Com diversas
ações, incluindo uma parceria com a CBF, a Sociedade Brasileira de Mastologia
tem o propósito de conscientizar a população sobre o câncer de mama e ampliar o
acesso a diagnóstico, tratamento e informação
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Com o tema “A vida nos une. O cuidado nos move”,
escolhido para a campanha Outubro Rosa, a Sociedade Brasileira de Mastologia
(SBM) reforça seu posicionamento para a ampliação do acesso ao diagnóstico,
tratamento, à pesquisa científica e informação sobre o câncer de mama. A
neoplasia maligna mais incidente, responsável por 30% dos cânceres diagnosticados
em mulheres brasileiras, deve registrar 78.610 novos casos a cada ano do
triênio 2026-2028. A estimativa apresentada pelo INCA (Instituto Nacional de
Câncer) contrasta com o levantamento anterior e indica aumento de ocorrência da
doença. “Neste Outubro Rosa, destacamos a importância de efetivar políticas
públicas e aprimorar o atendimento também na rede suplementar de saúde com
ações para expandir o rastreamento, agilizar diagnósticos e tratamentos,
especialmente quando se consideram as desigualdades regionais no País”, afirma
o mastologista Guilherme Novita, presidente da SBM.
Como parte das iniciativas do Outubro Rosa 2026, a
Sociedade Brasileira de Mastologia se une à CBF (Confederação Brasileira de
Futebol) em uma causa para engajar as torcidas: a conscientização da população
sobre o câncer de mama. “Assim como o futebol, queremos mobilizar milhões de
mulheres pela saúde da mama. E com enorme orgulho anunciamos Milene Domingues,
ex-jogadora da Seleção Brasileira e recordista mundial de embaixadinhas, como
embaixadora da campanha da SBM”, destaca Novita.
Nos estádios da primeira rodada do Brasileirão, em
outubro, o tema “A vida nos une. O cuidado nos move” vai ganhar destaque em
vídeos institucionais produzidos pela SBM. Nos telões, as mensagens vão
associar prevenção, saúde e prática esportiva. Selecionadas pela entidade
médica, 220 mulheres que venceram o câncer de mama entrarão em campo. Também
simbólica é a bola rosa que vai rolar no gramado durante as partidas.
Aumento de casos
Em comparação ao período 2023-2025, o crescimento
no número de casos de câncer de mama no novo triênio deve chegar a 5 mil novas
ocorrências anuais, segundo projeção do INCA. A estimativa para 2026 chama a
atenção para variações significativas entre as regiões do Brasil. O maior risco
estimado é observado na região Sudeste, com 40.560 novos casos. No Sul, são
12.550. O Centro-Oeste aparece com 5.420, o Nordeste, com 17.130, e o Norte,
2.950 novos casos.
Há um ano, o Ministério da Saúde recomenda a
realização da mamografia no SUS (Sistema Único de Saúde) a partir do 40 anos de
idade para ampliar o rastreamento do câncer de mama. Esta indicação se alia aos
esforços das principais associações médicas brasileiras, incluindo a SBM, na
definição de diretrizes para o enfrentamento efetivo do câncer de mama no
Brasil.
Para a faixa de 50 a 74 anos, o rastreamento na
rede pública de saúde é bienal. Acima dos 74 anos, a decisão é individualizada,
de acordo com comorbidades e expectativa de vida. Antes restrito a mulheres de
69 anos, a expansão da faixa até 74 anos sinaliza, segundo Novita, mais
oportunidade de acesso ao exame.
Recentemente, a ANS (Agência Nacional de Saúde
Suplementar), responsável pela regulação dos planos de saúde no Brasil,
determinou a exclusão de uma diretriz de utilização que desde 2016 restringia a
cobertura de mamografia digital a mulheres entre 40 e 69 anos de idade. Após a
finalização de uma Consulta Pública e discussões com a participação das mais
respeitadas entidades médicas do País, entre elas a SBM, os planos particulares
aguardam agora a formalização da ANS para a realização do exame sem restrição
de faixa etária ou gênero sempre que houver indicação médica.
