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segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026

Quem vai perder espaço para a IA não é quem tem menos estudo, é quem parou de estudar, afirmam especialistas

Educação executiva contínua emerge como estratégia de carreira e profissionais globais com repertório internacional estão um passo à frente.

 

A discussão sobre inteligência artificial e automação não é mais sobre substituição de empregos — é sobre quem consegue adicionar valor em contextos de decisão e resolução de problemas complexos. E a conclusão tem um ponto em comum: quem para de aprender tende a perder espaço, independentemente de formação acadêmica tradicional. 

“Não é falta de estudo formal que vai tirar oportunidades de alguém; é falta de aprendizado contínuo que o mercado vai penalizar”, afirma Luísa Vilela, CEO & co-founder da Laiob. 

Programas de educação executiva internacional — como os desenvolvidos em parceria com a Ohio University (EUA) e com a The University of Akron — combinam teoria, prática e networking com executivos do mundo todo.  

Segundo dados de alianças acadêmicas, mais de 7.000 profissionais já foram impactados por programas Laiob, distribuídos em diversas frentes — gestão, inovação, marketing, finanças e liderança estratégica.  

Esse tipo de repertório prepara líderes para ambientes onde as decisões rápidas, dados e contexto cultural global são tão críticos quanto conhecimento técnico básico. 

Luísa destaca que experiências internacionais de curta duração, como a imersão em Lisboa ou em Milão, amplificam esse repertório de forma acelerada: “A convivência com líderes de outras realidades, a discussão de cases globais e a exposição a práticas diferentes elevam as capacidades do participante.” 

Organizações em mercados competitivos apontam que líderes que investem em educação contínua tendem a se ajustar melhor a mudanças estruturais — desde inovações tecnológicas até transformação organizacional profunda. 

A educação executiva deixa de ser um parêntese na carreira e passa a ser um componente recorrente, ajustando repertório ao ritmo das transformações. 

Esse movimento é especialmente relevante para profissionais que atuam na interseção entre negócios e tecnologia — setores onde aprendizado constante não apenas agrega, mas sustenta a carreira ao longo do tempo. 

De acordo com Luísa, planejamento de carreira não pode mais ser linear: “É um ciclo contínuo de atualizações, experiências e construção de redes que sustentam o crescimento.”


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