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sexta-feira, 11 de novembro de 2022

Educação 5.0 Preparando as crianças para usar a tecnologia na construção de um mundo mais humano

É preciso estimular os alunos a desenvolverem o senso crítico, a autonomia, o uso consciente e apropriado, ético, reflexivo e criativo da tecnologia

 

Um novo universo está tomando conta dos debates sobre Educação. Depois da tecnologia, que se tornou aliada fundamental do ensino e aprendizagem, é preciso preparar as crianças para lidar com essa grande oferta de recursos tecnológicos na construção de um mundo mais humano e acolhedor. Aí entra a Educação 5.0, que propõe o desenvolvimento de habilidades socioemocionais, preparando melhor o cidadão para lidar com os desafios atuais e do futuro, desde os anos iniciais da educação. 

É extremamente necessário estimular os alunos a desenvolverem o senso crítico, a autonomia, o uso consciente e apropriado, ético, reflexivo e criativo da tecnologia. E isso deve ser aplicado desde a educação básica. Entender o que pode ou não ser absorvido por eles, e qual material deve ser compartilhado entre os alunos, é de extrema importância. Nesse processo, o professor deve desenvolver novas habilidades e competências para aprimorar o processo pedagógico e inserir no aprendizado ferramentas digitais com intuito de criar estímulos cognitivos diferenciados. 

Desde o letramento, o ensino da escrita, o educador deve estar sempre atento para que os alunos desenvolvam o senso crítico. O incentivo à leitura, para que as crianças estimulem a imaginação, a criatividade e desenvolvam um repertório, continua sendo fundamental. Não importa se ele vai ler um livro impresso ou usar ferramentas como celular e tablets e outros aparelhos. Ler e interpretar um texto possibilita ao aluno desenvolver habilidades importantes como: autoconhecimento, memória, atenção, autoconfiança e o engajamento educacional. 

Criar o hábito da leitura faz com que o aluno se questione e questione o que está lendo, principalmente no mundo digital, cheio de informações, verdadeiras ou não. Com toda certeza, um estudante com uma base cultural desenvolvida, terá grandes vantagens ao resolver problemas complexos pautados no pensamento crítico. 

Segundo estudos, a Educação 5.0 afirma que conhecimentos digitais e tecnológicos são importantes, porém, pesquisadores em inovação e educação afirmam a importância do desenvolvimento das competências socioemocionais, justificando que são essas competências que capacitam o estudante para o usa da tecnologia de forma criativa, saudável e produtiva para intervir em sua realidade criando soluções relevantes para si e para a sociedade em geral. 

A alfabetização continua tendo papel fundamental, lembrando que os processos de alfabetização e letramento são interdependentes. Quanto mais provida de ferramentas e bem articulada a alfabetização, mais significativa será a aprendizagem. 

Para que essa equação funcione, são necessárias ações efetivas na formação dos educadores. A escola precisa estar aberta a mudanças não somente em sua estrutura física, mas curricular também. As crianças das novas gerações já estão inseridas nesse contexto de transformações. O principal é escutá-las e observar pelo que realmente se interessam. Com esse exercício, poderemos ser surpreendidos com a escolha dos pequenos em atividades fora do contexto tecnológico, futurístico. 

Não podemos ignorar o fato de que as crianças embora vivam nesse universo tecnológico, elas ainda preferem o “simples” a criação de objetos como brinquedos e jogos com as suas próprias mãos. O currículo precisa estar relacionado às mudanças e deve fazer sentido. Questões simples como o ensino de disciplinas por mestres apaixonados por sua especialidade farão toda a diferença. O grande impacto está na transformação da escola como instituição de ensino que engloba o corpo docente, família e alunos. 

O programa educacional De Criança Para Criança criou uma metodologia chamada "Criando Juntos" que tem fácil aplicação e pode ser adaptada a qualquer sistema de ensino, escola ou instituição, que motiva o estudante a aprender de forma participativa, criativa e lúdica, além de torná-lo corresponsável no processo. Inspirada nos conteúdos propostos pelas áreas do conhecimento, como Geografia, História, Matemática, Ciências etc, a turma constrói uma história, a ilustra com desenhos dos personagens, objetos e cenários que a compõem e narram, gravando pelo celular. Com esse material em mãos (história, desenhos e narrações), compartilhado pelo professor e alunos através de uma plataforma colaborativa, a equipe do De Criança Para Criança pode então produzir uma linda animação. Uma das maiores vantagens desta metodologia ativa é fazer com que o aluno perceba que ele é o maior responsável pela sua aprendizagem. Quando ele se percebe entendendo os conteúdos, torna-se motivado em continuar este processo. Aliar criatividade, ludicidade, tecnologia ao aprendizado e dar voz às crianças, são, sem dúvida, os grandes diferenciais do De Criança Para Criança. 

