Com o lançamento do Co-Doctor, a brasileira Ciera Genomics elimina um dos principais desafios da medicina de precisão: transformar dados de genômica, metabolômica e microbiota em recomendações para cada paciente
As
ciências ômicas deixaram de ser uma promessa para o futuro. Hoje, o maior
desafio é o enorme volume de dados biológicos que cada exame torna disponível
ao profissional de saúde. Nesse cenário, a Ciera Genomics,
biotech brasileira especializada em ciências ômicas aplicadas à medicina e
nutrição de precisão, anuncia ao mercado o Co-Doctor,
inteligência artificial clínica proprietária desenvolvida pela empresa e
treinada por especialistas que juntos reúnem mais de 50 anos de experiência em
prática clínica e pesquisa.
Diferente
de IAs generalistas que podem apresentar "alucinações" ou condutas
imprecisas, o Co-Doctor foi desenvolvido para focar na veracidade e
assertividade, superando a barreira de interpretação que limita muitos
profissionais de saúde. A ferramenta integra dados de genômica, metabolômica,
microbioma e históricos clínicos para gerar orientações aplicáveis à prática
médica.
"Hoje, o desafio não é apenas gerar dados, mas torná-los utilizáveis na prática clínica. O Co-Doctor cruza informações de genômica, metabolômica, microbioma e histórico clínico do paciente para entregar ao médico uma orientação objetiva, contextualizada e aplicável, e é isso que transforma um exame complexo em uma decisão clínica mais precisa”, detalha Raphael Pelegrino, fundador e CEO da Ciera Genomics.
- BANCO
DE DADOS MULTIÔMICO COMO ATIVO ESTRATÉGICO
Cada
exame realizado alimenta um banco de dados multiômicos longitudinal exclusivo,
construído a partir de populações latinas, historicamente sub-representadas nos
principais bancos genômicos globais. Esse ativo científico é estruturado para
sustentar, no médio prazo, parcerias com a indústria farmacêutica, a indústria
alimentícia e de suplementação, além de instituições de pesquisa, representando
uma das barreiras competitivas mais relevantes da companhia.
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