Pesquisar no Blog

sexta-feira, 7 de agosto de 2026

Assédio e burnout: o custo da omissão jurídica na gestão de pessoas

Existe uma linha muito clara e bem definida pela legislação entre exigir resultados de alta performance e esgotar completamente uma equipe. Infelizmente, muitas empresas só descobrem onde esse limite fica quando o caso já foi parar na Justiça do Trabalho. O avanço avassalador da síndrome de *burnout* e a explosão de processos por assédio moral deixaram de ser discussões exclusivas dos departamentos de Recursos Humanos para virar o centro das dores de cabeça das diretorias e conselhos. O grande erro de grande parte dos gestores ainda é tratar esses diagnósticos médicos como fraqueza individual, falta de resiliência ou pura subjetividade do trabalhador. Essa visão míope e ultrapassada ignora o fato de que a lei brasileira não tolera a omissão dos empregadores. Ambientes corporativos tóxicos geram responsabilidade legal objetiva, e o preço dessa negligência é cobrado de forma severa. 

A omissão jurídica começa sempre no silêncio conivente da liderança. Quando a diretoria finge que não vê a cobrança abusiva de metas, tolera o comportamento explosivo de um gestor que traz resultados financeiros imediatos ou normaliza a jornada exaustiva, ela assume deliberadamente o risco de uma condenação. O impacto financeiro dessa postura vai muito além das indenizações por danos morais fixadas pelo juiz ao final de um litígio. Ele aparece no aumento gritante do absenteísmo, na rotatividade constante de pessoal que drena o conhecimento da empresa e até na alta das alíquotas de tributos atrelados aos acidentes e doenças de trabalho. Perante o ordenamento jurídico, o empregador tem o dever claro e inafastável de vigilância e proteção. Se ele não monitora o comportamento de suas chefias imediatas nem o desgaste físico e mental das equipes, ele se torna cúmplice do prejuízo. 

Para mudar esse cenário preocupante, a postura meramente reativa precisa acabar imediatamente nas corporações. Apagar o incêndio depois que o processo judicial já foi distribuído ou quando a crise de imagem estourou na imprensa nacional é a estratégia típica de quem já perdeu o controle da própria operação. A gestão de pessoas moderna precisa, obrigatoriamente, de uma retaguarda jurídica consultiva e preventiva. É essa assessoria especializada que será capaz de desenhar limites saudáveis de cobrança, estruturar políticas internas rígidas contra o assédio e aplicar sanções reais a comportamentos abusivos, independentemente do cargo de quem os cometa. Enfrentar o esgotamento com seriedade e rigor técnico não é uma escolha ética benevolente; é um imperativo de sobrevivência econômica para qualquer corporação que queira continuar operando no longo prazo.

 

Ludmila Santoro - psicóloga, pós-graduada em Orientação Familiar e Psicoterapia Breve pelo Instituto Sedes Sapientiae, com 30 anos de experiência clínica. Sua trajetória integra uma profunda vivência em RH, onde atuou como docente e consultora. Especialista no atendimento a lideranças, Ludmila aplica sua vasta expertise no acompanhamento de executivos e empresários que buscam equilíbrio e desenvolvimento emocional.



Provão Paulista Seriado: SP publica edital da edição de 2026

 

Alunos da rede estadual paulista estão inscritos automaticamente nas provas; Candidatos da EJA e de redes públicas de fora do Estado de SP devem se inscrever no exame até o dia 19 de agosto


A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo (Seduc-SP) publicou, na edição de quarta-feira (5) do Diário Oficial do Estado, o edital de abertura das inscrições para o Provão Paulista Seriado 2026. A seleção garante acesso a vagas nos cursos de graduação da USP (Universidade de São Paulo), Unicamp (Universidade Estadual de Campinas), Unesp (Universidade Estadual Paulista), Univesp (Universidade Virtual do Estado de São Paulo e Fatecs (Faculdades de Tecnologia) do Centro Paula Souza para ingresso em 2027. 

Estudantes concluintes da Educação de Jovens e Adultos (EJA) para o Ensino Médio, que finalizaram o ciclo no primeiro semestre de 2026 ou que estejam no último termo no segundo semestre de 2026,  também podem concorrer às oportunidades, inseridos no Grupo B do processo de seleção para o ensino superior. 

Nesta edição, são oferecidas 15.819 vagas para o ensino público superior. Desde a primeira edição do Provão, em 2023, já foram abertas mais de 60 mil vagas nas universidades e faculdades paulistas. As vagas de 2026 estão distribuídas da seguinte forma: 

  • USP: 1.500 vagas;
  • Unesp: 929 vagas;
  • Unicamp: 326 vagas;
  • Univesp: 3.064 vagas; e
  • Fatecs: 10.000 vagas

 

Divisão de grupos e vagas

Os candidatos da 3ª série do Ensino Médio às vagas do Provão Paulista Seriado são divididos em três grupos principais: 

·         grupo A: estudantes do Ensino Médio das escolas da rede estadual da Seduc-SP;

·         grupo B: alunos da EJA da rede pública e estudantes das redes municipais paulistas, de escolas vinculadas à USP, Unesp e Unicamp, de instituições federais e de redes públicas estaduais e municipais de outros estados; e

·         grupo C: estudantes das Escolas Técnicas Estaduais (Etecs) do Centro Paula Souza.

