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quinta-feira, 22 de janeiro de 2026

Como melhorar a qualidade do ar dentro de casa no auge do verão

Calor intenso, poluição e ambientes fechados exigem atenção redobrada com filtragem do ar, manutenção do ar-condicionado e hábitos domésticos

 

Com a chegada do verão e o aumento das temperaturas, cresce também o tempo de permanência em ambientes climatizados, seja em casa, no trabalho ou em locais de lazer. Nesse cenário, a qualidade do ar interno passa a ser uma preocupação central para a saúde respiratória. Fabricantes de ar-condicionado, como a Gree, mundialmente conhecida, têm acompanhado essa demanda com tecnologias voltadas não apenas ao conforto térmico, mas também à melhoria do ar respirado no dia a dia. 

Se por um lado o ar-condicionado ajuda a tornar os ambientes mais agradáveis, por outro, a forma como ele é utilizado e mantido, influencia diretamente a qualidade do ar, com impactos mais evidentes para pessoas com alergias, rinite, asma e outras doenças respiratórias. 

Segundo a otorrinolaringologista Cristiane Passos Dias Levy, do Hospital Paulista, o ar-condicionado pode ser um aliado importante durante o verão. “O equipamento remove o ar quente do ambiente e o substitui por ar refrigerado, passando por um processo de filtragem que ajuda a reter partículas suspensas. Isso é bastante útil para pessoas com alergias respiratórias”, explica. 

A médica, no entanto, faz alertas importantes. Temperaturas muito baixas podem ressecar o ar e irritar as mucosas. “O ideal é manter uma temperatura moderada, geralmente entre 22°C e 24°C, além de reforçar a hidratação e garantir a limpeza regular dos filtros do aparelho”, orienta. 

Além do calor, a poluição é outro fator que pesa contra a saúde respiratória no verão, sobretudo em grandes centros urbanos. “A poluição atmosférica está associada ao agravamento de quadros como asma, rinite e bronquite. Em períodos mais secos e quentes, as partículas ficam mais concentradas no ar e penetram com mais facilidade nas vias aéreas”, afirma Cristiane. Para ela, a qualidade do ar dentro de casa pode ser tão ou mais relevante do que a externa. “Ambientes bem cuidados, limpos e com boa filtragem reduzem o risco de crises respiratórias”, acrescenta. 

Do ponto de vista técnico, Romenig Magalhães, supervisor de P&D da Gree, explica que os avanços na climatização residencial ampliaram o papel do ar-condicionado na qualidade do ar interno. “Hoje, os equipamentos contam com sistemas de filtragem mais eficientes e controles inteligentes de funcionamento, que ajudam a manter o ar em circulação constante, reduzindo a concentração de poeira, poluentes e odores”, afirma. 

Segundo ele, no entanto, a tecnologia só cumpre esse papel quando vem acompanhada de cuidados básicos. “Filtros sujos, manutenção irregular ou equipamentos mal dimensionados comprometem tanto a eficiência energética quanto a qualidade do ar. A limpeza periódica e a escolha correta do aparelho fazem toda a diferença”, ressalta o especialista da Gree. 

Além do equipamento, hábitos domésticos também influenciam diretamente a qualidade do ar. Manter portas e janelas fechadas durante a climatização, evitar o acúmulo de poeira, higienizar cortinas e tapetes e reduzir fontes internas de poluição, como fumaça e produtos com odores fortes, são medidas simples, mas eficazes.

“Cuidar da qualidade do ar não é apenas uma questão de conforto, mas de saúde”, reforça Cristiane. “No verão, quando ficamos mais tempo em ambientes fechados e climatizados, esses cuidados se tornam ainda mais importantes para prevenir crises respiratórias e melhorar o bem-estar”, conclui.

 

Gree Electric Appliances


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