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quarta-feira, 9 de abril de 2025

Seja proativo, não sobrecarregado

Ser proativo é uma característica que tenho muito presente em mim e que também admiro bastante nos outros. E é bem comum que as empresas priorizem colaboradores proativos para contratação ou eventual promoção, afinal, quem se dispõe a fazer tarefas sem ao menos ser solicitado e não fica esperando para tomar alguma iniciativa possui um grande destaque perante aos demais.


A proatividade não é algo tão simples quanto parece, pois trata-se de uma soft skill que envolve uma série de fatores: busca ativa por oportunidades, antecipação de problemas e responsabilidade. Esse conjunto faz com que os colaboradores proativos sejam pessoas mais produtivas e engajadas, pois estão a todo momento contribuindo efetivamente para os melhores resultados da empresa.

Por outro lado, percebo que algumas pessoas confundem o conceito de ‘ser proativo’ com ‘ser sobrecarregado’. Existe uma diferença gritante entre os dois, pois a partir do momento em que atravessamos a fronteira da proatividade e passamos a estar com mais demandas do que conseguimos dar conta, estará instaurado um enorme problema que é bem difícil de se livrar com o passar do tempo.

E por quê? Quando estamos sobrecarregados, geralmente estamos sob pressão, tentando resolver milhares de coisas ao mesmo tempo. Isso vai resultar em trabalhos mal feitos ou feitos pela metade, e pior que isso, a chance de erros aconteceu com maior frequência será grande e você provavelmente não irá perceber, pois estava tentando terminar todas as tarefas que se responsabilizou.

Precisamos entender que para sermos proativos, não podemos abraçar o mundo e tentar fazer tudo que vemos pela frente, pois isso não vai dar certo. É fundamental ter uma compreensão melhor do cenário para determinar o que está dentro da nossa alçada e o que foge totalmente. Para isso, independente do seu cargo dentro da empresa, uma gestão por OKRs - Objectives and Key Results (Objetivos e Resultados Chaves) -, pode ser útil.

Os OKRs fazem com que gestores e colaboradores tenham mais foco e clareza em suas respectivas funções, o que acaba sendo benéfico tanto para o indivíduo como para o time e traz resultados positivos para a empresa de maneira geral. Afinal, com uma visão melhor do trabalho, torna-se possível escolher o que nós - proativos - conseguimos fazer naquele momento e, assim, ajudarmos com essa nossa habilidade e não ao contrário.

Ser pró-ativo naquilo que importa é o melhor que podemos fazer com o nosso tempo e para a organização na qual estamos inseridos. Estaremos muito mais felizes assim, ao unir produtividade e engajamento, entregando mais resultados. O que pode ser melhor?

 

Pedro Signorelli - um dos maiores especialistas do Brasil em gestão, com ênfase em OKRs. Já movimentou com seus projetos mais de R$ 2 bi e é responsável, dentre outros, pelo case da Nextel, maior e mais rápida implementação da ferramenta nas Américas. Mais informações acesse: http://www.gestaopragmatica.com.br/

 

Quanto custa a violência ao Brasil? O rombo silencioso de R$ 1 trilhão por an

Divulgação 
 
Consultório da fama


Quando se fala em violência no Brasil, o foco costuma estar nos números de homicídios, assaltos e crimes patrimoniais. Mas além de cada estatística policial, há também um custo silencioso, invisível à maioria da população, mas profundamente corrosivo para a economia nacional. A violência custa ao Brasil cerca de 11% do PIB ou seja, mais de R$ 1 trilhão por ano, segundo dados do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e estimativas de impacto econômico. É quase como se o país perdesse um Estado de Minas Gerais inteiro em valor econômico, anualmente, apenas tentando lidar com os efeitos diretos e indiretos da criminalidade. 

“Estamos falando de um dos maiores custos estruturais do Brasil. A violência compromete investimentos, afasta o turismo, pressiona os gastos públicos e impõe um custo altíssimo às empresas e famílias. É uma sangria constante que trava o desenvolvimento econômico”, analisa André Charone, consultor financeiro e mestre em negócios internacionais.

 

A conta que não fecha 

De acordo com o Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou 46.328 mortes violentas intencionais em 2023, o menor número desde 2011, mas ainda alarmante. Isso equivale a 22,8 homicídios a cada 100 mil habitantes, uma taxa ainda elevada para padrões internacionais. 

A cada assassinato, não é apenas uma vida que se perde. Segundo estimativas do Ipea, cada morte custa em média R$ 1 milhão aos cofres públicos, considerando gastos com sistema de saúde, previdência, segurança, processos judiciais e perda de produtividade. O total anual ultrapassa R$ 46 bilhões apenas com homicídios.

 

E isso é apenas a ponta do iceberg.