O Provão Paulista Seriado garante, ainda, reserva de vagas para candidatos autodeclarados pretos, pardos e indígenas (PPI), conforme as políticas de cada instituição pública de ensino.

 

Inscrições para as provas deste ano

Alunos da rede estadual paulista e de escolas administradas pela USP, Unesp e Unicamp têm inscrição automática. Estudantes das redes municipais de São Paulo e Etecs que aderiram à avaliação também são inscritos automaticamente.

 

Já os candidatos da EJA e alunos de escolas públicas vinculadas a outros entes federativos devem se inscrever de forma online até as 23h59 do dia 19 de agosto de 2026 no site da Fundação Vunesp (www.vunesp.com.br/SEED2602). A participação e a inscrição são gratuitas.

 

No momento da inscrição, os candidatos dos institutos federais, de outros estados e da EJA devem escolher um dos polos disponíveis para realização da prova: São Paulo (capital), Bauru, Campinas, Guarulhos, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Sorocaba. O deslocamento até os locais de prova fica sob responsabilidade do candidato.

 

Escolha de cursos

Todos os participantes do Provão Paulista Seriado matriculados na 3ª série do Ensino Médio ou concluintes de EJA deverão obrigatoriamente acessar o portal de escolhas de vagas do Provão, em provaopaulistaseriado.vunesp.com.br, entre os dias 5 de outubro e 27 de novembro de 2026 para indicar até quatro opções de cursos. A indicação das opções é indispensável para concorrer às vagas. Ou seja, um participante da prova que deseja cursar administração, por exemplo, precisa indicar a sua universidade ou faculdade de preferência.

 

Para os alunos do ensino regular, as notas obtidas nas três séries do Ensino Médio compõem o desempenho final. Para os concluintes da EJA em 2026, a pontuação é calculada com base na prova e redação deste ano (80% prova objetiva e 20% redação).



Provão Paulista Seriado

O Provão Paulista Seriado funciona como porta de entrada direta para o ensino público superior para os alunos do Ensino Médio da rede pública. Para os alunos do Ensino Médio regular, o sistema de avaliação é aplicado ao longo dos três anos do Ensino Médio, com notas acumuladas que definem a classificação final dos estudantes da rede pública para ingresso no ensino superior.

 

Risco reputacional não destrói empresas

 

Não é o risco reputacional que destrói as empresas. É a falta de decisão. Existe uma narrativa confortável dentro das companhias, que coloca crises reputacionais como eventos inesperados, fatalidades. Não são. Crises reputacionais são, na maioria das vezes, o resultado lógico de uma sequência de decisões — ou da ausência delas. 

O maior erro não está na execução. Está na definição do problema. O risco reputacional ainda é tratado como comunicação, imagem e narrativa, algo a ser gerido quando o problema já virou público. É aí que está o erro da maioria das empresas ao lidar com uma gestão de crise de reputação

Risco reputacional não começa na mídia. Ele começa muito antes — dentro da empresa. Reputação não cria crise, mas a acelera. Empresas não perdem valor “por reputação”. Elas perdem valor porque a reputação amplifica falhas que já existiam, seja uma cadeia de fornecedores que ninguém enxerga , uma decisão tomada sob pressão de curto prazo, um risco conhecido, mas não escalado, ou uma cultura que não permite questionamento 

Reputação é um multiplicador que opera em alta velocidade. Segundo a Deloitte, até 25% do valor de uma empresa está diretamente ligado à sua reputação. E a McKinsey & Company mostra que mais de 70% do valor hoje está em ativos intangíveis. Ou seja: o que você não controla é exatamente o que mais vale.

Se você olhar para qualquer grande crise corporativa, vai encontrar o mesmo padrão, que as empresas têm dificuldade em admitir: a informação já existia, com um risco era conhecido  e dados disponíveis antes de estourar a crise. O que não existia era decisão. Não é falta de dado, mas, falha de escalada e governança.

Segundo a Association of Certified Fraud Examiners, empresas perdem em média 5% da receita anual em fraudes, e levam 12 meses para detectar. Não porque não há sinal, mas porque ninguém decidiu olhar. O maior risco de uma empresa não está dentro dela. 

A transformação mais relevante das últimas décadas não foi digital, mas estrutural.

