Pesquisar no Blog

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

Cuidar é preparar: tudo que a mamãe precisa saber sobre o ômega 3 da gestação ao aleitamento



Pediatra seleciona curiosidades esta que é considerada a gordura do bem

Não é exagero afirmar que é preciso cuidar da saúde do bebê antes mesmo dele nascer. Os mil primeiros dias (gravidez + os primeiros dois anos de vida) são determinantes para o bom desenvolvimento do novo membro da família. E a placenta não é o limite entre o compartilhamento mamãe-bebê. O leite materno continua fazendo a função de enviar nutrientes imprescindíveis para a evolução saudável do pequeno seja ela física ou cognitiva.

Para a Associação Brasileira de Nutrologia, a ingestão de ômega 3 – conjunto de gorduras, das quais fazem parte o EPA (ácido eicosapentaenóico) e o DHA (ácido docosahexaenoico) – durante a gravidez e o aleitamento traz benefícios como um desenvolvimento neurológico, visual e físico ao bebê. E é do último trimestre de gestação aos dois primeiros anos de vida que o DHA é preferencialmente incorporado na composição cerebral e retiniana¹. Mas, você sabe de onde vem o ômega 3 ou quantidade e horário correto para o consumi-lo? Para sanar as principais dúvidas das mamães de primeira viagem, o Ginecologista e Obstetra Dr. Márcio Elias (CRM 82558 - SP) selecionou algumas curiosidades para testar seus conhecimentos e esclarecer dúvidas.
Uma dieta rica em ômega 3 antes, durante e após gestação é essencial para desenvolver crianças saudáveis?  VERDADE

A dieta materna composta por ômega 3, antes mesmo da concepção, é de grande importância, pois determina o tipo de ácido graxo que se acumulará no tecido fetal. O transporte dos ácidos graxos essenciais é realizado por meio da placenta e são depositados no cérebro e retina do feto, e este depósito ocorre principalmente no último trimestre de gestação.


Continuar suplementando ômega 3 durante a amamentação pode ajudar no desempenho escolar do meu filho ? VERDADE

O DHA é incorporado na composição cerebral durante a gestação e nos dois primeiros anos de vida. É neste período também que órgãos, tecidos e cérebro têm seu crescimento extremamente acelerado. O consumo materno de ômega 3, seja na forma de pescados e/ ou suplementação com óleo de peixe, é essencial para a formação da massa cinzenta e sistema nervoso central do bebê e beneficia a capacidade de aprendizagem e memorização das crianças¹.
Todas as fontes de ômega 3 são iguais? MITO

Existem três tipos principais de gorduras de ômega 3, que variam em forma de estrutura, função e fonte. Os principais são ácido docosa-hexaenoico (DHA), ácido eicosapentanoico (EPA), encontrados em peixes de águas frias e profundas. Já o ácido alfa-linolênico (ALA) é derivado principalmente de sementes de linhaça, chia e nozes.  Fique atenta, ômega 3 à base de DHA e EPA são mais concentrados e melhores opções!


Consumir peixe é a única maneira de suprir suas demandas de ômega 3 EPA e DHA? MITO

A obtenção de DHA por ingestão de peixes ou pela suplementação com óleo de peixe in natura é tem muito discutido. A quantidade de DHA entre as espécies de peixe varia muito: para cada 100 g tem-se 0,12 g no filé de pescada frito; 0,45g na pescada branca frita; 0,36g na sardinha frita; 0,46g na sardinha enlatada em óleo; 0,05g na corvina assada e 0,05g no tubarão. Levando em consideração a dificuldade de inserir na alimentação a quantidade ideal de peixe, para suprir a necessidade do ômega 3 diárias, a suplementação por cápsulas pode ser uma ótima opção para o consumo dessa gordura do bem. A Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura sugere que a ingestão de até 3 gramas de ômega-3 por dia é seguro.
As melhores fontes de ômega 3 são originárias de peixes águas frias? VERDADE

O ideal é que essas gorduras sejam consumidas de fonte de peixe de águas frias e profundas, como pescada branca ou suplementação que contêm a quantidade necessária para o consumo diário. Infelizmente, no Brasil os peixes são pobres em ômega 3, pois não temos as mesmas algas de que se alimentam os peixes de outros países.
Devo tomar a suplementação de ômega em um horário específico? MITO

O consumo de ômega 3 deve ser sempre após refeições, independente do horário. Quando as cápsulas são ingeridas imediatamente após se alimentar, elas são melhores absorvidas pelo organismo.
A suplementação apresenta benefícios durante a infância e adolescência? VERDADE

Sim. Desde o nascimento até o primeiro ano de vida há uma redução nos níveis de ômega-3 e 6 tanto em crianças em amamentação quanto as que usam fórmulas alimentares complementares². Assim, foi evidenciado que os ácidos graxos poliinsaturados são predominantemente fornecidos pelo leite materno e formulações durante o primeiro ano de vida. Porém, quando a criança cresce acaba necessitando de outras fontes para compensar a ausência do leite materno³. De acordo com as fortes correlações entre DHA e desenvolvimento neurocognitivo e visual,  recomenda-se uma dieta balanceada e, em caso de comprovada deficiência de ômega 3, seu consumo bem orientado é muito bem-vindo.  (1)


E para a saúde da mamãe, ômega 3 é realmente benéfico para combater o colesterol? VERDADE

Os ácidos graxos podem ajudar a trazer benefícios para a saúde da mamãe. O ômega 3 pode aumentar o colesterol HDL (fração do colesterol bom) e diminuir os triglicérides (principal gordura originária da alimentação) que em excesso pode causar doenças cardiovasculares entre outras. Aproveite para se cuidar também! (5)

O ômega 3 da fórmula de Gestamax é procedente de anchovas das águas profundas e frias da costa peruana e possui a quantidade exata necessária para a suplementação de gestantes em apenas 2 cápsulas.

