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segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Vacinação Covid-19 e doença ocupacional: é possível obrigar o empregado a se vacinar?

A vacina contra o Covid-19 já começou no Brasil e a meta do Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, é imunizar 50% da população até o mês de junho. Embora grande parte dos cidadãos e dos governadores ainda não acreditem que será possível alcançar esse número com um ritmo de vacinação de 3% da população ao mês, o grande questionamento do momento é: os trabalhadores podem ser demitidos por justa causa caso não tomem a vacina?

Primeiramente, é preciso ter em mente que, de certo modo, as vacinas já são obrigatórias no Brasil. Um exemplo disso é o fato de que em muitas cidades e estados é preciso estar com a caderneta de vacinação em dia para disputar cargos públicos e ser matriculado em uma escola, por exemplo.

Uma das fontes sugeridas para comentar esse assunto é Ruy Fernando Gomes Leme Cavalheiro, procurador do Trabalho do MPT em São Paulo e associado do MPD (Movimento do Ministério Público Democrático).

Recentemente, o Ministério Público se posicionou sobre o tema e esclareceu aqueles que, sem justificativa médica, se recusarem a tomar a vacina contra o Covid-19 podem ser demitidos por justa causa. Entretanto, o órgão, que elaborou um documento interno para orientar a atuação dos procuradores, explica quas dispensas devem ocorrer apenas como última alternativa e cabe aos empregadores a tarefa de fazer campanhas de conscientização.

“Se o empregado se recusar a aceitar a vacina, ele tem que justificar o porquê. As negarem a tomar a vacina podem ser punidas por estarem colocando os demais em risco, uma vez que ela se torna um vetor do vírus (Covid-19) no ambiente de trabalho, podendo não apenas contaminar os colegas de trabalho, mas também eventuais prestadores de serviço, fornecedores e clientes de modo geral. Existe na CLT uma série de medidas de punição do empregado, desde advertência, desconto no pagamento, até a demissão como sendo a última opção que está ao cargo do empregador”, explica o procurador.

Considerando-se que a vacinação é de interesse coletivo e os riscos à saúde dos demais trabalhadores quando um empregado opta por não se vacinar, é dever - e mais do que direito - do empregador preservar o ambiente de trabalho e a saúde dos demais colaboradores e afastar qualquer indivíduo que não queira se imunizar.

“A saúde é um direito constitucional, é um direito legal, está previsto em Constituição, tem lei própria e é um direito coletivo também. O empregador tem que considerar, daqui em diante, o risco de adoecimento coletivo de seus empregados por meio da existência de colaboradores que estejam com Covid-19. Isso é uma medida de saúde. É inegável que exista uma pandemia, é inegável que essa pandemia é altamente contagiosa. Temos lei Federal, leis Estaduais e leis Municipais estabelecendo quais são as medidas de contenção do vírus e são elas que trazem ao empregador o dever de considerar todos os riscos. A vacinação é uma medida para evitar o adoecimento coletivo dos trabalhadores”, diz. 

O procurador explica que o Ministério Público do Trabalho não entende que a demissão de um empregado que se recusa a ser vacinado gere um dano coletivo, ou seja, isso não autoriza as empresas a demitirem os seus empregados. "O que está sendo dito é: pode ser demitido, caso esse colaborador, apresente um risco aos demais. Ainda que não haja uma norma nacional estabelecendo imunização obrigatória, a ideia de precaução acaba sendo aplicada, justamente, para evitar que se tenha a infecção de pessoas no ambiente de trabalho". 

Um ano após a chegada do coronavírus no Brasil, ainda existem muitas dúvidas em relação sobre o fato de a doença ser considerada - ou não - ocupacional. Cavalheiro esclarece que é necessária a comprovação de que a transmissão ocorreu no local de trabalho ou em função dele. “Em 2020, o STF, o MPT e o Ministério da Economia reconheceram a relação do Covid-19 como doença ocupacional para gerar não apenas o direito do afastamento do empregado, mas também a obrigatoriedade de autuação dos fiscais do trabalho, com a emissão de auto de infração caso não fossem tomadas as medidas, e também a possibilidade de ser reconhecida a chance de contágio do coronavírus nos programas de saúde do empregador. Tudo isso também se relaciona com a necessidade de vacinação que o Ministério Público do Trabalho defende que tem que ser reconhecida pelo empregador em seus programas de saúde e como causa para conseguir advertir, punir e, eventualmente, dispensar o empregado que se recusa a vacinar”, finaliza.

 

O ano da resiliência para o empresariado brasileiro

Pandemia, vacinação, definição de políticas econômicas e início da corrida eleitoral vão nortear as ações dos empreendedores no País


O ano de 2021 será o ano da resiliência para o empresariado brasileiro. Para quem não sabe o que significa este termo, resiliência é a capacidade do indivíduo lidar com problemas, adaptar-se a mudanças, superar obstáculos ou resistir à pressão de situações adversas — choque, estresse, algum tipo de evento traumático, entre outros.

Na minha opinião, 2021 será tão ruim quanto foi 2020. Primeiro, vale lembrar que enquanto não houver vacinação em massa, não haverá retomada das atividades normais das indústrias. A falta de matéria prima, de produto acabado, eleva os preços dia a dia, pois a lei da oferta e da procura não se pode revogar. A construção civil, por exemplo, sofre com a inflação de insumos como cimento, aço, pedras, acabamento, tintas, entre outros, estando ainda em falta no mercado. Sem contar a mão de obra que está exposta à contaminação e que, quando contaminados, no mínimo se afastam por 15 dias.

