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segunda-feira, 22 de julho de 2024

PORTABILIDADE NUMÉRICA

SÃO PAULO fez mais de 907 mil trocas de prestadoras de telefonia em seis meses

 

No primeiro semestre deste ano, 3,11 milhões de transferências entre prestadoras de telefonia fixa e móvel foram efetivadas no País sem alteração do número de identificação do usuário.

De acordo com o último relatório da Entidade Administradora da portabilidade numérica - ABR Telecom (Associação Brasileira de Recursos em Telecomunicações), entre os meses de janeiro e junho deste ano, foram efetivadas 711,58 mil (23%) trocas de prestadoras de telefonia por solicitação de usuários de serviço fixo e 2,40 milhões (77%) para os do serviço móvel.

Semestre em São Paulo - No período de janeiro a junho de 2024, os usuários de telefones da área dos DDDs (11 a 19), realizaram 907,68 mil ações de portabilidade numérica. O equivalente a 185,38 mil (20%) solicitações feitas por usuários de telefones fixos e 722,30 mil (80%) de telefones móveis.

A portabilidade numérica existe, no Brasil, desde setembro de 2008. Implantada de forma gradativa nos 67 DDDs ativos, permite que o número de identificação dos telefones fixos e móveis sejam mantidos mesmo após a transferência de prestadora.

Segundo trimestre no Brasil - A ABR Telecom destaca os meses de abril a junho, trimestre em que foram realizadas 1,61 milhão de migrações entre prestadoras. No serviço fixo, 375,12 mil (23%) trocas foram concluídas, neste segundo trimestre, e 1,23 milhão (77%) no serviço móvel.

Histórico - Desde que a portabilidade numérica passou a ser possível no Brasil, em setembro de 2008, até o dia 30 de junho deste ano, 93,17 milhões de transferências foram feitas, sendo 23,03 milhões (25%) no serviço fixo e 70,14 milhões (75%) no serviço móvel.

Segundo trimestre em São Paulo - De acordo com a apuração entre os telefones atendidos pelos DDDs (11 a 19), o relatório mostra a efetivação de 474,85 mil solicitações de portabilidade numérica entre os meses de abril a junho deste ano. Os usuários de telefones fixos respondem por 105,75 mil (22%) transferências e os de móveis, por 369,10 mil (78%).

Regulamento - A portabilidade numérica é realizada entre prestadoras de Serviço Móvel Pessoal (SMP) e Serviço Telefônico Fixo Comutado (STFC) conforme o Anexo ao Regulamento dos Serviços de Telecomunicações, aprovado pela Resolução ANATEL Nº 73, de 25 de novembro de 1998. O modelo de portabilidade numérica no Brasil, definido pela Anatel, determina que as trocas devem ser solicitadas pelos usuários sempre dentro do mesmo serviço, isto é, de móvel para móvel ou fixo para fixo, e na área de alcance do mesmo DDD.

Prazos - A partir do momento em que o usuário solicita a transferência de prestadora comunicando à empresa para onde deseja migrar, a efetivação acontece em três dias úteis ou após esta data, quando o usuário quiser agendar. Caso o usuário desista da migração e decida permanecer na prestadora que presta o serviço, dispõe de dois dias úteis, após a solicitação de transferência, para suspender o processo de migração em andamento.

Para fazer a portabilidade numérica

Entre os critérios que devem ser observados, no momento de solicitar transferência de prestadora:

- Informar o nome completo à prestadora de telefonia que recebe o pedido;
- Comprovar a titularidade da linha telefônica;
- Informar o número do documento de identidade;
- Informar o número do registro no cadastro do Ministério da Fazenda, no caso de pessoa jurídica;
- Informar o endereço completo do assinante do serviço;
- Informar o código de acesso;
- Informar o nome da prestadora de onde está saindo;
- Responder o SMS de confirmação da Portabilidade.

Consultas - Acompanhe o movimento de pedidos e efetivações de transferências da portabilidade numérica conforme o DDD e a data de início do serviço pelo site

O site da ABR Telecom também disponibiliza uma ferramenta de busca para pesquisar a qual prestadora pertencem os números de telefones que já realizaram a portabilidade numérica, consulte aqui.

ACSP: Brasileiros já contribuíram com R$ 2 trilhões em impostos

A marca foi registrada 40 dias mais cedo em comparação com o ano passado

 

O Impostômetro, painel instalado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), no centro histórico da capital paulista, atingiu neste domingo (21), às 8h20, a marca de R$ 2 trilhões em impostos. Este é o valor pago pelos contribuintes brasileiros aos governos federal, estadual e municipal desde o início do ano. Entram na contabilidade impostos, taxas e contribuições, incluindo as multas, juros e a correção monetária.

 

Comparado ao mesmo período do ano passado, o Impostômetro alcançou a marca de R$ 1,7 trilhão, indicando um crescimento de 17,6%. Segundo Ulisses Ruiz de Gamboa, economista da ACSP, esse avanço foi registrado 40 dias mais cedo este ano, impulsionado pelo aumento da atividade econômica, renda e emprego, além do impacto da inflação e da reintegração do PIS e COFINS nos combustíveis.

“Nós temos um sistema tributário que taxa excessivamente o consumo, assim na medida em que os preços dos bens e serviços aumentam a arrecadação também cresce. Além disso, a elevação da atividade econômica tem um impacto positivo na arrecadação. Se esses dois fatores continuarem ocorrendo, que é o mais provável, a gente vai continuar tendo antecipação desse resultado de R$ 2 trilhões", completa Ruiz de Gamboa.

 

De acordo com dados da ACSP, o Impostômetro atingiu, pela primeira vez, a marca de R$ 2 trilhões em impostos somente em 09 de dezembro de 2015. Em julho daquele ano, o Impostômetro registrava R$ 1,1 trilhão em impostos pagos pelos brasileiros. Ou seja, um crescimento acumulado de 82%, se fizermos a comparação do mesmo período há 09 anos. O especialista Ruiz de Gamboa atribui esse aumento ao crescimento da atividade econômica e ao aumento dos preços.