Referências
1.International Journal of Nutrology. http://abran.org.br/wp/wp-content/uploads/2014/10/2014-Consenso-DHA.pdf (acesso dezembro de 2018)
2. Sanjurjo Crespo P, Trebolazabala Quirante N, Aldámiz-Echevarría Azuara L, Castaño González L, Prieto Perera JA, Andrade Lodeiro F. [n-3 and n-6 fatty acids in plasma at birth and one year of age and relationship with feeding] [Article in Spanish]. An Pediatr (Barc). 2008;68(6):570-5.
3. Schwartz J, Dube K, Alexy U, Kalhoff H, Kersting M. PUFA and LC-PUFA intake during the first year of life: can dietary practice achieve a guideline diet? Eur J Clin Nutr. 2010;64(2):124-30.
4. Fats and fatty acids in human nutrition Report of an expert consultation. Report of an expert consultation.10−14 November 2008 Geneva. FOOD AND AGRICULTURE ORGANIZATION OF THE UNITED NATIONS Rome, 2010. http://www.fao.org/3/a-i1953e.pdf
5. Santos R.D., Gagliardi A.C.M., Xavier H.T., Magnoni C.D., Cassani R., Lottenberg A.M. et al. Sociedade Brasileira de Cardiologia. I Diretriz sobre o consumo de Gorduras e Saúde Cardiovascular. Arq Bras Cardiol. 2013;100(1Supl.3):1-40.

Aumenta o alerta para febre amarela no verão


 Especialista do Hospital Anchieta explica que a baixa cobertura vacinal e o aumento no número de mortes de macacos infectados podem causar um alto índice de casos.


Antes mesmo do verão chegar, as autoridades de saúde do Brasil têm alertado a população para o risco de surto de febre amarela durante a estação favorita dos brasileiros. O aumento da temperatura favorece a reprodução dos mosquitos transmissores e, por consequência, o potencial de circulação do vírus. De acordo com números divulgados pelo Ministério da Saúde, de 1º de janeiro a 8 de novembro de 2018, foram registrados 1.311 casos e 450 mortes, quase o dobro do identificado no mesmo período do ano anterior, 736 casos e 230 mortes.

“Há uma possibilidade de um alto índice de casos de febre amarela no Brasil durante o verão. Esta previsão se dá pelo cenário de baixa cobertura vacinal, principalmente nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O maior número de casos humanos foi entre dezembro de 2017 e fevereiro 2018, no entanto, a detecção em primatas tem se mantido ao longo de todo o ano”, conta o infectologista do Hospital Anchieta, Dr. Manuel Palácios.


A doença

A febre amarela é uma doença infecciosa febril aguda transmitida por vetores artrópodes – insetos que se alimentam de sangue e são capazes de transmitir agentes infecciosos entre seres humanos ou animais - e causada por um vírus do gênero Flavivirus, família Flaviviridae.

“Atualmente, a febre amarela silvestre (FA) é uma doença endêmica no Brasil (i.e., região amazônica). Na região extra-amazônica, períodos epidêmicos são registrados ocasionalmente, caracterizando a reemergência do vírus no País. O vírus é mantido na natureza por transmissão entre primatas não humanos (PNH) e mosquitos silvestres arbóreos, principalmente dos gêneros Haemagogus e Sabethes (no Brasil). Sendo a febre amarela silvestre uma zoonose, sua transmissão não é passível de eliminação, necessitando de vigilância e manutenção das ações de controle (especialmente por meio de cobertura vacinal adequada. Uma pessoa com febre amarela silvestre pode, porém, ser fonte para um surto da chamada febre amarela urbana, transmitida principalmente pelo Aedes aegypti, um mosquito que vive nas cidades”, alerta o especialista.


Sintomas

De acordo com o Dr. Manuel Palácios, as manifestações clínicas da febre amarela podem variar desde infecções assintomáticas até a quadros graves e fatais, sendo importante destacar que a expressão da doença independe do contexto de transmissão, se urbana ou silvestre. Estima-se que quadros assintomáticos ocorram em aproximadamente metade dos casos infectados.

“O quadro clínico clássico caracteriza-se pelo surgimento súbito de febre alta, geralmente contínua; dor de cabeça intensa e duradoura; falta de apetite; náuseas e dores musculares. Nas formas leves e moderadas os sintomas duram cerca de dois a quatro dias e são aliviados com o uso de sintomáticos, antitérmicos e analgésicos, e ocorrem em cerca de 20% a 30% dos casos. As formas graves e malignas acometem entre 15% a 60% das pessoas com sintomas que são notificadas durante epidemias, com evolução para óbito entre 20% e 50% dos casos. Na forma grave, a dores de cabeça e musculares ocorrem em maior intensidade, acompanhadas de náuseas e vômitos frequentes, coloração amarelada da pele (icterícia) e diminuição do fluxo urinário ou manifestações hemorrágicas, como sangramento nasal, vômitos com sangue e sangramento ginecológico atípico”, explica o infectologista.