De acordo com levantamento do DATASUS, entre 2015 e
2024 foram registrados 162.471 casos de câncer de mama em mulheres idosas no
Brasil. Do total, 93.852 resultaram em morte. “Por falta de cobertura do
convênio, as pacientes acabavam pagando para fazer o exame. Em alguns casos, o
serviço e os médicos realizavam a mamografia digital, assumindo o ônus”, ressalta
Novita.
Reconstrução mamária
Etapa fundamental não apenas como procedimento
estético, mas também no tratamento integral do câncer de mama, a reconstrução
mamária pautou de forma prioritária as reivindicações da SBM ao Ministério da
Saúde.
Segundo levantamento recente, somente 20,5% das
pacientes atendidas na rede pública passam pela cirurgia reconstrutiva com
implante de prótese. Com a estimativa de investimento de R$ 27,4 milhões por
ano anunciado pelo governo federal, um aumento de aproximadamente 13% em
comparação a 2025, Guilherme Novita destaca que o aporte não é o ideal, mas
representa um grande avanço.
O acesso ao procedimento é garantido pela Lei nº
15.171/2025, que ampliou o direito das mulheres de recorrerem ao SUS para a
realização da cirurgia de reconstrução em casos oncológicos e também em
situações de malformações, mamas tuberosas, grandes assimetrias, gigantismo,
entre outras ocorrências. A legislação também ganhou importância por permitir a
simetrização da mama contralateral.
Para a SBM, os recursos destinados a partir de
agora à reconstrução mamária na rede pública de saúde também contribuem para
diminuir desigualdades no acesso à cirurgia no País. Levantamento dos últimos
anos revela que a região Norte, com 5,13%, é a que menos realiza cirurgias
reconstrutivas pelo SUS. Em seguida vêm as regiões Sul (15,12%), Sudeste
(16,17%), Centro-Oeste (17,17%) e Nordeste (17,73%).
Formação de especialistas
Tão importante quanto a ampliação do direito das
mulheres à reconstrução mamária, é o aprimoramento de especialistas para
realizar o procedimento. No propósito de formar profissionais, a SBM mantém
três cursos para reconstrução de mama e oncoplastia. Com um corpo docente
renomado e reconhecido nacional e internacionalmente, as formações apresentam
conteúdos teóricos e práticas direcionadas a mastologistas e cirurgiões de
mamas de todos os estados brasileiros e também do Exterior.
Desde 2015, quando foi instituído o primeiro curso,
mais de 2 mil mulheres foram beneficiadas diretamente com as cirurgias e 250
mastologistas capacitados a realizar os procedimentos. Somente no Estado de São
Paulo, o curso formou 100 mastologistas e realizou 800 cirurgias.
Com contribuições da Sociedade Brasileira de
Mastologia e de outras importantes entidades médicas do País, o Ministério da
Educação aprovou recentemente atualizações na matriz de competências para
formação de mastologistas em residência médica.
No Brasil, além de ser reconhecida como
especialidade responsável pelo tratamento de doenças da mama, a Mastologia tem
um programa de residência médica específico para profissionais que concluíram
treinamento em Cirurgia Geral ou Obstetrícia e Ginecologia, com duração de dois
anos e formação que engloba competências clínicas, diagnósticos por imagem,
realização de cirurgias em todos os níveis de complexidade para o tratamento de
doenças benignas, mas especialmente de doenças malignas da mama. “Isso inclui
não somente o tratamento do câncer de mama, mas também as cirurgias
reconstrutivas e oncoplásticas”, diz Novita.
Entre os pontos mais importantes das atualizações
da matriz de competências, destaca-se a consolidação do tratamento cirúrgico da
mama em todas as dimensões, com abordagem em doenças benignas, câncer de mama,
cirurgias de afirmação de gênero, intervenções reparadoras, reconstrutivas e
estéticas, ampliação da atuação do mastologista nos procedimentos radioguiados
e aumento da competência em terapias sistêmicas do câncer de mama.