Outros setores também vêm enfrentando aumentos generalizados como as indústrias de plásticos, higiene pessoal, alimentação. Além da péssima notícia envolvendo o encerramento das fábricas da Ford, com mais de 5.000 desempregados diretos, sem contar os indiretos. Em sã consciência, não há como mensurar o que as empresas vão enfrentar este ano.

O número de falências, infelizmente, deve manter-se em alta, com aumento de 87% em 2020. O pequeno empresário não consegue manter as portas abertas, seja pela indefinição de políticas de reabertura do comércio, indústria e serviços, além de outros fatores, como afastamento de empregados pela Covid-19, cancelamento de programações de compras de seus clientes, pagamento de ágio de matérias primas como o aço, são alguns exemplos.

Tudo isto leva o empresário a cada dia estar mais vulnerável financeiramente, crescendo assim a inadimplência e por sua vez, pagando com atraso a folha de pagamento e, consequentemente, os empregados não possuem recursos para honrar suas dívidas, ou seja, é um enfileirado de dominó aguardando o primeiro empurrar a pedra inicial e as demais virão caindo uma a uma.

Para quem conseguiu sobreviver ao devastador ano de 2020, 2021 vai exigir ainda mais a busca do equilíbrio financeiro, pois muitos empreendedores precisam se reinventar e criar novas demandas para seus produtos. A onda de vendas de equipamentos para home office tem tendência de decrescimento, pois todos já se abasteceram com os equipamentos. O setor de restaurantes sofrerá ainda mais este ano com o aumento de casos e mortes pelo novo coronavírus, havendo um maior incentivo para o trabalho em casa.

Conheço vários escritórios de advocacia que estão em home office desde março de 2020, ou seja, há 11 meses. Esta nova modalidade de trabalho veio para ficar, tanto que várias empresas têm planos de reduzir os escritórios e, deixando trabalhadores que não são essenciais presencialmente, em regime de trabalho em casa.

A reorganização ou reinvenção deve iniciar com redução de custos, redefinição do mercado alvo, produtos com preços acessíveis à população consumidora, entre outras medidas que cada ramo em particular requer.

Medidas de redução de custos são necessárias dia a dia, em especial para este ano que está incerto se teremos ou não vacina para todos. A recuperação econômica só deve vir a partir do último trimestre deste ano, quando, em princípio, grande parte da população deva estar vacinada e protegida.

A vacinação é a grande aposta do mundo, que está sofrendo com esta pandemia. De modo que as várias vacinas que foram criadas e já começam a ser produzidas e distribuídas, são a grande saída para todos.



Paulo Eduardo Akiyama - formado em economia e em direito desde 1984. É palestrante, autor de artigos, sócio do escritório Akiyama Advogados Associados e atua com ênfase no direito empresarial e direito de família.


http://www.akiyamaadvogadosemsaopaulo.com.br/

10 pilares de comunicação que geram resultados consistentes em meio à pandemia de desinformação

Que todos fomos afetados pela pandemia, não é novidade, mas junto à Covid-19, vivenciamos uma enorme ‘infodemia’: uma pandemia de desinformação que tomou conta daquilo que vivenciamos, assistimos, e lemos. E isso vem fantasiado de notícia. O excesso de informações gera confusão, permite que as fake news ganhem espaço e dificulta a consistência de uma comunicação integrada e estratégica.

E quando temos uma ‘infodemia’ que acaba se alastrando mais rápido do que o próprio vírus? E o que nós, comunicadores, podemos fazer para combater este mal? O mais importante de tudo é comunicar com verdade e legitimidade. Ou seja, mesmo que você esteja falando a verdade, se não acreditar naquilo, seu interlocutor não vai acreditar e a sua marca vai perder credibilidade. Além disso, listo abaixo os dez pilares de uma comunicação eficiente que funcionam perfeitamente em tempos de incertezas, como o que estamos vivendo. São eles:

