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quinta-feira, 12 de abril de 2018

Como aperfeiçoar os contornos das coxas?


Coxas podem incomodar muita gente

Roupas que deixam a perna a mostra ou mais justas revelam a flacidez da musculatura

Seja durante um movimento ou sentado, a pele das coxas é sempre motivo para causar um certo incomodo em qualquer pessoa, seja devido ao aspecto ou flacidez. Ganhar e perder peso e viver sem atividade física constante para a musculatura, contribuem diretamente e acabam mexendo na auto estima da pessoa que acaba "se achando velha" - o que não é positivo logo depois de, finalmente, ter conseguido emagrecer uns quilinhos, por exemplo.

Em qualquer estação, a falta de firmeza no membro inferior entre o quadril e o joelho incomoda muito, pois alguns 'modelitos', que deixam as pernas de fora ou são mais justos, delatam a falta de forma na região. Esta é uma das partes mais atingidas pela flacidez, na qual a pele deixa de acompanhar o emagrecimento. "É comum que ocorra um abaulamento flácido na porção interna das coxas. Isto se deve ao excesso de pele formado por causa do estiramento desta durante o período de sobrepeso. A pele interna da coxa é relativamente fina, por isso ela não contrai o suficiente após a perda ponderal, o que acaba por acarretar no excesso de pele local", afirma Arnaldo Korn, diretor do Centro Nacional - Cirurgia Plástica.

Para contornar esta situação, muitos buscam por uma solução através da cirurgia plástica. A dermolipectomia de coxas é um procedimento para retirar o excesso de pele, livrando a região da flacidez e proporcionando uma aparência mais natural. Para este tipo intervenção cirúrgica o tempo de internação varia entre um ou dois dias, e a anestesia pode ser a peridural ou geral, a depender da orientação médica. Durante o pós-operatório, recomenda-se ao paciente que evite movimentos excessivos principalmente das pernas, para evitar o alargamento excessivo da cicatriz. "A tração natural exercida na cicatriz pelo andar e pela gravidade podem fazer com que a cicatriz se alargue nos primeiros meses. Portanto, quanto menor for a tração, menor será o seu alargamento", conta Korn.

Cirurgias como a dermolipectomia de coxa são indicadas para pessoas que não conseguem obter um resultado esperado através de exercícios físicos. Nestes casos, a cirurgia atuaria como um tratamento complementar, para garantir ao paciente um efeito de mais completude. "É comum que antes da cirurgia as pacientes tenham vergonha de expor as pernas por causa da flacidez. Optar pela cirurgia, então, poderia ser uma forma de ajudar a aumentar a autoestima", afirma o diretor.

Os valores para a realização da dermolipectomia de coxa podem variar entre R$ 5.000,00 e R$ 10.000,00. Por isso, para algumas pessoas a tão sonhada cirurgia para a retirada da flacidez parece ser possível apenas em sonho. No entanto, há empresas, como o Centro Nacional - Cirurgia Plástica, que atuam como uma assessoria administrativa ao oferecer crédito bancário com condições especiais de pagamento. O objetivo é oferecer ao paciente contrato de prestação de serviços, notas fiscais, tabelas diferenciadas para realização de exames pré-operatórios e agilizar com o processo de internação hospitalar.


quarta-feira, 11 de abril de 2018

Pessoas que cometerem maus-tratos não poderão adotar animais em São Paulo


Atualmente, Lei Estadual proíbe que essas pessoas obtenham guarda animal por cinco anos após crime, mas proposta que tramita na Câmara Municipal quer que restrição não tenha prazo na capital paulista


As pessoas que cometerem maus-tratos ou abandono de animais não poderão ter a guarda de qualquer outro pet, por tempo indeterminado. Pelo menos é o que prevê o Projeto de Lei nº 146/2018, que está em tramitação na Câmara Municipal de São Paulo.

De autoria do vereador Rinaldi Digilio, a proposta prevê que é de responsabilidade do adotante comprovar não ter praticado esses crimes e pune com multa de R$ 1.000 as pessoas que cometerem maus-tratos ou abandono de animais na capital paulista, se somando as penas previstas pela Lei Federal 9.605/98. As penas previstas para maus-tratos e abandono podem chegar de três meses a um ano de reclusão.

Atualmente, a Lei Estadual nº 16.308/2016 prevê que a pessoa que cometer maus-tratos e abandono fique até cinco anos, contados da data do crime, sem poder ter a guarda de animais domésticos. 