“Quando uma cidade enfrenta altos índices de violência, há desvalorização imobiliária, evasão escolar, retração do comércio e perda de produtividade nas empresas. Esse impacto indireto é ainda mais difícil de mensurar e mais profundo”, explica Charone.

 

Segurança pública: uma fatura bilionária 

Só em 2023, os governos federal, estaduais e municipais desembolsaram R$ 124,8 bilhões em segurança pública, com os estados sendo responsáveis por mais de R$ 101 bilhões desse total. O número representa um crescimento em relação à década passada, mas ainda está longe de garantir uma sensação efetiva de segurança para a população.

Esse gasto, porém, não abrange outros custos associados, como os da justiça criminal, sistema penitenciário e saúde pública. 

O SUS, por exemplo, gastou R$ 41 milhões em 2022 apenas com internações por ferimentos causados por armas de fogo, um número que não inclui atendimentos ambulatoriais, cirurgias de emergência, reabilitação e os custos psicológicos para vítimas e familiares.

 

O impacto no setor privado

A violência também é um peso para o setor produtivo. Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), empresas gastam, em média, 1,7% do PIB com segurança privada, o que representa aproximadamente R$ 170 bilhões por ano. São recursos que poderiam estar sendo investidos em inovação, expansão ou geração de empregos. 

“Já vi empresas abandonarem regiões inteiras por conta da criminalidade. Isso afeta empregos, renda e arrecadação. A violência distorce decisões empresariais e amplia ainda mais a desigualdade regional”, relata André Charone, que atua como consultor financeiro de negócios em todo o país. 

Além disso, empreendimentos localizados em áreas violentas sofrem com queda no fluxo de clientes, aumento do custo do seguro e rotatividade de funcionários. “A insegurança virou um fator econômico que pesa no balanço das empresas”, completa.

 

O custo da violência para o futuro 

A violência não é apenas um problema do presente ela compromete o futuro. Jovens que abandonam a escola por medo, trabalhadores que perdem produtividade por trauma ou estresse, famílias desestruturadas... tudo isso tem um preço. E ele não aparece nas planilhas do governo, mas na redução da força de trabalho qualificada e na perpetuação da pobreza. 

No estado do Rio de Janeiro, por exemplo, um estudo da Confederação Nacional do Comércio (CNC) estimou que os crimes violentos geram perdas anuais de até R$ 11,48 bilhões, cerca de 0,9% do PIB fluminense. 

“A violência afeta a educação, a empregabilidade e a mobilidade social. Ela é, ao mesmo tempo, causa e consequência da desigualdade. E qualquer país que queira crescer precisa enfrentar esse ciclo com seriedade”, afirma Charone.

 

É possível virar o jogo?

Embora o cenário pareça desanimador, há exemplos de que políticas públicas bem coordenadas podem fazer diferença. É possível reduzir drasticamente índices de criminalidade com estratégias que integram segurança, urbanismo, educação e uso de tecnologia. 

Charone defende uma visão integrada: “Investir em educação de base, cultura, esporte e infraestrutura urbana é uma política de segurança pública de longo prazo.” 

Para ele, o Brasil precisa tratar a violência como uma variável econômica, e não apenas como um problema de polícia. “Quando o custo da violência entra na mesa do ministro da Fazenda, do empresário e do cidadão comum, as soluções passam a ser tratadas com a urgência que merecem.”

 

O rombo invisível 

A violência no Brasil custa caro. Muito caro. E enquanto esse custo for tratado como algo isolado do debate econômico, o país continuará remando contra a maré. O combate à criminalidade não é apenas uma questão de justiça social, é uma condição essencial para que o Brasil avance de verdade.

 



André Charone - contador, professor universitário, Mestre em Negócios Internacionais pela Must University (Flórida-EUA), possui MBA em Gestão Financeira, Controladoria e Auditoria pela FGV (São Paulo – Brasil) e certificação internacional pela Universidade de Harvard (Massachusetts-EUA) e Disney Institute (Flórida-EUA). É sócio do escritório Belconta – Belém Contabilidade e do Portal Neo Ensino, autor de livros e dezenas de artigos na área contábil, empresarial e educacional. André lançou recentemente o livro ‘A Verdade Sobre o Dinheiro: Lições de Finanças para o Seu Dia a Dia’, um guia prático e acessível para quem deseja alcançar a estabilidade financeira sem fórmulas mágicas ou promessas de enriquecimento fácil. O livro está disponível em versão física pela Amazon e versão digital pelo Google Play.
Versão Física (Amazon): https://www.amazon.com.br/dp/6501162408/ref=sr_1_2?m=A2S15SF5QO6JFU
Versão Digital (Google Play): https://play.google.com/store/books/details?id=2y4mEQAAQBAJ
Instagram: @andrecharone

 

Páscoa mais cara leva consumidores a buscar alternativas para empreender

Segundo um levantamento feito pela SoluCX, quase um quinto (18,2%) dos brasileiros optou por não comprar ovos de Páscoa neste ano 

 

Nesta Páscoa, o consumidor brasileiro se depara com preços mais salgados. O aumento expressivo no valor do cacau, 190% nos últimos dois anos, impactou diretamente o preço final dos tradicionais ovos de chocolate.  

