ocasião, a bola entra “onde a coruja dorme”. Isso ocorre quando o campo é de tecido ou de madeira, o guarda-metas é uma caixa de fósforos, os jogadores são de botão e não há juiz com coragem para apitar o final do jogo, pelo menos até que alguma coisa saia quentinha do forno. Aí é jogo baixo mesmo.   

Falando em final e em jogo, diferente dos contos antes de dormir, onde o casal de protagonista vive feliz para sempre, avós e netos um dia se separam fisicamente. No entanto, acredito que, de um jeito ou de outro, no ir e vir da vida, a ligação é mantida. A afinidade cuida do resto, para que eles se reconheçam. E se encontrem. E se reencontrem.  

Avós não são parentes, são adjetivos.

Que hoje, amanhã e sempre a gente possa acordar em pleno estado de espírito de avós. 


Maternidade sem ilusões: psicóloga responde as 8 maiores dúvidas das mães

 Freepik

"Estou grávida!" E a resposta vem: "Parabéns!" A maioria das mulheres, ao revelar que está grávida, costuma ouvir o famoso "parabéns", que carrega a ideia de que está plena e feliz, realizando um sonho. No entanto, mais da metade das mulheres que ficam grávidas hoje no Brasil não planejaram essa gestação. Alegria e felicidade nem sempre são as primeiras emoções que elas sentem. 

Rafaela Schiavo, psicóloga perinatal e fundadora do Instituto MaterOnline (@materonline no Instagram), responde as maiores dúvidas sobre a romantização da maternidade e oferece dicas práticas para lidar com essa fase de forma mais realista.


“Por que a maternidade é tão idealizada?”

A sociedade costuma ver a maternidade como a realização suprema da mulher, o que dificulta o reconhecimento de sentimentos negativos. Essa idealização cria expectativas irreais, fazendo muitas mães se sentirem inadequadas ou culpadas por não corresponderem a esse ideal. Nós precisamos falar mais sobre essa romantização. Tem milhares de mulheres chorando porque não têm com quem contar e se sentindo culpadas simplesmente por estarem exaustas.


“Quais são os impactos negativos dessa idealização?”

A idealização pode levar ao isolamento emocional. Mães que não se sentem felizes o tempo todo podem ter dificuldade em expressar seus sentimentos, o que pode piorar problemas de saúde mental, como a depressão puerperal. A romantização da maternidade está afetando muitas mulheres, o que influencia diretamente seus bebês.


“Como lidar com a pressão para ser uma mãe perfeita?”

É importante entender que não existe uma 'mãe perfeita'. Aceitar que é normal ter dias difíceis e buscar apoio emocional e prático é essencial. Conversar com outras mães, familiares e amigos pode ajudar a compartilhar experiências e aliviar a pressão. Nossa sociedade não sabe como tratar mulheres como mães humanas, que têm direitos e não precisam lidar com tudo com um sorriso no rosto.


“O que fazer quando sentimentos negativos surgem?”

Reconhecer e aceitar esses sentimentos é o primeiro passo. Não há problema em pedir ajuda profissional. A psicoterapia pode ser uma ferramenta valiosa para trabalhar essas emoções e encontrar maneiras de lidar com elas. A saúde mental das próximas gerações também depende de como tratamos as mães hoje. Como psicólogos, temos a obrigação de mudar essa história.


“Como posso construir uma rede de apoio?”

Uma rede de apoio pode incluir familiares, amigos e até profissionais de saúde. Eles podem ajudar com tarefas diárias, oferecer um ombro amigo e compartilhar experiências. Ter um parceiro compreensivo também é fundamental.


“Qual é o papel do parceiro nesse processo?”

Um parceiro presente e envolvido pode fazer uma grande diferença. Dividir responsabilidades e apoiar emocionalmente a mãe pode aliviar significativamente a carga e promover um ambiente mais equilibrado e saudável para a família.


“O que posso fazer para evitar que eu e o meu bebê soframos com a romantização da maternidade?”

É fundamental oferecer suporte e atenção às mães. Isso envolve fornecer atendimento psicológico, criar redes de apoio entre familiares e amigos, e promover uma visão mais honesta e realista da maternidade. Como sociedade, precisamos nos preocupar com essa questão. Milhares de mães estão sem apoio necessário para cuidar de seus filhos. 


