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terça-feira, 11 de agosto de 2026

Quando o sucesso acelera demais: Como governar agentes de IA e controlar seus custos nas empresas


Toda grande equipe de corrida já foi, em algum momento, apenas uma garagem cheia de máquinas potentes e pilotos talentosos. A potência estava ali. Faltava coordenação. Sem alguém no comando do pit e sem um plano de corrida comum, cada carro seguia o próprio traçado, transformando potencial em batida. A Inteligência Artificial (IA) começa a colocar as empresas exatamente diante desse desafio. Depois da corrida para criar agentes capazes de executar tarefas de forma autônoma, surge uma pergunta muito mais estratégica: quem está com as mãos no volante?

 

Um exemplo recente ajuda a explicar essa mudança. Em 2026, a Uber ampliou o acesso de seus engenheiros a ferramentas baseadas em agentes de IA para desenvolvimento de software. A adoção cresceu rapidamente, porém o consumo de tokens avançou em ritmo ainda maior, levando a companhia a consumir, em poucos meses, todo o orçamento anual destinado àquelas ferramentas. O episódio chamou atenção porque não representava um fracasso da tecnologia, mas exatamente o contrário. Os agentes funcionavam tão bem que passaram a ser utilizados em escala muito superior ao previsto. O problema deixou de ser tecnológico e passou a ser de gestão.

 

Esse cenário tende a se tornar comum. Uma pesquisa estima que, até 2028, cerca de 33% dos softwares corporativos incorporarão agentes de IA, contra menos de 1% em 2024. A projeção indica ainda que, aproximadamente, 15% das decisões rotineiras de trabalho serão tomadas por esses sistemas no mesmo período. Ao mesmo tempo, alerta que mais de 40% dos projetos de IA Agêntica poderão ser cancelados até 2027 por falta de valor claro, controles inadequados ou custos elevados. O desafio deixou de ser construir agentes inteligentes. O desafio passou a ser coordená-los.

 

É justamente aqui que a analogia das pistas revela toda a sua força. Uma organização não fracassa porque tem muitas máquinas potentes na garagem: ela fracassa quando cada uma corre uma prova diferente. O mesmo acontece com agentes de IA desenvolvidos de forma isolada por diferentes áreas do negócio. Recursos Humanos cria um assistente para políticas internas. Finanças desenvolve outro para análises. Jurídico implementa um terceiro para apoiar questões regulatórias. Tecnologia cria dezenas de agentes especializados. Individualmente, todos podem ser excelentes, cada um entregando como o motor seis-cilindros aspirado de um Porsche 911 ou o câmbio manual preciso de um BMW classe M. Coletivamente, contudo, podem gerar redundância, respostas inconsistentes, desperdício de recursos e uma crescente dificuldade para saber quem faz o quê.

 

A maioria das organizações ainda está aprendendo essa lição. Um estudo mostra que apenas 8% das empresas possuem uma estrutura abrangente de governança para IA. Outra pesquisa revela que somente 21% mantêm um inventário atualizado dos agentes ativos em seus ambientes. É como assumir o comando do pit sem saber quantos carros estão na pista ou qual estratégia cada piloto está seguindo.

 

E é aqui que vale um ajuste importante na própria analogia. O estrategista não inventa a corrida no meio da prova. Antes da luz verde existe um plano de corrida, uma ficha de acerto conhecida por toda a equipe. Nas companhias, esse acerto é a governança. Ela define quais agentes podem ser criados, quais dados podem utilizar, quais decisões podem tomar, quem responde por seus resultados e quais limites financeiros e operacionais precisam ser respeitados. O líder responsável pela IA exerce o papel de chefe de equipe justamente porque garante que todos os agentes sigam o mesmo plano de corrida.

 

Os custos fazem parte dessa equação, mas não são sua essência. O preço médio dos tokens vem caindo rapidamente, enquanto o consumo cresce em velocidade ainda maior. Segundo um levantamento, 73% das organizações afirmam que os gastos com IA superaram as expectativas. A disciplina conhecida como FinOps, originalmente criada para a computação em nuvem, começa agora a ser adaptada para a IA justamente porque controlar apenas o preço deixou de ser suficiente. O que importa é compreender quanto valor cada agente entrega em relação aos recursos que consome.

 

Essa mudança também redefine o papel da liderança. Durante décadas, executivos aprenderam a administrar organizações compostas apenas por pessoas. Agora, eles passam a conduzir ambientes onde pessoas e agentes inteligentes trabalham lado a lado. O gestor deixa de supervisionar somente atividades humanas para coordenar um ecossistema híbrido, no qual parte das decisões, análises e execuções ocorre de forma autônoma. A competência mais importante deixa de ser acompanhar cada tarefa individualmente e passa a ser desenhar boas regras, estabelecer prioridades e criar mecanismos que mantenham todo o sistema funcionando em sincronia, como uma equipe bem entrosada no box.