As cadeias de valor ficaram mais profundas, fragmentadas e opacas, aumentando o risco em fornecedores indiretos, terceiro nível da cadeia e na operação que não aparece em nenhum dashboard. E esse risco não é marginal. A International Labour Organization estima 27,6 milhões de pessoas em trabalho forçado no mundo — a maioria na economia privada.

E mais: mais de 85% dos executivos reconhecem risco em terceiros, mas menos de 30% têm visibilidade real da cadeia (Deloitte). O que se traduz em: as empresas sabem onde está o risco. Mas não conseguem enxergá-lo.

Diante desse cenário, existe um risco que está crescendo silenciosamente: o risco de incoerência. A distância entre o que a empresa comunica, o que ela mede e o que realmente acontece 

Com o avanço do ESG, esse gap ficou ainda mais perigoso, uma vez que os relatórios ficaram melhores, as promessas, maiores, mas o controle não acompanhou esse avanço. E isso cria um novo tipo de exposição, porque hoje o mercado não penaliza só o erro. Penaliza a incoerência.

Segundo a Harvard Business Review, investidores já integram ESG diretamente na alocação de capital. E uma meta-análise de mais de 2.000 estudos (Gunnar Friede) mostra que ESG está associado à performance financeira na maioria dos casos.

Ou seja: não é reputação, é dinheiro. Governança não falha por falta de estrutura, mas por falta de coragem. A maioria das empresas tem comitês, políticas, controles e frameworks bem estruturados. O problema não é a ausência, mas o funcionamento, onde a informação não escala, o risco não é priorizado e a decisão não acontece.

Segundo a PwC, 60% dos executivos reconhecem cultura como principal fator de risco — mas não conseguem medi-la. Sabe o que isso significa? A empresa sabe onde pode falhar, mas não sabe agir para mitigar esse risco. O momento crítico não é quando o risco surge, mas quando se torna público. A partir daí, o tempo acelera, a narrativa escapa do controle e a pressão aumenta.

E o impacto é imediato. Crises reputacionais podem destruir de 20% a 30% do valor de mercado em dias. Reconstruir? Anos. Se acontecer. E nesse momento, não existe delegação. Quando a crise chega, não é mais um tema de compliance, jurídico ou comunicação. É um tema de CEO. Porque se trata de confiança, valor e continuidade. Muitas vezes, permanência.

A pergunta que ninguém quer fazer; a maioria das empresas ainda pergunta: “Como responder a uma crise?”. Essa pergunta já chegou tarde.

A pergunta certa é outra: “Como garantir que a decisão aconteça antes da crise?”. Porque no fim, é simples — e brutal. Risco reputacional não é um evento, é um sistema que falhou. E a diferença entre empresas que sobrevivem e empresas que colapsam raramente está no problema.

Está na capacidade de enxergar antes, escalar rápido e decidir sob incerteza. Se um risco crítico surgir hoje na sua empresa, ele chega até você? E mais importante: você decide — ou o sistema decide por você?

 

 André Veneziani - VP Comercial da C-more para Brasil e América Latina


Ação de empregabilidade oferece orientação e oportunidades a jovens em estações da Linha 7-Rubi

Iniciativa da TIC Trens em parceria com o CIEE será realizada em três datas de agosto nas estações Vila Aurora, Lapa e Franco da Rocha 

 

A TIC Trens promove, ao longo do mês de agosto, em parceria com o Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE), a ação CIEE em Movimento nas estações Vila Aurora, Lapa e Franco da Rocha, da Linha 7-Rubi. A iniciativa tem como objetivo promover a orientação profissional e ampliar o acesso de jovens e estudantes ao mercado de trabalho, por meio da divulgação de programas de estágio, aprendizagem e capacitação. 

A ação é voltada a jovens de 14 a 24 anos que estejam cursando o ensino médio, técnico ou superior. Durante o atendimento, os participantes poderão realizar gratuitamente o cadastro no portal do CIEE, que reúne vagas de estágio e aprendizagem, cursos gratuitos, eventos e outras oportunidades voltadas ao desenvolvimento profissional. 

Além do cadastramento, a equipe do CIEE oferecerá orientação sobre inserção no mercado de trabalho, com oficinas que abordarão temas como elaboração de currículo, qualificação profissional, comportamento em entrevistas e participação em processos seletivos. Os participantes também poderão participar de uma dinâmica interativa, com dado ou roleta, para concorrer a brindes.
 

Serviço

CIEE em Movimento

Estação Vila Aurora: 7 de agosto

Estação Lapa: 14 de agosto

Estação Franco da Rocha: 28 de agosto

Horário: das 11h às 15h


Setor contábil orienta empresas a manterem adaptação das NFs para IBS e CBS

IMAGEM: DC
Apesar de a Receita Federal e o Comitê Gestor do IBS não rejeitarem documentos sem os novos tributos, entidades do setor contábil recomendam que empresas mantenham o cronograma de adaptação dos sistemas

 

A recente decisão da Receita Federal e do Comitê Gestor do IBS (CGIBS) de suspender temporariamente as regras de validação dos campos do Imposto sobre Bens e Serviços (IBS) e da Contribuição sobre Bens e Serviços (CBS) nos documentos fiscais trouxe alívio operacional para o mercado, mas não deve ser interpretada como uma pausa na implantação da reforma tributária.