"É sempre preciso incentivar a adoção de animais por uma série de fatores, mas é preciso que seja uma guarda animal responsável. Não adianta entregarmos um pet para uma pessoa que comete maus-tratos e abandono, pois a chance de se repetir a prática é grande", afirmou o vereador.

Digilio é autor da Lei Municipal 16.827/2018, já em vigor na cidade de São Paulo, que autoriza a visita de animais domésticos a seus tutores internados nos hospitais municipais de São Paulo, seguindo regras de higiene, vacinação e com autorização médica. Estudos comprovam que o contato com animais causa liberação de neurotransmissores que diminuem o estresse e aumentam a sensação de prazer, causando melhora nos pacientes.

"Uma cidade precisa pensar em políticas públicas que integrem e melhore a vida dos cidadãos humanos, mas também dos animais. Em São Paulo, um levantamento da Faculdade de Medicina Veterinária da USP aponta ter 3 milhões de cães e gatos, ou seja, um terço de nossos habitantes e atualmente, pouco se pensa em ações para cuidar deles", disse Digilio.

O Projeto de Lei nº 146/2018 deverá passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), antes de seguir para duas votações em plenário. A expectativa é que a proposta seja aprovada e encaminhada para a sanção do prefeito Bruno Covas até o fim deste ano e vire lei municipal.




LEISHMANIOSE CANINA


  Saiba mais sobre a Leishmaniose canina, uma doença que pode afetar cães e humanos.


A Leishmaniose avança pelo interior do Estado de São Paulo e chega cada vez mais próximo à capital, a doença se espalha rapidamente e seu controle depende da atuação dos gestores públicos e da população.

“O cão é sempre a alegria da casa. E como qualquer integrante da família, quando ele fica doente, várias preocupações tomam conta dos donos” afirma o veterinário Cauê Toscano do Vet Quality Centro Veterinário 24h. Uma doença que merece atenção especial é a leishmaniose canina, patologia transmitida por um mosquito infectado, que pode afetar tanto os humanos quanto os cães.
A leishmaniose

A doença é mais comum nos locais onde falta saneamento básico. Esses locais apresentam fatores que facilitam o aparecimento de insetos portadores do protozoário causador da doença (no caso do transmissor da leishmaniose, o mosquito palha ou birigui).
Ao caírem na circulação sanguínea do cachorro, os parasitas se reproduzem dentro das células. Essa reprodução pode comprometer vários órgãos.
Quando ocorre em cachorros, a doença é chamada de leishmaniose visceral canina, e o tratamento ainda não permite a cura total, mas pode diminuir os sinais clínicos. Sendo assim, o veterinário trabalha na tentativa de controlar a epidemiologia.


Os sintomas

O primeiro sintoma que o cão com leishmaniose apresenta é a perda de pelos em locais específicos, como ao redor dos olhos, do nariz, da boca e nas orelhas.

Conforme a doença avança, o animal pode apresentar sintomas como perda de peso, falta de apetite, vômitos, conjuntivites, hemorragias nasais, aparecimento de dermatites e, em fases mais avançadas, pode-se perceber deficiências renais crônicas e acelerado crescimento das unhas.

A doença pode estar presente no cachorro por diversos meses sem que haja a manifestação de qualquer sintoma. Ao perceber alguma mudança no comportamento do animal, é imprescindível levá-lo ao veterinário. O quanto antes o cão for diagnosticado, mais chances ele tem de sobreviver.

Para tratar da leishmaniose canina, é necessário que o dono do cachorro se comprometa a cumprir as orientações do veterinário. É preciso evitar o contato com pessoas e com outros cães, realizar exames com frequência e ser religiosamente correto com a administração dos medicamentos receitados. Já que não existe uma cura, é preciso fazer um esforço para tentar controlar o avanço da doença.


A prevenção

No Brasil existem poucos métodos para prevenir a leishmaniose visceral canina. Existem coleiras que afastam os insetos dos cães, prevenindo as picadas. Alguns hábitos também podem ser adotados para evitar a contaminação do cachorro, como evitar sair para passear com ele no fim da tarde (se você mora em uma zona sem saneamento básico), não acumular lixo em casa para evitar a proliferação do inseto transmissor, e realizar exames periódicos.

Porém, o melhor método de prevenção da doença é a aplicação da vacina. Por isso, ao comprar ou adotar um cãozinho, é importante levá-lo ao veterinário e colocar as vacinas em dia de acordo com orientação médica. A vacinação previne problemas no cachorro e nas pessoas que convivem com ele.


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