 

A boa notícia é que governança não reduz inovação: ela a torna escalável. Assim como um bom chefe de equipe não tira o talento do piloto, mas cria as condições para que a máquina entregue tudo o que tem, uma boa estrutura de governança permite que agentes de IA evoluam com segurança, transparência e eficiência. Definir responsáveis, acompanhar indicadores, estabelecer orçamentos, monitorar riscos e aposentar agentes que deixaram de gerar valor não representa burocracia. E isto representa maturidade.

 

Nos próximos anos, praticamente toda grande empresa terá uma verdadeira frota de agentes de IA executando atividades críticas do negócio. A diferença entre as companhias que capturarão valor e aquelas que apenas acumularão custos dificilmente estará na quantidade de agentes em operação, mas sim na qualidade de quem está no comando do pit. Porque agentes inteligentes tendem a se tornar uma commodity, assim como cavalos de potência hoje se compram aos milhares. O que continuará raro será a capacidade de fazer todos eles correrem a mesma prova, seguindo o mesmo traçado.


 

George Tani - Diretor CRM e PaaS da GFT Technologies no Brasil

 

Muito além da Boeing: brasileiros encontram oportunidades em uma cadeia que movimenta milhares de empregos nos Estados Unidos

 Com 17 unidades, mais de 2.500 funcionários e US$ 3 bilhões em ativos nos EUA, Embraer reforça um mercado que amplia oportunidades para profissionais qualificados brasileiros.


A Embraer vive um dos momentos mais promissores de sua história. Em análise publicada pela revista britânica The Economist, a fabricante brasileira foi apontada como uma empresa que ganha força no mercado global e pode aproveitar os atrasos enfrentados por Airbus e Boeing para ampliar sua participação na aviação comercial.

Os números ajudam a explicar esse cenário. A empresa projeta entregar 255 aeronaves em 2026, frente às 141 entregues em 2021, enquanto sua carteira de pedidos alcançou o recorde de US$ 34,5 bilhões. Hoje, a Embraer é a terceira maior fabricante de jatos comerciais do mundo e líder global no segmento de aeronaves com capacidade para até 150 passageiros.

Boa parte desse crescimento está diretamente ligada aos Estados Unidos. O país concentra aproximadamente 45% das vendas de jatos comerciais e 70% das vendas de jatos executivos da companhia. Além disso, a fabricante mantém 17 unidades em território americano, emprega mais de 2.500 profissionais e possui mais de US$ 3 bilhões em ativos no país, consolidando sua operação como uma das mais importantes fora do Brasil.

Esse avanço ocorre justamente em um momento em que Airbus e Boeing enfrentam gargalos de produção e acumulam cerca de 16 mil aeronaves encomendadas, com filas de espera que, em alguns modelos, chegam a uma década. O cenário abre espaço para fabricantes capazes de atender parte dessa demanda crescente.


Flórida concentra operações estratégicas


A presença da Embraer nos Estados Unidos vai muito além da comercialização de aeronaves. A Flórida se consolidou como um dos principais polos globais da empresa. Em Melbourne está localizada a sede da Embraer nos Estados Unidos, a sede mundial da divisão de aviação executiva, uma linha de montagem final de aeronaves e o primeiro centro de engenharia da fabricante instalado fora do Brasil. O estado também abriga centros de manutenção em Melbourne, Fort Lauderdale e Sanford.

Para o Dr. Vinícius Bicalho, advogado licenciado nos Estados Unidos, CEO da Bicalho Consultoria Legal e mestre pela University of Southern California (USC), esse movimento mostra como uma empresa brasileira conquistou espaço estratégico dentro da maior economia do mundo.

“A Embraer é um excelente exemplo de que empresas brasileiras podem competir em um mercado extremamente sofisticado como o americano. A presença da companhia nos Estados Unidos não representa apenas exportação de aeronaves. Ela movimenta inovação, fortalece cadeias produtivas e gera oportunidades para profissionais altamente qualificados em diversas áreas.”


Oportunidades vão muito além da engenharia aeronáutica


Segundo Bicalho, quando uma fabricante amplia sua produção e sua estrutura em território americano, toda uma cadeia econômica também cresce.

Além dos engenheiros aeronáuticos, o setor demanda profissionais de engenharia mecânica, elétrica, eletrônica e de produção, especialistas em tecnologia da informação, inteligência artificial, automação industrial, logística, cadeia de suprimentos, gestão de projetos, qualidade, certificação, manutenção aeronáutica, compras estratégicas e gestão industrial.

“É comum imaginar que esse mercado procura apenas pilotos ou engenheiros aeronáuticos. Na prática, estamos falando de uma indústria que depende de profissionais de tecnologia, manufatura avançada, logística, pesquisa, gestão e inovação. Isso amplia significativamente as possibilidades para brasileiros que possuem qualificação e experiência.”


Planejamento é essencial


O especialista ressalta que oportunidades profissionais em empresas ligadas ao setor aeroespacial exigem planejamento migratório adequado.