 



Gilberto Barroso -. Formado em Administração, trabalhou em diversos segmentos, mas se especializou no segmento de Pay TV, atuando desde seu início no Brasil, distribuindo HBO até ser diretor da Sony Pictures. Lançou vários canais como AXN, Warner, Sony, Cinemax, HBO, History Channel e E!. Em 2015 largou o segmento de Pay TV para lançar o programa De Criança Para Criança. Gilberto é o CEO da empresa e tem como propósito fazer com que crianças do mundo todo aprendam e compartilhem conhecimento de forma criativa e democrática.

Vitor Azambuja - Especialista em criação, é diretor de arte e artista plástico. Formado em publicidade e piano clássico. Trabalhou em diversas agências de propaganda, tanto no Rio de Janeiro quanto em São Paulo, criando filmes e anúncios para grandes anunciantes. Foi premiado em festivais de propaganda, tais como Figueira da Foz, Colunistas, Clube de criação de São Paulo, Art Directors em Londres e New York Festival. Realizou exposições de pinturas em São Paulo, Rio De Janeiro, Nova Iorque, Miami e Paris. Um dos criadores do programa De Criança Para Criança. Seu propósito é fazer com que as crianças do mundo inteiro aprendam desenvolvendo a sua criatividade.


De Criança para Criança
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CIEE/PR oferece cursos gratuitos de qualificação profissional para comunidade; veja como se inscrever

Em novembro, são 3,2 vagas em 43 cursos na modalidade EAD e 1,7 mil oportunidades em 66 cursos presenciais ofertados em Curitiba 


Os cursos estão disponíveis para pessoas com idade acima de 14 anos
Divulgação


O Centro de Integração Empresa-Escola do Paraná (CIEE/PR) oferece uma série de cursos gratuitos voltados para a comunidade em geral. São diferentes opções para quem deseja se qualificar e atualizar o conhecimento com foco no mundo do trabalho. 

São 1,7 mil vagas em 66 cursos presenciais ofertados em novembro no Espaço de Capacitação e Cidadania do CIEE/PR, em Curitiba (PR). No período, também estão sendo disponibilizadas mais de 3,2 mil vagas em 43 cursos na modalidade EAD. Entre as opções estão: LIBRAS - Língua Brasileira de Sinais, Informática Básica, Oratória, Empreendedorismo Criativo e Como ter Sucesso em Processo Seletivo, Entrevistas e Elaboração de Currículo. 

O CIEE/PR também oferece cursos gratuitos em parceria com a Fundação de Ação Social (FAS) em aulas presenciais nos Liceus de Ofícios, Ruas da Cidadania e CRAS, na capital paranaense.

Os cursos livres do CIEE/PR estão disponíveis para pessoas com idade acima de 14 anos, e todos  oferecem certificação. As inscrições devem ser feitas via Portal do Estudante, no site do CIEE/PR (www.cieepr.org.br), na aba “Cursos Livres”. Mais informações também podem ser solicitadas pelo telefone (41) 3313-4300 (Curitiba e região metropolitana), ou pelo 0800 300 4300 (outras cidades do estado).

 

Cataratas Day celebra a eleição das Cataratas do Iguaçu como uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo


Conexão123 apresenta informações turísticas para quem deseja conhecer melhor as famosas quedas d'água localizadas em Foz do Iguaçu 

  

Como aproveitar as Cataratas do Iguaçu ao máximo 

A cidade de Foz do Iguaçu é o segundo destino turístico mais visitado por estrangeiros no Brasil. Essa popularidade não existe à toa: o município tem inúmeros atrativos, incluindo o Parque Nacional do Iguaçu, declarado patrimônio natural da humanidade pela UNESCO. É justamente lá que ficam localizadas as Cataratas do Iguaçu. 

O conjunto de quedas d'água atrai cerca de 1 milhão de visitantes por ano, e foi eleito uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo, em uma votação organizada pela Fundação New7Wonders. A iniciativa contou com a participação de mais de 100 milhões de pessoas ao redor do globo. O processo foi iniciado em 2007, com mais de 28 candidatos, e teve seus sete eleitos divulgados no dia 11 de novembro de 2011. Para celebrar o feito, instaurou-se, na mesma data, o Cataratas Day.

Com cerca de 275 quedas d’água que se estendem por quase 3 km, as Cataratas do Iguaçu são consideradas polos de preservação das águas e do meio ambiente ao seu redor. Justamente por conta de sua imensa importância e diversidade natural, o destino foi inserido na lista das mais belas maravilhas do mundo. 

Por isso, o Conexão123, preparou um material com dicas de como aproveitar as Cataratas do Iguaçu ao máximo.

 

Conheça as Cataratas do Iguaçu

As Cataratas do Iguaçu são um dos principais destinos turísticos do mundo, e ficam localizadas na divisa do estado do Paraná, no Brasil, com a Argentina. O Aeroporto Internacional de Foz do Iguaçu é a melhor forma de desembarcar na cidade. O terminal fica a pouco mais de 13 km do centro do município.

