Se não diagnosticada e tratada adequadamente, a
Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica pode limitar a qualidade de vida, colocando
em risco a vida do paciente
Milhões de brasileiros vivem com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), condição que dificulta a respiração. Ela é progressiva, não tem cura e é uma das principais causas de morte no mundo. Ela é caracterizada por uma inflamação que afeta as vias aéreas, dificultando a respiração e limitando muito atividades rotineiras. “Entre os sintomas estão falta de ar, tosse, chiado, muco e fadiga”, explica o pneumologista Marcelo Fouad Rabahi, Professor da Faculdade de Medicina da UFG. A piora aguda dos sintomas pode desencadear crises, que chamamos de ataque pulmonar, e que já foi demonstrado ser mais letal que o ataque cardíaco.
Por
isso a informação correta sobre a doença e a conscientização da população são
tão importantes. A Chiesi, referência global em
soluções respiratórias, reforça a campanha “CADA.RESPIRO.CONTA.”,iniciativa
criada em 2024 para conscientizar sobre a saúde pulmonar e
destacar a importância do diagnóstico precoce e da prevenção de doenças
respiratórias, como a asma e a DPOC.
Em 2025, a campanha ressalta a importância de prestar atenção nos primeiros sinais da DPOC e, assim, buscar atendimento especializado para ter o diagnóstico correto e o tratamento adequado o quanto antes. “Dados da Federação Europeia de Associações de Pacientes com Alergia e Doenças das Vias Aéreas (EFA) mostram que 16% dos pacientes que inicialmente receberam um diagnóstico errado esperaram, em média, 5 anos para obter o diagnóstico correto. A detecção precoce pode retardar a progressão da DPOC”, alerta o VP das unidades de negócio AIR e CARE da Chiesi Brasil, Igor Fernandes.
Um dos destaques da campanha é o Folegômetro,
um simulador digital interativo que permite ao público testar a qualidade do
fôlego de maneira lúdica e educativa. Disponível em www.cadarespiroconta.com.br, o Folegômetro
tem quatro simulações diferentes que medem o tempo e a intensidade da
respiração. Para usar a ferramenta, basta acessar o site, autorizar o uso do
microfone e seguir as instruções na tela. Os resultados são apresentados em
três níveis – vermelho, amarelo e verde – indicando respectivamente, abaixo, na
média ou acima da média, incentivando o público a procurar um médico
pneumologista caso sinta dificuldade ao realizar o teste ou detecte no seu dia
a dia qualquer sintoma que possa estar relacionado às doenças pulmonares. A
ferramenta é educativa e não tem fins de diagnóstico. "A campanha CADA.RESPIRO.CONTA.
é mais que uma ação de conscientização, é um convite para que as pessoas parem
e reflitam sobre a importância da respiração para sua qualidade de vida",
afirma o executivo.
Acesso ao tratamento adequado
O
impacto da DPOC não é só no dia a dia do paciente, a doença também causa um
impacto econômico importante para o sistema de saúde. Hoje, por exemplo, no
Brasil, são mais de 200 mil hospitalizações, gerando um custo de
aproximadamente R$ 103 milhões por ano.
Apesar
de não ter cura, a DPOC tem tratamentos cada vez mais inovadores, que podem
devolver a qualidade de vida ao paciente, como é o caso das terapias triplas em dispositivo único para os pacientes que
têm DPOC de moderada a grave. “As terapias triplas fixas, por reunirem em um
único dispositivo inalatório três medicamentos, facilitam a adesão do paciente,
trazem comodidade posológica e possibilitam o controle da doença”, afirma o
pneumologista Marcelo Fouad Rabahi.
Agora a espera é pela publicação do novo Protocolo Clínico e
Diretriz Terapêutica (PCDT) para a DPOC - documento que regula o tratamento dos
pacientes no SUS e indica toda a conduta de diagnóstico e acompanhamento da
doença. Com isso, os pacientes poderão ter acesso a essas novas terapias
incorporadas na rede pública de saúde no fim de 2024.
Grupo Chiesi
www.chiesi.com
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