Dependendo do perfil do candidato, existem diferentes alternativas legais para trabalhar e viver nos Estados Unidos, seja por meio de vistos temporários de trabalho, transferências internacionais ou categorias destinadas a profissionais de alta qualificação.

“O profissional deve enxergar a imigração como parte do planejamento de carreira. Quanto mais cedo essa estratégia é estruturada, maiores costumam ser as possibilidades de aproveitar oportunidades que surgem em empresas globais instaladas nos Estados Unidos.” 



Vinícius Bicalho - Advogado licenciado nos EUA, Brasil e Portugal; Sócio fundador da Bicalho Legal Consulting P.A.; Mestre em direito nos EUA pela University of Southern California; Mestre em direito no Brasil pela Faculdade de Direito Milton Campos (MG); Membro da AILA – American Immigration Lawyers Association; Responsável pelo Guia de Imigração da AMCHAM; Professor de Pós-graduação em direito migratório; O único advogado brasileiro citado na lista de “profissionais confiáveis" dos principais jornais americanos, como The New York Times, The Wall Street Journal, The Washington Post, USA Today e The Los Angeles Times; Recentemente reconhecido pela America’s Best entre os Top 10 Immigration Law Attorneys de 2026.


Aniversário de Fernando de Noronha: 8 curiosidades sobre o mundo submerso da ilha

Fabi Fregonesi
Tartaruga verde sendo limpa
Autores do projeto Panorâmicas de Noronha, os fotógrafos subaquáticos Fabi Fregonesi e Raphael Gatti revelam por que o arquipélago vai muito além das praias paradisíacas e atrai turistas do mundo inteiro 

 

Na segunda-feira, dia 10 de agosto, Fernando de Noronha celebrou mais um aniversário como um dos destinos naturais mais emblemáticos do Brasil — e o momento coincide com um cenário de valorização crescente do turismo em áreas protegidas. Segundo estudo apresentado pelo ICMBio e pelo Ministério do Turismo, as Unidades de Conservação federais movimentaram R$ 40,7 bilhões na economia brasileira em 2025, reforçando a importância de conciliar visitação, conservação e educação ambiental.

Dentre as regiões protegidas, Fernando de Noronha é uma das que mais desperta fascínio em pesquisadores, mergulhadores e viajantes. É o que ressaltam Fabi Fregonesi e Raphael Gatti, fotógrafos subaquáticos e idealizadores do projeto Panorâmicas de Noronha.

O projeto documentou 16 cartões-postais submersos utilizando uma técnica que une de três a mais de 24 fotografias para formar uma única imagem panorâmica. Pela primeira vez, diversos pontos de mergulho do arquipélago foram registrados nesse formato, entre eles a Corveta Ipiranga, um dos naufrágios mais famosos do Brasil. As imagens revelam a verdadeira dimensão dos ambientes marinhos e mostram uma face pouco conhecida de Noronha, que vai além das fotografias tradicionais.

Segundo Fabi, a ideia nasceu da percepção de que fotografias convencionais não conseguiam transmitir a grandiosidade dos cenários submarinos. "A panorâmica foi a forma que encontramos de respeitar a escala do oceano e registrar esse território como ele realmente é: grandioso, complexo, vivo e impossível de ser reduzido a um único enquadramento". Raphael complementa que o trabalho exigiu meses de estudo, planejamento e extrema precisão durante os mergulhos, especialmente nos pontos mais profundos.

Tendo em mente tudo que o público geral ainda pode descobrir sobre Fernando de Noronha, Fabi e Raphael reuniram algumas curiosidades sobre o mundo submerso do arquipélago. Confira:


1. Fernando de Noronha é apenas a ponta de uma enorme montanha vulcânica submersa

Muito além das praias paradisíacas, Fernando de Noronha é apenas a parte visível de uma cadeia de montanhas vulcânicas que emerge do Atlântico Sul. Abaixo da superfície, paredões, cânions e formações rochosas continuam por dezenas de metros, formando uma paisagem que poucos visitantes conhecem.

Graças à transparência da água, que pode chegar a cerca de 50 metros de visibilidade horizontal, em alguns mergulhos é possível observar boa parte dessas estruturas de uma só vez.

"O Panorâmicas de Noronha foi o primeiro projeto a registrar sistematicamente essas formações na sua escala real, por dentro d'água. As fotografias panorâmicas permitem mostrar a dimensão desse ambiente de uma forma que uma imagem convencional simplesmente não consegue", explica Fabi Fregonesi.


2. Encontrar tubarões durante um mergulho em Noronha é mais comum (e seguro) do que muita gente imagina

Ao contrário do que muitos imaginam, avistar tubarões faz parte da rotina de quem mergulha em Fernando de Noronha. O arquipélago abriga diversas espécies, entre elas o tubarão-lixa, o tubarão-de-recife e o tubarão-limão. Entre junho e setembro, os tubarões-lixa costumam se reunir na região para reprodução.