Abrigado pelo Parque Nacional do Iguaçu, o rio Iguaçu tem 1.200 m de largura acima das cataratas, e abaixo apenas 65 m. A extensão total das quedas d’água no território brasileiro é de cerca de 800 m, e no lado argentino é de 1.900 m. A quantidade de saltos varia, atingindo um número superior a 100 nos períodos de média vazão e chegando a até 275, na época mais cheia.  

O maior volume de água nas cataratas ocorre entre os meses de outubro e março. Nessa época, por conta das chuvas, a vazão de água é intensa e, em alguns casos, pode criar empecilhos para os visitantes. Contudo, a depender do tempo, também pode ser um ótimo momento para apreciar a imensidão das águas do Iguaçu.

Em outras épocas do ano, a vazão é menor, gerando mais tranquilidade para os turistas, que podem contemplar o delineado das quedas d’água. Ou seja, por lá a paisagem muda bastante ao longo das estações, mas permanece sempre exuberante. Não existe um momento ideal para visitar o parque, mas é sempre importante estar atento ao grau de pluviosidade.

 

 

Dicas para aproveitar as Cataratas do Iguaçu

Para contemplar as cataratas é necessário adquirir um ingresso para o Parque Nacional do Iguaçu, que custa R$ 67 para brasileiros, e é vendido exclusivamente pela internet. O complexo fica a 15 km do centro do município de Foz do Iguaçu, localizado no extremo oeste paranaense.

Na reserva, existem diversos passeios para os turistas se conectarem com a imensidão da natureza ao redor. Confira algumas dicas de segurança para quem quer curtir a atração, que abre das 9h às 16h, de terça a domingo: 

• Chegar por volta das 9h

• Utilizar os armários para guardar objetos de valor ou que não podem ser molhados, ao custo de R$ 15

• Levar roupas e calçados apropriados para a caminhada e de preferência que sequem com facilidade

• Levar uma capa de chuva 

• Levar garrafa de água, frutas e lanche

• Usar o protetor solar mesmo quando o tempo estiver nublado 

• Levar e passar repelente

 

 

As Cataratas do Iguaçu são visitadas por turistas dos mais diversos lugares do mundo durante o ano inteiro

Passeio da Trilha das Cataratas

As passagens para os ônibus que circulam dentro do Parque Nacional do Iguaçu estão incluídas no ingresso, e eles saem a todo momento do Centro de Visitantes, na entrada do complexo. Para chegar até o ponto de contemplação mais famoso do destino, é preciso pegar o veículo e descer na parada Trilha das Cataratas, mais precisamente a 3ª do circuito, para quem embarca no Centro de Visitantes. 

O trajeto tem aproximadamente 1,2 km. E durante o caminho os turistas se deparam com várias quedas secundárias e diversos mirantes para apreciá-las e tirar belíssimas fotos. 

No fim da trilha, o visitante chega à Garganta do Diabo, onde pode descer por uma passarela de madeira até ficar pertinho das cataratas. A chuva de prata das águas é garantida, por isso, se não quiser se encharcar, vista uma capa e guarde bem os equipamentos eletrônicos.

Visitantes com necessidades especiais e/ou mobilidade reduzida podem ir até o fim da linha do ônibus, perto do restaurante Porto Canoas. Ali dá para descer de elevador até o nível mais baixo da passarela da Garganta do Diabo, que é completamente acessível. 

O elevador também é panorâmico e pode ser utilizado por todos os turistas que visitam o parque. A estrutura permite uma visão por ângulos diferenciados desta beleza natural. O tempo de descida é de aproximadamente 10 minutos. 

 

Macuco Safári

Para uma visita completa, é imprescindível passear de bote, no leito do rio Iguaçu. As opções são o Macuco Safári (mais sereno, no lado brasileiro) e o Gran Aventura, do lado argentino. A entrada no Parque Nacional Iguazú, no território dos hermanos, custa 2.500 pesos para brasileiros e outros residentes do Mercosul. Quem quiser fazer o passeio do Gran Aventura terá de desembolsar 14.000 pesos argentinos, que podem ser pagos online.

Os turistas que optarem pelo Macuco Safári devem acrescentar de 2 a 3 horas à duração de sua visita, por conta do tempo médio da fila de espera. 

O passeio pode ser feito antes ou depois de conhecer o mirante das cataratas. Os ônibus do parque deixam passageiros na parada Macuco Safári tanto na ida quanto na volta do circuito. Na ida, o Macuco Safári é a segunda parada (antes, portanto, da Trilha das Cataratas). O valor cobrado é de R$ 238,10 para adultos e R$ 119,05 para crianças e pessoas da terceira idade. 

A duração total do Macuco Safari é de 2 horas, dividida em três fases: a primeira é um trajeto de veículo elétrico, em que um guia explica sobre a diversidade da fauna e flora. O passeio continua com uma pequena caminhada por uma trilha de madeira de 600m até chegar ao deck, onde os turistas recebem os coletes salva-vidas para embarcar nos barcos que levam rio acima, passando pelas corredeiras até as Cataratas do Iguaçu. Próximo às quedas acontece uma parada para fotografias, para em seguida finalizar o passeio com um delicioso banho nas Cataratas do Iguaçu.

