Alta nos índices
de ansiedade e burnout no Brasil amplia interesse por métodos de autorregulação
emocional e reprogramação mental, que prometem ajudar adultos a lidar com
trabalho, dinheiro e relacionamentos
Levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS)
indica que cerca de 9,3% da população brasileira convive com algum transtorno
de ansiedade, enquanto estudos do Instituto Cactus e do Datafolha mostram que
mais de 70% dos brasileiros relatam sobrecarga emocional associada ao trabalho,
à vida financeira e aos relacionamentos. Esses dados ajudam a explicar por que
temas como esgotamento mental, procrastinação e sensação de estagnação pessoal
têm ganhado espaço nas discussões sobre saúde e bem-estar.
A Organização Mundial da Saúde também aponta que o
Brasil está entre os países com maior prevalência de transtornos de ansiedade
no mundo, enquanto o Ministério da Saúde registra aumento contínuo nos
afastamentos do trabalho por causas relacionadas à saúde mental.
A psicanalista e pesquisadora Elainne Ourives, doutora em psicanálise e especialista em reprogramação mental, que há
mais de 26 anos estuda a relação entre estado emocional, identidade e
prosperidade, explica que altos níveis de estresse crônico reduzem a capacidade
de tomada de decisão, foco e criatividade, afetando não apenas a produtividade,
mas a qualidade de vida como um todo. “O interesse por métodos de autoterapia e
autorregulação emocional, que buscam ampliar o autoconhecimento e oferecer
ferramentas práticas para lidar com padrões mentais repetitivos tem ganhado
força, para ajudar a lidar com todos esses desafios”, destaca.
A proposta parte de um dado amplamente citado na
literatura científica, a maior parte das decisões humanas ocorre de forma
automática. Estudos em neurociência cognitiva apontam que até 90% a 95% das
respostas comportamentais são influenciadas por processos inconscientes,
formados ao longo da vida a partir de experiências emocionais, ambiente
familiar e estímulos sociais. “As pessoas se culpam por não conseguir mudar, mas
muitas estão apenas repetindo programas emocionais que nunca foram revisados”,
afirma Elainne.
Segundo a especialista, esses padrões costumam se
manifestar em áreas centrais da vida adulta, como dinheiro, carreira e vínculos
afetivos. “A pessoa trabalha muito, mas não prospera, entra em relacionamentos
semelhantes, começa projetos e não termina. Isso não é falta de capacidade, é
repetição inconsciente”, diz.
O protocolo permite identificar bloqueios
emocionais recorrentes, como escassez, culpa, rejeição ou desvalorização, e
aplicar técnicas de autoaplicação para ressignificá-los.
A especialista destaca que práticas de
autorregulação emocional, aliadas a estímulos repetidos, podem favorecer a
neuroplasticidade da capacidade do cérebro de reorganizar conexões neurais, e
reduzir sintomas de ansiedade e fadiga mental. “ Um levantamento feito pelo
Instituto Ipsos mostra que 62% dos brasileiros afirmam ter dificuldade para
“desligar a mente” fora do horário de trabalho, um dos principais fatores
associados à exaustão emocional”, alerta.
Com mais de 300 mil alunos em cerca de 40 países, a
especialista avalia que a busca por equilíbrio emocional deixou de ser um tema
restrito ao consultório e passou a fazer parte da rotina de adultos que lidam
com múltiplas pressões. “Cuidar da mente não é luxo. Em um mundo de cobrança
constante, é uma estratégia básica de saúde”, conclui.