  1. Tom de voz: é preciso unidade para haver engajamento! Não posso falar com meus clientes de um jeito diferente daquele que trato com a imprensa; não posso tratar meus acionistas com teor diferente daquele que utilizo com meus colaboradores. A unidade na comunicação e o tom de voz alinhado é parte fundamental do sucesso e do engajamento.
  2. Branding e identidade de marca: se minha identidade, minha apresentação visual e meu conteúdo não forem consistentes, dificilmente terei engajamento. O respeito ao DNA da sua marca é fundamental na hora de comunicar.
  3. Inovação não precisa ser pirotecnia: é natural que, ao falarmos de inovação - seja na comunicação ou em qualquer outro âmbito corporativo -, nos lembremos imediatamente do Vale do Silício e das gigantes da tecnologia. Mas inovação não é necessariamente pirotecnia. Mais do que isso, é ter novas ideias que tragam impacto positivo na vida do seu stakeholder. Um exemplo bastante simples é inovar nos canais: se sua audiência (sejam clientes, colaboradores, parceiros, acionistas ou sociedade) não gosta de ler, o que você está esperando para começar a produzir podcasts?
  4. Antecipe necessidades: para isso, comunique-se! Pergunte, pesquise, converse, ouça, analise cases, estude dados. A máxima de que ‘o marketing não questiona necessidades, ele as cria’ é incrível! Eu vou além: se o marketing cria necessidades e se a inovação as provoca, a comunicação deve antecipá-las e solucioná-las. Ao lançar uma nova plataforma para o segmento financeiro com algum nível de complexidade, em vez de esperar que o cliente traga dúvidas, é mais eficaz desenvolver os manuais e tutoriais mais completos que ele já viu.
  5. Encontre seus embaixadores: você provavelmente conhece alguém que ama o iPhone e defende a Apple com unhas e dentes. Você, com certeza, já ouviu alguém elogiando a experiência que teve com a Nespresso. Ah, se você falar mal da Heineken para aquele seu amigo, ele vai entrar em uma briga contigo em defesa da cerveja. Sim, os brand lovers são uma ferramenta muito poderosa. E não precisamos ir para o segmento de consumo e varejo, não. Seus colaboradores, clientes e parceiros, se tiverem uma ótima experiência com seus produtos e serviços, somada a uma comunicação eficiente, clara, facilitadora e integrada, certamente serão os embaixadores da sua empresa.
  6. Dados não são mais o novo petróleo: porque hoje os dados são absolutamente tudo! E são eles que vão direcionar a sua estratégia, ser fonte para as suas análises, ser insumos para suas correções de rota. Avalie quais os dados mais estratégicos para o seu negócio e conte com profissionais e parceiros para minerá-los. E aqui, não posso deixar de dizer: olhe com muita atenção para a LGPD. A Lei Geral de Proteção de Dados é sua aliada e não sua inimiga.
  7. Teste o novo e o diferente: nunca é demais testar opções, pilotar, experimentar, implementar novidades. Para isso, uma dica importante é: construa em conjunto, crie com pessoas diferentes, busque a diversidade e a heterogeneidade. As diferenças trazem riqueza e novas visões. Mais gente diferente criando e comunicando, significa que mais gente diferente também entenderá melhor sua mensagem.
  8. Esteja atento às novidades: Pix, Open Banking, LGPD, marketing digital, estratégias de relacionamento, assistentes virtuais, ‘novo normal’. Não deixe as novidades te ultrapassarem, esteja atento e antenado. Todo bom comunicador e marketeiro deve reservar parte do seu dia para estudar. Lifelong learning não deve ser apenas um termo moderno que você cita em uma palestra ou outra.
  9. Você não precisa de tudo ao mesmo tempo: não é porque a empresa tal está no Instagram, no Facebook e na Globo que você precisa estar. Se sua marca não tem fit cultural com o Tik Tok, qual a necessidade de estar lá apenas ‘por estar’? Foco é o rei do processo estratégico.
  10. E o mais importante: as pessoas: o foco da comunicação deve ser sempre o ser humano! Uma comunicação humanizada, feita por e para pessoas. Uma máxima que sempre persigo com meus times é: digitalizar sem desumanizar.

 


Cristiano Caporici - diretor de Comunicação e Marketing da Tecnobank

 

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

A influência de Mercúrio Retrógrado em nossas vidas


 

 A astrologia é um conjunto de estudos sobre os astros que explicam e justificam alguns acontecimentos em nossas vidas. Os movimentos e posicionamentos dos astros, estrelas e planetas influenciam muito nossa forma de agir. Um grande exemplo disso é Mercúrio Retrógrado. Embora muitos não acreditem, essa retrogradação pode fazer com que os aparelhos eletrônicos tenham um “bug”, as pessoas briguem e até que seu voo atrase. Basicamente, é uma maré de azar, explica a astróloga do Astrocentro, Luana Sudré.

 

Entenda como Mercúrio Retrógrado acontece

 Quando dizemos que o planeta Mercúrio entrou em retrogradação significa que visto da Terra, ele começou a se mover para trás. É importante entender que é apenas uma ilusão de ótica pelo ponto de vista que estamos olhando, por isso dizemos que está em retrogradação. Esse movimento libera uma energia densa que faz com que algumas coisas mudem de curso. A interferência acontece na comunicação, nos aparelhos tecnológicos e em contratos.

 Tudo isso é porque Mercúrio é o planeta que representa a comunicação e o pensamento. Por exemplo, para fechar um contrato ou firmar uma parceria é necessário estar com as ideias claras. Assim, você não irá se arrepender. Mercúrio Retrógrado bagunça um pouco a cabeça de todos.

 Em termos mais astrológicos, esse movimento planetário é um convite para rever e revisitar as questões da nossa vida. Muitas vezes, esse convite se torna uma obrigação. Por exemplo, um casal pode encontrar problemas na hora de conversar por falta de entendimento dos dois lados ou dois colegas de trabalho podem se atrapalhar com os “Jobs” porque a organização falhou.

 É comum ver situações como essa acontecendo durante o período do Mercúrio Retrógrado. Nas duas situações, quando falamos de rever e revisitar, é como uma chamada de atenção para o problema ali. Como ouvir mais ou se organizar melhor.


 Veja como lidar com Mercúrio Retrógrado 

Por ter todo esse impacto e influência em nossas vidas, é necessário um pequeno guia de sobrevivência explicando como passar por esse período e se afetar o menos possível.

 O primeiro passo é sempre buscar as datas da retrogradação. Em 2021 passaremos por essa movimentação três vezes: 31 de janeiro até 20 de fevereiro; 29 de maio até 22 de junho; 27 de setembro até 18 de outubro. Mas para saber mais sobre os outros anos, basta conferir no blog do Astrocentro, pois sempre é publicado alguns conteúdos sobre eventos astrológicos e avisos nos horóscopos.