O alerta vem de consultores e representantes do setor contábil, que recomendam às empresas não interromperem os processos de adequação de seus sistemas.

A principal vantagem da medida, anunciada na página do Instagram da Receita Federal, segundo o presidente do Sescon-SP, Antonio Carlos Santos, é evitar um colapso imediato nas operações das empresas.

Como as notas fiscais não serão rejeitadas pela ausência das informações relativas aos novos tributos, impede-se o travamento de faturamentos, atrasos em prestações de serviços e a interrupção no transporte de mercadorias.

No entanto, Santos reforça que o cronograma oficial segue inalterado. "A medida reduz o risco de paralisação, mas é fundamental destacar que isso não representa um adiamento. As empresas continuam sob pressão para revisar processos e realizar testes", afirma.

O presidente do Sescon-SP destaca ainda a necessidade de a decisão ser consolidada por meio de um ato normativo oficial para garantir segurança jurídica e evitar interpretações divergentes.

LEIA TAMBÉM: Mudanças na nota fiscal exigem atenção das empresas na reta final para adaptação à reforma tributária

No último sábado, um dia depois da publicação do Ato Conjunto nº 4, que estabeleceu prazos escalonados de obrigatoriedade para diferentes modelos de notas fiscais, a Receita Federal divulgou na sua página do Instagram e, depois, em seu site, que uma nova norma será publicada para alterar as regras de validação dos documentos fiscais.

“Embora a orientação tenha sido divulgada pelos canais oficiais da Receita Federal, penso que um processo dessa dimensão exige regras formalizadas por meio de ato normativo. Essa previsibilidade é fundamental para que as empresas, profissionais da contabilidade e fornecedores de software possam conduzir seus projetos com confiança e reduzir riscos de interpretações divergentes”, destaca.

Riscos de autuação e necessidade de parametrização

Para o consultor tributário da Orcose Contabilidade, Flávio Perez, a orientação para os clientes é continuar preenchendo os campos do IBS e da CBS desde já. A omissão, segundo o especialista, traz riscos fiscais diretos.

“O não preenchimento é passível de autuação e as empresas que não destacarem os novos tributos nas notas fiscais terão que recolhê-los”, adverte Perez, lembrando que contribuintes pessoas físicas e empresas optantes do Simples Nacional passam a ter obrigatoriedade a partir de 1º de janeiro de 2027.

Na visão da vice-presidente de Gestão e Controladoria do Conselho Regional de Contabilidade do Estado de São Paulo (CRC-SP), Flávia Augusto, o período de transição gradual deve ser encarado como uma oportunidade para planejamento e homologação segura dos sistemas.

"O CRC-SP orienta que os profissionais e empresas não interrompam o processo. É fundamental continuar atualizando os sistemas emissores, realizando testes junto aos fornecedores de softwares e parametrizando os campos corretamente", pontua Flávia.

A entidade ressalta que o momento atual deve ser aproveitado para revisar processos internos e capacitar equipes, garantindo que a virada definitiva das exigências ocorra sem impactos negativos aos negócios.

Na sua visão, a implantação gradativa da obrigatoriedade de destaque dos tributos nas notas fiscais proporciona maior segurança jurídica e operacional, permitindo que empresas e profissionais da contabilidade e desenvolvedores de sistemas concluam as adequações necessárias de forma mais planejada.

 



Silvia Pimentel

Fonte: https://dcomercio.com.br/publicacao/s/setor-contabil-orienta-empresas-a-manterem-adaptacao-das-nfs-para-ibs-e-cbs



Profissionais da Educação: aqueles que fazem da escola um lugar de transformação

 

Quando pensamos em educação, é natural que a imagem do professor venha primeiro à mente. Afinal, é ele quem conduz o processo de ensino e aprendizagem, estimula a curiosidade e acompanha o desenvolvimento dos estudantes. Mas reduzir a educação apenas à sala de aula significa ignorar a complexa rede de profissionais que faz a escola funcionar todos os dias.

Instituído pela Lei nº 13.054/2014, o Dia dos Profissionais da Educação, celebrado em 6 de agosto, foi criado justamente para ampliar esse olhar. A data reconhece que a formação de crianças, adolescentes e jovens depende do trabalho integrado de professores, coordenadores pedagógicos, gestores, secretários escolares, inspetores, bibliotecários, monitores, profissionais da limpeza, da alimentação escolar, equipes administrativas e tantos outros colaboradores que garantem o funcionamento da instituição de ensino.

