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quinta-feira, 25 de julho de 2024

Dia dos Avós: 8 dicas de práticas sustentáveis para aproveitar a data de forma especial

Lista montada pela CHEP incentiva a reciclagem e a economia circular, que ainda se mantém devagar no Brasil

 

No dia 26 de julho, comemoramos o Dia dos Avós, uma data para homenagearmos algumas das pessoas mais importantes em nossas vidas. Nesta ocasião especial, como em todas as outras, compramos presentes como forma de expressar carinho e amor pelos avós, porém, dependendo da compra, ela pode prejudicar o planeta, principalmente se for descartada incorretamente. Por isso, a CHEP, empresa global de logística sustentável e soluções para transformar a cadeia de abastecimento, listou dicas para celebrar o Dia dos Avós de forma sustentável.

De acordo com o Panorama de Resíduos Sólidos no Brasil de 2020, o País produz 79 milhões de toneladas de lixo anualmente, sendo que cada pessoa descarta, em média, cerca de 380 quilos. Deste valor, 40% do lixo vai parar em lixões, a maioria sem controles ambientais e sanitários. Deste montante, a média de reciclagem é de assustadores 4%. 


8 dicas para ensinar sua avó a ser mais sustentável e praticar a economia circular

  1. Reutilizar e reciclar juntos: mostre à sua avó como separar corretamente os materiais recicláveis e ensine a importância de reutilizar itens, como potes de vidro e sacolas plásticas. A reciclagem no Brasil ainda está longe do ideal, por isso a importância de promover a economia circular e práticas sustentáveis.
  2. Economizar energia: explique a ela como pequenas mudanças, como desligar luzes e eletrodomésticos quando não estão em uso, podem fazer uma grande diferença na conta de energia e no meio ambiente.
  3. Optar por produtos sustentáveis: leve sua avó para fazer compras e mostre como escolher produtos com embalagens recicláveis ou feitos de materiais sustentáveis.
  4. Plantar um jardim: ajude sua avó a plantar um jardim em casa, mesmo que seja pequeno. Isso pode ser uma atividade divertida e educativa, além de fornecer alimentos frescos e reduzir a pegada de carbono.
  5. Reduzir o desperdício de alimentos: ensine a sua avó a planejar as refeições e a armazenar corretamente os alimentos para evitar o desperdício. Dicas simples de como aproveitar sobras de comida também são úteis.
  6. Promover a compra de segunda mão: leve sua avó para visitar brechós e mercados de pulgas. Mostre a ela como comprar itens de segunda mão pode ser sustentável e econômico.
  7. DIY e artesanato: encoraje sua avó a fazer artesanatos e projetos de "faça você mesmo" (DIY) usando materiais reciclados. Isso não só é sustentável, mas também pode ser uma ótima atividade para fazerem juntas.
  8. Compostagem: se sua avó tem um jardim, ensine-a sobre compostagem. Mostre como restos de alimentos e resíduos orgânicos podem ser transformados em adubo natural.

Um dos focos da CHEP é reforçar a importância da adoção de práticas sustentáveis para equilibrar o avanço da sociedade e a necessidade de proteção dos recursos naturais, fazendo com que o ser humano coexista em harmonia com a natureza. Para isso, é necessário adotar medidas que promovam a sustentabilidade e contribuam positivamente com o ambiente como um todo.

 


CHEP
www.chep.com
#CircularEconomy #RegenerativeSupplyChains


Tratamento com fumaça pode favorecer a germinação de sementes do Cerrado

Vista do Cerrado após passagem do fogo
foto: Rosana Marta Kolb/Unesp

Estudo investigou o efeito de duas concentrações de fumaça em sementes de 44 espécies do bioma. Resultados poderão ser utilizados em estratégias de manejo e restauração

 

As plantas do Cerrado evoluíram, ao longo de milhares de anos, na presença de queimadas espontâneas. O efeito da fumaça na germinação de sementes de 44 espécies vegetais típicas desse bioma foi tema de pesquisa publicada por cientistas da Universidade Estadual Paulista (Unesp) no periódico Plant Ecology. Segundo os autores, os resultados poderão ser utilizados para otimizar a restauração de áreas degradadas.

O estudo foi conduzido pelo doutorando Gabriel Schmidt Teixeira Motta, sob a orientação da professora da Unesp Rosana Marta Kolb.

“Pesquisas anteriores investigaram a ação da fumaça sobre algumas poucas espécies, mas o levantamento feito neste estudo é o mais completo já realizado no Cerrado. O Gabriel avaliou o efeito da fumaça na germinação de 44 espécies do estrato herbáceo-arbustivo do bioma, envolvendo gramíneas, outras ervas [não gramíneas], subarbustos e arbustos”, diz Kolb.