 

Atualmente, enfrentamos uma carga tributária elevada, que muitos estudos indicam ser um obstáculo ao crescimento robusto e pleno desenvolvimento do País. Segundo Ruiz de Gamboa, "nossa carga tributária é comparável à da Grã-Bretanha, embora nossa renda por habitante seja significativamente inferior. Portanto, pagamos uma carga tributária desproporcional ao nosso nível de desenvolvimento econômico, o que acaba por sufocar o potencial de expansão da economia."

 

Essa realidade é evidenciada pelo fato de o Impostômetro ter alcançado a marca de R$ 2 trilhões de arrecadação 40 dias antes do registrado em 2023. Segundo o presidente executivo do Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT), Dr. João Eloi Olenike, “isso reflete as diversas medidas do Governo Federal para aumentar os tributos, como o ajuste das alíquotas do ICMS em diversos estados de 1% para 2%, a atualização do IPTU e o aumento do IPVA em várias unidades da federação.” 

O painel físico do Impostômetro está situado na Rua Boa Vista, 51, no Centro Histórico de São Paulo, próximo ao edifício-sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP). Além disso, os dados sobre os impostos arrecadados nas esferas federal, estadual e municipal podem ser acompanhados em tempo real pelo site impostometro.com.br.

 



ACSP: A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), em seus 129 anos de história, é considerada a voz do empreendedor paulistano. A instituição atua diretamente na defesa da livre iniciativa e, ao longo de sua trajetória, esteve sempre ao lado da pequena e média empresa e dos profissionais liberais, contribuindo para o desenvolvimento do comércio, da indústria e da prestação de serviços. Além do seu prédio central, a ACSP dispõe de 15 Sedes Distritais, que mantêm os associados informados sobre assuntos do seu interesse, promovem palestras e buscam soluções para os problemas de cada região.


Sobre o Impostômetro: O Impostômetro foi implantado em 2005 pela ACSP para conscientizar os brasileiros sobre a alta carga tributária e incentivá-los a cobrar os governos por serviços públicos de mais qualidade. Está localizado na sede da ACSP, na Rua Boa Vista, centro da capital paulista. Outros municípios e capitais se espelharam na iniciativa e instalaram seus painéis. No portal é possível visualizar valores arrecadados por período, estado, município e categoria.


9 orientações para ter um Dia dos Pais sem endividamento

Com a proximidade do Dia dos Pais, comemorado em 11 de agosto, é fundamental planejar não só essa celebração, mas todas as comemorações ao longo do ano. Muitos cometem o erro de adiar as compras de presentes, o que pode gerar estresse e gastos desnecessários. A organização financeira para os próximos 12 meses pode ajudar a evitar esses problemas. 

Um método simples para planejar as finanças é utilizar um caderno, onde cada página representa um mês. Liste todas as datas comemorativas e eventos importantes em cada página. Por exemplo, comece com agosto, que inclui o Dia dos Pais e possíveis aniversários de amigos ou parentes. Em seguida, pense em outras datas significativas, como o Dia das Crianças em outubro e a Black Friday em novembro, que oferece uma oportunidade para comprar presentes de Natal com descontos. 

O planejamento não deve se limitar às datas comemorativas. É importante lembrar das despesas do dia a dia: contas de energia, água, alimentação, educação, vestuário e lazer. Também é fundamental prever eventos imprevistos, como a quebra de um eletrodoméstico. Ter uma reserva financeira para emergências é essencial. 

O controle financeiro pode ser feito no papel ou em uma planilha digital. O importante é criar o hábito de controlar as finanças com 12 meses de antecedência. Isso ajuda a evitar surpresas desagradáveis e promove uma educação financeira constante.

 

Orientações para o Dia dos Pais

Para celebrar o Dia dos Pais sem comprometer o orçamento financeiro, considere as seguintes orientações: 

  1. - Busque um presente diferente, com pouquíssimo investimento é possível impressionar muitas vezes mais do que gastando muito.
  2. - Certifique-se do que o pai está precisando e busque unir o útil ao agradável. Pesquise em vários lugares antes de decidir onde irá comprar.
  3. - Respeite sua situação financeira para comprar um presente que caiba no seu bolso. Nessa época, o comércio faz muitas promoções, basta analisar e ver se vale a pena.
  4. - Junte-se com os irmãos e mãe (de forma online, de preferência) para dividir o valor do presente.
  5. - Caso não tenha guardado dinheiro, procure saber quanto de prestação cabe realmente em seu orçamento mensal.
  6. - Se seu pai estiver endividado, ajude-o a sanar esse problema, mas dê a ele também um livro ou curso de educação financeira, para que isso não ocorra novamente.
  7. - Cuidado com presentes que possam ter custos agregados, como celular ou cachorro.
  8. - Uma boa alternativa pode ser um evento. Você pode preparar ou pedir algo especial para um almoço ou jantar, ou realizar um passeio que ele goste.
  9. - Caso não dê para comprar nenhum dos presentes que você tinha em mente, converse com o seu pai e planeje-se para poder presenteá-lo em outra ocasião. 

Como uma forma de perpetuar o aprendizado financeiro, recomenda-se o livro "Terapia Financeira". É um ótimo presente para o Dia dos Pais, ajudando-os a buscar conhecimento e trilhar o caminho de uma gestão financeira mais consciente. 

O planejamento financeiro é essencial para evitar imprevistos e garantir que todas as comemorações sejam celebradas de forma tranquila e organizada. Com organização e antecedência, é possível assumir o controle da vida financeira e desfrutar de todas as datas importantes ao longo do ano sem estresse.

 

Reinaldo Domingos - PhD em Educação Financeira, está à frente do canal Dinheiro à Vista presidente da Associação Brasileira de Profissionais de Educação Financeira - ABEFIN) e da DSOP Educação Financeira. Autor de mais de 150 livros sobre o tema educação financeira, como o best-seller Terapia Financeira.



Observabilidade: qual a importância dessa prática na gestão de dados?