Esse reconhecimento ganha ainda mais importância diante da dimensão da educação brasileira. Segundo o Censo Escolar, o país possui cerca de 178 mil escolas de educação básica, responsáveis pelo atendimento de aproximadamente 47 milhões de estudantes. Para que essa estrutura funcione diariamente, mais de 2,3 milhões de professores atuam em sala de aula, acompanhados por milhares de outros profissionais que garantem desde a gestão escolar até o acolhimento, a segurança, a alimentação e a organização dos ambientes de aprendizagem.

Nos últimos anos, o papel desses profissionais tornou-se ainda mais desafiador. A escola deixou de ser apenas um espaço de transmissão de conhecimento para assumir funções cada vez mais amplas: promover inclusão, fortalecer competências socioemocionais, combater a desinformação, preparar estudantes para um mercado de trabalho em constante transformação e ensinar o uso responsável das tecnologias, incluindo a inteligência artificial.

Nesse contexto, a educação acontece muito além do conteúdo curricular. Ela está presente na escuta atenta de um coordenador diante de um estudante em sofrimento emocional, na orientação de um inspetor durante um conflito, na organização da secretaria que garante o acesso aos direitos educacionais, no cuidado da equipe de alimentação escolar, no trabalho silencioso dos profissionais da limpeza que tornam os espaços seguros e acolhedores, e na atuação de gestores que planejam estratégias para melhorar a aprendizagem.

Cada um desses profissionais contribui para construir um ambiente onde o estudante se sente pertencente, respeitado e motivado a aprender. Pesquisas na área educacional mostram que o clima escolar influencia diretamente o desempenho acadêmico, a permanência dos alunos na escola e até mesmo sua saúde emocional. E esse ambiente positivo não depende exclusivamente do professor, mas da atuação articulada de toda a comunidade escolar.

Em um momento em que a tecnologia avança rapidamente, é comum surgir o debate sobre o futuro da educação. Ferramentas baseadas em inteligência artificial podem apoiar processos pedagógicos, personalizar atividades e ampliar o acesso à informação. Entretanto, nenhuma inovação tecnológica substitui aquilo que constitui a essência do trabalho humano na educação: a capacidade de acolher, compreender contextos, identificar dificuldades, desenvolver vínculos e inspirar pessoas.

Educar continua sendo, acima de tudo, um exercício de relações humanas. É por meio delas que se desenvolvem competências como empatia, ética, respeito, cooperação e pensamento crítico, habilidades cada vez mais valorizadas em uma sociedade marcada por transformações aceleradas e pelo excesso de informações.

Valorizar os profissionais da educação, portanto, vai além do reconhecimento simbólico de uma data comemorativa. Significa investir na qualidade da formação, oferecer condições adequadas de trabalho, fortalecer políticas de valorização profissional e reconhecer que uma educação de qualidade depende de pessoas preparadas, respeitadas e motivadas.

Neste 6 de agosto, o convite é ampliar nosso olhar sobre quem faz a escola acontecer. Que esta data seja mais do que uma celebração simbólica. Que ela desperte em toda a comunidade escolar a consciência de que respeitar quem educa é fortalecer o futuro. Cada profissional que atua dentro da escola merece reconhecimento não apenas por aquilo que faz, mas pelo impacto humano de sua missão. Afinal, enquanto muitas profissões transformam recursos em resultados, os profissionais da educação transformam pessoas em cidadãos. E poucas tarefas são tão nobres, desafiadoras e indispensáveis para a construção de uma sociedade mais justa, ética, solidária e verdadeiramente humana.


Profa. Ma. Glauce Soares Casimiro - Docente dos cursos de Administração, Pedagogia e Psicologia da Uniderp


Dia Internacional da Cerveja: conheça o que diferencia estilos como Pilsen, IPA, Weiss e Ultra

Especialista do Grupo Petrópolis explica as características dos principais estilos e curiosidades que ajudam o consumidor a escolher a opção ideal para cada ocasião 

 

Celebrado na primeira sexta-feira de agosto, o Dia Internacional da Cerveja é uma oportunidade não só para brindar, mas também para conhecer mais sobre a história e características de uma das bebidas mais apreciadas do mundo. Muito além da preferência por uma marca, o universo cervejeiro reúne diferentes famílias, estilos, processos de produção e características sensoriais que influenciam diretamente a experiência de consumo.

O interesse do brasileiro pelo universo cervejeiro cresceu nos últimos anos, impulsionando a busca por informações sobre diferentes estilos e formas de consumo. Embora nomes como Pilsen, Lager, IPA, Weiss e Ultra façam parte do vocabulário de muitos brasileiros, ainda há dúvidas sobre o que realmente diferencia cada um deles. Fermentação, intensidade dos aromas, corpo, amargor e até origem dos estilos ajudam a explicar por que cada cerveja oferece uma experiência diferente.