A pesquisadora informa que a fumaça contém centenas de substâncias, que podem favorecer ou prejudicar a germinação de sementes, dependendo das espécies. As mais conhecidas delas são as carriquinas, reguladores da germinação e do crescimento encontrados na queima de material vegetal. As carriquinas interagem com os hormônios das plantas, promovendo a germinação de certas sementes e inibindo o desenvolvimento de outras.

“Como a pesquisa feita diretamente com fumaça gasosa envolve variáveis difíceis de replicar, optamos por utilizar ‘água de fumaça’ disponibilizada comercialmente. Ela produz um efeito equivalente ao da chuva depois da queimada. E sua ação pode ser facilmente reproduzida por outros pesquisadores”, explica Kolb. E conta que, em seu laboratório, foram empregadas duas concentrações de “água de fumaça”: 2,5% e 5,0%.


Aplicações práticas

O estudo em pauta enfocou o efeito individual das duas concentrações de água de fumaça na germinação das sementes das 44 espécies, sem se preocupar com a definição de estratégias de manejo. Mas as aplicações práticas são óbvias: sementes que respondem bem poderão ser semeadas em áreas que sofreram a ação do fogo ou ainda previamente tratadas com “água de fumaça”, na concentração adequada, antes da semeadura em campo, em áreas degradadas por pecuária e outros usos do solo. “Verificamos que, não apenas as plantas típicas de savanas, mas até mesmo algumas espécies de campos úmidos, que não evoluíram na presença de fogo intenso e frequente, responderam bem ao tratamento com fumaça”, destaca Kolb.

Das 44 espécies estudadas, 14 delas (32% do total) mostraram aumento na germinação em resposta à fumaça, com variações dependendo da concentração. Por outro lado, quatro espécies (9% do total) exibiram uma redução significativa na germinação, particularmente na concentração mais alta, de 5%. As gramíneas, em especial, germinaram mais rapidamente em resposta à fumaça, com destaque para Ctenium polystachyum e Saccharum villosum, que apresentaram redução substancial no tempo médio de germinação após tratamento com “água de fumaça”.

“Os resultados indicam que a fumaça pode atuar como um estímulo importante para a germinação em algumas espécies do Cerrado, oferecendo uma vantagem competitiva no ambiente pós-fogo. A pesquisa sugere que as respostas à fumaça são altamente específicas para cada espécie e variam de acordo com a forma de crescimento e o tipo de comunidade vegetal”, resume Kolb.

Além de Motta e Kolb, Natashi Pilon e Alessandra Fidelis participaram do estudo. A pesquisa recebeu apoio da FAPESP por meio do projeto “Atributos adaptativos ao fogo de sementes de espécies do Cerrado”, coordenado por Fidelis, e da bolsa de pós-doutorado concedida a Pilon.

O artigo Smoke Effects on the Germination of Cerrado Species pode ser acessado em: https://link.springer.com/article/10.1007/s11258-024-01427-4.



José Tadeu Arantes
Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/tratamento-com-fumaca-pode-favorecer-a-germinacao-de-sementes-do-cerrado/52299


Jogos Olímpicos de Paris 2024: Brasil é o segundo país latino-americano com mais medalhas

  • O esporte sudamericano compete de igual a igual com potências mundiais.
  • Com um total de 150 medalhas, das quais 37 são de ouro, 42 de prata e 71 de bronze, o Brasil ocupa a 27ª posição no quadro mundial de medalhas olímpicas.

 

A América Latina é uma região que se destaca pela natureza, cultura e também pela paixão pelo esporte. No cenário olímpico, essa paixão se traduz em um desempenho excepcional, com diversos países sul-americanos se consolidando como potências esportivas.

Neste artigo, vamos mergulhar no fascinante mundo do esporte sul-americano nas Olimpíadas, explorando os países que conquistaram o maior número de medalhas e analisando os fatores que impulsionam seu sucesso.


Cuba: A Pérola do Caribe e Líder Indiscutível

Cuba se ergue como o gigante indiscutível do esporte sul-americano nas Olimpíadas, ostentando um impressionante total de 235 medalhas, distribuídas em 84 de ouro, 69 de prata e 82 de bronze.

Seu domínio remonta às primeiras décadas do século XX, com figuras lendárias como o esgrimista Ramón Fonst e o velocista Enrique Figuerola. O boxe, o atletismo e o judô são algumas de suas áreas fortes tradicionais, embora nos últimos jogos tenham se destacado em disciplinas como a luta e o taekwondo.


Brasil: Um Gigante em Ascensão

O Brasil, o maior país da América do Sul, também ostenta um lugar privilegiado no medalheiro olímpico. Com um total de 150 medalhas, das quais 37 são de ouro, 42 de prata e 71 de bronze, o Brasil se posiciona como a segunda potência esportiva da região.