Você já ouviu a expressão “talk to your data”? Na tradução para o português, o termo significa “conversar com seus dados”. Isso é, cada vez mais, vemos ser enfatizada a importância da gestão de dados, a fim de garantir o sucesso das organizações. Afinal, mais do que extrair registros e informações, é fundamental realizar a análise de dados em tempo real, criando um diálogo que permita total compreensão do negócio – algo que pode ser realizado por meio do conceito de observabilidade.

Como o próprio nome diz, essa prática nada mais é do que observar todo o sistema da empresa, para compreender qual o seu atual estado interno ou externo. E, embora o conceito seja, naturalmente, atribuído à área de Tecnologia da Informação (TI), é possível também aplicá-lo em outras vertentes da companhia como, por exemplo, nos dados.

Ou seja, por meio desse princípio, é possível analisar toda a infraestrutura organizacional, desde a produção, tendências, padrões, gargalos, integração de processos, até mesmo avaliar o comportamento do colaborador em relação à sua produtividade e, a partir da conquista da inteligência do negócio, atribuir melhorias que garantam o seu desempenho e eficiência.

A aplicação da observabilidade ganha ainda mais importância na gestão de dados, considerando que, de acordo com o relatório “Data Age 2025”, realizado pela International Data Corporation (IDC), espera-se que, até 2025, a quantidade de dados gerados no mundo alcance 175 zettabytes, um aumento significativo em comparação aos 33 zettabytes gerados em 2018.

Embora sempre que falamos sobre conceitos de tecnologia, criem-se dúvidas ou receios quanto à sua aplicação, no caso da observabilidade, não é necessário. Isso porque, a atribuição da prática no dia a dia dificilmente será algo que trará algum tipo de obstáculo devido à sua simplicidade e abrangência. Entretanto, para garantir o seu sucesso, é crucial ter bem estabelecido um olhar crítico.

Isso é, de nada adianta ter mecanismos de extração de dados, sem que haja uma atuação precisa para analisá-los e interpretá-los, a fim de obter insights promissores que auxiliem na geração de relatórios e diagnósticos que favoreçam o processo de tomada de decisões rápidas e estratégicas para o negócio.

Realizar a gestão de dados não é algo que acontece da noite para o dia, visto que, para sua execução, é necessário o envolvimento de toda a organização no processo de envio, análise e extração. Por isso, torna-se fundamental alinhar a cultura da empresa em prol dessa prática, para que o time atue em total sincronia e aplique os conceitos de inovação.

Afinal, cada vez mais, é enfatizada a importância dessa gestão para decisões ágeis. Desta forma, cabe às empresas que ainda não têm fundamentado essa prática mudarem, desde já, sua conduta, a fim de acompanhar o atual movimento de transformação digital no mercado. O primeiro passo para isso é, sem dúvidas, adquirir ferramentas de observabilidade que apoiem no fornecimento e extração de informações, para melhor compreensão do negócio tanto do ponto de vista interno quanto externo, a fim de fortalecer o relacionamento com toda a cadeia produtiva.

Quanto a isso, contar com o apoio de uma consultoria especializada nessa abordagem é uma excelente alternativa. Afinal, o time de especialistas pode apoiar a companhia desde o processo de escolha de ferramentas que permitam fazer a observabilidade, até mesmo na melhor orientação de qual o melhor caminho a ser seguido em concordância com a estratégia corporativa.

A tendência é que a gestão de dados continue crescendo nas organizações. Diante disso, estabelecer o princípio da observabilidade nas operações da empresa ajudará a garantir sua melhor atuação frente ao mercado altamente competitivo, o qual exige, diariamente, agilidade nas tomadas de decisões que, como tudo na vida, não devem ser decididas de forma precipitada, mas somente após uma conversa esclarecedora.





Guilherme Seleguim - Squad Leader e Product Owner da Viceri SEIDOR.
www.viceri.com.br


Marketing Human to Human: como ele fortalece a conexão com os clientes?


E se, ao invés de focar na venda de seus produtos ou serviços, sua empresa priorizasse as relações humanas como centro de suas estratégias? Essa é a proposta do marketing human to human (H2H), uma abordagem que contribui para a construção de conexões genuínas e duradouras entre as partes. Por mais que o conceito já esteja presente no mercado há anos, foi apenas em 2024 que começou, de fato, a ganhar espaço no mundo corporativo, o qual merece maior atenção considerando os benefícios que pode trazer para o fortalecimento da marca em seu segmento.

Este conceito vem recebendo destaque diante da conscientização sobre a importância de se criar experiências individualizadas e memoráveis aos clientes, se comunicando com eles de forma mais transparente, autêntica e humana, criando, com isso, relações de maior confiança que os retenham à marca e, ainda contribuam para sua recomendação orgânica.

Não à toa, há alguns anos, pudemos notar uma maior preocupação das empresas em mudar seu tom de voz e posicionamento no mercado, diante de tamanhas mudanças referentes ao comportamento do consumidor e suas exigências – as quais, em sua maioria, se destinavam a aproximar sua relação com o público-alvo. Então, o que temos aqui não é algo inovador, mas um aprofundamento nas questões que têm relação com esse tipo de estratégia.

Esse cuidado pode ser claramente visto em empresas dos mais diversos portes e segmentos, mesmo aquelas “mais famosas” e referências no mercado, como ocorre nos empreendimentos de luxo, como exemplo. Algumas das ações que mais costumam ser adotadas por esses negócios, nesse sentido, são vinculadas a causas sociais, criação do senso de comunidade e uma abordagem mais ética e ligada ao mundo de hoje. Afinal, segundo um relatório especial do Edelman Trust Barometer, 70% da geração Z se diz estar envolvida em causas sociais e políticas, tidos como alguns dos fatores que pesam nesse público ao considerarem os produtos que compram e usam, optando por escolher marcas ecológicas que se posicionam sobre essas questões sociais.

