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terça-feira, 20 de março de 2018

Mulheres empreendedoras enfrentam grandes desafios no mundo dos negócios


Luzia Costa, CEO do Grupo Cetro destaca as principais dificuldades e dá dicas de como superá-las


Ainda no mês considerado das mulheres, devido ao dia 8 de março, levantamos algumas reflexões de grandes figuras femininas em cargos importantes e de liderança, a frente de empresas conceituadas no mercado, e pensamos quais são seus desafios diários para se manter uma empresária de sucesso, e até mesmo, quais dificuldades enfrentaram para conquistar sua credibilidade?

Sabemos que empreender já é algo desafiador, ainda mais para empreendedoras, que podem enfrentar problemas maiores por serem mulheres, como preconceito no meio empresarial. Afinal, ainda vivemos em um mundo que fecham muitas portas para nós, desconfiando e colocando em prova a proatividade e competências femininas.

Segundo dados de uma pesquisa do Sebrae, 15,4% das mulheres decidiram empreender, enquanto apenas 12,6% dos homens tiveram a mesma atitude. Ou seja, as mulheres aos poucos estão ganhando mais espaço nos negócios, sendo 44% de empreendedoras já atuantes.

Não podemos esquecer que sim, enfrentamos desafios diferentes, porém isso nos dá forças e empoderamento. Para empreender é necessário muita força de vontade e engajamento, por isso se prepare para o que pode enfrentar e minimize os desafios que você, empreendedora, pode encontrar no seu caminho dos negócios.


Julgamento desigual

Você irá enfrentar este obstáculo, pois atualmente os homens ainda são considerados mais competentes nos negócios do que as mulheres. Este preconceito pode tornar mais difícil sua jornada, porém encontre seu ambiente e desenvolva suas habilidades sem dar tanta importância para o que as outras pessoas poderão pensar e falar de você.


Medo de fracassar

Esse medo é sustentando pelas críticas e dúvidas das capacidades das empreendedoras. O que fazem pensar que não terão economias necessárias para tal investimento e acabam por exemplo, não acreditando no seu projeto, muitas vezes. Mas confie na sua ideia e defenda o seu sonho, afinal o empreendedorismo não é fácil para ninguém.


Equilibrar vida profissional e familiar

Outra dor de cabeça que muitas mulheres enfrentam é o peso na sua consciência de não estar tão presente na vida pessoal e dos filhos. Porém lembre-se: esta responsabilidade tem que ser dividida com seu parceiro, por exemplo. Além disso, para alcançar os objetivos, temos que sacrificar alguns momentos pessoais, independente se é mulher ou homem. Siga firme na sua jornada.


Falta de apoio

No mundo dos negócios, o destaque ainda é para os homens, como citamos acima, o que pode deixar a empreendedora insegura. Mas não desista na primeira crítica que receber. Por isso, agarre a oportunidade de se liderar. Encontre apoio em outras mulheres para criar ainda mais incentivos no seu caminho. As mulheres precisam cada vez mais se unir para acabar com qualquer preconceito que ainda existe.





Luzia Costa - CEO do Grupo Cetro, detentor das marcas Sóbrancelhas, Beryllos e DepilShop. Há mais de 12 anos no mercado, a empresária também enfrentou e ainda enfrenta alguns preconceitos no empreendedorismo.


Viena ocupa o primeiro lugar no 20o ranking de Qualidade de Vida da Mercer


Viena ocupa o primeiro lugar em qualidade de vida pelo 9º ano consecutivo

Edição de 20º aniversário: as cidades emergentes aumentam o padrão de vida para atrair o talento móvel

Honolulu ocupa o primeiro lugar em saneamento, um fator importante na atratividade das cidades

Apesar da volatilidade econômica na Europa devido à incerteza em torno da Brexit, bem como ao aumento da volatilidade política na região em geral, muitas de suas cidades ainda oferecem a maior qualidade de vida do mundo e continuam a ser destinos atraentes para expatriados, de acordo com a 20ª pesquisa anual de Qualidade de Vidada Mercer. As cidades em mercados emergentes, embora desafiadas pela turbulência econômica e política, estão alcançando as cidades que ocupam as primeiras posições no ranking após décadas de investimento em infraestrutura, instalações recreativas e moradia para atrair talentos e empresas multinacionais.

Viena está no topo do ranking pelo 9º ano consecutivo e é seguida por Zurique (2), Auckland e Munique, juntas em 3º lugar. Na 5ª posição, Vancouver completa as cinco melhores colocadas e é a cidade mais alta no ranking da América do Norte. Cingapura (25) e Motevidéu (77) são as cidades mais altas no ranking da Ásia e América Latina, respectivamente.

"Com o aumento da globalização e a mudança demográfica da força de trabalho - atrair e reter o talento certo é um dos principais desafios para as empresas nos próximos cinco anos", disse Ilya Bonic, Senior Partner e Presidente da área de Career da Mercer. "Uma força de trabalho cada vez mais diversificada é mais móvel e digital com requisitos e aspirações altamente divergentes em termos de carreira, estilo de vida e, finalmente, onde e como querem trabalhar. As empresas precisam considerar esses fatores em sua proposta de valor para seus empregados locais e expatriados."