Medidas Preventivas

- Evitar viagens para áreas de risco ou em surto (especialmente áreas de floresta na Amazônia Legal).

- Vacinação preventiva com vacina fornecida pelo Ministério da Saúde (MS). Segundo recomendações da Organização Mundial de Saúde, aceitas pelo MS, uma dose plena da vacina confere proteção duradoura não precisando de novas aplicações. (nota: aplicações de dose fracionada, só tem indicação para surtos e não conferem proteção duradoura).

- Uso de telas de proteção e repelente nas potenciais áreas de risco.

- Evitar manipular ou manusear animais mortos encontrados em áreas de floresta ou peri-urbana. Sempre notificar imediatamente a equipe de Zoonoses.



Terapia de ondas é opção de tratamento para disfunção erétil


Procedimento funciona através de uma onda acústica que aumenta a circulação sanguínea local, promovendo processos reparação do tecido.


A disfunção erétil, também conhecida como impotência sexual, acomete diversos homens pelo mundo. O distúrbio consiste na dificuldade em alcançar e manter a ereção do pênis, devido à quantidade insuficiente de sangue na região. Dados da Sociedade Brasileira de Urologia mostram que problemas de ereção atingem 6 milhões de brasileiros.

Um estudo realizado pela USP (Universidade de São Paulo), aponta que metade dos problemas sexuais que afetam os homens, corresponde a um problema de ereção. 50% desses homens, são adultos com mais de 40 anos e possuem alguma queixa em relação às suas ereções. 

Uma novidade no tratamento desse problema é a Terapia de Ondas. O procedimento funciona através de uma onda acústica que aumenta a circulação sanguínea local, promovendo processos de neovascularização e reparação do tecido. 

“A Terapia de Ondas apresenta resultados eficientes e sem efeitos secundários ou necessidade de recuperação. O procedimento é indolor, não invasivo e traz resultados duradouros”, explica Dr. Emilio Sebe Filho, cirurgião urologista especializado em rins, próstata e prótese e fundador da rede de clínicas Lifemen.

Cada sessão tem duração de 8 a 12 minutos, e é realizada com o paciente deitado, em um ambiente confortável, enquanto o médico administra as ondas de choque. A terapia é considerada segura, e não provoca efeitos colaterais indesejados ao indivíduo.

“O número de aplicações depende do paciente, condição clínica e física, e também da idade. Os primeiros resultados são sentidos após 4 seções e é recomendada uma visita médica de pelo menos, duas vezes por semana, para acompanhar o processo de tratamento”, explica o urologista.

O médico ressalta que, “o tratamento é individual, depende de cada pessoa e seu estilo de vida, e só pode ser feito após a análise de um médico”.



Lifemen®

Alimentação saudável melhora aprendizagem


Confira 10 dicas para estabelecer bons hábitos alimentares



Já está comprovado que nutrir o corpo auxilia no funcionamento cerebral e melhora a vitalidade e a disposição para os estudos. E se esse hábito saudável for estabelecido na primeira infância, os resultados serão ainda melhores. Optar pela ingestão dos alimentos certos ajuda os estudantes a terem sucesso na vida escolar.

É fundamental que crianças, adolescentes e jovens consumam alimentos ricos em nutrientes e vitaminas que ativem a memória e a concentração e proporcionem um sono mais tranquilo. Manter uma alimentação equilibrada, evitando a ingestão de comidas processadas, é fundamental em qualquer etapa da vida.

A coordenadora pedagógica da Educação Infantil e Ensino Fundamental Anos Iniciais do Colégio Marista Ribeirão Preto (SP), Marina Mazetti Stucchi, diz que manter uma rotina alimentar saudável contribui para a produção de serotonina, que proporciona a sensação de bem-estar.

Cyntia Leinig, nutricionista e professora do curso de Nutrição da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), endossa essa afirmação e alerta que dosar frituras e alimentos ricos em açúcar também é fundamental para obter bons resultados no processo ensino-aprendizagem.

Pensando nisso, a nutricionista separou 10 dicas para estabelecer hábitos alimentares saudáveis:


1.       Permitir que a criança controle seu consumo alimentar, especialmente o tamanho da refeição;

2.      Diversificar alimentos, modo de preparo e apresentação das refeições para estimular o aspecto sensorial;

3.      Evitar petiscos nas 2 horas que antecedem as grandes refeições;

4.      Servir pequenas porções de alimentos e oferecer novas quantidades se for necessário;

5.      Não oferecer um alimento como recompensa ou retirá-lo como punição (supervalorização do alimento);

6.      Diminuir a ingestão de líquidos durante as grandes refeições (evitar a sensação de saciedade precoce);

7.      Deixar a criança se alimentar sozinha e manipular o alimento (experimentação e apresentação de diferentes texturas são excelentes estímulos);

8.     Não forçar ou castigar a criança no caso de recusa alimentar (variação normal no apetite e aceitação do alimento. Cuidar com intervenções desnecessárias);

9.      Oferecer alimentos novos em pequenas quantidades. Caso haja recusas repetidas, mudar o modo de preparo ou dar um intervalo até a nova exposição;

10.  Oferecer sabores doces ou salgados de menor intensidade.




Rede Marista de Colégios

Saiba quais são os alimentos que espantam a tristeza e o mau-humor


Sentir tristeza e ficar "péssima" de vez em quando é uma reação natural a situações difíceis, como o fim de um relacionamento, uma demissão ou uma doença que aflige alguém que amamos, ou até mesmo conviver diariamente com um chefe ou colega chatos, são situações que afetam o emocional de qualquer um.

