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segunda-feira, 14 de agosto de 2017

Conheça o intraempreendedorismo e empreenda dentro do seu local de trabalho



Inovação, tecnologias disruptivas e startup. Esses termos são cada vez mais comuns na rotina de grandes empresas. E todos, de alguma maneira, têm ligação com o empreendedorismo. E quando o assunto é o intraempreendedorismo?

O intraempreendedorismo significa empreender dentro da própria empresa. É quando os sócios enxergam que um núcleo específico dentro de sua companhia, pode virar um novo projeto, ganhar asas e prover relevante contribuição corporativa, diluindo custos, riscos e ampliando competências.  


O recente desafio a ser incorporado à rotina das corporações 

É cada vez maior o número de empresas, especialmente de grandes corporações, focadas em explorar a experiência ambidestra de lidar de forma tradicional com a operação principal e simultaneamente propiciar um ambiente fértil para o jovem empreendedor, orientado a romper paradigmas de forma criativa e as vezes inusitadas.      


A atitude empreendedora deve partir de dentro

Se o intraempreendedorismo significa empreender dentro de uma companhia, o processo seguinte é entender que você precisa de colaboradores que tenham esse espírito. Esses serão responsáveis por desenvolver as novidades que podem ser diversas, tais como: estratégias, tecnologias e até mesmo novas habilidades administrativas que resultem em melhoria de processos.


Usando o faro empreendedor

Com os colaboradores de perfil empreendedor selecionados, agora é o momento de identificar exatamente os projetos que serão alvo de atenção. E para isso, uma boa dica é começar pelas carências da companhia. Se existe um gargalo na entrega de produtos e terceirizar não é uma opção, porque não desenvolver um sistema próprio que faça esse gerenciamento? Cuide para não se expor com conceitos excessivamente teóricos, seja pragmático, crie um modelo de negócio racional, mensurável e integrado à plataforma operacional existente.


O empresário em sintonia

Alguns projetos de intraempreendedorismo podem se voltar para aspectos internos da companhia. Cabe ao empresário instituir mecanismos de remoção ou dispersão das barreiras organizacionais e naturais resistências ao novo. O empresário deve ainda ter a consciência de seu relevante papel na articulação entre a estrutura existente e o colaborador que está nesta área, carente de complementação, especialmente pelos profissionais de novos negócios. São eles que entendem o mercado e as reais necessidades de clientes e prospects. Juntos, eles podem desenhar novas soluções para serem ofertadas.


O ambiente precisa ser adequado 

De nada adianta se o ambiente não estiver adequado para este tipo de projeto. Ou seja, mesmo com o colaborador selecionado, o ambiente pode fazer muita diferença no desenvolvimento do trabalho. Ou seja, flexibilidade para o profissional, confiança, autonomia e trabalho remoto devem estar na lista de prioridades para que o projeto possa fluir da melhor maneira.

Com certeza o intraempreendedorismo veio para ficar. E as empresas só têm a ganhar quando apostam em projetos que estimulem os colaboradores a pensarem fora da caixa, elaborando projetos diferentes e que façam sentido para a companhia. Afinal a sua capacidade competitiva pode decorrer destas iniciativas e a institucionalização de nova cultura organizacional pode ser a razão de sua perenidade. 


A revolução em pauta

O intraempreendedorismo requer da empresa e do profissional empreendedor uma visão de médio e longo prazo, pois, além dos erros, incertezas dos resultados e a frustação de aparentes boas ideias, inúmeros obstáculos organizacionais deverão ser transpostos de forma madura e racional. A resiliência é componente preponderante no sucesso do processo de inovação!





Egton Pajaro - empresário




Tocantins e Rio de Janeiro lideram ranking nacional de atratividade das fontes limpas de energia



Mapa exclusivo da FDR de julho revela que 25 estados mantêm a competitividade para migração ao Ambiente de Contratação Livre (ACL)


A FDR Energia, empresa de geração e comercialização de eletricidade, acaba de concluir o Mapa Nacional de Atratividade do Mercado Livre para Fontes Limpas de Energia do mês de julho. O levantamento dos primeiros sete meses do ano revela que os estados de Tocantins e do Rio de Janeiro mantêm a maior atratividade para os consumidores eleitos para usar megawatts de Pequenas Centrais Hidrelétricas (PCHs), usinas solares, eólicas e de biomassa.