 

O passeio do Macuco Safári pode ser feito antes ou depois da visita às Cataratas

 Conheça restaurantes próximos das Cataratas do Iguaçu

A infraestrutura da cidade de Foz do Iguaçu evoluiu bastante em termos de bares e restaurantes. No parque, a praça de alimentação instalada ao final da passarela das cataratas ajuda a matar a fome dos visitantes. 

O restaurante Porto Canoas é o principal do complexo. Com estética rústica, misturando madeira e vidro, o lugar oferece aos visitantes, de um lado a exuberância da mata atlântica do Parque Nacional, e do outro o Rio Iguaçu e as Cataratas. 

O preço de uma refeição no local, por pessoa, sai em torno de R$ 60 e tem desconto para moradores da região. Com foco na culinária brasileira fina, o restaurante apresenta opções em buffet mediterrâneo e brasileiro, com ilhas de massas e grelhados.

Outro queridinho entre os estabelecimentos localizados dentro do parque é o Restaurante Itaipu, que possui um terraço com vista para as Cataratas e oferece culinária internacional argentina e brasileira, com valor médio de R$ 55. 

Para quem busca outras opções de alimentação na cidade de Foz do Iguaçu, separamos alguns restaurantes interessantes próximos do parque. A grande parte dos estabelecimentos dispõe de preços entre R$ 45 e R$ 90, sendo restaurantes libaneses, japoneses e, claro, pizzarias italianas:

• La Caverna

• Bendito

• Castelo Libanês

• Luigia

• Hokkai

• Quinta da Oliva


Black Friday e Copa do Mundo: especialistas dão dicas para empresas aproveitarem união das datas

Jogos do Mundial do Qatar podem ajudar a alavancar as vendas, mas é preciso se preparar e estar ao alcance do consumidor dentro e fora de casa

 

A Black Friday se consolidou de vez no calendário brasileiro já há alguns anos. Em 2022, contudo, uma coincidência promete dar à data um tom especial: a Copa do Mundo acontece excepcionalmente no final do ano, entre 20 de novembro e 18 de dezembro. Isso porque as altíssimas temperaturas médias do país sede desta edição, o Qatar – muitas vezes acima dos 40° no meio do ano – forçaram a organização a postergar a data. 

 

Já a Black Friday 2022 acontecerá no dia 25 de novembro – apenas horas depois do primeiro jogo da seleção brasileira no Mundial, às 16h do dia 24, quando o time estreia contra a Sérvia. E o que uma coisa tem a ver com a outra? De acordo com as sócias da Jahe Marketing, Thaís Faccin e Satye Inatomi, a união das datas gera novas oportunidades de negócios para pequenas e médias empresas. 

 

“Para o varejo, eventos como a Copa do Mundo são um convite irresistível para criar promoções e atrair um público interessado em trocar a televisão da sala, ou criar um ambiente convidativo para assistir aos jogos com os amigos. Essas duas ideias em conjunto já seriam motivo para que o comércio estivesse com boas expectativas. Mas alguns números corroboram o otimismo”, diz Faccin.


Uma pesquisa do Google/Ipsos de agosto de 2022 com foco no público brasileiro aponta que cerca de 70% dos entrevistados pretendem comprar nesta Black Friday. Além de ser uma margem considerável, constatou-se um aumento de 16 pontos percentuais em relação ao ano de 2021. Ainda de acordo com esse levantamento, as cinco categorias mais desejadas, em ordem de prioridade, são calçados, roupas, papelaria, eletrodomésticos e eletroportáteis. 

 

“Há espaço para que as empresas façam excelentes negócios na Black Friday da Copa. Mas é preciso que todos estejam alinhados para chegar ao sucesso. Isso quer dizer que não é apenas o marketing que deve dar atenção especial ao tema, mas todas as áreas da companhia, pois trata-se de uma operação comercial completa, que movimenta estoque, atendimento, logística, caixa e tudo que envolve a operação”, comenta Satye Inatomi.

 

Então, como maximizar a visibilidade da sua marca e atrair mais clientes no ambiente de Black Friday junto à Copa do Mundo? Para a Jahe Marketing, essa temporada será marcada fortemente, também, pela influência do figital (físico+digital) ou phygital se for grafado em inglês, no comportamento dos consumidores. 

 

Não existem limites bem definidos para indicar o que é ou não figital. “O termo é utilizado para se referir à oferta da melhor experiência ao consumidor, lançando mão, para tanto, do melhor de cada um dos canais de vendas. E isso é, afinal, tudo o que a Black Friday 2022 deve ser”, diz Thaís Faccin.