Quando estamos deprimidos, temos tendência a optar por alimentos pouco saudáveis, abusar de doces e bebidas alcoólicas, o que só piora ainda mais os sentimentos de "menos-valia".

A depressão pode ter diversas causas, mas é possível combater a maioria delas com alimentos certos, os quais vão formar substâncias que atuam no cérebro, corrigem deficiências de vitaminas e minerais e estabilizam o açúcar no sangue, trazendo bem estar.
Não importa o quanto você esteja deprimido ou triste, a escolha sábia de alimentos pode fazê-lo sentir-se mais feliz e os efeitos são, acredite, imediatos.

Veja alguns alimentos importantíssimos para fazer você se sentir mais feliz:

- peixes pequenos, ovos, iogurtes, kefir.

- carboidratos ricos em fibras

- Diminua a cafeína e álcool

- Abasteça-se de Vitamina D (tome sol por 10 min TODOS OS DIAS)?

- Abacate

- Chocolate Amargo

- Aveia

- Banana

- Morango

- Couve

- Castanha do Pará

- Semente de gergelim

- Alho

- Melancia

- Gengibre




 Sabina Donadelli - Apaixonada pelo poder dos alimentos, a nutricionista Sabina Donadelli garante que a comida pode fazer maravilhas pelas pessoas. E ela sabe o que está falando. Formada e pós-graduada em Nutrição, a profissional alia seus conhecimentos da escola clássica com estudos da fitoterapia e dietoterapia oriental, como a chinesa e a indiana. Sabina afirma que nas doses e combinações certas, as refeições podem auxiliar no tratamento de doenças, auxiliam na perda de peso, corrigem distúrbios, espantam a tristeza, rejuvenescem a aparência e, entre tantos outros benefícios, ainda nos levam à felicidade.
http://www.sabinadonadelli.com.br/ . Siga as dicas de como se alimentar e viver melhor também pelo instagram @sabinadonadellinutri ou pelo facebook - http://www.facebook.com/SabinaDonadelliNutricao

Maracujá é ótimo para combater má circulação, má digestão e insônia


Rico em nutrientes, o maracujá é indicado também para a prevenção de várias doenças


O maracujá é uma fruta rica em nutrientes e também conhecida pelo seu uso terapêutico. Na composição desse excelente fruto aproveitamos tudo: fruto, casca e semente e folhas para várias finalidades. A nutricionista clínica e funcional, Dra. Cleonice Pereira, que atende pelo GetNinjas, detalhou quais são os benefícios da fruta para saúde, inclusive para quem está de dieta ou quer se prevenir de doenças.


1 - Liberado para quem está de dieta


O maracujá é uma excelente opção para quem quer perder peso, pois as calorias nele contidas são de baixíssimo índice glicêmico. Além disso, a pectina presente na casca do maracujá é uma fibra solúvel que atua na redução da absorção de glicose sanguínea, o que auxilia na perda de peso.

Cada fruto tem em média 28 kcal ou 97 cal se considerarmos cada 100 gramas de polpa fresca. Em comparação com outras frutas com as mesmas propriedades nutricionais, como a manga e a uva, notamos que é uma das que tem a menor quantidade de caloria.


2 - Rico em nutrientes

São muitos os nutrientes importantes para nosso organismo encontrados no maracujá, pois é uma fruta rica em várias vitaminas e minerais, em sua composição estão relacionadas as seguintes propriedades: fonte de vitamina C, vitaminas do complexo B2, B3, B6, vitamina A, e os seguintes minerais: ferro, cálcio, fósforo, magnésio, zinco, cobre, potássio e fibras.


3 - Benefícios à saúde

Entenda como os nutrientes do maracujá auxiliam em várias funções orgânicas e reações químicas em nosso organismo:

- A vitamina A age como protetora da pele e visão;

- As vitaminas A, C e B favorecem o metabolismo e as reações enzimáticas do organismo como um todo;

- A niacina (vitamina B3) é auxiliadora na síntese de proteína. É importante para atletas e pessoas com necessidade de aporte protéico aumentado na dieta;

- Graças à sua riqueza em vitamina C, é considerada um potente antioxidante que combate radicais livres, fortalece o sistema imunológico, auxilia no combate às infecções e aumenta a absorção de minerais como ferro, zinco e magnésio quando consumido perto das grandes refeições.

- Também atua como protetor ósseo e tecidos. A pectina, presente na casca do maracujá, é uma fibra solúvel que atua na redução da absorção de glicose sanguínea, e por isso auxilia no tratamento do diabetes e colesterol.

- Além disto tudo, o maracujá contém uma substância chamada passiflorina que age como calmante. Já as sementes do maracujá são poderosos vermífugos da dieta.


4 - Tratamento e prevenção de doenças
Como vimos, as propriedades do maracujá proporcionam benefícios para saúde e boa forma. Os casos em que seu consumo é recomendado e auxiliará no tratamento e prevenção de doenças são:
  • Prevenção e combate contra o câncer
  • Suporte ao sistema imunológico
  • Insônia
  • Má circulação
  • Ajuda a manter as células do cólon saudáveis
  • Má digestão
  • Necessidade de aumento da hemoglobina no sangue
  • Melhoria da saúde dos olhos
  • Alteração da pressão sanguínea
  • Ajuda a manter o bom humor
  • Alívio para a asma
  • Baixa densidade dos ossos

A seguir, a Dra Cleonice indicou uma receita leve e prática para quem quer se deliciar com a fruta, além de indicar os valores nutricionais e calóricos da sobremesa.