Sua ascensão foi notável nas últimas décadas, especialmente a partir da década de 1980. O vôlei, o futebol e a natação são algumas de suas disciplinas mais bem-sucedidas, embora também tenham conquistado medalhas em ginástica, atletismo e vela.

Ao leme desta jornada pelo mar de medalhas brasileiras encontramos dois titãs da vela: Robert Scheidt e Torben Grael. Ambos dividem a honra de serem os atletas brasileiros com maior número de medalhas olímpicas, com um total impressionante de 5 medalhas cada um.

Scheidt, conhecido como o "Maestro da Vela", conquistou dois ouros, duas pratas e um bronze nas edições de Atlanta 1996, Sydney 2000, Atenas 2004 e Pequim 2008. Já Grael, apelidado de "Rei da Vela", navegou para três ouros e duas pratas em Los Angeles 1984, Seul 1988 e Atlanta 1996.

Em águas mais calmas, Isaquias Queiroz emerge como o maestro da canoagem velocidade. Com 4 medalhas, duas de ouro e duas de prata, Queiroz dominou as pistas olímpicas desde Londres 2012 até Rio 2016.

Na raia da natação, Gustavo Borges se destaca como uma figura lendária. Acumulando 4 medalhas, duas de prata e duas de bronze, Borges brilhou nas piscinas de Seul 1988, Barcelona 1992 e Atlanta 1996.


Brasil no Cenário Olímpico: Uma Trajetória Ascendente

Analisando o quadro de medalhas por edição dos jogos, observamos uma trajetória ascendente do desempenho do Brasil. Desde um início discreto em Antuérpia 1920, a nação foi escalando posições, consolidando-se como uma potência esportiva nas últimas décadas.


Um Brilho Dourado: Tóquio 2020 e Rio 2016

As edições mais exitosas para o Brasil foram Tóquio 2020 e Rio 2016, ambas com 7 medalhas de ouro. Em Tóquio, a delegação brasileira se destacou em disciplinas como ginástica artística, surfe e skate, enquanto que no Rio, brilharam no futebol, vôlei e ginástica artística.

Conheça aqui todas as medalhas obtidas pelo Brasil em cada Olimpíada.


Argentina: Um Clássico do Esporte Sul-Americano

A Argentina, berço de lendas como Diego Maradona e Gabriela Sabatini, não podia faltar neste pódio. Com um total de 77 medalhas, das quais 21 são de ouro, 25 de prata e 31 de bronze, a Argentina se posiciona como o terceiro país sul-americano com mais medalhas olímpicas.

O futebol, o hóquei sobre grama e o tênis são alguns de seus esportes mais destacados, mas também conquistaram sucessos em disciplinas como atletismo, natação e boxe.


Outros Baluartes Esportivos

Além dos três titãs, a América do Sul conta com outros países que brilharam nas Olimpíadas. A Colômbia conquistou 34 medalhas, destacando-se no atletismo, ciclismo e levantamento de peso. A Venezuela, com 19 medalhas, encontrou seu nicho em esportes como a natação, o tiro e o boxe.

O Equador, com 12 medalhas, surpreendeu no atletismo e na marcha atlética, enquanto o Chile, com 13 medalhas, teve um desempenho notável na ginástica e no tênis.

Conheça aqui o quadro completo de medalhas por país.


Um Futuro Brilhante para o Esporte Sul-Americano

O panorama do esporte sul-americano nas Olimpíadas é extremamente positivo. Com uma base sólida de talento, programas de desenvolvimento eficazes e um crescente apoio do governo e da sociedade, a região está preparada para continuar conquistando sucessos nas próximas edições olímpicas.

Sem dúvida, a América do Sul se tornou uma força dominante no esporte mundial, e seu futuro nas Olimpíadas está cheio de promessas.

 

Gambling.com Group Limited

MEI tem até 1º de agosto para se cadastrar no DET

Freepik
A não adesão poderá sujeitar o empreendedor a multas e outras penalidades. Todos os empregadores devem cadastrar seus contatos no Domicílio Eletrônico Trabalhista 

 

Microempreendedores Individuais (MEI) e empregadores domésticos têm até 1º de agosto para se cadastrarem no Domicílio Eletrônico Trabalhista (DET).  É a partir desse sistema que a Secretaria de Inspeção do Trabalho (SIT) vai divulgar notificações e informes, com o objetivo de simplificar processos e garantir a conformidade legal das empresas.

Instituído pelo governo federal, o DET é uma ferramenta que proporciona mais transparência e eficiência no relacionamento entre auditores fiscais do trabalho e empregadores, por meio da digitalização de serviços. A adesão é obrigatória e aqueles que não cumprirem com essa exigência podem estar sujeitos a penalidades e multas.