 

Ela explica que, em momento no qual muitas pessoas estarão fora de casa, acompanhando jogos com família e amigos, muitas compras serão feitas por aplicativos móveis, nos celulares, dando preferência a locais mais próximos de onde se está. 

 

“Ou seja, é impossível falar de varejo figital sem pensar na geolocalização do consumidor e na agilidade de entrega – como a facilidade de se buscar um eletrônico na loja física ou a rapidez para receber gelo e carvão para o churrasco depois dos jogos (muitos acontecerão do meio para o final da tarde).” 

 

Inatomi complementa que, considerando a grande concorrência para a data, deixar tudo para a última hora não é um bom negócio. “A Black Friday já há alguns anos também fez surgir a Black Week, e mais recentemente, o Black November. Ou seja, um mês inteiro de promoções e ofertas para atrair o consumidor”, afirma. “Assim, quem ainda não tem a estratégia pronta para surfar o movimento, precisa correr para não perder o bonde.”

 

A seguir, as sócias da Jahe Marketing dão dicas para que as pequenas e médias empresas aperfeiçoem suas ofertas e atendimento para a data. Confira:

 

Oportunidade de obter novos clientes - O período da Black Friday não é somente uma oportunidade de vender mais, mas também de obter novos clientes, que podem, então, ser fidelizados por uma boa experiência – inclusive para a próxima grande data do calendário, o Natal. Portanto, compreender bem a jornada de compra do seu consumidor é fundamental para melhorar a trajetória até a compra e deixá-lo satisfeito.

 

Planeje os descontos de forma estratégica - Os consumidores estão procurando descontos que valham a pena. Antes de simplesmente cortar o preço pela metade, contudo, é preciso que as empresas avaliem seu estoque e descubram quais itens são mais estratégicos para sua promoção. Vale até oferecer um item menos procurado de forma gratuita, ou oferecer cupons de desconto em uma próxima compra. 

 

Criar senso de urgência é válido, mas evite excessos - O público estará mais inclinado a fechar negócio durante a Black Friday, mas apenas se os preços estiverem atraentes. Por isso, é interessante chamar a atenção para o fato de que os valores continuarão mais baixos somente por um período de tempo, e que é melhor aproveitar as promoções. Esse senso de urgência é válido, e muitas companhias indicam na página dos produtos quantos itens ainda estão disponíveis. É importante, porém, evitar excessos para o tiro não sair pela culatra, e acabar irritando os consumidores. Muitas mensagens ou abordagens sucessivas podem cansar os clientes potenciais. 

 

Não deixe de acompanhar a concorrência - Acompanhar o que os concorrentes estão fazendo em datas-chave do calendário é importante.. Visite as lojas, navegue nos sites, simule uma compra, conheça o atendimento. Conhecer os pontos fortes das outras lojas pode ajudar a empresa a identificar os seus – e também entender o que precisa ser melhorado.

 

Aprenda com o passado - Uma estratégia bem-sucedida em anos anteriores não significa que não há nada que possa evoluir. Em um mercado que mudou muito nos últimos anos por conta da digitalização e os efeitos da pandemia, é natural que o negócio tenha transformado muitos processos em pouco tempo. Por isso, checar os indicadores para entender o que pode ser feito melhor, ou simplesmente abandonado por não funcionar, é essencial. Plataformas de CRM ou de mídia programática costumam gerar insights valiosos. As redes sociais também. 

 

Jahe Marketing

 

Gelo exótico contribui para o entendimento das anomalias magnéticas de Netuno e Urano

Imagem de simulação do gelo XVIII. Os íons de oxigênio, em vermelho, ocupam uma rede cristalina regular enquanto os prótons, em branco, fluem no meio (imagem: Maurice de Koning e Filipe Matusalem)

 

O gelo comum – esse que é produzido nas geladeiras domésticas e conhecido cientificamente pelo nome de gelo Ih – não é a única fase cristalina da água. Há mais de 20 diferentes fases possíveis. Uma delas, chamada de “gelo superiônico” ou “gelo XVIII”, apresenta especial interesse. Entre outros motivos, pelo fato de compor grande parte do estofo dos planetas Netuno e Urano, também conhecidos como “gigantes de gelo”.

Na fase cristalina superiônica, a água perde sua identidade molecular (H2O); os íons negativos de oxigênio (O2-) dispõem-se em uma rede cristalina extensa; e os prótons, que constituem os íons positivos de hidrogênio (H+), formam um fluido que circula pela rede.

“A situação é análoga à de um metal condutor, como o cobre, com a grande diferença de que, no metal, são os íons positivos que formam a rede cristalina, enquanto os elétrons, portadores da carga elétrica negativa, ficam relativamente soltos, circulando através da rede”, diz o pesquisador Maurice de Koning, professor titular do Instituto de Física Gleb Wataghin da Universidade Estadual de Campinas (IFGW-Unicamp).

De Koning coordenou o estudo que resultou no artigo Plastic Deformation of Superionic Water Ices, publicado este mês como destaque de capa do periódico Proceedings of the National Academy of Sciences of the United States of America (PNAS).