 Trouxemos algumas dicas básicas para ajudar com Mercúrio Retrógrado. Veja o que fazer e o que não fazer:


 Evite

Quando a retrogradação começar, evite ter pensamentos negativos. Isso porque a partir do momento que isso acontece, se torna um ciclo onde fica cada vez mais complicado encontrar a positividade. Portanto, mantenha sua mente o mais limpa que puder. A segunda dica mais importante é evitar estar em uma “vibe” de solidão, você pode acabar se sentindo mal.

 Na hora de conversar, procure não exagerar nas palavras. Não seja apressado, não crie expectativas distantes da realidade. O mais importante é que, caso você crie essas expectativas, não as despeje em outra pessoa. Isso pode acarretar muitos outros problemas. Por fim, não coloque prazos irreais e difíceis. Isso dentro do período de Mercúrio Retrógrado apenas vai causar mais pressão.


 Priorize

Assim que encontrar algum problema, pense em uma solução para ele. Use essa inquietude para encontrar resolução dentro daquilo que está te afligindo. Se o primeiro não funcionar, tente mais uma vez e por aí vai. Outra dica bem legal para adicionar nas prioridades é a flexibilidade. Isso significa ser mais resiliente, mais adaptável e ter mais paciência. Isso vai te ajudar a encontrar o caminho com respostas.

 Na hora de buscar o que fazer, tente se afastar da situação. Quanto mais geral a solução, melhor. Por fim, tente evitar conversar sobre grandes questões, porque não será o momento para isso.

 Em questões de tecnologia, mantenha o backup do seu celular e computador atualizados. Isso porque esses aparelhos podem acabar te deixando na mão em algum momento, então esteja um passo à frente para não passar por isso.

 


Astrocentro

www.astrocentro.com.br

 

Dia do Esportista: conheça a origem da data e cuidados na hora de começar uma nova atividade

Celebrado em 19 de fevereiro, data é usada na conscientização e incentivo à prática de esportes


Em 19 de fevereiro é comemorado o Dia do Esportista, data dedicada a homenagear e conscientizar sobre a prática de esportes, assim como a importância de uma vida mais saudável. Conhecido também como Dia do Desporto, a data foi criada originalmente a partir da Lei nº 8.672, de 6 de julho de 1993, conhecida como "Lei Zico". No artigo 54 constava que o dia 19 de fevereiro seria destinado como o Dia do Esportista.

A prática de esportes, aliada a outros hábitos saudáveis, é importante não só para o corpo, mas para a mente também, e contribui para o desenvolvimento de outras habilidades, como concentração, coordenação motora, respiração, postura, entre outros benefícios. Atletas amadores, ou mesmo quem realiza esportes por lazer e saúde, também podem comemorar a data.

O importante é sempre estar atento aos cuidados necessários em qualquer prática esportiva, como consultar um médico antes de começar a praticar, calçar um tênis adequado e utilizar acessórios que possibilitem uma correta e confortável prática esportiva, tanto para os treinos amadores ou profissionais.

Muitos não sabem ou ainda não utilizam, mas as meias ou canelitos de compressão são aliadas importantes para a prática de esportes, corridas e exercícios, pois auxiliam e recuperam o músculo durante e após o exercício, seja de leve, média ou alta intensidade. A SIGVARIS GROUP, marca especialista em produtos de compressão, possui a linha de meias de compressão UP, que é composta pela UP 25, destinada à melhora do desempenho na realização de atividades, e a UP 17, desenvolvida para a recuperação muscular.

A tecnologia aplicada nas meias da linha UP permite conforto durante o exercício, pois não esquenta as pernas dos atletas. Os acessórios também ajudam na remoção do ácido lático que pode ficar acumulado ao final do exercício.

As meias ou canelitos de compressão graduada podem ser encontradas no e-commerce da SIGVARIS GROUP: https://loja.sigvaris.com.br/. E para celebrar o mês dos esportistas toda a linha UP está com 10% de desconto durante todo o mês de fevereiro.

 

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Conheça as 5 principais tradições italianas que caíram no gosto dos brasileiros


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Atualmente, quase 35 milhões de ítalo-brasileiros vivem em terras brasileiras

 

Conhecer as tradições italianas é crucial para o total entendimento de diversos aspectos sociais e culturais brasileiros, afinal o Brasil é um dos países com mais imigrantes italianos do mundo. Atualmente, quase 35 milhões de ítalo-brasileiros vivem em terras verde-amarelas. Devido à importância dessa influência, o Dia Nacional do Imigrante Italiano ganhou uma data: 21 de fevereiro, dia em que o Vapor "La Sofia" atracou no Brasil com as primeiras famílias vindas diretamente do país da bota.

“O Dia Nacional do Imigrante Italiano é, também, um grande marco emocional no coração dos descendentes de italianos. É a história de muitas famílias, inclusiva da minha”, conta Renata Bueno, presidente do Instituto Cidadania Italiana. “Meu avô, Alberto Brustolin, deixou Treviso em 1920 e veio para o Brasil na intenção de poder oferecer uma boa condição de vida para toda a família”, relembra.

Com tantos imigrantes, os costumes da Itália chegaram para ficar. Entre as principais tradições que caíram no gosto dos brasileiros estão a gastronomia, a arquitetura, a língua, as festas e a cultura familiar. Conheça mais sobre a história de cada um desses itens na lista que preparamos para você.