“Como encarar a maternidade de forma mais real?”

Informação e preparação são fundamentais. Participar de grupos de apoio, fazer terapia e aprender sobre os desafios da maternidade podem contribuir para ajustar as expectativas. É importante lembrar que cada experiência é única e válida. 

 

A importância da perspectiva psicopedagógica na inclusão escolar

A psicopedagogia está diretamente ligada no ato de ensinar-aprender. Como psicóloga e pedagoga, observo que o trabalho de um psicopedagogo na inclusão escolar, principalmente nos anos finais da Educação infantil e iniciais do Ensino Fundamental, com um olhar mais cauteloso voltado para a aprendizagem, se faz necessário.

Por meio de ações psicopedagógicas, o profissional precisa ter como principal objetivo a prevenção e intervenção em dificuldades de aprendizagem e desenvolvimento do indivíduo, sempre em parceria com a família e a equipe pedagógica da instituição de ensino; e quando necessário, outros profissionais envolvidos nos cuidados desta criança devem ser acionados. Para isso, o ideal é descobrir as melhores formas de aprendizagem para que o aluno tenha o melhor desempenho escolar possível   dentro de suas possibilidades.

Com ou sem deficiência, cada criança tem a sua maneira de aprender. Algumas têm maior facilidade auditiva, outras por meio da escrita, ou ainda por experiências mais concretas. Quando identificamos a melhor forma que o aluno aprende, utilizamos o método mais adequado para potencializar sua capacidade de aprendizagem e tornar o trabalho do professor mais eficiente.

Já para atender as demandas da educação inclusiva, muitas vezes, aspectos cognitivos, emocionais, físicos e psicológicos precisam de especialistas de cada área, para oferecer um suporte mais focado e ter uma visão integral da criança. Forma-se assim, com maior clareza, uma linha de trabalho a ser seguida. Em minha opinião, uma maneira de iniciar esse processo é buscar as áreas de interesse do estudante e seus conhecimentos prévios, que podem ajudar muito.

Vencer os desafios da inclusão escolar é um trabalho ininterrupto. Acredito que a criatividade dos psicopedagogos em usar estratégias diferenciadas de ensino fora da sala de aula, assim como dos professores dentro de sala despertam nessas crianças a curiosidade por aprender. Para mim, jogos e histórias são muito interessantes, além do uso de brinquedos estruturados e não estruturados (como cones, latas, tampas e caixas), pois aumentam o potencial de criatividade. A brincadeira traz diversos conteúdos internos significativos em vários aspectos como, por exemplo, questões emocionais, assim como outras questões que também podem estar afetando o processo de aprendizagem.

A educação inclusiva está sempre em constante transformação, assim como a evolução dos estudos na área da psicopedagogia, que vão além dos recursos direcionados ao diagnóstico, atendimento e intervenção. O uso da tecnologia, por exemplo, é um aliado tanto para o psicopedagogo quanto para o estudante. Tecnologias assistivas, que facilitam o acesso de crianças com deficiência ao conteúdo a ser estudado, como os aplicativos de programas de voz, fazem parte da inclusão e acessibilidade visando à sua autonomia e qualidade de vida.

Para finalizar, quero pontuar que a afetividade na educação por meio da relação aluno-professor e do aluno com seu psicopedagogo é essencial. Se não houver afeto não há como aprender. E o afeto é tanto no sentido de relação de carinho como também no sentido de afetar o próximo e o meio ambiente a ser afetado por ele. Pode-se desenvolver técnicas de ensino onde os alunos sem dificuldades possam estudar junto com os colegas que têm dificuldades. Assim, a inclusão se torna uma proposta e também aumenta o aprendizado de todos. 