“Não há regramento ou dispositivo legal que permita à auditoria fiscal do trabalho multar por falta desse cadastro. O que acontece é que podemos enviar uma notificação de fiscalização para a empresa através do DET, a empresa não ficar sabendo e aí vai passar o prazo. A multa seria por não atender à notificação”, esclarece o auditor fiscal do trabalho Bruno Carlo Wanderley.

Entre os principais objetivos do sistema estão a digitalização de serviços, segurança e transparência, e redução de custos operacionais.


COMO FAZER O CADASTRO

De acordo com o governo federal, todos os CPFs e CNPJs já possuem cadastro no DET, portanto basta realizar a atualização cadastral. O DET se aplica a todos que estão sujeitos à inspeção do trabalho, independentemente de terem ou não empregados. Para regularizar a sua situação é preciso:

Acessar o site https://det.sit.trabalho.gov.br/

- Fazer o login utilizando uma conta gov.br, com autenticação nível prata ou ouro.

- Certificar-se de estar no perfil correto (CNPJ), caso contrário, troque de perfil através da opção ‘Trocar Perfil’ no canto superior direito.

- Atualizar as informações cadastrais, incluindo nome, e-mail e telefone.

 

Redação DC
https://dcomercio.com.br/publicacao/s/mei-tem-ate-1o-de-agosto-para-se-cadastrar-no-det

 

Você sabe como descartar tintas e vernizes da forma correta?

 Especialista detalha como deve ser feito o descarte de produtos à base de água e solvente; reciclagem também é opção

 

Está correto jogar o resto de uma lata de tinta na pia? E descartar latas de verniz de uma obra em uma caçamba? A destinação correta de produtos da construção civil pode ser a diferença entre proteger o meio ambiente e contaminar o solo, rios e córregos. 

De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais (Abrelpe), o país gerou cerca de 48 milhões de toneladas de resíduos de construção e demolição no ano de 2021, o que equivale a 227 kg de entulho por habitante. 

Segundo Renata Tamdjian, supervisora de Meio Ambiente e Regulatórios da Montana Química, empresa referência em tratamento, proteção e preservação de madeira, muitas cidades oferecem locais para recolhimento de resíduos de pintura. “Basta verificar os pontos mais próximos com a prefeitura ou empresas de gestão de resíduos. Também há pontos de coletas específicos oferecidos pelos fabricantes e pelos comerciantes”, afirma a profissional. 

Para que o produto seja descartado da maneira correta, é necessário seguir algumas etapas. “É preciso esperar o material se solidificar, raspar com uma espátula para remover todo o produto e embrulhar em um jornal. Após fazer isso, jogar em lixo comum”, explica Renata Tamdjian. 

A profissional ainda faz um alerta: “enquanto não for possível fazer o descarte, esses produtos devem ser armazenados em local seguro, longe de crianças e animais, e preferencialmente em sua embalagem original, bem vedada”.
 

Reciclagem 

A última pesquisa feita pela Associação Brasileira para Reciclagem de Resíduos da Construção (Abrecon) mostra que, em 2019, foram produzidas cerca de 290,5 mil toneladas de resíduos por dia no país. O levantamento ainda aponta que foi feita a reciclagem de apenas 21% do total. Se 100% do material fosse aproveitado, seria possível construir dois Maracanãs por dia. 

Na prática, no caso de tintas e vernizes, eles podem ser reciclados ou reutilizados. “Além de poder oferecer para os amigos e familiares, existem programas que aceitam doações para projetos comunitários ou para a produção de novos produtos a partir de resíduos”, afirma Renata. 

As embalagens, como baldes plásticos e latas, também podem ser recicladas e destinadas às Áreas de Transbordo e Triagem (ATT) autorizadas pela prefeitura e Pontos de Entrega Voluntária (PEV's). “Algumas lojas aceitam as embalagens de volta para estimular esse movimento sustentável. Alguns fabricantes também oferecem pontos de coleta”, diz a especialista.
 

Desperdícios 

Outra forma de contribuir com o meio ambiente é calcular a quantidade de produtos para evitar desperdício. A especialista afirma que, muitas vezes, consumidores podem aproveitar promoções ou dar preferência para embalagens com maiores quantidades - sem pensar na sobra de produtos e na consequente necessidade de dar destinação correta aos resíduos. 

“Por exemplo, se uma obra vai demandar 10 litros de tinta, deve-se optar por comprar três galões de 3,6 litros em vez de um de 18 litros. Desta forma, é possível finalizar o projeto, já contando com uma margem para reparos e, se precisar descartar, será em menor escala. E, claro, posteriormente, a sugestão é levar as embalagens para a reciclagem correta”, explica a profissional.
 