Como explica o pesquisador, o gelo superiônico se forma sob temperaturas extremamente elevadas, no patamar de 5 mil kelvins (4,7 mil °C), e pressões altíssimas, da ordem de 340 gigapascais. Esse valor é mais de 3,3 milhões de vezes maior do que o da pressão atmosférica padrão da Terra. Por isso, é impossível ter gelo superiônico estável no ambiente terrestre.

Em Netuno e Urano, porém, a pressão resultante dos enormes campos gravitacionais desses planetas gigantes possibilita a existência de grandes quantidades de gelo XVIII nas camadas internas mais próximas dos respectivos núcleos. Medidas sismográficas confirmam que isso realmente acontece.

“A eletricidade conduzida pelos prótons através das redes cristalinas de oxigênios está intimamente ligada à questão de por que os eixos dos campos magnéticos desses planetas não coincidem com seus eixos de rotação. Eles se apresentam, de fato, bastante deslocados”, afirma De Koning.

Medidas feitas pela sonda espacial Voyager 2, que se aproximou desses planetas distantes em sua viagem para os confins do Sistema Solar e além, mostram que os eixos dos campos magnéticos de Netuno e Urano formam ângulos de 47 graus e de 59 graus com os respectivos eixos de rotação.

Experimentos e simulações

Na Terra, um experimento reportado na revista Nature em 2019 conseguiu produzir uma minúscula quantidade de gelo XVIII que se manteve por um nanossegundo, isto é, um bilionésimo de segundo, antes de se desestruturar. Isso foi conseguido por meio de ondas de choque criadas por laser e lançadas sobre uma amostra de água.

Conforme descreveram os autores do experimento, seis feixes de laser de alta potência foram disparados em uma sequência temporal precisa para comprimir, por meio de ondas de choque, uma fina camada de água encapsulada entre duas superfícies de diamante. As ondas de choque reverberaram entre os dois diamantes rígidos, proporcionando uma compressão homogênea da água que resultou, por um intervalo de tempo diminuto, na fase cristalina superiônica.

“No estudo realizado agora, não fizemos um experimento físico real, mas usamos simulação computacional para investigar as propriedades mecânicas do gelo XVIII e descobrir como suas deformações influenciam os comportamentos observados nos planetas Netuno e Urano”, relata De Koning.

O pesquisador conta que o estudo se valeu da Teoria do Funcional da Densidade (Density Functional Theory ou DFT), um método derivado da mecânica quântica e usado em física dos sólidos para resolver estruturas cristalinas complexas. “Investigamos, primeiramente, o comportamento mecânico de uma fase sem defeitos, que não existe no mundo real. Depois, acrescentamos defeitos para saber que tipos de deformações macroscópicas resultam disso”, explica.

Quando se fala sobre defeitos em cristais, a expressão geralmente se refere a defeitos pontuais, caracterizados pela vacância de íons ou pela intrusão de íons de outros materiais na rede cristalina. Porém, não é disso que se trata aqui. O defeito mencionado por De Koning não é pontual, mas linear. É chamado de “discordância” e ocorre quando uma fase do cristal desliza sobre outra fase. O resultado é parecido com o que ocorre quando se empurra um tapete sobre o chão no sentido longitudinal, produzindo uma ondulação transversal no tapete.

“Em física de cristais, a discordância foi postulada em 1934. Mas só foi observada experimentalmente pela primeira vez em 1956. É um defeito que explica um grande número de fenômenos. Costumamos dizer que ele está para a metalurgia assim como o DNA está para a genética”, sublinha o pesquisador.

No caso do gelo superiônico, a soma de discordâncias produz uma deformação macroscópica bastante conhecida por mineralogistas, metalurgistas e engenheiros: o cisalhamento. “Em nosso estudo, calculamos, entre outras coisas, o quanto é preciso forçar o cristal para ele se romper por meio de cisalhamento”, destaca De Koning.

Para isso, o pesquisador e seus colegas precisaram considerar uma célula bastante extensa do material, com cerca de 80 mil moléculas. Os cálculos exigiram técnicas computacionais extremamente pesadas e sofisticadas, com o emprego de rede neural e aprendizado de máquina (machine learning), e a composição de várias configurações baseadas em cálculos DFT.

“Este foi um aspecto bastante interessante de nosso estudo, a integração de conhecimentos de diversas áreas: metalurgia, planetologia, mecânica quântica e computação de alto desempenho”, conclui De Koning.

O trabalho recebeu apoio da FAPESP por meio de Bolsa de Pós-Doutorado concedida ao primeiro autor, Filipe Matusalém de Souza, sob a supervisão de De Koning; de um Projeto Temático coordenado pelo pesquisador da Unicamp Alex Antonelli; e do Centro de Engenharia e Ciências Computacionais (CCES), financiado no âmbito do programa Centros de Pesquisa, Inovação e Difusão (CEPIDs).