1. Gastronomia

Muitos pratos têm origem italiana, tais o gnocchi, o fettuccine, a pizza, a lasanha e muitas outras delícias. Além disso, foi tão somente após a imigração que se passou a cultivar verduras e fubá nos quintais para consumo familiar e venda. O uso de embutidos, como calabresas e mortadelas, também é proveniente dos italianos.


2. Arquitetura

Os navios que chegavam da Itália vinham não somente com trabalhadores, mas construtores também, que traziam consigo os ideais arquitetônicos italianos: casinhas estreitas, feitas de pedra ou madeira. Esse estilo de arquitetura é bastante presente no Sul do Brasil, principalmente.


3. Língua

Uma das tradições mantidas pelos italianos aqui no Brasil é o famoso “tchau”, que tem origem da palavra “Ciao”, utilizada na Itália como uma saudação informal.  Outras palavras de origem italiana são: alarme, artesão, banquete, cascata, festim, gazeta, maestro, máfia, panetone, polenta, soneto, trampolim e violino. E ainda temos o “Talian”, uma língua reconhecida oficialmente no Brasil, que é muito falada em colônias italianas de Santa Catarina e Rio Grande do Sul.


4. Família

Na tradição italiana, família é muito mais que apenas o pai, a mãe e os filhos. Ela se estende para os tios, tias, primos, avós, cachorro, gato e papagaio. Além disso, as famílias têm o costume de se reunir com frequência, em encontros regados a muita comida e, claro, um bom vinho.


5. Festas

Nas festas tradicionais que acontecem nas diferentes cidades do Brasil, é possível celebrar a cultura italiana por meio de música, dança, religião, culinária e muita conversa. Alguns exemplos são: Festitália de Blumenau, em Santa Catarina, a Festa de Nossa Senhora Achiropita, em São Paulo, a Festa Tradicional Italiana de Belo Horizonte, em Minas Gerais, e a Festa Nacional da Uva de Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul.

 

SETE DICAS PARA VOCÊ CONQUISTAR SEUS OBJETIVOS MAIS FACILMENTE

 


Entre a idealização e a materialização de todo sonho existe um longo percurso no qual muita gente se perde e acaba desistindo de realizar seus planos. Colocar os desejos no papel é um dos passos essenciais para organizar a trajetória até a conquista de todo objetivo.

De acordo com Rodolfo Ribeiro, empreendedor e CEO da 7waves - app de planejamento de metas pessoais - é preciso encontrar o equilíbrio entre planejamento e motivação quando o assunto é ir atrás das metas, sejam elas pessoais ou profissionais. Além da organização do passo a passo do que se deseja, é importante que o indivíduo alinhe suas expectativas à realidade do que ele pode pode fazer com os recursos que tem disponíveis, além de criar suas próprias estratégias para conseguir o que ainda não dispõe. "Todo mundo é capaz de conquistar o que deseja, desde que consiga criar, à sua maneira, uma caminho para chegar atá lá. Acreditar que pode-se atingir um objetivo sem planejamento pode ser uma grande fonte de frustração", diz o especialista.

Para te ajudar a criar boas resoluções e alcançar seus objetivos, Ribeiro destacou algumas dicas. Confira!

1 Cultive uma perspectiva positiva - Ao encarar as dificuldades que a vida nos apresenta, criamos oportunidades de aprendizado que podem nos fortalecer para quando novos desafios surgem;

2 Seja sincero consigo mesmo - Para evitar frustrações, elabore seus objetivos com uma visão realista quanto aos recursos de tempo e dinheiro que você precisa. Faça uma análise honesta da sua situação atual e busque a experiência de outras pessoas que já chegaram onde você quer chegar;

3 Tenha uma relação consciente com seu dinheiro - Saber economizar e investir seu dinheiro é fundamental para não ser pego desprevenido no futuro. Afinal, imprevistos podem acontecer e ter uma reserva de emergência pode evitar que você passe por apuros. Investir o seu dinheiro de maneira consciente com certeza vai tornar seu planejamento mais fácil;

4 Trace objetivos que você possa controlar - Criar resoluções que dependem de outras pessoas ou de circunstâncias externas pode ser uma aposta arriscada. Estabeleça suas metas pessoais de forma que elas dependam apenas das suas próprias ações e recursos ao longo do ano;

5 Estabeleça prazos - Ao não fixar um prazo limite para as suas metas você aumenta a probabilidade delas ficarem perdidas, sem receber a atenção necessária para que você cumpra as etapas da conclusão dos seus objetivos. Por isso é essencial definir datas para a finalização de cada ação;

6 Cuide-se - Além do cuidado com a saúde física, mente e espírito também precisam estar no topo da lista de cuidados diários, para que assim tenhamos um maior equilíbrio nas rotinas e, por consequência, mais qualidade de vida. O combo alimentação saudável, atividade física e momentos de relaxamento, seja a partir da meditação ou alguma outra prática que proporcione a liberação do estresse diário, vai trazer mais energia e vitalidade para o seu dia a dia;

7 Não espere, faça acontecer! - Com a sua lista de resoluções em mãos, o próximo passo é fazer acontecer. Para que seus sonhos se concretizem é preciso se colocar em movimento e ir em busca do que você deseja. O app 7waves pode te ajudar em todas as etapas das suas conquistas, disponibilizando conteúdos que te ajudam a descobrir e planejar seus objetivos de vida.

 

7waves

Doutor tontura alerta crise dos sintomas

 COMO AGIR EM CASOS DE LABIRINTITE (VERTIGEM)?