Montana Química

 

25 de julho: Dia Mundial da Prevenção do Afogamento

 Saiba o que é segurança aquática, as dicas e cuidados em aulas de natação oferecidas na Metodologia Gustavo Borges 


Com o crescimento do número de pessoas que desfrutam do meio aquático, seja para o banho, a prática de esportes, o transporte, ou mesmo para trabalho, se tornou fundamental falar sobre o que é segurança aquática.

Podemos definir o termo como a prevenção contra o afogamento. Essa é a relevância do que instituições como a Sobrasa (Sociedade Brasileira de Salvamento Aquático) fazem. Investir na prevenção, mostrando os principais cuidados que devem ser tomados, é a melhor maneira de conscientizar a população brasileira sobre esse grave problema.

Dentro dessa ideia, as escolas de natação se tornam essenciais para que esse trabalho ganhe um alcance ainda maior.

O projeto Piscina + Segura, do qual a Metodologia Gustavo Borges fez parte juntamente com o Sobrasa, foi uma das maneiras encontradas para repassar essas informações, elucidando a importância do tema.

Atualmente, a mortalidade por esse motivo:

  • É a primeira de óbito de 1 a 4 anos;
  • A segunda causa entre 5 e 9 anos;
  • 3ª causa entre 10 e 14 anos;
  • Os homens morrem sete vezes mais afogados;
  • Um turista morre afogado a cada dois dias
  • Afogamento tem risco de morte 200 vezes maior que acidentes de trânsito.

Então, apesar dos cuidados serem diferentes, é preciso conhecer o que é segurança aquática, como prevenir e, principalmente, ter atenção extrema ao meio aquático, mesmo aqueles que já sabem nadar.


Dicas de segurança na água 

O objetivo da natação parte de um só: educar. Além de educar as crianças em relação aos fundamentos e nados, ao desenvolvimento social, motor e cognitivo, a natação também pretende conscientizá-las com passos simples para prevenir afogamentos, como reconhecer riscos e quais cuidados são necessários.

As crianças que praticam esporte e são educadas na piscina sobre segurança em aulas de natação podem, ainda, ensinar os pais e responsáveis em casa, porque aprendem que prevenir é salvar.


Principais dicas de segurança aquática 

  • Atenção 100% nas crianças

É essencial que as crianças sempre entrem na piscina ou no mar acompanhadas de um adulto, mesmo que saibam nadar. O recomendado é que a distância entre eles não ultrapasse o comprimento dos braços, principalmente em águas naturais, nas quais a correnteza pode dificultar o acesso. Além disso, sempre que o responsável sair da água, a criança deve sair junto.


  • Procure por guarda-vidas

A principal garantia que você terá quando o assunto é segurança aquática é a presença de um guarda-vidas. Principalmente em ambientes maiores, como em piscinas públicas ou praias, se atentar às indicações do profissional é fundamental para evitar que os incidentes aconteçam.

Essas são as dicas mais importantes ao falar sobre cuidados no meio aquático. Contudo, além delas, outros cuidados com segurança aquática que se deve ter:

  • Saiba o número de emergência: 193;
  • Nunca brinque de pedir socorro;
  • Respeite as sinalizações de segurança;
  • Verifique a profundidade da água;
  • Retire os brinquedos da piscina e do entorno após o uso.
  • Oriente as crianças a não correrem ao redor da piscina e não empurrarem os outros;
  • Limite o acesso das crianças às áreas de piscinas com grades de proteção e cobertura quando não estiverem usando;
  • Cuidado com recipientes que podem acumular água (como baldes, caixas d’águas e aquários);
  • Utilize ralos de fundo antissucção e meios de interrupção da bomba (como a trava no motor);
  • No caso dos adultos, evite beber álcool e entrar em meios aquáticos em seguida (principalmente em rios, mares e cachoeiras).


Cuidados em aulas de natação 

Uma das principais dicas para segurança aquática, independentemente da idade, é aprender a nadar. Além de a prática ser essencial para que as crianças saibam se comportar dentro do meio, também permite que tenham mais consciência do que podem ou não fazer em piscinas, mares e rios. Ainda assim, é vital ressaltar que, principalmente no caso das crianças, mesmo que elas saibam nadar, devem ter o acompanhamento de responsáveis.

Sendo assim, algumas ações que o que o professor deve fazer para garantir a segurança na aula de natação:

  • Incentivar e garantir o acompanhamento de pais ou responsáveis até, pelo menos, 3 anos de idade;
  • Orientar para que as crianças não corram ao redor da piscina (pois o piso pode ser escorregadio), além de evitar que pulem diretamente nos equipamentos, como pranchas e boias.
  • Promover a educação por meio da natação. Ao falar sobre educação por meio da natação, o processo de aprendizagem lúdico não pode ficar fora. É ele que vai gerar manifestações positivas que estimulam a criatividade, a espontaneidade, a afetividade e o prazer.

Essa abordagem não deve ser inserida apenas como forma de atingir um determinado objetivo, mas, sim, como elemento básico de motivação para os alunos.