A alta nos custos de produção, somada à inflação que pressiona o bolso das famílias, fez com que muitos repensem que a Páscoa mais cara leva consumidores a buscar alternativas para empreender. 

Segundo um levantamento feito pela SoluCX, quase um quinto (18,2%) dos brasileiros optou por não comprar ovos de Páscoa neste ano. Entre eles, 81,1% justificaram a decisão com o alto preço dos produtos. Diante desse cenário, cresce a procura por alternativas mais acessíveis e personalizadas para celebrar a data, como chocolates artesanais, kits com bombons caseiros, lembranças temáticas e até produtos não alimentícios. 

De acordo com André Minucci, especialista em mentoria empresarial, essa mudança de comportamento representa uma oportunidade para quem deseja empreender ou reforçar o orçamento com uma renda extra.  

“Momentos de crise são também momentos de criatividade. Quando o consumidor está mais sensível ao preço, ele também valoriza a originalidade, o atendimento personalizado e a entrega com afeto, e tudo isso pode ser oferecido por pequenos produtores e empreendedores”, destaca Minucci. 

As opções para quem deseja lucrar na Páscoa são diversas: produção de ovos artesanais, trufas, bolos decorados, cestas temáticas, produtos personalizados com nomes ou mensagens especiais, e até brinquedos feitos à mão com temática pascal.  

O investimento inicial pode ser baixo, especialmente quando se começa com a produção sob encomenda e vendas pelas redes sociais. Minucci recomenda que o empreendedor iniciante se atente a três pilares: capricho na apresentação, clareza na comunicação com o cliente e cuidado com os custos. 

“Não basta vender barato. É preciso calcular corretamente o custo dos ingredientes, embalagens e tempo de produção, para garantir margem de lucro e sustentabilidade do negócio”, afirma. 

Além da venda de produtos, há quem aproveite a data para oferecer serviços com foco na experiência: recreações com coelhinhos, oficinas de pintura de ovos para crianças, delivery de Páscoa com fantasia temática, entre outros. A diversificação de formatos tem se mostrado eficaz para atingir diferentes públicos e orçamentos. 

Em tempos de incerteza econômica, adaptar-se ao mercado e entender os novos hábitos do consumidor são estratégias fundamentais para quem deseja crescer. A Páscoa, tradicionalmente voltada ao consumo, pode ser ressignificada como uma oportunidade de conexão afetiva, tanto para quem compra e quem vende. 

No fim, mais do que chocolate, o que muitos buscam é a simbologia da data: afeto, união e renovação. Nesse sentido, a criatividade e o empreendedorismo se tornam não só soluções econômicas, mas também pontes para fortalecer laços e reinventar tradições.


Dia Nacional de Luta pela Educação Inclusiva: não tornar os diferentes em desiguais

O Dia Nacional de Luta pela Educação Inclusiva, celebrado em 14 de abril, é uma data crucial para refletirmos sobre a importância de uma educação que respeite e valorize a diversidade. Criado em 2004 pelo Sistema Conselhos de Psicologia, esta data mobiliza profissionais da Psicologia e da Educação na defesa de políticas inclusivas para pessoas historicamente excluídas do processo educacional. 

A luta pela educação inclusiva visa garantir uma educação pública, universal e de qualidade para todos, conforme afirmado na Declaração Universal dos Direitos Humanos e na Constituição Federal. No entanto, a inclusão não deve ser vista apenas como uma questão de acesso, mas como um compromisso com a singularidade de cada indivíduo e a promoção da diversidade como diretriz. 


Infelizmente, ainda enfrentamos muitos desafios para alcançar uma verdadeira inclusão. A maior barreira é a atitude, uma formação cultural que muitas vezes separa e classifica os alunos, em vez de valorizar suas peculiaridades. A educação inclusiva não é dar acesso em sala comum na educação regular a um "aluno de inclusão", termo inadvertidamente utilizado, mas sobre educar todos juntos, garantindo apoios específicos para cada singularidade, independentemente de deficiência ou não. 


A inclusão deve ser entendida como um movimento mundial que valoriza a diversidade humana. Precisamos superar a ideia de que todos somos iguais e, em vez disso, reconhecer que somos todos diferentes. Essa diferença é a maior qualidade humana e deve ser levada em conta na educação. 


A falta de compreensão sobre o que é inclusão pode levar a um atraso no processo de fazer valer essa inclusão. Precisamos mudar a perspectiva e fortalecer o movimento de educação inclusiva, que é uma construção histórica e demanda tempo, comprometimento e esforço. As escolas devem estar preparadas para acolher a diversidade e não separar os alunos por características ou condições ou ignorar necessidades específicas. 