Segundo os fotógrafos, essa presença não representa um perigo para quem pratica mergulho de forma responsável. Pelo contrário: é um dos maiores indicadores da excelente saúde ambiental do arquipélago.

"Em um ambiente equilibrado e de águas claras como Fernando de Noronha, mergulhar com tubarões é muito mais seguro do que o imaginário coletivo sugere. Quando há tubarões no topo da cadeia alimentar, significa que todo o ecossistema está funcionando em equilíbrio. Encontrá-los em Noronha é um privilégio e um sinal de que aquele ambiente continua extremamente preservado", afirma Raphael.


3. A rocha que afundou um navio de guerra permanece escondida sob o mar

Pouca gente sabe que um dos pontos de mergulho mais famosos de Noronha foi cenário de um acidente histórico. O Cabeço da Sapata é uma montanha submarina com mais de 40 metros de altura que, nas marés baixas, chega a ficar a menos de dois metros da superfície. Por isso, praticamente desaparece para quem observa o mar ou consulta mapas turísticos da ilha.

Foi justamente essa formação rochosa que provocou o naufrágio da Corveta Ipiranga, da Marinha do Brasil, em outubro de 1983.

"Foi uma das panorâmicas que mais nos impressionou, porque conseguiu revelar praticamente toda a extensão do Cabeço da Sapata. Só com esse tipo de registro conseguimos mostrar a verdadeira dimensão da formação rochosa", comenta Raphael Gatti.


4. Um navio de guerra da Marinha brasileira dorme a 62 metros de profundidade, e está praticamente intacto

Após colidir com o Cabeço da Sapata, a Corveta Ipiranga (V-17) afundou em posição de navegação e permanece até hoje a cerca de 62 metros de profundidade.

Graças às condições do arquipélago e ao trabalho de preservação realizado pelas operadoras de mergulho locais, a embarcação conserva praticamente toda a sua estrutura original e se tornou um dos naufrágios mais emblemáticos do Brasil.

"Quando registramos a Corveta inteira em uma única panorâmica, conseguimos mostrar, pela primeira vez, sua verdadeira dimensão. É um patrimônio histórico submerso e um dos mergulhos mais fascinantes do país", afirma Fabi.


5. As tartarugas marinhas têm verdadeiros "salões de beleza" no fundo do mar

Em diversos recifes de Fernando de Noronha existem as chamadas estações de limpeza, locais onde tartarugas, peixes e outros animais marinhos fazem uma espécie de "sessão de higiene".

Pequenos peixes removem parasitas e algas da carapaça, das nadadeiras e da pele das tartarugas, em uma relação natural de benefício mútuo que ajuda a manter a saúde dos animais.

"É um comportamento fascinante de observar. Quem mergulha em Noronha percebe que o oceano funciona como um ecossistema extremamente organizado, onde diferentes espécies colaboram entre si", explica Fabi.


6. No fundo do mar existe uma formação rochosa que parece ter saído de um filme de aventura

As Pedras Secas são um dos pontos de mergulho mais famosos do Brasil: um labirinto de cânions, grutas, túneis e arcos formados ao longo de milhões de anos pela erosão do mar sobre rochas vulcânicas. O que poucos sabem é que, em Pedras Secas II, existe uma formação curiosa que os mergulhadores locais batizaram de Caveirão.

O nome surgiu porque o conjunto de rochas lembra uma enorme caveira, com duas aberturas que parecem órbitas e um contorno facilmente reconhecido pelo olhar humano. Apesar de ser conhecido entre mergulhadores, o Caveirão não aparece em mapas oficiais do arquipélago.

"É uma formação que surpreende porque parece esculpida por alguém, quando, na verdade, foi criada exclusivamente pela ação do oceano ao longo de milhões de anos", comenta Raphael.


7. Fernando de Noronha é um dos melhores lugares no Brasil para mergulho e fotografia subaquática

Graças às águas quentes, que permanecem entre 26°C e 29°C ao longo do ano, e à excelente visibilidade submarina, que pode ultrapassar os 40 metros e chegar a cerca de 50 metros em determinadas épocas, Fernando de Noronha é considerado um dos melhores destinos do Brasil para mergulho e fotografia subaquática.

As condições permitem observar tartarugas, tubarões, arraias, grandes cardumes, naufrágios e formações vulcânicas com riqueza de detalhes, atraindo mergulhadores e fotógrafos de todo o Brasil e também do exterior.

"A qualidade da água faz toda a diferença para o nosso trabalho. Em alguns mergulhos conseguimos enxergar estruturas inteiras e registrar paisagens que dificilmente seriam possíveis em outros lugares. É um cenário privilegiado tanto para quem mergulha quanto para quem fotografa", destaca Raphael.


8. Fernando de Noronha funciona como um verdadeiro laboratório vivo de conservação marinha

Além de ser um dos principais destinos de mergulho do Brasil, Noronha também concentra alguns dos mais importantes projetos científicos dedicados à conservação dos oceanos.