É muito comum as pessoas se perguntarem o que fazer quando a “labirintite" atacar. Mas, tenha calma! Usando a palavra TONTURA, Dr. Saulo Nader, neurologista da USP e do Albert Einsten, criou um passo-a-passo sobre o que fazer em um momento de crise.

T - Tenha calma
O - Oriente-se
N - Não fique em pé
T - Tranque a boca
U - Una forças
R - Remédios
A – Aguarde


Vamos agora entender detalhadamente o que significa cada letra:

T- Tenha calma!

Na esmagadora maior parte das vezes, você NÃO corre risco de morte por causa de uma crise de "labirintite". Nesses momentos, é normal haver ansiedade, a qual pode até mesmo simular uma crise de pânico, com um aperto no peito e uma angústia. É comum surgir perguntas como: será que isso vai passar? Será que eu vou morrer? Mas lembre-se: mantenha a calma!


O – Oriente-se
Como assim? Tudo começou a girar e surgiu um atordoamento na cabeça, mas você precisa se orientar no espaço para não cair. Então, para se situar, se apoie nos móveis próximos, em uma parede ou dê a mão para alguém.


N – Não fique em pé
Se você permanecer em pé, terá o risco de cair e se machucar. Por isso, é necessário ficar sentado ou deitado, depende de qual posição você se sente mais confortável. Algumas pessoas preferem permanecer sentadas na crise de vertigem, outras se sentem mais confortáveis deitadas.


T – Tranque a boca
Nesse momento de crise, nada de beber ou de comer algo. É comum que um parente ou amigo traga um copo de água com açúcar, mas ingerir algo nessa hora pode aumentar a chance de vomitar. Então, nada na boca


U – Una forças
Respire fundo e se recomponha. Você esta indo muito bem, já está em segurança em uma posição confortável (sentado ou deitado). Então vamos lá para os próximos passos, respire fundo e se recomponha


R – Remédio
Qual remédio? Aquele que o seu médico te indicou. Há um grupo de remédios utilizados como abortivos da crise de vertigem. A função desses remédios é diminuir a potência da crise (ficar mais leve) e a sua duração (ficar mais curta). Exemplos de remédios com essa finalidade: meclozina, ondansentrona, dimenidrato e clorpromazina. MAS ATENÇÃO! Não se automedique jamais, use os medicamentos recomendados pelo SEU médico para a SUA crise de "labirintite".


A – Aguarde
Vai passar! A crise uma hora passa. Existem crises que irão durar segundos, outras, minutos, e até mesmo horas ou dias. Cada doença tem a sua duração da crise. Mas ela vai passar. Aguarde os remédios agirem e a crise passar. Ela vai acabar em algum momento.


E FIQUE LIGADO!
“Labirintite” é um termo geral, por trás dessa palavra existem dezenas de doenças que geram vertigem e que podem explicar a sua crise.


QUANDO PROCURAR O PRONTO-SOCORRO?

"Se for a sua primeira crise e ela for muito intensa ou durar muito tempo, é valido procurar um pronto-socorro, pois isso pode ser um indicativo de doenças benignas ou de uma doença mais grave, como o Acidente Vascular Cerebral (AVC). Se você já tem o diagnóstico por trás da sua 'labirintite', mas a crises não esta aliviando com os remédios que você costuma usar ou a intensidade é diferente das anteriores, a recomendação também é procurar ajuda médica ou um hospital", finaliza Dr. Saulo.

 

Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo: um em cada seis adultos aumentou consumo de álcool na pandemia


Entre as válvulas de escape buscadas pelas pessoas no isolamento causado pela pandemia do novo coronavírus, o consumo excessivo e frequente do álcool tem se demonstrado nocivo também à saúde mental. No Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo (20/02), o médico psiquiatra do Vera Cruz Hospital Petrus Raulino alerta para riscos de ansiedade e depressão. Segundo o especialista, pesquisas internacionais apontam que um em cada seis adultos apresentou aumento do consumo de álcool na pandemia. "O estudo demonstrou, ainda, que quanto maior o consumo de álcool, maior a associação com transtornos mentais, como a depressão. Ou seja, o que seria uma tentativa de fugir da ansiedade pode se tornar justamente uma forma de se intensificar estes problemas", explica o especialista.

Ainda de acordo com o psiquiatra, existem diversas maneiras de identificar a dependência do álcool: o indivíduo bebe mais do que gostaria, ou deseja controlar o uso, mas não consegue; desejo intenso de beber; interferência negativa na rotina profissional, familiar ou social pelo uso do álcool; tolerância, quando se consome quantidades maiores para obter o mesmo efeito; e síndromes de abstinência ao se interromper o consumo, com sinais como tremores, por exemplo. "É importante alertar que o preço que se paga pelo alcoolismo deixa de ser somente financeiro, uma vez que o consumo excessivo prejudica a qualidade do sono, exatamente quando o cérebro deveria se regenerar. Além disso, podem surgir problemas, como cirrose, cardiopatias, perdas cognitivas, doenças no fígado, coração, pâncreas e cérebro", afirma.