O artigo Plastic Deformation of Superionic Water Ices pode ser acessado em: www.pnas.org/doi/10.1073/pnas.2203397119.
 


José Tadeu Arantes
Agência FAPESP
https://agencia.fapesp.br/gelo-exotico-contribui-para-o-entendimento-das-anomalias-magneticas-de-netuno-e-urano/40025/


Vendas do comércio crescem 1,1% em setembro, diz IBGE

Evandro Monteiro/DC
O setor acumula alta de 0,8% no ano e queda de 0,7% em 12 meses


O volume de vendas do comércio varejista cresceu 1,1% de agosto para setembro deste ano. Na passagem de julho para agosto, o setor tinha apresentado variação de 0,1%. Os dados, da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), foram divulgados nesta quarta-feira, 9/11, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O varejo também apresenta altas de 0,3% na média móvel trimestral, de 3,2% na comparação com setembro de 2021 e de 0,8% no acumulado do ano. No acumulado de 12 meses, no entanto, o setor apresenta queda de 0,7%.

Na passagem de agosto para setembro, seis das oito atividades pesquisadas apresentaram crescimento no volume de vendas: livros, jornais, revistas e papelaria (2,5%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,7%), combustíveis e lubrificantes (1,3%), hiper, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,2%), tecidos, vestuário e calçados (0,7%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, e de perfumaria (0,6%).

Duas atividades, entretanto, tiveram queda no volume de vendas no período: móveis e eletrodomésticos (-0,1%) e outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1%).

A receita nominal do varejo apresentou altas de 0,2% na comparação com agosto, de 13,7% em relação a setembro do ano passado, de 15,5% no acumulado do ano e de 13,5% no acumulado de 12 meses


VAREJO AMPLIADO

O varejo ampliado, que também inclui materiais de construção e veículos, teve alta de 1,5% em setembro na comparação com o mês anterior. Veículos e motos, partes e peças tiveram variação negativa 0,1% e material de construção manteve-se estável.

Também foi registrado crescimento do varejo ampliado em relação a setembro de 2021 (1%). Por outro lado, houve quedas de 0,6% no acumulado do ano e de 1,6% no acumulado de 12 meses.

A receita nominal do varejo ampliado teve altas de 1% na comparação com agosto, 11,9% em relação a setembro do ano passado, 14% no acumulado do ano e de 12,9% no acumulado de 12 meses.

 

 Agência Brasil

Fonte: https://dcomercio.com.br/publicacao/s/vendas-do-comercio-crescem-1-1-em-setembro-diz-ibge


Mapa do gol: estudo mostra como cada país comemora os pontos do seu time no futebol

O ‘Gol’ ainda é o termo mais utilizado entre as 32 seleções participantes da Copa do Mundo do Catar; a palavra inspirou outros termos usados pelos brasileiros nas partidas futebolísticas

 

Com um grito contínuo ou uma repetição estridente: no Brasil, se a bola entrou na rede, é “GOL”. Mas no resto do mundo pode ser bem diferente, segundo pesquisa da Preply. A plataforma de idiomas analisou como os 32 países participantes da Copa do Mundo do Catar comemoram os pontos no futebol em seus idiomas oficiais e descobriu pelo menos 15 termos diferentes. Alguns países possuem mais de um, por adotarem mais de um idioma oficial. As marcantes palavras utilizadas pelos torcedores e narradores estrangeiros carregam um pouco da história de cada nação.

 

Fonte: Preply/2022

 

O ‘Gol’ é o termo que predomina, está presente em 15 dos 32 países selecionados para a Copa do Mundo de 2022. Importamos a palavra da expressão “goal” que significa “meta” e tem origem provável no inglês arcaico “gal”, ou “obstáculo”, segundo o dicionário etimológico do sociólogo americano Douglas Harper. Em seguida, vem a palavra inglesa, com 10 países. 

 

Muitos “Gols” no Brasil

 

No Brasil, o primeiro registro que se tem conhecimento da palavra gol foi na revista “O Malho”, publicada em em 1904, de acordo com o dicionário Houaiss. Tão logo adotamos o vocábulo, ele já se ramificou para definir vários tipos de gols diferentes. Segundo o dicionário Aurélio, temos pelo menos quatro tipos de termos para diferentes marcações de pontos. Gol contra, quando um time marca um ponto involuntariamente contra sua própria equipe; Gol de honra, o único gol marcado por uma equipe derrotada.

 

O famoso “gol de placa”, conceito criado a partir de um gol espetacular feito por Pelé em 1961, no Maracanã, no Rio de Janeiro. Aos 40 minutos do primeiro tempo entre Santos (time de Pelé) e Fluminense, o jogador brasileiro driblou sete adversários não dando chance ao goleiro Castilho de impedir o gol mais bonito de sua carreira. O feito lhe rendeu uma placa honorária, confeccionada pelo jornalista Joelmir Beting.