A educação inclusiva também visa atender a diferentes públicos e não se refere apenas aqueles tradicionalmente vinculados à educação especial. Políticas afirmativas são importantes para garantir espaço para grupos historicamente excluídos, mas a inclusão deve ser para todos. 


Reforço que a maior barreira para a inclusão é atitudinal, fruto de crenças e representações, que oscila entre dois polos, ora separa e classifica os alunos ou, no outro extremo, ignora as diferenças. Precisamos trabalhar para mudar essas atitudes e valorizar a diversidade. A inclusão não é sobre diminuir exigências, mas sobre dar o apoio necessário para que todos alcancem seus objetivos.   

A educação inclusiva é um compromisso com a diversidade e a singularidade de cada indivíduo. Precisamos lutar por uma educação que acolha e valorize todos, comprometendo-se com ações efetivas em cada espaço de atuação. Somente assim poderemos construir uma sociedade verdadeiramente inclusiva. 

 

Vera Lúcia de Oliveira Ponciano - coordenadora de Psicopedagogia na Universidade Santo Amaro (Unisa). A educadora é reconhecida no meio acadêmico brasileiro por suas contribuições significativas na pesquisa e no setor educacional. Com mestrado e doutorado em Educação pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Vera também possui graduação em Pedagogia e Educação Artística, além de especializações em diversas áreas como: Arte-educação, EaD, Gestão de Rede de Ensino, Psicopedagogia Clínica e Institucional, e Terapia Familiar Sistêmica. Ao longo de sua carreira, atuou no planejamento e gestão educacional na Secretaria de Estado da Educação de São Paulo e contribuiu para a produção de conteúdos educacionais, consolidando-se como uma referência em sua área.


One Stop Shop: o futuro da segurança cibernética integrada

Mais do que centralizar serviços, a abordagem propõe que as empresas estruturem sua proteção digital, reunindo, em um único parceiro, integração real, inteligência aplicada e operações coordenadas de ponta a ponta


A cibersegurança há tempos deixou de ser apenas uma frente técnica das organizações. Hoje, segurança cibernética faz parte do negócio, do valor entregue ao cliente, da reputação da marca e da capacidade de inovar com confiança. À medida que as ameaças digitais se tornam mais sofisticadas, as empresas passam a lidar não só com o desafio de se proteger, mas também com a complexidade dos próprios sistemas de defesa que vêm acumulando ao longo dos anos.

Nesse cenário de sobrecarga tecnológica, um conceito vem se consolidando como resposta direta à complexidade: o One Stop Shop em cibersegurança. Mais do que centralizar serviços, essa abordagem propõe uma transformação na forma como as empresas estruturam sua proteção digital, reunindo, em um único parceiro, integração real, inteligência aplicada e operações coordenadas de ponta a ponta.

Esse movimento não é um futuro distante, já acontece agora. Segundo o Gartner, até 2025, 75% das organizações deverão consolidar seus fornecedores de segurança cibernética, frente aos 29% registrados em 2020. É um dado que chama atenção, mas não surpreende. Afinal, lidar com um ecossistema fragmentado, cheio de soluções que não conversam entre si, tornou-se um desafio tão grande quanto as próprias ameaças externas.

Não se trata apenas de cortar contratos ou reduzir fornecedores. O que está em foco é uma reestruturação estratégica: as empresas estão em busca de soluções conectadas, que se complementem, tragam respostas mais rápidas e ampliem o valor dos investimentos já realizados em tecnologia. A prioridade deixou de ser quantidade e passou a ser integração e é nesse ponto que a transformação realmente acontece.

Na prática, isso significa operar com uma arquitetura capaz de unir proteção, gestão de riscos, monitoramento e resposta a incidentes em um ecossistema único, sem rupturas e sem retrabalho. E o diferencial está na capacidade de integrar-se ao que a empresa já utiliza, sem substituir ou recomeçar. Por meio de APIs – interfaces que permitem a comunicação entre sistemas –, é possível conectar plataformas de segurança, gestão de serviços (como ITSM) e monitoramento (como SIEM), garantindo que os dados circulem com inteligência e que as decisões sejam tomadas com base em contexto real.

Esse modelo também representa um novo tipo de agilidade: aquela que não vem apenas da velocidade da máquina, mas da inteligência aplicada na triagem de alertas, na eliminação de falsos positivos e na priorização do que realmente importa. É o uso da inteligência artificial para dar suporte, e não mais sobrecarga, aos times de segurança.

Um dos avanços mais significativos está na experiência operacional. Quando diferentes etapas da resposta a incidentes operam de forma integrada, o processo se torna mais inteligente e eficiente. O histórico é preservado, os aprendizados anteriores são aplicados com agilidade e o tempo de reação diminui sem perder consistência. O que se ganha, acima de tudo, é clareza nas decisões, contexto para agir com precisão e acesso ao conhecimento que já foi construído dentro da própria organização.

