Planejamento, proteção e atenção aos custos médicos entram no radar de quem pretende acompanhar os jogos no exterior
Com a aproximação da Copa do Mundo FIFA de 2026,
marcada para os meses de junho e julho e realizada simultaneamente nos Estados
Unidos, Canadá e México, cresce o movimento de torcedores brasileiros
planejando viagens para acompanhar os jogos. A expectativa do setor de turismo
é de um aumento expressivo no fluxo aéreo internacional, impulsionado pelo
turismo esportivo e pela extensa malha de cidades-sede espalhadas pelos três
países. O histórico da última edição da Copa do
Mundo, realizada no Catar, ilustra a dimensão desse movimento. Ao longo do
torneio, o país recebeu mais de 1,4 milhão de visitantes internacionais, vindos
de diferentes regiões do mundo. Na final da Copa mais de 3,4 milhões de
espectadores estiveram no estádio.
Levantamentos do setor aéreo indicam que o Brasil terá voos
diretos para ao menos nove cidades-sede do Mundial, o que deve intensificar a
demanda por passagens e elevar o número de brasileiros circulando pela América
do Norte durante o evento. Companhias aéreas já sinalizam reforço de rotas,
especialmente para destinos como Orlando, Dallas e Nova York, que concentram
parte da comunidade brasileira e devem funcionar como portas de entrada para os
jogos.
Além da logística de deslocamento, especialistas chamam atenção
para os custos envolvidos nesse tipo de viagem. Estimativas do mercado apontam
que uma estadia de cerca de 15 dias para acompanhar a Copa pode ultrapassar R$
25 mil por pessoa, considerando passagens, hospedagem, alimentação e ingressos.
Em um cenário de grande concentração de turistas, imprevistos também tendem a
se tornar mais frequentes.
Um dos principais pontos de atenção está relacionado à saúde. Nos
Estados Unidos e no Canadá, os custos médicos são elevados e podem variar entre
US$ 1.000 e US$ 10.000 por procedimento, dependendo da gravidade do
atendimento. Em períodos de grandes eventos, situações como mal-estar,
intoxicação alimentar, acidentes leves e doenças respiratórias podem acontecer,
o que reforça a importância do planejamento prévio. “Em viagens para países com
sistemas de saúde privados e custos elevados, o seguro viagem deixa de ser um
detalhe e passa a ser parte essencial do planejamento. Ele ajuda a evitar que
um imprevisto comprometa financeiramente toda a experiência”, afirma Darllan
Botega, CEO da Ciclic, empresa da BB Seguros especializada em seguros digitais.
Além da cobertura médica, o seguro viagem também oferece suporte
em situações operacionais que tendem a se intensificar durante eventos globais,
como atrasos e cancelamentos de voos, extravio de bagagem, interrupção ou
prorrogação da viagem. “A Copa concentra milhões de deslocamentos em poucos
dias, entre diferentes cidades e países. Ter assistência nessas situações traz
mais tranquilidade para que o viajante foque no evento, e não nos problemas”,
completa o executivo.
Especialistas em turismo e seguros recomendam que o seguro viagem
seja contratado assim que as passagens forem emitidas, evitando contratações de
última hora. Nesse contexto, soluções digitais como o seguro viagem da Ciclic,
empresa da BB Seguros, reúnem proteção para despesas médicas e para imprevistos
comuns em grandes eventos internacionais, como atrasos de voos, perda de
computadores e extravio de bagagens. Em viagens ao exterior, os planos também
contemplam assistência pet, atendendo brasileiros que optam por viajar com seus
animais de estimação. Além disso, há benefícios que contribuem para uma
experiência mais confortável, como acesso a salas VIP em aeroportos — um
diferencial especialmente valorizado em deslocamentos longos e em períodos de
alta demanda, como o que antecede a Copa do Mundo.

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