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segunda-feira, 28 de setembro de 2026

Primavera: Oscilação térmica e tempo seco inflamam a garganta; saiba identificar se o caso é viral, bacteriano ou irritativo

Com as mudanças de clima típicas da estação, sintoma se torna frequente; médico ensina a identificar os sinais e a escolher a solução correta para recuperar o bem-estar


A chegada da primavera traz dias mais quentes, mas também grandes oscilações de temperatura, tempo seco e maior circulação de pólen no ar. Nesse cenário, a garganta atua como uma das principais barreiras de proteção do nosso corpo contra esses agentes externos, o que torna a dor na região um sintoma extremamente comum nesta época, mas que ainda gera muita confusão na hora do tratamento. Diante do primeiro sinal de dificuldade para engolir, é frequente que os pacientes recorram à automedicação, muitas vezes utilizando antibióticos de forma desnecessária. 

Para combater a desinformação, a regra é entender que nem toda dor de garganta é igual. Cerca de 90% das dores de garganta são de origem viral¹. Nesses casos, o uso de antibióticos é ineficaz e pode ser prejudicial para a saúde a longo prazo. 

"Existe um mito de que toda inflamação na garganta exige um antibiótico para ser curada, o que não é verdade. A maior parte das infecções não é causada por bactérias, mas sim por vírus. Quando o paciente usa antibiótico para tratar um quadro viral, além de não resolver a dor, ele contribui para o aumento de infecções bacterianas mais resistentes", alerta o Dr. Fabrizio Romano (CRM: 90795-SP RQE: 61920), médico otorrinolaringologista, a convite da marca Strepsils.

Para ajudar os pacientes a decifrarem o que o corpo está sinalizando e tomarem a atitude correta diante das mudanças climáticas da estação, o especialista detalhou as principais diferenças entre os tipos de dor de garganta.


Como identificar a origem da dor?

Segundo o Dr. Fabrizio, é preciso observar o conjunto da obra: a dor raramente vem sozinha e os sintomas que a acompanham são os grandes delatores de sua origem.

  • Infecção Viral: Geralmente, o desconforto é o primeiro sintoma de um resfriado ou gripe. O quadro costuma ser acompanhado de congestão nasal, coriza, espirros e tosse. A febre, se houver, costuma ser baixa.
  • Infecção Bacteriana: É bem menos frequente. A dor tende a ser muito mais intensa e localizada, geralmente sem a presença de outros sintomas respiratórios clássicos (como tosse e coriza). É frequentemente acompanhada por febre alta, forte mal-estar generalizado, dor nas articulações e, em alguns casos, o aparecimento de placas de pus nas amígdalas.
  • Irritação (Não Infecciosa): Trata-se de uma dor mais leve, muitas vezes descrita como um "arranhado" ou secura. É causada por fatores externos, como ar seco, poluição, mudanças bruscas de temperatura ou esforço vocal. Não costuma vir acompanhada de febre ou dores no corpo.

Como a maioria dos quadros é viral ou irritativo, a estratégia correta não é combater o vírus com medicamentos pesados, mas sim dar suporte às defesas do próprio corpo. "A primeira reação deve ser de acolhimento. Hidratação constante para manter as mucosas protegidas, repouso e evitar o esforço vocal são medidas essenciais", orienta o especialista. 

Em paralelo, para garantir o bem-estar e permitir que o paciente siga com a sua rotina, buscar o alívio do desconforto é essencial. No entanto, o otorrinolaringologista faz um alerta sobre a escolha das pastilhas: a maioria age apenas como anestésico por alguns minutos, não tratando a inflamação de fato. Isso obriga o paciente a consumir o produto repetidas vezes ao longo do dia, o que não é prático nem resolutivo. 

O ideal é contar com formulações que vão além do efeito anestésico e possuem ação anti-inflamatória. Pastilhas com Flurbiprofeno, por exemplo, atuam diretamente no processo inflamatório, proporcionando um alívio da dor muito mais duradouro e eficaz. 

A avaliação de um profissional de saúde, no entanto, permanece indispensável caso surjam sinais de alerta, como dores intensas e persistentes, incapacidade de engolir líquidos ou episódios de febre alta.

  

¹ National Institutes of Health (NIH): “Viral causes account for 70% to 90% of acute cases of pharyngitis...” Disponível em: NIH/NCBI - Acute Pharyngitis

 

Dr. Fabrizio Romano - graduado e possui doutorado pela Universidade de São Paulo (USP). Atualmente é coordenador de otorrinolaringologia do Sabará Hospital Infantil e do Hospital Moriah, ambos na capital de São Paulo. Foi presidente da Academia Brasileira de Rinologia (ABR) no biênio 2020-2021 e presidente da Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial (ABORL-CCF) em 2024. 

Strepsils - marca número 1 no Brasil no tratamento de dor de garganta¹ e oferece alívio rápido e eficaz² com uma fórmula exclusiva à base de flurbiprofeno³ — ativo com poder anti-inflamatório e analgésico que age diretamente na inflamação e proporciona alívio da dor a partir de 2 minutos4, com efeito que dura até 4 horas5. Presente há mais de 15 anos no Brasil, Strepsils se consolidou como referência em soluções científicas inovadoras para o bem-estar da garganta, sua linha de produtos está disponível nas principais farmácias e e-commerces nos sabores Mel e Limão e Laranja sem açúcar.


STREPSILS® (flurbiprofeno) M.S. 1.7390.0003. Indicado para alívio da inflamação da garganta. SE PERSISTIREM OS SINTOMAS, O MÉDICO DEVERÁ SER CONSULTADO. ABR/2025.

¹IQVIA, FMB, base Mai/24, MAT Mai/24, em valores R$ CPP, canal farmácia, total Brasil, mercado montado “Dor de Garganta”.

²Looze, Shepard, Smith. Journal of Pain Research 2019:12 3477–3509.

³Início do efeito suavizante após administração.

4Strepsils é o único medicamento disponível no Brasil contendo flurbiprofeno no formato pastilha. Pesquisa realizada na base de dados da Anvisa em 19/11/2025

5Bula do produto.
 



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