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sábado, 14 de fevereiro de 2026

Os erros silenciosos que derrubam o rendimento nas primeiras semanas de aula

“O começo do ano letivo exige calibragem, não cobrança”, afirma o diretor Hugo de Almeida

 

As primeiras semanas de aula costumam parecer leves, mas carregam um impacto enorme no desempenho do aluno ao longo do ano. É o período em que ele define ritmo, organiza o tempo, se adapta à nova turma e entende como precisa estudar. Quando essa fase é malconduzida, o rendimento despenca antes mesmo das primeiras provas. 

Segundo Hugo de Almeida, diretor do PB Colégio e Curso, existem erros silenciosos que passam despercebidos pelos pais, mas afetam profundamente a rotina do estudante.

“Fevereiro não é para exigir performance. É para reconstruir sistema. O aluno precisa calibrar corpo, foco e rotina antes de render”, explica.
 

Erro 1: trocar descanso por agenda cheia

Logo no início do ano, muitos pais lotam a rotina dos filhos com atividades extras. O resultado é o oposto do desejado: cansaço precoce.

Hugo alerta que o estudante precisa reaprender a sustentar atenção. “Se a transição é brusca demais, o aluno chega ao meio de fevereiro drenado, não motivado.”
 

Erro 2: confundir organização com produtividade

Material impecável, agenda caprichada, mesa arrumada. Mas, na prática, pouca profundidade de estudo.

“A aparência engana”, diz Hugo que complementa: “Produtividade real não está no cenário perfeito, está na compreensão do conteúdo.”
 

Erro 3: comparar o aluno com colegas logo no início

É um dos maiores sabotadores emocionais.

“Na cabeça do adolescente, comparação vira incompetência. Ele se cala, evita participar e perde tempo valioso de adaptação”, explica.
 

Erro 4: subestimar o impacto do sono

O aluno que dorme mal perde foco, permanência e regulação emocional.
“Fevereiro é o mês de ajustar relógio biológico”, reforça Hugo.
 

O que realmente salva o rendimento

Hugo explica que três movimentos simultâneos resolvem grande parte dos problemas do início do ano:

• horários previsíveis

• ambiente estável

• tarefas curtas e constantes


“Quando o aluno percebe que consegue sustentar pequenas metas, tudo engrena”, conclui Hugo de Almeida, diretor do PB Colégio e Curso.


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