Com as mudanças de clima típicas da estação, sintoma se torna frequente; médico ensina a identificar os sinais e a escolher a solução correta para recuperar o bem-estar
A chegada da primavera traz dias mais
quentes, mas também grandes oscilações de temperatura, tempo seco e maior
circulação de pólen no ar. Nesse cenário, a garganta atua como uma das
principais barreiras de proteção do nosso corpo contra esses agentes externos,
o que torna a dor na região um sintoma extremamente comum nesta época, mas que
ainda gera muita confusão na hora do tratamento. Diante do primeiro sinal de
dificuldade para engolir, é frequente que os pacientes recorram à
automedicação, muitas vezes utilizando antibióticos de forma desnecessária.
Para combater a desinformação, a regra é entender que nem toda dor de garganta é igual. Cerca de 90% das dores de garganta são de origem viral¹. Nesses casos, o uso de antibióticos é ineficaz e pode ser prejudicial para a saúde a longo prazo.
"Existe um mito de que toda inflamação na garganta exige um antibiótico para ser curada, o que não é verdade. A maior parte das infecções não é causada por bactérias, mas sim por vírus. Quando o paciente usa antibiótico para tratar um quadro viral, além de não resolver a dor, ele contribui para o aumento de infecções bacterianas mais resistentes", alerta o Dr. Fabrizio Romano (CRM: 90795-SP RQE: 61920), médico otorrinolaringologista, a convite da marca Strepsils.
Para ajudar os pacientes a decifrarem o que o corpo
está sinalizando e tomarem a atitude correta diante das mudanças climáticas da
estação, o especialista detalhou as principais diferenças entre os tipos de dor
de garganta.
Como identificar a origem da dor?
Segundo
o Dr. Fabrizio, é preciso observar o conjunto da obra: a dor raramente vem
sozinha e os sintomas que a acompanham são os grandes delatores de sua origem.
- Infecção Viral: Geralmente, o
desconforto é o primeiro sintoma de um resfriado ou gripe. O quadro
costuma ser acompanhado de congestão nasal, coriza, espirros e tosse. A
febre, se houver, costuma ser baixa.
- Infecção Bacteriana: É bem menos
frequente. A dor tende a ser muito mais intensa e localizada, geralmente
sem a presença de outros sintomas respiratórios clássicos (como tosse e
coriza). É frequentemente acompanhada por febre alta, forte mal-estar
generalizado, dor nas articulações e, em alguns casos, o aparecimento de
placas de pus nas amígdalas.
- Irritação (Não Infecciosa): Trata-se de uma dor mais leve, muitas vezes descrita como
um "arranhado" ou secura. É causada por fatores externos, como
ar seco, poluição, mudanças bruscas de temperatura ou esforço vocal. Não
costuma vir acompanhada de febre ou dores no corpo.
Como a maioria dos quadros é viral ou irritativo, a estratégia correta não é combater o vírus com medicamentos pesados, mas sim dar suporte às defesas do próprio corpo. "A primeira reação deve ser de acolhimento. Hidratação constante para manter as mucosas protegidas, repouso e evitar o esforço vocal são medidas essenciais", orienta o especialista.
Em paralelo, para garantir o bem-estar e permitir que o paciente siga com a sua rotina, buscar o alívio do desconforto é essencial. No entanto, o otorrinolaringologista faz um alerta sobre a escolha das pastilhas: a maioria age apenas como anestésico por alguns minutos, não tratando a inflamação de fato. Isso obriga o paciente a consumir o produto repetidas vezes ao longo do dia, o que não é prático nem resolutivo.
O ideal é contar com formulações que vão além do efeito anestésico e possuem ação anti-inflamatória. Pastilhas com Flurbiprofeno, por exemplo, atuam diretamente no processo inflamatório, proporcionando um alívio da dor muito mais duradouro e eficaz.
A avaliação de um profissional de saúde, no entanto, permanece indispensável caso surjam sinais de alerta, como dores intensas e persistentes, incapacidade de engolir líquidos ou episódios de febre alta.
¹ National Institutes of Health (NIH): “Viral causes account for 70% to 90% of acute cases of pharyngitis...” Disponível em: NIH/NCBI - Acute Pharyngitis
Dr. Fabrizio Romano - graduado e possui doutorado pela Universidade de São Paulo (USP). Atualmente é coordenador de otorrinolaringologia do Sabará Hospital Infantil e do Hospital Moriah, ambos na capital de São Paulo. Foi presidente da Academia Brasileira de Rinologia (ABR) no biênio 2020-2021 e presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) em 2024.
Strepsils - marca número 1 no Brasil no tratamento de dor
de garganta¹ e oferece alívio rápido e eficaz² com uma fórmula exclusiva à base
de flurbiprofeno³ — ativo com poder anti-inflamatório e analgésico que age
diretamente na inflamação e proporciona alívio da dor a partir de 2 minutos4,
com efeito que dura até 4 horas5. Presente há mais de 15 anos no Brasil,
Strepsils se consolidou como referência em soluções científicas inovadoras para
o bem-estar da garganta, sua linha de produtos está disponível nas principais
farmácias e e-commerces nos sabores Mel e Limão e Laranja sem açúcar.
STREPSILS® (flurbiprofeno) M.S. 1.7390.0003. Indicado para alívio da inflamação
da garganta. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO.
ABR/2025.
¹IQVIA, FMB, base Mai/24, MAT Mai/24, em valores R$ CPP,
canal farmácia, total Brasil, mercado montado “Dor de Garganta”.
²Looze, Shepard, Smith. Journal of Pain Research 2019:12
3477–3509.
³Início do efeito suavizante após administração.
4Strepsils é o único medicamento disponível no Brasil
contendo flurbiprofeno no formato pastilha. Pesquisa realizada na base de dados
da Anvisa em 19/11/2025
5Bula do produto.

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