Elainne aponta que pequenas práticas regulares
podem ajudar a reduzir a ansiedade, melhorar foco e reforçar a autorregulação
emocional. A seguir, ela separou cinco orientações fundamentadas em abordagens
como as presentes no Protocolo de Ativação da Frequência da Plenitude e
respaldadas por literatura nas áreas de psicologia e bem-estar:
- Faça
um diagnóstico honesto dos seus padrões emocionais
Antes de tentar mudar comportamentos, identifique quais situações repetitivas causam sofrimento, como medo de olhar extratos bancários, sensação de inferioridade ou dificuldade em confiar em relacionamentos e trace um perfil das respostas que emergem automaticamente. Reconhecer esses padrões é o primeiro passo para interromper ciclos automáticos de reação. - Estabeleça
uma rotina de micro-práticas diárias
Técnicas de autorregulação funcionam melhor quando aplicadas com constância. Pesquisas em neurociência mostram que estímulos repetidos ajudam o cérebro a reorganizar conexões neurais, favorecendo alterações de comportamento. Práticas curtas, como escutas guiadas de áudio pela manhã ou à noite, podem reforçar novas respostas emocionais. - Integre
corpo e mente em práticas de relaxamento
Exercícios simples de respiração, alongamento ou relaxamento ativam o sistema nervoso parassimpático e reduzem a resposta de estresse. Isso cria um estado fisiológico mais receptivo à mudança emocional, permitindo que decisões sejam tomadas com mais clareza e menos impulsividade. - Utilize
âncoras mentais para reforçar objetivos
Técnicas que associam palavras, imagens ou frases a estados emocionais desejados ajudam a reforçar novos padrões. Psicólogos cognitivos apontam que a repetição de âncoras como afirmações de equilíbrio ou metas claras, pode fortalecer a capacidade de autorregulação ao longo do tempo. - Planeje
metas realistas e revisite-as com frequência
Alinhar objetivos práticos com seu estado emocional atual ajuda a evitar frustrações crônicas. Profissionais da área recomendam definir metas específicas e mensuráveis (como sugerido em metodologias de planejamento estratégico), e ajustar esses objetivos periodicamente de acordo com sua evolução emocional, reforçando a sensação de progresso sustentável.
O crescimento do interesse por práticas de
autoterapia reflete uma mudança de postura na forma como adultos têm lidado com
sobrecarga emocional, instabilidade financeira e pressão por desempenho. A
busca por ferramentas que auxiliem na compreensão e reorganização de padrões
mentais deixa de estar associada apenas ao tratamento clínico e passa a
integrar rotinas de cuidado contínuo com a saúde emocional.
Para especialistas, esse movimento indica que o
tema da saúde mental começa a ser tratado como parte estruturante da vida
adulta, ao lado do trabalho, das finanças e dos relacionamentos. Em um contexto
no qual o esgotamento se tornou recorrente, investir em autorregulação
emocional passa a ser compreendido não como luxo, mas como estratégia concreta
para preservar bem-estar, clareza e qualidade de vida no longo prazo.
Elainne Ourives - Treinadora mental, psicanalista, cientista e pesquisadora nas áreas da Física Quântica, das Neurociências e da reprogramação mental; autora best-seller de 11 livros; mestra de mais de 300 mil alunos, em mais de 50 países, sendo 130 mil deles alunos do treinamento Holo Cocriação de Objetivos, Sonhos e Metas, a mais completa metodologia de reprogramação mental, vibracional e emocional, bem como de cocriação e manifestação de sonhos do mundo; formada pelos maiores cientistas do mundo, tais como Jean Pierre Garnier Malet, Tom Campbell, Gregg Braden, Bob Proctor, Joe Dispenza, Bruce Lipton, Deepak Chopra e Tony Robbins; multiplicadora do Ativismo Quântico de Amit Goswami; certificada pelo Instituto HeartMath; única trainer de Joe Vitale no Brasil. Autora Best Seller dos livros: DNA Milionário® (2019); DNA da Cocriação® (2020); DNA Revelado das Emoções® (2021), Cocriador da Realidade (2022); Algoritmos do Universo (2022), Taqui-Hertz® (2022), O Meu Ano de Gratidão (2023), Gene da Juventude (2023), Visualização Holográfica (2023), DNA do Dinheiro (2024) e Frequência do Milagre (2025). É ainda idealizadora dos Movimentos “A Vida é Incrível” e “Eu Estou Vivo”, lançados para ajudar a libertar o potencial máximo das pessoas na realização de seus sonhos. Criadora da Técnica Hertz® – Reprogramação da Frequência Vibracional, que surgiu a partir de descobertas da física quântica e do estudo aprofundado das mais poderosas terapias energéticas e emocionais do mundo, e já foi utilizada por mais de 3 milhões de pessoas no mundo todo.
Para mais informações: Acesse https://elainneourives.com.br ou acompanhe pelo Instagram @elainneourivesoficial.
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