A pesquisa da Mercer é uma das mais abrangentes do mundo e é conduzida anualmente para auxiliar empresas multinacionais e outras organizações a remunerar de maneira justa seus empregados enviados em transferências internacionais. Além das informações valiosas sobre qualidade de vida relativa, as pesquisas da Mercer fornecem recomendações de hardship para mais de 450 cidades em todo o mundo; o ranking deste ano inclui 231 dessas cidades.

Este ano, a Mercer fornece uma classificação separada sobre Saneamento da Cidade, que analisa a remoção de resíduos e infraestrutura de esgoto, níveis de doenças infecciosas, poluição do ar, disponibilidade e qualidade da água – todos aspectos importantes de atratividade de uma cidade tanto para o talento como para as empresas. Honolulu ocupa o primeiro lugar em Saneamento, seguida por Helsinque e Ottawa, juntas em segundo lugar, enquanto Dhaka (230) e Porto Príncipe (231) preenchem os últimos lugares.

Os fatores de maior criticidade para o posicionamento do Brasil no ranking estão atrelados ao ambiente político, social e econômico, além das opções de educação adequadas aos filhos de um expatriado que venha se instalar no Brasil.

Apesar das mínimas diferenças de pontuação das cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Manaus, Brasília se destaca por oferecer condições favoráveis à maior qualidade de vida entre as quatro localidades.

O estudo nos permitiu colher evidências de um desequilíbrio de qualidade de vida que poderá ser encontrado por um pessoa transferida internacionalmente de Nova Iorque para Brasília, Rio de Janeiro, São Paulo ou Manaus.
"As empresas que enviam expatriados precisam ter uma imagem completa das condições no local, a fim de compensar adequadamente seus empregados por qualquer redução nos padrões de vida", comentou Indre Medeiros, Mobility Practice Leader na Mercer Brasil.


Europa

Viena permanece como a cidade mais alta no ranking da Europa e, globalmente, fornecendo aos residentes e expatriados transporte público de alta segurança, bem estruturado e uma variedade de instalações culturais e de recreação. Munique, na Alemanha, pulou para a 3ª posição, uma vez que a cidade realizou um grande esforço para atrair talentos e empresas, investindo continuamente em infraestrutura de alta tecnologia e promovendo suas instalações culturais. Como resultado do ataque terrorista em Estocolmo (23), a cidade cai três posições, enquanto Oslo (25) e Lisboa (38) aumentam a classificação em seis e cinco lugares, respectivamente. Londres permanece mais abaixo na lista devido às suas questões persistentes com o congestionamento do tráfego e a poluição do ar, cai um lugar e fica na 41ª posição.

A classificação de Saneamente da Cidade vê várias cidades nórdicas classificadas entre as 10 melhores globalmente, com Helsinque em segundo lugar e Copenhague, Oslo e Estocolmo, todas empatadas na 8ª posição.


Américas

Na América do Norte, as cidades canadenses são as mais elevadas no ranking em termos de qualidade de vida com Vancouver (5), assumindo novamente o primeiro lugar regional. São Francisco (30) é a cidade melhor classifica dos EUA, seguida por Boston (35), Honolulu (36), Seattle (44) e Nova York (45). O aumento das taxas de criminalidade faz com que Los Angeles (64) caia seis lugares. Caindo dois lugares, Monterrey (112) é a cidade melhor classificada do México, enquanto sua capital, a Cidade do México, cai para o 129º lugar.

Na América do Sul, Montevidéu (77) é a melhor classificada em qualidade de vida, seguida por Buenos Aires (91) e Santiago (92). Caracas (193) e Porto Príncipe (228) são as cidades que ocupam os lugares mais baixos na classificação da região. Caindo 21 lugares, a cidade de San Juan (96) vê a maior queda no ranking global.

Na classificação de Saneamento da Cidade, Honolulu (1) é a melhor classificada na região e globalmente, seguida por Ottawa, Canadá (2). Montevidéu, Uruguai (71) é a cidade melhor colocada da América do Sul.


Oriente Médio e África

Dubai (74) permanece com a melhor classificação para qualidade de vida em todo o Oriente Médio, seguida de perto por Abu Dhabi (77), que subiu duas posições. Damascus (225), Sana'a (229) e Bagdá (231) são as cidades da região com a pior classificação para qualidade de vida. Ambas na 65ª posição, Abu Dhabi e Dubai encabeçam a lista regional para Saneamento da Cidade. Apenas outras quatro cidades na região estão entre as100 primeiras, incluindo Muscat (70), Tel Aviv (87), Manama (93) e a Cidade do Kuwait (99).

