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segunda-feira, 19 de março de 2018

Alerta de Páscoa: chocolate é tóxico para os pets!


Alguns temas merecem reforço periódico e aqui está um deles: o perigo do chocolate para os animais de estimação
Não é raro ouvir relatos sobre animais intoxicados após o consumo – acidental ou não – da guloseima. Com a chegada da Páscoa é oportuno tratar do assunto para manter os tutores alertas, pois o chocolate é um dos maiores vilões dentre os alimentos tóxicos para cães e gatos. Quem explica é a médica veterinária da PremieRpet®, Keila Regina de Godoy:


Substância tóxica - O fígado dos cães e gatos não metaboliza direito uma substância presente no chocolate, chamada teobromina, que está relacionada com a quantidade de cacau. Quanto mais cacau, mais teobromina o produto contém e mais tóxico ele é.

Intensidade - Isso significa que os chocolates mais escuros e amargos, que contém maior percentual de cacau, são os mais tóxicos para os animais. No entanto, o chocolate ao leite e o chocolate branco também fazem mal e não devem ser oferecidos aos pets. 

Efeitos - Como a teobromina age intensamente no organismo, pode ocorrer aumento de contrações musculares, excitação nervosa, micção em excesso, elevação da temperatura corporal, respiração acelerada, taquicardia, vômitos e diarreia. A gravidade do quadro varia de acordo com a quantidade ingerida.

Riscos - Apesar dos casos letais serem raros, existe alta incidência de indisposições gastrointestinais, especialmente em animais pequenos e jovens, devido à quantidade de toxina em relação ao peso do pet.  Além do risco de intoxicação e do mal-estar, o chocolate pode acarretar em outros males ao organismo do animal, como a obesidade e suas complicações.

Prevenção - É importante ficar atento e não deixar ovos e bombons em locais acessíveis a cães e gatos. Eles podem se sentir atraídos pelo cheiro, pela embalagem e “roubar” sem que os donos percebam. Também é fundamental não ceder aos olhares de súplica dos pets e orientar as crianças para que não ofereçam a guloseima. Em caso de ingestão acidental, o animal deve ser avaliado por um médico veterinário.
 

Em caso de ingestão acidental, o animal deve ser avaliado por um médico veterinário.


 Imagens:  Shutterstock




Cuidados na hora de comprar peixe na Semana Santa


Pescados frescos merecem atenção, peixeiro lista dicas

Com a proximidade da Semana Santa a procura pelos pescados aumenta significativamente. Muita variedade e preços para atender toda a demanda de consumidores. Mas nesta época também surgem muitas pessoas que não são do ramo e começam a comercializar o produto sem nenhuma responsabilidade de procedência, higiene e qualidade. 

No mercado de peixes há mais 46 anos, o peixeiro Hermes Marcatti, da Hermes Pescados, em Santo André, é especialista na hora de indicar e identificar o peixe de boa procedência e qualidade. 

Abaixo algumas dicas para não se dar mal na compra de peixes frescos: 

-Vendido fresco, o peixe não pode apresentar areia, sujeira, plásticos, enfim, nada que demonstre falta de higiene na manipulação.

- Não pode ter perfurações na superfície. 

-Escamas devem estar transparentes, firmes e resistentes. 

-Os olhos estarem perfeitos, brilhantes e grandes. 

-Guelras amareladas e com muco indicam que o peixe não é fresco. Elas devem ser brilhantes, bem vermelhas e sem muco. 

-Peixe cheira peixe e não tem outro odor que não seja esse. 

-Todo peixe fresco deve estar em ambiente refrigerado. Verifique a qualidade (cor e aroma) do gelo onde ele está depositado.



 

Pescados Hermes
Rua das Figueiras, 2231 – Bairro Campestre – Santo André – SP
informações: (11) 2988-5031 – www.pescadoshermes.com.br

Itens para a bacalhoada ficam mais caros nesta Páscoa, aponta FecomercioSP


  Segundo levantamento, preços dos chocolates, no entanto, têm queda de 10,62% no acumulado dos últimos 12 meses

 
Os itens utilizados para o preparo de um dos mais tradicionais pratos da Páscoa, a bacalhoada, estão mais caros neste ano, segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP), com base nos dados de fevereiro do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

No acumulado dos últimos 12 meses, o tomate e a cebola foram os produtos que tiveram maior reajuste, de 48,26% e 27,18%, respectivamente. Outros itens como a batata-inglesa (18,20%), o brócolis (1,48%) e os pescados (2,52%) também registraram elevação nos preços.

Por outro lado, os preços médios do chocolate em barra e do bombom caíram 10,62% em relação ao ano passado.

 


Mercado de trabalho

Para atender à demanda da Páscoa, a FecomercioSP estima que até 2 mil vagas formais de emprego temporário sejam criadas no Estado de São Paulo. Tais admissões devem se concentrar até a primeira quinzena de março. A expectativa é que os hipermercados concentrem dois terços dessas contratações. A Entidade ressalta que essa é a primeira data comemorativa do ano para o comércio varejista, exigindo planejamento mais detalhado por parte do empresário.

A Federação reforça que, em 2017, foram gerados 1,6 mil postos celetistas, e, em 2016, a contratação de temporários quase não foi sentida em números, já que a tendência conjuntural era de retração no mercado de trabalho varejista. A projeção positiva para este ano se dá, segundo a FecomercioSP, pela continuidade do aumento da confiança dos empresários e pela própria expectativa de vendas mais positivas.

A assessoria econômica da Entidade ressalta ainda que, apesar do cenário mais otimista, resultado de uma melhor tendência do consumo das famílias, com inflação baixa, juros baixos e até mesmo melhoria gradual do mercado de trabalho, a estimativa deste ano é significativamente inferior aos números de 2014 e 2015, quando a contratação de temporários beirou 3 mil vagas no varejo paulista.


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