Teste genético
Por solicitação da SBM, a Conitec, comissão
responsável por avaliar a incorporação de novos medicamentos, equipamentos,
protocolos de diagnósticos e de tratamentos no SUS, aprovou a inclusão do
Sequenciamento de Nova Geração (NGS, na sigla em inglês) para os genes BRCA1 e
BRCA2. A tecnologia permite identificar mutações (variantes patogênicas) em
genes selecionados associados ao risco hereditário de câncer de mama. Hoje, o
exame não é ofertado regularmente pelo SUS. Alguns estados brasileiros possuem
leis locais e já incorporaram no sistema público o teste genético e a linha de
cuidado para mulheres com câncer de mama hereditário, como é o caso de Goiás
com o projeto Goiás Todo Rosa. “Como entidade, reconhecemos o cumprimento do papel
de representar as pacientes, produzir conhecimento e participar ativamente da
formulação de políticas na rede pública de saúde, que assiste atualmente cerca
de 80% da população brasileira”, afirma Guilherme Novita.
As mutações genéticas nos genes BRCA1 e BRCA2
alcançaram grande visibilidade nos noticiários de todo o mundo após uma
entrevista de Angelina Jolie ao The New York Times. Em 2013, a atriz declarou
ter feito uma mastectomia redutora de risco com reconstrução bilateral após a
detecção de mutação genética no gene BRCA1, que representa um risco elevado
para o desenvolvimento de câncer de mama. Estudos populacionais recentes
indicam que os casos da doença associados a causas hereditárias, ou seja,
caracterizados por uma predisposição familiar e que podem passar de geração
para geração, representam cerca de 5-10% do total dos cânceres, e
aproximadamente metade desses casos hereditários de mama são causados por
alterações nos genes BRCA1 e BRCA2.
O dossiê preparado pela SBM e encaminhado à Conitec
avaliou, entre vários aspectos, a análise de custo-efetividade do NGS. Novita
observa que em termos de custo-efetividade da testagem, há otimização dessa
efetividade quando são incluídos familiares assintomáticos por caso alterado e
a viabilização de cirurgias redutoras de risco de câncer de mama, trompas e
ovários, além de exames de imagem personalizados para detecção precoce de
outros cânceres, mitigando custos futuros com tratamentos de doenças avançadas.
Disponibilidade de
medicamentos
Com a participação da SBM, um estudo revela
diferenças no tratamento do câncer de mama oferecido no SUS e pela saúde
suplementar. A pesquisa mostra nos dois sistemas de saúde o impacto do acesso
ao trastuzumabe, medicamento essencial para pacientes com câncer de mama HER2+,
subtipo particularmente agressivo associado a
altas taxas de mortalidade. O levantamento indica a
importância e a urgência de equiparar a acessibilidade a esta droga, que
combinada com a quimioterapia no tratamento neoadjuvante aumenta a taxa de
resposta patológica completa, ou seja, a eliminação total do tumor.
No Brasil, aproximadamente 75% da população depende
de tratamento no SUS. O trastuzumabe passou a fazer parte do rol de
medicamentos para tratar o câncer de mama HER2+ em julho de 2012 e começou a ser
distribuídos em hospitais públicos em janeiro de 2013.
Além do trastuzumabe combinado com a quimioterapia,
outro medicamento, chamado pertuzumabe, também aprovado para tratamento de
câncer de mama HER2+, continua amplamente indisponível no SUS. Neste sentido, o
Outubro Rosa é uma oportunidade, segundo o presidente da SBM, para a ampliação
do acesso aos medicamentos, especialmente na rede pública de saúde.
Obesidade
Práticas regulares de atividade física, combinada
com alimentação equilibrada, qualidade do sono, entre outros fatores,
contribuem para a boa saúde. Por outro lado, a obesidade tem uma relação
“íntima e catastrófica” com o câncer de mama. Neste contexto, o uso de canetas
emagrecedoras como estratégia para perda de peso entre mulheres que tratam
câncer de mama desponta como uma nova fronteira terapêutica na oncologia.