 

Natalie Schonwald - psicóloga, pedagoga, palestrante de inclusão e diversidade e autora dos livros “Na Cidade da Matemática” e “Na Cidade da Matemática – Bairro das Centenas”. É pós-graduanda em Psicopedagogia pelo Instituto Singularidades (SP). Na área da educação, trabalha com os anos finais da Educação Infantil e iniciais do Ensino Fundamental I. Nesta área, Natalie completa seu trabalho escrevendo artigos. A profissional também faz parte da direção da Associação dos AVCistas do Brasil - uma organização comunitária de acolhimento às vítimas de AVC e seus familiares, e da Comunidade Educadores Reinventares. Como atleta, participou do mundial de adestramento paraequestre em 2003 – pratica esporte desde seus 9 anos e também é embaixadora da equipe feminina de surfe adaptado. Após um AVC com 8 meses, enfrentou um caminho de superação. Sua história é marcada não apenas pela adversidade, mas pela resiliência e conquistas que a transformou em fonte de inspiração, destacando a importância da inclusão e da diversidade em todas as suas formas.


Amizade: Trocas Valiosas


Em uma recente entrevista, a linda e talentosa atriz Jane Fonda, no programa Her Call Daddy, foi questionada sobre qual é o benefício de ter um grupo forte de amigas? 

E ela respondeu sem titubear: “A nossa saúde. E complementou falando de um estudo de Havard que diz que não ter amigas é tão ruim para a saúde quanto fumar. As mulheres olham nos olhos, pedem ajuda, mostram vulnerabilidade e Fonda diz que essa deve ser uma das razões para as mulheres viverem, em média, 05 (cinco), 07 (sete) anos a mais que os homens. E os homens quando conversam continuam falando sobre mulheres, carros e esportes”. 

Mas infelizmente trago um dado triste. A pesquisa PoderData, realizada pela Poder360 de 2 a 4 de abril de 2023, mostra que 1 em cada 4 brasileiros dizem ter, no máximo, 1 amigo próximo. Esse universo de 28% é composto por 14% que dizem não ter amigos e outros 14% que relatam ter apenas 1. O número de brasileiros que não têm amigos aumentou no último 1 ano e meio. Em setembro de 2021, no meio da pandemia de coronavírus, a taxa era de 9%.  

Tenho a benção de ter um grupo de amigas, que trocam sentimentos, emoções, fatos da vida, ideias etc; sendo a origem desses vínculos primeiramente a amizade, o bem querer, o respeito, a admiração, que somente depois ensejou também um relacionamento profissional haja vista que todas nós estamos em sintonia com interesses, assuntos similares relacionados ao Desenvolvimento Humano e Organizacional, surgindo daí também uma parceria de trabalho. Nossas trocas são semanais e regadas a conhecimento de cursos e estudos que fazemos juntas. Trata-se de troca valiosa e que brinda a vida com muita informação e material que faz a diferença positiva.  

O que seria melhor que trabalhar com amigas queridas com leveza e propósito de apoiar nossos semelhantes e as organizações, estas últimas por quais todas nós vivemos por muitos anos? 

Falando aqui em primeira pessoa, esses vínculos de amizade geram crescimento por meio da experiência vivida por cada um e aprendizados ilimitados, além de ser um espaço de segurança para falar, ouvir, ser quem realmente se é, sem máscaras, filtros etc., é algo sagrado, precioso e até raro; e que somente as relações verdadeiras e cheias de amor, permitem. 

Como somos adeptas do compartilhar, mencionarei aqui sobre algumas trocas preciosas que tivemos nas duas últimas semanas, por serem boas sementes e que podem germinar por aí, quem sabe, com um efeito positivo assim como foi e é para nós? Diga-se que muitas destas trocas baseiam-se no livro “uma vida bem vivida”, cuja autora é a médica centenária doutora Gladys McGarey, Ed. Rocco., são elas:

  1. Nestes últimos tempos estamos refletindo muito sobre o ciclo da terceira idade, idosos, velhice etc, e que o fim (sentido de finitude mesmo) de um ser, que tem o privilégio de viver essa idade, dependerá de duas coisas importantes: o que aquele idoso plantou e o que, portanto, irá colher das pessoas no seu entorno; e principalmente das qualidades das relações construídas ao longo da vida. Pois, segundo a experiência e o que estamos aprendendo neste sentido, nos mostra que prover o idoso com dinheiro, para quem o tem é fácil, porém dar amor, cuidado, atenção e tempo é que é o grande desafio, é o amar apesar da “inutilidade” e do trabalho que dá;

Um movimento bem interessante que percebo é a união de gerações. Tem surgido mundo afora um tipo de moradia que se especializou em mesclar gerações. É uma espécie de alternativa às casas de idosos tradicionais, acolhendo os mais velhos, que tiram proveito da rede de apoio na vizinhança, e os mais novos, que podem deixar os filhos sob os cuidados de um amigo setentão, em um dia a dia saudavelmente compartilhado, de acordo com uma reportagem publicada na Veja em 28/05/2023. 
 