Em outro exemplo prático, o H2H beneficia, significativamente, o setor de infoprodutos e cursos digitais, os quais sofreram um boom gigantesco durante e após a pandemia. Isso porque, com o crescimento dessa esfera, uma movimentação que também a acompanhou foi o marketing de autoridade. Nesse sentido, cursos de gestão de tráfego pago, por exemplo, deixaram de ter o foco no campo de estudo em si e começaram a ser vendidos, principalmente, com ênfase em seus criadores, que acabaram por se tornar grandes influencers no atual mercado do marketing digital. E o que é possível notar na maior parte desses criadores? O foco em um tom de voz humanizado e próximo dos “clientes”. Além, é claro, da copy feita de modo a colocar seus instrutores em um pedestal.

Por mais que, a um primeiro momento, essa nomenclatura possa sugerir algo extremamente recente no mercado e pouco difundido no mundo do marketing digital, na realidade, já estamos em contato com o H2H há muito mais tempo do que imaginamos. Cada vez mais, a partir de agora, veremos esse tipo de comunicação se tornando algo essencial para todo tipo de marca que nasce e busca um contato com novas gerações em seus relatórios de faturamento mensais, e ficar de fora dessa tendência, certamente, será fatal para a prosperidade do seu negócio.




Renan Cardarello - CEO da iOBEE, Assessoria de Marketing Digital e Tecnologia.



iOBEE
https://iobee.com.br/


Incidentes de TI estão no topo dos riscos para acontinuidade dos negócios, aponta pesquisa da Protiviti

1ª Pesquisa Nacional sobre Maturidade em Gestão de Crises e Continuidade de Negócios, apresentada no segundo trimestre deste ano, identifica os riscos de alto impacto para as organizações, que geram rupturas e, consequentemente, perdas financeiras que chegam a R$ 10 milhões

 

A Protiviti, empresa especializada em soluções para gestão de riscos, compliance, ESG, auditoria interna, investigação, proteção e privacidade de dados, divulgou um estudo inédito, intitulado Pesquisa Nacional sobre Maturidade em Gestão de Crises e Continuidade de Negócios no Brasil, no segundo trimestre deste ano, para mostrar como as empresas estão estruturadas para lidar com riscos de alto impacto, que são cada vez mais frequentes para as organizações e podem afetar a continuidade do negócio. 

De acordo com a pesquisa, 45% das empresas sofreram pelo menos um incidente de Continuidade ou crise nos últimos 12 meses. Além dos incidentes de TI abordados diretamente pela pesquisa, o ambiente tecnológico também ganha destaque quando se fala de incidentes operacionais. A causa raiz relacionada à indisponibilidade de sistemas correspondeu a quase metade das paralisações operacionais, ou seja, 48,3%, sendo o segmento Financeiro, em especial os Bancos, o mais afetado, o que equivale 29%, seguido de Tecnologia, Computação ou Telecomunicações e Indústrias. 

Em se tratando dos incidentes de Tecnologia da Informação, os acessos indevidos foram as principais causas para interrupções no ambiente de TI, alcançado 28,6% das empresas pesquisadas. Em seguida estão os ataques ransomware, com 14,3%. Outros indicadores, com menor percentual, foram considerados, como indisponibilidade de Data Center, falha de comunicação lógica e ataque por malware, entre outros, conforme abaixo: 

- Acessos indevidos: 28,6%

- Ataques por ransomware: 14,3%

- Indisponibilidade do Data Center: 9,5%

- Falha na comunicação lógica: 9,5%

- Ataque por malware: 9,5%

- Atualização e, ou, implementação de aplicações: 9,5%

- Sequestro de informações: 4,8%

- Falha de internet ou rede por período relevante: 4,8%

- Outros ataques: 4,8%

- Obras públicas: 4,8% 

Das empresas que apontaram incidentes de TI, 57% delas demoraram mais de 24 horas para se recuperar – o que pode ser crítico, dependendo do tipo de negócio, como o varejo. Após análise dos dados dessas empresas que levaram mais de um dia para a recuperação do incidente, é possível verificar que a maioria, ou seja, 58%, não possui Comitês de Continuidade e nem Planos de Continuidade de Negócios e de Continuidade Operacional. 

“Ter uma governança estabelecida, além de planos formalizados, atualizados e testados pode ser a diferença entre garantir um rápido retorno ou ter a ruptura da operação prolongada, implicando inclusive em impactos de imagem para as organizações” explica Daniela Coelho, diretora de Gestão de Riscos da Protiviti. 

Considerando os riscos financeiros em todos os incidentes de continuidade, a maioria das empresas declarou pequenas perdas. Porém, 8% dos respondentes afirmaram que sofreram perdas financeiras superiores a R$ 2 milhões nos últimos 12 meses, chegando algumas a relatar valores superiores a R$ 10 milhões. 

O mapeamento contou nesta primeira edição com uma amostra de 153 empresas e abrangeu empresas de todos os tamanhos, sendo que as de faturamento anual até R$ 4,8 milhões representaram apenas 10% dos participantes, enquanto as organizações com faturamento anual acima de R$ 1 bilhão representaram quase metade dos participantes.



Protiviti 


Dinheiro ou Cartão: Descubra a Melhor Forma de Levar Dólares em Viagens Internacionais com a R3 Viagens!

Uma das melhores agências do Brasil oferece guia completo para viajantes escolherem entre dinheiro em espécie, cartão ou conta global.

 

Planejar uma viagem internacional exige organização e, claro, a escolha da melhor forma de levar seus dólares. Dinheiro em espécie ou cartão? A R3 Viagens, uma das melhores agências de viagens corporativas do Brasil, oferece um guia completo para ajudar os viajantes a tomarem a decisão ideal e aproveitarem ao máximo sua experiência!


Dinheiro em espécie, casas de câmbio e bancos:

  • Segurança: Dinheiro em mãos para imprevistos.
  • Acessibilidade: Casas de câmbio e agências bancárias em todo o país.
  • Desvantagens: Taxas, riscos de carregar grandes quantias e limitações na disponibilidade de valores específicos.