RECEITA DE GELADO DE MARACUJÁ


Ingredientes

- 3 colheres (sopa) de adoçante em pó
- 4 colheres (sopa) de suco de maracujá
- 1 envelope de gelatina em pó sem sabor
- 1 copo de iogurte desnatado


Modo de Preparo

Colocar a gelatina numa tigela e hidratar com 3 colheres (sopa) de água. Levar ao fogo, em banho-maria, por 5 minutos, ou até amolecer. Bater no liquidificador a gelatina, o iogurte, o suco de maracujá e o adoçante, bater por 2 minutos, ou até ficar homogêneo. Distribuir em 2 taças individuais e levar para gelar por 2 horas, ou até endurecer. No momento de servir, decorar com folha de hortelã.
Rendimento: 2 porções.
Valor nutricional e calórico:
Cada porção equivale a uma taça de 130g
Calorias = 115 Kcal
Carboidratos = 14,58g
Proteínas = 10,79
Lipídios = 1,69 g



Exagerou nas besteiras nas férias? Confira algumas opções de suco detox


Você curtiu as confraternizações e festas de final de ano, tirou férias na praia e ingeriu alimentos que não estavam na sua dieta e agora percebeu um inchaço no seu corpo. É normal, quando consumimos uma quantidade grande de doces, gorduras, bebidas alcoólicas e alimentos industrializados. Para retomar a dieta, a nutricionista da Bio Ritmo, Fúlvia Gomes Hazarabedian, recomenda no pós-festas a ingestão de suco detox, que vai contribuir para o desinchaço e melhorar as funções metabólicas.

"Os sucos detox são compostos de frutas, vegetais e folhas que tem a capacidade de equilibrar o organismo e "limpar" o corpo dos alimentos extras e não tão saudáveis que foram consumidos. O ideal é tomar de 1 a 2 sucos por dia como lanches intermediários, entre as principais refeições", comenta a profissional da Bio Ritmo.

Confira algumas opções de suco detox para fazer em casa:



Opção 1:


200 ml de Chá verde (preparo em infusão de ervas)
2 rodelas de abacaxi
½ limão espremido
5 unidades de mirtilo
6 folhas de hortelã
2 lascas de gengibre in natura
- Bater tudo no liquidificador e não coar. Consumir imediatamente.


Opção 2:


200 ml de água de coco
3 Morangos
1 maçã verde
½ talo de salsão
1 colher café de canela em pó
- Bater tudo no liquidificador e não coar. Consumir imediatamente.


Opção 3:


200 ml de água
2 kiwis
5 uvas verdes
1 folha de couve
2 lascas de gengibre in natura
- Bater tudo no liquidificador e não coar. Consumir imediatamente.





Bio Ritmo

Volta às aulas: Como montar uma lancheira saudável


Nutricionista dá dicas de como preparar o lanchinho das crianças


Com o retorno das atividades escolares, voltam às dúvidas na hora de montar o cardápio da criançada. O que colocar na lancheira do seu filho? Crianças em idade escolar muitas vezes manifestam suas vontades alimentares e algumas torcem o nariz para frutas, verduras e legumes. A missão é fazer com que os pequenos troquem as guloseimas, como salgadinhos, bolachas, refrigerantes e balas por alimentos mais saudáveis e nutritivos.

Mas, de que forma é possível montar este cardápio? Quais alimentos não podem faltar na rotina alimentar das crianças? Como montar pratos coloridos e interessantes a fim de despertar o interesse dos pequenos que não gostam de legumes e verduras? Como preparar lanches para crianças diabéticas ou com alto nível de colesterol? Como montar um cardápio para a semana inteira, de forma saudável e sem restrições?

A nutricionista da Clínica de Nutrição da Universidade UNIVERITAS/UNG, Cristiane Botelho, explica como preparar uma lancheira saudável, mais sem perder o sabor.

Para montar uma lancheira saudável a dica principal é variar e usar a criatividade. Resumidamente, incluir um carboidrato (como pão, bolacha, bolo ou cereal), uma fruta e um lácteo. Procure variar as opções ao longo da semana, isso incentiva a criança a comer com mais prazer. Outra dica bacana é convidar a criança para ajudar a montar a lancheira e pedir, por exemplo, para ela escolher qual fruta quer comer naquele dia, ou qual sabor de suco deseja, dentro das opções disponíveis.  Desenvolver a autonomia dos pequenos nessa hora, vai estimular o consumo do produto escolhido para levar para escola e vai contribuir para que eles se tornem adultos com hábitos alimentares mais conscientes.

Alegando a praticidade, muitas famílias acabam optando por alimentos industrializados. Nesse caso, a dica é que se façam escolhas mais inteligentes, optando por alimentos nas versões assadas, integrais e com menos teor de sódio e açucares. A Água de coco deve pasteurizada, e no caso dos sucos a sugestão é optar pelo de uva integral (vendidos em garrafas de vidro no supermercado).

Lembrar sempre de mandar uma garrafa de água na mochila também é muito importante. Com pequenas trocas, é possível seguir uma alimentação equilibrada, que refletirá em mudanças para toda a vida e em um crescimento saudável.