  1. O maior temor não é a morte, propriamente dita, mas como serão os nossos últimos dias de vida, com quem estaremos e de que maneira estaremos especialmente pensando em nossa dignidade, bem viver e felicidade?
  2. Amor é o que há de mais importante na vida, amor em sentido amplo. O amor é cura. Importantíssima a reflexão sobre como recebo e dou amor? Segundo as palavras do apresentador e jornalista Pedro Bial “amor é o que dá sentido a vida, capacidade de se doar, de se entregar, de se submeter, de se transformar, escutar; e a maior expressão de amor é dar atenção a alguém, é cuidar de alguém;
  3. Estamos aqui por um motivo, importante entender qual a nossa real essência, a nossa missão.
  4. Vida é movimento. Esse movimento te leva em direção de sua essência? O que está te afastando de sua essência e de sua missão?
  5. Como você está construindo e nutrindo suas relações? Quais as conversas de qualidade que está tendo?
  6. Quanto vale a sua energia? 
  7. Estamos abrindo espaço, tempo, para enxergar os milagres da vida?
  8. Você está cuidando do seu EU do futuro, aquele que você quer ter o prazer e o orgulho de encontrar logo mais adiante?

Por toda a minha experiência de vida e carreira, ouso a dizer que é muito difícil alguém sem o devido apoio técnico e de acolhimento, pensar em todos estes aspectos tão relevantes da vida de qualquer um de nós, por si só. 

Lembremos que o desenvolvimento na fase madura, adulta, ao contrário da fase infantil, adolescente, não ocorre de forma espontânea e depende de um esforço intencional, consciente por parte das pessoas e organizações, trata-se do desenvolvimento vertical e não o horizontal ao qual estamos mais acostumados, depende de uma autoeducação. 

Assim, recomendo firmemente que busquem contatos de especialistas para enxergar com melhores lentes e agir nesse universo amplo de ideias importantíssimas para ir rumo ao bem viver, de maneira a ter mais leveza, consciência das direções e escolhas tomadas. 

Estamos à disposição para apoiar, estimular e facilitar um plano de ação que os levem a sair do automatismo que o dia a dia e os sistemas aprisionam as pessoas.  

Como diz a professor Lúcia Helena Galvão, no EntrePalcos “É extremamente necessário, as pessoas darem uma parada, para mergulhar em si mesmas, questionarem-se quem eu sou de fato? A sociedade precisa disso, menos para fora e mais para dentro e para cima. A essência governando a vida!”

Meu muito obrigada a essas amigas queridas e tão amadas, este texto é em homenagem a vocês, que fazem a minha vida muito mais cheia de cores, bons aromas, sabedoria e aprendizados valiosos, vocês fazem a diferença positiva em minha vida, fazendo inclusive eu refletir mais, ampliando perspectivas para melhores ações a serem implementadas. 

 

Viviane Gago - advogada e consteladora pelo Instituto de Psiquiatria da USP (IPQ/USP) com parceria do Instituto Evoluir e ProSer e facilitadora pela Viviane Gago Desenvolvimento Humano. Mais informações no site


3 palavras francesas que parecem palavrões, mas não são

FreePik
Professora de francês explica como se pronúncia e o que significa

 

Quantas palavras de outras línguas você já viu ou ouviu por aí e descobriu depois que seu significado nada tinha a ver com a pronúncia, que é a forma como se fala aquela palavra? Por exemplo, burro no Brasil é usado para nomear um animel e também para ofender alguém. Na Itália, a mesma palavra significa manteiga. O contrário também acontece, que é quando as palavras em outras línguas parecem ter um significado diferente em português por conta da pronúncia.

Na língua francesa, existem algumas palavras que até parecem palavrões. Segundo Jana Schmidt, professora de francês, a pronúncia pode confundir mesmo, mas os significados são totalmente diferentes. A professora listou 3 palavras que exemplificam isso!  