Contas globais:

  • Praticidade: Gerencie sua conta e faça conversões de moeda pelo celular.
  • Economia: Taxas de câmbio mais vantajosas e sem IOF na conversão.
  • Flexibilidade: Saques em caixas eletrônicos no exterior e cartão físico para compras.
  • Desvantagens: Abertura de conta e possíveis custos adicionais, além de nem todas as contas globais oferecerem os mesmos benefícios.


Cartões de crédito tradicionais:

  • Vantagens: Acumule milhas aéreas, utilize programas de recompensas e faça compras online com segurança.
  • Desvantagens: Taxas de IOF de 6,38%, custos extras para saques e cotação do dólar comercial na data da compra.


Cartões pré-pagos:

  • Controle: Carregue o valor exato da viagem e evite gastos extras.
  • Segurança: Em caso de perda ou roubo, basta bloquear o cartão e solicitar um novo.
  • Desvantagens: Taxas de IOF de 6,38% e taxas de recarga, além de saldo limitado e indisponibilidade para saques em alguns países.


A R3 Viagens te ajuda a escolher a opção ideal:

  • Consultoria especializada: Converse com nossos especialistas e tire suas dúvidas.
  • Simulações personalizadas: Compare taxas e encontre a melhor opção para você.
  • Produtos sob medida: Oferecemos soluções completas para viagens internacionais.

Viaje com tranquilidade e segurança com a R3 Viagens!

 

www.r3viagens.com.br


Inovação: como obter financiamentos a juros mais baixos?

Inovar não precisa custar caro. Mas, mesmo assim, a indisponibilidade de recursos suficientes para essa estratégia impede que muitas empresas invistam nessa trajetória. Para aquelas que se encontram nessa encruzilhada, não há por que desistir, uma vez que o Brasil dispõe de excelentes mecanismos de financiamento destinados à aplicabilidade da inovação no meio corporativo a juros baixos, de forma que consigam ter um orçamento exclusivo neste sentido e, com isso, um apoio para que tirem suas intenções do papel e as transformem em ideias que gerem valor à suas operações.

A primeira movimentação que tivemos nesse sentido em nosso país foi através da criação do BNDES, em 1952, o qual se destinou a oferecer condições especiais para micro, pequenas e médias empresas mais voltadas à agricultura, indústria, infraestrutura, comércio e serviços. Posteriormente, em 1995, veio, através do Decreto Nº 55.820, a FINEP, a qual se voltou a financiar os estudos e programas necessários à definição dos projetos de modernização e industrialização.

Por fim, em 1969, chegou o FNDCT, no âmbito do Ministério do Planejamento, com a finalidade de dar apoio financeiro aos programas e projetos prioritários de desenvolvimento científico e tecnológico, notadamente para implantação do Plano Básico de Desenvolvimento Científico e Tecnológico - PBDCT. Cada um desses possui, hoje, suas próprias linhas de crédito, as quais precisam ser devidamente compreendidas de forma que cada empresa identifique qual faz mais sentido perante sua realidade e metas.

Na prática, como exemplo disso, as linhas ofertadas pelo FINEP costumam ser mais investidas pelos empreendimentos que desejam investir na inovação em desenvolvimento de novos produtos e processos, pesquisas básicas e aplicadas e programas para startups. Já as do BNDES, por outro lado, estão voltadas para planos de modernização e expansão, aumento da eficiência produtiva, ampliação fabril, sustentabilidade ambiental e crescimento sustentável. Cada uma, com suas próprias taxas, prazos de carência, amortização, e parcela de participação dos bancos nos projetos, que podem sofrer alterações de acordo com novas diretrizes que podem ser aplicadas por essas instituições.

Todas as empresas, desde as micro e pequenas empresas, startups, universidades e organizações sem fins lucrativos, podem recorrer a esses incentivos, desde que estejam localizadas dentro do território brasileiro. Apenas em 2024, a FINEP atingiu a marca de R$12,6 bilhões em orçamento, um aumento de 28% quando comparado aos R$9,8 Bi de 2023. No BNDES, esse total de liberações alcançou o patamar de R$ 23,3 bilhões, representando aumento de 22% comparado a 2023.

É importante enfatizar, contudo, que o financiamento em si não gera lucro para as empresas, o que ocorre é que as marcas que realizam as captações aplicam os recursos para novos investimentos, o que acaba disponibilizando novos produtos ao mercado, ocasionando em aumento de receita ou até redução de custos internos.

Muito pode ser usufruído pelas empresas brasileiras para tirarem suas ideias inovadoras do papel. Porém, o desconhecimento com relação às etapas e exigências que são necessárias em cada uma das etapas e, ainda, em atender o grau do descritivo técnico que deve ser apresentado, costuma ser uma das maiores barreiras nesse sentido. Isso, associado às obrigações que são exigidas contratualmente e que devem possuir um controle e acompanhamento para atingimento e realização das prestações de contas, além da exigência da apresentação de garantias reais nas operações de crédito, podem comprometer o acesso aos recursos.

Esses empecilhos evidenciam a necessidade de as interessadas em recorrer a esses financiamentos tenham um extremo planejamento e segurança para que os recursos sejam investidos conforme a apresentação do projeto. Ainda, é de suma importância que o draft inicial do projeto seja compartilhado anteriormente a submissão oficial pelas plataformas com o órgão de fomento que foi escolhido para sequenciar o processo, a fim de evitar possíveis questionamentos posteriores que podem fazer com que o prazo de avaliação leve mais tempo do que o esperado e, até mesmo, a sua reprovação.

Cada modalidade de crédito apresenta suas vantagens e direcionamentos. A melhor opção para cada empresa dependerá do seu objetivo e enquadramento com as linhas disponíveis, assim como da estrutura financeira associada aos itens financiáveis que estas linhas dispõem. Estes cuidados, apoiados pela orientação de uma consultoria especializada no ramo, ajudarão que cada vez mais empreendimentos consigam usufruir desses recursos para a aplicação de estratégias inovadoras que as tornem referência no mercado. 



Andressa Melo - gerente de inovação do FI Group, consultoria especializada na gestão de incentivos fiscais e financeiros destinados à PD&I.

FI Group
https://br.fi-group.com/


Qual o papel das pessoas na revolução da IA?