"Hoje o brasileiro quer conhecer mais sobre aquilo que consome. Entender por que uma cerveja tem determinado aroma, o que muda entre uma Pilsen e uma IPA ou descobrir como a fermentação influencia o resultado final e torna a experiência muito mais interessante. Não existe um estilo melhor que outro, sempre tem aquele que combina mais com o gosto do consumidor e com cada ocasião”, comenta  Ana Paula Nicolino, especialista em análise sensorial do Grupo Petrópolis.

 

Lager, Ale... afinal, qual é a diferença?

Antes de conhecer os principais estilos, vale entender que grande parte das cervejas comerciais são classificadas em duas grandes famílias: Lager e Ale.

A principal diferença entre elas está na fermentação. As cervejas Lager utilizam leveduras que trabalham em temperaturas mais baixas, em um processo conhecido como baixa fermentação, que resulta em bebidas normalmente mais leves, refrescantes e de sabor equilibrado.

Já as cervejas Ale utilizam o processo de alta fermentação, realizada em temperaturas mais elevadas. Esse processo favorece a formação de aromas mais intensos e perfis sensoriais mais complexos.

Dentro dessas famílias surgem os diversos estilos conhecidos pelo consumidor, como Pilsen, IPA e Weiss.

 

American Lager: o estilo que muitos brasileiros chamam de Pilsen

No Brasil, é comum que cervejas do estilo American Lager sejam chamadas popularmente de "Pilsen". Apesar da associação, os dois estilos não são exatamente iguais. A American Lager tornou-se o estilo mais consumido no mundo, representando mais de 90% de toda a produção global de cerveja.

Sua principal característica é o equilíbrio entre refrescância, leve amargor e notas suaves de malte, tornando-a extremamente versátil. Por apresentar um perfil leve, costuma acompanhar bem pizzas, hambúrgueres, sanduíches, petiscos, carnes brancas e frutos do mar, sem se sobrepor aos sabores dos alimentos.

A verdadeira Pilsen (em português, Pils em alemão) tem sua origem na República Tcheca no século XIX. Reconhecida pela alta lupulagem, que lhe confere um amargor acentuado, a cerveja pilsen ganhou notoriedade por ser, à época, uma cerveja clara. 

 

Puro Malte: mais destaque para o malte

Embora "Puro Malte" não seja um estilo de cerveja, mas uma classificação relacionada aos ingredientes utilizados na produção, o termo se tornou bastante conhecido entre os consumidores brasileiros.

Produzidas exclusivamente com malte de cevada, água, lúpulo e levedura, as cervejas Puro Malte costumam apresentar maior percepção do sabor do malte, corpo equilibrado e aromas mais evidentes.

São opções versáteis para diferentes ocasiões de consumo e costumam acompanhar carnes grelhadas, massas e queijos leves.

 

IPA: personalidade marcada pelo lúpulo

Um dos estilos que mais cresceram em popularidade nos últimos anos é a India Pale Ale (IPA), pertencente à família Ale. Segundo O Guia Oxford da Cerveja, de Garrett Oliver, ela surgiu por problemas logísticos no século 19. Os colonizadores britânicos tinham as cervejas estragadas ao longo de suas viagens à Índia, então encontraram a solução de colocar uma concentração maior de lúpulo, que age como conservante natural e dá mais amargor, e de álcool, para que a bebida suportasse as longas viagens marítimas sem perder qualidade.

Seu diferencial está na maior presença do lúpulo, ingrediente responsável por aromas cítricos, florais e frutados, além de um amargor mais pronunciado quando comparado às Lagers tradicionais.

Consumidores que apreciam sabores mais intensos costumam encontrar na IPA uma excelente opção para momentos de degustação ou refeições de sabor marcante, como hambúrgueres artesanais e carnes grelhadas.

 

Weiss: tradição das cervejas de trigo

Outro representante da família Ale é a Weissbier, tradicional cerveja de trigo originária da Alemanha.

Elaborada com significativa proporção de trigo em sua composição, ela apresenta espuma abundante, textura cremosa e aromas que remetem a banana e cravo, características aromáticas produzidas durante a fermentação e sem adição desses ingredientes.

Por seu perfil delicado e refrescante, combina especialmente com peixes, frutos do mar, saladas e carnes brancas.

 

Ultra: leveza para diferentes momentos

As cervejas da categoria Ultra ganharam espaço no mercado ao atender consumidores que procuram bebidas mais leves, sem abrir mão da qualidade e do sabor. Em geral, as cervejas Ultra se apresentam com menor teor alcóolico e menos calorias, acompanhando uma tendência mundial de diversificação das opções disponíveis e alinhadas ao movimento de busca por escolhas mais leves.