Tocantins lidera o ranking com a nota “0,688”. Já o Rio de Janeiro vem colado com a nota “0,647”. De acordo com os dados, em janeiro deste ano, os dois estados já lideravam as primeiras posições, mas o Rio de Janeiro ocupava a primeira colocação. “Ambos os estados permanecem ao longo dos meses com alta competitividade para as empresas que desejam entrar no Mercado Livre de Energia”, afirma Erick Azevedo, sócio-diretor da FDR e coordenador do estudo.

O mapa também destaca entre os 15 estados mais atrativos: Mato Grosso, Paraná, Pará, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, Amazonas, Rondônia, Santa Catarina, Distrito Federal, Minas Gerais e Ceará. O índice, tal qual o modelo do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), elaborado pela Organizações das Nações Unidas (ONU), é calculado em um intervalo de “0,000” (para a menor atratividade) e “1,000” para a maior atratividade. O valor médio do índice da FDR Energia para todo o Brasil ficou em “0494” no mês de maio de 2017.

O índice foi calculado com base no preço médio comercializado no mercado livre entre as fontes incentivadas 50 (energia proveniente de Pequenas Centrais Hidrelétricas e usinas eólicas, solares e de biomassa) comparadas com as tarifas de distribuidoras que representam 98% do mercado cativo brasileiro.

Em linhas gerais, pode-se considerar que valores no índice abaixo de 0,4 como inviáveis financeiramente para migração para o ACL. Entre 0,4 e 0,6, com viabilidade moderada. Entre 0,6 e 0,8, boa viabilidade. Acima de 0,8, com alta viabilidade.







Um terço das empresas ignora risco de ameaças cibernéticas, aponta pesquisa da Control Risks



Levantamento com 482 executivos de negócios e TI mostra que 32% das empresas não realizou uma avaliação dos riscos oferecidos por ameaças cibernéticas no último ano; para 46% dos entrevistados, a liderança de suas empresas não dá a devida importância ao tema


Pelo menos um terço das empresas ignora o grau de risco oferecido aos seus negócios por ameaças cibernéticas. É o que aponta uma pesquisa realizada pela Control Risks, consultoria global especializada em gestão de riscos políticos, de segurança e de integridade. Dos 482 executivos de negócios e tecnologia da informação ouvidos pelo levantamento, 32% afirmaram que as empresas nas quais atuam não realizaram no último ano uma avaliação dos riscos oferecidos por ameaças cibernéticas a seus negócios.

A pesquisa da Control Risks ouviu executivos nas Américas, Europa, Ásia, Oriente Médio e África no início deste ano e deu origem ao relatório Cyber Security Landscape 2017. O levantamento mostrou que a maioria das empresas não dá à área a devida importância: apesar de 77% dos entrevistados acreditarem que a diretoria da empresa é a principal responsável pela gestão de segurança cibernética, 46% acreditam que o tema ainda não recebe sua devida atenção.

Com o objetivo de entender como as organizações se relacionam com a segurança cibernética, a pesquisa questionou sobre a estrutura interna das corporações e suas condições de lidar com crises, ameaças e crimes virtuais.

Os dados da pesquisa mostram ainda que:

- 46% dos entrevistados acreditam que o alto escalão de executivos de suas empresas não dão a devida importância ao tema “segurança cibernética”;

- 45% afirmam que avaliar e gerenciar riscos cibernéticos são seus maiores desafios em relação à segurança cibernética;

- 35% disseram que sua organização já sofreu com uma brecha de segurança cibernética infringida por terceiros;

- 43% afirmam que ataques cibernéticos resultaram na utilização indevida de dados sigilosos e 41% afirmou que informações de clientes foram perdidas;

- 53% das organizações avaliam as medidas de segurança cibernéticas de parceiros e provedores apenas por meio de cláusulas contratuais.

O relatório ressalta que os ataques cibernéticos aumentaram 11% no último ano, na América. A América Latina, em especial, ainda aparece como um alvo crítico de ameaças virtuais, segundo a pesquisa. Só no México, os ataques aumentaram 30%. 






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