Se antes era ficção, hoje, a Inteligência Artificial já é uma realidade palpável. Quanto a isso, não há como negar o impacto que esta tecnologia tem causado no âmbito organizacional e econômico, impulsionando ainda mais a transformação digital nas companhias. Estamos presenciando uma verdadeira revolução com a era da IA. No entanto, é crucial reconhecer os desafios que precisam ser superados ao longo desse processo.

Embora a IA tenha ganhado popularidade nos últimos anos, essa não é uma tecnologia nova, mas que vem despertando cada vez mais o interesse das organizações. Como prova disso, segundo a pesquisa “The state of AI in early 2024: Gen AI adoption spikes and starts to generate value”, realizada pela McKinsey, 72% das empresas do mundo já adotaram esse recurso. O resultado mostra um avanço significativo comparado aos 55% registrado em 2023.

O estudo da McKinsey também mostrou que a IA generativa acompanhou esse ritmo de crescimento, passando de 33% para 65% em 2024. Outro estudo da Randstad apontou que, atualmente, 65% dos negócios aumentaram os orçamentos para a IA. Com tantas percepções de mercado, entendemos que ela não é mais uma “Hype”.

Os dados mostram que, a nível global, as organizações seguem a mesma direção, compreendendo a importância de adotar esse recurso como solução complementar aos processos, garantindo, assim, um desempenho promissor.

Todavia, ainda conseguimos observar, no mercado, detratores da inovação e, como toda nova era, a economia acaba migrando para as tendências. Com isso, novas posições são criadas e outras se tornam obsoletas.

Diante de uma “novidade”, é comum que parte do empresariado tenha dúvidas e receios acerca da eficácia de um novo produto, solução ou, neste caso, tecnologia. Por isso, é fundamental enfatizar que, desde seu surgimento, a indústria passou por revoluções, demonstrando o dinamismo do mercado e a importância de acompanhar o atual ritmo da sociedade.

No caso da IA, sua utilização se torna vantajosa, pois estamos falando de um recurso com alto potencial de aprendizado que apresenta a habilidade de sanar dores do negócio, automatizar tarefas repetitivas, contribuir para a digitalização das operações e, sobretudo, fornecer uma gestão efetiva com o uso de dados. Certamente, esses ganhos brilham os olhos de toda organização que lida com essas funções de forma manual no dia a dia.

Contudo, mesmo sendo uma ferramenta poderosa, é essencial tomar alguns cuidados na sua utilização para garantir a segurança. Afinal, para que a IA possa desempenhar seu papel, ela precisa ser abastecida com dados da organização que, muitas vezes, são informações sensíveis, que precisam ser protegidas e gerenciadas de forma adequada para evitar erros e vazamentos.

Isso reforça a ideia de que a Inteligência Artificial não eliminará a mão de obra humana. Afinal, as pessoas é que são responsáveis por usufruir dessa tecnologia de forma a impulsionar seu sucesso. Ou seja, mais do que acompanhar o 'hype', as empresas precisam se atentar e estabelecer uma gestão da mudança, com foco no preparo, treino e capacitação de seus colaboradores para o aproveitamento deste recurso.

Afinal, de nada adianta ter acesso a uma ferramenta eficaz, se a companhia ainda está presa a métodos antigos e ineficientes. Além disso, se a equipe não souber manusear o recurso, certamente não conseguirá obter os resultados promissores esperados.

Mais do que mostrar o avanço da tecnologia, a era da IA ilustra a necessidade das empresas em investirem na cultura da inovação, uma vez que as pessoas continuam sendo o foco de toda mudança – e esse é o desafio que vem pela frente.

Já é de conhecimento público o que temos dessa tecnologia até o momento, e também que vem muita evolução pela frente. Porém, ainda há no mercado uma certa resistência em aceitar o uso da ferramenta. De modo geral, as organizações que surgiram em modelo de startup possuem mais facilidade na adoção da IA, mas os negócios tradicionais e familiares, em sua maioria, se veem receosos em investir nessa mudança.

Contudo, independente do porte e segmento da empresa, essa tecnologia já se tornou uma necessidade. Obviamente, trilhar um caminho de mudança não é uma jornada fácil, mas pode ser menos desafiadora com o apoio de uma equipe especializada, que pode ajudar a executar um diagnóstico preciso das dores do negócio e traçar a melhor estratégia para sua adoção e uso.

A tendência é que, daqui para frente, a IA potencialize ainda mais as suas funcionalidades e alcance. No entanto, isso não é motivo para pânico, pois quanto mais eficiente esse recurso for, melhor será o seu desempenho. Tornar as empresas inteligentes é o que, sem dúvidas, irá continuar impactando os resultados da economia como um todo, mas fortalecer a relação entre as pessoas e a tecnologia é o que irá garantir a sobrevivência dos negócios.

 


Diego Bortolucci - responsável pela área de S/4HANA da SPS Group.


SPS Group


Trend Micro alerta: phishing é o método preferido do cibercrime

 
Quase metade das ameaças bloqueadas pela Trend Micro em 2023 ocorreu via e-mail 


O trabalho híbrido tornou-se uma norma no ambiente corporativo e o cibercrime passou a aproveitar mais do que nunca os pontos cegos na segurança integrada dos serviços de e-mail. Em 2023, o Trend Vision One™ - Email and Collaboration Security (conhecido também como Cloud App Security), solução da Trend Micro, líder mundial em soluções de cibersegurança, descobriu mais de 45 milhões de ameaças de e-mail de alto risco, além daquelas detectadas pela segurança integrada do Microsoft 365 e do Google Workspace.


O relatório mostra que dos 45 milhões de e-mails infectados mais de 19 milhões foram classificados como Malware e 25,6 milhões continham URLs maliciosas, além de quase meio milhão de ameaças BEC (do inglês, Business Email Compromise). Nesse tipo de ataque, o criminoso envia um e-mail falso passando-se por um executivo do alto escalão na empresa para conseguir a liberação de recursos financeiros.
 