Vivemos um momento em que as empresas precisam fazer mais com menos. Menos complexidade. Menos tempo investido em tarefas repetitivas. Menos ruído. E, ao mesmo tempo, mais eficácia, mais integração, mais visão estratégica. É por isso que o modelo de One Stop Shop cresce. O sistema responde ao que o mercado exige, sem demandar que tudo seja reinventado.

A pergunta certa já não é mais “quantas soluções de segurança sua empresa tem?”. É “quanto elas entregam, juntas?”.
Em um ambiente em que as ameaças se movem mais rápido do que os processos tradicionais conseguem reagir, empilhar ferramentas virou sinônimo de perder tempo, foco e recursos. A eficiência não está mais no número de contratos, mas na capacidade de conectar sistemas, dados e inteligência em uma operação fluida, responsiva e coerente com os objetivos do negócio.

Entenda que simplificar não é abrir mão de proteção, mas, sim, investir em clareza, coordenação e decisões que realmente sustentem o crescimento digital. Porque segurança, no fim, não precisa ser um labirinto. Ela precisa funcionar.


Leidivino Natal - CEO Global da Stefanini Cyber.


Empreendedorismo sênior em alta no Brasil

Banco de imagens
Pesquisa aponta aumento de empreendedores com mais de 55 anos e reforça o papel da tecnologia e da longevidade na atividade econômica

 

Em 2024, 13,3% dos novos negócios abertos no Brasil foram iniciados por empreendedores com mais de 55 anos, conforme dados do Monitor Global de Empreendedorismo (GEM), uma pesquisa realizada em 56 países. O aumento está diretamente ligado à longevidade e à necessidade de geração de renda diante de um mercado de trabalho mais restrito para pessoas mais velhas.

Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a expectativa de vida da população brasileira atingiu 77 anos em 2023, um crescimento de quase 10 anos desde 1990. Com maior longevidade e qualidade de vida, muitos brasileiros acima dos 60 anos continuam ativos e saudáveis, optando por empreender como forma de se manter produtivos e independentes financeiramente.

Rafael Caribé, CEO da Agilize Contabilidade, explica que esse público busca manter-se economicamente ativo, muitas vezes por necessidade, mas também por desejo de continuar contribuindo com a sociedade. “A experiência acumulada ao longo dos anos é um diferencial. No entanto, é fundamental que esses empreendedores se formalizem e utilizem ferramentas tecnológicas que otimizem seus negócios”, afirma.

A formalização, segundo o CEO, é essencial para quem quer empreender em qualquer idade e  garante acesso a direitos previdenciários, maior segurança jurídica e possibilidade de emitir notas fiscais. “Para muitos, o registro como Microempreendedor Individual (MEI) é a porta de entrada mais viável, dada a simplicidade e os custos reduzidos”, explica Caribé.

No entanto, nem todas as atividades econômicas são compatíveis com o regime de MEI. A legislação brasileira estabelece uma lista específica de ocupações permitidas, excluindo profissões regulamentadas por conselhos de classe, como médicos, engenheiros, arquitetos e advogados, entre outros. Por isso, é essencial que o futuro empreendedor consulte previamente a relação de atividades permitidas no Portal do Empreendedor, garantindo que sua atuação esteja dentro dos limites legais e evitando sanções ou desenquadramentos.

Além disso, a familiaridade com a tecnologia torna-se um diferencial importante. Automação de vendas, gestão de estoque, atendimento via chatbots com inteligência artificial e plataformas de e-commerce são ferramentas que ajudam a otimizar processos e a aumentar a competitividade. 

“É essencial que o empreendedor 50+ esteja aberto ao aprendizado contínuo e à adoção de soluções digitais que facilitem sua rotina e melhorem os resultados”, reforça Caribé.

O aumento da longevidade, associado à maior conectividade, transforma o perfil do empreendedor brasileiro. Pessoas com mais de 60 anos hoje acessam redes sociais, fazem compras online e consomem conteúdo digital, o que cria um ambiente mais propício para atuação empresarial, inclusive em setores inovadores.

“Dessa forma, a longevidade deixa de ser um fator limitador e passa a ser um motor para o empreendedorismo, que ganha novos rostos, novas faixas etárias e novas formas de atuação”.finaliza Caribé.