O Grupo Petrópolis passou a atuar nesse segmento com o lançamento da Petra Ultra, cerveja puro malte, apenas 67 calorias na lata de 269 ml. Desenvolvida para acompanhar as novas preferências do consumidor brasileiro, ela combina leveza, refrescância e sabor, mantendo as características esperadas de uma cerveja premium.

Seu perfil harmoniza naturalmente com saladas, peixes, grelhados e carnes brancas.

 

Zero álcool: novas possibilidades para apreciar uma boa cerveja

Nos últimos anos, a categoria de cervejas zero álcool deixou de atender apenas consumidores com restrições ao consumo de bebidas alcoólicas e passou a conquistar espaço entre pessoas que desejam ampliar as ocasiões de consumo, seja antes de dirigir, na prática de atividades físicas ou em encontros sociais. Olhando para os números do mercado, as cervejas zero cresceram cerca de 13% em volume em 2025 no Brasil.

A evolução tecnológica permitiu que as cervejas sem álcool mantivessem aromas, corpo e sabor cada vez mais próximos das versões alcóolicas tradicionais, tornando essa categoria uma das que mais evoluíram no mercado cervejeiro.

Entre os lançamentos mais recentes, encontramos a Black Princess Zero, uma cerveja puro malte, 0% álcool e sem glúten, desenvolvida para proporcionar uma experiência sensorial semelhante à da versão original da família Lager.

Independentemente do estilo, conhecer as características de cada cerveja ajuda o consumidor a descobrir novas combinações de sabores e aproveitar diferentes ocasiões de consumo. No Dia Internacional da Cerveja, a principal dica dos especialistas é experimentar novos estilos e descobrir aquele que melhor combina com o seu paladar. 



Grupo Petrópolis
www.grupopetropolis.com.br
@grupo


Lei Maria da Penha completa 20 anos: Todos têm obrigação de denunciar violência em condomínios

Síndicos e moradores têm a obrigação de denunciar
casos de violência doméstica em condomínios
 Magnific

 Violência doméstica em ambientes coletivos deixa de ser caso privado e exige ação imediata de gestores e moradores 

 

A Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/2006) completará 20 anos no próximo dia 7 de agosto. Ao atingir duas décadas de vigência, a norma consolidou o entendimento de que a agressão contra a mulher não é um problema restrito à esfera privada, mas sim um crime de interesse público.

  

A mudança de paradigma atingiu em cheio o ambiente condominial, no qual o velho bordão “em briga de marido e mulher não se mete a colher” perdeu a validade. Hoje, ruídos de agressões, gritos e pedidos de socorro em edifícios exigem intervenções imediatas e a atuação proativa de administradores e moradores.

 

Responsabilidade coletiva


Para Bianca Tedeschi Ruggi, advogada especialista em direito condominial e vice-presidente da Associação das Administradoras de Condomínios do Estado do Paraná (AACEP) - entidade que congrega 32 administradoras associadas, que representam mais de 2.700 condomínios no estado do Paraná e onde vivem cerca de 740 mil pessoas - o mês de conscientização, conhecido como Agosto Lilás, deve servir para reflexão sobre essa responsabilidade coletiva.

 

“A violência doméstica não escolhe classe social, idade ou localização. Em muitos casos, vizinhos, porteiros, zeladores e síndicos são os primeiros a perceber os sinais de que algo está errado. A omissão pode permitir a continuidade dos abusos, ao passo que uma atitude responsável tem o poder de salvar vidas”, pontua 

 O papel do gestor e os limites de atuação

Apesar do avanço legislativo, dúvidas sobre como o gestor predial deve agir ainda são comuns. Bianca esclarece que o representante legal do condomínio tem o dever de zelar pela ordem e pela segurança coletiva, mas ressalta que essa incumbência não o transforma em investigador.

 

“O síndico não deve apurar os fatos, intervir diretamente ou substituir os órgãos policiais”, explica a advogada. O compromisso da gestão é reportar os acontecimentos às autoridades competentes.

  

No Paraná, por exemplo, a Lei Estadual nº 20.145/2020 obriga síndicos e administradoras a comunicarem imediatamente a ocorrência ou indícios de abusos contra mulheres, crianças, adolescentes e idosos. Diversos estados e municípios seguiram essa tendência, transformando a notificação em um dever legal sujeito a advertências e multas financeiras para os empreendimentos omissos.

  


Denúncia, prevenção e cumprimento de medidas protetivas


A Constituição Federal prevê que a segurança pública é dever do Estado, contudo o direito e a responsabilidade são de todos. Por essa razão, a advogada enfatiza que qualquer pessoa pode e deve acionar a Polícia diante de situações de risco, inclusive sem a autorização prévia da vítima.

 

“Muitos temem invadir a privacidade alheia, mas denunciar é exercer a cidadania e proteger quem, por vezes, está impossibilitado de pedir socorro”, salienta.