“Infelizmente, a segurança integrada de serviços populares de mensageria, como os da Microsoft 365 e do Google, simplesmente não consegue impedir a infiltração de e-mails maliciosos nas empresas. Por isso, ferramentas de e-mail security devem ser parte vital da estratégia de cibersegurança das empresas, atuando como uma segunda camada de defesa capaz de capturar ameaças altamente complexas e evasivas”, destaca Cesar Candido, diretor Geral da Trend Micro Brasil.
 


Análise

O bloqueio de 19,1 milhões de arquivos de malware pela Trend Micro em 2023 representa um aumento de 349% em relação a 2022. O número de ameaças de malware conhecidas também saltou para 16 milhões, indicando um crescimento maciço de 3.079%. No entanto, é importante mencionar que o número de arquivos de malware desconhecidos caiu para 3 milhões, o que significa queda de 18%.


Uma medida implementada pela Microsoft em meados de 2022 continua contribuindo para esse declínio nas detecções. Na época, a Microsoft agiu para impedir a execução de programas macro em documentos do Microsoft 365, principalmente nos obtidos na Internet ou anexados por e-mail. Nos últimos oito anos, o método predominante de acesso inicial do cibercrime tem sido documentos do Microsoft 365 contendo macros maliciosas, geralmente distribuídas aos alvos via e-mail.
 

De acordo com um relatório da empresa de segurança Egress, 94% das organizações foram vítimas de ataques de phishing em 2023. Isso explica o aumento de 40% nos incidentes de phishing em relação a 2022, quando a Trend Micro detectou e bloqueou mais de 14 milhões de ataques desse tipo.
 
Embora os pesquisadores apontem queda nos ataques com arquivos de spam – 45% em 2023 –, os cibercriminosos têm incorporado links de phishing em anexos maliciosos, em vez de diretamente no corpo do e-mail, como forma de ofuscação. Já os ataques de phishing destinados a roubar informações e dados, também conhecidos como phishing de credenciais, apresentaram crescimento de 17% em 2023, com quase 7 milhões de detecções.
 
Ao todo, mais de 870 mil links de phishing de credenciais foram descobertos por meio da Visão Computacional, uma tecnologia de análise de imagem e aprendizado de máquina (ML) que detecta e-mails de phishing de credenciais verificando o conteúdo do site, como elementos de marca e formulários de login. As descobertas representam um aumento colossal de 263% em relação a 2022.


 
Fraude do CEO

A área de pesquisa da Trend Micro divulgou crescimento de 16% nos ataques BEC (de comprometimento de e-mail corporativo), também conhecidos como Fraude do CEO, com o total de 446.234 bloqueios em 2023, o que demonstra que esse tipo de tática continua sendo uma opção lucrativa.

Com as forças de trabalho flexíveis e atuando em modelo híbrido desde o fim da pandemia, os cibercriminosos permanecem evoluindo em suas táticas para explorar as lacunas na segurança da nuvem e as fragilidades na segurança integrada dos serviços de e-mail.

Para ler mais sobre o relatório, clique AQUI

  

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Empresas dos EUA buscam no Brasil profissionais do setor de saúde e tecnologia

 Segundo a assessoria imigratória D4U Immigration, profissionais com mais de cinco anos de experiência são os que têm mais chance de contratação e aprovação de visto

 

No primeiro trimestre deste ano, os Estados Unidos registrou a abertura de 940 mil novas vagas de emprego, segundo a Secretaria de Estatísticas Trabalhistas do país (Bureau of Labor Statistics), com a taxa de desemprego registrando 3,9%. Esse cenário abre margem para muitos estrangeiros, especialmente os brasileiros, que estão buscando ascensão na carreira. 

“Uma das formas de se conseguir o visto americano permanente para morar é justamente por meio de uma opção de trabalho conhecida como EB2-NIW. Esse é um processo baseado no interesse do país de ter profissionais estrangeiros contribuindo e atuando no mercado de trabalho em determinados cargos estratégicos como engenheiros, profissionais da saúde e advogados”, diz Wagner Pontes, fundador e CEO da assessoria imigratória D4U Immigration. 

Atualmente, há mais de 4,59 milhões de brasileiros morando mundo afora, segundo dados do Ministério das Relações Exteriores. Os EUA são, justamente, o principal destino dos brasileiros, com cerca de 1,9 milhão de pessoas, sendo as regiões de Nova York, com 500 mil, seguida por Boston (390 mil), Miami (295 mil), Orlando (180 mil) e Atlanta (110 mil), os distritos com os maiores números de brasileiros no país.

 

Mercado de trabalho 

O déficit de profissionais de saúde, como enfermeiros, dentistas e fisioterapeutas, pode chegar a 121 mil vagas nos próximos oito anos, de acordo com a Associação de Colégios Médicos Americanos. A remuneração dessas oportunidades, que pode variar dependendo de cada estado, chega a US43 por hora ou US8 mil mensais, em Nova York, conforme relatório da Indeed. 

Segundo dados da D4U Immigration, os profissionais que mais têm sido buscados por companhias americanas é justamente o setor de saúde, registrando 23%, seguido por tecnologia (18%), engenharia (17%) e profissionais da área de administração de empresas (16%). 

Para Wagner Pontes, o Brasil já é há alguns anos referência no segmento de saúde e estética. Isso faz com que gerentes e executivos de hospitais e clínicas norte-americanas busquem esses profissionais em solo brasileiro. “Além disso, com o crescimento do setor de tecnologia nos últimos 10 anos aqui no país por conta das startups, expandiu exponencialmente a quantidade de profissionais de TI. Porém há uma escassez no Brasil de profissionais qualificados, gerando mercado para essas pessoas, com mais de cinco anos de experiência, em empresas dos Estados Unidos, que como diferencial competitivo têm o desenvolvimento profissional, remuneração em dólar, além de aspectos como qualidade de vida e segurança”, completa o especialista. 