Por isso, uma das principais dicas de segurança para aulas de natação é fazer isso em um local que siga uma Metodologia de Excelência, como é o caso da MGB. Além de ter níveis específicos para cada idade, a Metodologia Gustavo Borges respeita o desenvolvimento e a individualidade de cada aluno. Assim, é possível promover a autonomia e a segurança aquática.

 

BOLETIM DAS RODOVIAS

Motorista com destino à capital paulista encontra pontos de lentidão na manhã desta quinta-feira

 

A ARTESP - Agência de Transporte do Estado de São Paulo informa as condições de tráfego nas principais rodovias que dão acesso ao litoral paulista e ao interior do Estado de São Paulo na manhã desta quinta-feira (25). 

 

Sistema Anchieta-Imigrantes (SAI)

Operação Normal (5x5). A Rodovia Anchieta (SP-150), sentido capital, apresenta tráfego lento do km 19 ao km 17 e do km 13 ao km 10, por conta do excesso de veículos. E no sentido litoral, o tráfego é normal, sem congestionamento. Já na Rodovia dos Imigrantes (SP-160), sentido capital, o motorista encontra tráfego lento do km 18 ao km 16. No sentido litoral, o tráfego é normal, sem congestionamento.

 

Sistema Anhanguera-Bandeirantes

A Rodovia Anhanguera (SP-330), no sentido interior, o tráfego é normal, sem congestionamento. Já no sentido capital, o tráfego é lento do km 109 ao km 104 , do km 12 ao km 11+360 e intenso do km 24 ao km 20. Na Rodovia dos Bandeirantes (SP-348), sentido interior, o tráfego é normal, sem congestionamento. Já no sentido capital, o motorista encontra lentidão do km 16 ao km 13+360.

 

Sistema Castello Branco-Raposo Tavares

A Rodovia Raposo Tavares (SP-270), em ambos os sentidos, o tráfego é normal, sem congestionamento.Já na Rodovia Castello Branco (SP-280), sentido capital, o motorista encontra lentidão do km 17 ao km 13+700 (pista marginal), do km 19 ao km 13+700 (pista expressa) e do km 29 ao km 24. No sentido interior, o tráfego é normal, sem congestionamento.

 

Rodovia Ayrton Senna/Carvalho Pinto

O corredor, sentido capital, apresenta tráfego lento do km 23 ao km 19 e no sentido interior, o tráfego normal, sem congestionamento.

 

Rodovia dos Tamoios

Tráfego normal, sem congestionamento.


quarta-feira, 24 de julho de 2024

Terminal Pinheiros recebe Campanha de Vacinação contra a Influenza

A ação é gratuita e ficará disponível no local até o dia 02 de agosto,

das 9 às 16 horas

 

O Terminal Pinheiros, que passou por uma revitalização completa no início deste ano, adere à Campanha de Vacinação em parceria com a Secretaria Municipal da Saúde (SMS) contra a Influenza para usuários, passageiros, colaboradores e trabalhadores do local, bem como à população em geral do entorno.

 

A campanha, que já acontece em outros terminais municipais e algumas estações de trem e metrô, tem como público-alvo toda a população a partir de seis meses de vida que ainda não tomou o imunizante nas Unidades Básicas de Saúde (UBS). Diariamente serão aplicadas 400 doses, entre 09 e 16 horas. Para se imunizar, basta comparecer ao local portando a caderneta de vacinação (se tiver) e um documento com foto.

 

A vacina protege contra três cepas diferentes do vírus, responsáveis pela maioria dos casos atualmente, que são Influenza A (H1N1), Influenza A (H3N2) e Influenza B. O imunizante é aplicado em dose única e deve ser atualizado anualmente.

 

Para Marcílio Bovolini, diretor da SP Terminais Noroeste, concessionária responsável pela administração de nove terminais urbanos, o objetivo é reduzir o impacto da circulação do vírus em períodos de baixa temperatura.

 

“Somente no Terminal Pinheiros, passam, em média, 27 mil passageiros por dia, sendo considerado um ponto estratégico para alcançar um grande número de pessoas e diminuir a transmissão do patógeno”, avalia Bovolini.  


 

Para sua agenda

Campanha de Vacinação Contra a Influenza

Local: Terminal Pinheiros

Endereço: Rua Gilberto Sabino, 130 – Pinheiros

Data: Até 02 de agosto de 2024

Horário: 9h às 16h (segunda a domingo)

 

Campanha Julho Amarelo: Seconci-SP recomenda testagem para prevenir hepatites virais

Incidência da doença só aumenta e hoje há epidemia de Hepatite C no mundo

 

Hepatites virais, inflamações causadas por vírus que atingem o fígado, podem ocasionar graves problemas como câncer e levar a óbito, se não forem diagnosticadas precocemente. Por isso, uma das melhores formas de prevenção é fazer a testagem regularmente. A boa notícia é que o Brasil é um dos poucos países do mundo que, por meio do SUS (Sistema Único de Saúde), fornece testes rápidos, sorologias e o tratamento para qualquer forma e grau de lesão de hepatite.