O Projeto TAMAR atua desde 1984 na proteção das tartarugas marinhas. O Projeto Golfinho Rotador acompanha uma das populações de golfinhos mais estudadas do planeta, enquanto o Projeto Tubarões e Raias de Noronha monitora diversas espécies por meio de transmissores acústicos e rastreamento via satélite.

"Noronha impressiona porque reúne turismo, pesquisa científica e conservação em um mesmo lugar. Cada mergulho revela um ambiente que vem sendo estudado e protegido há décadas", afirma Fabi.

 

Advocacia forte, democracia preservada

O dia 11 de agosto, data em que se celebra a criação dos primeiros cursos jurídicos do Brasil, transcende a comemoração de uma profissão. É um chamado à reflexão sobre o papel da advocacia na preservação das instituições democráticas, na defesa das garantias fundamentais e na proteção do cidadão diante do poder estatal. Em tempos de intensificação dos debates públicos e de constantes desafios ao Estado de Direito, reconhecer a relevância da advocacia é reafirmar um dos pilares da democracia brasileira. 

A Constituição Federal não deixa dúvidas ao estabelecer, em seu artigo 133, que o advogado é indispensável à administração da Justiça. Não se trata de uma prerrogativa corporativa nem de um privilégio profissional, mas de uma garantia conferida ao cidadão e à própria sociedade. Sempre que um advogado e uma advogada exerce sua função com independência, ética e coragem, quem efetivamente é protegido é o cidadão. O direito de defesa, o devido processo legal e a ampla defesa somente se tornam reais quando podem ser exercidos de forma plena, sem intimidações ou restrições indevidas. 

A história da advocacia brasileira acompanha a própria construção do Estado Democrático de Direito. Em diferentes momentos da vida nacional, advogadas e advogados estiveram entre aqueles que resistiram ao autoritarismo, defenderam liberdades públicas e contribuíram para consolidar garantias constitucionais que hoje parecem naturais, mas que foram conquistadas por meio de permanente vigilância institucional. 

Os desafios contemporâneos, entretanto, revelam que essas conquistas jamais podem ser consideradas definitivas. Nos últimos anos, tornou-se frequente a tentativa de relativizar prerrogativas profissionais, limitar instrumentos de defesa ou até mesmo criminalizar o exercício legítimo da advocacia. Trata-se de um movimento preocupante porque enfraquecer a atuação do advogado significa, em última análise, enfraquecer os direitos de qualquer cidadão que dependa da Justiça para proteger sua liberdade, seu patrimônio ou sua dignidade. 

A advocacia, especialmente a criminal, ocupa posição singular nesse contexto. Defender alguém não significa endossar sua conduta. Representar um acusado jamais pode ser confundido com participar do fato investigado. Essa distinção, elementar em qualquer Estado de Direito, precisa ser constantemente reafirmada para que a sociedade compreenda que a atuação firme da defesa não favorece a impunidade, mas fortalece a legitimidade das decisões judiciais. Justiça somente existe quando todas as partes têm assegurado o pleno exercício de seus direitos. 

É justamente nesse ambiente que entidades representativas assumem papel decisivo. Ao longo de mais de três décadas, a Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas consolidou-se como referência nacional na defesa das prerrogativas da advocacia e das garantias constitucionais. Sua atuação ultrapassa interesses institucionais e busca preservar princípios que pertencem à sociedade brasileira. 

Neste mês de agosto lançamos a campanha “Advocacia valorizada, Justiça respeitada!”, que reforça uma das principais bandeiras históricas da Abracrim: o combate à criminalização da advocacia. Em nossa visão, toda vez que uma advogada ou um advogado é atacado por exercer o seu dever constitucional de defender, o que se fere não é apenas a profissão, mas o próprio direito de defesa de cada cidadã e de cada cidadão. Por isso, a entidade seguirá firme, unida e vigilante na defesa da legalidade, das prerrogativas profissionais e do pleno exercício da advocacia criminal. 

Em comemoração aos 20 anos da Lei Maria da Penha, estamos em debate para instituirmos o protocolo de peticionamento sob a ótica da perspectiva de gênero, voltado ao fortalecimento da atuação do sistema de Justiça no combate à violência contra as mulheres. A iniciativa, integrada às ações do Agosto Lilás, busca qualificar a atuação da advocacia e das instituições, promovendo decisões mais humanizadas e alinhadas aos direitos fundamentais. 

Instituímos, também, o Observatório das Prerrogativas da Advocacia Criminal e o Painel Nacional das Prerrogativas Abracrim, plataforma que utiliza tecnologia e inteligência artificial para monitorar, registrar e analisar violações às prerrogativas da advocacia criminal em todo o país. A ferramenta está disponível para toda a advocacia criminal e fortalece a atuação institucional da entidade na defesa das garantias profissionais, pois oferece uma base de dados dinâmica voltada para o registro e acompanhamento de violações e tem como foco o fortalecimento das ações na defesa das prerrogativas profissionais. 

