Educação executiva contínua emerge como estratégia de carreira e profissionais globais com repertório internacional estão um passo à frente.
A
discussão sobre inteligência artificial e automação não é mais sobre
substituição de empregos — é sobre quem consegue adicionar valor em contextos
de decisão e resolução de problemas complexos. E a conclusão tem um ponto em
comum: quem para de aprender tende a perder espaço, independentemente de
formação acadêmica tradicional.
“Não é
falta de estudo formal que vai tirar oportunidades de alguém; é falta de
aprendizado contínuo que o mercado vai penalizar”, afirma Luísa Vilela, CEO
& co-founder da Laiob.
Programas
de educação executiva internacional — como os desenvolvidos em parceria com a
Ohio University (EUA) e com a The University of Akron — combinam teoria,
prática e networking com executivos do mundo todo. 
Segundo
dados de alianças acadêmicas, mais de 7.000 profissionais já foram impactados
por programas Laiob, distribuídos em diversas frentes — gestão, inovação,
marketing, finanças e liderança estratégica. 
Esse tipo
de repertório prepara líderes para ambientes onde as decisões rápidas, dados e
contexto cultural global são tão críticos quanto conhecimento técnico básico.
Luísa
destaca que experiências internacionais de curta duração, como a imersão em
Lisboa ou em Milão, amplificam esse repertório de forma acelerada: “A
convivência com líderes de outras realidades, a discussão de cases globais e a
exposição a práticas diferentes elevam as capacidades do participante.”
Organizações
em mercados competitivos apontam que líderes que investem em educação contínua
tendem a se ajustar melhor a mudanças estruturais — desde inovações
tecnológicas até transformação organizacional profunda.
A
educação executiva deixa de ser um parêntese na carreira e passa a ser um
componente recorrente, ajustando repertório ao ritmo das transformações.
Esse
movimento é especialmente relevante para profissionais que atuam na interseção
entre negócios e tecnologia — setores onde aprendizado constante não apenas
agrega, mas sustenta a carreira ao longo do tempo.
De
acordo com Luísa, planejamento de carreira não pode mais ser linear: “É um
ciclo contínuo de atualizações, experiências e construção de redes que
sustentam o crescimento.”

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