As considerações são da dra. Dagmar Kistemann, clínica geral do Seconci-SP (Serviço Social da Construção), por ocasião da campanha Julho Amarelo e do Dia Nacional de Luta Contra as Hepatites Virais (27 de julho). Instituída pela Lei 13.802/2019, a campanha visa reforçar as ações de vigilância, prevenção e controle das hepatites virais.

Hepatites virais são um grave problema de saúde pública, causadas principalmente pelos vírus A, B, C, D e E. O Ministério da Saúde estima que entre 2000 e 2023 foram notificados mais de 785 mil casos novos de hepatites virais no Brasil. Dados da Organização Mundial de Saúde (OMS) registram 1,3 milhão óbitos/ano dessa doença no mundo, sendo 83% de Hepatite B e 17% de Hepatite C.

“A incidência desta doença só aumenta. As Hepatites B e C são silenciosas e, quando seus sintomas se manifestam, a saúde da pessoa já está gravemente abalada. Daí o cuidado em não se infectar, vacinar-se para prevenir a Hepatite B e fazer a testagem regularmente, ao menos uma vez na vida após os 45 anos de idade”, afirma a médica.


Sintomas e vacinação

De acordo com a dra. Dagmar, a Hepatite A está relacionada às condições de saneamento básico e higiene, e corresponde ao maior número de casos. Hepatite B é o segundo tipo de maior incidência, sendo transmitida por via sexual e sanguínea. “A Hepatite C, cujo meio principal de transmissão é sanguíneo, se constitui na maior epidemia da humanidade hoje: calcula-se que o número de infectados pelo vírus HCV seja 5 vezes superior ao número de pessoas vivendo com HIV/Aids”.

Os sintomas são inespecíficos como cansaço, febre, mal-estar, tonturas, enjoo, dor abdominal, pele e olhos amarelados, urina escura e fezes claras.

“Existe vacinação efetiva para Hepatite A e B, não há vacina para Hepatite C. A vacina da Hepatite A faz parte da Carteira de Vacinação da criança e está disponível para grupos especiais de adultos no SUS. A vacina da Hepatite B está disponível no SUS para toda a população e protege contra a Hepatite D.


Prevenção

Segundo a dra. Dagmar, na Hepatite A a transmissão é fecal/oral, por meio de alimentos ou água contaminada. “Lavar as mãos com água e sabão é a melhor maneira de prevenir”.

Para prevenir as Hepatites B e C – prossegue –, deve-se evitar contato com sangue contaminado, usar preservativos, não compartilhar itens, equipamentos ou utensílios de uso pessoal (lâminas de barbear, escova de dente, alicates). “Há risco acrescido para pessoas em hemodiálise, que realizam tatuagens e colocam piercings ou compartilham objetos como cachimbos de craque para uso de droga injetável”.

Já na Hepatite E, a transmissão é via fecal/oral, provocando grandes epidemias. “Não cronifica, porém mulheres grávidas infectadas podem apresentar quadro grave”, conclui.

Veja mais detalhes sobre as hepatites virais e sua prevenção, em artigo de Priscyla Reis Pagliuso Santos, enfermeira do Seconci-SP: https://www.seconci-sp.org.br/as-hepatites-virais.html

 

Baixa cobertura vacinal pode favorecer aumento de casos de coqueluche no Brasil

Foto: Acervo Sabin
Ministério da Saúde alerta para vacinação completa contra a doença e doses de reforço. Surtos em outros países preocupam especialistas

 

O Ministério da Saúde emitiu alerta para o reforço da vacinação completa contra a coqueluche no Brasil. A vacina disponível no país é segura e eficaz e precisa de três doses para conferir proteção e mais uma dose a cada 10 anos de vida, inclusive para adultos e idosos.   

Até as primeiras 14 semanas deste ano, foram confirmados 31 casos no país. O último pico epidêmico da doença ocorreu em 2014, com 8.614 confirmações. No entanto, entre 2016 e 2023, as coberturas vacinais se mantiveram abaixo do preconizado (entre 80 a 90%), o que contribuiu para o aumento de pessoas suscetíveis ao longo dos últimos 7 anos, situação que pode favorecer um surto semelhante ao que vem ocorrendo em outros países.    

Na União Europeia, segundo o European Centre for Disease Prevention and Control (ECDC), houve um aumento significativo, totalizando 25.130 casos no decorrer de 2023 e mais 32.037 só nos primeiros três meses de 2024.    