A perspectiva de que mulheres obesas têm maior
possibilidade de desenvolver câncer de mama tanto na pré quanto na
pós-menopausa levam a SBM a considerar que muitas mulheres talvez estejam mais
ameaçadas biologicamente pela obesidade do que pelo próprio tumor inicial que
apresentam.
Os possíveis impactos oncológicos das canetas
emagrecedoras já despertam enorme atenção da comunidade científica
internacional. Estudos demonstram que pessoas obesas tratadas com essas
medicações apresentaram redução global no risco de desenvolvimento de 13 tipos
de câncer. No cenário do câncer de mama, embora ainda existam poucas
publicações, os resultados iniciais se mostram extremamente promissores, apontando
diminuição do risco de recidiva local, redução do risco de recidiva a
distância, menor mortalidade específica relacionada ao câncer de mama e impacto
positivo na mortalidade global.
Conhecimento científico
Em um ano altamente produtivo em pesquisas
científicas globais sobre câncer de mama, com destaque para os estudos
apresentados na ASCO 2026, congresso realizado pela Sociedade Americana de
Oncologia Clínica, a Sociedade Brasileira de Mastologia apresenta importantes
investigações a respeito da doença.
Entre os estudos, “Sacituzumabe govitecana mais
pembrolizumabe para câncer de mama triplo-negativo avançado”, publicado na
prestigiada The New England Journal of Medicine, assinado por pesquisadores dos
Estados Unidos, Canadá, México, França, Espanha, Londres, Bruxelas, África do
Sul, Austrália, Coreia do Sul e Japão, com a participação da SBM, demonstra que
a associação de dois medicamentos pode dobrar a sobrevida de pacientes com
câncer de mama triplo-negativo, forma agressiva da doença que responde por alto
índice de mortalidade no Brasil e atinge principalmente mulheres jovens.
Também com a participação da SBM, um estudo
publicado no JCO Global Oncology, jornal da conceituada Sociedade Americana de
Oncologia Clínica, lança luz sobre o câncer de mama em mulheres com menos de 40
anos de idade no País. Com a participação de 29 pesquisadores brasileiros, a
investigação “Estágio avançado ao diagnóstico e piores características
clinicopatológicas em mulheres jovens com câncer de mama no Brasil: Uma subanálise
do estudo AMAZONA III (GBECAM 0115)” contribui para delinear um panorama sobre
a doença entre jovens, com a perspectiva de estimular ações e políticas
públicas de prevenção, rastreamento e tratamento de forma mais eficiente.
A segurança no tratamento do câncer de mama, com
redução de hospitalizações, maior controle de reações adversas a medicamentos e
melhores resultados terapêuticos, pode ser otimizada com a incorporação de
testes farmacogenéticos em protocolos do SUS. Esta constatação está no estudo “Prevalência
de variantes farmacogenômicas acionáveis em pacientes brasileiros com câncer”.
Publicada pela Frontiers in Pharmacology, a investigação ampla foi realizada em
todas as regiões do Brasil, e se destaca nos meios científicos por mostrar uma
realidade pouco conhecida de populações latino-americanas. Os achados permitem
aos especialistas ajustar doses de um medicamento, mudar o fármaco ou mesmo
evitar determinados tipos de tratamentos com base em informações de fenótipos
farmacogenéticos acionáveis.
O estudo “Resultados de sobrevida após cirurgia
conservadora da mama padrão versus cirurgia conservadora da mama oncoplástica
em pacientes com câncer de mama: um estudo de coorte multicêntrico com
evidências do mundo real” foi publicado pela Surgical Oncology Insight
conceituada revista internacional da Sociedade de Cirurgia Oncológica dos
Estados Unidos e envolveu a SBM. A investigação estuda a cirurgia conservadora,
combinada com radioterapia adjuvante, estratégia amplamente difundida no
tratamento de câncer de mama em estágio inicial. No entanto, essa abordagem
pode resultar em desfechos estéticos desfavoráveis, especialmente em mulheres
com mamas pequenas ou quando tumores maiores exigem ressecções mais extensas.