Comprometida com a defesa do Estado Democrático de Direito e atenta aos desafios impostos pelas novas tecnologias ao processo eleitoral brasileiro, em parceria a Abracrim lançou este ano a plataforma X9 Digital, uma solução inovadora desenvolvida para monitoramento, preservação de provas digitais e combate à desinformação voltada para a sua utilização por ocasião da campanha eleitoral de 2026. Trata-se de um radar probatório capaz de capturar provas digitais em redes sociais e na internet e está sendo de grande valia para campanhas eleitorais, candidatos e para os advogados e advogadas que atuam nessa seara. 

Ao lado da firmeza institucional, permanece indispensável a dimensão ética da profissão. Rui Barbosa definia a advocacia como uma atividade dotada de dignidade quase sacerdotal, justamente porque seu exercício exige responsabilidade, independência e compromisso inegociável com a Justiça. Essa compreensão permanece atual. Em uma sociedade marcada pela velocidade da informação e pela polarização dos debates, o advogado continua sendo chamado a atuar com equilíbrio, honestidade intelectual e absoluto respeito à legalidade. 

Celebrar o Dia da Advocacia, portanto, significa reconhecer uma missão que vai muito além da representação judicial. A advocacia é instrumento de cidadania, de equilíbrio entre os poderes e de preservação das liberdades públicas. Quando suas prerrogativas são respeitadas, quem ganha é toda a sociedade. Quando elas são enfraquecidas, não é apenas uma categoria profissional que perde espaço, mas o próprio Estado Democrático de Direito. 

Neste 11 de agosto, a homenagem às advogadas e aos advogados brasileiros deve ser acompanhada da consciência de que sua atuação continua sendo indispensável para assegurar que a Constituição permaneça viva na realidade cotidiana. 

Defender e valorizar a advocacia é fortalecer a democracia. Viva a advocacia brasileira!

 

Sheyner Yàsbeck Asfóra - presidente nacional da Associação Brasileira dos Advogados Criminalistas (Abracrim).

Câmeras escondidas: saiba identificar dispositivos usados para espionagem em hotéis e casas de aluguel

Avanço das câmeras espiãs acende alerta sobre privacidade 

Aprenda a diferenciar equipamentos legítimos de dispositivos ocultos e identificar possíveis câmeras escondidas em hotéis e imóveis de temporada 

 

O mercado brasileiro de câmeras Wi-Fi para monitoramento residencial vive um momento de forte expansão. A possibilidade de acompanhar, em tempo real e pelo celular, o que acontece dentro de casa transformou esses equipamentos em aliados da segurança e da rotina das famílias. Verificar se as crianças chegaram da escola, acompanhar um animal de estimação ou confirmar o recebimento de uma entrega são algumas das situações que impulsionam a adoção dessa tecnologia.

Paralelamente ao crescimento das câmeras de segurança convencionais, já é possível observar outro fenômeno: a popularização de câmeras espiãs, dispositivos cada vez menores, baratos e facilmente encontrados em marketplaces. Muitos desses equipamentos são comercializados disfarçados em objetos do cotidiano, como carregadores, relógios, despertadores e porta-retratos, levantando preocupações sobre violações de privacidade.

Para Julio Marquezini, Diretor de Varejo da TP-Link, líder global em dispositivos de rede, a diferença entre uma câmera de segurança e uma câmera espiã não está na tecnologia utilizada, mas na forma como ela é empregada.

"Monitorar a própria residência, de forma transparente e com conhecimento das pessoas envolvidas, é uma ferramenta legítima de segurança. Já esconder uma câmera em um quarto de hotel ou em um imóvel alugado para gravar alguém sem consentimento representa uma invasão de privacidade. A tecnologia pode ser semelhante, mas o propósito é completamente diferente", afirma. 

Segundo ele, equipamentos desenvolvidos para uso residencial devem ser facilmente identificáveis e oferecer recursos que garantam ao usuário controle sobre sua privacidade. "As câmeras projetadas licitamente para serem visíveis, instaladas em ambientes comuns da residência e com recursos de proteção, como o obturador físico de privacidade, permitem até bloquear a lente quando o usuário não deseja que a câmera esteja captando imagens." 

 

Como identificar uma possível câmera escondida

Casos envolvendo câmeras ocultas em hotéis, pousadas e imóveis de aluguel por temporada têm despertado atenção em diversos países. Embora não seja possível localizar todos os dispositivos de forma caseira, alguns cuidados simples podem ajudar a identificar equipamentos suspeitos. 

Entre as principais recomendações estão:

  • Fazer uma inspeção visual no ambiente, observando objetos incomuns, pequenos orifícios ou equipamentos direcionados para camas, sofás e banheiros.
  • Apagar as luzes e utilizar a câmera do smartphone para procurar emissores de luz infravermelha, normalmente utilizados por câmeras para visão noturna. Esses pontos costumam aparecer como pequenas luzes brancas ou arroxeadas na tela do celular. Em alguns modelos mais recentes de iPhone, a câmera frontal tende a detectar melhor esse tipo de emissão.
  • Utilizar a lanterna do celular para procurar reflexos característicos da lente da câmera, que costuma refletir a luz de maneira diferente da superfície ao redor.