Dicas de composição das lancheiras:

LANCHE 1: Cookies integrais + fruta + suco caseiro

LANCHE 2: 1 fatia de melão cortada em cubinhos + 2 fatias de pão integral + 1 fatia de queijo branco com tomate e orégano

LANCHE 3: 1 potinho de salada de frutas + 1 pedaço de bolo caseiro + 1 iogurte
LANCHE 4:  1 maçã + 2 fatias de pão integral com patê de ricota ou atum + 1 água de coco

LANCHE 5: 1 iogurte + 1 porção de cereal integral + 1 banana

LANCHE 6: 1 fatia de torta caseira de frango ou atum ou legumes + 1 porção de fruta + chá gelado


Fique atento:

Bebidas: No caso dos sucos de frutas prefira as que possuem menor velocidade de oxidação, como melancia, acerola, abacaxi, mamão, goiaba e maracujá. Com o tempo, os sucos naturais podem perder uma parte das vitaminas, mas, ainda assim, é mais saudável que as versões de caixinhas.

Iogurtes e lácteos: Para evitar que estrague o produto desse ser mantido no freezer por algumas horas, até começar a congelar. Depois disso, retirar do freezer um pouco antes da criança ir para a escola e colocar na lancheira. Dessa forma, até a hora do recreio, o produto estará descongelado e fresco para o consumo.

Patês: Para deixar a receita mais saudável recomenda-se o uso de ricota, queijo tipo cottage ou cream-cheese como base. O alimento escolhido deve ser batido no liquidificador com cenoura, atum, salsa ou outro ingrediente de preferência da criança. Esse alimento pode ser guardado na geladeira, em um pote com tampa, e usado para rechear pães, que podem ser embrulhados com papel filme ou alumínio. A durabilidade média é, normalmente, de três ou quatro dias.

Petiscos: Mix de castanhas, cereais sem açúcar ou frutas desidratadas. É prático e nutritivo. Basta manter em potes ou saquinhos.

Refeições corretas podem trazer benefícios ao coração


Especialista comenta sobre os alimentos que podem auxiliar e manter a saúde do coração


Manter uma alimentação saudável para ter a saúde em dia não é novidade para ninguém, mas o que nem todos sabem é que este hábito também pode livrar o coração de diversos problemas cardiovasculares.

Segundo levantamento da Organização Mundial da Saúde (OMS), somente no Brasil, as doenças cardiovasculares matam em média 300 mil pessoas por ano, alcançando uma morte a cada dois minutos.

Entre as principais doenças que estão no topo da lista está a hipertensão, doença silenciosa e que pode agravar com o passar dos anos. "Muitas vezes o paciente não tem sintomas, mas está com a pressão alta e quando surgem dores de cabeça frequentes por exemplo, é preciso ligar o sinal de alerta e procurar ajuda médica", alerta o cardiologista Diego Garcia.

A hipertensão não está ligada apenas a ingestão de sal acima da quantidade recomendada pelos especialistas, mas também o consumo excessivo de alimentos ricos em gordura e carboidratos." O perigo também mora em alimentos ultraprocessados, ricos em gorduras e açúcar por exemplo. Além do colesterol ele pode ocasionar em diversos outros problemas cardiovasculares", explica do cardiologista Diego Garcia.

O cardiologista ainda reforça que a gordura não deve ser eliminada da dieta, mas o segredo é incluir no cardápio itens que possuem a chamada "gordura boa" como é o caso de azeite de oliva virgem ou extra virgem, peixes como o o salmão, abacate e castanhas.

Não é de hoje que ouvimos o poder das frutas na nossa saúde, mas existem algumas opções que podem ajudar ainda mais o coração como é o caso das frutas de cores avermelhadas. Além de serem consideradas anti-inflamatórias elas também reduzem os riscos para o coração.

O queridinho das mulheres durante a TPM (tensão pré menstrual), o chocolate, também pode fazer bem a saúde do coração, mas calma, o recomendado é consumir opções que estejam acima de 70% cacau e que seja em pequena pequena quantidade. "O grande segredo para manter a saúde do coração em dia é saber equilibrar a alimentação e evitar ao máximo consumos exagerados", finaliza o cardiologista.

Carboidrato contribui para manutenção da saúde do corpo e da mente



Todos já sabem que comer com saúde é essencial para garantir mais qualidade de vida. E para que a rotina do dia a dia se mantenha equilibrada, não podemos subestimar a importância dos carboidratos. De acordo com Marcela Tardioli, consultora em nutrição da Associação Brasileira das Indústrias de Biscoitos, Massas Alimentícias e Pães & Bolos Industrializados (ABIMAPI), de maneira equivocada o carboidrato muitas vezes é associado ao ganho de peso. "Constituído por moléculas de carbono, oxigênio e hidrogênio, o carboidrato é a nossa principal fonte energética, que abastece o sistema nervoso central, mantem o bem-estar do cérebro e fornece 'aquela' disposição para o nosso corpo", diz.

Uma pesquisa realizada em novembro de 2018 por cientistas da Universidade de Sydney, na Austrália, sugere que uma dieta com pouca proteína e rica em carboidratos pode ser uma alternativa para preservar a saúde do cérebro e prevenir o declínio cognitivo, podendo ajudar a prevenir doenças como o Alzheimer.