Passo a passo para o empreendedor sênior iniciar um novo negócio:

  1. Tenha uma ideia com base na sua trajetória: observe problemas que você sempre enfrentou no setor onde trabalhou. Sua experiência pode se transformar em soluções viáveis.
  2. Pesquise o mercado: entenda quem são seus potenciais clientes, qual é a concorrência e quais oportunidades existem. Utilize fontes como o Sebrae e o IBGE para mapear o cenário.
  3. Verifique se a atividade é permitida como MEI: consulte a lista atualizada no Portal do Empreendedor.
  4. Formalize-se: se a sua atividade for compatível, registre-se como MEI. Caso contrário, avalie a criação de uma microempresa (ME) com apoio contábil.
  5. Utilize sua experiência a favor do negócio: aplique o conhecimento acumulado em processos, atendimento ao cliente e planejamento estratégico.
  6. Invista em capacitação digital: familiarize-se com ferramentas de gestão, redes sociais e comércio eletrônico para melhorar sua presença de mercado.
  7. Procure apoio especializado: contadores, consultores e instituições como o Sebrae oferecem suporte técnico e gratuito para a criação de negócios.

Polícia Civil de SP: pilar da Segurança Pública e patrimônio bandeirante

A Polícia Civil paulista celebrou, recentemente, 183 anos de história e de protagonismo, como um dos pilares da Segurança Pública bandeirante. A instituição tem como marco de seu nascimento a data de 3 de abril de 1842, quando o conselheiro Rodrigo Antônio Monteiro de Barros tomou posse na qualidade de primeiro chefe de Polícia da então Província de São Paulo. 

Nessa trajetória, outro momento decisivo ocorreu em 1905, com a criação da Polícia Civil de Carreira, pelas mãos do então presidente do Estado (como se denominava o cargo de governador à época), Jorge Tibiriçá. A iniciativa teve como objetivo fortalecer a segurança da população e garantir uma atuação mais técnica e profissionalizada dos agentes da lei. 

Ao completar 183 anos neste ano de 2025, com toda a sua relevância histórica e social, a Polícia Civil paulista está novamente em pauta, num momento de extrema importância. O Governo do Estado de São Paulo se prepara para encaminhar à Assembleia Legislativa (Alesp) projeto que regulamenta, no âmbito estadual, a lei federal 14.735, de 23 de novembro de 2023, que instituiu a Lei Orgânica Nacional das Polícias Civis. 

A proposta tem a finalidade de estabelecer a nova Lei Orgânica da Polícia Civil do estado paulista, com a definição de direitos, de deveres e de prerrogativas dos agentes civis, além de assegurar, em tese, melhores condições de trabalho aos profissionais lotados na instituição, em diferentes setores e funções. 

Embora possa parecer uma medida voltada exclusivamente aos integrantes desta Força de Segurança, seus impactos se estendem para toda a sociedade. Isso porque, uma Polícia valorizada e bem estruturada resulta na prestação de um serviço mais eficiente, o que beneficia diretamente a população, que clama, não de hoje, por acolhimento e defende o combate à criminalidade. 

Além disso, a criação de uma Lei Orgânica moderna e justa pode influenciar a legislação de outros estados, dado que, a Polícia Civil bandeirante é frequentemente adotada como referência nacional. Desta forma, a medida não apenas fortalece a instituição de São Paulo, mas, também, contribui para o aperfeiçoamento da Polícia Judiciária em todo o Brasil. 

Importante considerar que, por outro lado, preocupações surgem quanto à possibilidade de restrição de direitos e de prerrogativas dos policiais civis - o que poderia comprometer a atuação da instituição, especialmente no que se refere à investigação criminal. Limitações impostas neste âmbito podem enfraquecer a capacidade da Polícia no combate ao crime e na garantia de proteção dos cidadãos. 

Diante deste cenário, é fundamental reconhecer que a Polícia Civil não pertence apenas aos seus integrantes, mas à sociedade paulista como um todo. A instituição é, portanto, um patrimônio do estado de São Paulo e um elemento essencial para a manutenção da ordem e da Justiça. 

A criação de uma Lei Orgânica compatível com as tradições e os desafios da Polícia Civil paulista representa uma conquista não apenas para os seus servidores. Trata-se de algo fundamental para a sociedade. A iniciativa tende a valorizar seus profissionais, ao passo em que constitui importante legado para o futuro da Segurança Pública em solo bandeirante.

Dra. Jacqueline Valadares - delegada de Polícia; presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp); mestranda em Direto, pela Universidade Estadual Paulista (Unesp); pós-graduada em Direito Penal, em Processo Penal, e em Inteligência Policial; e especialista em Defesa da Mulher.

 

Dr. Mário Leite de Barros Filho - delegado de Polícia; assessor jurídico institucional do Sindicato dos Delegados de Polícia do Estado de São Paulo (Sindpesp); e professor de Direito Administrativo Disciplinar da Academia de Polícia do Estado de São Paulo (Acadepol).