Diálogo e exercício

Segundo a Organização Mundial da Saúde, em todo o mundo, 3 milhões de mortes anuais resultam do uso nocivo do álcool, o que representa 5,3% de todas as mortes. Os caminhos indicados pelo psiquiatra do Vera Cruz Hospital para reverter esses índices são: diálogo, mudança de hábito e até não expor o cérebro ao consumo. Além disso, o médico reforça que na adolescência e acima dos 60 anos, quando o cérebro ainda está, respectivamente, em formação ou com sinais de neurodegeneração, o consumo é mais prejudicial do que em qualquer outro período da vida. "O grande erro dos pais está, por exemplo, em permitir que seus filhos adolescentes consumam bebidas alcoólicas dentro de casa por considerarem ali um lugar seguro. O ideal é não permitir e abrir um canal de comunicação, afinal, estamos na era do conhecimento e, muitas vezes, os adolescentes precisam ser entendidos e não submetidos a experiências como essas", explica.

Ainda segundo ele, atividades físicas, técnicas de relaxamento, acompanhamento psicológico e até atividades ligadas a espiritualidade podem ser grandes aliados para uma redução no consumo. Já em casos mais intensos, Raulino recomenda a busca voluntária por tratamento médico psiquiátrico do quadro, com o uso de medicamentos e até abordagem psicoterápica. "O mais recomendado, sem dúvida, é encorajar para que a pessoa que precisa de ajuda tome essa decisão, pois se sentindo parte dela, já é um grande sinal de que o tratamento será efetivo", conclui.



Vera Cruz Hospital

 

 

Entenda por que os idosos têm mais problemas urinários e como identificar se é hora de procurar um médico

 Com o passar dos anos começam a surgir sintomas como vontade urgente de urinar, levantar-se durante a noite repetidas vezes para ir ao banheiro ou ardência na hora da micção. Por isso, o acompanhamento e entendimento do que é ou não saudável é um dos caminhos para se chegar à terceira idade com qualidade de vida

 

Pixabay

Com o avanço da idade, a preocupação com a saúde se torna mais necessária e presente na vida de homens e mulheres. Ao passar dos 60 anos, a frequência de consultas e exames de rotina tende a aumentar, uma vez que a idade se torna um fator de risco para muitas doenças e o acompanhamento deve ser mais habitual e cuidadoso. 

Segundo a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), os idosos têm maiores chances de desenvolver doenças urológicas a partir dos 65 anos, sendo 10% dos homens e 20% das mulheres nessa faixa etária acometidos. A partir dos 80, o risco está relacionado a quadros mais com poucos sintomas,  que dificultam um diagnóstico precoce e até mesmo diminuem a chance de sucesso do tratamento.

Dentre as doenças do trato urinário que mais afetam a terceira idade, destacam-se, além da infecção urinária, as alterações no hábito urinário. A bexiga hiperativa, também conhecida como “bexiga irritada”, é uma das principais causas de alteração da micção nesta população, e se apresenta como a vontade repentina e urgente de urinar. A infecção urinária é uma das doenças que mais incomodam as pessoas acima dos 60 anos, que pode ser mais comum nas mulheres mais jovens, mas que se torna comum também dentre os homens a partir desta idade. 

Nos homens, o aumento benigno da próstata – que não significa câncer – é uma das principais causas de incômodo urinário. Apesar do rastreio e acompanhamento para detecção precoce do câncer de próstata ser importante por este ser a doença maligna mais comum dentre os homens, o crescimento benigno da próstata é uma condição extremamente comum podendo acometer até 50% dos homens a partir dos 50-60 anos.


Identificando os problemas urinários

Para um diagnóstico precoce e tratamento eficiente, é importante procurar um médico assim que perceber mudanças na rotina de ir ao banheiro, seja para mais ou para menos. Mais recomendado ainda é ter um acompanhamento com o urologista, especialidade que trata do sistema urinário, de modo a entender o que são padrões urinários aceitáveis ou não, e poder receber o tratamento adequado quando indicado sem atraso e prejuízo da qualidade de vida do homem. 

O especialista no assunto, o urologista Dr. Willy Baccaglini, explica quais são as principais queixas dos idosos nas consultas. “Nos homens, levantar-se durante a noite para urinar é a queixa mais comum. A partir dos 50 anos, os homens diminuem a produção do hormônio antidiurético e, naturalmente, começam a urinar com mais frequência durante a noite. Um idoso urinar até duas vezes é normal, uma vez que a produção do hormônio diminui”, detalha.

Além disso, o especialista pontua um caso que requer atenção. “Quando um homem se levanta a noite muitas vezes para urinar, principalmente aqueles mais jovens, com 40-50 anos, tendo que produzir no trabalho no dia seguinte sem um sono de qualidade, isso pode se tornar um grande problema. Além do jato fraco, a incapacidade de esvaziar totalmente a bexiga é outro sintoma comum”, afirma, ressaltando que a frequente vontade de urinar de repente é um dos sintomas mais alarmantes e incômodos para o homem.

Estatisticamente, as mulheres sofrem mais com problemas no trato urinário, sendo esse número ainda mais significativo com o avanço da idade. Além de outros fatores, a menopausa pode acabar contribuindo para o desenvolvimento da incontinência urinária. “Isso ocorre porque, na menopausa, a mulher deixa de produzir estrogênio que pode se relacionar ao enfraquecimento na musculatura do assoalho pélvico, o que torna mais difícil conter a urina e contribuir para o surgimento da incontinência”, explica Baccaglini.


É melhor prevenir

Todo mundo já ouviu, pelo menos uma vez na vida, a frase “é melhor prevenir do que remediar”. E de fato é. Na prática, fazer consultas de check-up e ter um acompanhamento médico antes de identificar algo de errado no corpo é o primeiro passo para garantir uma vida mais saudável. Dessa forma, o que for plantado ainda na juventude, resultará em uma velhice com mais disposição e vitalidade. 