A falta de carboidratos pode causar desde mau hálito, tonturas, dores de cabeça e cansaço físico até alterações de humor, além de carências de fibras e outros micronutrientes. Marcela explica que qualquer regime que restrinja a ingestão de calorias vai levar à perda de peso, o que não significa que seja saudável. "Para uma dieta ideal o correto é que seja feito o consumo variado de alimentos dentro de todos os grupos alimentares, ou seja, o que realmente proporciona uma melhor qualidade de vida e perda de peso é saber comer com equilíbrio", pontua.

Criado em 1999, pela pesquisadora Sonia Tucunduva Philippi, do Departamento de Nutrição da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), o modelo brasileiro de pirâmide alimentar nada mais é do que um gráfico que indica a proporção que cada tipo de alimento que deve ser ingerido para que nosso organismo tenha todos os nutrientes necessários para uma vida saudável. "O carboidrato está presente na base deste gráfico, o que significa que deve ser ingerido em um número maior de porções diárias do que os demais grupos", conclui a nutricionista.




Quatro principais dúvidas sobre o sal na alimentação


Sal rosa é saudável? É preciso cortar o sal da dieta? Especialista responde as principais dúvidas sobre o tempero


Conhecido por reter líquidos, ocasionar doenças cardiovasculares e problemas renais, o sal se tornou o vilão para muitas pessoas, ainda assim o brasileiro chega a consumir o dobro da quantidade recomendada pela Organização Mundial da Saúde. O cardiologista Diego Garcia explica que o sal por si só não é prejudicial, mas sim o seu consumo excessivo. "O sódio contido no sal é importante no metabolismo celular, além de dar sabor aos alimentos. Porém, quando consumido em exagero, traz malefícios", aponta.

Apesar de muitas pessoas acreditarem que são sinônimos, o sódio é um dos componentes do sal de cozinha. Esse mineral ajuda a distribuir os líquidos corporais e permite um bom funcionamento do organismo. A falta dele pode resultar em fraqueza e hipotensão e o consumo abusivo pode aumentar o risco de doenças cardiovasculares. Assim como outros alimentos, como o ovo ou o café, que hora entram na lista de "saudáveis" ou de "inimigos", há também muitos mitos e dúvidas acerca do consumo do sal.


Quem tem hipertensão deve cortar o sal da dieta?

De acordo com a Sociedade Brasileira de Hipertensão, atualmente 40% dos infartos e 80% dos acidentes vasculares cerebrais (AVC) estão associados a hipertensão. A doença pode ter influência do fator genético, mas evitar o sedentarismo e controlar o consumo de sódio na alimentação são fundamentais para evitar o quadro.

Porém, isso não significa que seja necessário cortar o sal da dieta, mas sim reduzir o seu consumo. De acordo com Diego Garcia, o sódio é fundamental para a manutenção do "equilíbrio" (homeostase) no organismo, mas ressalta que é importante tomar cuidado ao adicionar mais sal à comida, considerando que muitos alimentos já contém sódio em sua composição. "Além de reduzir o consumo do sal de cozinha, é preciso diminuir o consumo de alimentos industrializados, que são ricos em sódio", comenta.


O quanto de sal pode consumir por dia?

O sal de cozinha é composto por cloreto e sódio e cada grama contém cerca de 400 miligramas de sódio, fator importante associado a pressão alta. Segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), o consumo diário de sal deve ser limitado a 5g (2g de sódio), o que equivale a uma colher de chá de sal.


Quais alimentos contém mais sal?

O exagero no consumo de sal na rotina não ocorre apenas na adição de sal a comida, mas também dos alimentos industrializados e processados, que utilizam o sódio como conservante. Um pacote de macarrão instantâneo de galinha de 85g pode chegar a conter aproximadamente 4g de sal, praticamente o consumo diário total recomendado em apenas uma refeição. Lasanha congelada, temperos e caldos prontos, carnes processadas e fast food também estão no topo da lista dos alimentos industrializados que mais contém sódio.

"Os alimentos industrializados podem conter uma grande quantidade de sódio, açúcar, além de poucos nutrientes. Para não se exceder no consumo, é interessante ler o rótulo com atenção", salienta o cardiologista.


O sal negro ou sal rosa do Himalaia não fazem mal a saúde?

Popularizou-se a ideia de que outros tipos de sal, como o sal negro ou o sal rosa do Himalaia não afetam a saúde como o sal refinado, contudo ainda não existem muitos estudos randomizados que comprovem isso. Alguns tipos de sal realmente apresentam menor quantidade de sódio na composição, como o sal líquido e o sal light. O sal rosa do Himalaia possui 230 miligramas de sódio a cada um grama, o que não é uma grande diferença em comparação com o sal de cozinha.

"A maior diferença é que o sal de cozinha, por passar pelo processo industrial de refinamento e perde seus minerais. De qualquer forma, o recomendado é reduzir o consumo de alimentos industrializados, optando por alimentos naturais e adicionar pouco sal a comida no dia a dia", finaliza Diego.

eSocial: Seconci-SP explica mudanças no calendário de implementação


Novo cronograma alterou o prazo para envio de informações referentes à Segurança e Saúde no Trabalho

O governo federal divulgou recentemente um novo calendário que altera o prazo para que as empresas enviem, por meio do novo sistema eSocial, informações referentes às obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas dos seus funcionários. O gerente de Segurança Ocupacional do Seconci-SP, José Bassili, explica que a alteração de data impactará principalmente os dados referentes à Segurança e Saúde no Trabalho (SST).