Candidatos às Fatecs podem solicitar isenção e redução da taxa de inscrição

Vestibular das Fatecs oferece isenção total ou redução
 de 50% na taxa de inscrição para quem atender aos critérios
Foto: Roberto Sungi

Prazo para pedir o benefício vai até 22 de abril pelo site vestibular.fatec.sp.gov.br; resultado da solicitação será divulgado no dia 7 de maio, exclusivamente pela internet

 

Interessados em estudar em uma Faculdade de Tecnologia (Fatec) do Estado de São Paulo no segundo semestre de 2025 podem solicitar isenção total e redução de 50% no valor da taxa de inscrição do Vestibular. O pedido deve ser feito exclusivamente pelo site vestibular.fatec.sp.gov.br, até o dia 22. A prova do processo seletivo será aplicada em 29 de junho, às 13 horas.

É possível solicitar os dois benefícios, desde que sejam preenchidos ambos os formulários disponíveis na internet e os candidatos atendam aos requisitos determinados para cada finalidade. Serão concedidas até 6 mil isenções. Para redução, não há limite de vagas. A oferta tem como objetivo ampliar a oportunidade de ingresso à formação superior tecnológica gratuita do Centro Paula Souza (CPS).

Para solicitar o benefícios, o candidato deve preencher o formulário online no site, selecionar a opção desejada (isenção ou redução) e enviar a documentação exigida até as 23h59 de 22 de abril. Os documentos devem comprovar escolaridade e renda, conforme orientações disponíveis na Portaria. Os arquivos devem ter no máximo 1MB, nos formatos pdf, png, jpg ou jpeg. O preenchimento correto e o envio da documentação são de responsabilidade do candidato.


Requisitos para isenção

É necessário ter concluído o Ensino Médio em 2024 ou estar em curso equivalente, como a Educação de Jovens e Adultos (EJA) ou o Centro Estadual de Jovens e Adultos (Ceeja), no Brasil. Também é preciso ter renda familiar bruta mensal de até dois salários mínimos por pessoa.


Requisitos para redução

O candidato deve estar regularmente matriculado no Ensino Fundamental, Médio, curso pré-vestibular ou curso superior (graduação ou pós). A renda mensal deve ser inferior a dois salários mínimos ou o interessado deve estar desempregado.

As Fatecs oferecem computador e acesso à internet a quem precisar fazer a solicitação. É necessário verificar os horários diretamente com a unidade.

O resultado das solicitações será divulgado no dia 7 de maio, exclusivamente pela internet. Quem tiver o pedido indeferido poderá entrar com recurso nos dias 8 e 9 de maio. A resposta será publicada em 19 de maio.

A aprovação da isenção confirma automaticamente a inscrição no Vestibular. No caso da redução, é necessário efetuar o pagamento do valor com desconto para validar a inscrição. O benefício é válido apenas para uma inscrição no processo seletivo do 2º semestre de 2025.


Inscrições

A inscrição para o Vestibular das Fatecs deve ser feita exclusivamente pela internet, até as 15 horas do dia 6 de junho. O interessado deve preencher a ficha, o questionário socioeconômico e pagar a taxa de R$ 50, conforme orientações disponíveis no Manual do Candidato e na Portaria do Vestibular

No momento da inscrição, é possível escolher um curso em primeira opção. Caso haja interesse, o candidato pode optar por outro, em qualquer Fatec e período. O interessado pode realizar mais de uma inscrição, desde que pague a taxa correspondente para cada uma.  

Outras informações pelos telefones (11) 3471-4103 (Capital e Grande São Paulo), 0800-596-9696 (demais localidades) ou pelo site vestibular.fatec.sp.gov.br


Centro Paula Souza 



Studio Ghibli no ChatGPT: 5 caminhos para proteger os direitos autorais na era da inteligência artificial

Especialistas apontam como artistas, estúdios e plataformas podem conviver com a IA generativa sem abrir mão da autoria, da ética e da remuneração justa

 

A recente decisão da OpenAI de limitar a geração de imagens com traços de artistas vivos, após a polêmica envolvendo o estilo visual do Studio Ghibli no ChatGPT, reacendeu um debate urgente: como proteger a propriedade intelectual diante da expansão acelerada da inteligência artificial generativa? Nos últimos meses, a empresa firmou contratos de licenciamento com empresas como o Reddit e a Associated Press para o uso de seus acervos no treinamento de modelos, reconhecendo a necessidade de acordos formais para o uso de conteúdo protegido.

 

Por outro lado, veículos como o New York Times adotaram medidas legais para impedir o uso de seus materiais, destacando a falta de compensações financeiras adequadas e a preocupação com o impacto competitivo da IA sobre a mídia tradicional. Neste cenário, cresce o entendimento de que o futuro da IA precisa ser construído com a participação ativa dos criadores - e não à revelia deles.

 

A seguir, os especialistas Felipe Salvatore, sócio-fundador da Myhood, e Eduardo Freire, CEO da FWK Innovation Design, indicam cinco caminhos possíveis para preservar os direitos autorais e criar uma cultura mais justa e ética no uso de ferramentas de inteligência artificial:

 

1. Estabelecer licenciamento como prática padrão. “O mercado não segue para essa discussão sobre se a arte está viva ou morta, ou se isso é um processo criativo ou não. O mercado vai para um lugar onde eu, detentor dessa obra, autorizo ou não o uso das minhas obras em criações derivadas. É isso que será discutido”, explica Felipe.

