segunda-feira, 24 de novembro de 2025

Campanha faz alerta sobre os pequenos sinais da DPOC, doença crônica, progressiva e que impacta a vida de cerca de 14 milhões de brasileiros

Se não diagnosticada e tratada adequadamente, a Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica pode limitar a qualidade de vida, colocando em risco a vida do paciente
 

Milhões de brasileiros vivem com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC), condição que dificulta a respiração. Ela é progressiva, não tem cura e é uma das principais causas de morte no mundo. Ela é caracterizada por uma inflamação que afeta as vias aéreas, dificultando a respiração e limitando muito atividades rotineiras. “Entre os sintomas estão falta de ar, tosse, chiado, muco e fadiga”, explica o pneumologista Marcelo Fouad Rabahi, Professor da Faculdade de Medicina da UFG. A piora aguda dos sintomas pode desencadear crises, que chamamos de ataque pulmonar, e que já foi demonstrado ser mais letal que o ataque cardíaco. 

Por isso a informação correta sobre a doença e a conscientização da população são tão importantes. A Chiesi, referência global em soluções respiratórias, reforça a campanha “CADA.RESPIRO.CONTA.”,iniciativa criada em 2024 para conscientizar sobre a saúde pulmonar e destacar a importância do diagnóstico precoce e da prevenção de doenças respiratórias, como a asma e a DPOC.  

Em 2025, a campanha ressalta a importância de prestar atenção nos primeiros sinais da DPOC e, assim, buscar atendimento especializado para ter o diagnóstico correto e o tratamento adequado o quanto antes. “Dados da Federação Europeia de Associações de Pacientes com Alergia e Doenças das Vias Aéreas (EFA) mostram que 16% dos pacientes que inicialmente receberam um diagnóstico errado esperaram, em média, 5 anos para obter o diagnóstico correto. A detecção precoce pode retardar a progressão da DPOC”, alerta o VP das unidades de negócio AIR e CARE da Chiesi Brasil, Igor Fernandes. 

Um dos destaques da campanha é o Folegômetro, um simulador digital interativo que permite ao público testar a qualidade do fôlego de maneira lúdica e educativa. Disponível em www.cadarespiroconta.com.br, o Folegômetro tem quatro simulações diferentes que medem o tempo e a intensidade da respiração. Para usar a ferramenta, basta acessar o site, autorizar o uso do microfone e seguir as instruções na tela. Os resultados são apresentados em três níveis – vermelho, amarelo e verde – indicando respectivamente, abaixo, na média ou acima da média, incentivando o público a procurar um médico pneumologista caso sinta dificuldade ao realizar o teste ou detecte no seu dia a dia qualquer sintoma que possa estar relacionado às doenças pulmonares. A ferramenta é educativa e não tem fins de diagnóstico. "A campanha CADA.RESPIRO.CONTA. é mais que uma ação de conscientização, é um convite para que as pessoas parem e reflitam sobre a importância da respiração para sua qualidade de vida", afirma o executivo.

 

Acesso ao tratamento adequado 

O impacto da DPOC não é só no dia a dia do paciente, a doença também causa um impacto econômico importante para o sistema de saúde. Hoje, por exemplo, no Brasil, são mais de 200 mil hospitalizações, gerando um custo de aproximadamente R$ 103 milhões por ano. 

Apesar de não ter cura, a DPOC tem tratamentos cada vez mais inovadores, que podem devolver a qualidade de vida ao paciente, como é o caso das terapias triplas em dispositivo único para os pacientes que têm DPOC de moderada a grave. “As terapias triplas fixas, por reunirem em um único dispositivo inalatório três medicamentos, facilitam a adesão do paciente, trazem comodidade posológica e possibilitam o controle da doença”, afirma o pneumologista Marcelo Fouad Rabahi. 

Agora a espera é pela publicação do novo Protocolo Clínico e Diretriz Terapêutica (PCDT) para a DPOC - documento que regula o tratamento dos pacientes no SUS e indica toda a conduta de diagnóstico e acompanhamento da doença. Com isso, os pacientes poderão ter acesso a essas novas terapias incorporadas na rede pública de saúde no fim de 2024.
  


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