 

Por fim, o “gol olímpico”, que é feito a partir de uma cobrança de escanteio. O primeiro gol de que se tem notícia saiu em um jogo entre Argentina e Uruguai, no ano em que os uruguaios foram campeões olímpicos de futebol, por isso o termo.

 

Bramka, Tor, Gôl e outros: a diversidade europeia

 

Vários países europeus escolheram nomes distintos para comemorar seus “gols”. Na Polônia, a palavra “Bramka” é utilizada.

 

A Suíça chama de “Gool”, já Alemanha utiliza o termo "Tor" que também quer dizer "portão". No campo, é a palavra que foi utilizada pelos alemães sete vezes no dia 8 de julho de 2014, no estádio do Mineirão. 

 

Nossos mais dolorosos rivais também têm um vocabulário futebolístico amplo. Quando dizem "eigentor", literalmente "gol próprio", estão se referindo a um gol contra. Existe também o “Wembley-Tor”, palavra em alemão que quer dizer "O Gol de Wembley". Este um dos mais polêmicos da história do futebol. 

 

Ocorrido na Final da Copa do Mundo FIFA de 1966, entre Alemanha e Inglaterra no estádio londrino de Wembley, foi realizado pelo inglês Geoff Hurst. Aos 11 minutos da prorrogação, ele chutou a bola no travessão, ela quicou para dentro da área do gol e saiu. Apesar do árbitro suíço Gottfried Dienst ter validado o gol, até hoje persiste a dúvida se a bola teria entrado ou não.

 

Quando algum gol semelhante acontece, os alemães o chamam de “Wembley-Tor”. 

 

Nossos colegas portugueses utilizam “golo”, em vez de “gol”, enquanto na Dinamarca e Croácia as palavras populares são “Mal” e “Cilj”, que se lê “see”

 

Os sons da Ásia e África

 

No Japão, Coreia do Sul, Arábia Saudita, Tunísia, Irã e o anfitrião da Copa, Catar, os nomes dos “gols” podem ser difíceis de pronunciar, por seus alfabetos ideogramáticos, compostos de símbolos e sinais. O primeiro país chama de “ゴール” , ou “gôru”, mas lê-se “gori”. Já as nações do Oriente Médio e da África dizem “هدف”, ou “hadaf”, mas lê-se “redaf”. Por fim, a terra do kpop é a que mais se aproxima do nosso termo. Por lá, eles dizem “” ou “gol”, mas leem algo como “rull”.

 


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Copa do Mundo: Especialista do Banco Ourinvest orienta sobre qual moeda os turistas brasileiros devem levar para o Catar

Para Bruno Foresti, comprar aos poucos, conseguindo assim uma taxa média, sempre é a melhor maneira de evitar perdas muito grande


 

O torcedor brasileiro que pretende ir ao Catar para acompanhar a Copa do Mundo deve planejar a compra da moeda local, o rial. Faltando menos de um mês para o maior evento esportivo, a tendência, segundo Bruno Foresti, Superintendente de Câmbio do Banco Ourinvest, é que a cotação da divisa siga em alta nos próximos dias.

 

“O Rial tem se valorizado bastante nos últimos meses e a tendência é seguir se valorizando até 20 novembro, início da Copa. O ideal é nunca deixar para a última hora, principalmente por conta dessa valorização. Não existe um melhor momento para adquirir a moeda. Comprar aos poucos, conseguindo assim uma taxa média, sempre é a melhor maneira de evitar perdas muito grandes”, recomenda Bruno.

 

Para o especialista, é mais vantajoso já levar rial comprado daqui do Brasil por uma questão de comodidade. Além disso, trocar reais por dólares ou euro para só então trocar pelo rial no Catar pode significar uma perda de dinheiro, visto que a moeda brasileira está perdendo valor e o câmbio segue instável. “Muitos lugares e restaurantes aceitam cartões de créditos, porém é sempre recomendado ter dinheiro local para taxi e para usar em lojas do Souq Waqif (centro comercial de Doha) uma vez que algumas delas só aceitam dinheiro local”, acrescenta.

 

Foresti lembra que ainda os custos na compra da moeda em espécie incluem o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) de 1,10% mais o spread do vendedor da moeda. Diante disso, levar o rial pode ser mais vantajoso que o uso do cartão pré-pago. Isso porque no caso da moeda em espécie haverá uma única conversão, de real para rial, enquanto o cartão pré-pago, além do IOF de 6,38%, geraria duas conversões de real para dólar e, depois, para o rial.

 

A estimativa do especialista é que, por baixo, o turista tenha um gasto diário somente com alimentação e algum passeio de US$ 100,00. Apesar das vantagens da compra do rial, o viajante pode levar dólar, que é amplamente aceito no Catar e um cartão de crédito internacional para usar em imprevistos. “Não existe uma proporção, mas o ideal é que se o viajante tiver sobra de dinheiro da viagem, esta sobra seja em dólar ou euro que são moedas com mais liquidez na troca por reais no Brasil”, diz.


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