Port Louis (83) é a cidade africana com a melhor qualidade de vida, seguida por Durban (89), Cidade do Cabo (94) e Joanesburgo (95). N'Djamena (226), Khartoum (227) e Bangui (230) permanecem com as piores classificações na região. Instabilidade política persistente, pobreza, climas extremos e falta de investimentos adequados em infra-estrutura significam que essas cidades têm a menor qualidade de vida em todo o mundo.
Victoria (58) é a melhor classificada do continente para Saneamento da Cidade, seguida por Durban (73) e Port Louis (80), enquanto Brazzaville (225) e Antananarivo (226) ocupam as posições mais baixas.


Ásia-Pacífico

Ilustrando a grande disparidade das regiões em qualidade de vida, Cingapura permanece como a cidade com a melhor classificação, ocupando o 25º lugar, enquanto Dhaka classifica-se no 216º. No Sudeste Asiático, Kuala Lumpur (85) segue Cingapura; outras cidades importantes incluem Bangkok (132), Manila (137) e Jacarta (142). Cinco cidades japonesas ocupam as primeiras posições na classificação para a Ásia Oriental: Tóquio (50), Kobe (50), Yokohama (55), Osaka (59) e Nagoya (64). Outras cidades notáveis na Ásia incluem Hong Kong (71), Seul (79), Taipei (84), Xangai (103) e Pequim (119). A classificação de Saneamento da Cidade também varia consideravelmente em toda a região, com Kobe (8) sendo a melhor e Dhaka (230) a pior.
A Nova Zelândia e a Austrália continuam a se classificar bem em qualidade de vida: Auckland (3), Sydney (10), Wellington (15) e Melbourne (16) todas permanecem entre as 20 melhores. As cidades da região também se classificam bem para Saneamento da Cidade, com Auckland em 5º lugar globalmente e Adelaide em 7º.





Cartilha ensina às crianças a importância de cuidar bem do solo e das plantas


Publicação da iniciativa Nutrientes para a Vida trata da importância dos adubos para as plantas e para a saúde do ser humano

“Eduquem as crianças, para que não seja necessário punir os adultos” (Pitágoras)




O filósofo e matemático grego Pitágoras, que viveu nos anos 500 Antes de Cristo, proferiu a frase acima. Ela ficou célebre e, mesmo no século 21, as palavras do matemático seguem extremamente atuais.

Educar as crianças não é apenas ensinar a ler e a escrever. É preciso dar a elas condições para que saibam pensar por si mesmas, distinguir o certo do errado e fazer opções conscientes, pois no futuro precisaremos de pessoas instruídas e capazes de ter discernimento para, por exemplo, saber que as plantas precisam de nutrientes e que, sem eles, a quantidade disponível de alimentos no mundo não será suficiente para garantir a saúde e a vida de toda a população.

Com o intuito de disseminar conhecimento de qualidade, sempre embasado em trabalhos e estudos científicos, a iniciativa Nutrientes para a Vida (NPV) acaba de lançar uma cartilha interativa para conscientizar as crianças sobre a importância dos nutrientes para as plantas e, consequentemente, para todos os seres humanos que dependem dos diversos produtos cultivados em um solo saudável para sobreviver.

Sabemos que sem alimentos suficientes, a humanidade definha, mas não é só a comida produzida pelas plantas que é vital para o ser humano. As plantas também são as responsáveis pela fotossíntese, que libera oxigênio - gás essencial para a respiração do homem - para a atmosfera e retira o gás carbônico, um dos vilões da poluição do ar.

A cartilha “Diversão com o time dos nutrientes das plantas” trata de três importantes elementos: o nitrogênio, o fósforo e o potássio. Cada um destes nutrientes tem papel fundamental para a planta, tanto no crescimento, quanto em seu desenvolvimento e produção.

Assim, com informações precisas e de qualidade, as crianças perceberão a relevância dos nutrientes para a vida no planeta Terra, podendo se interessar pelo tema e compreender por que cuidar do meio ambiente significa tanto para o ser humano.







SOBRE A NPV

Lançada recentemente no Brasil, é uma iniciativa inovadora para informar a população sobre a relevância de fertilizantes (o alimento das plantas) para o aumento da qualidade e segurança da produção alimentar. A iniciativa Nutrientes para a Vida (NPV) possui Visão, Missão e Valores análogos à coirmã americana, a Nutrients For Life, que já colhe importantes frutos em outros países, como Estados Unidos, onde nasceu, Canadá, México e Colômbia.

Objetiva esclarecer e informar a sociedade sobre os benefícios dos fertilizantes (ou adubos) na produção dos alimentos, bem como sobre sua adequada utilização.
Atua somente com informações embasadas cientificamente, de modo a explicar claramente o papel essencial dos diversos tipos de fertilizantes na segurança alimentar e nutricional, além de seu efeito multiplicador na produtividade de culturas.

“Todo ser vivo necessita de nutrientes para o seu desenvolvimento. Eles são incorporados ao seu metabolismo para manter o ciclo vital. Portanto, as plantas também precisam de nutrientes e é justamente nos fertilizantes que eles se encontram”, afirma Luís Ignácio Prochnow, diretor-geral do Instituto Internacional de Nutrição de Plantas do Brasil (IPNI).


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