Brasileiros que possuem interesse em morar legalmente nos EUA, via trabalho (acesso ao Green Card), precisam se enquadrar em uma das seguintes categorias:

 

EB-1: Habilidades extraordinárias. Voltado para profissionais de destaque e que possuem reconhecimento nacional ou internacional em diversas áreas como: ciências, educação, artes, negócios ou esporte. O EB-1 não exige uma oferta de trabalho ou empregador. 

EB-2: Habilidades excepcionais. Essa modalidade de visto é voltada para profissionais com carreiras bem-sucedidas e consideradas pelo governo acima da média. O candidato ao visto precisa demonstrar uma capacidade excepcional no segmento da sua área. Vale ressaltar que, nesse caso, é preciso ter uma empresa sendo a sponsor, ou seja, que ofereça a vaga e salário correspondente ao cargo aplicado. 

EB2-NIW (National Interest Waiver): Nesse caso, o visto pode ser adquirido com base no histórico profissional e acadêmico. O candidato precisa ter um diploma de graduação superior (bacharelado), mais de cinco anos de atuação, ou certificado de curso técnico com dez anos de experiência, ou ainda ter mestrado, doutorado e PHD em sua área, dispensando assim o tempo de experiência. 

EB3: Esse visto também leva ao Green Card, mas ele é indicado às pessoas que têm uma oferta de trabalho nos EUA. Todo o processo é feito pela empresa que tem interesse no funcionário e só no final o candidato escolhido é apresentado à imigração. A vantagem desse visto é que, por ser bem amplo, ele pode ser utilizado em diversas categorias profissionais, com requisitos bem diferentes - desde o graduado com nível acadêmico até o trabalhador com qualificações limitadas. 

A D4U é especializada em assessoria imigratória para os Estados Unidos, Europa e Dubai e atua desde o planejamento para aplicação ao visto internacional até mesmo na intermediação de seguros obrigatórios. Para mais informações sobre os processos, pré-requisitos e demais questões sobre, acesse o site da empresa.

 

D4U Immigration


Férias: como equilibrar o lazer e o aprendizado das crianças nesse período

Para evitar perdas de conhecimento, é preciso continuar estimulando o cérebro 

 

Metade do ano já se passou, e chegam as férias de julho, uma boa oportunidade para os estudantes descansarem o corpo e a mente para a segunda parte do ano letivo. O cérebro se reorganiza durante os períodos de descanso, porém, praticar atividades que estimulem algum tipo de habilidade cognitiva, social ou emocional é essencial para as crianças. 

Durante as férias, os pais costumam ser mais flexíveis quanto à rotina dos filhos, deixando-os dormir até mais tarde ou então liberando um tempo maior para o uso de telas, mas, Mariana Bruno Chaves, pós-graduada em psicopedagogia e especialista em educação na rede Kumon, indica que os pais “tenham combinados com as crianças para manterem uma organização, mesmo sem a rigidez da rotina da escola, mas com horários estabelecidos e trocando o uso de telas por brincadeiras ou momentos de leitura”. 

divulgação
Uma dica da especialista para os pais é preparar um cronograma de férias junto com as crianças, para que elas se sintam incluídas na rotina da família. “Quando as crianças participam do planejamento, elas se sentem mais responsáveis e engajadas nas atividades propostas. Isso também ajuda a desenvolver habilidades de organização e planejamento desde cedo,” explica Mariana.

Ela sugere que o cronograma inclua uma variedade de atividades que promovam o desenvolvimento cognitivo e emocional das crianças. “Momentos de leitura em família, jogos de tabuleiro e atividades ao ar livre são boas opções para estimular a criatividade e o aprendizado de forma divertida,” recomenda. 

Mariana também destaca a importância de equilibrar o tempo de lazer com algumas atividades educativas. “Mesmo durante as férias, é importante que as crianças mantenham algum contato com o aprendizado. Isso pode ser feito de maneira leve e divertida. “Cozinhar com as crianças pode ensinar matemática através das medições, química ao observar as reações dos ingredientes e habilidades de leitura ao seguir receitas. É uma maneira prática e prazerosa de aprender,” explica Mariana.

Mesmo com esses estímulos, muitos pais se preocupam com uma possível perda dos conhecimentos adquiridos pela criança. Sobre isso, a especialista orienta que os pais separem ao menos meia hora por dia para que a criança realize exercícios simples de disciplinas que ela demonstre mais interesse, como português ou matemática. “Manter a mente ativa e curiosa é essencial para o desenvolvimento contínuo das crianças. As férias oferecem uma oportunidade única de aprender de forma diferente e prazerosa, fortalecendo vínculos familiares e criando memórias positivas”, conclui. 

Um bom aliado para o desenvolvimento nas férias é o método Kumon, pois seu material didático proporciona um plano de estudo individualizado, de acordo com o momento do aluno, permitindo que continuem a praticar suas habilidades de forma estruturada e sem pressão, sendo uma excelente ferramenta para manter o cérebro ativo durante o período de descanso das aulas escolares. As atividades do método são estruturadas para serem realizadas diariamente, o que ajuda a manter uma rotina de estudo sem sobrecarregar as crianças. Além disso, a possibilidade de resolução de exercícios no tablet torna o aprendizado ainda mais acessível e prático, mantendo os alunos motivados. 

Com essa tecnologia, os alunos têm a conveniência de acessar materiais a qualquer momento e em qualquer lugar, sem a necessidade de carregar as folhas, livros ou cadernos. Isso é especialmente vantajoso durante as férias, quando as famílias costumam viajar. O Kumon Connect, torna o estudo mais envolvente e dinâmico, além de propiciar um uso com qualidade das telas. 

Dessa forma, os alunos podem continuar a desenvolver suas habilidades e manter um ritmo de estudo consistente, aproveitando as férias de maneira produtiva e divertida, já que a rotina com o método Kumon favorece o desenvolvimento de habilidades essenciais como foco, concentração e raciocínio lógico, proporcionando um aprendizado com mais disciplina e organização. De forma objetiva, o estudo privilegia o aluno de modo que ele consiga se organizar e ter uma rotina clara e leve para realizar suas atividades. 



Kumon oferece as disciplinas de matemática, português, inglês e japonês, para todas as idades.
kumon.com.br


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