Pagamentos por aproximação, celulares
desbloqueados e distração nas multidões aumentam a vulnerabilidade em meio a folia
iStock (klebercordeiro)
Com blocos lotados, pagamentos cada vez mais rápidos e celulares
sempre à mão, o Carnaval se tornou um dos períodos mais sensíveis para a
segurança digital. Mais do que evitar a perda física do aparelho, o desafio do
folião é proteger dados pessoais e impedir prejuízos financeiros em um ambiente
marcado por aglomerações e distrações. Nesse cenário, unir comportamento
preventivo a ferramentas de proteção digital deixou de ser opcional.
A segurança começa nas escolhas mais simples, como a forma de pagar
e as configurações do celular. Atenção aos valores exibidos nas maquininhas,
uso consciente do pagamento por aproximação e ativação de recursos como
biometria e autenticação em dois fatores fazem toda a diferença. “Não basta ter
o aplicativo do banco instalado. É fundamental que as camadas de defesa estejam
ativas e alinhadas ao comportamento do usuário. No Carnaval, o cansaço e a
distração reduzem a percepção de risco, facilitando golpes envolvendo leitura
indevida por aproximação (NFC skimming) e uso de maquininhas adulteradas,
alerta Evandro Carlos Teruel, coordenador dos cursos de Tecnologia em Segurança
da Informação e Segurança Cibernética EAD.
Na prática, antecipar vulnerabilidades é o principal fator de
proteção. O uso de carteiras digitais configuradas para exigir autenticação
biométrica nas transações, a desativação da função de pagamento por aproximação
do cartão no aplicativo do banco e o bloqueio remoto do aparelho em caso de
furto ajudam a aumentar a blindagem digital. “Mesmo que o celular seja levado,
essas medidas impedem o acesso às contas e reduzem significativamente os
danos”, explica Teruel.
A segurança, porém, não depende apenas do usuário. Ela começa
muito antes da transação, na infraestrutura dos serviços financeiros. Definir
limites diários para transferências via Pix, ativar notificações em tempo real
e acompanhar movimentações suspeitas são práticas que fortalecem a proteção do
consumidor. “Quando monitoramento e prevenção atuam juntos, a tecnologia deixa
de ser uma ameaça e se torna uma aliada poderosa contra prejuízos financeiros”,
destaca o especialista.
Entre as principais tendências em segurança digital estão a
biometria comportamental, capaz de identificar padrões suspeitos de uso, e o
uso criterioso de VPNs como camada adicional de proteção em redes públicas
abertas. Esse cenário impulsiona a demanda por profissionais preparados para
atuar de forma estratégica na proteção de dados e sistemas em ambientes
altamente conectados.
Entre as principais tendências em segurança digital estão a
biometria comportamental, capaz de identificar padrões suspeitos de uso, e o
uso criterioso de VPNs como camada adicional de proteção em redes públicas
abertas. Esse cenário impulsiona a demanda por profissionais preparados para
atuar de forma estratégica na proteção de dados e sistemas em ambientes
altamente conectados.
Na Gestão da Tecnologia da Informação, esses profissionais são
responsáveis por definir políticas de segurança e governança, garantindo que a
inovação caminhe lado a lado com a proteção de dados. Já a graduação em
Segurança da Informação foca na confidencialidade, na conformidade com a LGPD e
na análise de riscos. Por sua vez, a área de Segurança Cibernética, como área
especializada da Segurança da Informação, concentra-se na defesa técnica
contra-ataques ativos, como malwares e invasões em tempo real.
Para atender a esse mercado em expansão, as graduações EAD em
tecnologia formam profissionais com visão sistêmica, capazes de atuar na gestão
de riscos, na inteligência contra ameaças e na criação de ambientes digitais
seguros, fundamentais não só para grandes eventos como o Carnaval, mas para
toda a economia digital. Clique no link e conheça as opções oferecidas pela instituição.
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