Caso seja encontrado um equipamento suspeito, a orientação é não o manusear. O ideal é registrar imagens do local, preservar as evidências, comunicar imediatamente a administração do hotel ou da plataforma de hospedagem e registrar um boletim de ocorrência.

  

Quer deixar sua casa mais segura?

Conheça os modelos de câmeras Wi-Fi, para segurança residencial, da Tapo.

 

Tapo C200 

  • Rotação horizontal e vertical (pan & tilt)
  • Vídeo em Full HD
  • Visão noturna
  • Áudio bidirecional
  • Detecção de movimento
  • Ideal para monitorar crianças, pets e ambientes internos.

 Tapo C216 

  • Resolução 2K
  • Rotação Horizontal 360°
  • Acompanhamento automático de pessoas (Auto Tracking)
  • Visão noturna aprimorada
  • Áudio bidirecional
  • Indicada para monitoramento interno & externo graças a proteção contra chuva IP65

Tapo C320WS

  • Resolução 2K QHD
  • Uso externo, com proteção contra chuva IP66
  • Imagens coloridas mesmo à noite
  • Rede Wi-Fi ou cabo Ethernet
  • Sirene e iluminação integradas
  • Ideal para quintais, garagens e áreas externas. 

 Tapo C113 

  • Resolução 3 MP
  • Inteligência artificial para identificação de pessoas
  • Áudio bidirecional
  • Visão noturna
  • Compacta e fácil de instalar
  • Indicada para monitoramento interno & externo graças a proteção contra chuva IP65

  

TP-Link
www.tp-link.com/br
Facebook: tplinkbr | Instagram: @tplinkbrasil

 

ROI da Inteligência Artificial: por que apenas 3 em cada 10 profissionais conseguem defender o investimento em projetos de IA hoje?

iStock
Segundo os entrevistados pela Conquer, o uso de KPIs para avaliar tais ações ainda é exceção: apenas 5% afirmam que indicadores previamente definidos fazem parte desse processo 

 

Embora, nos últimos anos, a inteligência artificial tenha passado a integrar a rotina de muitos times, um desafio começa a ganhar força à medida que essas iniciativas avançam nas organizações — provar que elas geram resultados. Não por acaso, cerca de 70% dos profissionais ouvidos em um estudo foram enfáticos: não se sentem totalmente preparados para justificar, na própria empresa, o investimento em uma ação de IA.

 

Os dados são da Conquer, escola de negócios que oferece cursos de liderança e desenvolvimento profissional e que, nas últimas semanas, ouviu centenas de entrevistados  para mapear como diferentes equipes desenvolvem, avaliam e defendem projetos de inteligência artificial hoje. 

A dificuldade em mensurar o ROI da IA, vale dizer, acontece em um cenário no qual os aprendizados de tais ações nem sempre são incorporados à rotina das empresas. Ao longo da pesquisa, apenas 4 em cada 10 profissionais afirmaram que essas iniciativas costumam servir de referência para novos projetos internos. Nos demais casos, os ganhos costumam ficar restritos a poucas equipes, compartilhados de forma informal ou simplesmente não registrados. 

 

IA nas empresas: o que foi feito no primeiro semestre?  

Se, para muitas empresas, 2025 foi um ano de compreensão e experimentação da inteligência artificial, o estudo da Conquer mostra que, em 2026, a tecnologia passou a ocupar um espaço mais consolidado nas organizações, integrando a rotina das equipes e apoiando diferentes áreas do negócio. 

Ao longo do primeiro semestre, essa consolidação foi impulsionada, principalmente, por objetivos ligados à eficiência operacional. Quando questionados sobre o que mais motivou os projetos de IA nesse período, a maioria dos profissionais apontaram a otimização de processos internos como principal resposta (42,6%), seguida pela melhoria da experiência e do atendimento aos clientes (42%). Objetivos como aumentar a produtividade das equipes (38,8%) e reduzir custos operacionais (28,6%) também apareceram entre os principais fatores.

 

 

Embora mais da metade dos respondentes (56,8%) afirmem que os projetos de IA sejam efetivamente implementados e passem a integrar a rotina das empresas, a pesquisa também identificou que esse cenário ainda não é compartilhado por todas as organizações. 

Isso porque, para 15,6% das pessoas ouvidas, tais iniciativas até chegam a ser implementadas, mas acabam sendo pouco utilizadas internamente, enquanto 9,6% relataram que uma parcela considerável permanece em fase de testes ou pilotos — um cenário que mostra como transformar a IA em iniciativas de uso contínuo ainda é um desafio, o que também ajuda a explicar a dificuldade de comprovar seu retorno sobre o investimento. 