Jana é professora de françes e é
 conhecida nas redes como
Francês com Mademoiselle
 Divulgação

1 - Cou 

A escrita não parece tanto, mas a pronúncia pode ganhar outro sentido pelo menos para quem fala português: "cu". Para eles, a palavra "cou" significa pescoço.

2 - Cousin 

Em francês, pronuncia-se "cuzã". A palavra parece ter um outro sentido e pode soar como uma ofensa, mas seu real significado é primo. 

3 - Chat 

Chat, para a língua portuguesa, está mais próximo de chato, mas seu significado em francês nada tem a ver com isso. A pronúncia da palavra é "chá" e significa gato. 

Conhecia essas palavras? A professora Jana compartilha várias outras curiosidades no @frances_com_mademoiselle. 



Jana Schmidt - Professora de francês, certificada pelo CEFLE como professora de língua estrangeira, em Quebec no Canadá, com especialização em Programação Neurolinguística (PNL) pela Psynapse (École de Psychothérapie), em Lyon, França. Fundadora do projeto Francês com Mademoiselle (FCM), que tem como objetivo compartilhar o ensino do francês com todas as pessoas que desejam realizar o sonho de se tornarem fluentes nesse idioma. Produtora de conteúdos digitais para as redes sociais YouTube, Instagram, Facebook e TikTok, onde se encontra como "Francês com Mademoiselle".
www.instagram.com/frances_com_mademoiselle


Aprender a aprender: como estimular o autodidatismo nas crianças?

divulgação
Incentivar a curiosidade e a autonomia desde cedo pode ajudar a desenvolver a aprendizagem independente

 

Desenvolver e potencializar o autodidatismo nas crianças desde cedo é uma forma poderosa de prepará-las para uma vida de aprendizado contínuo, adaptabilidade e sucesso. Este processo envolve incentivar a curiosidade natural das crianças, oferecer suporte e criar um ambiente que valorize a aprendizagem independente.

 

Para Mariana Bruno Chaves, pós-graduada em psicopedagogia e especialista em educação na rede Kumon, o autodidatismo é essencial para o aluno, pois fomenta a autonomia, a disciplina e a capacidade de resolver problemas de forma independente. “Quando as crianças aprendem a buscar respostas e solucionar desafios por conta própria, elas desenvolvem habilidades para a vida, como a perseverança e a autoconfiança”, conta.

 

Criar oportunidades para que explorem temas de interesse pessoal e encorajá-las a fazer perguntas e investigar soluções são maneiras eficazes de nutrir essa autonomia desde cedo. Diante disso, Mariana ainda detalha algumas estratégias que podem estimular o autodidatismo nas crianças.

 

1. Incentivar a curiosidade

As crianças são naturalmente curiosas. Estimular a curiosidade incentivando-as a fazer perguntas e buscar respostas é uma maneira de encorajá-las. Livros, filmes e visitas a parques e museus podem ser grandes fontes de inspiração.

 

2. Criar ambientes ricos em recursos

Disponibilizar uma variedade de materiais educativos em casa, como livros, quebra-cabeças e jogos educativos são ótimas opções. “Certifique-se de que esses recursos sejam acessíveis e que as crianças se sintam à vontade para explorá-los por conta própria”, reforça.

 

3. Desenvolver a habilidade da pesquisa

Ensinar as crianças a buscarem informações de maneira eficiente, mostrando como usar, por exemplo, a internet para as pesquisas, livros, entre outras fontes de informação.

 

4. Estimular a autonomia

Dê às crianças a oportunidade de tomar decisões sobre o que querem aprender e como querem aprender, mas mantenha um equilíbrio adequado. Ofereça-lhes a liberdade de escolher seus projetos e atividades, mas guie suas escolhas para garantir que as estejam fazendo de forma construtiva e adequada. Apoie suas decisões e ajude-as a planejar e executar suas ideias, garantindo que haja um direcionamento claro para evitar que fiquem muito soltas.

 

5. Modelar o comportamento autodidata

Os pais podem ser exemplos de aprendizagem autodidata para as crianças. Mostrar o interesse em aprender coisas novas e compartilhar suas descobertas com elas é importante. Quando elas veem os adultos ao seu redor valorizando a aprendizagem, elas são mais propensas a adotar esse comportamento.