Bassili ressalta que não houve grandes mudanças para as empresas que tiveram faturamento superior a R$ 78 milhões no ano de 2016. "Estas companhias já vinham fornecendo as informações por meio do eSocial ao longo do ano passado. A única alteração para empresas nesta categoria é que as informações referentes a SST, agora, serão obrigatórias a partir de junho de 2019", destaca.

Para as demais empresas, o cronograma divulgado anteriormente pelo governo federal foi dividido em dois grupos: um para entidades optantes pelo Simples Nacional, empregadores pessoas físicas e entidades sem fins lucrativos, cuja data para início de envio de dados de SST ficou para julho de 2020; e outro para as demais entidades empresariais com faturamento no ano de 2016 de até R$ 78 milhões, que deverão começar a transmitir os dados de Segurança e Saúde no Trabalho em janeiro de 2020.

Apesar das prorrogações nos prazos, o gerente de Segurança Ocupacional do Seconci-SP comenta que é importante que as construtoras e incorporadores já estejam em processo avançado de adequação ao novo sistema para evitar multas dos órgãos fiscalizadores.

O SOC (Software Integrado de Gestão Ocupacional), sistema implementado pelo Seconci-SP no fim de 2017, auxilia as empresas neste processo de adequação para envio das informações ao eSocial. Por meio do programa, as companhias que têm contrato com a entidade podem ter acesso aos dados de Saúde e Segurança do Trabalho de seus funcionários já no formato correto para envio ao eSocial.

Uelinton Luiz, supervisor de Segurança do Trabalho do Seconci-SP, explica que existe também uma série de certificados de treinamentos que, dependendo da área de atuação do trabalhador, precisarão ser enviados ao governo federal por meio do eSocial.

"Além disso, as empresas precisarão enviar também informações detalhadas sobre os riscos a que o trabalhador está exposto na atividade laboral, os equipamentos de proteção individual (EPI) utilizados e, até mesmo, os certificados de aprovação destes EPIs", comenta Luiz. 

O supervisor de Segurança do Trabalho do Seconci-SP destaca que as empresas, independentemente do porte, têm hoje 5 categorias de informações na área de SST para serem enviadas ao eSocial. Por isso, é muito importante a organização destas informações para evitar, por exemplo, o gasto desnecessário com treinamentos que não são exigidos para uma determinada atividade.

"É por esta razão que a realização de todos os procedimentos - seja do Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA) ou do Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO) - com uma mesma empresa é fundamental. E o sistema SOC fornecido pelo Seconci-SP, pela forma organizada que disponibiliza as informações, é uma alternativa para otimizar o tempo dos funcionários das companhias que cuidam destes processos e evitar erros", conclui Luiz.

Indústria de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos eliminará o uso de micropartículas plásticas sólidas insolúveis em produtos enxaguáveis


 Setor assume compromisso voluntário de buscar alternativas de outros ingredientes, com função semelhante, mas biodegradáveis 


Empresas brasileiras de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos assumiram o compromisso voluntário de substituir o uso de micropartículas plásticas sólidas insolúveis (MPSIs) por outros ingredientes com função semelhante, mas biodegradáveis, em produtos enxaguáveis, como os esfoliantes. Ainda que o impacto decorrente das micropartículas utilizadas nestes produtos seja muito pequeno, o setor decidiu eliminar o uso de MPSIs em sua fabricação, atendendo a um movimento global para redução da poluição oceânica, sem comprometer a qualidade e a segurança para os consumidores. Reino Unido, França, EUA e, mais recentemente, o Japão, já adotam medidas para proibir ou inibir o usos destes ingredientes em produtos cosméticos e de higiene pessoal.
As MPSIs são utilizadas na formulação de alguns produtos de cuidados pessoais e podem ser definidas como quaisquer partículas de plástico sólido, insolúveis em água, intencionalmente adicionadas (com tamanho igual ou menor que 5 mm), usadas para esfoliar ou limpar, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC).
Estudos independentes realizados internacionalmente comprovam ser muito baixo o impacto ambiental oriundo dos produtos cosméticos que utilizam estes ingredientes.  Relatório do PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente, por exemplo, intitulado Marine Plastics debris and microplastics (2016), conclui que "embora o uso de micro plásticos em produtos de cuidados pessoais possa parecer representar uma fonte significativa, é relativamente pequeno em comparação com outras fontes". De acordo com estudos realizados na Europa, o setor de higiene pessoal, perfumaria e cosméticos contribui apenas com cerca de 0,1% a 1,5% dos microplásticos emitidos em todo o mundo.
O desafio para atender a este compromisso voluntario é grande, tendo em vista a complexidade em identificar outros ingredientes que sejam comprovadamente seguros e eficazes para o uso dos consumidores, destaca a ABIHPEC. Novas formulações e ingredientes necessitam ser avaliadas e testadas, bem como submetidos às exigências legais que normatizam este segmento. Apesar das dificuldades, a indústria pretende que a contribuição do setor seja reduzida, eliminando o uso de micropartículas plásticas sólidas insolúveis em produtos enxaguáveis até 2021.



Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (ABIHPEC)


Maneiras de poupar dinheiro para viajar

Você também é daqueles que passa um tempão planejando viagens detalhadas, lugares para conhecer, restaurantes para comer... mas no final, percebe que são apenas planos?


Felizmente é preciso menos do que imaginamos para poder viajar, é mais uma questão de prioridade. Neste infográfico do Carro Aluguel, vamos falar um pouco sobre como priorizar o seu dinheiro e tirar as viagens do papel.

Posts mais acessados