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terça-feira, 15 de agosto de 2017

22% dos internautas têm o hábito de comprar em sites e aplicativos de descontos, mostra pesquisa do SPC Brasil e CNDL



Restaurantes, comida delivery e itens de vestuário são os principais produtos comprados. Valor médio das compras é de R$ 246


Com o aumento no número de usuários de smartphones, é comum encontrar quem acessa sites ou aplicativos de ofertas e descontos para fazer compras.  Uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) revela que 22% dos consumidores brasileiros que realizaram alguma compra pela internet no último ano, possuem o hábito de utilizar sites e aplicativos de descontos.

De acordo com o levantamento, pratos em bares e restaurantes (48%), comidas delivery (39%) e itens de vestuário, calçados e acessórios (33%) são os produtos mais comprados em sites ou aplicativos exclusivos de oferta de descontos. Em média, o valor das compras realizadas nestes sites é de R$ 246.

Segundo o educador financeiro do SPC Brasil e do Meu Bolso Feliz, José Vignoli, por mais que os descontos sejam de fato bons, os consumidores têm que tomar cuidado para não exagerarem nas compras. “Com a grande quantidade de produtos ofertados com preços tentadores e as notificações no celular a cada momento lembrando das ofertas, fica difícil controlar a ansiedade e evitar a compra desnecessária, mas isso tem que ser feito para que o orçamento não seja comprometido com aquisições supérfluas”, indica o especialista. “O consumidor tem que refletir antes de adquirir um produto, pois o simples fato de haver desconto não significa que seja um bom negócio. O melhor a fazer é comprar de forma planejada e checar a possibilidade de reembolso no caso da não utilização do cupom de desconto.”

Na comparação com os anos anteriores, 52% consideram ter diminuído a frequência de compras nesses sites e aplicativos e 25% mantiveram a mesma quantidade. Seis em cada dez entrevistados (61%) usufruíram de todos os cupons e/ou descontos adquiridos, mas 40% já deixaram de utilizar algum. Entre os produtos que foram comprados e não utilizados estão: passagens (27%), pacotes de viagem (25%) e cursos (23%). O principal motivo para deixar de usar o cupom/desconto é a expiração do prazo (43%).

Já entre os que utilizaram ao menos um dos cupons adquiridos, 78% ficaram satisfeitos com os produtos e serviços, ao contrário dos 22% que não ficaram. Para estes, o principal problema foi o atendimento do lugar, que deixou a desejar.


Metodologia

A pesquisa ouviu 673 internautas das 27 capitais que realizaram compras pela internet no último ano. A margem de erro é de 3,4 pontos a uma margem de confiança de 95%. 







Inteligência emocional para líderes só é possível através de coaching



Quanto mais alta for a posição de um líder, menos ele sabe quem é. Dificilmente seus subordinados darão um feedback adequado, por mais que isso seja necessário, por medo de represálias ou de perder o emprego. O resultado? Um líder que não conhece como é a sua percepção por parte de seus colaboradores e nem mesmo a sua personalidade, prejudicando muitas vezes o ambiente de trabalho e a produtividade.

“Como estes líderes possuem o controle e o poder na mão, possivelmente vão querer que as ações que seus colaboradores tomem, sejam de acordo com seu direcionamento. E não tem nada de errado, afinal é do líder que estamos falando. O problema está na maneira como essas orientações serão expressadas” alerta a Master Coach, Bianca Caselato.


Buscando a inteligência emocional

Sabe quando o funcionário acaba não gostando de alguma decisão e não acata a ordem - ou pior, acata por medo e transforma tudo em um sentimento de raiva? Este sentimento  dissemina o ódio na organização e aquele líder que deveria ser respeitado passa a ser temido.

Bianca explica que isso ocorre quando o líder não é inteligente emocionalmente o suficiente para transferir seu conhecimento de maneira inspiradora criando uma persona que não é seguido e sim temido.

A inteligência emocional para líderes é fundamental para o líder manter o controle da sua  própria ansiedade e desenvolver empatia com seus colaboradores. De nada adianta  simplesmente cobrar seus funcionários por metas que não foram batidas pelo motivo X ou Y,  o líder terá que entender quais foram as dificuldades encontradas e assim direcionar corretamente a sua equipe:

“A empatia é um dos aspectos de inteligência emocional.  Quando é demais, o líder pode perder o respeito. Quando é de menos o respeito nem existe. O trabalho de coaching é preparado para resolver aspectos como esse.”