Conhecida como tosse comprida, a coqueluche é uma doença respiratória altamente contagiosa causada pela bactéria Bordetella pertussis. “Os sintomas iniciais podem ser leves, assemelhando-se a um resfriado comum, mas evoluem para tosse severa, frequentemente acompanhada de chiado e dificuldade para respirar, principalmente nos menores de um ano de idade”, explica a infectologista do Sabin Diagnóstico e Saúde, Ana Rosa dos Santos.    

A transmissão ocorre, principalmente, pelo contato direto do doente com uma pessoa não imunizada por meio de gotículas eliminadas por tosse, espirro ou até mesmo ao falar.   

A vacinação, portanto, é uma medida fundamental para proteger contra uma doença potencialmente grave. O calendário vacinal deve ser iniciado a partir dos 2 meses de idade e consiste em três doses da tríplice bacteriana (DTPa) ou pentavalente, que protege contra difteria, tétano, coqueluche, hepatite B e Haemophilus influenzae tipo b. “Essas doses são aplicadas aos 2, 4 e 6 meses de vida, com intervalos mínimos definidos”, comenta.   

Após o esquema primário, as crianças devem receber as doses de reforço aos 15 meses e entre 4 e 6 anos de idade. “É essencial que todas as doses recomendadas da vacina sejam aplicadas. Adolescentes e adultos também devem receber doses de reforço a cada 10 anos, pois são fundamentais para manter a imunidade, oferecendo uma proteção contínua ao longo dos anos", enfatiza Ana Rosa dos Santos.   

Para gestantes, a vacinação desempenha um papel importante na proteção do recém-nascido, por meio da transferência de anticorpos via placenta. Desde 2014, o Programa Nacional de Imunizações (PNI) recomenda uma dose da vacina dTpa durante cada gestação, a partir da 20ª semana gestacional, para proteger o bebê nos primeiros meses de vida, antes que ele possa iniciar o próprio esquema vacinal.   

Profissionais de saúde, incluindo parteiras e estagiários em áreas críticas, como UTI neonatal, também são prioritários para a vacinação contra coqueluche. “A vacina é indicada como parte do calendário vacinal para adultos, garantindo que esses profissionais estejam protegidos e possam evitar a transmissão da doença em ambientes hospitalares”.   

A infectologista lembra que nem a infecção natural, nem a vacinação conferem imunidade permanente. “O desafio aumenta quando crianças deixam de fazer vacinação de reforço entre 4 e 6 anos, adolescentes e adultos são infectados, pois são os principais transmissores da doença, especialmente quando não estão com a vacinação atualizada. Com o aumento dos casos observados globalmente, é fundamental que todos os públicos elegíveis recebam as doses e reforços, ou seja, esquema completo para ficar imunizado”, reforça.

 

Sábado de vacinação 

Além de dispor de imunização contra a coqueluche, o Sabin oferece mais de 20 vacinas em unidades especializadas, como os imunizantes contra doenças de transmissão respiratória. Neste sábado, 27, a empresa realizará o Dia ‘D’ de vacinação contra essas doenças respiratórias, com descontos especiais de 20% nas vacinas contra a gripe (cepa de 2024), o Vírus Sincicial Respiratório (VSR) e a pneumocócica 13 e 23, especialmente indicadas para pessoas com mais de 60 anos. A promoção é válida nas unidades do Sabin em Alphaville, Graça e Itaigara, na capital baiana, e em Vilas do Atlântico, em Lauro de Freitas, e também nas compras no site loja.sabin.com.br

 

Sobre o Grupo Sabin  

 

Referência em saúde, destaque na gestão de pessoas e liderança feminina, dedicado às melhores práticas sustentáveis e atuante nas comunidades onde está presente, o Grupo Sabin nasceu na capital federal, fruto da coragem e determinação de duas empreendedoras, Janete Vaz e Sandra Soares Costa, em 1984. Hoje, conta com cerca de 7000 colaboradores unidos pelo propósito de inspirar pessoas a cuidar de pessoas.   

 

Presente em 15 estados, além do Distrito Federal, a empresa oferece serviços de saúde com excelência, inovação e responsabilidade socioambiental nas cidades onde está presente, em 350 unidades distribuídas de norte a sul do país.    

 

O ecossistema de saúde do Grupo Sabin integra um portfólio de negócios que contempla análises clínicas, diagnósticos por imagem, anatomia patológica, genômica, imunização e check-up executivo.  Além disso, contempla também serviços de atenção primária, contribuindo para a gestão de saúde de grupos populacionais por meio de programas e linhas de cuidados coordenados, com a Amparo Saúde, e a plataforma integradora de serviços de saúde - Rita Saúde - solução digital que conta com diversos parceiros como farmácias, médicos e outros profissionais, promovendo acesso à saúde com qualidade e eficiência.  

 

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