Com o objetivo de minimizar deformidades mamárias, técnicas oncoplásticas foram
desenvolvidas para ampliar as possibilidades da cirurgia conservadora,
permitindo ressecções mais extensas com melhor preservação da forma e simetria
mamárias.
CFM e ANS
A interlocução da SBM com o Conselho Federal de
Medicina (CFM) e a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), responsável
pela regulação dos planos de saúde no País, tem resultado em propostas de
grande relevância.
Um dos documentos analisados e aprovados pelo CFM
propõe um pacto nacional para redução da mortalidade por câncer de mama no
Brasil. A proposta conta com a parceria da Conamp (Associação Nacional dos
Membros do Ministério Público).
Como medidas que visam ações conjuntas com o
Ministério da Saúde, o documento sugere diversas ações prioritárias. A primeira
é o cumprimento efetivo a fiscalização da Lei 14.335/2022, que versa sobre
rastreamento mamográfico universal para pacientes de 40 a 75 anos. A legislação
12.732/2012, que prevê o início do tratamento do câncer de mama em 60 dias, a
norma 13.896/2019, para exames complementares em 30 dias, e a Lei 9.797/1999,
que rege a reconstrução mamária, também estão elencadas.
O documento prevê ainda aproximação entre as
decisões da Conitec e o Rol da ANS para garantir a pacientes do SUS acesso aos
mesmos métodos diagnósticos e tratamentos aprovados pela Anvisa (Agência
Nacional de Vigilância Sanitária) e já disponíveis no setor privado.
No documento destinado à ANS, a SBM desenvolve uma
linha de cuidado do câncer de mama com uma proposta técnica para a saúde
suplementar no Brasil. De forma detalhada, a pesquisa indica um tempo médio de
14 dias para liberação de exames anatomopatológicos, 17,5 dias para resultados
imunoistoquímicos e aproximadamente 19,6 dias para realização de exames
complementares necessários ao estadiamento da doença. Considerando a sequência
dessas etapas diagnósticas, o tempo necessário para que todos os exames estejam
disponíveis pode ultrapassar 45 dias.
Outro ponto importante trazido pelo documento faz
referência à reconstrução mamária após a mastectomia.
Comunicação e inclusão
No propósito de informar sobre o câncer de mama,
com base em conhecimento médico e comprovações científicas, a SBM mudou a forma
de se comunicar e investe em estratégias para engajar a população. Seja pelas
mídias digitais ou por canais oficiais da entidade, a proposta entrega
informações cada vez mais diretas para impactar as mulheres brasileiras sobre a
prevenção, o diagnóstico e tratamento da doença.
Na nova linha de comunicação, a SBM traz não
somente médicos e especialistas influenciadores para as principais discussões
da atualidade sobre câncer de mama, mas também pacientes, também
influenciadoras, que têm a oportunidade conversar sobre suas dúvidas, experiências
e demandas do dia a dia.
No site e nos outros canais oficiais da SBM, o
empenho é por uma comunicação clara, genuína, de um jeito plural que contemple
mulheres de todas as idades, classes sociais, necessidades e regionalidades
para levar uma mensagem extremamente confiável sobre prevenção, diagnóstico e
tratamento de uma doença de alta incidência não só no Brasil, mas em outros
países.
“Neste Outubro Rosa, a campanha ‘A vida nos une. O
cuidado nos move’ traz o esforço da SBM para incentivar cada vez mais mulheres
a realizar exames regulares e priorizar hábitos saudáveis no dia a dia, como
alimentação balanceada e prática de atividade física. Também destacamos nosso
compromisso para ampliar o acesso ao diagnóstico e tratamento do câncer de mama
no País nas redes pública e privada de saúde. Não menos importante,
consideramos o investimento que estamos fazendo para que a população encontre
informações corretas e baseadas em comprovações científicas sobre uma doença
que afeta a paciente, as famílias e a sociedade como um todo”, conclui
Guilherme Novita.
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