 

 

Os obstáculos para transformar IA em retorno para o negócio   

À medida que a inteligência artificial passa a fazer parte da rotina das empresas, cresce também a necessidade de comprovar o valor gerado por essas iniciativas. 

No entanto, a pesquisa da Conquer mostra que esse ainda é um desafio para muitas organizações: 44% dos respondentes relataram algum tipo de falha no aproveitamento dos resultados dos projetos hoje, seja porque os resultados não costumam ser utilizados em novos projetos (13,6%), formalmente documentados (15,4%), compartilhados com outros times (8,6%) ou registrados de forma estruturada (6,4%). 


 

Parte dessa dificuldade, aliás, começa antes mesmo da implementação das ações. Segundo apenas 5% dos respondentes, a definição de indicadores de desempenho faz parte do planejamento das iniciativas — o que faz com que a avaliação dos resultados só aconteça depois que as soluções já estão em operação, quando é mais difícil isolar o real impacto gerado.  

Em muitos casos, esse desafio é agravado por barreiras que surgem ao longo da implementação. Os custos elevados de parte dos projetos de IA aparecem como o principal obstáculo (32%), seguidos por benefícios inferiores ao esperado (26%) e pela escala insuficiente dos projetos (23,2%). Juntos, são fatores que mostram como, além de medir e compartilhar o impacto das soluções, muitas organizações ainda enfrentam dificuldades para tornar os projetos de IA escaláveis e capazes de gerar retorno consistente.  

"Nosso estudo apenas confirmou o que já observamos na prática: muitas empresas já investem em inteligência artificial, mas ainda enfrentam dificuldades para transformar essas iniciativas em valor para o negócio”, comenta Giovana Chimentão, Diretora de Educação da Conquer. “Foi para ajudar a preencher essa lacuna que lançamos o MBA AI for Business and Growth, que prepara os líderes para construir uma visão estratégica da IA, validar iniciativas com velocidade e risco calculado, tomar decisões orientadas por métricas e executar projetos com mais consistência e escala”. 

 

Metodologia  

Para compreender o retorno dos projetos de IA nas empresas, nas últimas semanas, foram entrevistados 500 profissionais (maiores de 18 anos) residentes em todas as regiões e conectados à internet. O índice de confiabilidade foi de 95%, e a margem de erro foi de 3,3 pontos percentuais.

Ao todo, os respondentes tiveram acesso a 8 questões, que exploraram a relação com ações de IA nas organizações, métricas de acompanhamento e o impacto de tais iniciativas no dia a dia corporativo. A organização das respostas possibilitou a criação de diferentes rankings, nos quais você confere o percentual de cada alternativa apontada pelos entrevistados.   

 

Conquer Business School
https://blog.escolac*onquer.com.br/
https://blog.escolaconquer.com.br/criatividade-no-trabalho/


Dia do Estagiário terá lives com orientações e recrutamento online

Ação da Estácio, em parceria com a Academia do Universitário, trará grandes empresas do mercado e oportunidades para estudantes de todo o Brasil

 

No próximo dia 18, a Estácio, em parceria com a Academia do Universitário, promoverá o encontro Papo de Carreiras: Edição Especial do Dia do Estagiário. A iniciativa, que contará com a presença do CEO Diego Cidade, além de grandes empresas convidadas do mercado, será transmitida ao vivo e proporcionará acesso a oportunidades reais de estágio para universitários de todo o Brasil. Gratuito e aberto ao público, o evento contará com dois painéis: o primeiro, às 11h, e o segundo, às 17h (horário de Brasília). Para participar, basta realizar a inscrição pelo link go.estacio.br/estagiario26. 

“O estágio não é só a primeira oportunidade do universitário; é o ponto de virada em que a teoria sai do papel. Estar ao lado da Estácio Carreiras em mais esta edição do Dia do Estagiário no Papo de Carreira é muito potente porque compartilhamos da mesma missão: conectar quem tem vontade e sede de aprender com as melhores oportunidades do país. Queremos encorajar cada universitário a reconhecer o seu próprio potencial, acelerar seu desenvolvimento e dar aquele passo decisivo rumo a uma trajetória de sucesso.”, afirma Diego Cidade, fundador e CEO da Academia do Universitário. 

Com direito a aprendizado prático sobre como se destacar em processos seletivos, e networking direto com o mercado e com a Academia do Universitário, a ação é destinada a pessoas que atendam aos critérios para estágio de nível superior. Sendo assim, alunos de graduação de qualquer curso ou instituição de ensino poderão participar. 

“A empregabilidade é construída por meio de experiências que conectam conhecimento, desenvolvimento e mercado. Com esta edição especial do Papo de Carreiras, reafirmamos o compromisso da Estácio Carreiras em oferecer aos nossos alunos conteúdos relevantes e conexões qualificadas. A parceria com a Academia do Universitário fortalece essa missão ao reunir especialistas e organizações que inspiram e preparam os profissionais para os desafios do futuro.” finaliza Débora Freitas, gerente de Carreiras da Estácio.


Estácio
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