 

6. Estabelecer metas e reconhecer esforços

Reconhecer o esforço e o progresso, em vez de apenas do resultado final, incentiva a persistência e a motivação intrínseca.

 

7. Usar a tecnologia

Existem inúmeras plataformas educacionais, aplicativos e jogos que podem tornar a aprendizagem mais interativa e divertida. No entanto, é importante monitorar o uso da tecnologia e garantir que ela seja usada de maneira equilibrada.

 

8. Promover a colaboração

Autodidatismo não significa aprender sozinho o tempo todo. Incentive a colaboração entre as crianças, permitindo que trabalhem juntas em projetos e compartilhem seus conhecimentos. A troca de ideias pode enriquecer o processo de aprendizagem e fomentar habilidades sociais.

 

9. Incentivar a reflexão

Ajudar as crianças a refletirem sobre o que aprenderam e como aprenderam. Pergunte-lhes sobre seus sentimentos em relação ao processo de aprendizagem e o que poderiam fazer diferente da próxima vez. A reflexão ajuda a consolidar o conhecimento e a melhorar as habilidades de aprendizagem autodidata.

 

10. Ofereça suporte e orientação

Embora o objetivo seja promover a independência, é importante estar disponível para oferecer suporte e orientação quando necessário. Estar presente para responder perguntas e oferecer feedback ajuda a superar desafios.

 

O método Kumon desenvolve habilidades acadêmicas essenciais para a rotina escolar e para a vida, entre elas o autodidatismo. Com material exclusivo e gradativo, o aluno avança na resolução de novos exercícios por meio de exemplos em que ele entende por si como fazer, evoluindo assim por forma do autodidatismo.

 

Além disso, o método Kumon também desenvolve a concentração, capacidade de síntese, raciocínio lógico, independência, hábito de estudo, responsabilidade e autoconfiança.

 

kumon.com.br


Ler para bem viver e envelhecer


A busca por uma vida de alta performance e envelhecimento sadio e autônomo requer um conjunto de práticas que envolvem alimentação saudável, um estilo de vida ativo e generoso, uma atitude agradecida e uma rotina de exercícios físicos. Contudo, um elemento frequentemente subestimado nesse conjunto é a leitura regular. Ler diariamente, mesmo que por apenas cinco minutos, desempenha um papel crucial na manutenção da saúde cerebral, estimulando sinapses e fomentando a criatividade e novas ideias. 

A leitura constante fortalece as redes neurais do cérebro, mantendo-o ativo e em bom estado de saúde. Um cérebro saudável é fundamental para que o corpo responda adequadamente aos estímulos físicos e alimentares. Esse princípio está alinhado com a antiga máxima "mente sã, corpo são". A prática da leitura vai além da absorção de informações; trata-se de um exercício mental que promove a plasticidade cerebral, essencial para a criatividade e a inovação. 

Não importa exatamente o que se lê, desde que o conteúdo não se limite a informações fragmentárias e esparsas típicas das redes sociais. Livros, artigos e outros materiais contínuos são necessários para o estímulo adequado das redes neurais. A leitura contínua cria um ambiente propício para o florescimento da criatividade e da saúde mental, facilitando a conexão entre novas ideias e a realidade observada. 

A interação entre um cérebro ativo e saudável e um corpo bem cuidado resulta em uma sinergia poderosa. A alimentação balanceada e os exercícios físicos são potencializados por uma mente ativa, criando um ciclo virtuoso de bem-estar. Aqueles que aspiram a uma performance eficiente e a um envelhecimento saudável devem, portanto, incluir a leitura em sua rotina diária. Apenas cinco minutos de leitura diária podem fazer uma diferença significativa, promovendo um envelhecimento mais saudável e autônomo, além de uma mente mais criativa e receptiva a novas ideias.

 

André Naves - Defensor Público Federal, especialista em Direitos Humanos, Inclusão Social e Economia Política. Escritor, professor, ganhador do Prêmio Best Seller pelo livro "Caminho - a Beleza é Enxergar", da Editora UICLAP (@andrenaves.def).


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