O coaching para líderes faz com que estes profissionais enxerguem a realidade. Para Caselato  é como colocar um  espelho na frente para pensar se a sua maneira de liderar está tão correta quanto se imagina:

“Só é possível mudar o comportamento quando se traz estas questões  para o consciente. Existem autoimagens equivocadas tão fundas no inconsciente, tão enraizadas, que este líder atua quase que de maneira automática. Com o coaching esse pensamento vem para o consciente que é o único estado em que se pode mudar algo.” finaliza Bianca. 
 




Bianca Caselato - Master Coach formada em Administração de Empresas com ênfase em Comércio Exterior pela Faculdade de Estudos Sociais do Paraná- FESP. É especialista em SELF coaching, Executive Coaching e Master Coach pelo Instituto Brasileiro de Coaching, com certificação internacional, pela ECA - European Coaching Association, GCC- Global Coaching Community, BCI- Behavioral Coaching Institute e IAC – International Association of Coaching.

Após uma bem sucedida carreira dentro de instituições bancárias, Bianca Caselato começou a atuar há dois anos em seu escritório Bianca Caselato Coaching com palestras motivacionais, coaching individual e empresarial com acompanhamento e diagnóstico de empresas de todos os portes.

Bianca Caselato Master Coach Trainer
Rua Padre Anchieta, 2540 - Sala 1115, Champagnat - Curitiba, Paraná





Sarahah: quando o sigilo pode provocar ‘bullying’ e mensagens de ódio na Internet



Por ser um aplicativo anônimo, muitos jovens estão fazendo uso indevido e prejudicial aos outros usuários; pais devem ficar atentos aos riscos


De origem saudita, o aplicativo Sarahah quer dizer “honestidade” e vem se tornando o mais popular e utilizado entre os jovens. Com ele, os usuários podem fazer perguntas uns para os outros de maneira anônima e sem a opção de respondê-las. Mas, o que parece ser divertido também pode ser uma porta de entrada para propagação de mensagens de ódio, discriminação e “bullying” – termo em inglês utilizado para descrever atos de violência física ou psicológica, intencionais e repetidos, praticados por um indivíduo ou grupo de indivíduos, causando dor e angústia à vítima.

De acordo com Sarah Lopes, psicóloga do Hapvida Saúde, o anonimato é um fator chave para que os usuários usem o Sarahah de maneira agressiva. “Por se tratar de um aplicativo anônimo, os jovens estão fazendo um uso indiscriminado, podendo ocasionar situações mais graves. O fato de ser sigiloso faz com que as pessoas percam o medo de falar. O mesmo acontece com as redes sociais já existentes, nas quais alguns usuários se escondem atrás das telas para falar o que pensam, na ilusão de que não serão descobertos”, esclarece.

A psicóloga explica que os jovens são mais atraídos, pois estão na fase de paquerar, muitas amizades e, às vezes, querem descobrir mais informações de alguém e não têm coragem de fazer isso de maneira explícita. A especialista alerta para os riscos que o uso indevido do aplicativo pode proporcionar aos jovens e que os pais devem acompanhar de perto o comportamento dos seus filhos.

“O uso excessivo pode prejudicar os estudos ou até mesmo a vida social. Entretanto, o prejuízo maior se dá no modo como o aplicativo é utilizado, isto é, para quais finalidades. Se é utilizado para paquerar, para descobrir se alguém está disponível, tudo bem. Faz parte da idade. Mas se é utilizado com fins de assediar alguém moralmente, prejudicando-o, esse é o principal malefício. Por isso, os pais devem ficar atentos e observar se os filhos estão agindo da forma adequada às postagens, se estão prejudicando alguém ou sendo prejudicados”, enfatiza.


Como agir ao receber uma mensagem ofensiva – Ao receber uma mensagem indesejada e ofensiva pelo Sarahah, é importante guardar provas. Então, tire ‘prints’ da tela para registrar o ocorrido. Depois disso, vá até uma delegacia e faça um B.O. (Boletim de Ocorrência) para que a denúncia seja apurada. É importante saber que, se o Poder Judiciário considerar que ação é um crime, o sigilo do aplicativo pode ser quebrado para identificar o infrator. Além disso, também é possível bloquear o usuário para deixar de receber mensagens indesejadas.



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