 

Entre as orientações práticas para a gestão predial diante desses cenários, destacam-se:

 

1. Prazos de notificação: Casos de emergência ou flagrante devem ser informados de imediato pelo telefone 190. Registros recorrentes, relatos em livros de ocorrência ou marcas visíveis de agressão devem ser formalizados pelo Disque 180 ou em delegacias em até 48 horas.

 

2. Divulgação informativa: Condomínios devem afixar cartazes e comunicados em locais de grande circulação — como elevadores e murais — divulgando os canais de denúncia.

 

3. Medidas protetivas: Se o Poder Judiciário determinar o afastamento do agressor do lar, o síndico obtém o respaldo jurídico para proibir a entrada do indivíduo na portaria, garantindo a integridade dos demais residentes.

  

Além das ações emergenciais, a vice-presidente da AACEP defende que os edifícios promovam campanhas educativas permanentes. “O Agosto Lilás não pode ser apenas uma data no calendário, mas sim um compromisso diário no combate à violência e à impunidade”, complementa Bianca Tedeschi Ruggi.

  

Associação das Administradoras de Condomínios do Estado do Paraná - AACEP


Vai pegar a estrada no Dia dos Pais? Confira dicas para evitar imprevistos na viagem

 Sem Parar, Zapay e Gringo reúnem soluções para regularizar documentos, proteger o veículo e garantir mais fluidez antes, durante e depois da viagem

 

O Dia dos Pais é, para muitas famílias, a ocasião perfeita para reduzir a distância e reencontrar o pai pessoalmente. Segundo o Censo Demográfico 2022 do IBGE, 19,2 milhões de brasileiros vivem fora de sua região de nascimento, boa parte deles longe dos pais. Pegar a estrada é uma forma possível de encurtar essa distância e viver esse momento. 

Mas para que esse momento especial comece sem sustos, o planejamento faz toda a diferença. Seguro contratado, débitos regularizados, suporte técnico disponível e pagamentos resolvidos automaticamente ao longo do trajeto são cuidados que, deixados para a última hora, podem transformar a expectativa da viagem em dor de cabeça. Para auxiliar o motorista nessa jornada, o Sem Parar, a Zapay e o Gringo trazem recursos para garantir segurança, economia e zero burocracia antes de dar a partida e durante todo o trajeto.  


Suporte técnico e fluidez na pista 

Na rodovia, clientes e não clientes podem contar com o Sem Parar Agora, serviço de assistência disponível 24 horas, que oferece cobertura de guincho e reboque, carga de bateria, troca de pneu, auxílio em pane seca e chaveiro sem necessidade de cadastro prévio, com pagamento feito diretamente ao prestador no momento do atendimento. O acionamento pode ser feito no telefone 4003-1188, por mensagem ou ligação. 

Outra praticidade fica por conta da tag Sem Parar. No momento de passar pelo pedágio, estacionamento, posto ou drive-thru, a tag reconhece o veículo e realiza o pagamento automaticamente, concentrando todas essas cobranças em um único meio, sem precisar de dinheiro, cartão ou senha a cada parada. 


Proteção e regularização digital 

Para garantir tranquilidade na estrada, o Super App Gringo oferece a contratação de um seguro auto 100% digital, permitindo personalizar coberturas compreensivas contra colisões, roubos, furtos e danos naturais resultantes de fortes chuvas de forma simples e pelo próprio aplicativo. O Gringo atua com base em integrações com sistemas oficiais, isso garante que as informações acessadas no aplicativo estejam em conformidade com os dados dos Detrans estaduais. 

Já a Zapay, fintech especializada em débitos veiculares, permite consultar a placa do veículo gratuitamente e quitar débitos de IPVA, licenciamento e multas com parcelamento em até 12 vezes, liberando o CRLV Digital e evitando retenções em fiscalizações pelo caminho. A empresa é credenciada junto à Secretaria Nacional de Trânsito (SENATRAN) e a única que opera em todos os Detrans do Brasil. O app também envia alertas automáticos de novas multas e pontos na CNH, ajudando o motorista a manter a documentação em dia mesmo quando a viagem termina. 

Esse cuidado com a regularização costuma ser deixado para depois, mas pode custar caro justamente no pior momento, longe de casa e no meio da viagem. Por isso, as empresas possuem aplicativos próprios que facilitam esse processo, permitindo resolver pendências direto pelo celular, sem precisar de agências ou filas. 

Chegar bem ao encontro com o pai depende de detalhes que costumam passar despercebidos até a última hora. O ecossistema Sem Parar reúne soluções que cuidam dessas frentes antes da partida e ao longo de toda a rodovia, permitindo que o motorista tenha uma viagem mais fluida e segura e chegue bem ao encontro da família em uma data tão especial. 

 

Sem Parar
site


Posts mais acessados