Culturalmente, as mulheres costumam frequentar mais o médico, enquanto os homens tendem a evitar. Os números das pesquisas comprovam: segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 69% dos homens procuraram um médico em 2019. Em comparação, 82% das mulheres se consultaram no mesmo ano.

No caso do trato urinário, o exame de próstata, por exemplo, ainda é um tabu para muitos, o que pode prejudicá-los, conforme explica o urologista. “O homem, por essa questão menos permissiva de autocuidado, normalmente se acostuma com os sintomas que se instalam ao longo dos anos. Quando ele percebe, já está urinando muito mal, mas já se acostumou a viver dessa forma” explica Baccaglini, ressaltando que, urinar muitas vezes durante o dia é um mau sinal, pois a bexiga pode não estar sendo esvaziada da maneira correta. 

Algumas das principais causas de infecção urinária são naturais do corpo humano, como o caso do crescimento da próstata nos homens e a menopausa nas mulheres. Na população feminina, o número de partos e a forma como foi a assistência aos partos também podem interferir. Em outros casos, obesidade, diabetes e doenças coronarianas podem colaborar para o surgimento de problemas urinários e esses, sim, podem ser evitados, senão ao menos o controle destes fatores pode facilitar o tratamento caso surjam os sintomas urinários. 


Interferências neurológicas

Outro fator que se relaciona com as doenças urinárias, principalmente a ITU, é o surgimento de doenças neurológicas, como Alzheimer, esclerose múltipla ou AVC. Esse tipo de doença pode desregular o funcionamento da bexiga, trazendo complicações no funcionamento do trato urinário. 

“A bexiga depende da coordenação entre cérebro, medula e a própria bexiga. A bexiga é um órgão que age, mas também transmite sinais para o cérebro entender o que está acontecendo lá embaixo. Esses sinais são transmitidos da bexiga para o cérebro e do cérebro para a bexiga através da medula. E quando há alguma doença neurológica seja no cérebro tal como um AVC, seja na medula como a esclerose múltipla, o paciente por vir a desenvolver sintomas urinários”, detalha o especialista. 

A saúde e bem-estar dos idosos é um reflexo dos hábitos de uma vida inteira. Por isso, é importante ter uma vida saudável para chegar bem à terceira idade. Dessa forma, para evitar infecções urinárias ou problemas de micção, fica clara a importância da prevenção e acompanhamento, que garantem uma maior qualidade de vida na terceira idade e um envelhecimento mais saudável. 

 



Dr. Willy Baccaglini - Especialista em Uro-Oncologia;

Mestre em Medicina Sexual pela FMABC;

Professor na FMABC;

Membro do Corpo Clínico do Hospital Israelita Albert Einstein como Uro-Oncologista. 

 

Desmistificando a hipnose

Entenda como essa terapia pode ajudar no seu crescimento pessoal


Embora algumas pessoas relacionem a hipnose com bruxaria, misticismo, religião, dentre outros termos, ela está cada vez mais presente na sociedade em geral. Ao contrário do que muitas pessoas pensam, a hipnose pode ser uma ótima aliada para ajudar no desenvolvimento pessoal, trabalhando questões emocionais, como traumas, fobias, ansiedade, depressão e até mesmo dores crônicas.

Apesar de muitas pessoas terem medo do termo, todos nós entramos neste estado de 20 a 25 vezes por dia, por exemplo, quando estamos vidrados numa série, quando choramos assistindo um filme, quando nos emocionamos lendo um livro ou até mesmo quando ficamos nervosos assistindo uma partida de futebol.

Os hipnólogos, que lidam diariamente com esse preconceito, afirmam que a hipnose é um modo de assumir o controle da própria vida. Para Madalena Feliciano, hipnoterapeuta formada pelas melhores escolas de hipnose, “Hipnose não é cura, mas tem poder curativo. Atua diretamente na mente subconsciente proporcionando uma oportunidade para o indivíduo ressignificar eventos e até situações traumáticas, além de potencializar seus recursos como confiança, segurança, autoestima, tranquilidade, serenidade, autocontrole, dentre vários outros.

A hipnose é um estado alterado de consciência que envolve aumento de foco e que permite uma maior capacidade de resposta à sugestão do hipnoterapeuta. Durante o processo é possível ressignificar experiências passadas, trazendo uma nova perspectiva positiva e fortalecedora, conta Madalena.

Vale lembrar que a hipnose é reconhecida pelos Conselhos de medicina, odontologia, fisioterapia e psicologia, inclusive atualmente é uma terapia integrada no SUS.

“2019 foi o pior ano da minha vida com a perda repentina da minha mãe”, conta Juliana Lima. “Fiquei meses em depressão, me sentindo culpada por não ter tido tempo de me despedir dela e até tentei suicídio, foi quando me indicaram a hipnose.”  “Após 3 sessões, consegui me livrar da angustia, da depressão, e hoje me lembro somente dos bons momentos que vivemos juntas!”  

“Este é um relato que me emociona até agora”, diz Madalena. “Saber que é possível dar novo sentido à vida das pessoas, fortalecendo sua saúde e perspectiva sobre a vida é uma das melhores experiências que um ser humano pode ter!”, finaliza.

 


Madalena Feliciano - Gestora de Carreira e Hipnoterapeuta

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