 

2. Incluir artistas e criadores no desenvolvimento dos modelos. “A OpenAI deveria pedir autorização? Sim, claro, e não estou sendo romântico. Mas mais do que isso, ela deveria incluir os artistas na conversa. Já imaginou que mágico e óbvio seria? Imagina se o Ghibli ou outros estúdios pudessem cocriar modelos junto com a IA, protegendo seu legado e ao mesmo tempo criando novas formas de expressão?”, provoca Eduardo.

 

3. Criar estruturas de intermediação e proteção para artistas independentes. “Empresas como o New York Times têm estrutura para monitorar essas questões e possuem poder de barganha para fazer com que seus interesses sejam enforced (respeitados). No entanto, quando falamos de artistas autônomos, acredito que será cada vez mais necessária a atuação de um player que faça a gestão desses direitos e articule essas conversas com as empresas de inteligência artificial”, reforça o sócio-fundador da Myhood.

 

4. Usar a IA como ferramenta, não como atalho. Eduardo reforça que a tecnologia deve ser usada com intenção e autoria. “A gente já vê artistas de rua que estão utilizando IA para projetar murais, testar combinações visuais, gerar NFTs e até criar coleções digitais com base em seus traços. Isso gera reconhecimento, alcance global e valor de mercado. É sobre hackear o sistema, com inteligência e autoria. Mas sem esquecer conceitos básicos de ética e respeito!”, enaltece o CEO da FWK. 


5. Estimular uma nova cultura de uso e protagonismo criativo. “Essa discussão não é só técnica ou jurídica. É cultural. Precisamos formar uma nova mentalidade sobre o uso de criações humanas pela IA. E isso começa com contratos, mas também com educação, diálogo e respeito mútuo”, finaliza Felipe.


Imposto de Renda: entenda as principais mudanças sobre a declaração 2025

Especialista esclarece as novidades da declaração, que este ano incluem a obrigatoriedade de recibos digitais para profissionais da saúde e a manutenção da faixa de isenção.

 

 

 

Os contribuintes já podem enviar a Declaração do Imposto de Renda 2025, com prazo final para entrega em 31 de maio. Flávia Michels, Economista pela Universidade Federal de Santa Catarina, que atua como Analista de Produtos e Negócios da CredCrea, cooperativa de crédito focada no atendimento à engenheiros, arquitetos, técnicos e tecnólogos, compartilha informações essenciais para não cair na malha fina.

 

Entre os principais pontos de atenção para este ano, está a manutenção da faixa de isenção em R$ 2.824,00, embora esteja em discussão no Congresso a possibilidade de ampliar esse valor para rendimentos de até R$ 5 mil. Outra questão importante é a obrigatoriedade de profissionais da saúde, como médicos, dentistas e fisioterapeutas, emitirem recibos através do aplicativo Receita Saúde, que serão automaticamente considerados na declaração.

 

A obrigatoriedade de declarar o Imposto de Renda em 2025 recai sobre quem se enquadrar em ao menos um dos seguintes critérios: ter recebido rendimentos tributáveis superiores a R$ 33.888,00 em 2024, ou rendimentos isentos ou não tributáveis que somaram mais de R$ 200 mil. Também devem declarar aqueles que obtiveram receita bruta superior a R$ 169.440,00 com atividades rurais ou que desejam compensar prejuízos de anos anteriores. 

 

Além disso, a posse de bens ou direitos superiores a R$ 800 mil em 31 de dezembro de 2024 também exige a entrega da declaração, assim como aqueles que realizaram operações financeiras em bolsas de valores ou obtiveram ganho de capital na venda de bens. A obrigação também recai sobre quem passou a residir no Brasil em 2024. 

Flávia Michels ainda destaca que algumas despesas podem ser deduzidas, como gastos com saúde, educação, dependentes, previdência privada, pensão alimentícia e doações a entidades beneficentes. Essas deduções podem diminuir o valor do imposto a pagar, tornando a declaração mais vantajosa para o contribuinte. 


Quanto ao processo de envio, existem três formas de preenchimento: o Portal e-CAC, ideal para declarações mais simples; o aplicativo Meu Imposto de Renda, que facilita o preenchimento em dispositivos móveis; e o Programa Gerador de Declaração (PGD), recomendado para casos mais complexos. 


Apesar de o prazo já ter começado, Flávia Michels reforça que ainda há tempo para realizar a declaração com tranquilidade. “Estar bem informado sobre as regras e organizar a documentação com antecedência facilita o processo e evita surpresas no momento do envio", conclui a especialista. 





Flávia Michels - Economista formada pela Universidade Federal de Santa Catarina e atua como Analista de Negócios da CredCrea


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